Só faltavam uns dois dias dessas mini férias e a gente tinha que aproveitar. No dia seguinte, foi tudo muito relax, e a Peti não passou vergonha igual da outra vez, então consegui puxar o assunto de boa.
Eu: Já fizeram isso com mais alguém? — perguntei pro casal.
Andre: Fazer o quê? Trocar de casal? Não! Nunca.
Eu: Mas fantasiavam.
Andre: Bom... é... mais ou menos.
Eu: Como assim mais ou menos! Conta aí, quero saber — a conversa não deixava eles desconfortáveis.
Nacho: Quer dizer que a gente não fantasiava com outro casal. Era com vocês.
Eu: Aí sim! Ouviu isso, Peti!? Eles se esquentavam com a gente! — falei tipo comemorando.
Andre: Haha, bom. Com você é novo. Com ela a gente fantasia há anos.
Romi: Nena!! Cala a boca! — dei um tapa no ar.
Andre: Ué, eu!! Já foi! Não precisa ter vergonha! Além disso, devia se sentir lisonjeada.
Eu: Já te chamaram pra ficar com eles? — perguntei pra Romi.
Romi: Já... mas ela — apontou pra amiga — não sei se era o Nacho também.
Andre: Especialmente o Nacho, idiota! Sabe como ele olha pra sua bunda.
Nacho: Haha, tá bom, tá bom, vou ficar parecendo um tarado.
Eu: E por que nunca topou o trio, Peti?
Romi: Sei lá. Ficava com receio. Depois não sabia como olhar na cara deles.
Eu: Do jeito que você tá olhando agora.
Romi: Haha, é! Mas um trio é diferente.
Eu: Já participou de um?
Romi: Não.
Eu: Então como sabe?
Romi: Mas aqui você tá pra equilibrar a parada.
Andre: Você já teve uns trios, né? — a pergunta era pra mim.
Eu: Haha, sim. Alguns — não queria contar a história do trevo. Nunca falei.
Me perguntaram umas coisas sobre sexo em grupo. Os caras contaram fantasias que realizaram ao ar livre. A conversa não saía do assunto sexual.
Andre: E qual é o superpoder de vocês na hora do sexo? — jogou no ar. Como ninguém respondeu rápido, apontou — Peti?
Romi: Hahaha, sei lá! Fala você — apontou pra mim.
Eu: Hmmm, como ela chupa — teve aplauso da plateia.
Romi: E a dela, Nacho??
Nacho: Deixa eu pensar... Gosto de como você chupa — dizia. olhando pra ela - mas acho que é a facilidade que ela tem pra esquentar. Falando. Transando. É provocadora - eu já tinha vivido isso na pele
Eu: André? O superpoder do Nacho?
André: haha não tenho dúvida qual. A recuperação rápida - todo mundo riu - minutos depois já tá pronto de novo. É ideal pra uma insaciável como eu - meteu uma confissão ali
Nacho: Bom… Peti.. o poder da Fer?
Romi: hmm deixa eu pensar - demorou muito
Eu: bom! Talvez não tenha superpoder
Romi: Não idiota! Se tem… tô vendo como falar! É tipo… a capacidade dela de… te dominar - ai… lindo o que ela disse
André: Essa! Como é isso?
Romi: fala sério, vaca… se sabe do que tô falando
André: Não.. não sei.. e você Nacho? - o namorado dela fez cara de não ter ideia
Romi: haha burra! Se até viram no apê dela!
André: hmm… sim… te deu tesão aquele dia - eu observava a conversa sobre mim e tava ficando com tesão
Romi: E viram só 10% - soltou
Nacho: Boa!! - e o cara me olhou - que mais você faz com a coitada? - me olhou cobrando
Eu: haha sei lá - fiquei meio intimidado com a acusação - não respondo por mim nesse estado
André: é tipo um Hulk sexual? O que ela faz com você? - isso parecia ensaiado.. os dois estavam muito curiosos
Romi: hmm… me amarra? - as caras dos dois eram de tesão - me trata com força… me bate… - falava tímida mas com um sorriso - me xinga
Eu: que feio que tudo isso soa enquanto você toma algo na praia. Vão me prender por abuso - falei brincando mas era meio verdade. Sem o tesão, soava tudo errado.
André: ai não! eu Peti… e você gosta?
Romi: Claro, gata! É super excitante
André: Eu gostaria de ver - disse como se convidasse a gente a mostrar
Eu: Gostaria de ver ou gostaria de experimentar - falei desafiando
André: Com o Nacho ou com você?
Eu: comigo. Depois você faz com o Nacho ou não? - olhei pro cara que não sabia bem o que dizer. Eu já tava no jogo. Os três se olhavam… não sabiam o que responder
André: haha ai não sei! Tô sóbria demais pra responder essa pergunta! - rimos todos
O dia seguiu normal e à noite saímos pra dançar num pub que tem em frente à praia. A Andre tinha se arrumado pra matar, uma camiseta branca bem decotada e uma mini bem apertada. A Andre era muito diferente da Romi em atitude. Era uma líder nata, dominadora. Ela resolvia as férias pra você e você só seguia. Discutia tudo de um jeito insuportável, era inteligente e usava bem os argumentos, mas sempre ganhava. Então pra mim, ela se submeter era algo difícil, porque eu não sabia se ela ia conseguir abrir mão do controle. Nos dois casais, tava claro que a Romi e o Nacho eram os submissos, e eu e a Andre, os que dominavam.
Noite normal de férias. Álcool, dança... A Romi e o Nacho foram pegar algo pra beber e eu fiquei com a Andre.
Andre: e aí? Tá com esperança de ter uma noite como outro dia? - veio provocar
Eu: haha como assim?
Andre: ah, você sabe... Trocar - piscou pra mim e fez cara de gata
Eu: haha me parece que você tá fugindo do que eu te perguntei à tarde
Andre: haha que coisa? - tava histérica
Eu: haha tá bom, se não aguenta - tava provocando ela
Andre: boa! Claro que aguento!
A gente tava conversando encostados numa parede, um do lado do outro. Passei minha mão por trás dela e deixei meu dedo pendurado na parte de trás da mini.
Eu: tem certeza? - desci meus três dedos pra pegar a tanga dela e puxar forte pra cima. Ela reagiu e ficou dura.
Andre: que filho da puta - falou baixinho pro lado
Eu olhava pro centro do lugar com a mão atrás dela. Com certeza a tanga afundou na buceta dela com a força que fiz. Ela tentava disfarçar, mas tava excitada. Os outros vieram, tirei a mão e fiz cara de pôquer.
Romi: haha o que vocês dois tão fazendo que você tá com essa cara, amiga? - A Andre tava vermelha.
Eu: sua amiga tava me dizendo que já tá molhada e me perguntando o que a gente vai jogar essa noite - A Andre não acreditou que eu fui tão cara de pau. sincero
Romi: eeeehhh! Olha que puta que é a sua, Nacho – disse olhando pra ele
Nacho: calma, amor. Daqui a pouco a gente vai embora e você se satisfaz
Andre: chega! Porra, também não sou tão punheteira assim!
No caminho pro apê, Romi me contou que conversou com Nacho sobre a ideia de "acabar com a" namorada dele e disse que ele achava a ideia excitante, mas não sabia se ela ia topar. Tudo dependia dela, e eu tava confiante que ia dominar ela.
