Otra noche de cuernos. La cuñadita.

Isso aconteceu em CABA na noite de sexta-feira, 20 de novembro deste ano (2020).
Um ano atrás, essas situações rolaram: https://poringa.net/posts/relatos/3845680/Cuernos-de-una-noche-de-primavera.html
Agora as coisas se deram desse jeito: (Esta é a primeira de três histórias independentes entre si, que contam como estão as coisas atualmente com aqueles personagens)


Quando Mariano saiu naquela sexta-feira do escritório, pra onde tinha voltado naquela mesma semana, depois de trabalhar de casa nos últimos meses, sentiu uma alegria que há tempos não sentia. Respirou fundo, com aquele ar de liberdade, depois do trampo concluído.

Era um entardecer cheio, colorido, vibrante. Ele olhava o povo passando, as primeiras luzes se acendendo, e tudo parecia lindo pra ele.

Antes de pegar o carro, caminhou um pouco sem rumo, só pelo prazer de andar. E foi aí que ele a viu. Será que era a Luciana? Fazia mais de um ano que ele não a via. Ela tava com um shortinho minúsculo, bem justo, no limite do começo das bandas da bunda, e um top ou regata que, pelo volume daqueles peitos, não chegava a cobrir o umbigo. "Caralho, como essa mina continua gostosa!" Foi a primeira coisa que passou pela cabeça dele, e ele foi rapidinho cumprimentar a ex-cunhada, que o recebeu com um sorriso que atravessou a máscara...
2020 é, sem dúvida, um ano que vai ficar marcado na história. Vai levar muito tempo até que parem de falar dele.
Eu imagino ele na minha mente como uma piñata no final de um aniversário: a pandemia explodiu e ficamos todos no ar. Uns caíram bem, outros até saíram melhor do que antes, e alguns não tiveram tanta sorte.
Pra maioria, foi um baita susto, ainda em andamento, onde tivemos que apelar pro instinto de sobrevivência pra seguir em frente.
Mesmo assim, teve gente que conseguiu levar a vida, tentando passar a quarentena longa do jeito mais próximo do normal possível.
O Mariano, por exemplo, foi pego bem no começo de uma convivência com a Marilina.

A história do Mariano é chamativa, porque, exatamente um ano atrás, ele era casado com a Verônica. A Verônica (ex dele) e a Marilina (a atual) eram melhores amigas desde o colégio...
Aconteceu que, naquele momento, uma fantasia recorrente que o Mariano tinha era imaginar a então mulher dele botando chifre nele. E um dia, ele descobriu quase sem querer que a fantasia tinha virado realidade. E o que na imaginação o excitava até limites extraordinários, na realidade, quando soube que ela tava traindo ele com um colega de trabalho que tinha quase 20 anos a menos que ele, foi um baque muito difícil de aceitar.

Enfim, ele se separou da Verônica, mas um rancor forte se instalou no peito dele. Passou uns dias morando num hotelzinho, até que, por acaso, uma tarde ele esbarrou na Marilina. Ela apoiou ele, contou que por causa daquela traição, as amigas tinham brigado: "Como você consegue fazer uma coisa dessas com o Mariano?". E que desde então elas tinham perdido o contato.

