Vou contar minha história com a minha mãe da melhor forma que puder. Meu nome é Alejandro, sou engenheiro e atualmente tenho 30 anos, e dá pra dizer que tenho um relacionamento com a minha mãe. Na minha adolescência, sempre me chamaram a atenção as histórias de incesto, principalmente as de mãe e filho, me causavam muito tesão. Minha mãe hoje tem 47 anos e é uma mulher gostosa pra caralho.
Ela se chama Silvana. Minha relação com ela sempre foi boa, tínhamos muita confiança. Além de ser minha mãe, éramos muito bons amigos. Desde pequeno sempre foi assim, mas eu nunca a vi com olhos de querer algo com ela, porque era minha mãe. Apesar de eu adorar aquelas histórias de incesto entre mãe e filho, também tinha que lidar todo dia com todos os homens que cantavam minha mãe quando eu saía com ela. Meus colegas na escola também, toda vez que minha mãe ia na escola por algum motivo, eles me chamavam de "filhão", diziam que ela tinha uma rabeta enorme e que eu era sortudo por ter aquela bunda todo dia em casa. Até meus próprios tios, irmãos do meu pai, "de brincadeira" cantavam ela e falavam coisas bonitas.
Meu pai, José, sempre teve muito dinheiro, porque ele é o mais velho entre os irmãos e meus avós deixaram muitos negócios antes de morrer, e ele também é engenheiro industrial. Ele sempre dava tudo pra minha mãe, eles se davam muito bem, os dois. Meu pai nunca falhou com ela como homem em nenhum aspecto, porque minha mãe sempre parecia feliz e nunca a vi reclamar de nada. Era raro quando ela fazia isso. Meu pai era muito ciumento, bom, ainda é, porque até hoje continua sendo. Toda vez que minha mãe se vestia um pouco mais sexy pra sair, meu pai mandava ela trocar de roupa. E quando algum cara falava algo pra ela na rua na frente dele, ele não ligava pra nada nem pra ninguém, partia pra briga.
Nós somos da Colômbia e meu pai tinha um sócio espanhol. Era com ele que ele tinha a maioria dos negócios e eles se davam bem. O sócio do meu pai tinha uma filha chamada Estefani. Um dia eles foram na minha casa pra jantar, um jantar que meu pai organizou. Foi lá que conheci Estefani. Eu ainda continuava vendo histórias de incesto de mãe e filho porque aquilo me dava muito tesão, mas quando a conheci, me apaixonei e, aos poucos, fui perdendo um pouco o gosto pelas histórias de incesto e pelos vídeos pornô que eu via de mãe e filho. Eu comecei a namorar Estefani aos 19 anos e eu tava completamente apaixonado, achava que era o amor da minha vida. Com a união da gente, a relação de trabalho entre meu pai e o pai dela ficou ainda mais forte. Passaram-se 9 anos e tudo ia bem na minha casa e com a minha namorada, quem eu via um pouco menos alegre era a minha mãe. Um dia, Estefani me diz que tá grávida, a notícia me emocionou pra caralho porque nós dois távamos muito felizes e isso foi um baita notíção. Minha namorada e eu planejamos uma reunião na casa dos meus pais pra contar a notícia e contamos pra todo mundo, todos ficaram muito contentes com a novidade. Também falamos o que a gente tinha pensado: que íamos ficar mais 8 meses na Colômbia e depois ir pra Espanha pra bebê nascer lá. Todos ficaram surpresos, mas não falaram nada, acharam uma boa ideia. Começamos a brindar e eles começaram a nos parabenizar. Minha mãe se aproxima, me abraça e diz:
**Minha mãe:** Filho, essa notícia me deixa muito feliz, vou ser avó!
**Eu:** Sim, mãe, eu também tô muito feliz.
**Minha mãe:** Filho, tem uma coisa que quero falar com você, que é muito importante.
**Eu:** Fala aí.
**Minha mãe:** Amanhã te conto, filho, agora não é o momento.
**Eu:** Ok, mãe.
A reunião acabou. No dia seguinte, minha mãe me manda mensagem no WhatsApp. Nossa casa na Colômbia é grande e dava preguiça de andar de quarto em quarto, então pra evitar isso, a gente se comunicava por telefone.
**Minha mãe escrevendo:** Filho, bom dia. Vou no teu quarto ou você vem?
**Eu:** Bom dia, mãe. Fica tranquila, espera aí que eu vou no teu quarto, porque a Estefani ainda tá dormindo e não quero acordar ela.
