Mi cuñada ....... 5

Ao acordar no dia seguinte, levei um susto tão grande que quase infartei na hora. Por um breve segundo, ao ver minha cunhada na cama comigo, não me toquei onde estava ou o que tinha rolado. O despertar, aquele estado entre dormindo e acordado, me pregou uma peça. Vi a Paula de costas pra mim, toda nua, com aquele rabo lindo empinado. Deitada de lado, olhando pra parede oposta. Reconheci ela e ao mesmo tempo não, uma confusão da semi-consciência. Foi tipo um alerta, de que minha cunhada tava na minha cama, que minha mulher podia me pegar e que eu não lembrava direito o que tinha acontecido. Esse momento de pânico durou só um segundo e me fez levantar um pouquinho a cabeça do travesseiro, mas meu coração deu uma freada monstra que senti um choque de 220. Quando, na hora, lembrei quem era e o que tinha rolado, fiquei parado. Era sábado e a Verônica só voltava no domingo à tarde. Foi como se eu temesse que meu alarme mental tivesse soado fora do meu crânio e acordasse a Paula. Ou como se meu movimento quase imperceptível fosse acordar ela. Mas a Paulinha não se mexia, continuava roncando de leve. Fiquei admirando ela, pensando que tinha tido aquela mulher gostosa nos meus braços na noite anterior e um par de noites antes dessa. Olhei pra janela, um dos gatos deitado na borda, me encarou com um olhar displicente. Voltei pra minha cunhada e fiquei admirando aquela bunda tão firme e jovem. Nunca consegui evitar fazer comparações entre ela e minha mulher, todas bem privadas. Jamais dei nem um pio pra Paula e muito menos pra minha mulher. Se a Verônica descobrisse algo disso, que eu comparava elas seria o menor dos meus problemas.
Me movi devagar pra me aproximar da bunda dela. Já tava até fantasiando em pegar a bunda dela também, mas considerando que minha mulher não quer nem ouvir falar nisso, a irmã dela podia muito bem não ser muito diferente. Senti o cheiro da virilha dela por trás, apesar de um certo cheiro de sexo da noite anterior, era um aroma celestial. Ela tava exatamente como a gente tinha dormido depois da última transa da noite passada. Fiquei pensando no que fazer e vi os lábios da buceta dela aparecendo por trás da virilha. Desci até aquela profundidade e estiquei minha língua pra deslizar pela buceta dela, tentando não encostar na bunda. Aquilo podia acordar ela, embora a língua também pudesse. Foi meio difícil naquela posição e achei que, por me apoiar do lado dela no colchão, ela fosse acordar. Fui molhando ela e, cada vez mais, roçava com minhas bochechas enfiadas entre as nádegas dela. Cheguei com a ponta da língua bem no clitóris dela, quando ela pareceu acordar. Me levantei na hora e ela se deitou de costas. Levantou a cabeça só um pouco e, com cara de sono, me olhou.
— O que cê tá fazendo? — perguntou com uma voz de outro mundo, por causa do sono e da moleza.
—Se não te agrada, eu paro.
—Gosto sim. —respondeu, deitando-se de novo.
Essa foi minha luz verde pra continuar. Passei a língua pelas nádegas dela, descendo pelo vale até o cu. Ela rebolou a bunda, como se quisesse me tirar de cima, e eu entendi o recado. Como eu suspeitava, nem pensar em sexo anal. Tinha que fazer uma abordagem mais indireta. Na posição que ela tava, eu não alcançava nem os lábios dela com a língua. Só lambia o períneo. Decidi meter um dedo e tentar achar o clitóris no escuro. Paula se abriu um pouquinho, permitindo a intrusão do meu indicador. Ajoelhado, fui brincando de leve até ela soltar um gemidinho. Cansado de ficar na mesma posição, deitei do lado dela, enquanto continuava cutucando. Beijei a nuca e a parte de cima das costas dela. Segui pelos ombros delicados, que ficavam bem vermelhos todo verão se ela não se protegesse do sol. Por enquanto, não estavam muito bronzeados nem avermelhados. Mordi de leve, e ela ronronou que nem uma putinha. Tirei o dedo da entrepernas dela e agarrei minha piroca, que já tava dura desde que acordei, e até antes. Não tava tão afim de ir ao banheiro como outros dias. Fui subindo nela de lado e penetrando devagar. Paula soltou um gemido, aquele grande "O" que as mulheres fazem quando tão saboreando uma penetração.
