Sou um pai separado, responsável por dois filhos adolescentes, a Sara, de 19 anos, e o Jaime, de 18. A Júlia, minha mulher, depois de três anos de casamento, decidiu que não servia pra vida em família e nos largou. Desde então, a gente vive só nós três.
Ia ser o aniversário de 18 anos do meu filho Jaime, então resolvi alugar um filme pornô, comprar umas cervejas e passar com ele uma "noite de homem pra homem". O Jaime sempre foi meio na dele, vivia estudando pra tirar notas boas e era muito tímido com as minas. Pensei que essa festa ia dar uma animada nele, fazer ele se divertir.
Já estávamos uns dez minutos vendo o filme e tínhamos acabado de tomar a nossa primeira cerveja quando a Sara entrou no quarto. Na hora fiquei nervoso porque não sabia como ela ia reagir ao ver o que a gente tava vendo na TV. Ela era daquele tipo de mulher que acha filme pornô machista e imaturo.
— Posso sentar pra ver o filme? —ela disse, pra minha surpresa. — Claro —respondi, e ela se jogou no sofá do lado do Jaime.
Durante as partes mais lentas do filme, sem que eles me vissem, eu dava uma olhada de canto nos dois pra ver como reagiam. Jaime tava colado na TV. Tinha certeza de que ele era virgem e que aquela era a primeira vez que ele via um ato sexual de verdade. Ele estudava cada cena com toda atenção. Já a Sara parecia acostumada com aquilo. Diferente do Jaime, eu sabia que a Sara era sexualmente ativa porque ela vivia me pedindo pra comprar pílula anticoncepcional desde os 16 anos.
Conforme o filme chegava ao fim, a Sara começou a cruzar as pernas de um jeito diferente nas cenas mais quentes. Ela tinha tomado uma cerveja com a gente e, pelo visto, o filme já tava começando a dar um tesão nela. A cara do Jaime continuava colada na TV. O filme também tinha feito efeito nele... O volume que tava dentro da perna esquerda dele já tava crescendo pra valer. A Sara tava cada vez mais inquieta e, finalmente, pousou a mão na perna do Jaime. Isso distraiu ele do filme por um instante, e ele percebeu pela primeira vez que a irmã dele tava sentada do lado. Na mesma hora, a atenção dele voltou pra tela, sem querer perder um segundo da ação.
Decidida, a Sara passou a mão pela perna do irmão e agarrou firme o volume da calça dele. Jaime pulou da cadeira e ficou reto que nem uma tábua. Olhou pra irmã com a cara de susto mais grande que já vi na vida. Ela só devolveu um olhar que dizia "Preciso de você" e um sorriso safado, como se tivesse pensando "Você não faz ideia do que tá prestes a te acontecer.
Jaime me olhou com perplexidade, sem dizer nada. Ele tava esperando que eu fizesse algo pra parar a irmã dele. Eu só dei de ombros e lancei um olhar tipo "Não posso fazer nada nessa porra". Surpreendentemente, a Sara tava agindo como se eu nem estivesse no quarto. Eu tava sentado numa rede, separado do sofá onde os dois estavam sentados. Aquilo dava pra Sara espaço suficiente pra sentir que tavam sozinhos e pra mim a distância necessária pra ver tudo que eles faziam.
Jaime olhou de novo pro rosto da Sara. Sem desviar o olhar do dele, ela pegou a mão direita do irmão e colocou firme em cima de uma das tetas dela. Jaime sacou a indireta e começou a acariciar devagar, tentando sentir o tamanho e a firmeza por cima do sutiã. Enquanto ele continuava a mimar a teta da irmã, ela ficava esfregando de leve a rola inchada dele.
- Fique de pé na minha frente - disse Sara, segurando o braço do irmão e ajudando ele a se levantar.
Aquelas palavras me tiraram do que parecia um sonho. De repente, me toquei que tava vendo minha filha seduzindo meu filho. Sentimentos confusos passaram pela minha cabeça... aquilo não era certo. Mas o filme, a cerveja e as atitudes da minha filha me deixaram meio excitado, queria ver mais. Resolvi sentar e ver no que dava.
Jaime estava de pé e Sara o colocou bem na frente dela. Sentada na borda do sofá, minha filha desabotoou a calça dele, enfiou os dedos por baixo do elástico da cueca e puxou toda a roupa dele de uma vez. A pica do Jaime pulou na direção dela, apontando direto pra cara dela. Era branca e lisinha, sem experiência nos prazeres do sexo. As bolas dele estavam claramente inchadas, provavelmente por causa do filme e das carícias da Sara.