Quando cheguei no quarto dela, ela me mandou entrar e sentar na cama, e disse:
**Minha mãe:** Então, filho, o que eu queria te contar é que seu pai agora não me dá mais tanta atenção como antes.
**Eu:** Ah, ok, era isso. Por isso que eu tava te notando meio apagada. Bom, mãe, tenta conversar com ele sobre isso pra ele mudar nesse aspecto.
**Minha mãe:** Já fiz isso, filho, e ele me jurou que ia mudar.
**Eu:** E ele tá fazendo?
**Minha mãe:** Sim.
**Eu:** Então qual é o problema? Minha mãe: o que acontece é que quando tentamos transar, seu pai já não funciona lá embaixo. A gente tinha muita intimidade e coisas assim, a gente falava sem tabu.
Eu: aaaah, entendi, que merda, e ele não tentou tomar algum comprimido ou algo assim?
Minha mãe: sim, até fomos no médico, mas nada funciona.
Eu: por isso também notei meu pai meio irritado esses dias.
Minha mãe: sim, filho, e agora que você vai pra Espanha, vou me sentir mais sozinha. Vou ser avó e isso me deixa feliz, mas já me sinto uma velha.
Eu: mãe, mas faltam oito meses pra isso, e espero que nesses oito meses meu pai saia desse problema pra vocês ficarem bem como sempre. E enquanto eu estiver aqui, vou tentar ajudar no que puder. E não fala isso, mãe, você se conserva muito bem, com seus 45 anos você está uma gostosa.
Minha mãe: obrigada, meu amor, você sempre tão lindo.
Depois dessa conversa, os oito meses passaram voando. Faltavam só dois dias pra eu ir pra Espanha com minha namorada e minha filha. A viagem era na sexta, e na quarta-feira minha mãe tocou no assunto de novo, que meu pai já não satisfazia ela na cama, e também confessou que ela precisa de um homem na cama porque já tinham passado oito meses e nada de nada. Ela também disse que antes eles transavam todo dia e que agora, depois de oito meses sem nada, isso fazia ela se sentir uma velha e super deprimida.
Eu, vendo minha mãe tão desesperada por sexo, comecei a ficar excitado com a situação. Ver que uma mulher daquelas precisava ser comida porque o marido não dava conta me fez passar um monte de ideias loucas pela cabeça, mas eu tentava pensar em outras coisas porque aquilo me fazia sentir sujo.
Na quinta-feira, a gente tinha marcado a despedida num clube com piscina bem bonito. Na quarta à tarde, minha namorada foi pra casa dos meus sogros ver a mãe dela, e eu fiquei sozinho em casa com a minha. Tava no meu quarto pensando na minha mãe e aquilo não me deixava focar em nada, e de repente recebo uma mensagem dela no WhatsApp. Mãe: filho, vem no meu quarto, por favor.
Eu: o que foi?
Minha mãe: vem, por favor, preciso que me ajude com uma coisa.
Quando cheguei no quarto dela, ela me disse que precisava que eu desse uma opinião sobre a roupa de banho que ela ia vestir pra despedida no clube. Ela tava no banheiro do quarto dela e eu na cama dela, quando de repente ela sai do banheiro assim.