Vamos trocar de lugar, você tá me esmagando.
Virei de lado, mas ela seguiu o impulso e me empurrou pra me virar. Fiquei deitado de barriga pra cima e ela por cima de mim, enfiada no meu pau, de costas pra mim. Tentei me mexer, mas era muito desconfortável. Paula quis sentar, mas meu pedaço escorregou pra fora dela. Ela se ajeitou de joelhos e continuou de costas pra mim. Com toda maestria, enfiou de novo e se empalou. Começou uma cavalgada lenta, na qual não quis interferir, só aproveitei o momento — a vista era monumental. A bunda dela se abria e fechava a cada movimento, ela girava e rebolava em círculos. Depois mudou e começou a pular em cima, então segurei ela pela cintura e guiei, tentando evitar que escapasse e amassasse meu pau.
Quando ele diminuiu o ritmo da cavalgada de entra e sai, brincando mais de ter ela e remexer por dentro, eu levei minhas mãos pra bunda dela. Mas mal comecei a apertar, a mão direita dela soltou o apoio na minha perna e afastou meu dedo na marra.
—Não. —ela ordenou com firmeza simples.
Ela continuou rebolando no meu pau e eu sentia que podia gozar a qualquer momento. Fui controlando os movimentos pra fazer durar mais. A vista, como eu disse, era um monumento. O corpo jovem dela sob o sol da manhã, curtindo e gemendo naquela trepada matinal, igualzinho à primeira vez. Num dado momento, ela ergueu o rosto pro teto e ficou de boca aberta num gemido mudo, que de vez em quando soltava algum som. Eu via ela só de lado; se eu me mexesse um pouco, mal distinguia a nuca dela. Mas aquela visão me enlouquecia, aquele prazer era por minha causa e graças a mim. Meu ego tava grato. Paula só virou o rosto um pouquinho, só um vislumbre, pra espiar se eu também tava curtindo, talvez. Depois me confessou que ainda sentia um pouco de vergonha de me olhar quando a gente transava, por isso tinha ficado naquela posição. Ela continuou assim por um tempo e eu ainda tava firme, pronto pra aguentar mais um pouco. Ela virou o rosto depois de muito tempo mantendo-o virado pro céu.
—Já vai gozar? —ela me perguntou.
—Não, posso aguentar mais um pouco se você quiser. —falei sem nenhuma arrogância.
Deixa, goza logo, não aguento mais." — disse num tom que mostrava que já tinha gozado pra caralho.
Ter tido vários orgasmos, não sei dizer quantos ou se foram muitos, não impediu ela de gozar que nem uma louca quando eu gozei dentro dela.
Virei ela na cama pra deixar de quatro, mas ela apoiou o rosto no colchão e ficou inclinada. Com a costa arqueada, parecia que tava entrando mais fundo ou que tava tocando num lugar muito sensível. Um pouco dos dois, descobri depois, mas na hora fiquei com medo de que tivesse doendo.
—É uma dor gostosa —ela disse entrecortado quando perguntei se ela tava sofrendo.
Gozei quase grunhindo, e ela gritando como se estivesse sendo torturada, mordendo os lençóis pra abafar os gritos de prazer-dor. Ela pedia pra eu terminar logo. Eu terminei, com tanta força que arrastei a cama de lugar. Foi indescritível, encher ela daquele jeito, fazendo ela toda minha. Era um sonho machista realizado.
Deitei e ela do meu lado, os dois olhando pro teto.
-Bom dia.-ele me disse e eu retribuí o cumprimento.
Com aquele sorriso de satisfação, ela comentou que tinha adorado aquela forma de acordar. Eu beijei ela, e mesmo que ela tenha hesitado no começo, acabou aceitando.