Chegamos no apê, e as minhas foram tirar os saltos. Aproveitei pra entrar no personagem.
Eu: chst chst. Não tira não – foi direto pra Andre
Peguei ela pela mão e apertei contra mim. Ela me olhava fixo, como se me desafiasse. Rindo.
Andre: uff, como a gente tá! – disse num tom sensual
Mordi o lábio dela e a fiz calar a boca. Ela se surpreendeu e olhou pros caras, que estavam sentados nuns cadeiras olhando.
Eu: eles só vão olhar. Né? – os caras concordaram
Andre: mmm, tá bom – cruzou os braços no meu pescoço
Ela não tava entendendo o que tava rolando. Coloquei a mão na cabeça dela e apertei forte o cabelo. Virei ela e empurrei contra a parede.
Eu: você não tá entendendo, puta. Vou te comer bem gostoso enquanto seu namorado olha – ela reclamava, mas tava adorando – ok?
Andre: sss... Sim – falava meio sem graça
Peguei a fronha de um travesseiro e amarrei as mãos dela pra trás. Ela continuava curtindo a experiência e virava pra olhar como a amiga e o namorado estavam vendo ela.
Virei ela de frente pros caras. Beijei o lado do pescoço dela e depois coloquei minha mão em volta do pescoço, apertando um pouco. Ela me olhava fixo, desafiadora, enquanto eu apertava mais. Soltei e ela respirou fundo. Levantei a saia dela e virei ela. Ainda segurando pelo pescoço, virei e inclinei um pouco pra ela mostrar a raba.
Eu: vou te castigar porque você não se comportou direito – tapa forte na raba
Andre: mmmmm
Eu: desejando outra rola que não a do seu namorado... – tas! Outro tapa forte
Baixei a calcinha dela até os joelhos e parei ela com as pernas um pouco abertas pra deixa a fio dental no meio. Fiquei atrás dela. Com uma mão apertava o pescoço dela e com a outra desci pra tocar a buceta dela.
Andre: arhh ahh - ela tava curtindo
Comecei a meter um dedo nela. E mexia dentro.
Eu: conta pra eles onde tá meu dedo
Andre: ah dentro de mim
Eu: onde?
Andre: na minha.. ah.. na minha... buceta
Meti dois dedos e mexia com força
Eu: e agora?
Andre: agora tem dois dedos na minha buceta
Nacho tava com o pau durasso dentro da calça e a Romi tava morrendo de vontade de se tocar. Ela mordia os lábios. Apoiei meu polegar no cu dela e fiz pressão. Ela deu um gritinho curto
Eu: conta pra eles!
Andre: me... Ele meteu.. o de... Polegar na... Na bunda - ela mal conseguia falar de tanto gemer
Nacho esfregava a porra do pau sem disfarçar. Joguei ela no sofá e ela caiu sentada. Tirei a fio dental e abri as pernas dela. Meti meus dois dedos e ela começou a gemer. Tampei a boca dela com a outra mão. Ela me olhava impotente. Eu tava cada vez mais excitado. Já tinha feito isso com várias minas, mas essa era sem dúvida a menos submissa de todas. Tinha um prazer extra em não deixar ela controlar nada. Meus dedos entravam e saíam fazendo um barulhão. Ela gemia na minha mão.
Fiz sinal pros espectadores pra moverem as cadeiras bem na frente da buceta dela. Queria que vissem tudo de perto. Ela tava toda depilada. Linda. Abri os lábios da buceta dela pra eles verem e enfiei meus dedos de novo. Batia punheta nela com força e ela se mexia toda. Tirei a saia dela e ela ficou só de camiseta. Meti a mão de novo com força... Ela já tava gritando na minha outra mão que apertava forte a boca dela. Tirei meus dedos e eles tavam todos escorrendo de lubrificação. Levei eles no rosto dela e ela tentou se desviar
Eu: olha como você tá molhada! Como você gosta disso - apertei a boca dela com uma mão e com a outra aproximei meus dedos. Ela virou o rosto - shhh - dei um tapinha de leve na cara dela e ela ficou paralisada.
Passei os dedos pela cara e pela boca e enfiei de novo. Tirava e dava uns tapas na buceta dela. Olhei pro Nacho e ele já tava de calça aberta com a mão dentro, e a Romi se tocava por cima da calça. Levantei ela, tirei meu cinto e amarrei no pescoço dela. Ela abriu os olhos surpresa e eu movi ela, mostrando que tava segurando ela pela coleira e controlando dali. Segurei firme e mostrei como os caras estavam se tocando.
Eu: olha como eles curtem que eu te maltrato. Você gosta?
Andre: mm siiiim
Eu: me pede pra te destruir.
Andre: ha.. ha.. me destroi... Porra
Ajoelhei ela guiando pela coleira. Enquanto eu tirava a roupa, mandei ela se tocar. Cheguei perto com meu pau na mão e puxando pelos cabelos, fiz ela lamber minhas bolas. Enquanto ela fazia isso, vi que o Nacho já tava com o pau de fora. A Romi ainda tava vestida, mas se tocava de pernas abertas. Olhei pra ela pra acordar e começar a se despir.
Distraído pela Romi, nem percebi que a Andre já tava enfiando meu pedaço na boca e não gostei. Empurrei a porra do pau com força e ela deu uns engasgos que teve que soltar. Sentei ela no chão, apoiando a cabeça no sofá. Subi uma perna no sofá e, aproveitando a boca aberta dela, meti com força.
Eu: se toca. — ordenei
Enfiava o pau até o fundo e deixava lá até ela não conseguir respirar e ter que sair. Já tava chorando e a maquiagem escorrendo.
Eu: então agora você gosta de pau na garganta... — falei e ela acenava com a boca cheia.
Tirei o pau e, segurando ele com a mão, comecei a dar porradas na cara dela. Como nossos espectadores não podiam ver, me ajeitei pra ficarem na primeira fila. A Romi já tava de fio dental e o Nacho se masturbava. Sentia a Andre ofegando e me olhando com cara de "me come".
Eu: você gosta de ser minha? — ela balançou a cabeça que sim. — de ser dominada?
Andre: sim, adoro — disse
Pra dominar mais, fiz ela engatinhar. controlando ela pelo cinto. Nacho não podia acreditar. Levei ela até ele.
Eu: levanta — ela se ajoelhou. — mete na boca.
Rendida do jeito que tava, ela enfiou a pica do Nacho na boca até o fundo. Puxei ela forte pra trás com a coleira. Levei ela até os pés da Romi e todos se olharam. Fiz sinal pra Peti abrir as pernas. Ela tava com uma calcinha fio-dental rosa muito linda.
Eu: tira a língua e lambe. — falei, colocando ela a 10 cm da buceta da Romi — lambe e fode, seu prêmio.
Ela tirou a língua com os olhos fechados e apoiou na frente da calcinha da Peti. Puxei ela pra trás e levantei no ar. Me joguei no sofá e coloquei ela em cima de mim. Enfiei a pica nela.
Andre: ummmmm — tava muito quente.
Eu: esse era seu prêmio. Agora se mexe — e bati na raba dela.
