A verdade é que até pouco tempo atrás eu não sabia nada sobre esses assuntos, mas ao ver esta página, resolvi contar algo que começou a acontecer há quase um ano e que mudou minha vida completamente. Vi que a maioria das histórias aqui são contadas por homens, então não vai fazer mal ter uma história real contada por mim, uma mulher. Tenho 40 anos, sou casada, tenho um filho de 18 anos, um bom emprego e, até alguns meses atrás, minha vida era das mais normais.
Acho que me mantenho bem, me cuido e ainda tenho um corpo gostoso, embora até antes dessa história eu fosse uma mulher bastante discreta e recatada. Minha vida sexual não era grande coisa, bem monótona, mas também não sentia falta de nada. Nunca fui muito fogosa, e meu marido só fazia o básico quando era a hora.
Tudo isso mudou quando comecei a notar algo meio estranho. Percebi que, às vezes, as roupas na minha gaveta de lingerie estavam um pouco bagunçadas ou, melhor dizendo, arrumadas de um jeito diferente do que eu costumava deixar. No começo, não dei importância, mas como se repetia, decidi colocar algumas coisas de propósito de um jeito especial para ver se apareciam de novo fora do lugar. Era uma bobagem, mas comecei a ficar obcecada. Não entendia quem nem por que poderia ser.
Só guardava minha roupa íntima na gaveta, nem dinheiro nem nada, e só havia três possibilidades: meu marido, meu filho ou a moça que limpava de vez em quando em casa. Os dois primeiros eram impossíveis, então só sobrava a moça, com quem eu tinha bastante confiança, embora não entendesse os motivos. Quando ela recolhia minha roupa, nunca a guardava, mas sim a colocava dobrada no armário para eu arrumar do meu jeito. Decidi perguntar diretamente a ela, sem dar importância. Ela negou e disse que não mexia nas minhas gavetas de jeito nenhum. Ficou um pouco chateada, e eu pensei que o melhor era ter certeza do que estava acontecendo exatamente.
Comecei uma caça ao personagem misterioso: as mudanças continuavam. Passando e percebi que algumas peças, calcinhas e sutiãs estavam mal dobradas e, em algumas ocasiões, pareciam menos limpas do que o normal. Não estavam sujas, mas tinham um cheiro estranho e davam a impressão de não terem sido bem lavadas. Comecei a ficar realmente preocupada. O que será que isso significava? Será que a garota estava usando minhas roupas íntimas quando eu não estava? Logo percebi que não era isso. As mudanças continuavam acontecendo mesmo quando ela não vinha. Só duas possibilidades: meu marido ou meu filho. Ou então, eu estava ficando louca, ou alguém entrava em casa quando não tinha ninguém. Só de imaginar, fiquei com medo.
Meu marido viajava muito a negócios, então pude confirmar que também não era ele. As mudanças continuavam acontecendo. Será que era meu filho ou um estranho pervertido andando pela casa? Comecei a sentir pânico. Pensei em ligar para meu marido e pedir para ele voltar da viagem. Mas a incerteza durou pouco. No dia seguinte à partida dele, voltei do trabalho mais cedo que o normal e percebi na hora que meu filho estava vermelho como um tomate, como se tivesse sido pego no flagra fazendo algo errado.
Mais gentil e solícito do que de costume, ele começou a me contar um monte de coisas, sendo que o normal era ele quase não falar comigo — vocês sabem, é a idade. Quando fui me trocar e colocar uma roupa mais confortável, percebi que não só minha gaveta estava mais bagunçada, como também estava faltando uma das minhas calcinhas, que eu conscientemente tinha colocado bem em cima. Justamente as mais gostosas, rosa com renda e bem justinhas... que eu mal tinha usado. Quando terminei, voltei para a sala onde meu filho estava. Pensei em perguntar na cara, mas a simples possibilidade de estar errada e causar um drama de adolescente ofendido me parou na hora. Fiquei olhando ele de canto e me perguntando se era realmente possível e por quê. Vou tomar um banho, falei.
Bom, não foi um banho, e sim um banho relaxante. Na verdade, quase capotei de sono, estava exausta. Quando saí do banho, voltei a olhar minha gaveta, agora mais arrumada e com as calcinhas que faltavam, colocadas no mesmo lugar onde eu as tinha deixado, mas mais amassadas e com uma mancha na parte da frente. Agora sim, não tinha mais dúvidas. Minha primeira reação foi dar um grito no meu filho. Mas aí pensei melhor: fiquei intrigada com o que aquilo significava. Meu filho era gay e gostava de se vestir de mulher com minhas roupas? A mancha era porque ele se tocava com minhas calcinhas pra se masturbar? Eu já sabia dos "entretenimentos" frequentes dele com as próprias mãos, são coisas, e manchas, que não escapam de uma mãe. Normal, é a idade, não sou uma caretona. Mas isso... Decidi esperar me acalmar um pouco e pensar numa forma de abordar o problema. Agora meu filho parecia um estranho pra mim, mas um estranho que me preocupava. Naquela noite tive um sonho em que ele andava pela casa vestido com minhas roupas, e a saia levantava por causa da ereção dele.
No dia seguinte, resolvi falar sobre isso com minha amiga Elvira. Ela era psicóloga e tinha trabalhado um tempo com sexologia. Ainda lembrava como a gente ria nos jantares quando ela começava a contar casos bizarros de manias e perversões. Combinamos de almoçar juntas. Meu filho tinha uma excursão e eu fui almoçar com ela. Só no final da garrafa de vinho é que me atrevi a contar o que estava rolando. Esperava que ela fizesse cara de chocada, mas ela me olhava sem se abalar. Perguntei: meu filho é viado ou um desses travestis? Ele é dodói da cabeça? Devo levar num psicólogo?... etc... Ela sorria. Achava minha angústia engraçada. Finalmente me explicou que eu não devia me preocupar tanto: não era tão incomum. Podiam ser muitas coisas... fetichismo por roupa íntima, complexo de Édipo, também tendências homossexuais, mas não lhe parecia, pelo que eu mesma tinha comentado sobre as revistas que sabia que ele escondia e sobre a quase namorada dele. De qualquer forma, podia ser que ele ainda estivesse se definindo sexualmente. Ou simplesmente experimentando. O que ela garantiu é que a pior coisa que se podia fazer era... Tentar cortar traumáticamente com isso, com brigas, incompreensão e psicólogo de castigo. O melhor era ir sondando, tentar arrancar dele aos poucos, buscando maneiras de introduzir o assunto sem alarmá-lo demais... etc. Algo impossível, eu pensava. E se o que me preocupava era a homossexualidade, primeiro devia pensar que não tinha muita chance de mudar as coisas e a única coisa que podia fazer era tentar provocar situações que me dessem pistas sobre a tendência sexual dele. Como? Não sei... as mães têm muita imaginação. No fim, fiquei mais tranquila, mas não sabia o que fazer.
