Mi madre exhibicionista - Parte 2

Acabei de acordar e minha ereção me faz pensar na minha mãe. Vou até o quarto dela, mas ela já não está mais lá. A primeira coisa que imagino é que ela está na piscina — e, de fato, está lá, deitada na espreguiçadeira, tomando sol com um micro biquíni de bolinhas que cobre só os bicos dos peitos e a buceta. As pernas dela estão semiabertas, com os joelhos levemente dobrados, de um jeito que, se eu quisesse meter nela, seria muito fácil. Olho para a esquerda e vejo que minha mãe não está sozinha: o zelador está varrendo, mas o olhar dele está perdido no corpo da minha mãe, que "finge que não percebe" o cara olhando, já que está usando óculos escuros. Vou até ela.

-Bom dia, mãe!
- Bom dia, gostosa... Como você amanheceu?
- Beleza, mãe (falo enquanto me deito entre as pernas dela) e você, como amanheceu?

- Muito bem.

- Já terminei, dona!

- Sim, seu Joaquim, valeu!

— Que vista boa que o seu Joaquim tinha, com certeza vai pra casa com fome.

- Cê acha?

- Tô mais que certo, só de ver como ele te olhava, já te devorava com os olhos.

- Com certeza queria ter se deitado igual você agora, né?

- Seguro sim, mas essa é minha vantagem, né? Sou seu filho e tenho outros direitos que ele não tem.

- Sim... Ei, vamos tomar café da manhã?

- Sim, eu também já tô com fome.

- Deixa eu vou vestir outra coisa.


Enquanto minha mãe foi se trocar com algo que, pela nova atitude dela, com certeza ia me surpreender, eu fui vestir um short, tênis e camiseta. Esperei na sala por mais alguns momentos e a vi sair usando um biquíni brasileiro, uma calça folgada transparente e um top transparente sem mangas.


- E aí, como eu tô?

- Muito gostosa, caralho, você é uma delícia, mas faltou uma coisa... eu tinha falado que não queria que você mostrasse os bicos dos peitos.


Peguei ela pela cintura e levei pro quarto dela.

Das coisas que compramos no dia anterior na sexshop, peguei uns anéis para os mamilos, uma espécie de anel com parafusos ajustáveis para umas barrinhas de aço que seguram os mamilos, presas a uma série de correntinhas que sobem até o pescoço numa coleira de ecocouro de 1,5 centímetros de largura. Por cima do anel, coloquei uns cobrinhos de mamilo redondos que se encaixaram perfeitamente no anel.
- E aí, como você tá se sentindo?

- Eu gosto, só que os anéis são um pouco desconfortáveis, mas vai ficando gostoso, é como se dois dedos estivessem apertando e massageando.

- Preparada? Porque tenho outra surpresa pra você.

- Deixa eu ver?

Da mesma sacola de compras, tiro dois ovos vaginais de silicone, um com vibrador e outro simples.

- Qual dos dois você quer usar?

- O que é isso?

Ovos vaginais

- E pra quê?

- Bem, pra você enfiar isso aí, claro

Minha mãe incrédula fica me encarando.

- ...

- Vamos, se queria experimentar coisas, tá na hora.

- Emm, não sei.

- Vamos, isso é muito menos do que deixar alguém te olhar, ninguém vai saber que você tá usando, só eu e você, claro, mas eu não vou contar pra ninguém, isso vai ser parte das coisas que só eu vou saber de você.

- Tá bom, mas sai pra eu enfiar, que mesmo com essas intimidades, ainda sou sua mãe.

- Tá bom, mas como vou saber se você enfiou.

Nesse momento, pego o ovo vibrador, tiro da embalagem e, com o controle, faço ele funcionar, soltando um som quase imperceptível.

- Aí está, agora a gente testa e acho que vai ter que dar pra ouvir um pouco, mesmo que seja.

Tomei o controle e saí.

- Ei, como é que fica.

Deixa o fiozinho pra baixo, estimula um pouco se quiser pra entrar sem muita complicação.

Depois de alguns minutos, ela me diz.

Pronto, gostosa, pode entrar.

Já tava de biquíni e calça vestida.

- E aí, como você sente isso?

- É estranho, parece que tô sendo penetrada, mas só onde o ovo tá.

- Deixa eu ver?

Tiro o controle e aperto ele.

- ha... a...

Bem na hora de acionar, minha mãe soltou um gemidinho leve.

- Cê gostou de mim, mãe?