A gostosa soltou toda aquela sede de controle que tinha. Tava limitada por ter as mãos amarradas, mas se mexia com loucura. Como se estivesse se vingando. Fiz sinal pros outros virem ver mais de perto. Os dois ficaram na minha direita. Nacho se colocou atrás da Romi e apoiou nela. Já não aguentavam mais. A Peti esticou a mão pra pegar a pica dele e começou a masturbar ele enquanto olhava a Andre se mexendo em cima de mim. Agarrei a raba dela bem forte e comecei a dar tapas.
Eu: Gosta de dominar, hein?! Te incomoda perder o poder — batia forte na raba dela. Ela ria como se concordasse.
Na nossa direita, dava pra ver que o Nacho tinha metido a pica na Romi porque eles se moviam sincronizados. A Andre se mexia cada vez mais rápido. Dava pra ver que tava chegando lá. Agarrei ela pelo cabelo e puxei pra perto de mim. Estiquei a mão e enfiei meu dedo indicador no cu dela. Ela gemia cada vez mais alto, já sem se inibir. Tinha o rosto todo manchado das lágrimas que tinham feito a maquiagem escorrer. Segurei ela pelo cinto que tinha no pescoço e enfiei o dedo um pouco mais.
Eu: Vai gozar com meu dedo no cu?
Andre: ah aaah aah sim, sim — gritava.
Do lado, Nacho metia forte. Ritmo forte, a Romi apoiada no descanso de braço do sofá. Nesse momento, a Andre explodiu num grito. Se molhou toda e tremia. Não deixei ela aproveitar o orgasmo e virei ela, jogando ela de barriga pra cima no sofá. Desatei as mãos dela.
Eu tava possesso. Enterrei a pica nela com força enquanto segurava o pescoço dela. Fiquei assim por uns minutos, ela gemia e me olhava com aquela cara desafiadora que ela tem… ela meteu a mão no decote e tirou os peitos pra fora. Isso me acendeu porque ela tava tentando controlar alguma coisa, me provocar… puxei as mãos dela pra trás de forma agressiva.
Eu: O que cê tá fazendo? Quem decide se cê mostra os peitos e quando sou eu - Ela me olhou de novo, desafiadora. Do lado, os caras tavam se pegando gostoso e dava pra sentir que o Nacho ia gozar.
A Andre tentou mostrar os peitos de novo… puxei as mãos dela pra trás. Segurei elas com uma mão enquanto falava perto da cara dela, bem agressivo.
Eu: Quer mostrar os peitos?
Andre: Uhum - Ela disse com cara de puta.
Desci minhas duas mãos até o decote dela devagar. Ela tava com uma regata branca de manga curta e um decote que ia se abrindo e terminava em V no meio dos peitos dela. Quando cheguei na altura do V… abri minhas mãos com muita força e olhei pra ela. A regata rasgou até a metade da barriga dela, fazendo um barulho que fez os caras pararem pra olhar. A cara da Andre era uma mistura de surpresa com "vou te matar por causa da regata". Continuei com a pica dentro dela, baixei os braços dela pros lados e abri a regata onde tava rasgada pra tirar os peitos dela pra fora do sutiã.
Eu: Pronto… agora cê tá mostrando os peitos - falei com cara de safado.
O Nacho deu umas estocadas intensas e profundas e gozou dentro da Peti. Não quis deixar a Andre se distrair, tampei a boca dela e com a outra mão no pescoço dela, meti com força. Ela gemia, tentava gritar, mas se afogava na minha mão. A Romi continuava apoiada a um metro de mim, com o Nacho atrás, de joelhos, chupando a buceta dela pra ela gozar. Levantei a Andre de A coleira e eu coloquei ela de quatro no sofá.
Eu: Agora vou te foder todinha — falei e puxei o cabelo dela com força. Ela deu um grito de dor.
Andre: Aaaah! Ai ai
Segurando ela pelo cabelo, meti várias vezes. Ela gritava e se misturava com os gemidos da Romi, que tava gozando. Os caras ficaram olhando enquanto eu continuava destruindo a Andre. Segurei ela pelo cinto e comecei a meter forte também. Ela tossiu porque eu tava enforcando ela, aí afrouxei e deixei ela cair sobre o encosto do sofá. Deixei ela uns segundos assim… olhei pra baixo e vi meu pau enfiado, a bunda dela vermelha das palmadas que eu tinha dado. Enfiei o dedo no cu dela de novo… levantei meu pé, apoiei no sofá e, colocando minha mão na cara dela, apertei contra o sofá e meti forte de novo. Nacho olhava do lado, a namorada dele sendo destruída e ele ficava excitado, não reconhecia ela, a dominante, a insuportável sendo submissa pela primeira vez. O cara não aguentou mais e desceu pra mina chupar o pau dele.
Ele ficou duro na hora e subiu a Romi em cima pra ela montar.
Eu parei de meter forte na Andre e levantei ela. Ela respirava fundo, ofegante, destruída. Me joguei no sofá e coloquei ela em cima de mim de costas. De novo ela começou a rebolar com força, eu controlava ela pela coleira… puxei ela pra cima de mim e desci minha mão até a buceta dela. Levantei as pernas dela e enfiei dois dedos lá dentro, dividindo o espaço com meu pau. Assim fiz ela gemer muito… não parou até ela tremer e gozar de novo. Os gritos eram longos.
Andre: oooh aaaaargh! — aumentando o tom do grito
Tirei ela de cima de mim e sentei ela de novo no sofá. Eu tava com o pau explodindo.
Eu: Onde você quer a porra? — perguntei
Andre: Nos meus… peitos — respondeu com o pouco fôlego que tinha
Eu: Não… você vai tomar na boca, na sua garganta
Andre: não não — e balançava a cabeça
Enquanto falava, eu tocava a buceta dela… mandei ela botar a língua pra fora e levei meu pau até as bolas. Do lado, os outros dois já moviam intensamente. A Peti gemia bem alto. Aproximei minha pica na boca dela e, batendo uma a um cm, comecei a jogar toda a porra pra dentro. Era uma quantidade enorme e não parava de sair. Nacho parou pra olhar. Eu puxei ela pelos cabelos pra ficar de frente pro namorado dela.
Eu: Mostra a porra que você tem na boca – ela abriu pra mostrar, o cara segurou forte a bundinha redonda da Romi e moveu ela – Agora engole – ela fechou a boca e os olhos e fez o movimento de engolir, abriu de novo pra mostrar que não tinha nada
Eu continuava segurando ela pelos cabelos, ela estava destruída e olhando como o namorado comia a amiga dela. Quando foi falar alguma coisa, cruzei meu braço por baixo dos dois dela e arrastei ela pelo chão até nosso quarto. Peguei a garrafa de espumante que estava na mesa e levei com a gente.
Andre: Para, não aguento mais… para – ela dizia enquanto eu arrastava ela.
Eu: Mas se a gente acabou de começar, putinha – eu falava pra ela
Chegamos no quarto, parei ela e apoiei contra um espelho que tinha. Nacho e a Peti vieram atrás da gente e pararam pra ver na porta. Andre apoiou as mãos nos lados. Eu fui mais bonzinho, apoiei ela e comecei a beijar o corpo todo. Ela se olhava no espelho e ficava excitada. Estava toda destruída e marcada. Sentei num banquinho e ajoelhei ela. Sempre se vendo no espelho, comecei a tocar a buceta dela. Fazia devagar porque imaginei que já estivesse irritada e pra acalmar os nervos. Beijei toda a bunda e parei na buceta dela. Enfiei a língua e ela começou a gemer de novo. Nacho tinha a Romi contra a parede de novo, sem parar de olhar pra gente.