Depois de um tempinho batendo papo, ela me disse que se sentia suja. Suada e cheia de leite, era óbvio por causa das circunstâncias. Sugeri a gente tomar café da manhã primeiro. Fiquei com medo de que ela fosse tomar banho e se vestir pra depois vazar. Sabia que aquele dia era o último que a gente tinha, queria com todas as forças fazer ele durar. Mesmo a Verónica só chegando na tarde seguinte, a Paula queria sumir bem antes. Eu tinha que arrumar a casa e apagar qualquer vestígio do que a gente fez.
Tomamos um café da manhã e convenci ela a não ir embora até de manhã cedo, ficar aquela noite ainda. Quando terminamos de comer, ela entrou no chuveiro pra se lavar de tanto suor e fluidos, enquanto eu levava as xícaras pra cozinha. Esperei uns segundos na cozinha e depois entrei no banho.
—Posso te fazer companhia?
Ela sorriu como se tivesse dito algo engraçado e concordou com a cabeça.
Depois de me esfregar um pouco, ela pegou o sabonete e passou no meu corpo. Começou pelas costas e seguiu com o peito e a barriga. Nem preciso dizer que meu pedaço subiu quando ela chegou perto da virilha. Ela lavou ele com total profissionalismo, mas deixando ele duro e empinado no processo. Quando balançou ele pra tirar todo o sabão, ela observou um pouco agachada. Sem que eu fizesse um movimento, ela enfiou ele na boca e começou um boquete debaixo da chuva. Era tipo aquelas fantasias de filme que a gente sempre tem. Devo admitir aqui que a realidade é uma decepção. Fazer no chuveiro não foi legal pra mim, nem pra Paula. Quando tentava enfiar na boca, ela tinha que abaixar mais o rosto, e o nariz dela enchia de água. Quando encostei ela na parede, a água caía em cima e dificultava a respiração. Tive que me virar no espaço apertado da banheira pra colocar ela fora do jato d'água e não deixar ela se afogar enquanto me chupava. Levantei ela, segurando pelo queixo. Paula podia continuar por horas chupando, ou até cansar, mas eu não ia chegar perto de gozar. Isso é algo que sempre acontece comigo se a posição não é confortável, posso ficar cada vez mais excitado, mas não chego ao orgasmo. Beijei ela fundo e enfiei a língua com paixão. Ela quis recusar e murmurou algo como:
—Eu tenho gosto de pau…
—É a minha. —respondi com simplicidade e continuei beijando ela.
As gotas escorriam pelo cabelo comprido e liso dela, pelo pescoço fino. Lambi aquela parte do corpo dela e ela gemeu de aprovação. Levantei ela no colo e, não sem umas piruetas, meti nela apoiando as costas dela na parede. Paula acompanhou, colocando as pernas em volta da minha cintura. Mas assim que comecei a bombar, percebi que não ia conseguir segurar ela por muito mais tempo no ar, mesmo ela sendo leve. Peguei ela pelas nádegas, apertando como se eu tivesse garras. Isso fez durar um pouco mais, mas ainda assim tava cansando e nem perto de gozar, o que não me preocupava. Quando cansei, baixei ela e saí de dentro. Ela soltou um gemido de protesto, parecia que tava adorando. Coloquei ela contra a parede onde ficavam as torneiras e a saída d'água. Mãos na parede, de costas pra mim. Coloquei ela no que chamo de "pose do tira". Já que parecia que eu ia fazer uma revista de armas nela, igual os policiais. Eu guiava ela como se fosse uma boneca e ela se deixava. Meti nela e ela abaixou o rosto pro chão pra evitar que a água cegasse ou afogasse ela, sei lá. Num momento, parecia que o chuveiro tava incomodando ela pra caralho, porque ela tirou uma mão que tava na parede e fechou a torneira. Esperei ela terminar de fechar a água antes de continuar bombando. Quando fechou, ela olhou por cima do ombro e com um gesto leve pareceu dizer: "Agora sim, manda ver". Recomecei a bombar e fui aumentando a intensidade e a fúria, testando como minha cunhada tava achando. Ela gemia de um jeito impressionante, aquilo podia ter durado horas, não sei quanto tempo. O banheiro ecoava os gemidos dela pra caralho, mas pouco me importava se os vizinhos ouvissem ou desconfiassem. Como é que iam saber que aqueles gemidos não eram da minha mulher? Lembrei mentalmente que tinha que evitar que alguém visse minha cunhada saindo, pra não somar dois mais dois. Paula balbuciava palavras de incentivo pra eu continuar do jeito que tava.