O Mariano olhou pra Marilina naquela tarde e achou que ela tava muito gostosa. Antes, anos atrás, já tinha passado pela cabeça dele que rolava algo entre os dois. Mas, como ele tava junto com a melhor amiga dela, nunca, nenhum dos dois tinha dado um passo nessa direção. Agora a situação era diferente...
Pouco mais de um mês depois daquela tarde, Mariano se mudou pro apartamento da Marilina. Eram os primeiros dias de 2020 e começava, pra ele, um ano especialmente feliz, positivo, cheio de expectativas...
Janeiro e fevereiro foram meses idílicos. Passaram, juntos, as férias no mar. A Marilina, os biquínis, é preciso reconhecer, caem muito bem nela... E aqueles corpos, que passavam os dias nus ou semi nus, bronzeados pelo sol, felizes por poderem se descobrir e se entregar, com muito tesão, depois de tantos anos de interesse disfarçado, curtiam ao máximo a nova felicidade que os unia.
Mas o verão acabou e a quarentena chegou...
E o que parecia a paixão da vida deles se dissolveu rapidamente na rotina, que aquele confinamento obrigatório exacerbou até o estado mais difícil para um casal: o tédio.
Pelo menos pra ele, porque ela logo encontrou uma solução: "vamos ter um bebê!".
O ano já estava na metade e Mariano ainda não tinha encontrado uma resposta para aquele pedido. Será que ele queria ter um filho? Conseguia se imaginar como pai? A simples ideia de uma criatura de verdade, saindo dos próprios genes dele, que sorri, que chora, que caga... já era demais pra ele.
Era verdade que a idade (fazia 40 em alguns meses) era um fator limitante.
Mas a relação entre eles, embora de boa convivência, tinha deixado, no sexual, um gosto de quero mais, ultimamente. A Marilina tinha se mostrado bem monótona e convencional demais na hora de expressar, fisicamente, o desejo dela na cama.
Talvez tenha sido o isolamento, a falta de contato com o mundo exterior, a escassez de oportunidades que a quarentena o obrigou. Quem sabe? Talvez não. O fato é que, chegando setembro, Mariano aceitou a proposta de Marilina.

Em outubro, ela já tinha largado os remédios, mas não aconteceu nada. Fez as contas e a próxima ovulação cairia no momento perfeito para a fecundação, por volta de sexta-feira, 20 de novembro.

Foi assim que chegamos naquela sexta, onde Mariano e Marilina tinham combinado de ter uma noite intensa, na parte sexual, com o objetivo de conseguir a gravidez. Aquela sexta em que Marilina, com todas as expectativas no auge, esperava Mariano voltar do escritório, usando uma calcinha de renda nova, que destacava seus peitos já lindos e valorizava suas pernas longas e torneadas.

Mas Mariano não estava pensando nela. Ele batia um papo animado com Luciana, a irmã mais nova da ex dele, Verônica. Esquecendo completamente o trato com Marilina, mas relembrando momentos divertidos do passado com sua cunhada, ou melhor, ex-cunhadinha, ele se sentava naquele momento, com ela, num bar, prontos para tomar umas cervejas e colocar o papo em dia.
Me desculpa, gostosa. Muita bagunça no escritório que tem que atualizar, não sei até que horas vou ficar, mas tem que terminar hoje, sim ou sim" ele textou pra Marilina.
Ela deixou no visto mas nunca respondeu...
E a verdade é que muitas coisas sobre a cunhadinha passavam pela cabeça do Mariano. Por um lado, ele lembrava daquelas provocações picantes que ele e a Luciana costumavam fazer tempo atrás, sempre num clima de brincadeira, mas meio no limite do permitido. Umas provocações que mais de uma vez deixaram ele com muito tesão.

Ele também sabia, pelos comentários da ex, que a mina era bem liberal e sem vergonha na cara. E isso sempre ficava martelando na cabeça dele, porque além de imaginá-la ousada, a gostosa era muito bonita.

Além disso, seria a vingança perfeita contra a ex: comer a irmã dela.