O tempo passou, e embora fosse menos frequente, minha gaveta continuava recebendo as visitas do meu filho. Eu tinha tirado as peças mais provocantes e deixado só minha roupa íntima mais sóbria. Não encontrava jeito de tocar no assunto com meu filho sem causar briga, nem queria contar pro meu marido, que era bem fechado nas convicções morais dele. Lembrei de algo que minha amiga tinha dito: o melhor é vencer a tentação cedendo a ela. Fui comprar lingerie sugestiva: calcinhas e sutiãs sexy, algumas camisolas, até meia-calça, não meias finas, que eu nunca tinha usado. Decidi facilitar as coisas pro meu filho, pensando que ele ia se fartar daquilo. Se ele queria roupa íntima de mulher, eu ia dar pra ele. Mudaria minhas roupas de verdade pra um lugar mais seguro e deixaria ele usar essas à vontade, pra ver no que dava.
E foi assim: a descoberta devia ter sido uma festa pra ele, porque a gaveta apareceu mais bagunçada que o normal. Logo percebi a predileção dele por calcinhas rosa com renda e babados, justinhas, de lycra principalmente... e as transparentes. As camisolas também estavam todas reviradas. As meias finas, no entanto, embora aparecessem mal dobradas, não parecia que ele fazia nada com elas... talvez medo de rasgar e se entregar. Também decidi descobrir qual era o gosto do meu filho: mulheres ou homens. Quando estávamos sozinhos em casa, ele via TV. com ele... eu procurava os filmes com as cenas mais pesadas, que antes me deixavam desconfortável se ele estivesse por perto pra ver minha reação... ou programas onde apareciam garotas quase nuas.
Eu achava que, como todo garoto, ele ficava de olho nas meninas novas de peitão. De repente, comecei a notar que ele me olhava de um jeito diferente. Se eu tava de roupão e, ao sentar, abria um pouco mostrando as coxas... ou usava uma saia meio curta... ou o olhar dele ia direto pro decote... Bom, essas coisas. Resolvi provocar um pouco a situação: se meu filho olhava até pra mãe daquele jeito, é porque não desgostava das garotas, né? Comecei a andar pela casa com pouca roupa, de combinação curta, roupão entreaberto. A vestir as saias mais curtas que eu tinha e as blusas com menos botões. Também a deixar a porta entreaberta quando me trocava, mostrando, claro, até um certo limite. Parecia que ele gostava, porque quando eu tava assim, ele buscava minha companhia... e eu percebia os olhares furtivos dele. Não sei por quê, mas pensei que tinha que ter certeza.
Outra noite, com meu marido viajando, fui na gaveta famosa e peguei algumas das peças que tinha comprado pra ele. Peguei as calcinhas de lycra que ele tanto gostava... me despi e coloquei. Foi uma sensação: o tecido se ajustava às minhas partes mais íntimas como uma segunda pele e tinha um toque delicado e sensual... amei. Mas o mais forte é que não consegui evitar pensar que ele tinha se esfregado ali com elas... ou tinha vestido. Era como se transpirassem sexo e senti uma excitação desconhecida pra mim... um formigamento que não conseguia controlar. Os bicos dos meus peitos ficaram duros na hora. Decidida, coloquei o sutiã combinando e por cima uma camisola curta de alcinha que transparentava um pouco... o suficiente pra adivinhar o formato das calcinhas por baixo do tecido. Me senti, pela primeira vez em muito tempo, gostosa e estava como bêbada de sensações. Nervosa, fui pra sala.
Ele estava vendo a Tá, como sempre. Você viu meu roupão? perguntei. O olhar surpreso dele percorreu meu corpo centímetro por centímetro. Pareceu uma eternidade... me senti tocada pelos olhos dele, pela imaginação dele. Os olhos dele pararam, tentando adivinhar a calcinha que eu usava por baixo. Não vi, respondeu sem me olhar nos olhos. Voltei pro quarto, toda quente e excitada. Não consegui evitar me acariciar por cima da roupa, por cima daquela calcinha que antes tinha roçado o corpo dele, a buceta dele, e que com certeza ele tocaria de novo, pensando em mim? Tava envergonhada, mas não conseguia me controlar. Um banho de água fria seria o melhor, ou é o que dizem. Bom, já tava claro que as mulheres não desagradavam ele... mas continuei provocando os olhares dele, como se me desculpasse, porque queria ter certeza, quando na real já sabia. Comecei a comprar mais lingerie sugestiva, não daquelas pequenas e cafonas, mas peças de toque sensual, com rendas, transparências, justinhas... Comecei a mudar meus gostos com a roupa... saias curtas, meias, vestidos fluidos... roupas mais femininas e mais insinuantes. Esqueci a separação que tinha feito entre a roupa que eu realmente usava e a que deixava na gaveta pra ele pegar. Sentia como se a gente compartilhasse uma intimidade muito especial através das minhas peças íntimas. Era como recuperar um vínculo com meu filho, só que agora tinha um gostinho erótico do qual eu não conseguia me livrar. Meu filho tava encantado, claro, com os desfiles de lingerie, ou a visão das minhas pernas de meia quase totalmente à mostra pela brevidade das minhas saias e vestidos, ou as transparências das minhas blusas. Mas não era só isso. No trabalho, alguns homens começaram a me olhar de outro jeito: sentia os olhares deles se cravarem nas minhas costas, ou percorrerem minhas pernas até a barra da minha saia quando eu sentava. O colega que normalmente sentava na frente começou a viver derrubando as coisas no chão e, enquanto pegava, eu sentia ele demorar, tentando ver por baixo da... sombra da minha saia. Pra mim era como voltar a ser uma garotinha, só que agora eu me sentia dona da situação e curtia cada momento. Sentia meu corpo renascer, como ficava mais macio e doce. Mais sensual, e me provocava sensações que nunca tinha sentido antes. Tinha pernas longas e bem torneadas, mas só agora curtia mostrá-las. Sempre achei que meus peitos eram grandes demais, mas agora pareciam o auge da sensualidade e, longe de esconder, eu os destacava com sutiãs apertados e decotes. E não eram só os caras: comecei a reparar como outras moças do trabalho se vestiam. Olhava como o corpo delas se marcava por baixo da roupa, que peças usavam, e espiava no banheiro a lingerie quando dava chance. Comecei a entender que tinha algo muito erótico nisso tudo e sentia que compreendia um pouco mais meu filho. Em especial, uma das minhas colegas de trabalho, a Rosa, me parecia o modelo a imitar. Ela nunca ia muito chamativa nem ousada, mas tinha algo no jeito de se vestir e se comportar que a deixava muito insinuante... E não só pra mim. Cheguei a comprar um modelo de sutiã porque tinha visto ela usando no banheiro, e foi uma visão erótica com que sonhei várias vezes. O que tava acontecendo comigo? Me veio um jeito de justificar: queria me sentir atraente e desejada de novo, sabe, perto dos quarenta, tentando recuperar a paixão do marido (nunca teve), e recuperar a confiança em mim mesma... essa conversa que a Elvira me daria. O fato é que meu marido continuava sem me dar bola, apesar da mudança óbvia em mim, e eu cada vez tinha mais sonhos eróticos. Mas o que ainda era o auge do prazer culpado e vergonhoso era a intimidade que eu compartilhava com meu filho através das minhas roupas íntimas. Agora só usava as peças de lingerie que sabia que ele usava pra se masturbar... e no auge do tesão, comecei a me acariciar. Me masturbar, na verdade, com a calcinha vestida, pra depois colocá-la na gaveta sabendo que meu filho, eu pegaria aquela roupa cheia dos meus fluidos vaginais.
