Me formei no ensino médio aos 18 anos, fui pra faculdade no outono daquele ano. Estava num colégio comunitário na cidade vizinha, me preparando pra entrar numa instituição mais prestigiosa. Meu nome é Greg. Minhas notas não eram lá essas coisas. Eu tava mais interessado nas garotas do que na escola e tinha tentado pegar todas as minas da turma que ia se formar. Devo ter comido pelo menos 20 da minha turma de 100. Um baita recorde, se me permite dizer. Nunca fiquei com uma por mais de uma ou duas noites, especialmente se não iam me dar um boquete. Adorei quase todas na hora da foda. Sempre achei que as outras era porque simplesmente não atendiam meus padrões. Só depois percebi que eu é que não tinha atendido o padrão delas.
Eu não ia morar num dormitório. Principalmente porque era uma escola nova. Eles só tinham dois dormitórios e estavam lotados na hora que eu pedi um quarto lá. Então fui atrás de um colega de quarto. Revisei todos os quadros de avisos no campus durante o verão e também fui até a autoridade de moradia que era mantida por estudantes voluntários. Eu estava com pouca sorte até encontrar um aviso atrás de várias outras notas num quadro da associação de estudantes. Deve ter ficado coberto por semanas. Tinha todas aquelas etiquetinhas penduradas intactas. Isso significava que provavelmente ninguém tinha se candidatado para ser colega de quarto dessa pessoa. Valia a pena tentar.
Liguei para o número no meu celular e uma garota atendeu. Ela pareceu surpresa e um pouco aliviada em saber de mim, porque ninguém tinha ligado, imaginei. Marcamos um encontro. De qualquer forma, eu já ia passar pelo apartamento à tarde. Cheguei na hora certa e fiquei muito feliz por ter ligado. Essa garota era uma gostosa. Tinha cabelo preto e curto, cortado como um duende. Ela tinha uns 1,58m, e os peitos eram perfeitos. Ela usava uma camiseta cortada e dava pra ver o umbigo. Era óbvio que estava sem sutiã e seus seios eram exatamente como eu sempre considerei perfeitos. Tinham formato de cones, empinados pra fora, e dava pra ver que ela tinha mamilos grandes e carnudos como eu amo. O corpo dela era grande, com quadris largos e uma bunda boa. Ela usava um jeans rasgado e suas nádegas apareciam com a dobra embaixo delas. E suas pernas eram curvas e compridas. Dava pra imaginar elas envolvendo minha cintura.
Eu tinha uns 1,73m, cabelo castanho e olhos marrons. Não estava em boa forma, mas também não estava acima do peso. É que eu simplesmente não faço exercício nem nada desse tipo. Mas...
eu tinha um pau de 18 centímetros que algumas minas pareciam curtir pra caramba.
De qualquer forma, adorei a aparência da Kathy. Era esse o nome dela. E ela ficou feliz em encontrar alguém interessado em dividir o aluguel do apartamento de um quarto. Não demos muita importância para o fato de compartilhar um quarto. Isso é coisa do século 21. Além disso, nós dois nos sentíamos adultos. Tínhamos o quarto e uma sala de estar com cozinha americana anexa. O banheiro ficava fora da sala, não no quarto. Bastante espaço para dois jovens.
Bom, me mudei imediatamente. As aulas começariam em uma semana e eu queria me acostumar com a escola o mais rápido possível. Eu já conhecia razoavelmente bem, mas sempre gostei de dominar meu território como a palma da minha mão. Aprendi isso nos Escoteiros. Kathy já estava lá há um mês, então ela me mostrou os arredores. Estávamos nos tornando bons amigos e eu ficava com vontade de saber se o sexo seria nosso futuro.
Descobri que ela tinha um laptop assim como eu, e nós dois éramos viciados em nossos computadores. Ambos costumávamos voltar para o alojamento bem tarde, pulando de um lugar para outro. Às vezes estávamos juntos no nosso quarto, ou um de nós ficava fora na sala em uma das mesas. Sem rotina especial. Mas às vezes, quando eu saía do quarto e ela estava fora em uma mesa, eu percebia algumas coisas estranhas no computador dela porque, passando no caminho para o banheiro, ela costumava tentar esconder a tela, mas eu notava que ela estava em sites de pornografia. Dá sempre para perceber... Deus sabe que eu já estive na mesma.