- Sim, querido, foi gostoso, estranho mas gostoso.

Segurando ela pela cintura, fiz ela sentar no meu colo.

- Você gosta que eu sente no seu colo, né?

A verdade é que sim.

— Também gosto de você, meu bem, é como se eu tivesse um melhor amigo... imagina se eu tivesse um melhor amigo que não fosse meu filho, sentiria que tô traindo seu pai. É que com ele, às vezes, tenho que engolir o que penso e sinto, por causa das ideias tão bitoladas que ele tem. E com você, olha, posso falar sobre qualquer coisa.

- Bem, se isso te faz sentir bem, então a partir de hoje sou seu filho e melhor amigo, mãe.

- Obrigada, querido, e obrigada por me dar essa liberdade (disse enquanto, com as duas mãos, mostrava os seios quase totalmente descobertos).

Minha mãe se ajeitou de um jeito que a bunda dela ficou bem em cima da minha pica.

- Então vamos tomar café da manhã, meu bem, que já tô com fome.

Na rua, pude ver vários homens de todas as idades virando o pescoço pra olhar pra minha mãe, que eu segurava pela cintura. Depois do café da manhã caprichado, minha mãe pediu uma piña colada com uísque.

De repente percebi que ela tava olhando insistentemente pra esquerda dela. Olhei pra onde o olhar dela tava indo e vi um cara tomando café da manhã sozinho.

— No que você tá pensando?

- Me deixa dar em cima dela?

- Tá bom, mas deixa eu ir no banheiro, quando eu ligar o vibrador você começa e quando eu desligar de novo você termina, beleza?

Minha mãe se vira pra me olhar incrédula com minhas palavras, que até eu me surpreendi com a confiança tão plena com que eu dei as instruções pra ela.

- Assim que eu gosto, amor, que saiba mandar numa mulher e saiba levar o controle, bem.

Fui lá e fiz minhas necessidades. Antes de sair, apertei o controlezinho e vi minha mãe se virar completamente pra aquele cara. O cara tava olhando pra ela. Minha mãe começou a brincar com o canudinho da bebida enquanto passava o dedo indicador nas próprias pernas por cima da calça transparente. O cara, incrédulo, olhou pros lados e pra trás, e depois apontou pra si mesmo. Minha mãe, toda safada, confirmou com a cabeça. Por cima do topzinho fino, ela pegou nos próprios peitos e massageou de leve por alguns segundos. O cara respondeu com um gesto: juntou o dedo indicador e o polegar da mão direita formando um círculo, e com o dedo indicador da mão esquerda enfiou pra frente e pra trás dentro desse círculo, simulando uma fodida. Minha mãe mordeu o lábio inferior, mas balançou a cabeça dizendo "não" e, com a mão direita, apontou pros próprios olhos e depois pro corpo dele, dando a entender que só ia olhar. Nessa hora, apertei o vibrador de novo e minha mãe voltou pra posição original.

Uns minutos depois, volto pra onde ela tava e peço a conta pra ir pra casa. No caminho, não falamos nada, mas mal chegamos em casa, perguntei pra ela.

- E aí, curtiu?

- Se você não sabe, tava super nervosa.

- Tenho certeza de que nem precisou do vibrador, né?

- Não, tô toda molhada.

Por puro instinto me abaixei pra olhar a biquíni dela, de primeira não dava pra ver a umidade por causa da cor e da escuridão da calça, mas chegando mais perto e apertando os olhos dava pra enxergar.

- Bom, querido, deixa eu ir tomar um banho pra esfriar essa tesão, se não…

- Senão, o quê?

Minha mãe vira pra me olhar e, rindo, diz.

- O bom é que você é meu melhor amigo, senão eu ia ficar com vergonha de te falar que tô com uma puta vontade de levar pica... do seu pai, claro.

Depois da explicação, ela começou a tirar o top, depois os protetores de bico, os anéis e o colar, e em seguida a calça.

- Sai pra tirar minha fio dental e tirar esse ovo maravilhoso de dentro de mim.

Tira ele pra fora e eu me viro pra não olhar, pra quando você tirar o ovo eu pegar e não sujar se deixar em algum lugar antes de colocar na embalagem dele.

- Não como você acha que vai pegar se vai estar cheio da minha...

— Já sei que vão ficar cheias dos seus sucos, mas qual é o problema? Pra isso servem amigos com benefícios como eu e você, né?

- Somos amigos com benefícios?

