Depois daquele "acidente" com a mamãe, tudo seguiu normal. Transei com a Nati, usando o que aprendi com a mamãe. Até fiz ela gozar. A merda começou uns dias depois, quando cheguei em casa depois da escola. Achei que tava sozinho, mas não tava. A idiota da minha irmã Francisca tava andando pela casa pelada. - Cê pode me dizer o que cê tá fazendo assim? - É minha casa, Lucas, posso ficar como eu quiser. - Mas não pelada, tem um mínimo de respeito. - Não vem falar de respeito pra mim, que teu pau já tá duro de me olhar. O pior é que ela tinha razão. Os peitos redondos dela estavam uma delícia, e os bicos durinhos apontavam pros meus olhos como se me convidassem pra morder. Fiquei vermelho, empurrei ela e fui pro quarto enquanto ela sorria, toda arrogante, se achando por ter me vencido. A real é que nunca teve regra sobre nudez em casa. A família era super aberta nesse sentido, mas dentro de uns limites de "normalidade". Bom, pelo menos até chegarem as férias... No primeiro dia de férias, convidei a Nati pra passar o verão aqui em casa. Era a oportunidade perfeita pra ficarmos juntos, e ela ama minha família, especialmente meu pai, que tem o mesmo gosto musical que ela. Mas aí, minha mãe resolveu dar um anúncio na hora do almoço que deixou todo mundo de queixo caído. - Família - ela anunciou, decidida - eu e o papai tivemos uma ideia pra deixar essas férias mais divertidas. - Sabemos que é legal compartilhar entre nós - continuou meu pai - mas resolvemos fazer uma dinâmica pra nos conhecermos melhor. - Por isso, neste verão, a família inteira vai passar as férias na fazenda do tio Abel - finalizou a mamãe, seguida de uma comemoração geral. O tio Abel, irmão da mamãe, é um cara excêntrico. Tem um monte de casas, prédios, empresas no nome dele. Ele diz que é produtor de TV, mas nunca contou em que canal trabalha, ou quais programas já produziu. Faz uns anos que não vejo ele, por isso fiquei feliz em ouvir falar dele. Depois do almoço, fui pro meu quarto com Nati e eu fechei a porta. Quase como se tivesse apertado um controle remoto, ela se jogou no meu pescoço pra beijar enquanto levantava minha camiseta. Quando meu torso ficou nu, e eu deitado na cama, ela me percorreu com beijos até chegar no meu volume, onde parou pra apreciar. Baixou minha calça e minha cueca, mordeu o lábio, e sussurrou "quero que você foda minha boquinha". Na sequência, ela se ajoelhou abrindo a boca. Como se fosse um míssil, minha rola já dura começou a meter na garganta dela bem fundo. Ela dava pequenos gemidos de prazer, acompanhando as batidas da minha cabeça na parede da garganta dela. Minha mão direita pegou o rabo de cavalo que ela tinha feito no cabelo e, como quem coloca a ré na marcha de um carro, comecei a empurrar a cabeça dela uma e outra vez na direção do meu torso. O nariz dela batia na minha pélvis, a garganta dela estava molhada e apertada, e os lábios dela envolviam a grossura do meu pau na altura do tronco. Quando já tava pronto pra entrar, me deitei na cama e deixei o trabalho pesado pra ela. A buceta apertada dela foi engolindo devagar minha rola, enquanto ela me olhava com uma cara de safada melhor que qualquer vídeo pornô. Imaginar o que a gente ia fazer o verão inteiro na fazenda do tio só deixava minha pica mais dura. 3 meses, a bunda dela, os peitos dela, minha mina, meu amor, minha putinha, minha Francisca. Quê? Falei ou pensei? Nati não parece brava, não devo ter falado alto. Continuei fodendo ela sem pensar muito, não queria que o subconsciente me traísse de novo. Eu comendo a Francisca? Minha rola entrando naquela bucetinha rosa e suculenta, os peitos dela pulando, os olhões dela me olhando com desejo. Chega, Lucas, foca, você tem sua puta pulando na sua pica. "Rápido amor, goza na minha boca" falou Nati enquanto se abaixava de novo. Tirei o cabelo do rosto dela enquanto ela esticava a língua. Me masturbei rápido até ficar na beira do orgasmo, e enfiei até o fundo da garganta soltando toda minha carga grossa na boca de puta dela. Ela engoliu até o fim. última gota, depois nos vestimos e ficamos um tempinho abraçados, ainda não tava caindo na real sobre aqueles pensamentos que tive com minha irmã. Destravei a porta e comecei a arrumar a mochila enquanto a Nati anunciava que ia pro apartamento dela fazer o mesmo. Nossa conversa foi interrompida pelo meu pai, que tava olhando pra gente, rindo e balançando a cabeça. Ele explicou que não precisava arrumar mochila nenhuma, que não tinha motivo pra preocupação, e fechou com a frase que ia marcar meu verão pra sempre: "Esqueci de mencionar que… o Abel é nudista" //////////////////////////////////////////////////////////////// E assim fechamos o capítulo 2 maravilhoso dessa série!! Vou postar todas as histórias no Poringa e no blog, pra geral ver. No meu Patreon, além dos contos daqui, vão ter histórias exclusivas. Resolvi fazer uma categoria única, por 7 dólares (uns 600 pesos argentinos) com um monte de benefícios. Pra pedir o link, me chamam no privado ou encontram no meu blog, mechaargentina .blogspot.com O que acharam desse capítulo? Tiveram uma namorada head master que nem a Nati? Queriam cruzar com a Fran pelada na casa dela? Deixem nos comentários as expectativas pros próximos episódios. Amo vocês!! Mecha 😉
0 comentários - Un verano diferente [LFELP 2]