2 "O que foi, tigrão?", quase ronronou a Sra. Muguerza com sua voz irritante de fumante. Gritando com o marido lá de cima. "Você vai ter que cuidar dessa mulher hoje à noite, mas só depois do meu banho". Anais ouviu a voz de Evangelina descendo as escadas. Então saiu de debaixo da mesa e olhou para o Sr. Muguerza. "Deus..." ele resmungou. "Eu..." disse ela, tímida. Eles se olharam em silêncio. "Eu queria fazer isso", disse ela, afirmando o óbvio, sem saber como se sentia e sem querer que o Sr. Muguerza dissesse nada. Ele a encarou de olhos arregalados, ainda em choque com a primeira mamada dele. "Você... você... tem uns..." ele gaguejou, apontando para o rosto dela. Anais passou o dedo no queixo, pegando o fio de porra que tinha escapado. Lentamente, abriu a boca, enfiou o dedo nela e chupou até limpar. Estava envergonhada pelo que acabara de fazer, mas também incrivelmente excitada. O Sr. Muguerza tinha sido alvo de muitas das suas fantasias de colegial. Ela tinha chupado o pau do Sr. Muguerza tanto por luxúria quanto por vingança. "Delicioso", disse ela, séria. Anais se aproximou e beijou o Sr. Muguerza na boca. "É melhor você subir o zíper antes que sua esposa veja... ou..." Bruno tateou debaixo da mesa, subiu o zíper da calça e se levantou. "Ou... ou o quê?" gaguejou, nervoso. Anais se apertou contra ele, esfregando os peitões nele. "Talvez eu devesse contar pra sua esposa o que acabei de fazer... melhor, o que acabamos de fazer". "Ah... não... por favor..." implorou o ansioso. Anais riu. "Hahaha Não vou contar. Então até a próxima... Sr. Muguerza..." — sussurrou e deu outro beijo rápido na boca dele. Depois se afastou tranquilamente e saiu pela porta da frente. "Ah, merda", suspirou Bruno. Por que ele tinha feito aquilo? Levou vários minutos para se acalmar e se sentir recuperado o suficiente para andar sem Cair. Quando conseguiu se mexer, Bruno apagou tudo, apagou todas as luzes e fechou todas as portas. Quando subiu as escadas, a esposa já estava na cama com a máscara de dormir. Ele tirou a máscara dela e se desculpou pelo sexo, mas prometeu que estaria disposto a fazer amanhã. Bruno suspirou aliviado. Não tinha certeza se conseguiria se quisesse, ele estava realmente acabado. Esvaziou os bolsos e parou por um momento. Será que a chave reserva da casa estava ali? 🤔 Ele não tinha pegado antes? Talvez não. Suspirou... Realmente não conseguia pensar claramente em nada naquele momento, exceto no boquete incrível da Anais.
O dia seguinte foi difícil para Bruno Muguerza. Tinha dormido horrivelmente e não conseguia se concentrar em nada. Cometeu erros em várias contas e mandou a planilha errada pro chefe duas vezes. Ficou muito feliz quando o dia acabou. Pegou comida chinesa pra jantar e chegou em casa quase na mesma hora que a esposa. Viu Anais trabalhando no jardim da frente. Ela estava correndo pra podar os arbustos antes que começasse a chover. Ficou nervoso de novo, só de vê-la. Pra seu alívio, ela nem olhou na direção dele.
A esposa de Bruno Muguerza foi estranhamente agradável a noite toda. Quando chegou a hora de ir pra cama, ela disse pra ele trancar a porta e dar cinco minutos pra ela se arrumar antes dele subir. Bruno apagou todas as luzes, verificando se a porta da frente estava trancada enquanto passava pelos degraus. Viu que não estava. Será que tinha esquecido de trancar quando entrou? Trancou de novo, apagou a luz da entrada e subiu as escadas pra encontrar a esposa. Não notou as pequenas pegadas molhadas no chão.