O filme acabou. Na TV só tinha neve e barulho. Não quis desligar com medo de que, ao fazer isso, pudesse quebrar a corrente de acontecimentos entre meus dois filhos. Sara acariciou a parte interna das coxas de Jaime, com cuidado para não tocar no pau nem nas bolas dele. Tava deixando ele com tesão, fazendo as paixões deles virem à tona. Enquanto fazia isso, o olhar dela não se desviava do pau jovem que estava na frente do rosto dela, admirando o comprimento e a grossura. Finalmente, a mão dela subiu até as bolas e as acolheu. Jaime soltou um gemido. O pau dele tremeu. Sara percebeu que não faltava muito para o irmão gozar, então não perdeu tempo. Segurando firme o pau com a mão, acariciou umas duas vezes e meteu na boca. Jaime soltou outro gemido. Meu próprio pau começou a inchar ao imaginar o que Jaime estaria sentindo naquele instante em que o pau dele deslizava pela primeira vez numa boca quente e molhada.
Sara chupava a pica do Jaime como toda uma expert. Ela lambia de cima a baixo, pra depois meter inteira na boca umas quantas vezes. Olhava pra cima, com os olhos fixos nos do irmão e um sorriso no rosto enquanto a língua dela vibrava na glande sensível dele. Quando vi que os ovos do Jaime começaram a colar um no outro, soube que ele tava perto do orgasmo. Jaime já tava começando a ficar ansioso.
— A-acha... acho que você devia parar! — disse com uma voz rouca e trêmula.
Sara ignorou o pedido do irmão enquanto a cabeça dela continuava subindo e descendo na pica dele.
- Aaaahhhh... —gritou Jaime ao mesmo tempo que gozava na garganta da irmã.
Sara manteve o pau pulsante na boca o tempo todo que ele ficou cuspindo a descarga quente nela. A rola do Jaime murchou rapidinho e escorregou pra fora da boca da Sara. Ela deu um beijinho na ponta e o Jaime caiu exausto no sofá, com os braços e as pernas totalmente esticados.
- Buceta! -exclamou ele enquanto do seu membro cada vez mais enrugado saíam as últimas gotas de porra. - Agora é minha vez -disse Sara sorrindo, levantando-se.
Ela começou a desabotoar a blusa e rapidamente a tirou, junto com a calça jeans, ficando só de sutiã e calcinha. Ficou de pé por uns instantes, dando tempo pro Jaime admirar o corpo dela em cada detalhe. Percebi que era a primeira vez que via minha filha nua desde que ela era bem pequena. A Sara fazia atletismo na escola e tava em muito boa forma. O corpo dela era bronzeado e parecia bem macio. Fisicamente, ela tava na fase perfeita pra uma mulher, já que o corpo dela tava ganhando as curvas de uma mulher adulta, mas mantendo a firmeza e o viço da juventude.
Ela estava na frente do Jaime, com as mãos apoiadas na cintura. Devagar, cruzou os braços e deslizou as mãos por toda a barriga. As mãos percorreram os lados do corpo, ainda com os braços cruzados, até chegarem aos ombros. Isso fez com que os peitos se apertassem um contra o outro, fazendo dois balões de carne incríveis escaparem pela parte de cima do sutiã. Descruzou os braços enquanto passava as mãos pelo pescoço, por cima das orelhas e pelos cabelos. Esticou os braços para cima da cabeça, entrelaçando os dedos, e então ficou na ponta dos pés, inclinando-se levemente para frente e arqueando as costas. Era uma visão maravilhosa. O corpo jovem dela estava completamente esticado, as pernas longas e finas, a bunda empinada para fora e para cima, orgulhosa, os peitos saltando do corpo, a barriga encolhida e a cabeça jogada para trás.
Jaime só olhava de boca aberta. Minha pica começou a inchar de novo. Sara ficou naquela pose por um instante, mas depois voltou a descansar sobre os pés chatos. Ela baixou as alças do sutiã e segurou as taças na altura dos peitos enquanto tirava os braços pelas alças. Após uma breve pausa, lentamente deixou cair as taças do sutiã, revelando seus peitões enormes. Eles eram pontudos, abundantes e, pelo jeito, duros como pedra. Os pequenos triângulos brancos do biquíni e os biquinhos rosados e brilhantes se destacavam como letreiros de neon no corpo bem bronzeado. Os mamilos eram uns grãozinhos de bico rosa na ponta dos peitos, feito duas cerejinhas num sorvete.
