Olá amigos, este post escrevo para todos aqueles doentes que querem comer a própria mãe. Vou compartilhar um pouco da minha experiência e algumas fotos que consegui tirar, para que, assim como eu fazia, vocês possam bater muitas punhetas para minha mãe e fazer de tudo para comê-las do jeito certo. Para contextualizar, hoje tenho 25 anos e minha mãe 45. Tudo começou assim: Ela me teve aos 20 anos, e morávamos num quarto alugado com meu pai, então só uma cortina separava minha cama da deles como parede. Desde pequeno, eu ouvia meu pai destruir a bunda dela, porque dava pra ouvir, e ela pedia pra ele acabar com o cuzinho dela. Eu tinha uns 7 anos e já sabia algo sobre sexo, mas só porque vários amigos passaram pelo mesmo e porque muitos também desejavam a própria mãe, mas talvez não tivéssemos a maldade de dar uma boa fodida anal. Várias vezes eu acordava e via eles por uma fresta que eles não sabiam que existia, e via minha mãe de quatro recebendo a pica do meu pai com aquelas nádegas enormes, e ele frequentemente a humilhava, puxando o cabelo dela e dando tapas enquanto a mantinha submissa. Tudo isso despertou em mim o desejo pela minha mãe. Meus pais se divorciaram, e ela começou a sair muito. Eu ligava pra ela e ouvia que estava com outro cara. Eu tinha 12 anos e morria de ciúmes. Nessa idade, roubava as calcinhas dela e gozava nelas pra que ela as usasse depois. Não gostava que ela saísse e morria de ciúmes. Um dia, ela chegou com o namorado, e ele foi embora logo depois. Fui ao quarto dela vê-la e a encontrei dormindo, de pernas abertas e completamente nua. Nunca vou esquecer aquela buceta peluda. Me aproximei e senti que ela estava bêbada. Então, tirei a pica e comecei a me masturbar. Pensei: "se ela acordar, paciência", e bati uma punheta como nunca. Foi o melhor orgasmo da minha vida. Gozei na minha mão e passei um pouco da minha porra na buceta dela. Saí e fechei a porta. A partir desse momento, começou meu plano diabólico. Ela vem de uma família reservada, é contadora, e sempre nos demos bem. Eu conversava com ela. Das minhas namoradas e de tudo abertamente, ela fazia piadas comigo tipo pra usar camisinha quando ia pra festas. Conheci uma senhora que me ensinou tudo sobre uma boa foda, ela era bem bunduda e me atraiu por parecer com minha mãe, e aí rolaram as coisas. Depois vou fazer um post com fotos dela porque merece. Eu comecei a trabalhar e estudar e comprava coisas pra minha mãe, convidava ela pra comer, todo dia a gente se falava e trocava mensagens, várias vezes ela pedia pra eu fazer massagem nos pés dela e claro que eu sempre fazia de boa. Aí comecei a planejar com detalhes seduzir minha mãe. Quando fiz 20 anos, fomos dançar, a gente exagerou nas bebidas e, chegando em casa, perguntei se dormíamos juntos, ela disse que sim e se despiu, ficando só de roupa íntima. Ela tava de calcinha tipo fio dental, mas toda de renda, ela não percebeu mas dava pra ver tudo. Naquele dia comecei a apalpar ela e enfiei a mão por baixo da calcinha e senti aqueles pelos tão macios como uma bucha suave. Comecei a me masturbar e achei que ela fosse falar algo, mas não, porque ela fechou as pernas e apertou, então não consegui acessar aquela boceta gostosa. A partir daí ela se distanciou um pouco, não me deixava mais abraçar como antes. Mesmo assim, eu não desisti e aos poucos entendi que tinha que criar coragem, não recuar e tomar a decisão. Terminei naquela época o relacionamento com a senhora que eu tava comendo. Minha mãe a conheceu e elas viraram amigas, quase da mesma idade. Aos poucos voltei a conversar com minha mãe e a ter a mesma confiança de antes. A gente saía, se divertia, trocava presentes, etc. Tava tudo muito bem até que, por causa da