Eu tinha que fazer alguma coisa. Ou cortar de vez ou algo parecido. E a oportunidade apareceu. Meu marido viajando de novo. Bom, de novo eu andando de combinação pela casa... meu filho me olhando... que mesmo sendo sexta-feira não quer sair com os amigos e janta em casa. Falo pra ele: "hoje jantar especial". Preparo o prato preferido dele, tomo banho e me visto de festa pra ele. Saia rodada bem vaporosa e curtinha, blusa sem manga que deixa transparecer a combinação curta que uso por baixo e meia cor marfim. O vinho do jantar faz o resto. Na sobremesa, uma taça serve de empurrão e pergunto pro meu filho: "O que você acha do modelo que estou usando hoje?" "Você está muito gostosa, mãe", ele responde. Continuo perguntando coisas cada vez mais abertamente: "Você acha que sua mãe ainda é atraente pra outros homens?" e coisas assim.
Ele se desmancha em elogios. Mas o olhar dele se perde na barra da minha saia, cada vez mais pra cima, quase sem eu perceber. "Essa meia é nova, então está descendo um pouco", falo enquanto ajusto, levantando um pouco mais a saia e deixando ele ver o final das meias, minhas coxas e a rendinha da minha combinação. Vejo pela primeira vez claramente o volume dele por baixo da calça e pela primeira vez tento imaginar como será o pau dele ereto. Estou me molhando. Me deixo recostar no sofá e minha saia sobe até deixar descobertas não só minhas pernas, mas o começo da minha calcinha. Sinto o olhar dele como se penetrasse o tecido através das rendas e me tocasse diretamente, mas não me mexo. Fico um tempo assim... ele faz verdadeiros esforços pra disfarçar até que eu pergunto: "Você gosta da minha calcinha?" Ele fica vermelho. Levanto mais a saia: "Você conhece bem ela... já pegou ela várias vezes."
Ele já não está vermelho, está escarlate, e vejo que o volume abaixou de repente. Não queria envergonhar ele, então tento consertar: "Não estou te repreendendo... na verdade, gosto de compartilhar esse segredo com você e quero que continue fazendo isso." Não sei Eu esperava por aquilo e ele me olhava estranho. Continuo: entendo o que você deve estar sentindo (não tinha muita certeza) e gostaria que você não escondesse isso de mim... que tivéssemos isso em comum. Cara de incredulidade. Você quer dizer que não se importa que eu vista suas... calcinhas, ele disse quase sussurrando (ou seja, realmente vestia elas... não só se tocava). Claro que não... respondi. Se quiser, pode vestir algo estando comigo, não precisa se esconder... mais que isso... gostaria que fizesse agora. Pode se vestir como quiser. O rosto dele se iluminou. O que nos esperava era que ele dissesse: gostaria de vestir a roupa que você está usando agora. Se eu dissesse que sim, não havia volta. Minhas calcinhas estavam completamente encharcadas. Espera aqui, falei. Fui para o meu quarto, tirei toda a roupa e vesti a camisola mais transparente que tinha e umas calcinhas rosa tipo fio dental, quase transparentes por causa das rendas. Meus mamilos se destacavam sob o tecido fino, escuros e duríssimos. Voltei para a sala com a roupa na mão. Veste isso, falei. Tudo? ele perguntou... Só o que quiser, falei, é como se fosse sua roupa. Quando ele se retirou para o quarto dele, fiquei pensando comigo mesma... Você é louca, louca, louca... Antes que eu terminasse de me repreender, ele voltou com a combinação vestida: parecia prestes a explodir... ele já era mais corpulento e largo do que eu. Também estava usando as meias, e marcava muito sob o tecido da combinação as calcinhas e o volume que era impossível esconder. Apesar do que eu tinha imaginado outras vezes, não era uma imagem ridícula o que eu via... mas uma mistura de feminino e masculino que me era irresistível. E era como se o corpo que tinha sido tocado antes por aquelas peças agora acariciasse ele. Deixa eu ver como fica em você. Ele estava vermelho como um tomate e tremendo de novo... mas agora a ereção dele não baixou. Levantei a combinação dele. Você tem que ajustar um pouquinho melhor as calcinhas, falei com a voz quase indiferente. Mas minhas pernas tremiam mais do que as dele diante daquilo. que eu via. Por baixo do tecido liso e fino da calcinha, marcava-se nitidamente um pênis ereto e maior do que eu imaginava, que começava a molhar o tecido com uma mancha escura de umidade que eu quase podia sentir o cheiro.
Demais para mim. Eu realmente queria não só ver mais, mas tocar e... bom. "É hora de ir dormir", falei, juntando todas as forças que eu tinha. "Espero que você durma com essa roupa e que pegue minhas peças sempre que quiser, se tiver vontade. Vamos ter esse segredo em comum, tá bom? Boa noite, filho." Me virei correndo para não ver o rosto decepcionado dele. E fui para a cama. Nem preciso dizer que me masturbei igual uma louca, mas no final eu tinha me controlado. Ficava pensando: "Tá tudo bem, você não fez nada de errado." O que a Elvira dizia, desdramatizar e deixar as coisas seguirem o curso, facilitar pra ele superar essa mania. Mas eu tava com o tesão a mil, não dava pra evitar.
Na manhã seguinte, era como se nada tivesse acontecido. Acordei como se aquilo tivesse sido só um sonho. Mas não era: fui preparar o café da manhã e vi de relance que meu filho tinha acordado e estava no banheiro. Coloquei o roupão pra disfarçar um pouco minhas roupas tão evidentes e fui no quarto dele avisar que o café tava pronto. Ele veio na hora, tomou tudo rapidinho sem falar nada e depois saiu correndo com a desculpa de que tinha jogo com os amigos. Fiquei sem reação. Por um momento, pensei que o que rolou na noite anterior tinha sido demais. Fui no quarto dele: mas não encontrei a roupa que tinha deixado. Fui no meu: será que ele tinha devolvido? Também não.
