Hugo era um homem separado lidando com um divórcio, pai de três filhas. Um cara de 1,80m, corpo trabalhado, barba por fazer, presença muito boa, pele branca, uns 35 anos. Era uma tarde de domingo, quando decidi ir visitar as filhas, já que eram minhas amigas; ele estava bebendo com os amigos. Quando cheguei na casa dele, cumprimentei, perguntei pelas meninas e ele disse que estavam no quarto. Fui vê-las. Ficamos conversando um bom tempo até que uma delas me pediu pra ir ver se o pai dela estava bem. Saí do quarto, o Hugo estava no banheiro enquanto os amigos iam embora. Me despedi deles e nessa hora o Hugo saiu e perguntou pelos amigos, respondi que tinham ido descansar e que ele deveria fazer o mesmo, falei. Ele concordou e disse: "Você tem razão". Peguei o braço dele e passei sobre meus ombros, segurando sua cintura. Que homem gostoso, meu Deus, nunca tínhamos tido um contato tão próximo. Chegamos no quarto dele, ele se deitou e enquanto eu o arrumava, ele foi cochilando. Tirei o sapato e as meias dele. Pensei em tirar a calça jeans, estava muito nervoso, então sentei ao lado dele e comecei a tocar seu peito, descendo pelos peitorais. Minha mão foi em direção ao volume dele, apalpando por cima da calça. Não acreditei!! Decidi ir além, enfiando a mão sem desabotoar a calça dele. Senti os pelos pubianos dele, o pau meio duro, minha cabeça voava a mil!! Depois de alguns minutos, ele segurou minha mão. Pensei: "Fodeu! Quero sumir!". Ele segurou, mas nunca soltou nem tirou minha mão, acho que gostava do que estava rolando e deixou eu continuar. Já era: aquele homem que eu tanto cobiçava e espiava enquanto ele tomava banho, aquele homem que foi dono dos meus sonhos molhados, era meu!! Ele virou a cabeça e me beijou de boca aberta, brincando com a língua. Senti a barba dele roçar meu queixo, nisso ele falou: "Fecha a porta". Levantei, fechei e quando voltei, me joguei em cima dele. Nos devorávamos. Muita pegação, beijos, abraços. Ele beijou cada parte do meu corpo de novinha, quando estávamos no melhor momento, batem na porta e era uma das filhas. Pergunta - pai, cê tá bem? E ele responde - Sim, não se preocupa. E a gente ouve ela se afastando. Seguimos na nossa, nos despimos; comecei a descer pro pau dele, tava explodindo, normal, com a cabeça rosada e as veias aparecendo, brincava com minha língua na glande, sentia como o pau pulsava, saboreava aquele líquido pré-seminal, engolia ele todo. Chupei as bolas grandes dele enquanto ele gemia, enquanto me fazia saber que bom trabalho eu tava fazendo lá embaixo; ele se arrepiou pedindo pra eu não parar. Ficamos nessa até sermos interrompidos de novo, era outra filha de novo - pai, cê tá bem? Precisa de algo? Aí ele responde - por favor, deixa a gente conversar com a Luqi, são coisas de homem, vão pro parque passear. Ok, responderam. Quando ouvimos a porta da frente trancar, soubemos que era hora de aproveitar. Era tanta adrenalina que não sabíamos por onde começar, ele me colocou de quatro e começou a chupar minha bucetinha roçando a barba, pedia pra eu abrir minhas nadeguinhas, ele brincava com a língua enquanto eu gemia de prazer, eu abria com minhas mãozinhas minha bunda pra sentir ele mais fundo, aquela língua fazia maravilhas! Ele se levantou, foi pro guarda-roupa, pegou uma camisinha, colocou e começou a me comer abrindo caminho com aquela cabeça que explodia. Doía, mas a adrenalina do momento transformava em prazer. Ele pedia pra eu relaxar; e eu relaxei. Mordi o travesseiro, ele enfiou centímetro por centímetro até que de repente o resto do pau mandou ver. Uau, que dor gostosa! Enquanto segurava minha cintura com as mãos grossas dele, acariciava meu corpo, sentia as mãos pesadas percorrerem meu corpo e assim ele começou a me foder devagar até minha bucetinha dilatar bem e ele começou a dar fortes estocadas enquanto eu gemia igual uma puta, isso deixava ele mais excitado e ele dava tapas na minha bunda que me faziam pedir mais. Enquanto me penetrava, ele dizia - você é a primeira promíscua que meu pau prova - e eu dizia - quero ser promíscua quantas vezes quiser e assim ele continuava me comendo até que fala: "não aguento mais, vou gozar". E foi assim. Ele começou a meter mais forte e se entregou, soltando um gemido de satisfação. Minhas perninhas tremiam, ele deixou o corpo cair sobre o meu enquanto sussurrava no meu ouvido "obrigada" e que aquilo ficaria entre nós dois. Levantou-se e foi para o banheiro, eu me limpei e me preparei para ir embora antes que as filhas chegassem. Teve um silêncio estranho na hora da despedida, porque ele era amigo do meu pai e eu, o melhor amigo das filhas.
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