Sentei no banquinho e pedi pra ela vir chupar. Eu ainda tinha a pica descansando.
Ela ajoelhada enfiou na boca e começou a brincar e fazer caras de puta. Eu tava deixando ela ser ela mesma pela primeira vez na noite. Me recostei pra trás. Andre enfiava a pica toda na boca e aí começou a endurecer. Eu agarrava, e batia uma com força. Quando já tava dura, levantei. Ela continuava de joelhos… comecei a meter até o fundo. Com força, mas não tão agressivo quanto na sala de jantar. Ela recebia feliz… ria.
Andre: mmmm - fazia quando tirava da boca e não parava de bater uma pra mim
Sentei na beira da cama e puxei ela pra continuar chupando. Acho que ela pensou que a parte de ser dominada tinha acabado e que eu ia deixar ela mandar. Mas não era assim… puxei ela pelos cabelos e enfiei a cara dela no meu pau… ela deu uma ânsia e saiu pra respirar. Não me olhou, ficou com o olhar fixo na minha rola.
Eu: Cospe - falei, e ela me olhou estranho - cospe
Ela concentrou saliva e cuspiu devagar. Peguei ela pelos cabelos pra baixar a cabeça um pouco e comecei a enterrar o pau… metia fundo, tinha me excitado de novo. Parei e levei ela contra o espelho. Puxando pelo cabelo e pelo pescoço, comi ela com força. Virei ela pra ver o namorado e a amiga continuando a transar como loucos. Virei ela de bruços na cama… ela mordia os lençóis enquanto eu metia bem forte. Batia na bunda dela e ela gemia alto. Dessa vez era com a força certa pra ela aproveitar. Coloquei um pé em cima da cama e voltei à carga. Adorava agarrar a bunda dela enquanto metia… subi em cima dela e coloquei os dois pés dos lados pra comer ela de cócoras. O pau entrava na vertical. Nacho e Romi gozaram do lado da cama pra continuar olhando… tavam muito tarados.. não conseguiam parar de olhar e a Peti gemia alto.
Andre: aii sim.. me come - ela falava, e dessa vez deixei ela falar.
Descansei um pouco.. as pernas não aguentavam mais e sentei pra ela se mexer de costas pra mim. Ela se movia em círculos.. igual uma louca! E assim gozou de novo…
Andre: Ahha ahh ah como eu gosto! - gemia
Estendi a mão pro criado-mudo e peguei o lubrificante. Enquanto ela continuava se mexendo em cima de mim, passei um dedo na bunda dela. Não reclamava. Percebi que ela tava gostando mais que a amiga. Empurrei ela pra frente e ela ficou apoiada no chão com a bunda pra cima. Continuei metendo enquanto meu dedo entrava mais no cu dela. Mandei o Nacho chegar perto.
Eu: vamos mostrar pro teu namorado como eu abro teu cu? — falei enquanto enfiava mais fundo
Andre: hmm... não — falou, mas não resistiu
Empurrei ela mais e ela ficou de bruços no chão... continuei penetrando assim. Ter ela no chão era foda... tava um tesão danado no quarto. Levantei a bunda dela, coloquei minha mão na buceta e com a outra comecei a abrir o cu dela. Dava uns tapas na bunda dela. Olhei pro lado e amei a cena... Nacho gozando na cara da Peti.
Eu: Olha... não somos os únicos se divertindo — falei baixinho no ouvido dela e levantei ela pra ver como a amiga tava com a cara cheia de porra do namorado.
Andre: hmmmm
Aí meti a pica no cu dela. Tava doido pra abrir aquilo. Pra minha surpresa, não foi tão difícil. Com certeza já era treinado. Devagar e ainda de quatro no chão, comecei a enterrar a pica na bunda dela... ela se olhava no espelho e gemia.
Eu: Tá gostando? — baixinho no ouvido
Andre: uhummm sim — falou com cara de puta
Eu: Não sabia que você tinha isso tão aberto — falei no ouvido
Andre: uhummm eu gosto
Eu: Fazem isso sempre com você? — ela balançou a cabeça que sim. Que delícia, pensei — mas eles abrem você? — sim, ela disse — Quer que eu arrebente teu cu pela primeira vez?
Andre: hmm... não sei — eu continuava enfiando e cheguei no fundo — Sim... falou. Arrebenta ele — ela tava entregue
Parei ela de novo e ela se apoiou no espelho. Os gemidos dela eram intensos... comecei a acelerar conforme ela relaxava. Abria as nádegas da bunda dela e via como entrava. Virei ela e joguei na cama agressivo de novo... levantei a bunda dela e enfiei com força. Parei ela e travei as mãos dela pra trás sem parar de furar.
Andre: aii aaaah aaaaaaaai
Sentei ela em cima de mim e ela não parava de rebolar... De novo. Em círculos e gemendo bem alto… puxei ela pra cima de mim sem tirar a pica do cu dela e bati muito nela, usei a palavra: buceta… ela gozou de novo. Ainda tremendo, deitei ela na cama de barriga pra cima. Levantei as pernas dela deixando os joelhos quase na altura do rosto e apontei a pica pro cu dela de novo. Enfiei de uma vez. Tava bem aberta. Atrás, a cama balançava. Nacho tava comendo a Romi de novo, fazendo jus ao superpoder dele.
Assim como tava, meti muito forte na Andre até explodir no cu dela… com a raiva que tava, terminei de rasgar a camiseta dela e abri no meio. Ela tava com uma cara de puta louca. Eu não parava de ofegar e a cama continuava porque o outro casal ainda tava fodendo. Fui saindo devagar do cu da Andre. Ela tava largada na cama. Destruída, com a camiseta rasgada, a cara toda suja e o cu vazando porra. Era um bagaço. Levantei e cobri ela com um cobertor. Coloquei um short e deitei do lado dela. A gatinha ainda não reagia. Ajeitei o cabelo dela.
Eu: cê tá bem? – ela só balançou a cabeça dizendo que sim.
Ficamos mais uns minutos esperando os outros terminarem a 3ª ou 4ª transa da noite. Umas 3 horas desde que começamos a foder… Távamos moídos. Nacho gozou na Peti e caiu. Tinha um cheiro de sexo do caralho naquele quarto. Ficamos os 4 respirando pesado na cama até a Andre querer levantar.
Andre: vou me lavar – falou com a voz meio quebrada
Uns segundos depois, a Peti foi pro banheiro com a amiga também, e eu e o Nacho ficamos arrumando tudo.
Eu: e aí, curtiu? – perguntei pro cara
Nacho: pra caralho! Me enlouqueceram. Parecia um pornô. Não conseguia parar de comer a Peti
Eu: haha, tô vendo – fiz um sinal com os dedos perguntando se foram 3 ou 4 (ele mostrou 4 com os dedos) – e a Andre, como cê viu ela?
Nacho: irreconhecível. Nunca vi ela assim
Eu: mas foi bom? Ou cê acha que ela sofreu?
Nacho: acho que foi uma mistura. Ela não gosta de ser controlen.
Eu: E você não se incomoda de eu fazer isso na sua frente?
Nacho: Não, porque já estava tudo combinado. Senão, talvez sim.