Aí olhei no banheiro, no cesto de roupa suja... Lá estava... a combinação, só que agora com aquele cheiro tão masculino dele, as meias amassadas e... a calcinha toda enrolada e cheia de... não podia ser... mas era... cheia de sêmen dele. Ele tinha acabado de gozar na minha calcinha quando eu vi ele entrar no banheiro. Aquilo foi mais do que eu podia aguentar, fiquei como hipnotizada, em transe... não consegui me segurar. passei um dedo e me molhei com aquele suco quente e viscoso, e chupei. Provei o sêmen do meu próprio filho. Depois, passei os dedos roçando meus mamilos. Queria gozar de novo... Fui pro quarto, vesti a calcinha encharcada na porra dele e me masturbei, sentindo como molhava minha buceta. Apertava com um dedo, enfiando o tecido dentro dos meus lábios vaginais. Tive o orgasmo mais forte da minha vida. Exausta, disse pra mim mesma que não ia rolar de novo, até que o telefone tocou: era meu marido. Não voltava essa noite... o que me dava mais uma noite sozinha com meu filho. Minha promessa não durou, comecei a planejar o que ia acontecer quando ele voltasse do jogo. Tinha que vencer a tentação cedendo a ela.
Ele voltou pra comer sério e arredio. Não fiz nenhum comentário. Sabia que, se fosse uma situação normal, ele iria depois de comer pro quarto dele ler ou jogar no computador. Foi o que fez, mas em cima da cama dele eu tinha deixado as roupas mais provocantes de todo meu arsenal. Entrei depois de um tempo, ele não tinha vestido nada e quase não me olhava. Então não me olha?, pensei. Ele tava olhando pra tela do computador... na frente da cama. Aí falei em voz alta: Bom... se você não gosta dessa roupa... vou vestir eu mesma. Devagar, comecei a desabotoar a blusa. Senti o olhar dele cravado em mim. Sem olhar pra ele, mas na frente dele, tirei a blusa, mostrando meus peitos prestes a explodir no sutiã preto que eu usava, menor do que devia. Desabotoei a saia e comecei a abaixar ela aos poucos.
Quando mostrei toda a minha calcinha, meu coração tava batendo forte e os mamilos queriam pular pra fora dos peitos. Depois... como tinha visto nos filmes, alisei e ajustei as meias, acariciando insinuantemente minhas pernas dos pés até o fim das coxas, enquanto olhava pra ele. Ele já não olhava mais pra tela, mas pra mãe dele, ardente e cheia de fantasias prestes a explodir, e pela primeira vez desde que tudo começou, não desviava o olhar, mas segurava ele com aquele brilho de desejo e fascinação que me levava a ir cada vez mais longe. Virei de costas pra ele e, quase sem respirar, tirei o sutiã. Mesmo não podendo ver meus peitos por causa da posição, era como se ele estivesse acariciando eles. Apoiei as mãos na cintura da calcinha e baixei de repente, mostrando minha bunda nua.
Tava completamente pelada na frente dele e me sentia uma colegial: igual aquela vez que, brincando de criança com meu primo, a gente se despiu um na frente do outro. Só tava de meia e me virei pra pegar a roupa que tava na cama, e por um instante ele viu meus peitos grandes, ainda firmes, e os pelinhos da minha buceta. E eu vi, debaixo da mesa, ele se tocando por baixo da calça enquanto continuava olhando sem perder um detalhe.
De costas de novo, vesti a calcinha e o sutiã que tinha pegado da cama: era um conjunto rosa de renda. Me virei e, olhando nos olhos dele, perguntei: "O que foi, não gostou desse conjunto?… achei que você ia gostar." "Gostei… gostei muito…" ele disse com a voz fraca e tremendo. "Vem cá que eu vou colocar em você…" falei, mordendo o lábio quando vi ele caminhar com a calça entreaberta e aquele volume imenso por baixo da cueca. Tirei a camiseta dele e baixei a calça. Sentada na cama, comecei a puxar a cueca dele pra baixo. O pau dele — porque era um pau, mesmo que até agora eu só pudesse pensar nele como pinto ou rola — pulou feito uma mola a poucos centímetros do meu rosto. Tava durasso, mas a ponta ainda coberta pelo prepúcio.
Não me segurei: passei a mão e, devagar, descobri a cabecinha que já tava escorrendo. Achei que ele ia gozar na minha cara na hora, mas ele segurou. Minha língua aparecia entre os lábios, louca pra lamber aquelas gotinhas que brilhavam na ponta vermelha dele. Levantei e tirei de novo o sutiã e a calcinha: ele, parado, tava tão perto de mim que, enquanto eu fazia isso, sentia a ponta dele roçando na minha pele. Quando me abaixei pra pegar as calcinhas que eu tinha tirado, a cabecinha dele roçou meu peito.
Acariciei o corpo dele com elas e sussurrei: tem certeza que quer que eu coloque em você?. Ele assentiu sem dizer nada. Coloquei devagar. Quando estava prestes a cobrir o pau dele com as rendas, não aguentei mais e dei uma lambida naquela cabecinha que apontava direto pros meus lábios vermelhos. Senti o gosto mais íntimo e quente do líquido pré-seminal dele na minha boca. Terminei de ajustar as calcinhas e, enquanto falava coisas doces e como ficavam bem nele, comecei a acariciar o sexo dele por cima das rendas. Deitei ele na cama e ele começou a tocar meus peitos, eu levei a mão dele até minha buceta e molhei os dedos dele, depois levei à boca dele. Era como se eu estivesse tendo um orgasmo suave, mas sem parar. Comecei a dar beijos nele por cima das calcinhas... totalmente esticadas pela ereção dele, e depois a lambê-las... a soltar toda minha saliva nelas até encharcá-las. Enfiei a ponta dele na boca, sentindo através do tecido, e notei como ele se contraía... não me afastei. Senti o gozo dele jorrando... atravessando o tecido das calcinhas e inundando minha boca com o líquido mais viscoso, quente e sensual do mundo. Chupei tudo enquanto enfiava meus dedos na minha buceta com os espasmos do meu último orgasmo.
Quando consegui me levantar, o sêmen dele escorria pelos meus lábios, se misturando com o batom vermelho. Ele estava com cara de felicidade, deitado de olhos fechados, e eu não me sentia envergonhada como tinha imaginado, mas satisfeita e mais unida ao meu filho do que nunca. Ele dormiu. Isso como sempre. Durante o resto da tarde, ele ficou vestido com minhas roupas e eu me vesti como ele queria: ou seja, provocante.
Naquela noite, dormimos os dois na cama, ambos de camisola de cetim, com muitos carinhos e brincadeiras gostosas até pegarmos no sono. Aquela situação não durou muito... não podia ir além. Nunca quis que a gente transasse até o fim, e logo ele começou a se interessar por outras pessoas. Abandonou a roupa íntima. feminina, pelo menos a minha.... Mas em mim tinha mudado algo que já não dava pra parar.... mas isso é outra história.
