Minha cunhada... 3

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 Alguns dias se passaram desde que minha mulher me deu a notícia de que Paula tinha largado o namorado. Não consegui pensar em outra coisa e tive dificuldade de me concentrar nas minhas tarefas, simplesmente flutuava numa nuvem de erotismo que não me deixava ver mais nada. Paula tinha me dito que estava com vontade de repetir, mas não tinha feito nada para marcar um encontro. Apesar disso, fico sabendo que ela termina com o "namorado", fato que me deixou muito feliz. Embora a coisa não fosse muito séria de início, segundo o que minha mulher contou. Mais de uma manhã me masturbei pensando nela chegando e me atacando sexualmente como da primeira vez. Eu a desejava, mas também havia outra questão que me segurava. Ela largou o namorado, antes disso me diz que quer repetir. E se minha cunhada estava se apegando a mim? Isso só podia terminar de um jeito, muito mal. Com divórcio e ruptura familiar à vista. Como para reforçar esse medo, estive conversando com uma colega de trabalho, com quem temos uma relação de confiança muito íntima, mas sem chegar a sentir atração sexual, embora a gente se aprofunde em temas íntimos. Uma vez surgiu o assunto de ter um amante ou ter uma relação só de sexo.
- Sabe quantas vezes eu prometi que com "aquele" não ia dar em nada? Que era só sexo, que eu não sentia nada. Não importa o que você planeje, no fim você acaba se envolvendo com o cara.
Minha amante, minha gata, meu foda. Só de dizer "minha alguma coisa" já estamos sendo possessivos, por isso minha companheira explicava como é que se começava sempre a sentir algo a mais, primeiro por ciúmes ou medo de perder esse prazer. Depois por costume. Mas ela também garantiu que a maioria dessas relações não vinga.
Tentei esquecer tudo e deixar que com Paula ficássemos só na vontade. Nesse tempo todo, contei minha história, a primeira parte pelo menos, e escrevi essa segunda que vocês já devem ter lido, imagino. Entrei em vários sites da internet, procurando, não sei bem o quê. Passou um mês. Devo esclarecer para quem está lendo, que com minha mulher não temos uma intimidade ruim, muito pelo contrário. Ela é um pouco apertada, às vezes até garante que virou "meia virgem" por mais ilógico que pareça, se não fizemos há vários dias. Dói um pouco a brusquidão e por isso não fazemos forte, pelo menos no começo. Com Vero fantasiamos e atuamos. A enfermeira, a escrava, a puta, sexo temos toda semana, com ou sem fantasias. Isso depende do humor do dia e do que dá vontade. Não é falta de paixão, é que simplesmente isso aconteceu e agora não quero largar. Sem ir mais longe, há dois domingos, minha mulher me acordou chupando meu pau. Depois terminamos fazendo com a mesma paixão de sempre. Não é falta de amor pela minha mulher, mas algo mais tenho dentro. Antes que vire uma obsessão, queria cortar pelo saudável. Mas Paula é muito mais selvagem, não tem problemas em fazer forte ou mais violento. Pelo menos, nas vezes que gozei furiosamente dentro, não me contive e ela não reclamou nada. Veronica sofre perdas no dia seguinte, se fizemos forte ou se enfiei muito fundo. Dependendo da posição, ela sente mais que em outras. Com minha cunhada tivemos três posições e ela pareceu gozar muito em todas. Há alguns dias nos encontramos em um churrasco de família na casa onde ela mora, no conurbano da capital federal. Não pude falar com ela a sós, e Paula também não procurou. Mas nossos olhares se cruzaram várias vezes e pude notar que havia algo que nos devíamos. Uma conversa pendente.
Como eu disse, passou um mês, aquele churrasco, muitos tormentos mentais e várias notícias de família, como o término com o namorado. Vero ia passar uns dias na casa dos meus sogros, que moram a alguns quilômetros, aproveitando uns dias de folga que ela tinha no trabalho. Eu não podia ir, mesmo que geralmente eu a acompanhe. Justamente essa semana seria de muito trabalho. Ela foi na quinta (ontem, no momento em que escrevo isso) e volta no domingo à noite. Estava no trabalho na sexta quando recebi uma ligação da Paula, mal reconheci o número do celular, tremi. Suspeitava do que estava por vir.
-Oi.
Oi, Paula. O que você precisava? - fingindo que não sabia de nada.
Quero te ver. Temos que ser discretos. Não quero machucar minha irmã. Apesar de como as atitudes dela me enchem o saco e da raiva que ela me dá às vezes.
Eu não tinha ideia do que ela estava se referindo exatamente, mas aceitei minha própria teoria das típicas brigas de irmã. Os temperamentos delas são bem diferentes e por isso, muitas vezes, elas se desentendem. Minha cunhada é uma gostosinha muito exigente, a ponto de ser bem mimada. Isso era algo que poderia me prejudicar muito. Por isso é necessário tomar muito cuidado e ir com calma.
Não consegui controlar a ansiedade desde que desliguei o telefone, esta noite tudo se define. Pelo tom dela, não consigo esclarecer se ela quer continuar com essa traição ou se só quer conversar, para não seguir adiante. Não sei qual das opções me faz tremer mais. Afetou minha concentração, por via das dúvidas, comprei um bom vinho, arrumei a casa. Estou preparado para tudo.

