Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/3618310/Visita-de-verao.html Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3762228/Visita-de-verano-2.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3768887/Visita-de-verano-3.htmlFINAL
Era o fim das minhas férias de verão. Já estava na hora de voltar pra faculdade. Seria meu terceiro ano no curso e eu ia morar com dois colegas de quarto. A gente tinha dividido um quarto pra quatro pessoas num alojamento estudantil nos dois primeiros anos. E agora a gente tinha alugado uma casa de três quartos. Onde três de nós íamos morar. O outro tinha decidido ir morar com a namorada fazia um tempo. Tava tudo funcionando maravilhosamente. Ter um quarto pra cada um de nós permitia trazer nossas namoradas durante a noite sem incomodar ninguém.
Minha mãe tinha viajado até a faculdade pra me trazer pra casa no começo do verão. Porque eu ainda não tinha carro. Um dos meus colegas de quarto tinha. Ele era bem solidário, oferecia o carro dele pra levar todo mundo pra faculdade todo dia e ajudar com os recados pelo campus e pela cidade.
Mas antes de a gente se instalar de vez e começar a viver no nosso novo apê, e antes de começar o novo semestre, meus amigos iam vir pra minha cidade, pra dar uma descansada das famílias deles e da vida corrida da cidade. Além disso, eu queria que eles conhecessem minha mãe.
Tinham passado umas semanas desde que eu descobri minha mãe e minha prima Andrea transando juntas e que eu entrei na delas. E durante essas semanas, eu e minha mãe tínhamos dividido cama e orgasmos.
Antonio e Fran chegaram numa sexta. Eu tava sozinho, minha mãe tava trabalhando, mas ia chegar em mais ou menos uma hora. Minha mãe ia trazer comida e a geladeira tava cheia de cervejas.
Eles deixaram a bagagem no quarto de hóspedes e a gente deu uma volta pela casa até chegar na sala, onde sentamos com cerveja na mão e começamos a bater papo.
Eles eram meus melhores amigos desde que a gente começou a faculdade, compartilhávamos muitos gostos, até sexuais. Teve uma vez que a namorada do Fran me confessou que eu atraía ela e, depois de conversar com o Fran, ele deixou a gente foder. juntos com uma única condição: ele e o Antonio iam olhar e bater uma enquanto a gente transava.
A gente compartilhava todo tipo de segredo, e ter comido minhas tias, minha prima e minha mãe era um daqueles segredos que eles precisavam saber, e eu contei tudo.
— Que sorte do caralho, seu filho da puta. — Disse o Fran depois de eu contar meu segredo incestuoso, enquanto o Antonio sorria e pensava a mesma coisa, que eu era um filho da puta sortudo.
— Você podia deixar a gente curtir a sua mãe — disse o Antonio de brincadeira, rindo.
— Tudo a seu tempo, queridos amigos, tenham paciência, confiem em mim.
Os dois se olharam em silêncio.2Já era noite quando minha mãe chegou em casa e cumprimentou meus amigos. Ela gostava deles. Depois de dar dois beijinhos no rosto de cada um, fomos para a sala de jantar comer. Pude ver como eles olhavam para o corpo dela, a despiam com os olhos, e isso me deixava com muito tesão.
O jantar foi agradável, e depois de terminar e lavar a louça, sentamos todos na sala de estar para beber cervejas e bater um papo. As conversas eram sobre a faculdade e, perto das onze da noite, minha mãe nos deu boa noite e, antes de ir, piscou um olho para mim. Aquela piscada significava que ela queria sexo naquela noite, e eu ia dar a melhor noite da vida dela.
Depois de um tempo, fomos para nossos quartos. Como de costume, tomei meu banho noturno e, pelado, fui até o quarto do Fran e do Antonio. Eles estavam deitados conversando. Mandei eles tirarem a roupa e me seguirem. Descemos devagar pelas escadas, nossas rolas foram endurecendo a cada passo que dávamos, nos aproximando cada vez mais da puta da minha mãe.
Fran e Antonio se esconderam atrás de uma parede, e eu bati suavemente na porta da minha mãe. Ela abriu a porta, olhou para fora e depois pegou minha mão e me puxou para dentro. Eu não fechei a porta. Ela estava pelada, me esperando. Começamos a nos beijar, a língua dela brincava com a minha, nossos lábios se misturavam com a saliva, a mão dela começou a acariciar minha rola e a minha mão agarrava a bunda dela.