CATALINA
Acho que me mantenho bem, me cuido e ainda tenho um corpo gostoso, embora até antes dessa história eu fosse uma mulher bastante discreta e recatada. Minha vida sexual não era grande coisa, bem monótona, mas também não sentia falta de nada. Nunca fui muito fogosa, e meu marido só fazia o básico quando era a hora.
Tudo isso mudou quando comecei a notar algo meio estranho. Percebi que, às vezes, as roupas na minha gaveta de lingerie estavam um pouco bagunçadas ou, melhor dizendo, arrumadas de um jeito diferente do que eu costumava deixar. No começo, não dei importância, mas como se repetia, decidi colocar algumas coisas de propósito de um jeito especial para ver se apareciam de novo fora do lugar. Era uma bobagem, mas comecei a ficar obcecada. Não entendia quem nem por que poderia ser.
Só guardava minha roupa íntima na gaveta, nem dinheiro nem nada, e só havia três possibilidades: meu marido, meu filho ou a moça que limpava de vez em quando em casa. Os dois primeiros eram impossíveis, então só sobrava a moça, com quem eu tinha bastante confiança, embora não entendesse os motivos. Quando ela recolhia minha roupa, nunca a guardava, mas sim a colocava dobrada no armário para eu arrumar do meu jeito. Decidi perguntar diretamente a ela, sem dar importância. Ela negou e disse que não mexia nas minhas gavetas de jeito nenhum. Ficou um pouco chateada, e eu pensei que o melhor era ter certeza do que estava acontecendo exatamente.
Comecei uma caça ao personagem misterioso: as mudanças continuavam. Passando e percebi que algumas peças, calcinhas e sutiãs estavam mal dobradas e, em algumas ocasiões, pareciam menos limpas do que o normal. Não estavam sujas, mas tinham um cheiro estranho e davam a impressão de não terem sido bem lavadas. Comecei a ficar realmente preocupada. O que será que isso significava? Será que a garota estava usando minhas roupas íntimas quando eu não estava? Logo percebi que não era isso. As mudanças continuavam acontecendo mesmo quando ela não vinha. Só duas possibilidades: meu marido ou meu filho. Ou então, eu estava ficando louca, ou alguém entrava em casa quando não tinha ninguém. Só de imaginar, fiquei com medo.
Meu marido viajava muito a negócios, então pude confirmar que também não era ele. As mudanças continuavam acontecendo. Será que era meu filho ou um estranho pervertido andando pela casa? Comecei a sentir pânico. Pensei em ligar para meu marido e pedir para ele voltar da viagem. Mas a incerteza durou pouco. No dia seguinte à partida dele, voltei do trabalho mais cedo que o normal e percebi na hora que meu filho estava vermelho como um tomate, como se tivesse sido pego no flagra fazendo algo errado.
Mais gentil e solícito do que de costume, ele começou a me contar um monte de coisas, sendo que o normal era ele quase não falar comigo — vocês sabem, é a idade. Quando fui me trocar e colocar uma roupa mais confortável, percebi que não só minha gaveta estava mais bagunçada, como também estava faltando uma das minhas calcinhas, que eu conscientemente tinha colocado bem em cima. Justamente as mais gostosas, rosa com renda e bem justinhas... que eu mal tinha usado. Quando terminei, voltei para a sala onde meu filho estava. Pensei em perguntar na cara, mas a simples possibilidade de estar errada e causar um drama de adolescente ofendido me parou na hora. Fiquei olhando ele de canto e me perguntando se era realmente possível e por quê. Vou tomar um banho, falei.
Bom, não foi um banho, e sim um banho relaxante. Na verdade, quase capotei de sono, estava exausta. Quando saí do banho, voltei a olhar minha gaveta, agora mais arrumada e com as calcinhas que faltavam, colocadas no mesmo lugar onde eu as tinha deixado, mas mais amassadas e com uma mancha na parte da frente. Agora sim, não tinha mais dúvidas. Minha primeira reação foi dar um grito no meu filho. Mas aí pensei melhor: fiquei intrigada com o que aquilo significava. Meu filho era gay e gostava de se vestir de mulher com minhas roupas? A mancha era porque ele se tocava com minhas calcinhas pra se masturbar? Eu já sabia dos "entretenimentos" frequentes dele com as próprias mãos, são coisas, e manchas, que não escapam de uma mãe. Normal, é a idade, não sou uma caretona. Mas isso... Decidi esperar me acalmar um pouco e pensar numa forma de abordar o problema. Agora meu filho parecia um estranho pra mim, mas um estranho que me preocupava. Naquela noite tive um sonho em que ele andava pela casa vestido com minhas roupas, e a saia levantava por causa da ereção dele.
No dia seguinte, resolvi falar sobre isso com minha amiga Elvira. Ela era psicóloga e tinha trabalhado um tempo com sexologia. Ainda lembrava como a gente ria nos jantares quando ela começava a contar casos bizarros de manias e perversões. Combinamos de almoçar juntas. Meu filho tinha uma excursão e eu fui almoçar com ela. Só no final da garrafa de vinho é que me atrevi a contar o que estava rolando. Esperava que ela fizesse cara de chocada, mas ela me olhava sem se abalar. Perguntei: meu filho é viado ou um desses travestis? Ele é dodói da cabeça? Devo levar num psicólogo?... etc... Ela sorria. Achava minha angústia engraçada. Finalmente me explicou que eu não devia me preocupar tanto: não era tão incomum. Podiam ser muitas coisas... fetichismo por roupa íntima, complexo de Édipo, também tendências homossexuais, mas não lhe parecia, pelo que eu mesma tinha comentado sobre as revistas que sabia que ele escondia e sobre a quase namorada dele. De qualquer forma, podia ser que ele ainda estivesse se definindo sexualmente. Ou simplesmente experimentando. O que ela garantiu é que a pior coisa que se podia fazer era... Tentar cortar traumáticamente com isso, com brigas, incompreensão e psicólogo de castigo. O melhor era ir sondando, tentar arrancar dele aos poucos, buscando maneiras de introduzir o assunto sem alarmá-lo demais... etc. Algo impossível, eu pensava. E se o que me preocupava era a homossexualidade, primeiro devia pensar que não tinha muita chance de mudar as coisas e a única coisa que podia fazer era tentar provocar situações que me dessem pistas sobre a tendência sexual dele. Como? Não sei... as mães têm muita imaginação. No fim, fiquei mais tranquila, mas não sabia o que fazer.