Depois de tirar o sutiã, Sara começou a esfregar a entreperna. Apertou a calcinha contra a racha e puxou de leve pra forma da buceta ficar bem visível. Virando-se de costas pro Jaime, Sara se inclinou um pouco pra frente, apoiou as mãos nos quadris e deslizou os polegares por baixo do elástico da calcinha. Devagar, foi puxando pra baixo, deixando à mostra a melhor bunda que já vi na vida. Quando a calcinha caiu no chão, percebi que tava molhada.
A pica mole do Jaime começou a se mexer. Meu coração batia a mil por hora. Sara se virou, se inclinou sobre o Jaime e apoiou as mãos no encosto do sofá. Esse movimento deixou uma das tetas dela bem na cara do irmão. O Jaime não perdeu tempo. Meteu na boca aquela teta deliciosa e começou a chupar que nem um louco, enquanto massageava a outra com força. Ainda de pé, a Sara abriu as pernas, formando um V invertido. Quando ela ficou naquela posição, tive a visão mais incrível da buceta dela. Ela tinha depilado em volta da racha, deixando à mostra um monte de Vênus macio e levemente colorido. Os lábios dela, rosados e molhados, saíam pra fora da racha.
Sara pegou a mão que estava massageando o peito dela e guiou para baixo, em direção à buceta dela. Jaime tateava sem jeito com a mão, sem saber exatamente o que fazer. Sara pegou um dos dedos do irmão e abriu os lábios da buceta dela com ele. Depois, levou o dedo até o clitóris e esfregou por um tempo. Enquanto fazia isso, os quadris dela balançavam para frente e para trás, me dando um espetáculo maravilhoso. Ela soltou a mão de Jaime, deixando que ele continuasse sozinho, e fechou os olhos. Uma dor encheu meu pau ao ver o dedo de Jaime abrindo a fenda da irmã dele, expondo todo o buraco dela aos meus olhos. Eu desejava com toda a força enfiar meu pau duro e comprido bem fundo naquela buceta doce e jovem, e tive que usar toda a minha capacidade de autocontrole para continuar sentado.
Para então, Jaime já tava com uma ereção completa de novo. Sara se ajoelhou na frente do sofá e enfiou aquela piroca pulsante na boca. Depois que deixou bem molhadinha, ela se levantou, virou de costas e desceu na piroca do irmão.
- Vamos ver o que você aprendeu com o filme - disse Sara enquanto começava a subir e descer no pau do Jaime.
As tetas dela pulavam brincalhonas e balançavam pra cima e pra baixo. As mãos do Jaime estavam na cintura da irmã dele, mas logo começaram a deslizar pelas laterais dela até cobrir as tetas dela com elas. Ele se agarrou nelas como se fossem alças. Enquanto isso, eu tava besta olhando pra buceta da Sara. Era hipnótico ver os lábios macios e rosados dela deslizando pra cima e pra baixo na roça virgem e branca do Jaime. Logo aquela roça tava brilhando por causa dos orgasmos da Sara. Ver aquilo me deixou realmente tarado. Meu próprio pau pulsava acelerado e lutava pra sair da minha calça. Tinha certeza de que ia explodir a qualquer momento.
Pela primeira vez desde que tudo começou, a Sara olhou pra mim. Vendo o volume enorme na minha calça e a expressão de dor no meu rosto, ela fez um sinal pra eu chegar perto dela. Pulei da cadeira e atravessei o quarto. Assim que cheguei do lado dela, ela esticou a mão e começou a acariciar o volume. Diferente do Jaime, eu não precisei esperar ninguém me despir. Rapidamente, deixei a calça cair, liberando minha piroca inchada e pulsante. Os olhos da Sara se arregalaram de espanto. Minha piroca é bem maior que a do Jaime, e minhas bolas estavam inchadas depois de ver todo aquele show.