Eu: Como assim, tudo combinado?
Nacho: É... A gente já tinha pensado em fazer isso. Tipo... Você comer ela assim...
As minas saíram do banheiro com o cabelo molhado e conversando. Dando risada.
Andre: Neném! Olha como você me deixou — me mostrou marcas nas mãos e no pescoço
Eu: Haha é o único lugar marcado? — falei piscando o olho
Andre: Não vou te mostrar a raba não!
A gente tomou algo e conversou sobre a noite. Foi muito bom e no dia seguinte voltamos pra Mendoza. Continuei vendo a Romi nas semanas seguintes, mas parei de dar tempo e atenção pra ela por um motivo simples: a Sole tava chegando de férias e tudo o resto ficava em segundo plano.
A gente tinha um grupo de WhatsApp que criamos durante as férias, onde a gente falava e fazia piada sempre em torno de putaria. Lá a Andre vivia me provocando, falando que sentia falta da minha pica ou que eu desse uns tapas na raba dela. Mas um dia ela me chamou no privado com essa intenção.
Depois de uma conversa casual
Andre: Ainda guardo a camiseta rasgada no meio e fico com tesão quando vejo
Eu: Ah, que lembrança boa. Lembro do som e já fico duro!
Andre: Quer ver... Me manda uma foto
Eu: Haha não! Não dá — fiquei uns minutos sem responder
Andre: Olha — ela vestiu a camiseta rasgada no meio sem nada por baixo e mandou uma foto
Eu: Hmm, como fica bonito isso
Andre: Vem me buscar e deixo você rasgar outra... Ou já sabe o que 😉
Eu: Essa é boa! Que atrevida! Vontade não falta — falei entrando na brincadeira
Andre: Então. Vem... Te espero assim — selfie com a camiseta rasgada e a mão por baixo da calcinha se tocando
Eu: Haha tá falando sério?
Andre: Sim
Eu: Não, Andre. Acho que não dá — me fiz de certinho, principalmente por causa do Nacho — imagina se o Nacho e a baixinha descobrem
Andre: Que tesão! Quero sua pica — o que tava rolando com ela? Não entendia nada
Eu: Haha calma aí! Mas eu não... Tenho pena de sacanear o Nacho — ela não falou nada por um tempo minutos
Andre: Fer... Eles tão nos sacaneando...
Eu: O quê? Te ligo
Falamos por telefone e ele me contou que descobriu eles trocando mensagens. Que tão se encontrando e transando toda semana. Que a Peti não fala com ele e se faz de sonsa, e que o Nacho não come ela, inventando qualquer desculpa. Eu não sabia o que dizer. Fiquei com pena do Andre... A Romi não... A verdade é que eu percebi que não queria ela desde o primeiro momento que a Sole escreveu que vinha por umas duas semanas.
Fui buscar o Andre... Ele chorou muito, muito. Eu escutei e consolei ele, e depois ele praticamente me violentou (tô tentando escrever isso pra entrar como bônus nessa saga). É foda o sexo com uma mulher despeitada. Depois daquela noite, nunca mais vi ele. Nem ela, nem a Peti, e muito menos o Nacho. Anos depois, vi o Nacho com outra gatinha, super namorando, e a gente se cumprimentou de passagem, como dois caras que mal se conheciam no colégio.
Eu: Já fizeram isso com mais alguém? — perguntei pro casal.
Andre: Fazer o quê? Trocar de casal? Não! Nunca.
Eu: Mas fantasiavam.
Andre: Bom... é... mais ou menos.
Eu: Como assim mais ou menos! Conta aí, quero saber — a conversa não deixava eles desconfortáveis.
Nacho: Quer dizer que a gente não fantasiava com outro casal. Era com vocês.
Eu: Aí sim! Ouviu isso, Peti!? Eles se esquentavam com a gente! — falei tipo comemorando.
Andre: Haha, bom. Com você é novo. Com ela a gente fantasia há anos.
Romi: Nena!! Cala a boca! — dei um tapa no ar.
Andre: Ué, eu!! Já foi! Não precisa ter vergonha! Além disso, devia se sentir lisonjeada.
Eu: Já te chamaram pra ficar com eles? — perguntei pra Romi.
Romi: Já... mas ela — apontou pra amiga — não sei se era o Nacho também.
Andre: Especialmente o Nacho, idiota! Sabe como ele olha pra sua bunda.
Nacho: Haha, tá bom, tá bom, vou ficar parecendo um tarado.
Eu: E por que nunca topou o trio, Peti?
Romi: Sei lá. Ficava com receio. Depois não sabia como olhar na cara deles.
Eu: Do jeito que você tá olhando agora.
Romi: Haha, é! Mas um trio é diferente.
Eu: Já participou de um?
Romi: Não.
Eu: Então como sabe?
Romi: Mas aqui você tá pra equilibrar a parada.
Andre: Você já teve uns trios, né? — a pergunta era pra mim.
Eu: Haha, sim. Alguns — não queria contar a história do trevo. Nunca falei.
Me perguntaram umas coisas sobre sexo em grupo. Os caras contaram fantasias que realizaram ao ar livre. A conversa não saía do assunto sexual.
Andre: E qual é o superpoder de vocês na hora do sexo? — jogou no ar. Como ninguém respondeu rápido, apontou — Peti?
Romi: Hahaha, sei lá! Fala você — apontou pra mim.
Eu: Hmmm, como ela chupa — teve aplauso da plateia.
Romi: E a dela, Nacho??
Nacho: Deixa eu pensar... Gosto de como você chupa — dizia. olhando pra ela - mas acho que é a facilidade que ela tem pra esquentar. Falando. Transando. É provocadora - eu já tinha vivido isso na pele
Eu: André? O superpoder do Nacho?
André: haha não tenho dúvida qual. A recuperação rápida - todo mundo riu - minutos depois já tá pronto de novo. É ideal pra uma insaciável como eu - meteu uma confissão ali
Nacho: Bom… Peti.. o poder da Fer?
Romi: hmm deixa eu pensar - demorou muito
Eu: bom! Talvez não tenha superpoder
Romi: Não idiota! Se tem… tô vendo como falar! É tipo… a capacidade dela de… te dominar - ai… lindo o que ela disse
André: Essa! Como é isso?
Romi: fala sério, vaca… se sabe do que tô falando
André: Não.. não sei.. e você Nacho? - o namorado dela fez cara de não ter ideia
Romi: haha burra! Se até viram no apê dela!
André: hmm… sim… te deu tesão aquele dia - eu observava a conversa sobre mim e tava ficando com tesão
Romi: E viram só 10% - soltou
Nacho: Boa!! - e o cara me olhou - que mais você faz com a coitada? - me olhou cobrando
Eu: haha sei lá - fiquei meio intimidado com a acusação - não respondo por mim nesse estado
André: é tipo um Hulk sexual? O que ela faz com você? - isso parecia ensaiado.. os dois estavam muito curiosos
Romi: hmm… me amarra? - as caras dos dois eram de tesão - me trata com força… me bate… - falava tímida mas com um sorriso - me xinga
Eu: que feio que tudo isso soa enquanto você toma algo na praia. Vão me prender por abuso - falei brincando mas era meio verdade. Sem o tesão, soava tudo errado.
André: ai não! eu Peti… e você gosta?