E aí ela me diz... Minha mãe: filho, como é que eu tô? A pica ficou dura pra caralho e eu tava sem camisa e com um short curto, tive que me cobrir com o travesseiro da cama dela. Eu: bem, mãe, cê tá bem. Minha mãe: uau, que ânimo com o que você me diz, sinceramente acho que já sou uma coroa mesmo, melhor eu ir amanhã pra despedida dela com roupa normal e nem vou na piscina. Eu queria dizer que ela tava uma delícia e que meu pai era um idiota por não poder comer ela todo dia, mas não dava, é minha mãe, caralho! Eu: não, mãe, veste amanhã sim, fica uma gostosa. Eu já tava excitado, sabia que ela precisava de uma boa foda e quando falei isso ela caiu na risada, ficou feliz e isso me deixou ainda mais excitado, tava puta que pariu de tesão. Minha mãe: você é mentiroso, só fala isso pra eu não ficar triste. Eu: não, mãe, cê tá muito tasty, tá muito provocante. Minha mãe me olhou com uma cara meio confusa mas não falou nada, só disse: Minha mãe: obrigada, filho. Eu tava com a pica dura, queria sair do quarto pra ela não perceber, mas ela tava se modelando no espelho se olhando e eu com uma mão apertando a pica por baixo do travesseiro, queria bater uma ali mesmo. Minha mãe: bom, filho, já me convenceu, amanhã eu visto. Eu: sim, mãe, veste que fica lindo, mas vai se trocar. Minha mãe: já vou, filho, mas você pode me fazer o favor de desamarrar a parte de cima? Eu na minha mente pensei: ela vai ver como minha pica tá, vai perceber que eu tô excitado, melhor eu falar pra ela chegar perto de mim e aqui sentado eu desamarro. Eu: vem, mãe, chega aqui. Minha mãe: não, Alejandro, levanta pelo amor de Deus pra eu entrar no banheiro de uma vez. Quando eu levantei ela percebeu que eu tava de pau duro porque dava pra ver clarinho no meu short, ela ficou olhando pra ele e desviou o olhar rápido. Eu me aproximei por trás pra ajudar com o que ela pediu e eu tenho a pica grande, então comecei a roçar nessa rabuda "sem querer". Ela não falou nada e ficou me olhando pelo espelho, eu concentrado fazendo o meu, o máximo que dava. Devagar, pra prolongar aquele momento, minha pica encostando na bunda da minha mãe de biquíni, aff! Cheguei um pouco mais perto e a pica já tava inteira encaixada numa das nádegas dela, minha mãe sentiu tudo e ficamos assim uns 15 segundos.
Minha mãe: Filho, não consegue desamarrar?
Eu: Não, mãe, o nó tá meio difícil.
Minha mãe tava nervosa, dava pra sentir na pele dela. Minha pica encostada na bunda dela, no quarto onde ela dorme com meu pai, nós dois quase pelados. Eu me sentia num sonho. Comecei a passar a mão no ombro dela e afastei o cabelo dela pro lado.
Minha mãe: O que cê tá fazendo, filho?
Eu: Só afastando teu cabelo pra ver o nó melhor.
Minha pica já tava começando a escapar do short e, aos poucos, eu ia movendo ela em direção à racha dela. Quando ela sentiu minha pica perto da racha, se afastou e falou:
Minha mãe: Filho, obrigada, calma, eu mesma vejo como desamarro.
Ela entrou correndo no banheiro pra se trocar, e eu fiquei lá fora com a pica duríssima, me olhando no espelho, pasmo com o que tinha acontecido. Continua...
Ela se chama Silvana. Minha relação com ela sempre foi boa, tínhamos muita confiança. Além de ser minha mãe, éramos muito bons amigos. Desde pequeno sempre foi assim, mas eu nunca a vi com olhos de querer algo com ela, porque era minha mãe. Apesar de eu adorar aquelas histórias de incesto entre mãe e filho, também tinha que lidar todo dia com todos os homens que cantavam minha mãe quando eu saía com ela. Meus colegas na escola também, toda vez que minha mãe ia na escola por algum motivo, eles me chamavam de "filhão", diziam que ela tinha uma rabeta enorme e que eu era sortudo por ter aquela bunda todo dia em casa. Até meus próprios tios, irmãos do meu pai, "de brincadeira" cantavam ela e falavam coisas bonitas.Meu pai, José, sempre teve muito dinheiro, porque ele é o mais velho entre os irmãos e meus avós deixaram muitos negócios antes de morrer, e ele também é engenheiro industrial. Ele sempre dava tudo pra minha mãe, eles se davam muito bem, os dois. Meu pai nunca falhou com ela como homem em nenhum aspecto, porque minha mãe sempre parecia feliz e nunca a vi reclamar de nada. Era raro quando ela fazia isso. Meu pai era muito ciumento, bom, ainda é, porque até hoje continua sendo. Toda vez que minha mãe se vestia um pouco mais sexy pra sair, meu pai mandava ela trocar de roupa. E quando algum cara falava algo pra ela na rua na frente dele, ele não ligava pra nada nem pra ninguém, partia pra briga.