O tempo passou, e embora fosse menos frequente, minha gaveta continuava recebendo as visitas do meu filho. Eu tinha tirado as peças mais provocantes e deixado só minha roupa íntima mais sóbria. Não encontrava jeito de tocar no assunto com meu filho sem causar briga, nem queria contar pro meu marido, que era bem fechado nas convicções morais dele. Lembrei de algo que minha amiga tinha dito: o melhor é vencer a tentação cedendo a ela. Fui comprar lingerie sugestiva: calcinhas e sutiãs sexy, algumas camisolas, até meia-calça, não meias finas, que eu nunca tinha usado. Decidi facilitar as coisas pro meu filho, pensando que ele ia se fartar daquilo. Se ele queria roupa íntima de mulher, eu ia dar pra ele. Mudaria minhas roupas de verdade pra um lugar mais seguro e deixaria ele usar essas à vontade, pra ver no que dava.
E foi assim: a descoberta devia ter sido uma festa pra ele, porque a gaveta apareceu mais bagunçada que o normal. Logo percebi a predileção dele por calcinhas rosa com renda e babados, justinhas, de lycra principalmente... e as transparentes. As camisolas também estavam todas reviradas. As meias finas, no entanto, embora aparecessem mal dobradas, não parecia que ele fazia nada com elas... talvez medo de rasgar e se entregar. Também decidi descobrir qual era o gosto do meu filho: mulheres ou homens. Quando estávamos sozinhos em casa, ele via TV. com ele... eu procurava os filmes com as cenas mais pesadas, que antes me deixavam desconfortável se ele estivesse por perto pra ver minha reação... ou programas onde apareciam garotas quase nuas.
Eu achava que, como todo garoto, ele ficava de olho nas meninas novas de peitão. De repente, comecei a notar que ele me olhava de um jeito diferente. Se eu tava de roupão e, ao sentar, abria um pouco mostrando as coxas... ou usava uma saia meio curta... ou o olhar dele ia direto pro decote... Bom, essas coisas. Resolvi provocar um pouco a situação: se meu filho olhava até pra mãe daquele jeito, é porque não desgostava das garotas, né? Comecei a andar pela casa com pouca roupa, de combinação curta, roupão entreaberto. A vestir as saias mais curtas que eu tinha e as blusas com menos botões. Também a deixar a porta entreaberta quando me trocava, mostrando, claro, até um certo limite. Parecia que ele gostava, porque quando eu tava assim, ele buscava minha companhia... e eu percebia os olhares furtivos dele. Não sei por quê, mas pensei que tinha que ter certeza.
Outra noite, com meu marido viajando, fui na gaveta famosa e peguei algumas das peças que tinha comprado pra ele. Peguei as calcinhas de lycra que ele tanto gostava... me despi e coloquei. Foi uma sensação: o tecido se ajustava às minhas partes mais íntimas como uma segunda pele e tinha um toque delicado e sensual... amei. Mas o mais forte é que não consegui evitar pensar que ele tinha se esfregado ali com elas... ou tinha vestido. Era como se transpirassem sexo e senti uma excitação desconhecida pra mim... um formigamento que não conseguia controlar. Os bicos dos meus peitos ficaram duros na hora. Decidida, coloquei o sutiã combinando e por cima uma camisola curta de alcinha que transparentava um pouco... o suficiente pra adivinhar o formato das calcinhas por baixo do tecido. Me senti, pela primeira vez em muito tempo, gostosa e estava como bêbada de sensações. Nervosa, fui pra sala.
Ele estava vendo a Tá, como sempre. Você viu meu roupão? perguntei. O olhar surpreso dele percorreu meu corpo centímetro por centímetro. Pareceu uma eternidade... me senti tocada pelos olhos dele, pela imaginação dele. Os olhos dele pararam, tentando adivinhar a calcinha que eu usava por baixo. Não vi, respondeu sem me olhar nos olhos. Voltei pro quarto, toda quente e excitada. Não consegui evitar me acariciar por cima da roupa, por cima daquela calcinha que antes tinha roçado o corpo dele, a buceta dele, e que com certeza ele tocaria de novo, pensando em mim? Tava envergonhada, mas não conseguia me controlar. Um banho de água fria seria o melhor, ou é o que dizem. Bom, já tava claro que as mulheres não desagradavam ele... mas continuei provocando os olhares dele, como se me desculpasse, porque queria ter certeza, quando na real já sabia. Comecei a comprar mais lingerie sugestiva, não daquelas pequenas e cafonas, mas peças de toque sensual, com rendas, transparências, justinhas... Comecei a mudar meus gostos com a roupa... saias curtas, meias, vestidos fluidos... roupas mais femininas e mais insinuantes. Esqueci a separação que tinha feito entre a roupa que eu realmente usava e a que deixava na gaveta pra ele pegar. Sentia como se a gente compartilhasse uma intimidade muito especial através das minhas peças íntimas. Era como recuperar um vínculo com meu filho, só que agora tinha um gostinho erótico do qual eu não conseguia me livrar. Meu filho tava encantado, claro, com os desfiles de lingerie, ou a visão das minhas pernas de meia quase totalmente à mostra pela brevidade das minhas saias e vestidos, ou as transparências das minhas blusas. Mas não era só isso. No trabalho, alguns homens começaram a me olhar de outro jeito: sentia os olhares deles se cravarem nas minhas costas, ou percorrerem minhas pernas até a barra da minha saia quando eu sentava. O colega que normalmente sentava na frente começou a viver derrubando as coisas no chão e, enquanto pegava, eu sentia ele demorar, tentando ver por baixo da... sombra da minha saia. Pra mim era como voltar a ser uma garotinha, só que agora eu me sentia dona da situação e curtia cada momento. Sentia meu corpo renascer, como ficava mais macio e doce. Mais sensual, e me provocava sensações que nunca tinha sentido antes. Tinha pernas longas e bem torneadas, mas só agora curtia mostrá-las. Sempre achei que meus peitos eram grandes demais, mas agora pareciam o auge da sensualidade e, longe de esconder, eu os destacava com sutiãs apertados e decotes. E não eram só os caras: comecei a reparar como outras moças do trabalho se vestiam. Olhava como o corpo delas se marcava por baixo da roupa, que peças usavam, e espiava no banheiro a lingerie quando dava chance. Comecei a entender que tinha algo muito erótico nisso tudo e sentia que compreendia um pouco mais meu filho. Em especial, uma das minhas colegas de trabalho, a Rosa, me parecia o modelo a imitar. Ela nunca ia muito chamativa nem ousada, mas tinha algo no jeito de se vestir e se comportar que a deixava muito insinuante... E não só pra mim. Cheguei a comprar um modelo de sutiã porque tinha visto ela usando no banheiro, e foi uma visão erótica com que sonhei várias vezes. O que tava acontecendo comigo? Me veio um jeito de justificar: queria me sentir atraente e desejada de novo, sabe, perto dos quarenta, tentando recuperar a paixão do marido (nunca teve), e recuperar a confiança em mim mesma... essa conversa que a Elvira me daria. O fato é que meu marido continuava sem me dar bola, apesar da mudança óbvia em mim, e eu cada vez tinha mais sonhos eróticos. Mas o que ainda era o auge do prazer culpado e vergonhoso era a intimidade que eu compartilhava com meu filho através das minhas roupas íntimas. Agora só usava as peças de lingerie que sabia que ele usava pra se masturbar... e no auge do tesão, comecei a me acariciar. Me masturbar, na verdade, com a calcinha vestida, pra depois colocá-la na gaveta sabendo que meu filho, eu pegaria aquela roupa cheia dos meus fluidos vaginais.