Bruno entrou no quarto e viu velas acesas perto da cama e os cobertores puxados. A luz do banheiro estava acesa e a esposa gritou de lá. "Tira a roupa", ela gritou. Bruno obedeceu, deixando-a amontoada ao pé da cama. "Sobe na cama". Ela fez o que foi instruída. A esposa dele saiu com uma camisola azul sexy que tinha comprado no ano passado. Não fez nada pra esconder os peitos inexistentes, mas acentuou os quadris largos. Era a primeira vez que ela usava. Ela olhou pro pau dele enquanto ele saía do banheiro. "Coloca essa coisa dura, bebê. Preciso dele". Bruno sabia que ela não ia ajudá-lo a se preparar de qualquer jeito. Com certeza não ia dar um boquete nele. Ele agarrou o pênis mole e puxou e acariciou enquanto olhava pra esposa. Ela se virou pra ele, mostrando a bunda grande e redonda. Aquilo e o cabelo grosso e cacheado eram seus melhores atributos. Quando ela se virou pra olhar pra ele de novo, ele lamentou o fato de o peito dela ser tão chato. Por que ela não podia ser mais parecida com a Anais? Pensando nela e nos peitos colossais dela, deu vida ao pau dele. Começou a endurecer quase instantaneamente. "Parece que o corpo da mamãe fez o truque", disse Evangelina e então subiu na cama. Bruno não teve coragem de dizer que não era o corpo dela que fazia o truque. Evangelina se deitou e puxou a calcinha pra cima, abrindo as pernas e expondo a buceta pra ele. "Aiiii, me dá isso, bebê", disse ela puxando ele pra perto. Ele penetrou ela fácil; ela já tava molhada e pronta pra ele. Começou a foder ela. Ela tava com os olhos bem fechados e gemendo a cada estocada. Os olhos de Bruno também estavam quase fechados. Ele imaginou que era a vizinha dele que ele tava fodendo. Se perguntou como seria apertar aqueles peitos gigantes enquanto transava com ela. Se perguntou como a buceta dela se sentiria em volta do pau dele. Olhou pra esposa, mas de repente captou um movimento com o canto do olho. A porta do armário se abriu e a Anais estava parada ali olhando. Ela tava na porra do armário dele! "Ah... não para", gemeu a esposa dele, se mexendo debaixo dele, com os olhos ainda bem fechados. Bruno tinha congelado ao ver a Anais. Os olhos dele estavam fixos nos dela. Ela Articulou as palavras: "Continua fodendo ela". Bruno deslizou o pau dentro da esposa e começou a fodê-la de novo. Os olhos dela ainda estavam fechados, e ela grunhiu quando ele a penetrou novamente. "Sim... eh..." Ela não tinha notado o intruso no quarto. Bruno nunca perdeu contato visual com Anais, que tinha levantado a camisa e deixado à mostra os peitos enormes e nus. Eram magnificamente grandes e firmes, sobressaindo orgulhosos do peito como enormes dirigíveis, coroados com mamilos grossos e escuros. Ela fez questão de beliscar um dos mamilos grandes e depois enfiou uma das mãos na frente do shorts. Ela se tocava enquanto Bruno fodía a esposa. "Isso... isso... quase... uh... não goza antes de mim..." ofegou a Sra. Muguerza. Bruno estava tão excitado por ser observado pela vizinha que sentia dor. Olhou para baixo e se concentrou no que estava fazendo, fodendo a esposa com mais força, desejando gozar. Ela gozou primeiro. "Ohhhh amorrr... eh... isso... ahhh!" 💥 Soltou um gemido longo, e o corpo inteiro tremeu no orgasmo. As mãos dela se agitaram para os lados. "Oh... Oh..." gemeu, a cabeça rolando para frente e para trás no travesseiro. Bruno sentiu o próprio orgasmo se aproximando. Separou-se da esposa e disparou fios de esperma pelo barrigão dela. Evangelina não gostava que ele gozasse dentro dela. Ele nunca tinha feito isso. "Valeu, bebê", disse ela, relaxando na cama. "Rápido, me limpa antes que escorra pro lençol. Graças a Deus não sujou a camisola!" ela mandou. Bruno foi obedientemente pegar papel higiênico e limpou o esperma da barriga da esposa, o tempo todo procurando Anais. A porta do armário estava agora fechada, e a pequena intrusa não estava à vista. Ele pensou nas opções, mas como você diz pra sua esposa que deixou sua... A vizinha adolescente te vê transando? Depois que a esposa guardou a camisola e dormiu, Bruno se levantou e revistou a casa inteira. Tava vazia. A porta do térreo tava trancada. Nenhum sinal da Anais. Ele voltou pra cima e abriu a porta do armário bem devagar, olhando pra dentro. Lá, jogado no chão, tava o sutiã gigante da Anais. "Ah, merda", ele sussurrou, pegou o troço e desceu correndo. Escondeu rápido na pasta dele. Evangelina nunca ia olhar ali. Deu mais uma varrida na casa, finalmente tranquilo que a Anais não tinha deixado outras lembranças, e voltou pra cama. Ficou lá pensando no que fazer. Podia chamar a polícia. Podia falar com os pais dela. Podia contar pra esposa. Nenhuma parecia uma boa ideia. O que ele ia dizer? Tinha que pegar a vizinha fazendo merda ou invadindo a casa dele. Isso resolvia. Com o histórico dela, todo mundo ia acreditar nele. Horas depois, ele apagou tentando bolar um plano pra pegar a Anais no flagra invadindo a casa dele. Era o único jeito. "Acorda!" A Evangelina gritou puta da vida do banheiro. Bruno acordou de repente, percebendo na hora que tava claro demais pras seis da manhã. "Que foi?" "Teve um apagão ontem à noite e o alarme não tocou", ela gritou. "São sete horas!!!" "Merda", ele chiou enquanto pulava da cama. Deu tempo só de tomar um banho, se vestir e sair porta afora... sem café! "Merda, merda, merda! 