- Po, acho que pra um melhor amigo "normal" você não deixa ele colocar argola no mamilo, né? Ou deixa?

- Pois não... tá bem, amor, mas sem voltar, hein...

Dava pra ouvir aquela peça pequena de pano descendo, cobrindo a buceta dela, e depois um suspiro baixinho, com a minha mãe dizendo.

Toma.

Vire a cabeça um pouquinho pra olhar onde pegar aquele objeto.

Exatamente como a gente tinha previsto, tava completamente cheio de sucos da buceta, minha mãe ficou com a cabeça virada pra mim pra ver minha reação. Quando percebi o olhar dela em cima de mim, levei aquele ovo até minha boca pra começar a limpar com minha língua.

- Não seja safado!

— Por que sujo? Se são seus sucos.

- E aí, como é que sua mãe é gostosa?

- Deliciosa.

Ela só deixa escapar um sorrisinho dos lábios e disse.

- Bom, querida, vou me refrescar desse calor antes que me dê vontade de enfiar os dois ovos.

Ela se levantou na minha frente, deixando só a bunda dela totalmente pelada na minha vista, enquanto ela tomava banho eu gritei.

- Ei, gostosa... Quantos melhores amigos você já teve?

- Contando pra você, só um… por quê?
- Fiquei curioso pra saber se você já sentou no colo de outra pessoa.- Pois só na do teu pai.

Fui pro meu quarto vestir o biquíni e, depois de alguns minutos, ela sai do chuveiro enrolada numa toalha, e eu já tava esperando com uns outros brinquedinhos.

- Agora o que você quer fazer, vamos pra algum lugar público ou ficamos na piscina?

- A gente fica na piscina, né? Depois a gente vê se vai pra algum outro lugar.

- Bom, por enquanto pedi algo pra comer, chega às duas da tarde... aqui estão os brinquedinhos.

Minha mãe, surpresa, olha para as duas únicas peças que vou usar.

- O que é isso?

- É uma calcinha fio dental com vibrador (uma fio dental com um vibrador ovalado)

- E isso como é que eu vou colocar (dizia enquanto olhava pra ele)

- Então o vibrador você vai levar enfiado e a parte da frente vai cobrir o que uma fio dental cobre.

—E a bunda e o... vou deixar eles de fora?

- Sim, então o micro biquíni cobre a mesma coisa que você.

- E isso como é que coloca? (disse enquanto segurava na mão um sugador de buceta em formato circular com lantejoulas e fios de lã caindo da ponta dele.)

- É só apertar aqui e enfiar o mamilo.

- Bom, pra estar aqui eu aceito, mas pra sair já era... vira pra eu enfiar isso, me virei um pouco, ela sentou na cama, abriu as pernas e levantou a toalha até a cintura.

- Ah... a... hunmmm... tem carinho, que gostoso isso tá.

Viro, ela se levanta e deixa a toalha cair.

- E aí, como é que fica em mim?

- Você tá super gostosa... e como você se sente com isso?

- Pois é, parece igual ao ovo, e a tanga parece uma tanga normal, mas sem os elásticos da cintura, só que minha... minha bundinha minúscula se sente pelada, mas é confortável... deixa eu ver, me dá os sugadores.

Dei um por vez pra ela.

- Como você está sentindo eles?

- Beleza, aperta levemente os biquinhos, mas não tanto quanto os anéis... como eu tô?

- Muito gostosa e sexy... você tá uma delícia.

- Valeu, gatinha (falou com um sorrisão).

Fomos pra piscina levando comigo açúcar, rodelas de laranja, cubinhos de gelo, tequila, suco de laranja e rum branco, tudo isso pra preparar coquetéis Acapulco à noite. Minha mãe ia na minha frente, e eu consegui uma visão bem boa da parte de trás dela, incluindo a bunda dela completamente pelada.

- Amor, você tá com o controle do vibrador?

- Sim, por quê?

- Enquanto você prepara meu drink, dá uma acionadinha nele? Por favor.

Fiquei chocado com o pedido, mas me excitei por ela ter feito isso.

- Deita aí que agora eu vou te meter.

Nem demorada nem preguiçosa, ela se deitou de barriga pra cima. Liguei o aparelho, e ela, por inércia, juntou os joelhos e separou os pés.

- Ai, gatinho, que gostoso esse brinquedinho. haammm que delícia.

- Aproveita, gostosa.

- Por favor, amor, não me chame assim, quero estar com meu melhor amigo, não com meu filho, me sinto inibida se penso que estou com meu filho e quero mesmo aproveitar esses dias, por favor, agora você é só meu melhor amigo, aquele que me dá brinquedos sexuais.

