Histórias sexuais de gente comum: Oi, vou contar umas histórias bem gostosas. Tudo começou quando no meu trampo me mudaram pra uma sala, eu, como todo novato, entrei e me apresentei com todo respeito. Tava o diretor, o chefe, a subchefa e mais dois funcionários, um deles era uma gatinha que prestava serviço num órgão porque recebia o bolsa família. Os dias foram passando e, ganhando confiança, troquei ideia com todo mundo no escritório, claro, inclusive com a gatinha, vou chamar ela de Valéria. Ela era uma coroa já meio judiada pela vida, normal de rosto, mas com uma bunda enorme que às vezes eu desviava o olhar quando ela saía, não vou negar. Com o passar dos dias, a Valéria ficou mais parceira e amigável, era uma mina que se virava como podia. Um dia ela me ofereceu alfajores pra comprar, falei que sim. Nisso, eu tava trabalhando no turno da tarde e ela de manhã, combinamos que ela me traria na hora da sesta. Chegou 14h30 e ela entrou no escritório, eu tava sozinho (já que os chefes vão de manhã e à tarde, mas dão uma pausa e param às 13h30, voltando umas 16h). Ela entrou e falou: "Trouxe os alfajores", com uma voz meio nervosa. "E aí, como vai?", perguntei. "Tá tomando mate?", ela disse. "Sim, senta e toma um também." Ela sentou do meu lado e enquanto tomávamos mate, a gente conversava. Ela tava de regata e um short jeans meio largo, do meu gosto. Nisso, ela não parava de rir e eu notei que ela tava nervosa, porque algo ia rolar, e eu fiz acontecer. Olhei pra ela e meti um beijo bem dado, ela não recusou, mas quando parei, ela falou: "Cê é louco?" Ficou sentada e me perguntou por que fiz aquilo. Falei que foi na hora. Beijei ela de novo, e dessa vez ouvi os gemidos dela enquanto eu beijava. Fiquei todo excitado, ela se afastou e disse: "Vou embora." Quando ela tava saindo, falei: "E os alfajores, não vou te pagar?" Aí levantei e encarei ela de novo, mas dessa vez já com uma boa apalpada. Passei a mão naquela bunda toda. Um tempão enquanto eu beijava ela e ela agia como se a gente já estivesse transando, de repente ela me abraça forte sem parar de me beijar e, me olhando, começa a gozar. Sim, só de se beijar ela já gozou, minha pica tava explodindo de tão dura que tava, eu tirei ela pra fora, mandei ela se abaixar e ela me deu um boquete incrível no escritório. Não consegui gozar na boca dela, ela se levantou e falou "isso é uma loucura" e foi embora. Na semana seguinte, a gente trocava olhares o tempo todo, até que chega uma mensagem dela: "E aí? Pra quando?" "Pra quando o quê?" eu respondi. "Você vai me comer gostoso, porra!" ela respondeu! De tanta tesão, eu comeria ela no banheiro se dependesse de mim, mas a gente marcou uma data e foi pro hotel. Naquele dia, a gente desceu os dois sozinhos no elevador, passei a mão por dentro da calça dela e toquei num triângulo pequenininho que, naquele rabão, eu falei "meu deus, o que vai ser essa gostosa de quatro e de fio dental..." A gente chegou separado no hotel, consegui fechar a porta e ela já pulou em cima de mim, me despiu desesperada, me chupou de novo, fez eu gozar tudo na boca dela, continuou me chupando até eu ficar duro de novo e eu comi ela como nunca, de tanta tesão que eu tava. Ela adorava que eu metesse na bunda dela, gozou uma vez e outra, uma mulher incrível, no final das contas, e eu que me achava o grande comedor, quase me deixou em coma. Quando, depois de quase uma hora, a gente terminou de tomar banho, eu vi ela se trocando e só de ver como ela subia a calcinha e enfiava naquele rabão, eu fiquei duro de novo. Não deixei ela terminar de se vestir, encostei ela no espelho e fui direto pro cuzinho, do jeito que ela adorava. Enquanto eu metia, batia uma pra ela e sentia ela ficar molhada de novo como se nada tivesse acontecido. Gozei de novo, acho que foi só pela sensação, porque ela já tinha me espremido todo, e ela falou "não para de bater pra mim" e jorrou um esguicho incrível, senti que ela ia desmaiar enquanto gritava de prazer. A gente tomou outro banho, se vestiu, antes de sair a gente se beijou e ela falou: "A partir de hoje, essa bunda é só sua, pra você fazer o que quiser, quando quiser. Foi assim... mas para a próxima história.
2 comentários - Historias de sexo de gente común!