Isso tudo sem contar a vontade acumulada que ele tava de uma boa foda. De poder fazer outra posição que não fosse o papai-e-mamãe ou sentir a adrenalina de descarregar o leite num corpo novo... uma boca nova. Todas essas coisas que a quarentena tinha feito ele perder a esperança de recuperar, ainda mais agora com os planos da Marilina...
O que Mariano não sabia era que a cunhada também estava a fim dele. Desde que o tinha descoberto, quase sem querer, num vídeo de sexo com a Verônica, que na época era a mulher dele. Luciana tinha ficado tão excitada de vê-lo pelado e no ato que decidiu que ia provar aquela piroca gostosa e comedora que tinha feito a irmã dela gozar, nas próprias palavras dela, 'como nenhuma outra'. Inclusive, antes mesmo de eles se separarem, ela já tinha essa ideia fixa. Quase conseguiu uma noite, mas não rolou... Teria sido uma puta confusão familiar naquela época. Mas agora, que eles estavam separados... tudo parecia um presente do universo pra ela.
Muita risada. Muita lembrança. "E aí, como cê tá agora?", "Tá mais gostosa do que antes...", "Que burra que é minha irmã!", "Como foi a quarentena pra você?", e por aí vai.
Pergunta vai, pergunta vem. Indireta pra cá, indireta pra lá. Uma cervejinha atrás da outra... A intimidade entre eles foi voltando aos poucos. E embora os dois estivessem afim de rolar algo naquela noite, nenhum queria dar o próximo passo, talvez com medo de errar.
- Como é que tá com a Marilina? Ela te trata bem? - perguntou Luciana num momento.
- Ah... Sim. É, não posso reclamar. Ela é uma gostosa muito boa... Só que um pouquinho... - começou a dizer Mariano, mas Luciana o interrompeu:
- Bom... muito boa não sei. Lembra que ela roubou o marido da melhor amiga... Ou não? - Luciana tentou brincar num tom sarcástico, mas Mariano não levou assim.
- Não... É... Sei lá. Quem me chifrou foi tua irmã, ninguém obrigou ela... Além disso, Marilina me contou que, entre outras coisas, foram essas mudanças na atitude dela que acabaram com a amizade entre elas. A gente começou a sair quando a amizade já não existia mais... - Mariano já começou a soar na defensiva.
- Ah... Eu entendi que tinha sido o contrário, que elas brigaram quando vocês começaram a sair... Mas, pera. Me desculpa. Tô nem aí como foi que as coisas rolaram! Reconheço totalmente que quem errou foi ela. Minha irmã se enganou feio, em perder um cara como você...
Luciana ficou com medo de ter encarado mal com essas perguntas e decidiu se jogar um pouquinho:
- Sabe que ela me contava tudo de você...? Parece que você deixava ela bem satisfeita...
Mas Mariano, meio irritado, respondeu: - É. Tão satisfeita que acabou dando pro primeiro cara que apareceu, ali mesmo no trampo dela...
Luciana queria se matar, tava encarando mal, não importava o caminho que tomasse: - Ela é uma idiota, sério. Esse ano quase nem falei com ela. Ela merece que você vá com a melhor amiga dela, aliás, merecia coisa pior ainda...
Mariano, confuso e meio puto por estar falando do assunto, entendendo que nada podia rolar entre eles, falou com um pouco de maldade, afinal, pensou, já não tinha nada a perder:
— Da sua irmã também ouvi falar muito de você...
— Ah, é? O que ela disse?
— Bom... Ela disse que você é bem putinha...
Os olhos de Luciana brilharam, justo quando ela pensava que, por causa da irmã idiota, ia perder a chance de ficar com Mariano...
— Eu? Putinha, não... — disse ela, olhando fixo pra ele, séria e semi-cerrando os olhos.
— Putinha eu sou... Mas bem putinha com quem eu quero.
— Que pena, então, que eu fiquei com sua irmã antes! Teria adorado se você quisesse ser putinha comigo. — disse Mariano, jogando tudo ou nada.
— E quem disse que eu não quero...? Putinha, eu sou, com quem eu quero e quando eu quero...
— Aqui na esquina tem um hotel... — Mariano nem terminou a frase, e Luciana já tinha feito sinal pra garçonete trazer a conta.
A passos rápidos, seguindo aquela bunda que, ao caminhar, se apoiava ora numa bochecha ora na outra, num movimento que já antecipava as reboladas que ele ia curtir daqui a pouco, Mariano, sem pensar duas vezes, se mandou pro hotel.
Assim que entraram no quarto, Luciana se jogou em cima dele, apoiando a virilha no volume já marcado de Mariano, e o beijou com tesão. Depois, sem tirar a roupa ainda, girou com o corpo sempre colado no dele e começou a rebolando a raba na porra cada vez mais dura de Mariano, que sofria de vontade de soltar ela.
Dando um passo à frente, Luciana desabotoou o short apertado e, lentamente, foi tirando ele... A provocação era forte. A bunda de Luciana, linda. Redondinha mas cheinha. Pra piorar, emoldurada por uma fio dental tão enfiada que só dava pra ver um fio contornando a cintura dela.
A mina, totalmente ligada no poder do próprio atributo, começou a rebolar ele pra cima e pra baixo, como se tivesse montando uma piroca imaginária. Mariano não aguentou a tentação de soltar a rola e se aproximar dela. Andou até encostar ela nas costas dela...

