Oi, sou de Michoacán, me chamo Lizbeth e queria contar uma parada que rolou comigo uns anos atrás quando ainda ia pro CETIS. Eu saía às 20:30 da noite, ia comer num lugar de comida ali perto que ainda fica aberto nesse horário, e depois pegava o coletivo. Nesse dia, perdi o coletivo das 23:15, então tive que esperar o próximo, que já era o último da linha. Eu tava vestida com minha saia do CETIS e vários dos meus colegas falavam que meu rabo tava muito gostoso, por baixo da roupa íntima eu tava de fio dental, minha camisa branca e meu suéter azul. Quando subi, só tinha três pessoas pra entrar, e eu fui a última. Vi o motorista, um cara sério, uns 48 anos. Aí, "sem querer", deixei o dinheiro cair no chão e me abaixei pra pegar, mostrando a buceta pra ele — quando me abaixei, dava pra ver o fio dental. Quando me levantei, perguntei quanto era e ele disse: "Fica tranquila, pra você é de graça". Não me cobrou a passagem e ficou me olhando de cima a baixo. Ele fez o trajeto, e eu desci no penúltimo ponto antes do fim da linha, então fiquei sozinha no coletivo com ele. Quando chegou no penúltimo ponto, apertei a campainha, mas ele virou numa rua onde não passa carro e parou o coletivo. Ele se levantou e disse: "Não ia embora assim, sua puta?" Eu olhava pra ele enquanto ele se aproximava. Quando ficou na minha frente, falou: "Não paga a passagem, mas me dá alguma coisa". E enfiou a mão por baixo da minha saia, acariciando minhas pernas, agarrou forte minha bunda e me puxou pra perto dele. Eu não aguentei e peguei no pau dele por cima da calça. Ele me virou de costas contra o banco de trás, baixou minha saia e levantou ela. Me deu dois tapas fortes na bunda, puxou o pau dele pra fora e disse: "Agora você vai ver, puta, o que é levar uma fodida nessa bunda". Encostou ele na minha buceta e meteu forte até o fundo, e eu gritei de prazer: "Aí, me dá tudo, vagabunda!" Ele me comia cada vez mais forte, e eu gemia e gritava: "Sim, mais! Me dá mais, me dá teu pau, aí!" Pedia mais e ele me dava tapas na bunda até que parou e sentou no banco. Eu montei no pau dele e... Eu montei nele, rebolando a bunda em círculos pra sentir o pau dele se mexendo dentro de mim. "Aai, sim, papai, vai, vai, sim!", eu gritava. Desabotoei a camisa dele e, segurando o corpo dele, me mexia enquanto ele me apertava contra si. Ele tirou o pau de dentro de mim com força e me colocou de quatro no banco. Ficou atrás de mim e metia com tudo, entrava e saía sem parar, dizendo: "Vai, vagabunda, quer leite, vagabunda?" E eu gritava pedindo leite, gemendo até sentir jatos de porra saindo do pau dele dentro de mim, e ele gemia forte com a porra que tinha gozado. "Aai, sim, vagabunda, toma o leite." Ele tirou o pau, disse: "Chupa, vagabunda, limpa." Chupei tudo, engoli o leite dele, e ele falou: "Se eu te cruzar de novo, te pego de novo, entendeu?" Eu respondi: "Quando você quiser, papai." Coloquei a tanga, com todo o leite dele escorrendo na minha bunda, arrumei bem a saia e a camisa pra disfarçar, desci e fui embora, e ele também.


6 comentários - Fui comida pelo motorista do busão e adorei