Uma coisa que notei logo no primeiro dia. Ela não ia trocar de roupa comigo no mesmo cômodo, fosse no quarto ou na sala. Ela guardava o corpo dela só pra ela. Na verdade nada de estranho nisso, mas eu esperava que, sendo dois universitários, ela seria um pouco mais relaxada com esse tipo de coisa.
Uma vez que entrei no quarto depois de ter voltado da biblioteca por volta das 10 da noite. Eu não estava me arrastando nem nada, mas não fiz muito barulho. Entrei no quarto e descobri que a Kathy não estava vestindo nada. O curioso é que ela não fez nada para esconder os peitos. Mas ela estava muito preocupada porque cobriu a virilha com um travesseiro. E expressou sua enorme desaprovação. Me desculpei, claro, mas não pensei mais nada a respeito, exceto que eu estava certo. Os peitos dela eram grandes. Como cones aparecendo para serem chupados.
Outra coisa estranha é que ela não parecia se importar se eu me trocasse na frente dela. Ela não olhava diretamente, mas também não fez nada para eu não trocar minha calcinha na frente dela de manhã. Ela dava uma olhada de relance e depois desviava o olhar. Ela corava, mas não dizia nada.
me desanimar de fazer isso..
Uma vez ela me pegou batendo uma na frente do computador quando eu estava na sala de estar vendo uns pornôs. Dessa vez era pornô transsexual. De alguma forma, eu me sentia atraído por isso de vez em quando. Não via nada estranho nisso. A maioria dos meus amigos no ensino médio já tinha visto as mesmas coisas às vezes. Enfim, ela ficou toda corada, mas não falou nada. Rapidinho enfiei o pau de volta na calça e já estava no Facebook quando ela saiu do banheiro.
Alguns dias depois, Kathy estava sentada assistindo TV quando de repente ela falou.
Greg, você se importa se eu fizer uma pergunta bem pessoal?
Não, de jeito nenhum. Que foi, parceira?
Bom, isso é constrangedor. Você estava vendo pornô trans na outra noite?
Sim, eu sei que foi meio estranho eu fazer isso. Desculpa se te deixei nervosa. Não vou fazer de novo.
Ah, não. Não me incomoda nem um pouco. Sei que os caras se masturbam e essas coisas. Eu só estava curiosa sobre o que você estava vendo. Você assiste muito?
Bom, olha só, Kathy, eu assisto às vezes. Não o tempo todo. Só vim por curiosidade, acontece de vez em quando, acho.
Tá bom, desculpa te constranger. Não é grande coisa, nem nada. Nem me importo se você faz no quarto quando eu tô lá. Não me incomodaria. Tenho três irmãos. Já vi caras se masturbando antes. Não é nada demais.
Ah, Kathy, você sempre me surpreende. Você é adulta. Não vou fazer isso mais vezes, mas obrigado por ser uma boa amiga.
Então, de qualquer forma, cerca de uma semana depois, eu estava na minha cama vendo pornô. E eu estava na minha punheta quando a Kathy entrou. Eu parei, mas ela só sorriu e disse: "Vai lá, amigo, continua com sua diversão. Já te falei que não me incomoda nem um pouco.
Então continuei me masturbando, e ela veio ver o que eu estava assistindo. Passei para um pornô transsexual
de novo. Bom, eu gostei muito. De qualquer forma, ela olhou e então começou a apertar os peitos enquanto olhava por cima do meu ombro. Não dava pra saber se ela estava vendo o pornô ou meu pau. De qualquer jeito, eu já estava bem excitado e gozei dentro dos lenços que tinha ao lado da cama. Ela deu uma risada e depois foi ao banheiro se trocar para a hora de dormir.
Mais tarde, naquela noite, enquanto eu flutuava entre o sono, conseguia ouvir o rangido da cama dela. Imaginava ela esfregando a buceta, descendo como se estivesse em chamas. Fiquei duro de novo e comecei a me masturbar mais uma vez. Ouvi ela parar, então a escutei sair da cama em silêncio, e ela se inclinou e disse: "Greg, posso te ajudar, por favor?" Me ajudar? Como?, eu me perguntei, mas ela me mostrou. Apontou para baixo e me agarrou firme com a mão. Então ela se inclinou mais e começou a lamber a cabeça do meu pau. Ela era boa. Lambeu devagar para cima e para baixo em ambos os lados e depois chupou minhas bolas na boca, rodando elas por dentro. Soltando-as da boca, ela as segurou na mão e começou a meter meu pau com a boca, de cima a baixo. Então ela puxou com as duas mãos enquanto chupava a cabeça. Finalmente foi demais e jorrei minha porra na boca doce dela. Ela bebeu tudo.