😠😠" Chegou no escritório com um minuto de folga, mas isso significava que não teve tempo de se preparar pra reunião semanal de segunda de manhã. Passou reto pelo escritório dele e foi direto pra sala de reunião. Todo mundo já tava sentando. "Bom dia, Bruno", o chefe dele olhou pra ele e depois pro relógio. "Bruno, cê tem aqueles folhetos? Dá um pra todo mundo. Já volto." Aí o chefe dele saiu pra pegar os relatórios de vendas no escritório dele. Bruno, por sorte, tinha Todos os relatórios prontos. Eu tinha preparado tudo na sexta-feira à tarde. Ele abriu a maleta rápido demais, procurou os relatórios e tirou o colossal sutiã de renda, tamanho D, da Lisa! A sala de reuniões ficou em silêncio. Todos os olhos estavam em Bruno e na gloriosa peça íntima que ele segurava na mão. Ele gaguejou e tossiu. "Minha esposa... uh, desculpa... presente de aniversário dela..." Com um vermelho de cinquenta tons, ele guardou de volta na maleta, pegou os arquivos que precisava e bateu a tampa. Suava pra caralho naquele momento enquanto distribuía os relatórios pela mesa. Olhou pra cima e viu o velho Gómez, do departamento dele, acenar com a cabeça e piscar um olho cúmplice. A Linda, do setor de contas a pagar, que na verdade conhecia a esposa dele, parecia que ia ter um troço, franzindo a testa sem parar durante a reunião inteira. De alguma forma, conseguiu passar pela reunião e depois deu um jeito de evitar o velho Gómez, a Linda e o chefe pelo resto do dia; bom, quase. Ele tinha saído e estava abrindo a porta do carro quando a Linda apareceu atrás dele. "Bruno." Ele se virou rápido. "Ah, Linda." "Bruno", ela começou. "Você e eu sabemos que os peitos da Evangelina não encheriam nem um par de band-aids, quem dirá aquela monstruosidade! Deus sabe que ela é uma mulher difícil, mas não é assim. Lembre-se de que o salário do pecado é a morte e que a prostituta da Babilônia tem na mão um cálice de ouro cheio de abominações e imundícies..." Bruno entrou no carro, bateu a porta e deixou a ladainha religiosa da Linda do lado de fora. Ele tava preocupado que ela fosse falar com a esposa dele, mas elas não eram amigas e só tinham se visto no trabalho umas duas vezes. Achou que tava safe por enquanto. Mas não podia deixar essas duas se encontrarem pessoalmente. "Porra", ele disse, saindo do estacionamento. Odiava confrontos. Já imaginava o que o chefe ia dizer amanhã sobre começar. a reunião daquele jeito. Tinha que parar com os joguinhos da vizinha agora. Ia chamar a polícia quando chegasse em casa. Sabia disso como sabia a cor do céu. Estava puto pela primeira vez na vida. Quando Bruno chegou em casa, notou que o carro da esposa não estava lá. Será que ela tinha uma reunião? Aí imaginou se a Anais estivesse com aquele... "Não, não, não", murmurou, cortando esse pensamento rápido, abrindo a porta da frente e entrando. A primeira coisa que fez foi jogar o sutiã da Anais no lixo da cozinha. Depois pegou aquela sacola e levou pro latão grande de lixo da garagem, enterrando ela debaixo de um monte de porcaria. "Pô, ela deve estar segura", murmurou. Bruno então foi até a secretária eletrônica da cozinha e viu que tinha uma mensagem. Apertou o play. "Oi, amor. Aquela reunião da comunidade que eu tava te falando foi remarcada pras cinco. Sabia que você não ia ter tempo de vir comigo. Te conto como foi. Devo estar em casa às oito." "Perfeito", falou pra si mesmo. O que ele precisava era de um banho quente e um Martini! Depois ia armar um flagrante e chamar a polícia. Já sabia como ia fazer. Deixou a maleta no armário da entrada e subiu as escadas pro quarto. "Oi, gostoso", Bruno congelou na hora. A vizinha estava deitada na cama, usando a mesma lingerie que a esposa dele tinha usado na noite anterior.
Ela parecia muito melhor no corpo jovem dela. Os peitos dela eram tão imensos que ameaçavam rasgar o tecido. Já dava pra ver um rasgo no lado esquerdo. Os bicos dela, durinhos, apareciam por baixo do pano, apontando na direção dele. Aquela lingerie era obscenamente pequena pra ela. A blusa tinha subido também, deixando a buceta depilada dela à mostra. Na verdade, dava pra ver tudo, bem provocante. Brilhava de um jeito tentador. "Você tem que ir embora", ele conseguiu dizer, com uma demonstração impressionante de autoridade. "Agora!" ele acrescentou, com um grasnido nada impressionante. "Mas eu esperei por você a tarde toda, bebê", ela ronronou, passando a mão por um dos peitos montanhosos dela e apertando. "Você não me quer?" "Não... minha esposa..." "... não vai chegar em casa antes das oito. São cinco e meia agora. Eu ouvi o recado dela quando entrei. Quase peguei o telefone e falei pra ela nem