— Tô me sentindo muito puta.
Beijei e mordisquei o pescoço dela por trás.
- Você gosta? Gosta de se sentir uma putinha?
Largou um “sssiiii”, esticado, como se estivesse chapada. E tava mesmo, chapada de prazer e sexo.
—Você gosta de se sentir minha putinha. —falei num tom que não era nem pergunta nem afirmação, algo no meio.
—Só por hoje.
Penetrando mais forte e fundo, como percebi que ela gostava, fiz ela dar um sobressalto. Ainda tava na dúvida se ia ficar no domingo cedo, mas eu queria fazê-la mudar de ideia.
—Tem certeza?
-Aaaaah, por favor, não me faz isso.
Calei a boca. Peguei ela pelos mamilos, soltando a cintura dela. Passei as mãos nas costas dela, alternando entre beliscar os peitinhos dela e segurar firme na cintura pra guiar as metidas. Paula continuava gemendo e gozando. Inclinei ela um pouco e gozei dentro. Eu senti como se tivesse jorrando litros, mesmo sabendo que era impossível. Não depois daquela transa de um tempo atrás e das da noite anterior. Ela se largou contra a parede, sem precisar perguntar se tinha gozado. Tava cheia do meu leite de novo, e as últimas metidas fizeram ela gritar mais do que antes. A respiração dela, ofegante, parecia de uma maratonista. Ainda molhados, sugeri abrir o chuveiro de novo e terminar de tomar banho.
Depois que saímos do banho, ficamos um tempão pelados pela casa. A Paula finalmente deixou de ser aquela amante distante e ficou meio carinhosa depois de transar. Até então, ela se afastava assim que a gente terminava. Isso me incomodava um pouco, me fazia sentir só um pedaço de carne.
Embora tivesse um que fazia ela gozar pra caralho. Ficamos perdendo tempo. Preferi descansar e partir pra cima com força total. Vimos um pouco de TV, comemos na cama, ficamos melosos e transamos de novo. Dessa vez foi na posição clássica do papai e mamãe. Embora eu tenha feito essa foda durar o máximo que pude, a gente foi devagar, sem violência. Tudo do jeito mais delicado. Penetrei ela devagar, mas fundo. Entrava e saía como se tivesse o dia inteiro pela frente. Já perto do clímax, a gente ficou selvagem. Ela arranhou minhas costas, o que não curti, e pediu desculpas. Não queria ficar com marcas, mas por sorte não deixou nada relevante ou que desse pra esconder. Continuamos abraçados, tiramos um cochilo sem querer, e quando acordamos, transamos de novo. Ela quis que eu contasse como eram aquelas práticas de bondage que eu fazia com a Verônica. Expliquei a diferença pro sadomasoquismo. Contei como existia todo um contrato de confiança entre quem participava daquela "brincadeira", já que o submisso entrega a vontade dele. Fui sondando pra ver como ela reagia, até que propus diretamente. Hesitando, ela recusou. Tava com medo, junto com o resto. Fazer dela minha escrava é uma fantasia quase tão boa quanto um ménage à trois com ela e a irmã. Ela quis mudar de assunto e eu deixei pra lá. Transamos mais duas vezes à noite, antes de cair no sono profundo.
Na manhã seguinte, acordamos, mas sem aquela trepada matinal, pra minha tristeza. Ela tava obstinada em ir embora o mais rápido possível. Eu, por outro lado, só queria que ela ficasse um pouco mais. Falando disso e daquilo, a gente foi conversando sobre fantasias. Ela me contou uma, e eu propus realizá-la. Esse acontecimento merece um relato à parte.

3 comentários - Mi cuñada ....... 5

Me encanto como termino la relacion con tu cuñada. Segui contando, que paso despues si hay mas para contar. Van puntitos
Excelente! Seguila a la saga por favor, está buenísima. +10'y fav