Quando ela me soltou, continuei automaticamente e tentei sentir a buceta dela. Queria enfiar um dedo enquanto ela me chupava. Caralho. Aí eu descobri por que ela nunca tinha se trocado na minha frente. Ela tinha um pau. Um pênis grande. Um maior que o meu. Porra. E agora? Aquela tinha sido uma bela chupada. Eu queria mais. Não queria que aquela situação acabasse. Mas um pênis! Me perguntei por que eu tinha ficado duro depois de gozar. Devo estar muito excitado. Inferno. Eu gosto de transsexuais!
Agora você já sabe, Greg. Você me odeia? Acha que eu sou um esquisitão? Quer terminar?
Ela estava chorando. Ela estava limpando meu sêmen da boca e enxugando os olhos ao mesmo tempo. Que merda. Ela ainda era a Kathy. Ainda era a garota pela qual eu tinha criado tanto carinho.
Podemos resolver isso, Kathy. Sem problema, de verdade. Já vi um monte de transsexuais no meu time. Talvez não na vida real. Tem milhares de transsexuais. Ah, que inferno, vamos dormir agora e conversar sobre isso amanhã.
Foi assim que fizemos, ou pelo menos tentamos. Tenho certeza de que nenhum de nós dormiu muito, mas o que eu sei é que fui acordado pela Kathy fechando a porta ao sair para a aula. Cheguei atrasado, mas não poderia me importar menos naquele momento. Eu estava num dilema. Eu gostava da Kathy e tinha adorado o boquete que ela me deu na noite passada. Foi o melhor que já recebi, e eu já tinha recebido alguns. Nem precisa ser um gênio pra perceber isso. Eu gostei. Gostei do que ela fez. Eu estava ficando.
Aquela noite fomos jantar. Era uma sexta-feira à noite. Não temos aula amanhã, nenhum de nós. Ela estava comigo como uma garotinha adorável e travessa. Vi os olhares invejosos de alguns caras solteiros e até de alguns que estavam com suas namoradas. Me senti orgulhoso de ser visto com minha Kathy.
Quando voltamos para o apartamento, eu sabia que algo estava definitivamente diferente. A diferença mais imediata foi que quando fomos para o quarto para trocar por roupas mais confortáveis para dormir, Kathy não pareceu se importar em se trocar na minha frente. Nós dois tiramos nossas roupas para vestir o pijama. No processo de nos despirmos, ela me olhava. Eu fiquei de pau duro. Kathy também ficou. O dela era maior que o meu. E eu me perguntava se eram os peitos dela ou o pau que estavam me deixando excitado. Afinal, eu adorava ver pornô trans. E adorava ver os paus duros que eram usados neles.
Kathy, você se importa se eu tocar no seu pau? Quer dizer, sei que parece estranho. Mas você me chupou ontem à noite. Só quero ver como é a sensação. Tá bom? Você se importa? Nunca vi uma garota com um pau na vida real. Queria ver se é igual ao meu. Tá de acordo?
Um rubor passou pelo rosto dela e um sorriso tímido surgiu.
Não, tá tudo bem. Sério. Tá bom, toca aí, Greg. Tá de boa, de verdade.
Eu estava hesitante. Nunca tinha tocado no pênis de outro homem. A Kathy tinha me tocado na noite passada, mas aquilo tinha sido mais uma surpresa do que um toque realmente consciente. Aos poucos, me aproximei. O pau da Kathy estava ereto. Estava duro. Toquei o pau dele, e então movi minha mão para cima e para baixo. Ele cedeu à minha mão e quase comecei a foder. O meu caiu.
Parece que é meu. Só que maior. Ai Kathy, seu pau é maior que o meu.
Ela riu e então começou a me masturbar. Não sei por que isso não me surpreendeu. Mas ela continuou me fazendo isso, me surpreendendo. Eu apalpava um peito enquanto ela me masturbava. Um olhar de êxtase passou pelo rosto dela e então ela ergueu o olhar.
Sua masturbação também, Greg. Por favor, vamos fazer isso juntos. Não pode machucar ninguém. Se masturbe comigo, por favor. Nunca fiz isso antes. É tão bom, Greg, por favor, se masturbe comigo.
