Kathy Me Surpreende

Me formei no ensino médio aos 18 anos, fui pra faculdade naquele outono. Estudava numa faculdade comunitária na cidade vizinha, me preparando pra entrar numa instituição mais prestigiada. Meu nome é Greg. Minhas notas não eram lá essas coisas. Eu tava mais interessado nas minas do que nos estudos e tentei passar por todas as garotas da turma de formandos. Devo ter comido umas 20 na minha turma de 100. Um recorde bem bom, se me permite dizer. Nunca fiquei com nenhuma por mais de uma noite ou duas, especialmente se não iam me dar um boquete. Adorei quase todas na cama. Sempre achei que as outras era porque simplesmente não atendiam aos meus padrões. Mais tarde percebi que eu não conhecia os delas.

Eu não ia morar num dormitório. Principalmente porque era uma escola nova. Só tinha dois dormitórios e já estavam lotados na hora que eu pedi um quarto lá. Então fui atrás de um colega de quarto. Revirei todos os murais de avisos no campus durante o verão e também fui na repartição de moradia que era mantida por estudantes voluntários. Não tava tendo muita sorte até que encontrei um aviso escondido atrás de vários outros num mural da associação de alunos. Devia estar coberto há semanas. Tinha todas as abinhas de contato intactas. Isso significava que provavelmente ninguém tinha se candidatado pra morar com essa pessoa. Valia a pena tentar.

Liguei pro número no meu celular e uma mina atendeu. Ela pareceu surpresa e meio aliviada de saber de mim, porque ninguém tinha ligado, imaginei. Marquei um encontro. De qualquer forma, eu ia passar no apartamento à tarde. Cheguei na hora certa e fiquei muito feliz por ter ligado. Essa mina era uma gostosa. Tinha cabelo preto e curto. Cortado tipo chanel. Ela tinha uns 1,58m, e os peitos eram perfeitos. Ela tava usando uma regata e dava pra ver o umbigo dela. Era óbvio que ela tava sem sutiã e os peitos dela eram exatamente o que eu sempre considerei perfeitos. Eles tinham formato de cone, empurrando pra fora, e dava pra ver que ela tinha bicos grandes e grossos, do jeito que eu amo. O corpo dela era cheio, com quadril largo e uma bunda boa. Ela tava usando um jeans justo e dava pra ver as nádegas dela com a dobrinha por baixo. E as pernas dela eram curvilíneas e compridas. Dava pra imaginar elas se enrolando na minha cintura.

Eu tinha uns 1,73m, cabelo castanho e olhos marrons. Não tava em forma, mas também não tava acima do peso. Só não malho nem faço essas paradas.

Eu tinha um pau de 7 polegadas que algumas minas pareciam gostar pra caralho.

De qualquer forma, adorei o jeito da Kathy. Era esse o nome dela. E ela ficou feliz em encontrar alguém interessado em dividir o aluguel do apartamento de um quarto. Não fizemos muito caso de dividir o quarto. Isso é século 21. Além disso, nós dois nos sentíamos como adultos. Tínhamos o quarto e uma sala de estar com cozinha americana integrada. O banheiro ficava fora da sala, não no quarto. Um montão de espaço pra dois jovens.

Bom, fui morar lá na hora. As aulas começavam em uma semana e eu queria me acostumar com a escola o mais rápido possível. Eu já me virava bem, mas sempre gostei de conhecer meu território como a palma da minha mão. Aprendi isso nos Escoteiros. A Kathy já estava lá há um mês, então ela me mostrou os arredores. A gente tava virando bons amigos e fiquei na dúvida se o sexo era o nosso futuro.