— Seus amigos são muito gostosos, filho. Passei a noite toda com tesão. Você me fodeu, filho, agora eu gosto dos novinhos. Ai, meu amor… por favor… preciso sentir sua rola na minha boca.
— Mãe… ajoelha. Chupa minha rola, puta.
Ela se ajoelhou e deu uma lambida na minha rola, depois enfiou ela inteira na boca enquanto acariciava minhas bolas. Olhei para cima e vi meus amigos entrando em silêncio pela porta. Minha mãe aproveitava de olhos fechados a minha rola.
Fran era alto e loiro, com um corpo de nadador. A rola dele não era muito grossa, mas era comprida. Antonio era mais baixo, com um corpo… robusto, cheio de pelo. O cabelo dela era preto e comprido. O pau dele não era grande, mas era grosso.
Minha mãe ajoelhada chupando meu pau, com a mão direita segurava e beliscava os próprios peitos, e com os dedos da mão esquerda se enfiava na buceta.
Antonio deu um passo, e a madeira debaixo do pé dele rangeu, e minha mãe instintivamente virou o olhar pros meus dois amigos pelados com as mãos nos paus deles. Minha mãe olhou pra mim e não disse nada, enfiou meu pau de novo na boca dela e continuou o serviço. Fiz sinal pros caras se juntarem. Minha mãe se surpreendeu, mas tava tão puta que uma loucura a mais não importava. Fran ficou do meu lado esquerdo, e Antonio do direito, cercando minha mãe com nossos corpos nus e nossos paus duros. Minha mãe continuava chupando meu pau, mas subiu as mãos pros paus dos meus amigos e começou a bater punheta pra eles. E de repente, tirou meu pau da boca dela e enfiou o do Fran, enquanto batia punheta pra mim e pro Antonio, e depois começou a chupar o do Antonio. Eu sentia que ia gozar, peguei ela pelo cabelo e direcionei pro meu pau, ela obediente começou a chupar meu pau com velocidade e profundidade, não aguentei mais e joguei quatro jatos de esperma grosso dentro da boca da minha mãe. Fran também não aguentou mais, ele se gabava de ser muito leiteiro, e provou, soltou oito ou nove jatos longos de sêmen que cobriram a cara e os peitos da minha mãe. Antonio ainda não tinha gozado, minha mãe foi até ele e com meu sêmen na boca dela começou a chupar o pau do Antonio, lubrificando com meu gozo, depois de uns dois minutos, do pau dele saíram três jatos de sêmen, um caiu na cara da minha mãe e os outros dois na boca dela. Minha mãe com os dedos começou a pegar todo o sêmen dos peitos e da cara dela e enfiava na boca até ficar completamente sem sêmen e engolir tudo.
—Minha nossa, rapazes, que ducha vocês me deram—disse rindo—preciso tomar um banho, filho, acompanha a mamãe pra tomar um banho. Ducha que o Antonio e o Fran já tiveram o suficiente por hoje, talvez amanhã eles tenham uma surpresa do meu pai — ela se levantou e foi pro banheiro depois de piscar um olho pra eles.
O Antonio e o Fran, mais felizes do que nunca, saíram do quarto e fecharam a porta. Eu segui minha mãe até o banheiro dela. E ali, debaixo da água quente do chuveiro, fodi minha mãe na buceta com toda a força que eu conseguia, até gozar dentro da buceta molhada dela. Terminamos de tomar banho e fomos juntos dormir naquela noite.3Na manhã seguinte, acordamos todos bem animados. Preparamos café enquanto ouvíamos uma música e conversávamos juntos. Minha mãe olhava pra gente com desejo, e a gente pra ela também.
Minha mãe saiu pra visitar amigas e familiares. Eu e meus amigos fomos dar uma volta pela minha cidadezinha, que mesmo não tendo nada de interessante, a gente curtia porque estava junto e se divertia em qualquer hora e lugar. Pegamos o carro e fomos pra cidade vizinha, que era bem maior. Lá comemos e passamos a tarde na varanda de um bar tomando cerveja. Quando o sol começou a se pôr, fomos numa pizzaria e compramos três pizzas pra jantar em casa com minha mãe.