pandemia, ficamos trancados em casa. Por isso, ela começou a se vestir cada vez mais leve, às vezes saía do quarto só de sutiã ou sem sutiã, mas com uma camisola que deixava tudo transparente. A gente costumava ver Netflix e conversar no quarto dela. Ficamos mais amigos e começamos a dormir juntos na cama dela. cama, eu sabia que era questão de tempo e só ficava saboreando aquela gostosa, queria que ela fosse minha puta igual era com meu pai quando transavam à noite, só de lembrar dos gemidos dela já me excitava. Passou abril e maio e eu cada vez mais me convencia, e às vezes entrava no banheiro 4 ou 5 vezes por dia pra bater uma em homenagem a ela. Um dia a gente viu um filme num canal a cabo onde estavam transando e era bem explícito, apesar de não ser pornô 100%. Eu tava mexendo no celular porque comecei a ficar desconfortável, naquela hora quase estourava a cueca, sentia meu pau tão duro e com uma vontade enorme de comer ela. Nisso ela me perguntou sobre a senhora, me perguntou por que eu tava com ela, muito mais velha que eu, e eu disse: "ah, pra experimentar". E ela perguntou: "E ela te ensina bem?" Aí eu não soube o que responder e ri, falei: "Pois é, parece que sim". Ela perguntou o que eu gostava na senhora e eu disse que era os peitos e a bunda dela. Eu tava de short e ela de legging e uma blusinha, falei que gostava dos peitos da senhora e, olhando pros da minha mãe, disse que eram parecidos com os dela. Por algum motivo, ela começou a tirá-los e eu não perdi a oportunidade, aproveitei que tava com o celular e liguei a câmera. Aproximei o pé, já que tava mais perto, eu tava quase petrificado, mas consegui tirar duas fotos que compartilho com vocês e espero que deixem comentários. Toquei um peito dela com o pé e ela riu e cobriu de novo. Naquela hora pensei: "É agora ou nunca". Como se eu tivesse voltado a mim, com a adrenalina a mil, levantei, larguei o celular e me apoiei na cama. Falei: "Os teus são mais lindos, posso ver de novo?" Ela levantou a blusa e comecei a esfregar com o dedo a auréola dos mamilos dela, ela fechou os olhos e naquela hora meti um peito na boca, comecei a brincar com o mamilo dela com a língua enquanto apertava suavemente o outro peito. Notei que começou a sair um pouco de leite e comecei a apertar um pouco mais o mamilo dela, e ela começou a... Sair mais gozo, eu tava meio incrédulo, mas ela não falava nada e eu não ia parar, então pensei: não tem volta, se eu não fizer agora vou ser um frouxo. Não parei de chupar um peito dela e acariciar o outro, de vez em quando trocava e dava uns tapinhas pra fazer balançar. Nessa hora fiquei doente e decidi: tenho que fazer aquele cuzinho meu. Com uma mão segurei o braço dela de um jeito que ela não conseguisse se mexer, pra me empurrar numa posição de dominação, torcendo o braço dela pra trás das costas, e comecei a beijar o pescoço dela. Ela tava sentada na cama, coloquei ela na beirada, com os pés e a bunda pro ar, de joelhos na borda, deixando aquele rabão todo exposto. A verdade é que quando tirei a rola, senti culpa pelo que tava fazendo, mas só consegui puxar a calça dela por trás pra descobrir a bunda dela. Mesmo ela resistindo um pouco, fiz tudo muito rápido: segurei os braços dela e dominei torcendo eles nas costas, e quando abaixei a calça ela não conseguiu fazer nada. Só inclinei ela um pouco e comecei a meter no cuzinho dela. Ela começou a chorar e disse que eu tava machucando, mas eu senti que ela ficou molhada igual água. Isso me excitou ainda mais, e meti de uma vez até sentir que tava saindo pela garganta dela. Dei dois tapões enormes na bunda que ela até gritou, deixando a marca da mão. Puxei ela pra perto de mim, com ela bem empalada, abracei e comecei