Naquele domingo ao meio-dia, era ilógico alguém baixar as persianas e fechar as cortinas com aquele calorão do verão. Mas eu me dediquei a fazer exatamente isso, precisava escurecer o apartamento, minha casa. Paula estava amarrada e vendada, sentada na beirada da cama. A fantasia dela era praticar bondage, o que a irmã dela tinha contado. Parte de mim ficou chateado que minha mulher tivesse contado essas intimidades, mas não tinha o que fazer, a não ser aproveitar a situação. Minha cunhada estava curiosa pra saber como era ser amarrada e submissa. Embora no começo eu tenha recusado, a tentação de realizar a fantasia falou mais alto. Falei pra ela que eu só fazia isso com alguém que tivesse confiança absoluta em mim, que soubesse que nada do que eu dissesse era pra valer. Ela podia levar pro pessoal, meus insultos humilhantes enquanto ela estivesse amarrada. Minha metodologia sobre bondage é que o submisso entrega o controle completamente, então precisa existir uma confiança muito forte pra esse jogo não estragar a relação real. Talvez não seja o que muitos entendem como o padrão desse tipo de prática, mas é meu jeito particular e pessoal de fazer. Foi assim com as mulheres com quem estive e com minha mulher sempre foi assim desde o começo. Por sermos casados e termos uma relação sexual mais prolongada, é muito mais fácil criar essa confiança. Com minha cunhada Paula era mais complicado, já que as duas vezes anteriores não foram lá grandes experiências. Mas era agora ou nunca, pelo que ela tinha prometido, aquele era nosso fim de semana. Depois disso, nunca mais. Avisei que, uma vez começado o jogo de roles, não tinha volta. Nem arrependimento, eu não ia parar até não gozar na buceta dela, esse era o final. Ela não fazia ideia que, antes disso, muita coisa ia acontecer. Coloquei um filme pornô no DVD do quarto, um em que a Judith Fox é comida por dois caras. A cena começa de boa, mas termina com a atriz pornô gemendo como se estivesse sendo sufocada. Eu deixava que... minha cunhada escutava e nem se aproximava. Ela ficava quieta e me chamava, mas eu não respondia. Ela tentou se levantar e eu a empurrei de volta para a cama, deixando-a deitada.
- Fica aí quietinha.
Ela não respondeu e permaneceu ali, assustada pela desorientação da queda e por não ver onde estava caindo. Embora soubesse muito bem que estava perto da cama. O filme continuava, ficando mais alto e pesado. Paula não entendia para que servia o som de fundo. O pornô não só a colocava no clima e a deixava confusa, como também abafava o som dos meus movimentos pelo quarto. Ela ouvia alguns ruídos e se mexia no lugar. Os pés estavam juntos pelos calcanhares, as mãos nas costas com algemas. Nos olhos, ela tinha uma daquelas vendas para dormir, como as que usam nos aviões. Venda que ela mesma comprou há um tempo, reclamando que, ao dormir em nossa casa, entrava muita luz. Ironicamente, usada de outra maneira nesta ocasião.
Fui até a mesinha de cabeceira e abri a gaveta, o que a assustou. Lá guardo o anel vibrador. É um anel de borracha, com um aparelhinho que vibra em forma de ovo com um cabo que dá energia. O anel se conecta ao aparelho e gera vibração ou pode ser usado sozinho. Abri as pernas dela bruscamente, o que surpreendeu Paula.
- Então quer ser minha putinha? Tá com vontade de provar como é ser minha escrava?
Ela assentiu, hesitante e em silêncio, embora pudesse muito bem falar. Continuei naquele tom de repreensão sádica.
- Já tive putas melhores na minha cama. Não umas piriguetes mimadas como você. O que você precisa é de uns bons tapas para passar essa frescura.
Em seguida, dei uma boa palmada na perna dela, o mais perto da bunda que pude, embora ela estivesse sentada. Ela ficou surpresa, e em seus gestos dava para ver que estava com medo. Virei-a de lado para ver sua bunda. Ela quis protestar, e eu peguei um lenço da gaveta e enfiei na boca dela todo amassado.
- Incomoda? Melhor assim. Aqui vou tirar todas essas pirraças e os caprichinhos. Você vai fazer o que eu mandar. Abre as pernas.