Eu tinha que fazer alguma coisa. Ou cortar de vez ou algo parecido. E a oportunidade apareceu. Meu marido viajando de novo. Bom, de novo eu andando de combinação pela casa... meu filho me olhando... que mesmo sendo sexta-feira não quer sair com os amigos e janta em casa. Falo pra ele: "hoje jantar especial". Preparo o prato preferido dele, tomo banho e me visto de festa pra ele. Saia rodada bem vaporosa e curtinha, blusa sem manga que deixa transparecer a combinação curta que uso por baixo e meia cor marfim. O vinho do jantar faz o resto. Na sobremesa, uma taça serve de empurrão e pergunto pro meu filho: "O que você acha do modelo que estou usando hoje?" "Você está muito gostosa, mãe", ele responde. Continuo perguntando coisas cada vez mais abertamente: "Você acha que sua mãe ainda é atraente pra outros homens?" e coisas assim.
Ele se desmancha em elogios. Mas o olhar dele se perde na barra da minha saia, cada vez mais pra cima, quase sem eu perceber. "Essa meia é nova, então está descendo um pouco", falo enquanto ajusto, levantando um pouco mais a saia e deixando ele ver o final das meias, minhas coxas e a rendinha da minha combinação. Vejo pela primeira vez claramente o volume dele por baixo da calça e pela primeira vez tento imaginar como será o pau dele ereto. Estou me molhando. Me deixo recostar no sofá e minha saia sobe até deixar descobertas não só minhas pernas, mas o começo da minha calcinha. Sinto o olhar dele como se penetrasse o tecido através das rendas e me tocasse diretamente, mas não me mexo. Fico um tempo assim... ele faz verdadeiros esforços pra disfarçar até que eu pergunto: "Você gosta da minha calcinha?" Ele fica vermelho. Levanto mais a saia: "Você conhece bem ela... já pegou ela várias vezes."
Ele já não está vermelho, está escarlate, e vejo que o volume abaixou de repente. Não queria envergonhar ele, então tento consertar: "Não estou te repreendendo... na verdade, gosto de compartilhar esse segredo com você e quero que continue fazendo isso." Não sei Eu esperava por aquilo e ele me olhava estranho. Continuo: entendo o que você deve estar sentindo (não tinha muita certeza) e gostaria que você não escondesse isso de mim... que tivéssemos isso em comum. Cara de incredulidade. Você quer dizer que não se importa que eu vista suas... calcinhas, ele disse quase sussurrando (ou seja, realmente vestia elas... não só se tocava). Claro que não... respondi. Se quiser, pode vestir algo estando comigo, não precisa se esconder... mais que isso... gostaria que fizesse agora. Pode se vestir como quiser. O rosto dele se iluminou. O que nos esperava era que ele dissesse: gostaria de vestir a roupa que você está usando agora. Se eu dissesse que sim, não havia volta. Minhas calcinhas estavam completamente encharcadas. Espera aqui, falei. Fui para o meu quarto, tirei toda a roupa e vesti a camisola mais transparente que tinha e umas calcinhas rosa tipo fio dental, quase transparentes por causa das rendas. Meus mamilos se destacavam sob o tecido fino, escuros e duríssimos. Voltei para a sala com a roupa na mão. Veste isso, falei. Tudo? ele perguntou... Só o que quiser, falei, é como se fosse sua roupa. Quando ele se retirou para o quarto dele, fiquei pensando comigo mesma... Você é louca, louca, louca... Antes que eu terminasse de me repreender, ele voltou com a combinação vestida: parecia prestes a explodir... ele já era mais corpulento e largo do que eu. Também estava usando as meias, e marcava muito sob o tecido da combinação as calcinhas e o volume que era impossível esconder. Apesar do que eu tinha imaginado outras vezes, não era uma imagem ridícula o que eu via... mas uma mistura de feminino e masculino que me era irresistível. E era como se o corpo que tinha sido tocado antes por aquelas peças agora acariciasse ele. Deixa eu ver como fica em você. Ele estava vermelho como um tomate e tremendo de novo... mas agora a ereção dele não baixou. Levantei a combinação dele. Você tem que ajustar um pouquinho melhor as calcinhas, falei com a voz quase indiferente. Mas minhas pernas tremiam mais do que as dele diante daquilo. que eu via. Por baixo do tecido liso e fino da calcinha, marcava-se nitidamente um pênis ereto e maior do que eu imaginava, que começava a molhar o tecido com uma mancha escura de umidade que eu quase podia sentir o cheiro.
Demais para mim. Eu realmente queria não só ver mais, mas tocar e... bom. "É hora de ir dormir", falei, juntando todas as forças que eu tinha. "Espero que você durma com essa roupa e que pegue minhas peças sempre que quiser, se tiver vontade. Vamos ter esse segredo em comum, tá bom? Boa noite, filho." Me virei correndo para não ver o rosto decepcionado dele. E fui para a cama. Nem preciso dizer que me masturbei igual uma louca, mas no final eu tinha me controlado. Ficava pensando: "Tá tudo bem, você não fez nada de errado." O que a Elvira dizia, desdramatizar e deixar as coisas seguirem o curso, facilitar pra ele superar essa mania. Mas eu tava com o tesão a mil, não dava pra evitar.
Na manhã seguinte, era como se nada tivesse acontecido. Acordei como se aquilo tivesse sido só um sonho. Mas não era: fui preparar o café da manhã e vi de relance que meu filho tinha acordado e estava no banheiro. Coloquei o roupão pra disfarçar um pouco minhas roupas tão evidentes e fui no quarto dele avisar que o café tava pronto. Ele veio na hora, tomou tudo rapidinho sem falar nada e depois saiu correndo com a desculpa de que tinha jogo com os amigos. Fiquei sem reação. Por um momento, pensei que o que rolou na noite anterior tinha sido demais. Fui no quarto dele: mas não encontrei a roupa que tinha deixado. Fui no meu: será que ele tinha devolvido? Também não.