voltar. Agora você é meu e não quero dividir você com ela." "Me dividir? Eu... você está destruindo minha vida... Não quero você..." "Não? Sua calça tá me contando outra história", disse Anais, sentando e abaixando uma das alças. "Ops... acho que estiquei demais", ela riu. "Por favor..." Bruno murmurou fraco, vendo a garota puxar a alça fina por cima do ombro, expondo um dos peitos dela, incrivelmente cheio e pesado. "Deus..." Ele sabia que o pau dele tinha traído ele. Tava lutando contra os limites da cueca boxer e da calça social. "Não..." Ele pensou em ficar parado. "Vem cá." Bruno balançou a cabeça. O pau dele, tão duro e preso na cueca, queria ir até ela, mas ele resistiu e ficou firme. Ela fez biquinho enquanto abaixava a outra alça. Agora ela estava de peitos de fora, ele estava enfeitiçado. Ela ia se levantar da cama e se aproximar dele, quando o telefone tocou. Quebrou o feitiço e os dois olharam pra mão dele no criado-mudo. Bruno ia deixar tocar, mas Anais o alcançou e pegou. Correu até ela e arrancou bruscamente da mão dela, mas não antes que ela apertasse o botão de falar. "Alô", disse, tentando se virar. "Amor, que bom que você atendeu. Só queria ter certeza de que recebeu minha mensagem", disse Evangelina. Bem na hora em que ele estava se virando, Anais agarrou ele pelo cinto e puxou com força para a cama. As canelas de Bruno bateram na cama e ele quase caiu. Ele rosnou e tentou escapar, mas ela segurava as calças e o cinto dele num aperto mortal. Qualquer outra luta teria feito barulho demais, com a esposa dele ao telefone. "Vou gritar se você fizer isso de novo", sussurrou Anais. "Você está bem? Tá me prestando atenção pelo menos?", perguntou a esposa pelo telefone. "Desculpa, querida... uh... bati o dedão do pé". "Juro, às vezes você é tão desastrado. Enfim, é sobre isso que vamos discutir hoje à noite..." a esposa começou a falar sobre um monte de assuntos que não interessavam ele. Anais abaixou o zíper de Bruno e enfiou a mão na braguilha dele, agarrando a ereção por cima da cueca. Ele fez uma careta de prazer, tentando não fazer barulho. Balançou a cabeça com urgência, murmurando "não" para a vizinha. Já era tarde. Ela desabotoou o cinto e as calças dele como uma profissional, e em questão de segundos ele estava nu da cintura pra baixo na frente dela. De novo ele tentou se afastar, mas ela tinha um aperto dolorosamente forte na buceta dele. Ele estava preso... Precisava terminar a ligação. "Preciso ir..." começou ele. "Não pode me dar cinco minutos do seu tempo? Espera até eu terminar. Pelo amor de Deus!", disse Evangelina, irritada. "Tá bom... querida..." ele respondeu, obediente. Quase gritou a palavra "porra" um segundo depois, quando Anais chupou a buceta exposta dele na boca dela. De algum jeito, ele ficou em silêncio enquanto a esposa continuava com o ataque verbal. Anais moveu a boca pra cima e pra baixo no pau, levando de volta à garganta dela. Ele precisou de todo o autocontrole para não gemer alto quando aquela gostosa novinha deu mais um boquete incrível. Ele começou a meter a pau na boca dela, e Anais respondeu agarrando a bunda dele por trás, forçando mais fundo. Logo, ele tava fodendo a boca dela, e ela chupava barulhento ao redor da pau dele a cada estocada. "Que barulho é esse? O que você tá fazendo?" Perguntou Evangelina. "Ah, uh, nada, só tava me preparando pra... uh... hum... ducha." "Eu sei quando você tá se desconectando. Te vejo daqui a algumas horas." O telefone desligou de repente. Anais rapidamente ajustou a posição e colocou Bruno na cama em cima dela. Com as calças nos tornozelos, ele não tinha alavanca nenhuma e caiu contra ela. A cabeça da pau dele tava encostada na buceta molhada dela. "Tô pronta pra você."😈 Ela disse, toda sedutora. "A gente não pode..." Respondeu Bruno, assustado. Anais se abaixou e agarrou a pau dele. "Você sempre fica tão duro pra mim." Ela apontou pra entrada da buceta dela. "Por favor..." Ela disse, olhando pra ele, ansiosa. Que Deus o ajudasse, mas Bruno entrou nela. O jeito que ela olhava pra ele, como um anjo; como se ele fosse o único homem no mundo, e tudo que ela queria era agradar ele. Evangelina nunca tinha olhado pra ele daquele jeito. "Ai, meu Deus!" Ela gritou enquanto ele enfiava o corpo todo dentro dela. Ela puxou a cabeça dele pra baixo e beijou ele. Tava tão molhada, apertada e quente. Evangelina nunca tinha se sentido assim. Isso era melhor do que qualquer coisa que ele tinha imaginado. Bruno fodeu a vizinha com tudo, enfiando a pau fundo dentro dela uma, duas, várias vezes. Ela envolveu as pernas na cintura dele, pedindo mais fundo. As mãos dela estavam nele. "Você... eu já vou... Ai!" Ela gritou. "Uh, você é tão grande!"✨ Bruno sentiu a buceta dela se contrair em volta da pau dele enquanto ela gozava. Ele nunca tinha sentido nada igual na vida. Foi demais. Ele grunhiu e então inundou a buceta dela com o leite dele. "Uh… porra…. uh..." Ele continuou metendo dentro dela, enchendo ela com a semente dele.