- Tá bem, bonequinha.

- Assim é melhor, gostosa.

- Toma, bonequinha, teu coquetel.

- Valeu, gatinha. Me espera que eu quero ter um orgasmo gostoso.

- ...

- Mmmm... haaaaa, s...iii. que delícia.

Pego a toalha dela e limpo os sucos que escorreram da buceta dela.

Por algumas horas ficamos bebendo enquanto batíamos papo sobre outros assuntos, até que tocaram a campainha da casa.

- Espera aí, gostosa, vou ver quem é, acho que deve ser a comida.

Olhei meu relógio e, de fato, eram duas da tarde. Fui até a porta, peguei a comida e voltei com ela.

- Pronto, gostosa.

Depois de comer, sentamos pra continuar bebendo por mais alguns minutos.

- Já tô tonta, meu bem.

- Quer dançar?

Fico olhando, surpresa com a minha resposta pra minha própria pergunta.

- E agora por que você quer dançar?

- Sei lá, só me veio isso na cabeça, acho que você não quer fazer mais nada, ou quer ir deitar na espreguiçadeira de alguma piscina pública?

— Não... tá bom, vamos dançar, até porque tô afim de dançar, ouvir música.

- Sabe o que eu quero?

- Me fala.

- Quero que você goze enquanto dança comigo.

- Isso é realmente o que você gostaria?

- Sim.

- Então vamos, não quero que você fique com vontade de nada.

Fui pegar uma caixa de som e coloquei um música regional pra dançar, peguei nas mãos da minha mãe e, imitando aquele pedreiro, segurei a mão esquerda dela com a minha, coloquei a mão direita dela no meu ombro e a minha mão direita na cintura dela, começamos a dançar meio sensual. Depois de um minuto, levei a mão esquerda dela pro meu pescoço, ela sorriu de um jeito safado e levou a mão direita pra entrelaçar com a outra, minhas mãos desceram pra bunda dela. Peguei o vibrador com uma mão e liguei de novo.

- Ai, querido, que gostoso é dançar contigo enquanto você me estimula com isso.

- Você gosta, bonequinha.

- Sim, muito... eu gosto muito, meu bem.

- ...

- Não dava pra perder a chance de passar a mão na minha bunda, né?

— Não... lembra que você disse que eu tocaria um pouco mais onde os outros te tocassem?

- Se eu lembrar, e não pense que me incomoda, até acho que você vai ser o único a meter a mão ali

- Pois fico feliz de verdade.

- Você gosta de pegar na minha bunda pelada?

- Adoro, já te falei, você é bem gostosa e qualquer homem ficaria fascinado em pegar nessas suas, assim, (dito isso, passei as mãos de cima das suas nádegas para debaixo delas).

- Ah, querida, se eu não tivesse ido naquela obra, acho que a gente não tava assim agora, de verdade, tô adorando, tô me divertindo pra caralho, com seu pai isso nem em sonho eu tava vivendo, ele me pegar desse jeito, me fazer sentir desejada, me fazer sentir mulher.

- Agora não pensa nisso, gostosa, só aproveita.

- Você tem razão.

Ao terminar a frase, ela se aproxima colando os lábios nos meus, eu, pela excitação e empolgação, puxo a bunda dela um pouco em minha direção, colando o rosto nos peitos dela.

- tem gostosa!!!

Depois de algumas outras músicas, minha mãe começou a acelerar a respiração e deixou escapar alguns gemidos.

- Ai, querido... que delícia... hummm.

- Olhei pra baixo e percebi os fluidos escorrendo pelas pernas da minha mãe.

Depois de gozar, a gente foi sentar, ela se limpou de novo. Ficamos horas sentados um na frente do outro conversando, basicamente nos reconhecendo. Mesmo sendo minha mãe, percebi que sabia pouco sobre ela. Descobri que ela gostava de confeitaria, coisa que, se uma vez vi ela na cozinha preparando algo, a lembrança era vaga.

- Ao cair da tarde, nos preparamos pra ir pra uma balada. Minha mãe pegou uma microsaia que chegava uns centímetros acima da buceta, mal cobrindo a bunda dela. O tecido era parecido com a blusa transparente, deixando ver a calcinha fio dental. Por baixo, ela tinha colocado um vibrador borboleta. Na parte de cima, coloquei um par de anéis com colar de corrente, e por cima, uns adesivos com o dizer "only touch me". Em cima disso, um top transparente. As duas peças, microsaia e top, por serem pretas, não deixavam a transparência tão na cara.