Ela se recusou e por isso levou outra palmada, dessa vez bem na bunda e um pouco mais forte que a anterior.

— Abre as pernas, eu disse — repeti com mais ênfase.

Ela obedeceu. Estava cedendo, entrando no meu jogo, coisa rara na minha cunhada. Paula é a típica garota rebelde, eterna queixa da minha sogra. Nada a ver com a filha mais velha, minha mulher.

Ao abrir as pernas, peguei sua calcinha e quase a arranquei junto com os poucos pelos que ela tinha. Tinham crescido desde a última vez. Passei um dedo por sua fenda, umedecido previamente na minha boca. Ela se agitou.

— Já não se depila mais? Eu gosto depilada por completo, não com bigodinho — disse como quem brinca de forma provocadora.

Ela quis responder e eu tirei o lenço para que ela falasse.

— Dói muito, por isso não faço mais.

Voltei a tapar sua boca com o lenço.

— Você é fraca, eu vou te mostrar o que é dor.

Ela reclamou com a mordaça posta, um típico “mmmm” e nada mais. Estava com medo de como eu havia me transformado nesse papel. Coloquei uma perna dela em triângulo e a outra deitada. Fiquei brincando com sua buceta, lambendo bem pouco, cutucando com impunidade. Até que seus gemidos me indicaram que ela pedia por um cunnilingus. Lambi com vontade e devagar, percorrendo com a língua toda sua vulva, apertando sua virilha com a mão. Seus gemidos abafados me diziam que ela estava gostando muito. Em um momento parei e me afastei, ela protestou amordaçada.

— Espera um pouco, o que você pensa? —

Fiz ela esperar um bom tempo. Ela já estava de mau humor. Voltei a fazer um cunnilingus, mas agora somei o aparelhinho. Primeiro ela não reagiu, o mau humor a dominava, mas ao adicionar o aparelho ela estremeceu. A borracha fazia toda sua virilha vibrar e ela se arqueava como convulsa. Em um momento, conseguiu cuspir o lenço.