Jaime me deu uma olhada rápida e fez uma expressão estranha. Não fazia ideia do que ele estava pensando. Mas não importava, porque ele logo voltou a olhar pra bunda da irmã quicando pra cima e pra baixo na frente dele. Sara começou a acariciar meu pau enquanto continuava fodendo o irmão dela. Eu já estava prestes a soltar toda minha porra nela quando, de repente, ela parou. Ofegante pelo esforço, soltou meu pau e se inclinou pra frente. Ela se levantou até quase deixar o pau do Jaime sair da buceta dela, e então começou a deslizar pra cima e pra baixo com movimentos pequenos, sem deixar ele entrar completamente na racha. Eu imaginei o que ela estava fazendo. Ela queria que o Jaime pudesse ver o pau dele deslizando dentro e fora da buceta dela. O Jaime tava metendo tudo. Vendo aquilo, me convenci de algo que já tava martelando na minha cabeça há um tempo. Minha filha era uma puta gostosa na cama.
Sara se levantou e ficou de quatro no chão com a bunda virada pra nós dois. Depois de arquear as costas pra deixar a raba apontando pra cima, ela abriu os lábios da buceta, deixando à mostra aquele buraco que pedia pra ser preenchido. Minha piroca frustrada tremeu só de ver aquilo.
- Chega mais e enfia em mim! - disse Sara para Jaime.
Meu filho caminhou até ela com seu pau jovem e duro balançando de um lado pro outro. Ele se ajoelhou atrás da bunda dela, pegou o pau com uma mão e guiou até o buraco macio, quente e molhado da irmã dele. Vendo aquilo, percebi que meu gozo tava prestes a jorrar de novo. Como eu queria que fosse meu pau que estivesse entrando naquela buceta!
Jaime começou a bombar com longas mas lentas estocadas no começo, mas isso foi até ele pegar o ritmo. Sara me procurou com o olhar e fez sinal para eu ficar na frente dela. Fiz isso e, ao chegar lá, ela levantou o olhar e deu umas palmadinhas no chão bem debaixo dela.
- Deita aqui - ela me disse.
Sentei na frente dela, passando minhas pernas entre os braços dela pra ficar bem debaixo do corpo dela. Me deitei pra trás e me apoiei nos cotovelos. Minha pica tinha ficado bem debaixo da cara da Sara. Ela começou a chupar meu pau inchado enquanto eu observava o Jaime comendo ela por trás. Ela tava de olhos fechados e uma cara de puro tesão. Tava adorando aquela cavalgada. A Sara tirou minha pica da boca.
- Me fode com mais força! - ela gritou pro Jaime.
Jaime aumentou o ritmo dos movimentos dele um pouco mais. Eu me virei um pouco pra esquerda pra poder ver mais do corpo da Sara. Ela, por sua vez, continuava trabalhando na minha pica.
- Me enfia! -gritou Sara de novo- Enfia teu pau na minha buceta!
Jaime enfiava com toda a força. A bunda da Sara tremia com as batidas e os peitos dela balançavam loucamente.
Aquilo já era demais pra mim. Anos sem sexo, o filme pornô, duas adolescentes transando... Minhas bolas estavam prestes a soltar a maior gozada da minha vida. Não ia dar mais pra aguentar. Sentei e peguei a cabeça da Sara entre minhas mãos, enquanto sentia um calor do caralho brotando de dentro de mim.
- Aaahhh -eu gemi quando meu pau explodiu na boca dela. - Mmmmph -foi o único som abafado que Sara conseguiu soltar enquanto tentava segurar os jatos de porra que meu pau tava despejando na garganta dela.
Vi como meu pau pulsava enquanto eu continuava enviando sua tão esperada carga para dentro da boca ansiosa da minha filha. Reclinei e fechei os olhos, saboreando a tranquilidade que me invadiu depois daquela liberação. Pensei por um instante no que tinha acontecido naquele quarto. Será que a Sara realmente entendia minhas necessidades? Onde ela tinha aprendido a fazer tudo aquilo?
Ouvi o Jaime soltar um grito enquanto fazia seus últimos movimentos. O ritmo dele caiu rápido até que finalmente parou e caiu exausto nas costas da Sara. Pensei na porra quente dele jorrando lá no fundo da buceta doce e jovem da irmã dele. Que sortudo esse moleque. Mas eu não podia reclamar, também tinha ficado satisfeito. A Sara levantou o olhar, me encarou nos olhos e me deu um sorriso safado.
— Feliz aniversário, maninho — ela disse, mas sem tirar os olhos de mim.
Nos meses que se seguiram ao nosso pequeno episódio, não falamos nada sobre ele. Foi como se todos nós soubéssemos, no fundo, que aquilo tinha sido algo de uma vez só, algo que nunca mais íamos repetir. Nossas vidas continuaram praticamente iguais a antes, exceto por uma coisa... Jaime não é mais tão introvertido.