Quando chegamos, minha mãe já estava em casa e cumprimentou a gente com um beijo na boca. Era um ótimo começo pra uma noite incrível. Depois do jantar, ficamos conversando enquanto ouvíamos música e bebíamos cerveja. Dessa vez, ela não esperou a hora de dormir; simplesmente se levantou e disse pra irmos pro quarto dela. A gente obedeceu feito cachorrinhos. Sentamos na beirada da cama, eu no meio, e ela na nossa frente começou a rebolar enquanto tirava a roupa peça por peça. Ela se aproximou de mim e começou a esfregar a bunda no meu pau, enquanto acariciava o pau do Antonio e do Fran. E nos incentivou a acariciar o corpo nu dela. Começamos a apertar os peitos dela, a bunda e a buceta, que já estava bem molhada.
Ela se levantou e, olhando pra gente, disse: —Quero ver vocês pelados, tira essa roupa, deixem eu ver esses paus. Preciso deles.
A gente obedeceu e ficou completamente nu. Minha mãe se ajoelhou na cama, deixando a gente ver a bunda linda dela. Eu não resisti e comecei a lamber.
—Fran —disse minha mãe—, pega um camisinha na mesinha e fica debaixo de mim, quero que você meta na minha buceta.
Fran colocou a camisinha e se deitou debaixo da minha mãe, apontando o pau pra buceta dela. Minha mãe desceu, enfiando o pau todo dentro dela. interior. Comecei a pressionar com meu pau no cu dela pra dilatar e poder foder. E o Antonio subiu na cama e ofereceu o pau dele pra minha mãe, que aceitou com maior prazer, e começou a chupar.
O cu dela já tava bem dilatado e eu comecei a foder ele enquanto a buceta dela era penetrada pelo Fran, dava pra sentir como nossos paus e bolas se roçavam enquanto a gente fodava ela, e o Antonio fodava a boca dela.
—Mãe, não aguento mais… vou gozar.
—Goza dentro do meu cu, filho, vai.
Quando minha mãe falou isso, eu senti que ia explodir e comecei a encher o cu dela de porra.
—Eu também vou gozar—disse o Fran. E minha mãe fez algo que nunca tinha deixado eu fazer: pegou o pau do Fran, tirou a camisinha e enfiou de novo. O Fran soltou um gemido e encheu a buceta da minha mãe de leite.
—Filho, vem cá—ordenou minha mãe. Me aproximei dela enquanto ela curtia o pau do Antonio. Ela tirou o pau da boca e disse:—Quero que você prove seu primeiro pau comigo.
O Antonio e eu congelamos, nos olhamos assustados, nunca tinha me interessado por homem.
—Vamos, garotos, ninguém vai saber nunca, vai ser nosso segredo.
Eu não ligava de experimentar e olhei pro Antonio buscando um olhar de aceitação e recebi. Me aproximei do pau dele enquanto minha mãe masturbava ele com a mão.
—Abre a boca, querido, se deixa levar.
Abri a boca, fechei os olhos e senti o pau do Antonio dentro da minha boca, era uma sensação estranha mas não me deu nojo e comecei a tirar e meter ele na boca. A situação tava me deixando com muito tesão e meu pau ficou duro de novo. Minha mãe se afastou de mim e eu continuei chupando o pau do meu amigo, de repente senti uma boca abraçando meu pau e a voz da minha mãe dizendo:—Olha só, o Fran também quer provar.—tirei o pau do Antonio da boca e olhei pra baixo, e lá estava o Fran, chupando meu pau.
Minha mãe voltou pro meu lado, e arrancou o pau do Antonio de mim, e começou a chupar ele.
—Vou gozar—disse o Antonio.
Minha mãe pegou na minha cabeça e me colocou do lado da dele.
—Abre a boca e põe a língua pra fora, filho.
Antonio começou a gozar, um jato caiu na minha boca, outro na da minha mãe, outro na minha, e assim até seis jatos de porra. Quando ele terminou de gozar, minha mãe deu uma última lambida nele e me beijou, a gente se fundiu num beijo profundo com cum. Fran continuava chupando minha rola e, sem avisar, eu gozei, enchendo a boca e o rosto dele de porra.
— Seu filho da puta, pelo menos me avisa.
Minha mãe se aproximou do Fran e eles também se beijaram, trocando porra.
Sinceramente, foi uma noite maravilhosa. Nenhum de nós esperava tudo o que aconteceu, e nunca vamos esquecer.
No dia seguinte, Fran, Antonio e eu fomos pra cidade, pro nosso apartamento, pra começar o novo semestre da faculdade. Minha mãe se despediu da gente pelada, deixando a gente indo embora com o pau duro.