Ela, sentindo o pedaço quente, durasso no talo e meio molhado, levantou a raba, ficando na ponta dos pés e curvando o corpo pra frente, e continuou mexendo a bunda, agora com a pica encaixada no meio das bandas.
Nunca tinham feito algo assim com Mariano. Luciana ouvia ele gemer e falar coisas tipo: "Ai, meu Deus...!", "Que rabo, por favor...!", "Como você mexe isso...!", e curtindo o poder que tinha, naquele momento, ela se levantou, sentou ele na cama com um empurrão, levantou a blusa e levou um peito até a boca dele, pra ele chupar. Mariano recebeu com tesão, beijou, lambeu e até mordeu.

Ela aproveitou a deixa pra pegar com as mãos aquela pica, que já a excitava há tanto tempo, a mesma que mais de uma vez serviu de inspiração pra alguma punheta antes de dormir... Ter ela nas mãos era realizar um sonho. Pelo que via, era exatamente como lembrava daquele vídeo. Agora só faltava provar... E isso era algo que faria sem demora.
Ele se ajoelhou na frente do Mariano, tirou a calça e a cueca dele. E enquanto com uma mão segurava e pesava os ovos dele, com a outra, aproximou a piroca do rosto.
Suavemente, liberou a cabeça, vermelha e brilhante, e apoiou a língua nela. Exercendo bastante pressão, arrastou a língua até a ponta. A tesão fez o Mariano soltar uma gotinha e a Luciana pôde sentir o gosto na boca dela.
Olhou nos olhos dele. Não acreditava como tinha seu ex-cunhado tão entregue. A cara de tesão... o desespero no rosto dele... Começou a passar a língua mais rápido, com lambidas que percorriam, cada vez, mais superfície daquela pica linda que a estava deixando louca. Amava aquilo. Adorava o gosto, o cheiro, o duro que ele ficava por ela. Amava também o proibido, o errado da situação.
Ela enfiou ele inteiro na boca. Sentia ele no fundo do céu da boca, quase na garganta. Assim enfiado, com a língua batia nele por dentro. Mariano gemia desesperado. Pareceu ouvir ele falar: "para, para que não aguento..." mas ela estava gostando tanto... Com os lábios apertados com força no pau, mexia a cabeça pra fora até a cabecinha da rola bater no limite, aí num movimento rápido, engolia ele de novo.

Assim, até ouvir o grito dele e sentir o baque, no céu da boca, do primeiro jato de porra grossa e quente. Esse foi seguido por outro que ela recebeu cheio na língua. E mais três ou quatro que se espalharam entre os lábios, o pescoço e o fundo da boca dela.

O sorriso dominava ela. Tava feliz. Saboreou toda a descarga e amou. Ainda, apertando forte com as mãos, conseguiu uma última gota, grande, e lambeu direto da rola.

Ele dizia: "Filha da puta... garota filha da puta..." e ela respondeu: "Nossa... amei... Olha que agora vou querer sentir ele, hein!
Essa resposta fez o pau dele endurecer de novo. Quanto tempo fazia que isso não acontecia? Normalmente, ele precisava de uns 15 minutos, no mínimo, pra se recuperar. Mas agora essa puta conseguia manter ele duro mesmo depois de ele ter gozado uma boa quantidade.

Ele olhou nos olhos dela. Não podia acreditar... A mina estava gostosa pra caralho, e ele gostou ainda mais com os restos de porra no rosto dela...