Aí olhei no banheiro, no cesto de roupa suja... Lá estava... a combinação, só que agora com aquele cheiro tão masculino dele, as meias amassadas e... a calcinha toda enrolada e cheia de... não podia ser... mas era... cheia de sêmen dele. Ele tinha acabado de gozar na minha calcinha quando eu vi ele entrar no banheiro. Aquilo foi mais do que eu podia aguentar, fiquei como hipnotizada, em transe... não consegui me segurar. passei um dedo e me molhei com aquele suco quente e viscoso, e chupei. Provei o sêmen do meu próprio filho. Depois, passei os dedos roçando meus mamilos. Queria gozar de novo... Fui pro quarto, vesti a calcinha encharcada na porra dele e me masturbei, sentindo como molhava minha buceta. Apertava com um dedo, enfiando o tecido dentro dos meus lábios vaginais. Tive o orgasmo mais forte da minha vida. Exausta, disse pra mim mesma que não ia rolar de novo, até que o telefone tocou: era meu marido. Não voltava essa noite... o que me dava mais uma noite sozinha com meu filho. Minha promessa não durou, comecei a planejar o que ia acontecer quando ele voltasse do jogo. Tinha que vencer a tentação cedendo a ela.
Ele voltou pra comer sério e arredio. Não fiz nenhum comentário. Sabia que, se fosse uma situação normal, ele iria depois de comer pro quarto dele ler ou jogar no computador. Foi o que fez, mas em cima da cama dele eu tinha deixado as roupas mais provocantes de todo meu arsenal. Entrei depois de um tempo, ele não tinha vestido nada e quase não me olhava. Então não me olha?, pensei. Ele tava olhando pra tela do computador... na frente da cama. Aí falei em voz alta: Bom... se você não gosta dessa roupa... vou vestir eu mesma. Devagar, comecei a desabotoar a blusa. Senti o olhar dele cravado em mim. Sem olhar pra ele, mas na frente dele, tirei a blusa, mostrando meus peitos prestes a explodir no sutiã preto que eu usava, menor do que devia. Desabotoei a saia e comecei a abaixar ela aos poucos.
Quando mostrei toda a minha calcinha, meu coração tava batendo forte e os mamilos queriam pular pra fora dos peitos. Depois... como tinha visto nos filmes, alisei e ajustei as meias, acariciando insinuantemente minhas pernas dos pés até o fim das coxas, enquanto olhava pra ele. Ele já não olhava mais pra tela, mas pra mãe dele, ardente e cheia de fantasias prestes a explodir, e pela primeira vez desde que tudo começou, não desviava o olhar, mas segurava ele com aquele brilho de desejo e fascinação que me levava a ir cada vez mais longe. Virei de costas pra ele e, quase sem respirar, tirei o sutiã. Mesmo não podendo ver meus peitos por causa da posição, era como se ele estivesse acariciando eles. Apoiei as mãos na cintura da calcinha e baixei de repente, mostrando minha bunda nua.
Tava completamente pelada na frente dele e me sentia uma colegial: igual aquela vez que, brincando de criança com meu primo, a gente se despiu um na frente do outro. Só tava de meia e me virei pra pegar a roupa que tava na cama, e por um instante ele viu meus peitos grandes, ainda firmes, e os pelinhos da minha buceta. E eu vi, debaixo da mesa, ele se tocando por baixo da calça enquanto continuava olhando sem perder um detalhe.
De costas de novo, vesti a calcinha e o sutiã que tinha pegado da cama: era um conjunto rosa de renda. Me virei e, olhando nos olhos dele, perguntei: "O que foi, não gostou desse conjunto?… achei que você ia gostar." "Gostei… gostei muito…" ele disse com a voz fraca e tremendo. "Vem cá que eu vou colocar em você…" falei, mordendo o lábio quando vi ele caminhar com a calça entreaberta e aquele volume imenso por baixo da cueca. Tirei a camiseta dele e baixei a calça. Sentada na cama, comecei a puxar a cueca dele pra baixo. O pau dele — porque era um pau, mesmo que até agora eu só pudesse pensar nele como pinto ou rola — pulou feito uma mola a poucos centímetros do meu rosto. Tava durasso, mas a ponta ainda coberta pelo prepúcio.
Não me segurei: passei a mão e, devagar, descobri a cabecinha que já tava escorrendo. Achei que ele ia gozar na minha cara na hora, mas ele segurou. Minha língua aparecia entre os lábios, louca pra lamber aquelas gotinhas que brilhavam na ponta vermelha dele. Levantei e tirei de novo o sutiã e a calcinha: ele, parado, tava tão perto de mim que, enquanto eu fazia isso, sentia a ponta dele roçando na minha pele. Quando me abaixei pra pegar as calcinhas que eu tinha tirado, a cabecinha dele roçou meu peito.
Acariciei o corpo dele com elas e sussurrei: tem certeza que quer que eu coloque em você?. Ele assentiu sem dizer nada. Coloquei devagar. Quando estava prestes a cobrir o pau dele com as rendas, não aguentei mais e dei uma lambida naquela cabecinha que apontava direto pros meus lábios vermelhos. Senti o gosto mais íntimo e quente do líquido pré-seminal dele na minha boca. Terminei de ajustar as calcinhas e, enquanto falava coisas doces e como ficavam bem nele, comecei a acariciar o sexo dele por cima das rendas. Deitei ele na cama e ele começou a tocar meus peitos, eu levei a mão dele até minha buceta e molhei os dedos dele, depois levei à boca dele. Era como se eu estivesse tendo um orgasmo suave, mas sem parar. Comecei a dar beijos nele por cima das calcinhas... totalmente esticadas pela ereção dele, e depois a lambê-las... a soltar toda minha saliva nelas até encharcá-las. Enfiei a ponta dele na boca, sentindo através do tecido, e notei como ele se contraía... não me afastei. Senti o gozo dele jorrando... atravessando o tecido das calcinhas e inundando minha boca com o líquido mais viscoso, quente e sensual do mundo. Chupei tudo enquanto enfiava meus dedos na minha buceta com os espasmos do meu último orgasmo.
Quando consegui me levantar, o sêmen dele escorria pelos meus lábios, se misturando com o batom vermelho. Ele estava com cara de felicidade, deitado de olhos fechados, e eu não me sentia envergonhada como tinha imaginado, mas satisfeita e mais unida ao meu filho do que nunca. Ele dormiu. Isso como sempre. Durante o resto da tarde, ele ficou vestido com minhas roupas e eu me vesti como ele queria: ou seja, provocante.
Naquela noite, dormimos os dois na cama, ambos de camisola de cetim, com muitos carinhos e brincadeiras gostosas até pegarmos no sono. Aquela situação não durou muito... não podia ir além. Nunca quis que a gente transasse até o fim, e logo ele começou a se interessar por outras pessoas. Abandonou a roupa íntima. feminina, pelo menos a minha.... Mas em mim tinha mudado algo que já não dava pra parar.... mas isso é outra história.
CATALINA
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