a acariciar os bicos dos peitos dela. Ela disse que, mesmo com tudo que eu tava fazendo, eu ainda tratava ela como uma puta. Aí eu falei: você tem um rabão bem gostoso, se os outros não te perdoaram, que outro cara te perdoe, porque eu não vou. E comecei a comer ela com muita força e velocidade. Senti que ela afrouxou o cu, porque tava apertando, mas como eu já tava dentro, em vez de tirar, metia até o fundo com mais força. Quando ela parou de resistir, comecei a quicar a bunda dela nas minhas bolas igual uma puta, e falava que sempre tinha ouvido ela transar. Acariciava e beliscava os bicos dos peitos dela, e o gozo começou a jorrar dela. Eu já queria... Gozar, mas sabia que tinha que aproveitar. Falei: "Não posso só usar ela e terminar, e ela não". Tirei a pica e joguei ela na cama, deixando ela de barriga pra cima, e comecei a lamber a buceta dela. Tava super molhada, quase sentia que, de tão lubrificada, dava pra enfiar minha cara inteira naquela xerecão. Senti uma coisa estranha, porque é minha mãe, mas ao mesmo tempo aquela culpa de "você é um cachorro maldito pelo que faz" me deixava mais doente. Abri as pernas dela e comecei a furar a buceta dela devagar, e depois cada vez mais rápido. Pensei que ela ia falar algo, porque antes eu tinha metido no cu dela. Olhei e não tava suja. De barriga pra cima, levantei as perninhas dela e abri o máximo, e soltei minha fúria contra ela. Todos aqueles anos de repressão, onde eu via ela assim, saíram e fizeram eu meter com muita força. Ela falava: "Não deixa ninguém saber, não conta pra ninguém", e chorava dizendo: "O que sua tia vai dizer?" E eu: "Não, mãe, ninguém vai saber", e metia mais forte. Senti que ia gozar, então juntei os pés dela e comecei a chupar os dedos dos pés dela, enfiando o pé inteiro na minha boca. Ao juntar os pés, o cuzinho dela abriu mais. Levantei mais a cintura dela pra ela me mostrar o cuzinho e falei: "Tenho que deixar o cu dela arrombado". Cuspi na mão, lubrifiquei o cuzinho dela e, com os pés dela pra cima, comecei a penetrar devagar pra não machucar. Quando cheguei no fundo, parti ela ao meio com toda a força que pude. Ela não parava de gemer e, de repente, começou a gritar, e senti o líquido dela jorrar da buceta, molhando minha pica e minhas bolas. Naquele momento, não aguentei mais e meti ainda mais rápido e bestial, querendo virar o cu dela do avesso, mas só aguentei alguns segundos. Ao ver e sentir minha mãe gozando, não aguentei e, com um grito forte, explodi dentro dela. E pior, já fazia 2 anos que eu não transava, enchi o cuzinho dela de porra. Quando terminei, como a pica ainda tava muito dura e ela tava de barriga pra cima, enfiada pelo cuzinho, comecei a acariciar. Os peitos dela, sem tirar a roupa, começamos a conversar e ela me disse que se sentia muito mal pelo que a gente tinha acabado de fazer. Falou que não ia deixar isso acontecer de novo, mas a partir daquele momento, sempre que dá vontade, não importa onde esteja, eu submeto ela e arrebento a bunda dela. Já faz quase 4 meses assim e todo dia eu dou o que é dela, quantas vezes forem necessárias. Hoje em dia ela já aprendeu que toda vez que eu gozo, ela fica toda melada dos meus líquidos e me limpa com a boca, desde as bolas até a última gota de porra. Não sei o que vai acontecer se isso durar só enquanto estamos trancados. Quis procurar sobre o assunto pra ver se mais alguém já fez isso. Vou compartilhar mais fotos e outras histórias, já que ela adora sexo anal. Até já me perguntei se de tanto que eu só meto no cuzinho dela não vai acabar arrombando, e acreditem, todo dia eu trabalho pra deixar ele assim.

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7 comentários - Como comer sua mãe gostosa