essa é a história do Guille
um amigo que vive o sexo
do jeito que mais lhe agrada
Espero que vocês gostem e que isso deixe vocês com tesão.
Essa é só a primeira parte.
Desde moleque eu já ficava intrigado com sexo. Uma tarde vendo Batman, me apaixonei pela Mulher-Gato. Pra mim era muito excitante ver ela tão gostosa e desafiadora, sabendo que sempre perdia na luta contra o Batman, mas parecia curtir aquilo. Me dava um tesão danado esse sentimento de gozar perdendo. Imaginava como devia ser gostoso e no dia seguinte comentei com meus amigos. Foi a estreia da minha bunda. Me fizeram de tiny ass como se eu fosse ela. Foram minhas primeiras seis picas. Me colocaram de quatro e enquanto um deles metia a pica no meu cu, eu tinha que chupar a pica do próximo. "Perdeu, putinha. Hoje à tarde a gente te come todo. Você vai ser nossa nenenzinha." E olha se eu fui. Ali descobri como eu adorava perder. Adorava ser o perdedor que sempre acabava com o cu arrombado. No dia seguinte de manhã, encontrei eles de novo. Me fizeram ajoelhar e um por um foi me dando a pica pra eu chupar como se fosse um pirulito, até que um deles não aguentou e mijou na minha boca. Foi tão grande a mijada que não consegui evitar de engolir bastante mijo, embora grande parte tenha escorrido pela boca, sujando minha cara toda. Foi tenso pra caralho, mas não curti. E como bom viado que eu era, comecei a chorar pela humilhação. Depois vieram os carinhos e os pedidos de desculpa, que terminaram numa grande surra no meu cu. De novo, seis picas deixaram ele mais aberto e ardendo. Eram as consequências de perder, como na guerra, como eles diziam. E eu adorava cada vez mais jogar esse jogo. Ao meio-dia em casa, mal conseguia sentar pra comer. Tinham me comido muito mais forte naquela manhã. De tarde me chamaram pra andar de bicicleta e quando chegamos num terreno baldio, começaram a brincar comigo de novo. Mas como tinha vindo um menino a mais, fiquei meio envergonhado. No final, terminei de novo de quatro, mas dessa vez eram sete picas que iam entrar no meu cu dolorido pela surra da manhã. Pedi pra irem devagar porque ainda doía, e todos riram. Um por um foram me comendo e humilhando de todas as formas. maneiras que eles inventavam, não adiantou nada eu implorar pra não baterem tão forte, eles faziam pior e ainda zoavam, todos mijaram dentro do meu cu e o garoto novo foi o pior, por ser mais velho a pica dele era grande mesmo e apesar de já ter o cu aberto, cada milímetro da pica dele fazia eu chorar de dor enquanto chupava uma pica como de costume e ouvia eles zuando de mim, no final tive que engolir mijo mais uma vez, mas dessa vez foi tudo pra dentro do meu estômago deixando um gosto salgado na minha boca, dessa vez não chorei por isso, mas sim pelas picaças que meu cuzinho levava até que finalmente veio a última estocada que me fez cair na areia com o garoto em cima que não parava de gritar o triunfo dele enquanto eu sofria a vara dele sentindo como pulsava dentro do meu cu e a cada pulsação levava um chicote fervendo de porra, de repente ele me virou e fiquei sentado em cima dele, começou a me comer daquele jeito me segurando pela cintura enquanto eu implorava pra parar e os outros olhavam como ele me empalava de novo rindo e zoando de como dessa vez eu tava perdendo de verdade e de como meu cu ia ficar, mais uma vez ouvi o grito triunfante de macho no cio dele e de novo os jatos de leite batendo no meu cu enquanto eu já não conseguia segurar nem as lágrimas que caíam no meu rosto, terminei deitado de barriga pra baixo na areia, exausto de tantas picas que levei, mas não acabou ali, um por um me comeram de novo e embora não fosse igual ao do garoto mais velho, foi mais humilhação porque eu não tinha forças pra recusar ser comido, como já tava tarde depois disso voltamos pro bairro, essa noite dormir foi difícil, meu