Romi: Claro, gata! É super excitante
André: Eu gostaria de ver - disse como se convidasse a gente a mostrar
Eu: Gostaria de ver ou gostaria de experimentar - falei desafiando
André: Com o Nacho ou com você?
Eu: comigo. Depois você faz com o Nacho ou não? - olhei pro cara que não sabia bem o que dizer. Eu já tava no jogo. Os três se olhavam… não sabiam o que responder
André: haha ai não sei! Tô sóbria demais pra responder essa pergunta! - rimos todos
O dia seguiu normal e à noite saímos pra dançar num pub que tem em frente à praia. A Andre tinha se arrumado pra matar, uma camiseta branca bem decotada e uma mini bem apertada. A Andre era muito diferente da Romi em atitude. Era uma líder nata, dominadora. Ela resolvia as férias pra você e você só seguia. Discutia tudo de um jeito insuportável, era inteligente e usava bem os argumentos, mas sempre ganhava. Então pra mim, ela se submeter era algo difícil, porque eu não sabia se ela ia conseguir abrir mão do controle. Nos dois casais, tava claro que a Romi e o Nacho eram os submissos, e eu e a Andre, os que dominavam.
Noite normal de férias. Álcool, dança... A Romi e o Nacho foram pegar algo pra beber e eu fiquei com a Andre.
Andre: e aí? Tá com esperança de ter uma noite como outro dia? - veio provocar
Eu: haha como assim?
Andre: ah, você sabe... Trocar - piscou pra mim e fez cara de gata
Eu: haha me parece que você tá fugindo do que eu te perguntei à tarde
Andre: haha que coisa? - tava histérica
Eu: haha tá bom, se não aguenta - tava provocando ela
Andre: boa! Claro que aguento!
A gente tava conversando encostados numa parede, um do lado do outro. Passei minha mão por trás dela e deixei meu dedo pendurado na parte de trás da mini.
Eu: tem certeza? - desci meus três dedos pra pegar a tanga dela e puxar forte pra cima. Ela reagiu e ficou dura.
Andre: que filho da puta - falou baixinho pro lado
Eu olhava pro centro do lugar com a mão atrás dela. Com certeza a tanga afundou na buceta dela com a força que fiz. Ela tentava disfarçar, mas tava excitada. Os outros vieram, tirei a mão e fiz cara de pôquer.
Romi: haha o que vocês dois tão fazendo que você tá com essa cara, amiga? - A Andre tava vermelha.
Eu: sua amiga tava me dizendo que já tá molhada e me perguntando o que a gente vai jogar essa noite - A Andre não acreditou que eu fui tão cara de pau. sincero
Romi: eeeehhh! Olha que puta que é a sua, Nacho – disse olhando pra ele
Nacho: calma, amor. Daqui a pouco a gente vai embora e você se satisfaz
Andre: chega! Porra, também não sou tão punheteira assim!
No caminho pro apê, Romi me contou que conversou com Nacho sobre a ideia de "acabar com a" namorada dele e disse que ele achava a ideia excitante, mas não sabia se ela ia topar. Tudo dependia dela, e eu tava confiante que ia dominar ela.
Chegamos no apê, e as minhas foram tirar os saltos. Aproveitei pra entrar no personagem.
Eu: chst chst. Não tira não – foi direto pra Andre
Peguei ela pela mão e apertei contra mim. Ela me olhava fixo, como se me desafiasse. Rindo.
Andre: uff, como a gente tá! – disse num tom sensual
Mordi o lábio dela e a fiz calar a boca. Ela se surpreendeu e olhou pros caras, que estavam sentados nuns cadeiras olhando.
Eu: eles só vão olhar. Né? – os caras concordaram
Andre: mmm, tá bom – cruzou os braços no meu pescoço
Ela não tava entendendo o que tava rolando. Coloquei a mão na cabeça dela e apertei forte o cabelo. Virei ela e empurrei contra a parede.
Eu: você não tá entendendo, puta. Vou te comer bem gostoso enquanto seu namorado olha – ela reclamava, mas tava adorando – ok?
Andre: sss... Sim – falava meio sem graça
Peguei a fronha de um travesseiro e amarrei as mãos dela pra trás. Ela continuava curtindo a experiência e virava pra olhar como a amiga e o namorado estavam vendo ela.
Virei ela de frente pros caras. Beijei o lado do pescoço dela e depois coloquei minha mão em volta do pescoço, apertando um pouco. Ela me olhava fixo, desafiadora, enquanto eu apertava mais. Soltei e ela respirou fundo. Levantei a saia dela e virei ela. Ainda segurando pelo pescoço, virei e inclinei um pouco pra ela mostrar a raba.
Eu: vou te castigar porque você não se comportou direito – tapa forte na raba
Andre: mmmmm
Eu: desejando outra rola que não a do seu namorado... – tas! Outro tapa forte
Baixei a calcinha dela até os joelhos e parei ela com as pernas um pouco abertas pra deixa a fio dental no meio. Fiquei atrás dela. Com uma mão apertava o pescoço dela e com a outra desci pra tocar a buceta dela.
Andre: arhh ahh - ela tava curtindo
Comecei a meter um dedo nela. E mexia dentro.
Eu: conta pra eles onde tá meu dedo
Andre: ah dentro de mim
Eu: onde?
Andre: na minha.. ah.. na minha... buceta
Meti dois dedos e mexia com força
Eu: e agora?
Andre: agora tem dois dedos na minha buceta
Nacho tava com o pau durasso dentro da calça e a Romi tava morrendo de vontade de se tocar. Ela mordia os lábios. Apoiei meu polegar no cu dela e fiz pressão. Ela deu um gritinho curto
Eu: conta pra eles!
Andre: me... Ele meteu.. o de... Polegar na... Na bunda - ela mal conseguia falar de tanto gemer
Nacho esfregava a porra do pau sem disfarçar. Joguei ela no sofá e ela caiu sentada. Tirei a fio dental e abri as pernas dela. Meti meus dois dedos e ela começou a gemer. Tampei a boca dela com a outra mão. Ela me olhava impotente. Eu tava cada vez mais excitado. Já tinha feito isso com várias minas, mas essa era sem dúvida a menos submissa de todas. Tinha um prazer extra em não deixar ela controlar nada. Meus dedos entravam e saíam fazendo um barulhão. Ela gemia na minha mão.
Fiz sinal pros espectadores pra moverem as cadeiras bem na frente da buceta dela. Queria que vissem tudo de perto. Ela tava toda depilada. Linda. Abri os lábios da buceta dela pra eles verem e enfiei meus dedos de novo. Batia punheta nela com força e ela se mexia toda. Tirei a saia dela e ela ficou só de camiseta. Meti a mão de novo com força... Ela já tava gritando na minha outra mão que apertava forte a boca dela. Tirei meus dedos e eles tavam todos escorrendo de lubrificação. Levei eles no rosto dela e ela tentou se desviar
Eu: olha como você tá molhada! Como você gosta disso - apertei a boca dela com uma mão e com a outra aproximei meus dedos. Ela virou o rosto - shhh - dei um tapinha de leve na cara dela e ela ficou paralisada.
Passei os dedos pela cara e pela boca e enfiei de novo. Tirava e dava uns tapas na buceta dela. Olhei pro Nacho e ele já tava de calça aberta com a mão dentro, e a Romi se tocava por cima da calça. Levantei ela, tirei meu cinto e amarrei no pescoço dela. Ela abriu os olhos surpresa e eu movi ela, mostrando que tava segurando ela pela coleira e controlando dali. Segurei firme e mostrei como os caras estavam se tocando.