Desabou em cima dela depois do orgasmo, amando a sensação das pernas dela em volta do corpo e das mãos dela acariciando a nuca e as costas dele. "Nossa... bebê", ronronou no ouvido dela. "Acho que nunca gozei assim." Bruno rolou para fora dela e aí a realidade bateu. Sentou-se ereto. "Você tá tomando pílula? Eu não... você não me deu tempo..." "Não seja bobo", disse ela, passando um braço e uma perna por cima dele, moldando os peitos contra o lado do corpo dele. "Como é que a gente vai ter um bebê se eu tô tomando pílula?" Bruno quase engasgou com a própria saliva e começou a gaguejar. Aí os dois ouviram a porta da frente se abrir e a voz da dona Muguerza chamando. "Cancelaram a reunião. Você ainda tá no chuveiro?" "Sai!" sibilou Bruno. Pulou da cama e correu pro banheiro, abrindo o chuveiro. Anais saiu da cama, puxou o lençol macio e pegou as roupas dela no chão. Dava pra ouvir a dona Muguerza subindo as escadas. Correu pro banheiro com Bruno. "Aqui não", disse Bruno, pulando no chuveiro. Anais se virou duas vezes, quicando pelo lugar todo. Aí se enfiou na banheira enorme e torceu pra dona Muguerza não entrar no banheiro. Se encolheu o máximo que pôde. "Quanto tempo de maldito banho você toma quando não tô aqui?" disse a dona Muguerza da porta. "Não é à toa que a conta de água vem tão alta, mas isso não te importa, né?" Da posição dela, na entrada, não dava pra ver dentro da banheira e, felizmente, ela não se atreveu a entrar mais. "Desce as escadas quando terminar, quer? Vou vestir um moletom e tomar um vinho.
O dia seguinte foi difícil para Bruno Muguerza. Tinha dormido horrivelmente e não conseguia se concentrar em nada. Cometeu erros em várias contas e mandou a planilha errada pro chefe duas vezes. Ficou muito feliz quando o dia acabou. Pegou comida chinesa pra jantar e chegou em casa quase na mesma hora que a esposa. Viu Anais trabalhando no jardim da frente. Ela estava correndo pra podar os arbustos antes que começasse a chover. Ficou nervoso de novo, só de vê-la. Pra seu alívio, ela nem olhou na direção dele.
A esposa de Bruno Muguerza foi estranhamente agradável a noite toda. Quando chegou a hora de ir pra cama, ela disse pra ele trancar a porta e dar cinco minutos pra ela se arrumar antes dele subir. Bruno apagou todas as luzes, verificando se a porta da frente estava trancada enquanto passava pelos degraus. Viu que não estava. Será que tinha esquecido de trancar quando entrou? Trancou de novo, apagou a luz da entrada e subiu as escadas pra encontrar a esposa. Não notou as pequenas pegadas molhadas no chão.
Bruno entrou no quarto e viu velas acesas perto da cama e os cobertores puxados. A luz do banheiro estava acesa e a esposa gritou de lá. "Tira a roupa", ela gritou. Bruno obedeceu, deixando-a amontoada ao pé da cama. "Sobe na cama". Ela fez o que foi instruída. A esposa dele saiu com uma camisola azul sexy que tinha comprado no ano passado. Não fez nada pra esconder os peitos inexistentes, mas acentuou os quadris largos. Era a primeira vez que ela usava. Ela olhou pro pau dele enquanto ele saía do banheiro. "Coloca essa coisa dura, bebê. Preciso dele". Bruno sabia que ela não ia ajudá-lo a se preparar de qualquer jeito. Com certeza não ia dar um boquete nele. Ele agarrou o pênis mole e puxou e acariciou enquanto olhava pra esposa. Ela se virou pra ele, mostrando a bunda grande e redonda. Aquilo e o cabelo grosso e cacheado eram seus melhores atributos. Quando ela se virou pra olhar pra ele de novo, ele lamentou o fato de o peito dela ser tão chato. Por que ela não podia ser mais parecida com a Anais? Pensando nela e nos peitos colossais dela, deu vida ao pau dele. Começou a endurecer quase instantaneamente. "Parece que o corpo da mamãe fez o truque", disse Evangelina e então subiu na cama. Bruno não teve coragem de dizer que não era o corpo dela que fazia o truque. Evangelina se deitou e puxou a calcinha pra cima, abrindo as pernas e expondo a buceta pra ele. "Aiiii, me dá isso, bebê", disse ela puxando ele pra perto. Ele penetrou ela fácil; ela já tava molhada e pronta pra ele. Começou a foder ela. Ela tava com os olhos bem fechados e gemendo a cada estocada. Os olhos de Bruno também estavam quase fechados. Ele imaginou que era a vizinha dele que ele tava fodendo. Se perguntou como seria apertar aqueles peitos gigantes enquanto transava com ela. Se perguntou como a buceta dela se sentiria em volta do pau dele. Olhou pra esposa, mas de repente captou um movimento com o canto do olho. A porta do armário se abriu e a Anais estava parada ali olhando. Ela tava na porra do armário dele! "Ah... não para", gemeu a esposa dele, se mexendo debaixo dele, com os olhos ainda bem fechados. Bruno tinha congelado ao ver a Anais. Os olhos dele estavam fixos nos dela. Ela Articulou as