cu doía pra caralho mas apesar de ter sofrido cada pica que meteram em mim lembrando como me dominaram, não parava de bater punheta, só pensava em como iam me comer de manhã mais uma vez e mais me excitava, sentia que não conseguia recusar as picas deles, me sentia muito bem perdendo como na guerra como eles diziam, assim Foi que de manhã cedo fui buscar eles no terreno baldio onde a gente se encontrava, parecia que tavam cansados de me comer porque nenhum deles insinuou nada e eu realmente queria ser comido, desejava aquilo mais do que nunca e como eles só falavam de futebol, acabei pedindo pra me comerem fazendo gestos de menininha, isso me custou muito caro. Um deles foi buscar os primos enquanto outro me comia contra uma árvore, quando voltou não tive escolha a não ser entregar meu cu pra aqueles dois primos do meu amigo e foi a pior coisa, uns paus enormes rasgavam completamente meu ânus e eu sofri cada centímetro deles, nessa manhã estreiei engolindo porra, foi foda. Não voltei pra casa, fui direto pra casa do meu amigo e os primos dele me usaram o dia inteiro do jeito que quiseram já que os pais não estavam. Fiquei exausto de tantas picas que tinha recebido, saímos pro quintal e ficamos conversando e tomando uma cerveja, eu sentava de ladinho porque meu cu doía pra caralho, sentia ele muito aberto e não parava de arder. Ficamos um tempão conversando, eles me perguntavam se eu gostava de ser comido e eu respondia que adorava mas não queria ser viado. Tanto falamos do que a gente tinha feito que todos nós esquentamos de novo, pensei que iam me comer de novo mas não foi assim, pelo contrário, falaram que tavam cansados. Aí terminei de joelhos chupando a pica de cada um deles até sentir algo estranho nas minhas costas, tentei levantar mas o cara que eu tava mamando me segurou pela cabeça enfiando até passar da garganta, senti algo muito quente no meu cu, tava fervendo de verdade e de repente pum entrou na minha bunda e começou a cavalgar. Aí me soltaram e começaram a rir os três, eu não sabia quem tava me comendo até perceber que era o cachorro do meu amigo. Supliquei pra tirarem ele de cima de mim enquanto o cachorro me comia que nem uma fera, minhas lágrimas pulavam dos meus olhos sem parar até que de repente ele parou. Senti a pica dele inchar dentro do meu cu e segundos depois vieram os jatos de porra que ardiam. Nos meus intestinos, foi uma desgraça. O pior foi quando o cachorro tentou sair do meu cu — o pau dele tinha aumentado pra caralho e não saía, tinha ficado preso em mim. Os três só riam e zoavam de mim, e me deram as picas deles pra eu chupar. Mesmo sem querer, chupei pensando que, se não fizesse, não iam me ajudar a tirar o cachorro de cima. Assim, tive que engolir a vara dos três, mesmo depois que o cachorro já tinha descido das minhas costas. Senti a porra do cachorro escorrendo do meu cu já todo arrebentado. Sabia que naquela noite ia sofrer pra caralho na minha cama. Consegui me sentar, e foi aí que um deles mandou eu limpar a gozada do cachorro, porque os pais iam ver e iam ficar putos da vida. Pedi um pano, e eles falaram: "Com a língua, viado. Limpa com a língua, queremos ver você engolir a porra do cachorro." Me recusei o máximo que pude, mas no final acabei fazendo. Depois disso, me lavei do jeito que deu e fui pra casa. No outro dia, já estava na casa da minha tia. Depois disso, nunca mais vi eles, embora meu primo tenha substituído eles umas vezes na casa dele, arrebentando meu cu também. Só na primeira noite, já que dormimos juntos e, mesmo com meu cu já bem aberto, o dele doía pra caralho e tive que morder o travesseiro pra não acordar meus tios. Foi uma vez só que ele me encheu de porra, e não sei por que fiquei com vontade de mais. Procurei ele de novo sem falar nada, e ele me ignorou.
primo, tô cansado, primo. Amanhã te fodo de novo se quiser.