Nós somos da Colômbia e meu pai tinha um sócio espanhol. Era com ele que ele tinha a maioria dos negócios e eles se davam bem. O sócio do meu pai tinha uma filha chamada Estefani. Um dia eles foram na minha casa pra jantar, um jantar que meu pai organizou. Foi lá que conheci Estefani. Eu ainda continuava vendo histórias de incesto de mãe e filho porque aquilo me dava muito tesão, mas quando a conheci, me apaixonei e, aos poucos, fui perdendo um pouco o gosto pelas histórias de incesto e pelos vídeos pornô que eu via de mãe e filho. Eu comecei a namorar Estefani aos 19 anos e eu tava completamente apaixonado, achava que era o amor da minha vida. Com a união da gente, a relação de trabalho entre meu pai e o pai dela ficou ainda mais forte. Passaram-se 9 anos e tudo ia bem na minha casa e com a minha namorada, quem eu via um pouco menos alegre era a minha mãe. Um dia, Estefani me diz que tá grávida, a notícia me emocionou pra caralho porque nós dois távamos muito felizes e isso foi um baita notíção. Minha namorada e eu planejamos uma reunião na casa dos meus pais pra contar a notícia e contamos pra todo mundo, todos ficaram muito contentes com a novidade. Também falamos o que a gente tinha pensado: que íamos ficar mais 8 meses na Colômbia e depois ir pra Espanha pra bebê nascer lá. Todos ficaram surpresos, mas não falaram nada, acharam uma boa ideia. Começamos a brindar e eles começaram a nos parabenizar. Minha mãe se aproxima, me abraça e diz:
**Minha mãe:** Filho, essa notícia me deixa muito feliz, vou ser avó!
**Eu:** Sim, mãe, eu também tô muito feliz.
**Minha mãe:** Filho, tem uma coisa que quero falar com você, que é muito importante.
**Eu:** Fala aí.
**Minha mãe:** Amanhã te conto, filho, agora não é o momento.
**Eu:** Ok, mãe.
A reunião acabou. No dia seguinte, minha mãe me manda mensagem no WhatsApp. Nossa casa na Colômbia é grande e dava preguiça de andar de quarto em quarto, então pra evitar isso, a gente se comunicava por telefone.
**Minha mãe escrevendo:** Filho, bom dia. Vou no teu quarto ou você vem?
**Eu:** Bom dia, mãe. Fica tranquila, espera aí que eu vou no teu quarto, porque a Estefani ainda tá dormindo e não quero acordar ela.
Quando cheguei no quarto dela, ela me mandou entrar e sentar na cama, e disse:
**Minha mãe:** Então, filho, o que eu queria te contar é que seu pai agora não me dá mais tanta atenção como antes.
**Eu:** Ah, ok, era isso. Por isso que eu tava te notando meio apagada. Bom, mãe, tenta conversar com ele sobre isso pra ele mudar nesse aspecto.
**Minha mãe:** Já fiz isso, filho, e ele me jurou que ia mudar.
**Eu:** E ele tá fazendo?
**Minha mãe:** Sim.
**Eu:** Então qual é o problema? Minha mãe: o que acontece é que quando tentamos transar, seu pai já não funciona lá embaixo. A gente tinha muita intimidade e coisas assim, a gente falava sem tabu.
Eu: aaaah, entendi, que merda, e ele não tentou tomar algum comprimido ou algo assim?
Minha mãe: sim, até fomos no médico, mas nada funciona.
Eu: por isso também notei meu pai meio irritado esses dias.
Minha mãe: sim, filho, e agora que você vai pra Espanha, vou me sentir mais sozinha. Vou ser avó e isso me deixa feliz, mas já me sinto uma velha.
Eu: mãe, mas faltam oito meses pra isso, e espero que nesses oito meses meu pai saia desse problema pra vocês ficarem bem como sempre. E enquanto eu estiver aqui, vou tentar ajudar no que puder. E não fala isso, mãe, você se conserva muito bem, com seus 45 anos você está uma gostosa.
Minha mãe: obrigada, meu amor, você sempre tão lindo.
Depois dessa conversa, os oito meses passaram voando. Faltavam só dois dias pra eu ir pra Espanha com minha namorada e minha filha. A viagem era na sexta, e na quarta-feira minha mãe tocou no assunto de novo, que meu pai já não satisfazia ela na cama, e também confessou que ela precisa de um homem na cama porque já tinham passado oito meses e nada de nada. Ela também disse que antes eles transavam todo dia e que agora, depois de oito meses sem nada, isso fazia ela se sentir uma velha e super deprimida.
Eu, vendo minha mãe tão desesperada por sexo, comecei a ficar excitado com a situação. Ver que uma mulher daquelas precisava ser comida porque o marido não dava conta me fez passar um monte de ideias loucas pela cabeça, mas eu tentava pensar em outras coisas porque aquilo me fazia sentir sujo.