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Ia ser o aniversário de 18 anos do meu filho Jaime, então resolvi alugar um filme pornô, comprar umas cervejas e passar com ele uma "noite de homem pra homem". O Jaime sempre foi meio na dele, vivia estudando pra tirar notas boas e era muito tímido com as minas. Pensei que essa festa ia dar uma animada nele, fazer ele se divertir.
Já estávamos uns dez minutos vendo o filme e tínhamos acabado de tomar a nossa primeira cerveja quando a Sara entrou no quarto. Na hora fiquei nervoso porque não sabia como ela ia reagir ao ver o que a gente tava vendo na TV. Ela era daquele tipo de mulher que acha filme pornô machista e imaturo.
— Posso sentar pra ver o filme? —ela disse, pra minha surpresa. — Claro —respondi, e ela se jogou no sofá do lado do Jaime.
Durante as partes mais lentas do filme, sem que eles me vissem, eu dava uma olhada de canto nos dois pra ver como reagiam. Jaime tava colado na TV. Tinha certeza de que ele era virgem e que aquela era a primeira vez que ele via um ato sexual de verdade. Ele estudava cada cena com toda atenção. Já a Sara parecia acostumada com aquilo. Diferente do Jaime, eu sabia que a Sara era sexualmente ativa porque ela vivia me pedindo pra comprar pílula anticoncepcional desde os 16 anos.
Conforme o filme chegava ao fim, a Sara começou a cruzar as pernas de um jeito diferente nas cenas mais quentes. Ela tinha tomado uma cerveja com a gente e, pelo visto, o filme já tava começando a dar um tesão nela. A cara do Jaime continuava colada na TV. O filme também tinha feito efeito nele... O volume que tava dentro da perna esquerda dele já tava crescendo pra valer. A Sara tava cada vez mais inquieta e, finalmente, pousou a mão na perna do Jaime. Isso distraiu ele do filme por um instante, e ele percebeu pela primeira vez que a irmã dele tava sentada do lado. Na mesma hora, a atenção dele voltou pra tela, sem querer perder um segundo da ação.
Decidida, a Sara passou a mão pela perna do irmão e agarrou firme o volume da calça dele. Jaime pulou da cadeira e ficou reto que nem uma tábua. Olhou pra irmã com a cara de susto mais grande que já vi na vida. Ela só devolveu um olhar que dizia "Preciso de você" e um sorriso safado, como se tivesse pensando "Você não faz ideia do que tá prestes a te acontecer.
Jaime me olhou com perplexidade, sem dizer nada. Ele tava esperando que eu fizesse algo pra parar a irmã dele. Eu só dei de ombros e lancei um olhar tipo "Não posso fazer nada nessa porra". Surpreendentemente, a Sara tava agindo como se eu nem estivesse no quarto. Eu tava sentado numa rede, separado do sofá onde os dois estavam sentados. Aquilo dava pra Sara espaço suficiente pra sentir que tavam sozinhos e pra mim a distância necessária pra ver tudo que eles faziam.
Jaime olhou de novo pro rosto da Sara. Sem desviar o olhar do dele, ela pegou a mão direita do irmão e colocou firme em cima de uma das tetas dela. Jaime sacou a indireta e começou a acariciar devagar, tentando sentir o tamanho e a firmeza por cima do sutiã. Enquanto ele continuava a mimar a teta da irmã, ela ficava esfregando de leve a rola inchada dele.
- Fique de pé na minha frente - disse Sara, segurando o braço do irmão e ajudando ele a se levantar.
Aquelas palavras me tiraram do que parecia um sonho. De repente, me toquei que tava vendo minha filha seduzindo meu filho. Sentimentos confusos passaram pela minha cabeça... aquilo não era certo. Mas o filme, a cerveja e as atitudes da minha filha me deixaram meio excitado, queria ver mais. Resolvi sentar e ver no que dava.
Jaime estava de pé e Sara o colocou bem na frente dela. Sentada na borda do sofá, minha filha desabotoou a calça dele, enfiou os dedos por baixo do elástico da cueca e puxou toda a roupa dele de uma vez. A pica do Jaime pulou na direção dela, apontando direto pra cara dela. Era branca e lisinha, sem experiência nos prazeres do sexo. As bolas dele estavam claramente inchadas, provavelmente por causa do filme e das carícias da Sara.