Quando chegamos na balada, começamos a dançar. Dessa vez, minhas mãos nas bundas dela já eram sem nenhum pudor.

- O jogo vai ser o mesmo do restaurante do café da manhã?

- Sim, por quê, já tem alguém pra dar em cima?

- Sim!

Ao deixá-la, dou uma palmada na bunda dela e falo.

- Não se comporte mal, hein...

- Só um pouquinho, meu bem.

Me afasto uns metros e aperto o controle do vibrador.

Vejo minha mãe se aproximar do balcão onde aquele cara está, os movimentos dela eram sensuais. Com um sinal, ela pede uma dose ao bartender. O cara vira para ela, e ela o encara com o dedo indicador na boca. Ele se aproxima, começam a conversar, vejo os dois tomarem suas doses e saírem em direção à pista de dança. Exatamente quando iam começar a dançar no ritmo de cumbia, a música muda para reggaeton. Sabendo a natureza dessa dança, fico meio nervoso, mas deixo ela se divertir um pouco. Minha mãe começa a se virar, o cara a segura pela cintura e, suavemente, ela mexe os quadris, fazendo a bunda balançar de um lado para o outro. O cara começa a se mexer também, balançando os quadris e esfregando o púbis — e muito provavelmente o pau — na bunda dela. Numa mudança de ritmo, minha mãe começa a descer e subir a bunda, quase como uma masturbação com o rabo. Ele estava segurando minha mãe, mas num movimento eles se separam, e nisso um feixe de luz passa por cima dela, iluminando bem a bunda dela.
O cara vira ela e, enfiando uma perna entre as pernas da minha mãe, começa num outro ritmo. Vejo que ele leva as mãos para trás dela e pega nas bundas dela. Minha mãe responde com um sorriso. De repente, minha mãe se vira e ele segura ela de novo pela cintura, enfiando o pau insistentemente entre as bundas dela. Vejo que uma das mãos dele vai mais pra frente. Eu me mexo rápido pra ficar de frente pra ela e vejo o cara acariciando por cima da calcinha fio dental. Ele faz umas caretas e desce pras pernas, vejo que ele fala alguma coisa e continua acariciando as coxas. A música acaba e minha mãe vira pra ele. Vejo que ela sobe o top e o cara faz um gesto de resignação e leva as mãos pros peitos dela. Nessa hora, eu ligo o vibrador de novo. O cara aproxima os lábios dos lábios da minha mãe, e ela leva as mãos à própria boca, impedindo que ele a beije. Quando o cara percebe, afasta a cabeça, sorri, e minha mãe faz um gesto com as mãos dizendo "tchau".

Chego perto dela e a gente dança uma música onde ela só esfrega a bunda na minha pica. Depois disso, voltamos pra casa.

- Como é que foi?

- Muito bem, querido, a noite foi fantástica e super excitante.

— O que aquele cara tava te falando?

- Ha! Ela queria tocar minha buceta e perguntou o que eu tava usando, falei que era um vibrador borboleta, por isso que tava sentindo algo de plástico por baixo da calcinha fio dental.

- O que eu respondi pra ela?

- Que era uma safadinha.

- E o que se faz com as meninas safadas?

Fica me olhando estranhada e pergunta.

- O que vocês acham?

- Pois vou ter que te dar umas palmadas na bunda, né?

- Ha, ha, ha, beleza, mas você me dá essas outra hora.

Peguei ela pela cintura e fiz ela sentar no meu colo.

- Então, bonequinha, quero testar uma coisa.

- O quê?

- Seus lábios, gostosa.

- Kkkk, kkkk.

Lentamente foi aproximando os lábios dos meus em vários beijinhos, até que no sexto a gente abriu a boca juntos.

- Já, vamos dormir, amor... Ei, hoje você fica comigo?

- Sim, sim, quero.

- Sim, minha gostosa.

Fico de olho enquanto minha mãe tira o top, a saia e os adesivos. Ajudo ela com os anéis, enquanto ela tira o vibrador. Vou pro meu quarto tirar a roupa e volto só de cueca.

- Posso abraçar seu torso com minha perna.

- Sim, por que não?

...

3 comentários - Mi madre exhibicionista - Parte 2

Ube56
Sube fotos con tu madre en la cama
Viene muy bueno esperando la siguiente entrega