Ele se apoiou nos cotovelos na cama, apontou com o olhar pro pau, já bem duro, e esperou por ela.
Ela tirou o que restava da roupa num movimento só. Se acomodou em cima dele e enfiou a cock, que, com a buceta tão molhada que ela tava, deslizou até o fundo. Na hora, começou a rebolar, igual tinha feito uns instantes atrás, mas agora com a cock bem enterrada dentro.
Mariano olhava pra ela extasiado... lembrava um pouco a ex dele... tinham uma semelhança... O jeito que Luciana começou a gemer, ele achou muito parecido com a Verônica. Isso, em vez de esfriar, deixava ele mais excitado. Colocava a vingança dele em primeiro plano. Contra aquela filha da puta que tinha traído ele. "Olha só, vagabunda, olha como eu como a sua irmãzinha..." pensava. E com força, agarrou ela por baixo da cintura e enterrava a cock na Luciana quase com violência.
Ela adorou essa reação. Orgulhosa do que conseguia fazer com um homem quando queria. Em poucas estocadas, começou a sentir um orgasmo forte, seguido logo por outro ainda mais intenso e, como Mariano não diminuía o ritmo, logo chegou ao terceiro...
Três seguidos! Mariano ficou maluco com tudo que a gostosa gritava. A cara dela tinha se transformado tanto que agora parecia muito com a Verônica. Ele não conseguiu se segurar e soltou de novo, com o pau bem enfiado na sua ex-cunhadinha, uns 5 ou 6 jatos de porra bem gostosa...
Uns minutos depois daquela loucura e depois de se certificar de que Luciana usava pílula anticoncepcional. Os dois, se beijando e se agarrando na cama, estavam prontos pra continuar curtindo a noite.

Dessa vez, Mariano queria meter naquele cu. Um pouco pra garantir também que não corria riscos. Ela não se opôs, aliás, diante do pedido, respondeu se ajoelhando de quatro na cama e abrindo bem as nádegas, deixando o cu à mostra e, mais ainda, tentando com os próprios dedos babados de saliva se abrir pra ele.
Com o pau duro feito um tronco de novo, Mariano a possuiu devagar... Curtindo cada segundo de conseguir enfiar naquela bunda linda, enquanto, com cada mão, apertava com força ou dava tapas naquelas nádegas.
"Tá gostando?", perguntou Luciana. E sem esperar resposta, começou a rebolando com o pau pra dentro.
O movimento brusco enlouqueceu o Mariano. A mina rebolava a bunda com muita graça e experiência. Ele sentia que a poronga ia partir.
Ela não só curtia deixar ele louco...
Mariano sentiu a Luciana enfiar os dedos na própria buceta. Sentiu o roçar, o jogo deles lá dentro, como se estivessem tocando a própria pica dele, bem enfiada no cu dela.
Essa bunda apertada, esse movimento delirante, a cócega daqueles dedos... foi demais. O gozo saiu sem controle... pelo menos 4 ou 5 jatos depositou dentro da buceta dessa puta que, ao senti-los e ouvi-lo gritar, gozou com um orgasmo forte de novo...


Um pouco depois, Mariano levou Luciana até o apartamento dele. Estacionado na porta, se beijando como se ainda não tivessem transado, e combinando um novo encontro, Mariano sentiu que a rola dele tava respondendo... então pediu pra Luciana se não dava pra chupar ele mais uma vez 'de despedida'... Ela, sem precisar repetir, baixou a braguilha dele e se ajoelhou no chão do carro...



  Gracias por leer. Si la historia te generó algo, valoraría que me lo comentaras. Publico relatos cada semana, si querés seguirme.

¿Querés saber lo que le pasó a Marilina esa misma noche, mientras Mariano le metía los cuernos con su ex cuñada? Acá las otras dos historias:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3888116/Otra-noche-de-cuernos-El-encargado.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3875595/Otra-noche-de-cuernos-Marilina-busca-plasmar-su-amor.html

Outras histórias:

https://poringa.net/posts/relatos/3864079/La-Noche-de-Mamis-solas.html


https://poringa.net/posts/relatos/3862346/Mi-mujer-con-otro-De-la-fantasia-a-la-realidad-y-despues.html


https://poringa.net/posts/relatos/3730621/Noche-secreta-en-la-casa-de-mi-tia.html







5 comentários - Otra noche de cuernos. La cuñadita.

Hermoso relato, me calentó mucho ,van dies
Gracias por comentar. Leíste la primera parte? Por ahí te guste, arranca acá: https://poringa.net/posts/relatos/3833329/Cuernos-Que-paso-esa-noche-El-marido.html
Uff tremendo loco
Y mañana te cuento lo que le pasó a su mujer esa noche...
Me dejaste con la pija dura. Me encanto como lo relataste. Van puntitos
Me alegra la reacción. Gracias por puntuar.
Que buen relato loco me puso la pija muy dura y jugosa mallll 💥💥💥💥💥💥💥
Bien ahí!! Gracias x comentar.