Vaiiiii, uma rapidinha e mais devagar, por favoooor
primo, não seu puto de merda, chupa aqui se quiser, mas quero dormir, amanhã te fodo bem gostoso.
Não me restou outra opção a não ser me contentar em chupar a pica dele. Tava muito tesuda mesmo. Ele tinha sido suave no começo, tinha acariciado minhas costas e minha bunda, pra depois encostar a vara grande dele no meio da minha bunda. E depois disso, quando ele enfiou, se transformou numa fera que me fez sofrer cada metida, como um bom viado tem que sofrer, segundo ele. Chupei a pica dele até ele ficar duro de novo. Aí ele pegou na minha cabeça e começou um vai e vem infernal. O pau dele entrava até as bolas na minha boca e saía. Eu engasgava até ele enfiar tudo e me obrigou a engolir tudo que saiu daquela pica enorme dele. Apaguei do lado dele, arrebentado e satisfeito. No outro dia, a gente tomou café da manhã como se nada tivesse acontecido. A manhã passou tranquila e depois do meio-dia a gente saiu junto. Meu primo me levou pra dar uma volta. A gente encontrou uns amigos dele, e ele me apresentou pra todos eles, que eram quatro. A gente andou por um campinho e depois de um tempo sentamos. Meu primo sentou do meu lado e começaram as piadas do Jaiminho. Naquele momento, percebi o que ele queria e fiquei com um pouco de tesão, embora tivesse um certo medo, porque eram todos quase da mesma idade e com certeza, ao entregar minha bunda pequena, eu sofreria muito com cada pica. Mas como eu já disse antes, eu curtia muito perder. Então, entrei na onda e, à medida que ficava com mais tesão, o medo foi embora de vez. Na verdade, eu queria que me arrebentassem. Imaginava como iam me humilhar e que eu ia perder pior do que na guerra. Chegou a um ponto que o tesão era tanto que eu comecei sozinho a me entregar, festejando as piadas e acrescentando como a vítima do Jaiminho se divertia. Não demorou pro meu primo começar a me apalpar, e aí ele contou como na noite anterior ele tinha me comido. Na hora, todos me mostraram as picas. Eu fiquei muito surpreso e dizia que não tava a fim de fazer nada. Eles foram se aproximando devagar, enquanto por dentro eu morria de vontade daquelas picas grandes. Um deles colocou a pica na minha cara e me disse: "VAI, promíscuo, ABRE A BOCA QUE VOCÊ TÁ MORRENDO DE VONTADE DE CHUPAR ELA". Não Terminei de dizer isso já com duas picas na minha boca, não abaixei o short, ela abriu minhas nádegas e chupou minha bunda enquanto eu me afogava com as picas, senti uma pica entrando no meu cu, aí soube que tinham me enfiado, de uma só vez meteu tudo pra dentro e não consegui segurar o grito de dor que fez eles rirem ainda mais de mim, um por um foram me comendo enquanto eu continuava chupando picas mesmo sem querer, depois disso tive que limpar a rola de todos eles e quando cansaram de me comer e me humilhar deixaram eu me levantar, riam do jeito que eu andava, achavam graça me ver andar com as pernas bem abertas, realmente não ia conseguir sentar sem sentir dor no meu cu que estava bem aberto, tão aberto que sentia o ar entrando lá dentro, à noite depois do jantar fomos dormir, meu primo me fez colocar uma calcinha da minha tia e de novo me submeteu me deixando totalmente destruído, assim passou a semana que fiquei com meus tios, as tardes eu era o putinho do bairro que todo mundo comia, de volta pra casa apaguei tudo que passou da minha mente, falei pra mim mesmo que nunca mais entregaria minha bunda pequena pra ninguém, tinha sido uma experiência gostosa, depois de anos só batendo punheta todo dia comecei a sair com uma garota, aquela fase de viado submisso tinha ficado no esquecimento, com essa garota logo viramos namorados e foi aí que renasceu aquela mulher que eu carregava dentro de mim e estava contida.
um amigo que vive o sexo
do jeito que mais lhe agrada
Espero que vocês gostem e que isso deixe vocês com tesão.