Descobri que ela tinha um notebook igual ao meu e que nós dois éramos viciados nos nossos computadores. A gente ficava acordado até tarde pulando de site em site. Às vezes estávamos juntos no quarto, ou um de nós ficava na sala em uma das mesas. Sem uma rotina especial. Mas, de vez em quando, quando eu saía do quarto e ela estava na mesa, percebia umas paradas estranhas no computador dela. Porque, quando eu passava a caminho do banheiro, ela tentava esconder a tela, mas eu via que estava em sites pornô. Sempre dá pra sacar... Deus sabe que eu já tinha feito o mesmo.

Uma coisa que notei logo no primeiro dia. Ela não ia trocar de roupa comigo no mesmo cômodo, fosse no quarto ou na sala. Guardava o corpo só pra ela. Na real, nada de mais nisso, mas eu esperava que, sendo nós dois universitários, ela fosse mais de boa com esse tipo de coisa.

Uma vez que entrei no quarto depois de voltar da biblioteca umas 10 da noite. Não tava me arrastando nem nada, mas não fiz muito barulho. Entrei no quarto e descobri que a Kathy tava sem roupa nenhuma. O mais engraçado é que ela não fez nada pra esconder os peitos. Mas ela ficou super preocupada, porque cobriu a buceta com um travesseiro. E mostrou uma puta desaprovação. Pedi desculpas, claro, mas não pensei mais nisso, só que eu tava certo. Os peitos dela eram enormes. Tipo uns cones pedindo pra ser chupados.

A outra coisa estranha é que ela não parecia se importar se eu me trocava na frente dela. Ela não me olhava, mas também não fez questão de que eu parasse de trocar minha roupa íntima na frente dela de manhã. Ela dava uma olhada por cima e depois desviava o olhar. Ficava vermelha, mas não falava nada.

me desanimar de fazer isso..

Uma vez ela me pegou batendo uma na frente do computador, eu tava na sala vendo um pornô. Dessa vez era pornô trans. De algum jeito, eu sentia uma atração por isso de vez em quando. Não via nada de mais nisso. A maioria dos meus amigos do colégio já tinha visto as mesmas coisas de vez em quando. Enfim, ela ficou vermelha, mas não falou nada. Rapidão eu enfiei a rola de volta na calça e já tava no Facebook quando ela saiu do banheiro.

Uns dias depois, Kathy tava sentada vendo TV quando de repente resolveu falar.

Greg, você se importa se eu fizer uma pergunta bem pessoal?

Não, de jeito nenhum. Qual é, parceira?

Bom, isso é constrangedor. Você tava vendo porno trans na outra noite?

Sim, eu sei que foi meio estranho eu fazer isso. Desculpa se te deixei nervosa. Não vou fazer de novo.

Ai, não. Não me incomoda nem um pouco. Sei que os caras batem punheta e essas coisas. Tava curiosa sobre o que você tava vendo. Cê bate muita?

Bom, olha, Kathy, eu olho pra ele de vez em quando. Não o tempo todo. Só vim por curiosidade, acontece às vezes, acho.

Tá bom, desculpa ter te deixado sem graça. Não é nada demais, nem nada. Eu nem ligo se você fizer no quarto quando eu tô lá. Não ia me incomodar. Tenho três irmãos. Já vi caras batendo punheta antes. Não é nada demais.

Ah, Kathy, você vive me surpreendendo. Você é adulta. Não vou fazer isso de novo, mas valeu por ser uma boa amiga.

Então, de qualquer forma, umas duas semanas depois, eu tava na minha cama vendo pornô. E eu tava batendo uma quando a Kathy entrou. Eu parei, mas ela só sorriu e falou: "Vai lá, amigão, continua com a sua diversão. Já te falei que não me incomoda nem um pouco.

Então continuei batendo uma, e ela veio ver o que eu tava vendo. Passei pra porno trans.

de novo. Bom, eu gostei muito. De qualquer forma, ela olhou pra ele e depois começou a apertar os peitos dela enquanto olhava por cima do meu ombro. Não dava pra saber se ela tava vendo o pornô ou minha pica. De qualquer jeito, eu já tava ligado e joguei minha porra dentro dos lenços que tinha do lado da cama. Ela caiu na risada e depois foi pro banheiro trocar de roupa pra hora de dormir.