palavras: "Continua fodendo ela". Bruno deslizou o pau dentro da esposa e começou a fodê-la de novo. Os olhos dela ainda estavam fechados, e ela grunhiu quando ele a penetrou novamente. "Sim... eh..." Ela não tinha notado o intruso no quarto. Bruno nunca perdeu contato visual com Anais, que tinha levantado a camisa e deixado à mostra os peitos enormes e nus. Eram magnificamente grandes e firmes, sobressaindo orgulhosos do peito como enormes dirigíveis, coroados com mamilos grossos e escuros. Ela fez questão de beliscar um dos mamilos grandes e depois enfiou uma das mãos na frente do shorts. Ela se tocava enquanto Bruno fodía a esposa. "Isso... isso... quase... uh... não goza antes de mim..." ofegou a Sra. Muguerza. Bruno estava tão excitado por ser observado pela vizinha que sentia dor. Olhou para baixo e se concentrou no que estava fazendo, fodendo a esposa com mais força, desejando gozar. Ela gozou primeiro. "Ohhhh amorrr... eh... isso... ahhh!" 💥 Soltou um gemido longo, e o corpo inteiro tremeu no orgasmo. As mãos dela se agitaram para os lados. "Oh... Oh..." gemeu, a cabeça rolando para frente e para trás no travesseiro. Bruno sentiu o próprio orgasmo se aproximando. Separou-se da esposa e disparou fios de esperma pelo barrigão dela. Evangelina não gostava que ele gozasse dentro dela. Ele nunca tinha feito isso. "Valeu, bebê", disse ela, relaxando na cama. "Rápido, me limpa antes que escorra pro lençol. Graças a Deus não sujou a camisola!" ela mandou. Bruno foi obedientemente pegar papel higiênico e limpou o esperma da barriga da esposa, o tempo todo procurando Anais. A porta do armário estava agora fechada, e a pequena intrusa não estava à vista. Ele pensou nas opções, mas como você diz pra sua esposa que deixou sua... A vizinha adolescente te vê transando? Depois que a esposa guardou a camisola e dormiu, Bruno se levantou e revistou a casa inteira. Tava vazia. A porta do térreo tava trancada. Nenhum sinal da Anais. Ele voltou pra cima e abriu a porta do armário bem devagar, olhando pra dentro. Lá, jogado no chão, tava o sutiã gigante da Anais. "Ah, merda", ele sussurrou, pegou o troço e desceu correndo. Escondeu rápido na pasta dele. Evangelina nunca ia olhar ali. Deu mais uma varrida na casa, finalmente tranquilo que a Anais não tinha deixado outras lembranças, e voltou pra cama. Ficou lá pensando no que fazer. Podia chamar a polícia. Podia falar com os pais dela. Podia contar pra esposa. Nenhuma parecia uma boa ideia. O que ele ia dizer? Tinha que pegar a vizinha fazendo merda ou invadindo a casa dele. Isso resolvia. Com o histórico dela, todo mundo ia acreditar nele. Horas depois, ele apagou tentando bolar um plano pra pegar a Anais no flagra invadindo a casa dele. Era o único jeito. "Acorda!" A Evangelina gritou puta da vida do banheiro. Bruno acordou de repente, percebendo na hora que tava claro demais pras seis da manhã. "Que foi?" "Teve um apagão ontem à noite e o alarme não tocou", ela gritou. "São sete horas!!!" "Merda", ele chiou enquanto pulava da cama. Deu tempo só de tomar um banho, se vestir e sair porta afora... sem café! "Merda, merda, merda! 😠😠" Chegou no escritório com um minuto de folga, mas isso significava que não teve tempo de se preparar pra reunião semanal de segunda de manhã. Passou reto pelo escritório dele e foi direto pra sala de reunião. Todo mundo já tava sentando. "Bom dia, Bruno", o chefe dele olhou pra ele e depois pro relógio. "Bruno, cê tem aqueles folhetos? Dá um pra todo mundo. Já volto." Aí o chefe dele saiu pra pegar os relatórios de vendas no escritório dele. Bruno, por sorte, tinha Todos os relatórios prontos. Eu tinha preparado tudo na sexta-feira à tarde. Ele abriu a maleta rápido demais, procurou os relatórios e tirou o colossal sutiã de renda, tamanho D, da Lisa! A sala de reuniões ficou em silêncio. Todos os olhos estavam em Bruno e na gloriosa peça íntima que ele segurava na mão. Ele gaguejou e tossiu. "Minha esposa... uh, desculpa... presente de aniversário dela..." Com um vermelho de cinquenta tons, ele guardou de volta na maleta, pegou os arquivos que precisava e bateu a tampa. Suava pra caralho naquele momento enquanto distribuía os relatórios pela mesa. Olhou pra cima e viu o velho Gómez, do departamento dele, acenar com a cabeça e piscar um olho cúmplice. A Linda, do setor de contas a pagar, que na verdade conhecia a esposa dele, parecia que ia ter um troço, franzindo a testa sem parar durante a reunião inteira. De alguma forma, conseguiu passar pela reunião e depois deu um jeito de evitar o velho Gómez, a Linda e o chefe pelo resto do dia; bom, quase. Ele tinha saído e estava abrindo a porta do carro quando a Linda apareceu atrás dele. "Bruno." Ele se virou rápido. "Ah, Linda." "Bruno", ela começou. "Você e eu sabemos que os peitos