Os Começos 2

O anedotário sexual da minha mulher sempre foi fonte de inspiração não só pros nossos encontros sexuais, mas também pras minhas punhetas. Algumas dessas histórias ela contava com todos os detalhes, e eu ficava imaginando elas a qualquer hora e sempre acabava me masturbando. Claro que nunca sabia direito se o que ela tinha me contado tinha sido exatamente daquele jeito ou se ela só inventava pra me excitar. Mas eu curtia (e ainda curto pra caralho) imaginar essas cenas. Várias vezes em praias diferentes, em motéis que a gente foi depois, cantadas em bares, peguetes de verão, minha mulher foi me atualizando sobre tudo que ela tinha feito antes de me conhecer.

De tanto me contar, de tanto relembrar alguns dos favoritos dela, no fim ela admitia que com mais de um não teria problema em me chifrar. Inclusive me contou que uma vez tinha esbarrado com um deles já estando de namoro comigo, mas que não passou de um "oi" na rua. E claro, ela também confessou que se soubesse que não ia me incomodar, teria mantido contato, teria marcado encontro com algum deles.

Eu, nessa época, já tinha pesquisado bastante o assunto na internet, onde encontrei, claro, um monte de material sobre chifre consentido. Material bem variado, como todo mundo sabe se tá por dentro do assunto. Tem mil tipos de casais cornudos, tem mil fetiches diferentes, mil desejos e mil realidades. Não compartilhei tudo isso com minha mulher até ter definido o que eu queria, principalmente pra ela não se deparar com tanta diversidade e achar que eu queria dividir um amante com ela, ou que queria me vestir com as roupas dela. Gosto é gosto, e quem pratica com certeza curte, mas não era o meu caso, e preferia que minha mulher soubesse disso de cara. Já que a gente tava caminhando pra realizar isso, e considerando que não era algo que ela conhecia a fundo, o melhor era que tudo ficasse claro desde o início entre a gente.

Pedi pra ela fazer todas as perguntas que quisesse sobre o que Gostava e o que não gostava. Claro, as primeiras que ela fez foram sobre uma possível homossexualidade ou bissexualidade da minha parte. Esclareci que não, que jamais esconderia isso dela, e que se fosse o caso, com certeza contaria. Mas não é o meu caso. Felizmente, também não é o caso dela. Não entra na fantasia dela me ver sendo fodido pelo amante dela. Nem por ela mesma com um strap-on.
A próxima coisa que ela me perguntou foi tudo relacionado a dominação, submissão e humilhação. Novamente, esclareci que não era o meu caso. Não queria humilhações, nem que ela tivesse um dominador, nem que fosse submissa, nem nada do tipo. Felizmente, mais uma vez, ela mesma respirou aliviada. Também não está entre as fantasias dela se submeter ou me submeter no estilo "dona".
Com as coisas que não gostávamos já conversadas, começamos a comentar as coisas que gostaríamos. E cada vez ficávamos mais excitados.
Continua.

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