— Me come, me come de uma vez. —

— Você está me implorando, putinha? Quer que eu te coma? —

— Sim, me dá pau. —

— Não vou te foder. Então não se iluda. —

Mentira, Eu tava com uma vontade fudida de comer ela, mesmo a gente já tendo transado o fim de semana inteiro, ela conseguia me deixar com tesão de novo rapidinho.
- Por favor, eu quero seu pau. - ela implorou com voz de coitada.
- Ah, é? Quer pau? Toma pau. -
Falando isso, me posicionei pra enfiar na boca dela e calar ela de novo. Ela tentou lutar, mas eu forcei ela a aguentar. Brinquei do jeito que quis, até testei o quão fundo ela aguentava. Fiz ela engasgar várias vezes. Ela tentou explicar que não era pra ser tão fundo, mas não deixei.
- Você quis ser minha escrava na cama, agora vai ver como eu trato as putinhas safadas como você. -
Por dentro, eu esperava que ela não levasse nada a sério, mas como provavelmente era a última vez, pouco me importava. Virei e enfiei de novo na boca dela, mas como se fosse num 69. Enquanto isso, continuei com minha língua e o vibrador. Quando senti que ia gozar, me ajustei e tirei um pouco o vibrador. Não dava mais, meu pau entrava e saía da boca dela no meu comando. Eu guiava ela pela nuca. Fiquei na dúvida se gozava dentro, mas decidi que, como despedida, podia muito bem me satisfazer completamente. Ela engasgou e tentou sair, cuspindo tudo em cima de mim, sujando até a bandagem que eu tava usando.
- Na boca não. Eu queria... - ela começou a dizer, mas eu interrompi, segurando seu queixo com violência.
- Eu faço o que eu quiser, por isso que eu sou o dono aqui. Se não quisesse ser tratada como puta, não teria deixado ser amarrada. Entendeu? Puta, você faz o que eu mando. Agora vamos continuar. -
Enfiei o lenço de volta. Desliguei o filme que tinha passado sem a gente prestar atenção. Ajustei a mordaça com fita pra ela não tirar. Continuei com o vibrador, dessa vez sem a capa, enquanto esperava meu pau se recuperar. Estimelei ela um pouco e passei as mãos dela pra frente, mesmo ainda estando algemadas. Assim que liberei uma mão, ela tentou tirar a mordaça. Dei um tapa na bunda dela por causa disso. O ovinho vibrador tava sobre a buceta dela e fui enfiando dentro. Ao sentir vibrar no por dentro, ela gritou amordaçada e começou a chorar, as lágrimas escorreram. Era a sobrecarga de emoções, de prazer e de estímulos que a sobrepujava. Estava no limite do prazer, quando já é demais e começa a doer. O momento em que toda sensação se transforma em ruído branco.
- Eu sei que você quer que isso acabe. Mas não vou tirar, você vai ter que fazer isso sozinha.
Ela me olhou surpresa, sem entender.
- Vai praticando, como se fosse parir, tira isso.
Sei o suficiente sobre anatomia feminina para entender que ela poderia expulsá-lo contraindo os músculos da vagina. Através da mordaça dava pra distinguir os palavrões que minha cunhada me lançava.
- Você vai ter que fazer, vamos, dale. Quero ver como você faz. Sei que consegue.
Isso foi maldade, sabia que a mina não tinha muita ideia sobre seus músculos internos, mal sabia como era que enfiavam nela, pouco ia saber sobre usar essas partes do corpo para maximizar o prazer. Esses músculos, chamados pubococcígeos, rodeiam toda essa área da pelve. São os que um homem move inconscientemente quando fica de pau duro. E as mulheres, algumas não sei se todas, usam quando apertam o pênis dentro da buceta. Existem uns exercícios, mas pra isso tem que identificar quais são. Quase certeza que minha cunhada ignorava isso e o que a forcei a fazer foi um aprendizado sem anestesia. Ela se agitou e se sacudiu, por isso amarrei a corrente das algemas nas mãos dela na cabeceira da cama, usando um lenço de pescoço.
- Se você tentar puxar pra tirar, eu enfio mais fundo e você vai ter que começar de novo.
Ela gritou, ainda amordaçada. O suor a banhava por completo. Se tensionou várias vezes, juntando forças e voltando a fazer força. Na verdade, era algo diferente de parir, mas ela foi movendo os músculos da barriga e do interior da buceta, pra tirar aquilo. Estava parindo, mas metaforicamente falando. O vibrador a desconcentrava, eu sei. Aumentei a intensidade quando ela estava quase tirando e ela parou sem poder se mexer. Ela começou a chorar e eu tirei a mordaça.
- Por favor, não aguento mais, tira isso de mim. Eu te imploro.
- Eu te disse, você quis isso, agora aguenta até o final.
- Eu quero que você me coma, não aguento mais.