da Evangelina não encheriam nem um par de band-aids, quem dirá aquela monstruosidade! Deus sabe que ela é uma mulher difícil, mas não é assim. Lembre-se de que o salário do pecado é a morte e que a prostituta da Babilônia tem na mão um cálice de ouro cheio de abominações e imundícies..." Bruno entrou no carro, bateu a porta e deixou a ladainha religiosa da Linda do lado de fora. Ele tava preocupado que ela fosse falar com a esposa dele, mas elas não eram amigas e só tinham se visto no trabalho umas duas vezes. Achou que tava safe por enquanto. Mas não podia deixar essas duas se encontrarem pessoalmente. "Porra", ele disse, saindo do estacionamento. Odiava confrontos. Já imaginava o que o chefe ia dizer amanhã sobre começar. a reunião daquele jeito. Tinha que parar com os joguinhos da vizinha agora. Ia chamar a polícia quando chegasse em casa. Sabia disso como sabia a cor do céu. Estava puto pela primeira vez na vida. Quando Bruno chegou em casa, notou que o carro da esposa não estava lá. Será que ela tinha uma reunião? Aí imaginou se a Anais estivesse com aquele... "Não, não, não", murmurou, cortando esse pensamento rápido, abrindo a porta da frente e entrando. A primeira coisa que fez foi jogar o sutiã da Anais no lixo da cozinha. Depois pegou aquela sacola e levou pro latão grande de lixo da garagem, enterrando ela debaixo de um monte de porcaria. "Pô, ela deve estar segura", murmurou. Bruno então foi até a secretária eletrônica da cozinha e viu que tinha uma mensagem. Apertou o play. "Oi, amor. Aquela reunião da comunidade que eu tava te falando foi remarcada pras cinco. Sabia que você não ia ter tempo de vir comigo. Te conto como foi. Devo estar em casa às oito." "Perfeito", falou pra si mesmo. O que ele precisava era de um banho quente e um Martini! Depois ia armar um flagrante e chamar a polícia. Já sabia como ia fazer. Deixou a maleta no armário da entrada e subiu as escadas pro quarto. "Oi, gostoso", Bruno congelou na hora. A vizinha estava deitada na cama, usando a mesma lingerie que a esposa dele tinha usado na noite anterior.
Ela parecia muito melhor no corpo jovem dela. Os peitos dela eram tão imensos que ameaçavam rasgar o tecido. Já dava pra ver um rasgo no lado esquerdo. Os bicos dela, durinhos, apareciam por baixo do pano, apontando na direção dele. Aquela lingerie era obscenamente pequena pra ela. A blusa tinha subido também, deixando a buceta depilada dela à mostra. Na verdade, dava pra ver tudo, bem provocante. Brilhava de um jeito tentador. "Você tem que ir embora", ele conseguiu dizer, com uma demonstração impressionante de autoridade. "Agora!" ele acrescentou, com um grasnido nada impressionante. "Mas eu esperei por você a tarde toda, bebê", ela ronronou, passando a mão por um dos peitos montanhosos dela e apertando. "Você não me quer?" "Não... minha esposa..." "... não vai chegar em casa antes das oito. São cinco e meia agora. Eu ouvi o recado dela quando entrei. Quase peguei o telefone e falei pra ela nem voltar. Agora você é meu e não quero dividir você com ela." "Me dividir? Eu... você está destruindo minha vida... Não quero você..." "Não? Sua calça tá me contando outra história", disse Anais, sentando e abaixando uma das alças. "Ops... acho que estiquei demais", ela riu. "Por favor..." Bruno murmurou fraco, vendo a garota puxar a alça fina por cima do ombro, expondo um dos peitos dela, incrivelmente cheio e pesado. "Deus..." Ele sabia que o pau dele tinha traído ele. Tava lutando contra os limites da cueca boxer e da calça social. "Não..." Ele pensou em ficar parado. "Vem cá." Bruno balançou a cabeça. O pau dele, tão duro e preso na cueca, queria ir até ela, mas ele resistiu e ficou firme. Ela fez biquinho enquanto abaixava a outra alça. Agora ela estava de peitos de fora, ele estava enfeitiçado. Ela ia se levantar da cama e se aproximar dele, quando o telefone tocou. Quebrou o feitiço e os dois olharam pra mão dele no criado-mudo. Bruno ia deixar tocar, mas Anais o alcançou e pegou. Correu até ela e arrancou bruscamente da mão dela, mas não antes que ela apertasse o botão de falar. "Alô", disse, tentando se virar. "Amor, que bom que você atendeu. Só queria ter certeza de que recebeu minha mensagem", disse Evangelina. Bem na hora em que ele estava se virando, Anais agarrou ele pelo cinto e puxou com força para a cama. As canelas de Bruno bateram na cama e ele quase caiu. Ele rosnou e tentou escapar, mas ela segurava as calças e o cinto dele num aperto mortal. Qualquer outra luta teria feito barulho demais, com a esposa dele ao telefone. "Vou gritar se você fizer isso de novo", sussurrou Anais. "Você está bem? Tá me prestando atenção pelo menos?", perguntou a esposa pelo telefone. "Desculpa, querida... uh... bati o dedão do pé". "Juro, às vezes você é tão