Ainda não gosto de homens, mas o sexo não entende de rótulos. Naquele dia, curti muito minha mãe e meus amigos. E aquele verão foi o melhor da minha vida.Até aqui essa história safada, se quiser ler mais histórias picantes, visita:
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Era o fim das minhas férias de verão. Já estava na hora de voltar pra faculdade. Seria meu terceiro ano no curso e eu ia morar com dois colegas de quarto. A gente tinha dividido um quarto pra quatro pessoas num alojamento estudantil nos dois primeiros anos. E agora a gente tinha alugado uma casa de três quartos. Onde três de nós íamos morar. O outro tinha decidido ir morar com a namorada fazia um tempo. Tava tudo funcionando maravilhosamente. Ter um quarto pra cada um de nós permitia trazer nossas namoradas durante a noite sem incomodar ninguém.
Minha mãe tinha viajado até a faculdade pra me trazer pra casa no começo do verão. Porque eu ainda não tinha carro. Um dos meus colegas de quarto tinha. Ele era bem solidário, oferecia o carro dele pra levar todo mundo pra faculdade todo dia e ajudar com os recados pelo campus e pela cidade.
Mas antes de a gente se instalar de vez e começar a viver no nosso novo apê, e antes de começar o novo semestre, meus amigos iam vir pra minha cidade, pra dar uma descansada das famílias deles e da vida corrida da cidade. Além disso, eu queria que eles conhecessem minha mãe.
Tinham passado umas semanas desde que eu descobri minha mãe e minha prima Andrea transando juntas e que eu entrei na delas. E durante essas semanas, eu e minha mãe tínhamos dividido cama e orgasmos.
Antonio e Fran chegaram numa sexta. Eu tava sozinho, minha mãe tava trabalhando, mas ia chegar em mais ou menos uma hora. Minha mãe ia trazer comida e a geladeira tava cheia de cervejas.
Eles deixaram a bagagem no quarto de hóspedes e a gente deu uma volta pela casa até chegar na sala, onde sentamos com cerveja na mão e começamos a bater papo.
Eles eram meus melhores amigos desde que a gente começou a faculdade, compartilhávamos muitos gostos, até sexuais. Teve uma vez que a namorada do Fran me confessou que eu atraía ela e, depois de conversar com o Fran, ele deixou a gente foder. juntos com uma única condição: ele e o Antonio iam olhar e bater uma enquanto a gente transava.
A gente compartilhava todo tipo de segredo, e ter comido minhas tias, minha prima e minha mãe era um daqueles segredos que eles precisavam saber, e eu contei tudo.
— Que sorte do caralho, seu filho da puta. — Disse o Fran depois de eu contar meu segredo incestuoso, enquanto o Antonio sorria e pensava a mesma coisa, que eu era um filho da puta sortudo.
— Você podia deixar a gente curtir a sua mãe — disse o Antonio de brincadeira, rindo.
— Tudo a seu tempo, queridos amigos, tenham paciência, confiem em mim.
Os dois se olharam em silêncio.2Já era noite quando minha mãe chegou em casa e cumprimentou meus amigos. Ela gostava deles. Depois de dar dois beijinhos no rosto de cada um, fomos para a sala de jantar comer. Pude ver como eles olhavam para o corpo dela, a despiam com os olhos, e isso me deixava com muito tesão.
O jantar foi agradável, e depois de terminar e lavar a louça, sentamos todos na sala de estar para beber cervejas e bater um papo. As conversas eram sobre a faculdade e, perto das onze da noite, minha mãe nos deu boa noite e, antes de ir, piscou um olho para mim. Aquela piscada significava que ela queria sexo naquela noite, e eu ia dar a melhor noite da vida dela.
Depois de um tempo, fomos para nossos quartos. Como de costume, tomei meu banho noturno e, pelado, fui até o quarto do Fran e do Antonio. Eles estavam deitados conversando. Mandei eles tirarem a roupa e me seguirem. Descemos devagar pelas escadas, nossas rolas foram endurecendo a cada passo que dávamos, nos aproximando cada vez mais da puta da minha mãe.
Fran e Antonio se esconderam atrás de uma parede, e eu bati suavemente na porta da minha mãe. Ela abriu a porta, olhou para fora e depois pegou minha mão e me puxou para dentro. Eu não fechei a porta. Ela estava pelada, me esperando. Começamos a nos beijar, a língua dela brincava com a minha, nossos lábios se misturavam com a saliva, a mão dela começou a acariciar minha rola e a minha mão agarrava a bunda dela.
— Seus amigos são muito gostosos, filho. Passei a noite toda com tesão. Você me fodeu, filho, agora eu gosto dos novinhos. Ai, meu amor… por favor… preciso sentir sua rola na minha boca.