Na quinta-feira, a gente tinha marcado a despedida num clube com piscina bem bonito. Na quarta à tarde, minha namorada foi pra casa dos meus sogros ver a mãe dela, e eu fiquei sozinho em casa com a minha. Tava no meu quarto pensando na minha mãe e aquilo não me deixava focar em nada, e de repente recebo uma mensagem dela no WhatsApp. Mãe: filho, vem no meu quarto, por favor.
Eu: o que foi?
Minha mãe: vem, por favor, preciso que me ajude com uma coisa.
Quando cheguei no quarto dela, ela me disse que precisava que eu desse uma opinião sobre a roupa de banho que ela ia vestir pra despedida no clube. Ela tava no banheiro do quarto dela e eu na cama dela, quando de repente ela sai do banheiro assim.
E aí ela me diz... Minha mãe: filho, como é que eu tô? A pica ficou dura pra caralho e eu tava sem camisa e com um short curto, tive que me cobrir com o travesseiro da cama dela. Eu: bem, mãe, cê tá bem. Minha mãe: uau, que ânimo com o que você me diz, sinceramente acho que já sou uma coroa mesmo, melhor eu ir amanhã pra despedida dela com roupa normal e nem vou na piscina. Eu queria dizer que ela tava uma delícia e que meu pai era um idiota por não poder comer ela todo dia, mas não dava, é minha mãe, caralho! Eu: não, mãe, veste amanhã sim, fica uma gostosa. Eu já tava excitado, sabia que ela precisava de uma boa foda e quando falei isso ela caiu na risada, ficou feliz e isso me deixou ainda mais excitado, tava puta que pariu de tesão. Minha mãe: você é mentiroso, só fala isso pra eu não ficar triste. Eu: não, mãe, cê tá muito tasty, tá muito provocante. Minha mãe me olhou com uma cara meio confusa mas não falou nada, só disse: Minha mãe: obrigada, filho. Eu tava com a pica dura, queria sair do quarto pra ela não perceber, mas ela tava se modelando no espelho se olhando e eu com uma mão apertando a pica por baixo do travesseiro, queria bater uma ali mesmo. Minha mãe: bom, filho, já me convenceu, amanhã eu visto. Eu: sim, mãe, veste que fica lindo, mas vai se trocar. Minha mãe: já vou, filho, mas você pode me fazer o favor de desamarrar a parte de cima? Eu na minha mente pensei: ela vai ver como minha pica tá, vai perceber que eu tô excitado, melhor eu falar pra ela chegar perto de mim e aqui sentado eu desamarro. Eu: vem, mãe, chega aqui. Minha mãe: não, Alejandro, levanta pelo amor de Deus pra eu entrar no banheiro de uma vez. Quando eu levantei ela percebeu que eu tava de pau duro porque dava pra ver clarinho no meu short, ela ficou olhando pra ele e desviou o olhar rápido. Eu me aproximei por trás pra ajudar com o que ela pediu e eu tenho a pica grande, então comecei a roçar nessa rabuda "sem querer". Ela não falou nada e ficou me olhando pelo espelho, eu concentrado fazendo o meu, o máximo que dava. Devagar, pra prolongar aquele momento, minha pica encostando na bunda da minha mãe de biquíni, aff! Cheguei um pouco mais perto e a pica já tava inteira encaixada numa das nádegas dela, minha mãe sentiu tudo e ficamos assim uns 15 segundos. Minha mãe: Filho, não consegue desamarrar?
Eu: Não, mãe, o nó tá meio difícil.
Minha mãe tava nervosa, dava pra sentir na pele dela. Minha pica encostada na bunda dela, no quarto onde ela dorme com meu pai, nós dois quase pelados. Eu me sentia num sonho. Comecei a passar a mão no ombro dela e afastei o cabelo dela pro lado.
Minha mãe: O que cê tá fazendo, filho?
Eu: Só afastando teu cabelo pra ver o nó melhor.
Minha pica já tava começando a escapar do short e, aos poucos, eu ia movendo ela em direção à racha dela. Quando ela sentiu minha pica perto da racha, se afastou e falou:
Minha mãe: Filho, obrigada, calma, eu mesma vejo como desamarro.
Ela entrou correndo no banheiro pra se trocar, e eu fiquei lá fora com a pica duríssima, me olhando no espelho, pasmo com o que tinha acontecido. Continua...
3 comentários - O verdadeiro amor da minha vida
Está muy bueno