Vai se foder. Eu tava durão. Queria gozar. Por que não? Não ia machucar ninguém, ela tinha razão. A Kathy tinha razão. Então comecei a bater uma pro meu pau. Eu olhava pro pau dela e ela olhava pro meu. A gente...
sincronizamos. Punhetas, ao mesmo tempo, e cada vez mais rápido e mais rápido. Ai, Deus, eu não conseguia me segurar por muito mais tempo. Ele gozou primeiro e jorrou quase um metro no ar. Eu jorrei logo depois dela. Mas eu acertei ela. Meu sêmen caiu nos peitos dela e ela esfregou no corpo. Então ela lambeu a mão. Nós dois fomos para a cama felizes naquela noite.
A gente tinha um acordo incomum agora. Qualquer um de nós podia se masturbar a qualquer momento no apartamento. Não era grande coisa pra mim passar por ela se esfregando ou simplesmente ir até o computador, pegar um pornô e me masturbar. Na verdade, às vezes ela vinha terminar de me masturbar pra depois chupar meu pau todo melado de porra. Tudo isso tá me dando ideias que na verdade nunca tinham passado pela minha cabeça antes. Ah, eu já tinha imaginado muitas vezes como seria chupar um pau, mas só quando tava vendo pornô. Não na vida real.
Finalmente, uma noite estávamos os dois pelados, como costumávamos ficar no nosso quarto, e eu estava vendo um pornô transsexual e a Kathy se aproximou. Ela ficou assistindo comigo e olhava para o meu pau enquanto eu me masturbava. Então ela fez algo que devia ter sonhado várias vezes nas últimas semanas. O pau dela estava tão duro quanto o meu. Ela se inclinou e me beijou. Era uma garota linda. Foi bom. Mas aí ela colocou a mão na parte de trás da minha cabeça e enfiou o pau dela na minha boca. Digo enfiou, porque acabou acontecendo automaticamente, eu abri a boca para receber o pau dela. Devo ter querido sentir ela bem fundo já fazia algum tempo.
Eu não era tão bom nisso. Foi a minha primeira vez. Mas ela me guiou para fazer bem o suficiente para fazer ela gozar em uns 5 minutos. Provei sêmen pela primeira vez. Ela tinha gosto de flores. Engoli tudo e ela me beijou de novo. Acho que foi aí que eu realmente comecei a amar a Kathy.
A partir daí, a gente começou a dar uns boquetes com frequência. Às vezes a gente até fazia 69. Sempre foi bom pra ela e pra mim também.
Teríamos que partir para algo mais logo.
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Eu não ia morar num dormitório. Principalmente porque era uma escola nova. Eles só tinham dois dormitórios e estavam lotados na hora que eu pedi um quarto lá. Então fui atrás de um colega de quarto. Revisei todos os quadros de avisos no campus durante o verão e também fui até a autoridade de moradia que era mantida por estudantes voluntários. Eu estava com pouca sorte até encontrar um aviso atrás de várias outras notas num quadro da associação de estudantes. Deve ter ficado coberto por semanas. Tinha todas aquelas etiquetinhas penduradas intactas. Isso significava que provavelmente ninguém tinha se candidatado para ser colega de quarto dessa pessoa. Valia a pena tentar.
Liguei para o número no meu celular e uma garota atendeu. Ela pareceu surpresa e um pouco aliviada em saber de mim, porque ninguém tinha ligado, imaginei. Marcamos um encontro. De qualquer forma, eu já ia passar pelo apartamento à tarde. Cheguei na hora certa e fiquei muito feliz por ter ligado. Essa garota era uma gostosa. Tinha cabelo preto e curto, cortado como um duende. Ela tinha uns 1,58m, e os peitos eram perfeitos. Ela usava uma camiseta cortada e dava pra ver o umbigo. Era óbvio que estava sem sutiã e seus seios eram exatamente como eu sempre considerei perfeitos. Tinham formato de cones, empinados pra fora, e dava pra ver que ela tinha mamilos grandes e carnudos como eu amo. O corpo dela era grande, com quadris largos e uma bunda boa. Ela usava um jeans rasgado e suas nádegas apareciam com a dobra embaixo delas. E suas pernas eram curvas e compridas. Dava pra imaginar elas envolvendo minha cintura.