Essa é só a primeira parte.
Desde moleque eu já ficava intrigado com sexo. Uma tarde vendo Batman, me apaixonei pela Mulher-Gato. Pra mim era muito excitante ver ela tão gostosa e desafiadora, sabendo que sempre perdia na luta contra o Batman, mas parecia curtir aquilo. Me dava um tesão danado esse sentimento de gozar perdendo. Imaginava como devia ser gostoso e no dia seguinte comentei com meus amigos. Foi a estreia da minha bunda. Me fizeram de tiny ass como se eu fosse ela. Foram minhas primeiras seis picas. Me colocaram de quatro e enquanto um deles metia a pica no meu cu, eu tinha que chupar a pica do próximo. "Perdeu, putinha. Hoje à tarde a gente te come todo. Você vai ser nossa nenenzinha." E olha se eu fui. Ali descobri como eu adorava perder. Adorava ser o perdedor que sempre acabava com o cu arrombado. No dia seguinte de manhã, encontrei eles de novo. Me fizeram ajoelhar e um por um foi me dando a pica pra eu chupar como se fosse um pirulito, até que um deles não aguentou e mijou na minha boca. Foi tão grande a mijada que não consegui evitar de engolir bastante mijo, embora grande parte tenha escorrido pela boca, sujando minha cara toda. Foi tenso pra caralho, mas não curti. E como bom viado que eu era, comecei a chorar pela humilhação. Depois vieram os carinhos e os pedidos de desculpa, que terminaram numa grande surra no meu cu. De novo, seis picas deixaram ele mais aberto e ardendo. Eram as consequências de perder, como na guerra, como eles diziam. E eu adorava cada vez mais jogar esse jogo. Ao meio-dia em casa, mal conseguia sentar pra comer. Tinham me comido muito mais forte naquela manhã. De tarde me chamaram pra andar de bicicleta e quando chegamos num terreno baldio, começaram a brincar comigo de novo. Mas como tinha vindo um menino a mais, fiquei meio envergonhado. No final, terminei de novo de quatro, mas dessa vez eram sete picas que iam entrar no meu cu dolorido pela surra da manhã. Pedi pra irem devagar porque ainda doía, e todos riram. Um por um foram me comendo e humilhando de todas as formas. maneiras que eles inventavam, não adiantou nada eu implorar pra não baterem tão forte, eles faziam pior e ainda zoavam, todos mijaram dentro do meu cu e o garoto novo foi o pior, por ser mais velho a pica dele era grande mesmo e apesar de já ter o cu aberto, cada milímetro da pica dele fazia eu chorar de dor enquanto chupava uma pica como de costume e ouvia eles zuando de mim, no final tive que engolir mijo mais uma vez, mas dessa vez foi tudo pra dentro do meu estômago deixando um gosto salgado na minha boca, dessa vez não chorei por isso, mas sim pelas picaças que meu cuzinho levava até que finalmente veio a última estocada que me fez cair na areia com o garoto em cima que não parava de gritar o triunfo dele enquanto eu sofria a vara dele sentindo como pulsava dentro do meu cu e a cada pulsação levava um chicote fervendo de porra, de repente ele me virou e fiquei sentado em cima dele, começou a me comer daquele jeito me segurando pela cintura enquanto eu implorava pra parar e os outros olhavam como ele me empalava de novo rindo e zoando de como dessa vez eu tava perdendo de verdade e de como meu cu ia ficar, mais uma vez ouvi o grito triunfante de macho no cio dele e de novo os jatos de leite batendo no meu cu enquanto eu já não conseguia segurar nem as lágrimas que caíam no meu rosto, terminei deitado de barriga pra baixo na areia, exausto de tantas picas que levei, mas não acabou ali, um por um me comeram de novo e embora não fosse igual ao do garoto mais velho, foi mais humilhação porque eu não tinha forças pra recusar ser comido, como já tava tarde depois disso voltamos pro bairro, essa noite dormir foi difícil, meu cu doía pra caralho mas apesar de ter sofrido cada pica que meteram em