O filme acabou. Na TV só tinha neve e barulho. Não quis desligar com medo de que, ao fazer isso, pudesse quebrar a corrente de acontecimentos entre meus dois filhos. Sara acariciou a parte interna das coxas de Jaime, com cuidado para não tocar no pau nem nas bolas dele. Tava deixando ele com tesão, fazendo as paixões deles virem à tona. Enquanto fazia isso, o olhar dela não se desviava do pau jovem que estava na frente do rosto dela, admirando o comprimento e a grossura. Finalmente, a mão dela subiu até as bolas e as acolheu. Jaime soltou um gemido. O pau dele tremeu. Sara percebeu que não faltava muito para o irmão gozar, então não perdeu tempo. Segurando firme o pau com a mão, acariciou umas duas vezes e meteu na boca. Jaime soltou outro gemido. Meu próprio pau começou a inchar ao imaginar o que Jaime estaria sentindo naquele instante em que o pau dele deslizava pela primeira vez numa boca quente e molhada.
Sara chupava a pica do Jaime como toda uma expert. Ela lambia de cima a baixo, pra depois meter inteira na boca umas quantas vezes. Olhava pra cima, com os olhos fixos nos do irmão e um sorriso no rosto enquanto a língua dela vibrava na glande sensível dele. Quando vi que os ovos do Jaime começaram a colar um no outro, soube que ele tava perto do orgasmo. Jaime já tava começando a ficar ansioso.
— A-acha... acho que você devia parar! — disse com uma voz rouca e trêmula.
Sara ignorou o pedido do irmão enquanto a cabeça dela continuava subindo e descendo na pica dele.
- Aaaahhhh... —gritou Jaime ao mesmo tempo que gozava na garganta da irmã.
Sara manteve o pau pulsante na boca o tempo todo que ele ficou cuspindo a descarga quente nela. A rola do Jaime murchou rapidinho e escorregou pra fora da boca da Sara. Ela deu um beijinho na ponta e o Jaime caiu exausto no sofá, com os braços e as pernas totalmente esticados.
- Buceta! -exclamou ele enquanto do seu membro cada vez mais enrugado saíam as últimas gotas de porra. - Agora é minha vez -disse Sara sorrindo, levantando-se.
Ela começou a desabotoar a blusa e rapidamente a tirou, junto com a calça jeans, ficando só de sutiã e calcinha. Ficou de pé por uns instantes, dando tempo pro Jaime admirar o corpo dela em cada detalhe. Percebi que era a primeira vez que via minha filha nua desde que ela era bem pequena. A Sara fazia atletismo na escola e tava em muito boa forma. O corpo dela era bronzeado e parecia bem macio. Fisicamente, ela tava na fase perfeita pra uma mulher, já que o corpo dela tava ganhando as curvas de uma mulher adulta, mas mantendo a firmeza e o viço da juventude.
Ela estava na frente do Jaime, com as mãos apoiadas na cintura. Devagar, cruzou os braços e deslizou as mãos por toda a barriga. As mãos percorreram os lados do corpo, ainda com os braços cruzados, até chegarem aos ombros. Isso fez com que os peitos se apertassem um contra o outro, fazendo dois balões de carne incríveis escaparem pela parte de cima do sutiã. Descruzou os braços enquanto passava as mãos pelo pescoço, por cima das orelhas e pelos cabelos. Esticou os braços para cima da cabeça, entrelaçando os dedos, e então ficou na ponta dos pés, inclinando-se levemente para frente e arqueando as costas. Era uma visão maravilhosa. O corpo jovem dela estava completamente esticado, as pernas longas e finas, a bunda empinada para fora e para cima, orgulhosa, os peitos saltando do corpo, a barriga encolhida e a cabeça jogada para trás.
Jaime só olhava de boca aberta. Minha pica começou a inchar de novo. Sara ficou naquela pose por um instante, mas depois voltou a descansar sobre os pés chatos. Ela baixou as alças do sutiã e segurou as taças na altura dos peitos enquanto tirava os braços pelas alças. Após uma breve pausa, lentamente deixou cair as taças do sutiã, revelando seus peitões enormes. Eles eram pontudos, abundantes e, pelo jeito, duros como pedra. Os pequenos triângulos brancos do biquíni e os biquinhos rosados e brilhantes se destacavam como letreiros de neon no corpo bem bronzeado. Os mamilos eram uns grãozinhos de bico rosa na ponta dos peitos, feito duas cerejinhas num sorvete.