Eu tinha uns 1,73m, cabelo castanho e olhos marrons. Não estava em boa forma, mas também não estava acima do peso. É que eu simplesmente não faço exercício nem nada desse tipo. Mas...
eu tinha um pau de 18 centímetros que algumas minas pareciam curtir pra caramba.
De qualquer forma, adorei a aparência da Kathy. Era esse o nome dela. E ela ficou feliz em encontrar alguém interessado em dividir o aluguel do apartamento de um quarto. Não demos muita importância para o fato de compartilhar um quarto. Isso é coisa do século 21. Além disso, nós dois nos sentíamos adultos. Tínhamos o quarto e uma sala de estar com cozinha americana anexa. O banheiro ficava fora da sala, não no quarto. Bastante espaço para dois jovens.
Bom, me mudei imediatamente. As aulas começariam em uma semana e eu queria me acostumar com a escola o mais rápido possível. Eu já conhecia razoavelmente bem, mas sempre gostei de dominar meu território como a palma da minha mão. Aprendi isso nos Escoteiros. Kathy já estava lá há um mês, então ela me mostrou os arredores. Estávamos nos tornando bons amigos e eu ficava com vontade de saber se o sexo seria nosso futuro.
Descobri que ela tinha um laptop assim como eu, e nós dois éramos viciados em nossos computadores. Ambos costumávamos voltar para o alojamento bem tarde, pulando de um lugar para outro. Às vezes estávamos juntos no nosso quarto, ou um de nós ficava fora na sala em uma das mesas. Sem rotina especial. Mas às vezes, quando eu saía do quarto e ela estava fora em uma mesa, eu percebia algumas coisas estranhas no computador dela porque, passando no caminho para o banheiro, ela costumava tentar esconder a tela, mas eu notava que ela estava em sites de pornografia. Dá sempre para perceber... Deus sabe que eu já estive na mesma.
Uma coisa que notei logo no primeiro dia. Ela não ia trocar de roupa comigo no mesmo cômodo, fosse no quarto ou na sala. Ela guardava o corpo dela só pra ela. Na verdade nada de estranho nisso, mas eu esperava que, sendo dois universitários, ela seria um pouco mais relaxada com esse tipo de coisa.
Uma vez que entrei no quarto depois de ter voltado da biblioteca por volta das 10 da noite. Eu não estava me arrastando nem nada, mas não fiz muito barulho. Entrei no quarto e descobri que a Kathy não estava vestindo nada. O curioso é que ela não fez nada para esconder os peitos. Mas ela estava muito preocupada porque cobriu a virilha com um travesseiro. E expressou sua enorme desaprovação. Me desculpei, claro, mas não pensei mais nada a respeito, exceto que eu estava certo. Os peitos dela eram grandes. Como cones aparecendo para serem chupados.
Outra coisa estranha é que ela não parecia se importar se eu me trocasse na frente dela. Ela não olhava diretamente, mas também não fez nada para eu não trocar minha calcinha na frente dela de manhã. Ela dava uma olhada de relance e depois desviava o olhar. Ela corava, mas não dizia nada.
me desanimar de fazer isso..
Uma vez ela me pegou batendo uma na frente do computador quando eu estava na sala de estar vendo uns pornôs. Dessa vez era pornô transsexual. De alguma forma, eu me sentia atraído por isso de vez em quando. Não via nada estranho nisso. A maioria dos meus amigos no ensino médio já tinha visto as mesmas coisas às vezes. Enfim, ela ficou toda corada, mas não falou nada. Rapidinho enfiei o pau de volta na calça e já estava no Facebook quando ela saiu do banheiro.
Alguns dias depois, Kathy estava sentada assistindo TV quando de repente ela falou.
Greg, você se importa se eu fizer uma pergunta bem pessoal?
Não, de jeito nenhum. Que foi, parceira?
Bom, isso é constrangedor. Você estava vendo pornô trans na outra noite?
Sim, eu sei que foi meio estranho eu fazer isso. Desculpa se te deixei nervosa. Não vou fazer de novo.
Ah, não. Não me incomoda nem um pouco. Sei que os caras se masturbam e essas coisas. Eu só estava curiosa sobre o que você estava vendo. Você assiste muito?
Bom, olha só, Kathy, eu assisto às vezes. Não o tempo todo. Só vim por curiosidade, acontece de vez em quando, acho.
Tá bom, desculpa te constranger. Não é grande coisa, nem nada. Nem me importo se você faz no quarto quando eu tô lá. Não me incomodaria. Tenho três irmãos. Já vi caras se masturbando antes. Não é nada demais.