Mais tarde, naquela noite, enquanto eu estava quase dormindo, dava pra ouvir ela se mexendo na cama. Imaginava ela esfregando a buceta, descendo como se tivesse pegando fogo. Fiquei duro de novo e comecei a bater uma mais uma vez. Ouvi ela parar, aí escutei ela sair da cama em silêncio, ela se inclinou e disse: "Greg, posso te ajudar, por favor?" Me ajudar? Como?, pensei, mas ela me mostrou. Ela apontou pra baixo e pegou no meu pau duro com a mão. Aí ela se inclinou mais e começou a lamber a cabeça da minha rola. Ela era boa. Lambeu devagar pra cima e pra baixo dos dois lados e depois chupou minhas bolas na boca e as enrolou. Soltando elas da boca, segurou com a mão e começou a meter minha pica na boca dela, pra cima e pra baixo. Aí ela puxou com as duas mãos enquanto chupava a cabeça. Finalmente foi demais e joguei minha porra na boca doce dela. Ela bebeu tudo.

Quando ela me soltou, eu segui automaticamente e tentei sentir a buceta dela. Queria enfiar um dedo nela enquanto ela me chupava. Porra. Descobri por que ela nunca tinha se trocado na minha frente. Ela tinha um pau. Um pênis grande. Maior que o meu. Merda. E agora? Aquela tinha sido uma mamada do caralho. Eu queria mais. Não queria que essa situação acabasse. Mas um pau! Fiquei me perguntando por que continuei duro depois de gozar. Devia estar excitado. Inferno. Eu gosto de transsexuais!

Agora você já sabe, Greg. Você me odeia? Acha que sou uma aberração? Quer parar por aqui?

Ela tava chorando. Ela tava limpando meu gozo da boca dela e secando os olhos ao mesmo tempo. Porra. Ela ainda era a Kathy. Ainda era a mina por quem eu tinha criado um baita carinho.

Podemos resolver isso, Kathy. Sem problema, de verdade. Já vi um monte de trans no meu time. Talvez não na vida real. Tem milhares de trans. Ah, que inferno, vamos dormir agora e conversar sobre isso amanhã.

Fizemos assim, ou pelo menos tentamos. Tenho certeza de que ninguém dormiu muito, mas o que eu sei é que fui acordado pela Kathy fechando a porta ao sair pra aula. Cheguei atrasado, mas não poderia ligar menos pra isso agora. Eu tava num dilema. Eu gostava da Kathy e tinha amado o boquete que ela me deu ontem à noite. Foi o melhor que já tive, e olha que já tive uns quantos. Não precisa ser gênio pra sacar isso. Eu gostava. Gostei do que ela fez comigo. Tava ficando.

Naquela noite fomos jantar. Era uma sexta à noite. Ninguém tem aula amanhã. Ela estava comigo feito uma duende pequenina, uma garota adorável. Vi os olhares invejosos de alguns caras solteiros e até de alguns que estavam com as minas deles. Me senti orgulhoso por ser visto com a minha Kathy.

Quando voltamos pro apartamento, eu sabia que algo tinha mudado de vez. A diferença mais imediata foi que, quando fomos pro quarto trocar de roupa pra ficar mais confortável pra dormir, a Kathy não pareceu se importar em se trocar na minha frente. Nós dois tiramos a roupa pra vestir a de dormir. No meio do processo de ficar pelados, eu fiquei de olho nela. Fiquei de pau duro. A Kathy também. A dela era maior que a minha. E eu me perguntava se era os peitos dela ou o pau dela que tava me deixando duro. No fim das contas, eu adorava ver pornô trans. E adorava ver os paus duros que apareciam neles.