Depois de tirar o sutiã, Sara começou a esfregar a entreperna. Apertou a calcinha contra a racha e puxou de leve pra forma da buceta ficar bem visível. Virando-se de costas pro Jaime, Sara se inclinou um pouco pra frente, apoiou as mãos nos quadris e deslizou os polegares por baixo do elástico da calcinha. Devagar, foi puxando pra baixo, deixando à mostra a melhor bunda que já vi na vida. Quando a calcinha caiu no chão, percebi que tava molhada.
A pica mole do Jaime começou a se mexer. Meu coração batia a mil por hora. Sara se virou, se inclinou sobre o Jaime e apoiou as mãos no encosto do sofá. Esse movimento deixou uma das tetas dela bem na cara do irmão. O Jaime não perdeu tempo. Meteu na boca aquela teta deliciosa e começou a chupar que nem um louco, enquanto massageava a outra com força. Ainda de pé, a Sara abriu as pernas, formando um V invertido. Quando ela ficou naquela posição, tive a visão mais incrível da buceta dela. Ela tinha depilado em volta da racha, deixando à mostra um monte de Vênus macio e levemente colorido. Os lábios dela, rosados e molhados, saíam pra fora da racha.
Sara pegou a mão que estava massageando o peito dela e guiou para baixo, em direção à buceta dela. Jaime tateava sem jeito com a mão, sem saber exatamente o que fazer. Sara pegou um dos dedos do irmão e abriu os lábios da buceta dela com ele. Depois, levou o dedo até o clitóris e esfregou por um tempo. Enquanto fazia isso, os quadris dela balançavam para frente e para trás, me dando um espetáculo maravilhoso. Ela soltou a mão de Jaime, deixando que ele continuasse sozinho, e fechou os olhos. Uma dor encheu meu pau ao ver o dedo de Jaime abrindo a fenda da irmã dele, expondo todo o buraco dela aos meus olhos. Eu desejava com toda a força enfiar meu pau duro e comprido bem fundo naquela buceta doce e jovem, e tive que usar toda a minha capacidade de autocontrole para continuar sentado.
Para então, Jaime já tava com uma ereção completa de novo. Sara se ajoelhou na frente do sofá e enfiou aquela piroca pulsante na boca. Depois que deixou bem molhadinha, ela se levantou, virou de costas e desceu na piroca do irmão.
- Vamos ver o que você aprendeu com o filme - disse Sara enquanto começava a subir e descer no pau do Jaime.
As tetas dela pulavam brincalhonas e balançavam pra cima e pra baixo. As mãos do Jaime estavam na cintura da irmã dele, mas logo começaram a deslizar pelas laterais dela até cobrir as tetas dela com elas. Ele se agarrou nelas como se fossem alças. Enquanto isso, eu tava besta olhando pra buceta da Sara. Era hipnótico ver os lábios macios e rosados dela deslizando pra cima e pra baixo na roça virgem e branca do Jaime. Logo aquela roça tava brilhando por causa dos orgasmos da Sara. Ver aquilo me deixou realmente tarado. Meu próprio pau pulsava acelerado e lutava pra sair da minha calça. Tinha certeza de que ia explodir a qualquer momento.
Pela primeira vez desde que tudo começou, a Sara olhou pra mim. Vendo o volume enorme na minha calça e a expressão de dor no meu rosto, ela fez um sinal pra eu chegar perto dela. Pulei da cadeira e atravessei o quarto. Assim que cheguei do lado dela, ela esticou a mão e começou a acariciar o volume. Diferente do Jaime, eu não precisei esperar ninguém me despir. Rapidamente, deixei a calça cair, liberando minha piroca inchada e pulsante. Os olhos da Sara se arregalaram de espanto. Minha piroca é bem maior que a do Jaime, e minhas bolas estavam inchadas depois de ver todo aquele show.
Jaime me deu uma olhada rápida e fez uma expressão estranha. Não fazia ideia do que ele estava pensando. Mas não importava, porque ele logo voltou a olhar pra bunda da irmã quicando pra cima e pra baixo na frente dele. Sara começou a acariciar meu pau enquanto continuava fodendo o irmão dela. Eu já estava prestes a soltar toda minha porra nela quando, de repente, ela parou. Ofegante pelo esforço, soltou meu pau e se inclinou pra frente. Ela se levantou até quase deixar o pau do Jaime sair da buceta dela, e então começou a deslizar pra cima e pra baixo com movimentos pequenos, sem deixar ele entrar completamente na racha. Eu imaginei o que ela estava fazendo. Ela queria que o Jaime pudesse ver o pau dele deslizando dentro e fora da buceta dela. O Jaime tava metendo tudo. Vendo aquilo, me convenci de algo que já tava martelando na minha cabeça há um tempo. Minha filha era uma puta gostosa na cama.