— Mãe… ajoelha. Chupa minha rola, puta.
Ela se ajoelhou e deu uma lambida na minha rola, depois enfiou ela inteira na boca enquanto acariciava minhas bolas. Olhei para cima e vi meus amigos entrando em silêncio pela porta. Minha mãe aproveitava de olhos fechados a minha rola.
Fran era alto e loiro, com um corpo de nadador. A rola dele não era muito grossa, mas era comprida. Antonio era mais baixo, com um corpo… robusto, cheio de pelo. O cabelo dela era preto e comprido. O pau dele não era grande, mas era grosso.
Minha mãe ajoelhada chupando meu pau, com a mão direita segurava e beliscava os próprios peitos, e com os dedos da mão esquerda se enfiava na buceta.
Antonio deu um passo, e a madeira debaixo do pé dele rangeu, e minha mãe instintivamente virou o olhar pros meus dois amigos pelados com as mãos nos paus deles. Minha mãe olhou pra mim e não disse nada, enfiou meu pau de novo na boca dela e continuou o serviço. Fiz sinal pros caras se juntarem. Minha mãe se surpreendeu, mas tava tão puta que uma loucura a mais não importava. Fran ficou do meu lado esquerdo, e Antonio do direito, cercando minha mãe com nossos corpos nus e nossos paus duros. Minha mãe continuava chupando meu pau, mas subiu as mãos pros paus dos meus amigos e começou a bater punheta pra eles. E de repente, tirou meu pau da boca dela e enfiou o do Fran, enquanto batia punheta pra mim e pro Antonio, e depois começou a chupar o do Antonio. Eu sentia que ia gozar, peguei ela pelo cabelo e direcionei pro meu pau, ela obediente começou a chupar meu pau com velocidade e profundidade, não aguentei mais e joguei quatro jatos de esperma grosso dentro da boca da minha mãe. Fran também não aguentou mais, ele se gabava de ser muito leiteiro, e provou, soltou oito ou nove jatos longos de sêmen que cobriram a cara e os peitos da minha mãe. Antonio ainda não tinha gozado, minha mãe foi até ele e com meu sêmen na boca dela começou a chupar o pau do Antonio, lubrificando com meu gozo, depois de uns dois minutos, do pau dele saíram três jatos de sêmen, um caiu na cara da minha mãe e os outros dois na boca dela. Minha mãe com os dedos começou a pegar todo o sêmen dos peitos e da cara dela e enfiava na boca até ficar completamente sem sêmen e engolir tudo.
—Minha nossa, rapazes, que ducha vocês me deram—disse rindo—preciso tomar um banho, filho, acompanha a mamãe pra tomar um banho. Ducha que o Antonio e o Fran já tiveram o suficiente por hoje, talvez amanhã eles tenham uma surpresa do meu pai — ela se levantou e foi pro banheiro depois de piscar um olho pra eles.
O Antonio e o Fran, mais felizes do que nunca, saíram do quarto e fecharam a porta. Eu segui minha mãe até o banheiro dela. E ali, debaixo da água quente do chuveiro, fodi minha mãe na buceta com toda a força que eu conseguia, até gozar dentro da buceta molhada dela. Terminamos de tomar banho e fomos juntos dormir naquela noite.3Na manhã seguinte, acordamos todos bem animados. Preparamos café enquanto ouvíamos uma música e conversávamos juntos. Minha mãe olhava pra gente com desejo, e a gente pra ela também.
Minha mãe saiu pra visitar amigas e familiares. Eu e meus amigos fomos dar uma volta pela minha cidadezinha, que mesmo não tendo nada de interessante, a gente curtia porque estava junto e se divertia em qualquer hora e lugar. Pegamos o carro e fomos pra cidade vizinha, que era bem maior. Lá comemos e passamos a tarde na varanda de um bar tomando cerveja. Quando o sol começou a se pôr, fomos numa pizzaria e compramos três pizzas pra jantar em casa com minha mãe.
Quando chegamos, minha mãe já estava em casa e cumprimentou a gente com um beijo na boca. Era um ótimo começo pra uma noite incrível. Depois do jantar, ficamos conversando enquanto ouvíamos música e bebíamos cerveja. Dessa vez, ela não esperou a hora de dormir; simplesmente se levantou e disse pra irmos pro quarto dela. A gente obedeceu feito cachorrinhos. Sentamos na beirada da cama, eu no meio, e ela na nossa frente começou a rebolar enquanto tirava a roupa peça por peça. Ela se aproximou de mim e começou a esfregar a bunda no meu pau, enquanto acariciava o pau do Antonio e do Fran. E nos incentivou a acariciar o corpo nu dela. Começamos a apertar os peitos dela, a bunda e a buceta, que já estava bem molhada.