mim lembrando como me dominaram, não parava de bater punheta, só pensava em como iam me comer de manhã mais uma vez e mais me excitava, sentia que não conseguia recusar as picas deles, me sentia muito bem perdendo como na guerra como eles diziam, assim Foi que de manhã cedo fui buscar eles no terreno baldio onde a gente se encontrava, parecia que tavam cansados de me comer porque nenhum deles insinuou nada e eu realmente queria ser comido, desejava aquilo mais do que nunca e como eles só falavam de futebol, acabei pedindo pra me comerem fazendo gestos de menininha, isso me custou muito caro. Um deles foi buscar os primos enquanto outro me comia contra uma árvore, quando voltou não tive escolha a não ser entregar meu cu pra aqueles dois primos do meu amigo e foi a pior coisa, uns paus enormes rasgavam completamente meu ânus e eu sofri cada centímetro deles, nessa manhã estreiei engolindo porra, foi foda. Não voltei pra casa, fui direto pra casa do meu amigo e os primos dele me usaram o dia inteiro do jeito que quiseram já que os pais não estavam. Fiquei exausto de tantas picas que tinha recebido, saímos pro quintal e ficamos conversando e tomando uma cerveja, eu sentava de ladinho porque meu cu doía pra caralho, sentia ele muito aberto e não parava de arder. Ficamos um tempão conversando, eles me perguntavam se eu gostava de ser comido e eu respondia que adorava mas não queria ser viado. Tanto falamos do que a gente tinha feito que todos nós esquentamos de novo, pensei que iam me comer de novo mas não foi assim, pelo contrário, falaram que tavam cansados. Aí terminei de joelhos chupando a pica de cada um deles até sentir algo estranho nas minhas costas, tentei levantar mas o cara que eu tava mamando me segurou pela cabeça enfiando até passar da garganta, senti algo muito quente no meu cu, tava fervendo de verdade e de repente pum entrou na minha bunda e começou a cavalgar. Aí me soltaram e começaram a rir os três, eu não sabia quem tava me comendo até perceber que era o cachorro do meu amigo. Supliquei pra tirarem ele de cima de mim enquanto o cachorro me comia que nem uma fera, minhas lágrimas pulavam dos meus olhos sem parar até que de repente ele parou. Senti a pica dele inchar dentro do meu cu e segundos depois vieram os jatos de porra que ardiam. Nos meus intestinos, foi uma desgraça. O pior foi quando o cachorro tentou sair do meu cu — o pau dele tinha aumentado pra caralho e não saía, tinha ficado preso em mim. Os três só riam e zoavam de mim, e me deram as picas deles pra eu chupar. Mesmo sem querer, chupei pensando que, se não fizesse, não iam me ajudar a tirar o cachorro de cima. Assim, tive que engolir a vara dos três, mesmo depois que o cachorro já tinha descido das minhas costas. Senti a porra do cachorro escorrendo do meu cu já todo arrebentado. Sabia que naquela noite ia sofrer pra caralho na minha cama. Consegui me sentar, e foi aí que um deles mandou eu limpar a gozada do cachorro, porque os pais iam ver e iam ficar putos da vida. Pedi um pano, e eles falaram: "Com a língua, viado. Limpa com a língua, queremos ver você engolir a porra do cachorro." Me recusei o máximo que pude, mas no final acabei fazendo. Depois disso, me lavei do jeito que deu e fui pra casa. No outro dia, já estava na casa da minha tia. Depois disso, nunca mais vi eles, embora meu primo tenha substituído eles umas vezes na casa dele, arrebentando meu cu também. Só na primeira noite, já que dormimos juntos e, mesmo com meu cu já bem aberto, o dele doía pra caralho e tive que morder o travesseiro pra não acordar meus tios. Foi uma vez só que ele me encheu de porra, e não sei por que fiquei com vontade de mais. Procurei ele de novo sem falar nada, e ele me ignorou.
primo, tô cansado, primo. Amanhã te fodo de novo se quiser.