desastrado. Enfim, é sobre isso que vamos discutir hoje à noite..." a esposa começou a falar sobre um monte de assuntos que não interessavam ele. Anais abaixou o zíper de Bruno e enfiou a mão na braguilha dele, agarrando a ereção por cima da cueca. Ele fez uma careta de prazer, tentando não fazer barulho. Balançou a cabeça com urgência, murmurando "não" para a vizinha. Já era tarde. Ela desabotoou o cinto e as calças dele como uma profissional, e em questão de segundos ele estava nu da cintura pra baixo na frente dela. De novo ele tentou se afastar, mas ela tinha um aperto dolorosamente forte na buceta dele. Ele estava preso... Precisava terminar a ligação. "Preciso ir..." começou ele. "Não pode me dar cinco minutos do seu tempo? Espera até eu terminar. Pelo amor de Deus!", disse Evangelina, irritada. "Tá bom... querida..." ele respondeu, obediente. Quase gritou a palavra "porra" um segundo depois, quando Anais chupou a buceta exposta dele na boca dela. De algum jeito, ele ficou em silêncio enquanto a esposa continuava com o ataque verbal. Anais moveu a boca pra cima e pra baixo no pau, levando de volta à garganta dela. Ele precisou de todo o autocontrole para não gemer alto quando aquela gostosa novinha deu mais um boquete incrível. Ele começou a meter a pau na boca dela, e Anais respondeu agarrando a bunda dele por trás, forçando mais fundo. Logo, ele tava fodendo a boca dela, e ela chupava barulhento ao redor da pau dele a cada estocada. "Que barulho é esse? O que você tá fazendo?" Perguntou Evangelina. "Ah, uh, nada, só tava me preparando pra... uh... hum... ducha." "Eu sei quando você tá se desconectando. Te vejo daqui a algumas horas." O telefone desligou de repente. Anais rapidamente ajustou a posição e colocou Bruno na cama em cima dela. Com as calças nos tornozelos, ele não tinha alavanca nenhuma e caiu contra ela. A cabeça da pau dele tava encostada na buceta molhada dela. "Tô pronta pra você."😈 Ela disse, toda sedutora. "A gente não pode..." Respondeu Bruno, assustado. Anais se abaixou e agarrou a pau dele. "Você sempre fica tão duro pra mim." Ela apontou pra entrada da buceta dela. "Por favor..." Ela disse, olhando pra ele, ansiosa. Que Deus o ajudasse, mas Bruno entrou nela. O jeito que ela olhava pra ele, como um anjo; como se ele fosse o único homem no mundo, e tudo que ela queria era agradar ele. Evangelina nunca tinha olhado pra ele daquele jeito. "Ai, meu Deus!" Ela gritou enquanto ele enfiava o corpo todo dentro dela. Ela puxou a cabeça dele pra baixo e beijou ele. Tava tão molhada, apertada e quente. Evangelina nunca tinha se sentido assim. Isso era melhor do que qualquer coisa que ele tinha imaginado. Bruno fodeu a vizinha com tudo, enfiando a pau fundo dentro dela uma, duas, várias vezes. Ela envolveu as pernas na cintura dele, pedindo mais fundo. As mãos dela estavam nele. "Você... eu já vou... Ai!" Ela gritou. "Uh, você é tão grande!"✨ Bruno sentiu a buceta dela se contrair em volta da pau dele enquanto ela gozava. Ele nunca tinha sentido nada igual na vida. Foi demais. Ele grunhiu e então inundou a buceta dela com o leite dele. "Uh… porra…. uh..." Ele continuou metendo dentro dela, enchendo ela com a semente dele.
Desabou em cima dela depois do orgasmo, amando a sensação das pernas dela em volta do corpo e das mãos dela acariciando a nuca e as costas dele. "Nossa... bebê", ronronou no ouvido dela. "Acho que nunca gozei assim." Bruno rolou para fora dela e aí a realidade bateu. Sentou-se ereto. "Você tá tomando pílula? Eu não... você não me deu tempo..." "Não seja bobo", disse ela, passando um braço e uma perna por cima dele, moldando os peitos contra o lado do corpo dele. "Como é que a gente vai ter um bebê se eu tô tomando pílula?" Bruno quase engasgou com a própria saliva e começou a gaguejar. Aí os dois ouviram a porta da frente se abrir e a voz da dona Muguerza chamando. "Cancelaram a reunião. Você ainda tá no chuveiro?" "Sai!" sibilou Bruno. Pulou da cama e correu pro banheiro, abrindo o chuveiro. Anais saiu da cama, puxou o lençol macio e pegou as roupas dela no chão. Dava pra ouvir a dona Muguerza subindo as escadas. Correu pro banheiro com Bruno. "Aqui não", disse Bruno, pulando no chuveiro. Anais se virou duas vezes, quicando pelo lugar todo. Aí se enfiou na banheira enorme e torceu pra dona Muguerza não entrar no banheiro. Se encolheu o máximo que pôde. "Quanto tempo de maldito banho você toma quando não tô aqui?" disse a dona Muguerza da porta. "Não é à toa que a conta de água vem tão alta, mas isso não te importa, né?" Da posição dela, na entrada, não dava pra ver dentro da banheira e, felizmente, ela não se atreveu a entrar mais. "Desce as escadas quando terminar, quer? Vou vestir um moletom e tomar um vinho.
1 comentários - Venganza o sentimientos 2 🔥