Vacaciones con la amiga de mamá

Vou contar pra vocês uma história que rolou no verão de 2019. Vamos indo capítulo por capítulo, se quiser a gente acelera. Bora começar.

Como eu tava falando, foi no verão de 2019. Sou de Buenos Aires, Argentina. Moro em Palermo, meu nome é Franco e naquele verão eu tinha acabado de fazer 18 anos. Tenho 1,80m. Jogo futebol desde sempre, então o corpo é definido, nada absurdo, mas me mantenho em forma.

Chega janeiro, minha mãe ia viajar com minha tia pro México. Eu tinha planejado umas férias com meus amigos pra Mar del Plata. Faltando uma semana pra eu ir, meus amigos foram desistindo por motivos diferentes: um por um acidente de trânsito, nada grave, mas quebrou uma perna e um braço. Outro por causa do trabalho no sítio da família, então o rolê foi cancelado. No fim, ia passar o verão na Buenos Aires super quente.

Peguei o celular e na hora liguei pra minha mãe, pra ver se dava pra eu ir pra onde ela tava.

F: Oi mãe, como te falei no WhatsApp, o rolê pra Mar del Plata foi cancelado. Queria saber se posso ir aí com vocês, hehe.
M: Não, Fran, desculpa, mas não. Aqui já tá tudo organizado e pago. Desculpa.
F: Tá bom, sem problema. Se você pensar em algo, me avisa.

E desliguei, puto, claro. Tomei um banho e quando saí, tinha três chamadas perdidas da minha mãe. Claro que pensei: vou pro México!

F: Oi mãe, tava tomando banho. Aconteceu algo?
M: Fran, tive uma ideia. A Yanina vai amanhã pro apartamento de Mar del Plata (Yanina era uma amiga da minha mãe). Fala com ela, ela disse que não tem problema você ir com ela. Não vai se divertir pra caralho, mas pelo menos dá pra ir pra praia. Quando eu voltar, vou pra lá. O que acha?

Claro que não era o México, mas era a praia.
F: Beleza, fala que sim.
M: Ok, vou ligar pra ela agora. Ela vai falar com você e vocês se organizam. Beijos, te amo.

Encerrei a chamada. Como eu disse, não era o México, maaaas... Férias e com a Yanina.

Yanina é uma amiga da minha mãe, solteira, que trabalha muito bem num escritório de advocacia grande de Buenos Aires. Conheço ela há anos, tenho confiança. Com ela comecei a me masturbar, fantasiando muitas vezes.

Ela não tem o corpo considerado perfeito, mas tem de tudo. Morena, cabelo liso. Rabão grande, peitão grande, e uma cara de puta, mesmo que não na atitude dela. Um pouco gordinha, mas daquelas que esquentam muito. Sempre com bons perfumes, vestida elegante, saias justas, blusas que marcam bem esses peitos enormes.

Pra vocês imaginarem alguém conhecida, ela é parecida com a Angela White.

Depois de algumas horas, matando o tempo jogando FIFA, o telefone toca, atendo e era a Yani.

Y: Oi Fran, como você tá? Tava ligando pra organizar a viagem, a gente sai amanhã às 5 da manhã. Se quiser, passo aí pra te pegar nesse horário ou pode vir dormir aqui em casa, como você preferir.

F: Oi Yani, show, se não te incomodar, prefiro que você passe amanhã, assim arrumo as coisas e não esqueço nada, tá?

Y: Beleza, show, às 5 passo na sua casa, te mando um beijo, descansa. Qualquer coisa me liga, tchau.

Já eram 19h, arrumei todas as minhas coisas, olhei várias vezes pra não esquecer nada, jantei e fui dormir. Às 5, como a Yani disse, ela passou pra me pegar. Desci com minha mala, coloquei no carro dela, ela tem um Audi A4, carreguei no porta-malas e entrei.

Ela tava linda, tava usando uma saia jeans que apertava a bunda dela, uma regata verde-água que deixava ver o começo dos peitos dela. Fiquei olhando e ela percebeu, só ajustou a regata e não falou nada. 10 minutos dentro do carro e eu já tinha batido uma.

A viagem foi tranquila, fomos conversando e tomando mate, chegamos no apartamento dela, que era de frente pro mar, no 14º andar, a vista era linda, e o apartamento ainda mais. Mas o que pude ver é que tinha dois quartos, mas só um tinha cama. Minha primeira dúvida: dormiria com ela, iam me comprar uma. Nada disso, ela se tocava no sofá.

Arrumamos as coisas e, uma hora depois, descemos pra praia, e aí chegou a melhor parte do dia. Ela tirou a roupa, tava usando um biquíni branco. Marcava bem os peitos dela, mesmo cobrindo bastante. Quando ela se levantou pra ir pro mar, pude ver que a bunda dela era diferente, sumia entre as nádegas, e era uma bunda linda, de lamber, dava pro material da punheta da noite (se eu aguentasse).