Kathy, cê se importa se eu tocar na sua pica? Quer dizer, eu sei que parece estranho. Mas você me deu um boquete ontem à noite. Só quero ver qual é a sensação. Beleza? Cê liga? Nunca vi uma mina com uma pica na vida real. Queria ver se é igual à minha. Tá bom?

Um rubor tomou conta do rosto dela e um sorriso tímido apareceu.

Não, tá de boa. Sério. Okay, toca aí, Greg. Tá suave, de verdade.

Eu tava meio hesitante. Nunca tinha tocado na pica de outro cara. Tinha tocado na Kathy na noite passada, mas foi mais uma surpresa do que um toque realmente consciente. Fui me aproximando aos poucos. A pica da Kathy tava dura. Tava ereta. Toquei na pica dela, e depois fui movendo minha mão pra cima e pra baixo. Ela cedeu na minha mão e eu quase comecei a meter nela. A minha caiu.

Parece com o meu. Só que maior. Ai Kathy, teu pau é maior que o meu.

Ela riu e então começou a me masturbar. Não sei por que isso não me surpreendeu. Mas ela continuava fazendo aquilo comigo, me surpreendendo. Eu apalpava um peito enquanto ela me masturbava. Uma expressão de êxtase passou pelo rosto dela e então ela ergueu o olhar.

A masturbação sua também, Greg. Por favor, vamos fazer isso juntos. Não vai machucar ninguém. Bate uma comigo, por favor. Nunca fiz isso antes. É tão gostoso, Greg, por favor, bate uma comigo.

Foda-se. Tava duro. Queria gozar. Por que não? Não ia machucar ninguém, ela tava certa. A Kathy tava certa. Então comecei a bater uma pro meu pau. Olhei pro pau dela e ela olhava pro meu. Nós

Sincronizamos. Punhetas, ao mesmo tempo, cada vez mais rápido e mais rápido. Ai, meu Deus, não dava pra me segurar por muito mais tempo. Ela gozou primeiro e o esperma voou quase um metro no ar. Eu gozei logo depois dela. Mas acertei ela. Meu leite caiu nos peitos dela e ela esfregou no corpo todo. Aí ela lambeu a mão. Os dois fomos pra cama felizes naquela noite.

A gente tinha um acordo incomum agora. Qualquer um de nós podia se masturbar a qualquer hora no apartamento. Não era um grande problema pra mim passar por perto dela me esfregando ou simplesmente ir até o computador, abrir um pornô e bater uma. Na verdade, às vezes ela vinha terminar de se masturbar pra depois chupar meu pau molhado de esperma. Tudo isso tá me dando umas ideias que nunca tinham me ocorrido antes. Ah, eu já tinha imaginado várias vezes como seria chupar um pau, mas só quando tava vendo pornô. Não na vida real.

Finalmente, uma noite, estávamos nós dois pelados, como sempre ficávamos no nosso quarto, e eu tava vendo um pornô de transexual quando a Kathy chegou. Ela sentou pra assistir comigo e ficou me olhando enquanto eu batia uma. Aí ela fez algo que devia ter sonhado em fazer nas últimas semanas. A rola dela tava dura igual a minha. Ela se inclinou e me beijou. Ela era uma mina gostosa pra caralho. Foi bom. Mas aí ela colocou a mão na minha nuca e enfiou o pau dela na minha boca. Falo enfiou porque, automaticamente, eu abri pra receber a rola dela. Eu devia estar querendo chupar aquela buceta de pau há um tempão.

Eu não era tão bom nisso. Foi minha primeira vez. Mas ela me guiou pra fazer o suficiente pra fazer ela gozar em uns 5 minutos. Provei sêmen pela primeira vez. Ela tinha gosto de flores. Engoli tudo e ela me beijou de novo. Acho que foi aí que eu realmente comecei a amar a Kathy.

A partir daí, a gente sempre deu uns boquetes. Às vezes até fazíamos 69. Sempre foi bom pra ela e pra mim também.

A gente teria que partir pra algo mais rápido.

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