Ah, Kathy, você sempre me surpreende. Você é adulta. Não vou fazer isso mais vezes, mas obrigado por ser uma boa amiga.
Então, de qualquer forma, cerca de uma semana depois, eu estava na minha cama vendo pornô. E eu estava na minha punheta quando a Kathy entrou. Eu parei, mas ela só sorriu e disse: "Vai lá, amigo, continua com sua diversão. Já te falei que não me incomoda nem um pouco.
Então continuei me masturbando, e ela veio ver o que eu estava assistindo. Passei para um pornô transsexual
de novo. Bom, eu gostei muito. De qualquer forma, ela olhou e então começou a apertar os peitos enquanto olhava por cima do meu ombro. Não dava pra saber se ela estava vendo o pornô ou meu pau. De qualquer jeito, eu já estava bem excitado e gozei dentro dos lenços que tinha ao lado da cama. Ela deu uma risada e depois foi ao banheiro se trocar para a hora de dormir.
Mais tarde, naquela noite, enquanto eu flutuava entre o sono, conseguia ouvir o rangido da cama dela. Imaginava ela esfregando a buceta, descendo como se estivesse em chamas. Fiquei duro de novo e comecei a me masturbar mais uma vez. Ouvi ela parar, então a escutei sair da cama em silêncio, e ela se inclinou e disse: "Greg, posso te ajudar, por favor?" Me ajudar? Como?, eu me perguntei, mas ela me mostrou. Apontou para baixo e me agarrou firme com a mão. Então ela se inclinou mais e começou a lamber a cabeça do meu pau. Ela era boa. Lambeu devagar para cima e para baixo em ambos os lados e depois chupou minhas bolas na boca, rodando elas por dentro. Soltando-as da boca, ela as segurou na mão e começou a meter meu pau com a boca, de cima a baixo. Então ela puxou com as duas mãos enquanto chupava a cabeça. Finalmente foi demais e jorrei minha porra na boca doce dela. Ela bebeu tudo.
Quando ela me soltou, continuei automaticamente e tentei sentir a buceta dela. Queria enfiar um dedo enquanto ela me chupava. Caralho. Aí eu descobri por que ela nunca tinha se trocado na minha frente. Ela tinha um pau. Um pênis grande. Um maior que o meu. Porra. E agora? Aquela tinha sido uma bela chupada. Eu queria mais. Não queria que aquela situação acabasse. Mas um pênis! Me perguntei por que eu tinha ficado duro depois de gozar. Devo estar muito excitado. Inferno. Eu gosto de transsexuais!
Agora você já sabe, Greg. Você me odeia? Acha que eu sou um esquisitão? Quer terminar?
Ela estava chorando. Ela estava limpando meu sêmen da boca e enxugando os olhos ao mesmo tempo. Que merda. Ela ainda era a Kathy. Ainda era a garota pela qual eu tinha criado tanto carinho.
Podemos resolver isso, Kathy. Sem problema, de verdade. Já vi um monte de transsexuais no meu time. Talvez não na vida real. Tem milhares de transsexuais. Ah, que inferno, vamos dormir agora e conversar sobre isso amanhã.
Foi assim que fizemos, ou pelo menos tentamos. Tenho certeza de que nenhum de nós dormiu muito, mas o que eu sei é que fui acordado pela Kathy fechando a porta ao sair para a aula. Cheguei atrasado, mas não poderia me importar menos naquele momento. Eu estava num dilema. Eu gostava da Kathy e tinha adorado o boquete que ela me deu na noite passada. Foi o melhor que já recebi, e eu já tinha recebido alguns. Nem precisa ser um gênio pra perceber isso. Eu gostei. Gostei do que ela fez. Eu estava ficando.
Aquela noite fomos jantar. Era uma sexta-feira à noite. Não temos aula amanhã, nenhum de nós. Ela estava comigo como uma garotinha adorável e travessa. Vi os olhares invejosos de alguns caras solteiros e até de alguns que estavam com suas namoradas. Me senti orgulhoso de ser visto com minha Kathy.
Quando voltamos para o apartamento, eu sabia que algo estava definitivamente diferente. A diferença mais imediata foi que quando fomos para o quarto para trocar por roupas mais confortáveis para dormir, Kathy não pareceu se importar em se trocar na minha frente. Nós dois tiramos nossas roupas para vestir o pijama. No processo de nos despirmos, ela me olhava. Eu fiquei de pau duro. Kathy também ficou. O dela era maior que o meu. E eu me perguntava se eram os peitos dela ou o pau que estavam me deixando excitado. Afinal, eu adorava ver pornô trans. E adorava ver os paus duros que eram usados neles.