Eu: olha como eles curtem que eu te maltrato. Você gosta?
Andre: mm siiiim
Eu: me pede pra te destruir.
Andre: ha.. ha.. me destroi... Porra
Ajoelhei ela guiando pela coleira. Enquanto eu tirava a roupa, mandei ela se tocar. Cheguei perto com meu pau na mão e puxando pelos cabelos, fiz ela lamber minhas bolas. Enquanto ela fazia isso, vi que o Nacho já tava com o pau de fora. A Romi ainda tava vestida, mas se tocava de pernas abertas. Olhei pra ela pra acordar e começar a se despir.
Distraído pela Romi, nem percebi que a Andre já tava enfiando meu pedaço na boca e não gostei. Empurrei a porra do pau com força e ela deu uns engasgos que teve que soltar. Sentei ela no chão, apoiando a cabeça no sofá. Subi uma perna no sofá e, aproveitando a boca aberta dela, meti com força.
Eu: se toca. — ordenei
Enfiava o pau até o fundo e deixava lá até ela não conseguir respirar e ter que sair. Já tava chorando e a maquiagem escorrendo.
Eu: então agora você gosta de pau na garganta... — falei e ela acenava com a boca cheia.
Tirei o pau e, segurando ele com a mão, comecei a dar porradas na cara dela. Como nossos espectadores não podiam ver, me ajeitei pra ficarem na primeira fila. A Romi já tava de fio dental e o Nacho se masturbava. Sentia a Andre ofegando e me olhando com cara de "me come".
Eu: você gosta de ser minha? — ela balançou a cabeça que sim. — de ser dominada?
Andre: sim, adoro — disse
Pra dominar mais, fiz ela engatinhar. controlando ela pelo cinto. Nacho não podia acreditar. Levei ela até ele.
Eu: levanta — ela se ajoelhou. — mete na boca.
Rendida do jeito que tava, ela enfiou a pica do Nacho na boca até o fundo. Puxei ela forte pra trás com a coleira. Levei ela até os pés da Romi e todos se olharam. Fiz sinal pra Peti abrir as pernas. Ela tava com uma calcinha fio-dental rosa muito linda.
Eu: tira a língua e lambe. — falei, colocando ela a 10 cm da buceta da Romi — lambe e fode, seu prêmio.
Ela tirou a língua com os olhos fechados e apoiou na frente da calcinha da Peti. Puxei ela pra trás e levantei no ar. Me joguei no sofá e coloquei ela em cima de mim. Enfiei a pica nela.
Andre: ummmmm — tava muito quente.
Eu: esse era seu prêmio. Agora se mexe — e bati na raba dela.
A gostosa soltou toda aquela sede de controle que tinha. Tava limitada por ter as mãos amarradas, mas se mexia com loucura. Como se estivesse se vingando. Fiz sinal pros outros virem ver mais de perto. Os dois ficaram na minha direita. Nacho se colocou atrás da Romi e apoiou nela. Já não aguentavam mais. A Peti esticou a mão pra pegar a pica dele e começou a masturbar ele enquanto olhava a Andre se mexendo em cima de mim. Agarrei a raba dela bem forte e comecei a dar tapas.
Eu: Gosta de dominar, hein?! Te incomoda perder o poder — batia forte na raba dela. Ela ria como se concordasse.
Na nossa direita, dava pra ver que o Nacho tinha metido a pica na Romi porque eles se moviam sincronizados. A Andre se mexia cada vez mais rápido. Dava pra ver que tava chegando lá. Agarrei ela pelo cabelo e puxei pra perto de mim. Estiquei a mão e enfiei meu dedo indicador no cu dela. Ela gemia cada vez mais alto, já sem se inibir. Tinha o rosto todo manchado das lágrimas que tinham feito a maquiagem escorrer. Segurei ela pelo cinto que tinha no pescoço e enfiei o dedo um pouco mais.
Eu: Vai gozar com meu dedo no cu?
Andre: ah aaah aah sim, sim — gritava.
Do lado, Nacho metia forte. Ritmo forte, a Romi apoiada no descanso de braço do sofá. Nesse momento, a Andre explodiu num grito. Se molhou toda e tremia. Não deixei ela aproveitar o orgasmo e virei ela, jogando ela de barriga pra cima no sofá. Desatei as mãos dela.
Eu tava possesso. Enterrei a pica nela com força enquanto segurava o pescoço dela. Fiquei assim por uns minutos, ela gemia e me olhava com aquela cara desafiadora que ela tem… ela meteu a mão no decote e tirou os peitos pra fora. Isso me acendeu porque ela tava tentando controlar alguma coisa, me provocar… puxei as mãos dela pra trás de forma agressiva.
Eu: O que cê tá fazendo? Quem decide se cê mostra os peitos e quando sou eu - Ela me olhou de novo, desafiadora. Do lado, os caras tavam se pegando gostoso e dava pra sentir que o Nacho ia gozar.
A Andre tentou mostrar os peitos de novo… puxei as mãos dela pra trás. Segurei elas com uma mão enquanto falava perto da cara dela, bem agressivo.
Eu: Quer mostrar os peitos?
Andre: Uhum - Ela disse com cara de puta.
Desci minhas duas mãos até o decote dela devagar. Ela tava com uma regata branca de manga curta e um decote que ia se abrindo e terminava em V no meio dos peitos dela. Quando cheguei na altura do V… abri minhas mãos com muita força e olhei pra ela. A regata rasgou até a metade da barriga dela, fazendo um barulho que fez os caras pararem pra olhar. A cara da Andre era uma mistura de surpresa com "vou te matar por causa da regata". Continuei com a pica dentro dela, baixei os braços dela pros lados e abri a regata onde tava rasgada pra tirar os peitos dela pra fora do sutiã.
Eu: Pronto… agora cê tá mostrando os peitos - falei com cara de safado.
O Nacho deu umas estocadas intensas e profundas e gozou dentro da Peti. Não quis deixar a Andre se distrair, tampei a boca dela e com a outra mão no pescoço dela, meti com força. Ela gemia, tentava gritar, mas se afogava na minha mão. A Romi continuava apoiada a um metro de mim, com o Nacho atrás, de joelhos, chupando a buceta dela pra ela gozar. Levantei a Andre de A coleira e eu coloquei ela de quatro no sofá.
Eu: Agora vou te foder todinha — falei e puxei o cabelo dela com força. Ela deu um grito de dor.
Andre: Aaaah! Ai ai
Segurando ela pelo cabelo, meti várias vezes. Ela gritava e se misturava com os gemidos da Romi, que tava gozando. Os caras ficaram olhando enquanto eu continuava destruindo a Andre. Segurei ela pelo cinto e comecei a meter forte também. Ela tossiu porque eu tava enforcando ela, aí afrouxei e deixei ela cair sobre o encosto do sofá. Deixei ela uns segundos assim… olhei pra baixo e vi meu pau enfiado, a bunda dela vermelha das palmadas que eu tinha dado. Enfiei o dedo no cu dela de novo… levantei meu pé, apoiei no sofá e, colocando minha mão na cara dela, apertei contra o sofá e meti forte de novo. Nacho olhava do lado, a namorada dele sendo destruída e ele ficava excitado, não reconhecia ela, a dominante, a insuportável sendo submissa pela primeira vez. O cara não aguentou mais e desceu pra mina chupar o pau dele.