Ela se levantou e, olhando pra gente, disse: —Quero ver vocês pelados, tira essa roupa, deixem eu ver esses paus. Preciso deles.
A gente obedeceu e ficou completamente nu. Minha mãe se ajoelhou na cama, deixando a gente ver a bunda linda dela. Eu não resisti e comecei a lamber.
—Fran —disse minha mãe—, pega um camisinha na mesinha e fica debaixo de mim, quero que você meta na minha buceta.
Fran colocou a camisinha e se deitou debaixo da minha mãe, apontando o pau pra buceta dela. Minha mãe desceu, enfiando o pau todo dentro dela. interior. Comecei a pressionar com meu pau no cu dela pra dilatar e poder foder. E o Antonio subiu na cama e ofereceu o pau dele pra minha mãe, que aceitou com maior prazer, e começou a chupar.
O cu dela já tava bem dilatado e eu comecei a foder ele enquanto a buceta dela era penetrada pelo Fran, dava pra sentir como nossos paus e bolas se roçavam enquanto a gente fodava ela, e o Antonio fodava a boca dela.
—Mãe, não aguento mais… vou gozar.
—Goza dentro do meu cu, filho, vai.
Quando minha mãe falou isso, eu senti que ia explodir e comecei a encher o cu dela de porra.
—Eu também vou gozar—disse o Fran. E minha mãe fez algo que nunca tinha deixado eu fazer: pegou o pau do Fran, tirou a camisinha e enfiou de novo. O Fran soltou um gemido e encheu a buceta da minha mãe de leite.
—Filho, vem cá—ordenou minha mãe. Me aproximei dela enquanto ela curtia o pau do Antonio. Ela tirou o pau da boca e disse:—Quero que você prove seu primeiro pau comigo.
O Antonio e eu congelamos, nos olhamos assustados, nunca tinha me interessado por homem.
—Vamos, garotos, ninguém vai saber nunca, vai ser nosso segredo.
Eu não ligava de experimentar e olhei pro Antonio buscando um olhar de aceitação e recebi. Me aproximei do pau dele enquanto minha mãe masturbava ele com a mão.
—Abre a boca, querido, se deixa levar.
Abri a boca, fechei os olhos e senti o pau do Antonio dentro da minha boca, era uma sensação estranha mas não me deu nojo e comecei a tirar e meter ele na boca. A situação tava me deixando com muito tesão e meu pau ficou duro de novo. Minha mãe se afastou de mim e eu continuei chupando o pau do meu amigo, de repente senti uma boca abraçando meu pau e a voz da minha mãe dizendo:—Olha só, o Fran também quer provar.—tirei o pau do Antonio da boca e olhei pra baixo, e lá estava o Fran, chupando meu pau.
Minha mãe voltou pro meu lado, e arrancou o pau do Antonio de mim, e começou a chupar ele.
—Vou gozar—disse o Antonio.
Minha mãe pegou na minha cabeça e me colocou do lado da dele.
—Abre a boca e põe a língua pra fora, filho.
Antonio começou a gozar, um jato caiu na minha boca, outro na da minha mãe, outro na minha, e assim até seis jatos de porra. Quando ele terminou de gozar, minha mãe deu uma última lambida nele e me beijou, a gente se fundiu num beijo profundo com cum. Fran continuava chupando minha rola e, sem avisar, eu gozei, enchendo a boca e o rosto dele de porra.
— Seu filho da puta, pelo menos me avisa.
Minha mãe se aproximou do Fran e eles também se beijaram, trocando porra.
Sinceramente, foi uma noite maravilhosa. Nenhum de nós esperava tudo o que aconteceu, e nunca vamos esquecer.
No dia seguinte, Fran, Antonio e eu fomos pra cidade, pro nosso apartamento, pra começar o novo semestre da faculdade. Minha mãe se despediu da gente pelada, deixando a gente indo embora com o pau duro.
Ainda não gosto de homens, mas o sexo não entende de rótulos. Naquele dia, curti muito minha mãe e meus amigos. E aquele verão foi o melhor da minha vida.Até aqui essa história safada, se quiser ler mais histórias picantes, visita:
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