Vaiiiii, uma rapidinha e mais devagar, por favoooor
primo, não seu puto de merda, chupa aqui se quiser, mas quero dormir, amanhã te fodo bem gostoso.
Não me restou outra opção a não ser me contentar em chupar a pica dele. Tava muito tesuda mesmo. Ele tinha sido suave no começo, tinha acariciado minhas costas e minha bunda, pra depois encostar a vara grande dele no meio da minha bunda. E depois disso, quando ele enfiou, se transformou numa fera que me fez sofrer cada metida, como um bom viado tem que sofrer, segundo ele. Chupei a pica dele até ele ficar duro de novo. Aí ele pegou na minha cabeça e começou um vai e vem infernal. O pau dele entrava até as bolas na minha boca e saía. Eu engasgava até ele enfiar tudo e me obrigou a engolir tudo que saiu daquela pica enorme dele. Apaguei do lado dele, arrebentado e satisfeito. No outro dia, a gente tomou café da manhã como se nada tivesse acontecido. A manhã passou tranquila e depois do meio-dia a gente saiu junto. Meu primo me levou pra dar uma volta. A gente encontrou uns amigos dele, e ele me apresentou pra todos eles, que eram quatro. A gente andou por um campinho e depois de um tempo sentamos. Meu primo sentou do meu lado e começaram as piadas do Jaiminho. Naquele momento, percebi o que ele queria e fiquei com um pouco de tesão, embora tivesse um certo medo, porque eram todos quase da mesma idade e com certeza, ao entregar minha bunda pequena, eu sofreria muito com cada pica. Mas como eu já disse antes, eu curtia muito perder. Então, entrei na onda e, à medida que ficava com mais tesão, o medo foi embora de vez. Na verdade, eu queria que me arrebentassem. Imaginava como iam me humilhar e que eu ia perder pior do que na guerra. Chegou a um ponto que o tesão era tanto que eu comecei sozinho a me entregar, festejando as piadas e acrescentando como a vítima do Jaiminho se divertia. Não demorou pro meu primo começar a me apalpar, e aí ele contou como na noite anterior ele tinha me comido. Na hora, todos me mostraram as picas. Eu fiquei muito surpreso e dizia que não tava a fim de fazer nada. Eles foram se aproximando devagar, enquanto por dentro eu morria de vontade daquelas picas grandes. Um deles colocou a pica na minha cara e me disse: "VAI, promíscuo, ABRE A BOCA QUE VOCÊ TÁ MORRENDO DE VONTADE DE CHUPAR ELA". Não Terminei de dizer isso já com duas picas na minha boca, não abaixei o short, ela abriu minhas nádegas e chupou minha bunda enquanto eu me afogava com as picas, senti uma pica entrando no meu cu, aí soube que tinham me enfiado, de uma só vez meteu tudo pra dentro e não consegui segurar o grito de dor que fez eles rirem ainda mais de mim, um por um foram me comendo enquanto eu continuava chupando picas mesmo sem querer, depois disso tive que limpar a rola de todos eles e quando cansaram de me comer e me humilhar deixaram eu me levantar, riam do jeito que eu andava, achavam graça me ver andar com as pernas bem abertas, realmente não ia conseguir sentar sem sentir dor no meu cu que estava bem aberto, tão aberto que sentia o ar entrando lá dentro, à noite depois do jantar fomos dormir, meu primo me fez colocar uma calcinha da minha tia e de novo me submeteu me deixando totalmente destruído, assim passou a semana que fiquei com meus tios, as tardes eu era o putinho do bairro que todo mundo comia, de volta pra casa apaguei tudo que passou da minha mente, falei pra mim mesmo que nunca mais entregaria minha bunda pequena pra ninguém, tinha sido uma experiência gostosa, depois de anos só batendo punheta todo dia comecei a sair com uma garota, aquela fase de viado submisso tinha ficado no esquecimento, com essa garota logo viramos namorados e foi aí que renasceu aquela mulher que eu carregava dentro de mim e estava contida.
3 comentários - Guille, putinho submisso cuck dominado e feliz 1