A tesão falava mais alto, a dominava completamente, ela pularia pela janela se dissessem que assim acabaria aquele prazer tão doloroso por ser excessivo.
- Se você tirar, vou te dar a foda da sua vida.
Ao dizer isso, olhei fixamente e de perto para ela. Paula juntou forças de não sei onde e empurrou como pôde até "parir" o aparelhinho.
Exausta e balbuciando, suplicou para ser saciada.
- Me come, por favor, não aguento mais. Filho da puta, você é um filho da puta. Me come.
Ela repetia mais ou menos isso até que me acomodei por cima e a penetrei. Ela sentiu a entrada e um grito truncado ficou preso na boca, sua boca aberta me fez desejar ter outro pau para enfiar nela naquele exato instante. Comecei a bombear devagar para ver como ela reagia, já que devia estar hipersensível. Mas logo descobri que ela estava hiper solta.
- Me dá forte, filho da puta, me dá seu pau.
Comecei a bombear como se estivesse com raiva e batesse nela por dentro com o pau. Ela gritou como nunca, eu deixei, estava tão excitado que não me importava quem ouvisse. Quase parecia que ela chorava quando não soltava gritos de prazer, que quase me deixaram surdo. De vez em quando ela repetia como uma ladainha que queria mais ou que estava gostando. Eu revolvi dentro dela.
- Você gosta do meu pau, gata?
- Sim, não tira de mim, me dá, meu amor.
No frenesi não prestei atenção, mas aquele "meu amor" me assustou por dias. Não era hora de pensar, só em retrospectiva percebi aquele comentário e outros similares.
- Nunca mais tire de mim, me dá seu pau sempre.
Apesar do que havíamos dito e das atitudes dela comigo, naquele momento acho que era a loucura do desejo falando. Ela gemía, ficava sem ar, enquanto eu entrava e saía sem piedade. A cama se mexia, suas mãos continuavam amarradas acima da cabeça. Eu me... Ele se apoiava nos cotovelos, que estavam voltados para cima para segurá-la e revirar seu interior. Sua língua me procurava, mas logo parava para gemer, como se perdesse a concentração. Essa foi a melhor foda que devemos ter tido. Meu corpo não aguentava mais. Gozei furiosamente nela e ela teve vários orgasmos, quando me disse que estava bem e que não aguentava mais, me senti aliviado. Depois dessa trepada furiosa não sabia se conseguiria continuar até fazê-la gozar. Segundo ela me contou, perdeu a conta de quantas vezes gozou, então acho que da saturação de paixão ela teve um orgasmo múltiplo.

Como prometi, a soltei e tirei a venda. Ela não pareceu brava por como a tratei, pareceu entender que era tudo parte do jogo. Embora eu ache que se sentir dominada não fez tão bem para o ego dela, como depois deixou transparecer na conversa posterior.

—Você é um doentinho —me disse meio brincando, ainda ofegante.

Nos recompusemos e relaxamos, mas não houve mais sexo. Paula tomou banho e se vestiu sem dar indícios de que ficaria ou a seguiria. Quando já eram quase três e meia, ela me disse como se fosse um ultimato, com uma simplicidade crua.

—Vou embora.

Tentei convencê-la a não se apressar, mas os dois sabíamos que ela tinha razão. Minha mulher chegaria em poucas horas e a casa cheirava a sexo e infidelidade. Nos beijamos desesperadamente e ela foi embora. A acompanhei até a porta da rua, para garantir que ninguém a visse saindo. Acho que ninguém viu. Fiquei com uma sensação de vazio, enquanto arrumava tudo. Mas depois, lembrar do fim de semana de sexo interminável e tão espetacular com uma garota linda e luxuriosa me fez sorrir. A despedida de Paula teve uma certa sensação de final, como quando a gente se despede de uma ex ao se separar para sempre. Mas, neste caso, havia algumas diferenças. Veremos.

Para continuar essa história, acho que terei que montar outro ciclo de relatos, em dobro. Continuar com “Paula, minha cunhada” e, por outro lado, o que fizemos naquela noite em que Verônica voltou da casa dos pais. Uma enfermeirinha... muito quente, quis me examinar a fundo. Como se costuma dizer, essa é outra história.


6 comentários - Minha cunhada... 3

Me da la sensacion que te vengaste de tu cuñada haciendole todas esas cosas. Y tu cuñada me parece que le encanto. Y va por mas de parte de ella, vas a tener mas encuentro con ella.Van puntos
Muy buen relato, veremos como sigue...
La enfermerita promete..
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