Passamos um dia legal, nada fora do normal, além das minhas olhadas pros peitos dela e minhas ereções, que eu mal conseguia esconder.
Voltamos pro apê, e ela tomou banho, não consegui espiar nada. Sinto desapontar. Depois tomei banho eu, e antes de entrar no chuveiro, vi a calcinha fio dental da Yani, peguei, cheirei, tinha um cheiro incrível, então não resisti e comecei a me masturbar, calcinha no rosto, mão no meu pau, imaginando mil coisas. O tesão foi tanto que gozei e jorrei na calcinha. Depois tomei banho, relaxei e fiquei como novo, nunca lembrei onde tinha terminado minha punheta. Quando lembrei, voltei ao banheiro, mas a roupa íntima já não estava mais. Mas já tinha conversado com a Yani, e tava normal, supus que ela não tinha percebido.

Naquela noite jantamos, e voltamos cedo, tínhamos tido um dia longo, eu dormia no sofá e ela no quarto dela. De noite acordei pra beber água, ouvi barulhos no quarto dela, espiei e acho que tava sonhando, mas o que vi foi lindo. Ela tava dormindo de fio dental e regata, um dos peitos dela tava pra fora, e a calcinha, enfiada na bunda linda dela. Observei e daí fui direto pro banheiro me masturbar.

No meio da minha punheta, a Yanina entrou no banheiro.

Y: Aiiii, desculpa, achei que tava dormindo, como tava tudo escuro.

O olhar dela foi pro meu pau duro.

F: Desculpa Yani, desculpa, me excedi totalmente.

Y: Não me pede desculpa, todo mundo tem necessidades, vou te deixar com o teu negócio.

Ela foi embora e me deixou lá, tinha visto que ela observou meu pau, mas não me Pareceu estranho, não consegui continuar, então fui dormir. Situação bizarra.

No dia seguinte, acordei e a Yanina não estava. Tomei café da manhã e esperei ela chegar. Alguns minutos depois, a porta se abriu.

Y: Bom dia, Fran, como você está? Como dormiu?

F: Oi, Yani, bem e bem, tava cansado. E você, como dormiu?

Y: Também tava cansada. Só acordei uma vez pra ir no banheiro e levei uma surpresinha hahaha.

Quase engasguei com o café de porra na hora, não sabia o que dizer.

F: Desculpa, não achei que você tava acordada e, bom, não vai acontecer de novo.

Y: Bobo, não pede desculpa, já te falei, necessidades, tem que fazer, faz bem. Não tão bem quanto uma boa transa, mas fazer o quê.

F: Você se masturba? — a pergunta saiu da alma.

Y: Eu sim, com frequência. Infelizmente, pego pouco, mas por sorte me conheço muito bem.

Por dentro, eu pensava: que vontade de ser seu amiguinho, chupar seus peitos, usar a buceta, o cu e meter a pica inteira, sua puta.

F: Ah, olha, não acredito nessa história de pegar pouco. Alguém como você deve ter todo mundo atrás.

Y: Hahaha, por que você diz isso? Você gostaria de uma mulher assim?

A pergunta dela me deixou sem resposta.

Y: Hahaha, tô brincando, não se assusta. Termina de tomar café e se troca, que a gente vai um pouco pra praia.

Fiz isso, embora arrependido de não ter respondido aquela pergunta, nem que fosse na brincadeira.

Foi mais uma tarde de praia, olhando a bunda e os peitos dela, cada vez mais evidentes.

Y: Fran, se você olha assim pras mulheres, elas vão se espantar, meu amor. Um pouco mais de delicadeza, haha.

F: Desculpa, não tem jeito de eu não passar vergonha, né?

Y: Nada disso, é um elogio, mas um cara da sua idade reparar em alguém da minha idade.

F: A verdade é que você tá muito bem pra sua idade, muitas da minha idade iam querer chegar na sua idade assim, Yani.

Y: Haha, olha só o nenezinho, puxa-saco. Cuidado com o que fala, que eu posso acreditar, hein.

F: Tô falando sério, você tá muito gostosa, dá pra ver a academia, faz efeito.

Ela, exibindo os peitos, disse:

Y: Tem coisas que... A academia não te dá isso não, essas duas são naturais.

Eu, feito um idiota, fiquei olhando pra elas, morrendo de vontade de me jogar de cabeça. E com a piroca dura, impossível disfarçar.

Ela ria e a gente continuou falando de outra coisa. A verdade é que cada vez eu ficava mais tesudo e dava vontade de falar "VOCÊ ME ENCANTA", mas enfim, só na minha cabeça que isso rolava.

Essa é minha primeira história, espero que vocês gostem. Se sim, a gente continua com o relato. Aceito críticas pra poder melhorar. Valeu e espero que curtam.

Imagem ilustrativa.

.Vacaciones con la amiga de mamá

10 comentários - Vacaciones con la amiga de mamá

primera parte que te enganche y ya imaginar que es parecida a angela white...uuuuffff ya me voy a leer la segunda parte!!jaja
Reumma +1
Excelente relato, hace mucho que no leia algo tan bien escrito aca. Te deje +10 puntos....a seguirla con el relato es re por ahi
foto real de la tia y desnudanadamas pido eso si vas a poner mas fotos
Chuan76 +1
10 puntos nene!! A seguir con la historia👍