Kathy, você se importa se eu tocar no seu pau? Quer dizer, sei que parece estranho. Mas você me chupou ontem à noite. Só quero ver como é a sensação. Tá bom? Você se importa? Nunca vi uma garota com um pau na vida real. Queria ver se é igual ao meu. Tá de acordo?
Um rubor passou pelo rosto dela e um sorriso tímido surgiu.
Não, tá tudo bem. Sério. Tá bom, toca aí, Greg. Tá de boa, de verdade.
Eu estava hesitante. Nunca tinha tocado no pênis de outro homem. A Kathy tinha me tocado na noite passada, mas aquilo tinha sido mais uma surpresa do que um toque realmente consciente. Aos poucos, me aproximei. O pau da Kathy estava ereto. Estava duro. Toquei o pau dele, e então movi minha mão para cima e para baixo. Ele cedeu à minha mão e quase comecei a foder. O meu caiu.
Parece que é meu. Só que maior. Ai Kathy, seu pau é maior que o meu.
Ela riu e então começou a me masturbar. Não sei por que isso não me surpreendeu. Mas ela continuou me fazendo isso, me surpreendendo. Eu apalpava um peito enquanto ela me masturbava. Um olhar de êxtase passou pelo rosto dela e então ela ergueu o olhar.
Sua masturbação também, Greg. Por favor, vamos fazer isso juntos. Não pode machucar ninguém. Se masturbe comigo, por favor. Nunca fiz isso antes. É tão bom, Greg, por favor, se masturbe comigo.
Vai se foder. Eu tava durão. Queria gozar. Por que não? Não ia machucar ninguém, ela tinha razão. A Kathy tinha razão. Então comecei a bater uma pro meu pau. Eu olhava pro pau dela e ela olhava pro meu. A gente...
sincronizamos. Punhetas, ao mesmo tempo, e cada vez mais rápido e mais rápido. Ai, Deus, eu não conseguia me segurar por muito mais tempo. Ele gozou primeiro e jorrou quase um metro no ar. Eu jorrei logo depois dela. Mas eu acertei ela. Meu sêmen caiu nos peitos dela e ela esfregou no corpo. Então ela lambeu a mão. Nós dois fomos para a cama felizes naquela noite.
A gente tinha um acordo incomum agora. Qualquer um de nós podia se masturbar a qualquer momento no apartamento. Não era grande coisa pra mim passar por ela se esfregando ou simplesmente ir até o computador, pegar um pornô e me masturbar. Na verdade, às vezes ela vinha terminar de me masturbar pra depois chupar meu pau todo melado de porra. Tudo isso tá me dando ideias que na verdade nunca tinham passado pela minha cabeça antes. Ah, eu já tinha imaginado muitas vezes como seria chupar um pau, mas só quando tava vendo pornô. Não na vida real.
Finalmente, uma noite estávamos os dois pelados, como costumávamos ficar no nosso quarto, e eu estava vendo um pornô transsexual e a Kathy se aproximou. Ela ficou assistindo comigo e olhava para o meu pau enquanto eu me masturbava. Então ela fez algo que devia ter sonhado várias vezes nas últimas semanas. O pau dela estava tão duro quanto o meu. Ela se inclinou e me beijou. Era uma garota linda. Foi bom. Mas aí ela colocou a mão na parte de trás da minha cabeça e enfiou o pau dela na minha boca. Digo enfiou, porque acabou acontecendo automaticamente, eu abri a boca para receber o pau dela. Devo ter querido sentir ela bem fundo já fazia algum tempo.
Eu não era tão bom nisso. Foi a minha primeira vez. Mas ela me guiou para fazer bem o suficiente para fazer ela gozar em uns 5 minutos. Provei sêmen pela primeira vez. Ela tinha gosto de flores. Engoli tudo e ela me beijou de novo. Acho que foi aí que eu realmente comecei a amar a Kathy.
A partir daí, a gente começou a dar uns boquetes com frequência. Às vezes a gente até fazia 69. Sempre foi bom pra ela e pra mim também.
Teríamos que partir para algo mais logo.
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1 comentários - Kathy Me Sorprende