Sara se levantou e ficou de quatro no chão com a bunda virada pra nós dois. Depois de arquear as costas pra deixar a raba apontando pra cima, ela abriu os lábios da buceta, deixando à mostra aquele buraco que pedia pra ser preenchido. Minha piroca frustrada tremeu só de ver aquilo.
- Chega mais e enfia em mim! - disse Sara para Jaime.
Meu filho caminhou até ela com seu pau jovem e duro balançando de um lado pro outro. Ele se ajoelhou atrás da bunda dela, pegou o pau com uma mão e guiou até o buraco macio, quente e molhado da irmã dele. Vendo aquilo, percebi que meu gozo tava prestes a jorrar de novo. Como eu queria que fosse meu pau que estivesse entrando naquela buceta!
Jaime começou a bombar com longas mas lentas estocadas no começo, mas isso foi até ele pegar o ritmo. Sara me procurou com o olhar e fez sinal para eu ficar na frente dela. Fiz isso e, ao chegar lá, ela levantou o olhar e deu umas palmadinhas no chão bem debaixo dela.
- Deita aqui - ela me disse.
Sentei na frente dela, passando minhas pernas entre os braços dela pra ficar bem debaixo do corpo dela. Me deitei pra trás e me apoiei nos cotovelos. Minha pica tinha ficado bem debaixo da cara da Sara. Ela começou a chupar meu pau inchado enquanto eu observava o Jaime comendo ela por trás. Ela tava de olhos fechados e uma cara de puro tesão. Tava adorando aquela cavalgada. A Sara tirou minha pica da boca.
- Me fode com mais força! - ela gritou pro Jaime.
Jaime aumentou o ritmo dos movimentos dele um pouco mais. Eu me virei um pouco pra esquerda pra poder ver mais do corpo da Sara. Ela, por sua vez, continuava trabalhando na minha pica.
- Me enfia! -gritou Sara de novo- Enfia teu pau na minha buceta!
Jaime enfiava com toda a força. A bunda da Sara tremia com as batidas e os peitos dela balançavam loucamente.
Aquilo já era demais pra mim. Anos sem sexo, o filme pornô, duas adolescentes transando... Minhas bolas estavam prestes a soltar a maior gozada da minha vida. Não ia dar mais pra aguentar. Sentei e peguei a cabeça da Sara entre minhas mãos, enquanto sentia um calor do caralho brotando de dentro de mim.
- Aaahhh -eu gemi quando meu pau explodiu na boca dela. - Mmmmph -foi o único som abafado que Sara conseguiu soltar enquanto tentava segurar os jatos de porra que meu pau tava despejando na garganta dela.
Vi como meu pau pulsava enquanto eu continuava enviando sua tão esperada carga para dentro da boca ansiosa da minha filha. Reclinei e fechei os olhos, saboreando a tranquilidade que me invadiu depois daquela liberação. Pensei por um instante no que tinha acontecido naquele quarto. Será que a Sara realmente entendia minhas necessidades? Onde ela tinha aprendido a fazer tudo aquilo?
Ouvi o Jaime soltar um grito enquanto fazia seus últimos movimentos. O ritmo dele caiu rápido até que finalmente parou e caiu exausto nas costas da Sara. Pensei na porra quente dele jorrando lá no fundo da buceta doce e jovem da irmã dele. Que sortudo esse moleque. Mas eu não podia reclamar, também tinha ficado satisfeito. A Sara levantou o olhar, me encarou nos olhos e me deu um sorriso safado.
— Feliz aniversário, maninho — ela disse, mas sem tirar os olhos de mim.
Nos meses que se seguiram ao nosso pequeno episódio, não falamos nada sobre ele. Foi como se todos nós soubéssemos, no fundo, que aquilo tinha sido algo de uma vez só, algo que nunca mais íamos repetir. Nossas vidas continuaram praticamente iguais a antes, exceto por uma coisa... Jaime não é mais tão introvertido.
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2 comentários - El cumpleaños de mi hijo Jaime