Ele ficou duro na hora e subiu a Romi em cima pra ela montar.
Eu parei de meter forte na Andre e levantei ela. Ela respirava fundo, ofegante, destruída. Me joguei no sofá e coloquei ela em cima de mim de costas. De novo ela começou a rebolar com força, eu controlava ela pela coleira… puxei ela pra cima de mim e desci minha mão até a buceta dela. Levantei as pernas dela e enfiei dois dedos lá dentro, dividindo o espaço com meu pau. Assim fiz ela gemer muito… não parou até ela tremer e gozar de novo. Os gritos eram longos.
Andre: oooh aaaaargh! — aumentando o tom do grito
Tirei ela de cima de mim e sentei ela de novo no sofá. Eu tava com o pau explodindo.
Eu: Onde você quer a porra? — perguntei
Andre: Nos meus… peitos — respondeu com o pouco fôlego que tinha
Eu: Não… você vai tomar na boca, na sua garganta
Andre: não não — e balançava a cabeça
Enquanto falava, eu tocava a buceta dela… mandei ela botar a língua pra fora e levei meu pau até as bolas. Do lado, os outros dois já moviam intensamente. A Peti gemia bem alto. Aproximei minha pica na boca dela e, batendo uma a um cm, comecei a jogar toda a porra pra dentro. Era uma quantidade enorme e não parava de sair. Nacho parou pra olhar. Eu puxei ela pelos cabelos pra ficar de frente pro namorado dela.
Eu: Mostra a porra que você tem na boca – ela abriu pra mostrar, o cara segurou forte a bundinha redonda da Romi e moveu ela – Agora engole – ela fechou a boca e os olhos e fez o movimento de engolir, abriu de novo pra mostrar que não tinha nada
Eu continuava segurando ela pelos cabelos, ela estava destruída e olhando como o namorado comia a amiga dela. Quando foi falar alguma coisa, cruzei meu braço por baixo dos dois dela e arrastei ela pelo chão até nosso quarto. Peguei a garrafa de espumante que estava na mesa e levei com a gente.
Andre: Para, não aguento mais… para – ela dizia enquanto eu arrastava ela.
Eu: Mas se a gente acabou de começar, putinha – eu falava pra ela
Chegamos no quarto, parei ela e apoiei contra um espelho que tinha. Nacho e a Peti vieram atrás da gente e pararam pra ver na porta. Andre apoiou as mãos nos lados. Eu fui mais bonzinho, apoiei ela e comecei a beijar o corpo todo. Ela se olhava no espelho e ficava excitada. Estava toda destruída e marcada. Sentei num banquinho e ajoelhei ela. Sempre se vendo no espelho, comecei a tocar a buceta dela. Fazia devagar porque imaginei que já estivesse irritada e pra acalmar os nervos. Beijei toda a bunda e parei na buceta dela. Enfiei a língua e ela começou a gemer de novo. Nacho tinha a Romi contra a parede de novo, sem parar de olhar pra gente.
Sentei no banquinho e pedi pra ela vir chupar. Eu ainda tinha a pica descansando.
Ela ajoelhada enfiou na boca e começou a brincar e fazer caras de puta. Eu tava deixando ela ser ela mesma pela primeira vez na noite. Me recostei pra trás. Andre enfiava a pica toda na boca e aí começou a endurecer. Eu agarrava, e batia uma com força. Quando já tava dura, levantei. Ela continuava de joelhos… comecei a meter até o fundo. Com força, mas não tão agressivo quanto na sala de jantar. Ela recebia feliz… ria.
Andre: mmmm - fazia quando tirava da boca e não parava de bater uma pra mim
Sentei na beira da cama e puxei ela pra continuar chupando. Acho que ela pensou que a parte de ser dominada tinha acabado e que eu ia deixar ela mandar. Mas não era assim… puxei ela pelos cabelos e enfiei a cara dela no meu pau… ela deu uma ânsia e saiu pra respirar. Não me olhou, ficou com o olhar fixo na minha rola.
Eu: Cospe - falei, e ela me olhou estranho - cospe
Ela concentrou saliva e cuspiu devagar. Peguei ela pelos cabelos pra baixar a cabeça um pouco e comecei a enterrar o pau… metia fundo, tinha me excitado de novo. Parei e levei ela contra o espelho. Puxando pelo cabelo e pelo pescoço, comi ela com força. Virei ela pra ver o namorado e a amiga continuando a transar como loucos. Virei ela de bruços na cama… ela mordia os lençóis enquanto eu metia bem forte. Batia na bunda dela e ela gemia alto. Dessa vez era com a força certa pra ela aproveitar. Coloquei um pé em cima da cama e voltei à carga. Adorava agarrar a bunda dela enquanto metia… subi em cima dela e coloquei os dois pés dos lados pra comer ela de cócoras. O pau entrava na vertical. Nacho e Romi gozaram do lado da cama pra continuar olhando… tavam muito tarados.. não conseguiam parar de olhar e a Peti gemia alto.
Andre: aii sim.. me come - ela falava, e dessa vez deixei ela falar.
Descansei um pouco.. as pernas não aguentavam mais e sentei pra ela se mexer de costas pra mim. Ela se movia em círculos.. igual uma louca! E assim gozou de novo…
Andre: Ahha ahh ah como eu gosto! - gemia
Estendi a mão pro criado-mudo e peguei o lubrificante. Enquanto ela continuava se mexendo em cima de mim, passei um dedo na bunda dela. Não reclamava. Percebi que ela tava gostando mais que a amiga. Empurrei ela pra frente e ela ficou apoiada no chão com a bunda pra cima. Continuei metendo enquanto meu dedo entrava mais no cu dela. Mandei o Nacho chegar perto.
Eu: vamos mostrar pro teu namorado como eu abro teu cu? — falei enquanto enfiava mais fundo
Andre: hmm... não — falou, mas não resistiu
Empurrei ela mais e ela ficou de bruços no chão... continuei penetrando assim. Ter ela no chão era foda... tava um tesão danado no quarto. Levantei a bunda dela, coloquei minha mão na buceta e com a outra comecei a abrir o cu dela. Dava uns tapas na bunda dela. Olhei pro lado e amei a cena... Nacho gozando na cara da Peti.
Eu: Olha... não somos os únicos se divertindo — falei baixinho no ouvido dela e levantei ela pra ver como a amiga tava com a cara cheia de porra do namorado.
Andre: hmmmm
Aí meti a pica no cu dela. Tava doido pra abrir aquilo. Pra minha surpresa, não foi tão difícil. Com certeza já era treinado. Devagar e ainda de quatro no chão, comecei a enterrar a pica na bunda dela... ela se olhava no espelho e gemia.
Eu: Tá gostando? — baixinho no ouvido
Andre: uhummm sim — falou com cara de puta
Eu: Não sabia que você tinha isso tão aberto — falei no ouvido
Andre: uhummm eu gosto
Eu: Fazem isso sempre com você? — ela balançou a cabeça que sim. Que delícia, pensei — mas eles abrem você? — sim, ela disse — Quer que eu arrebente teu cu pela primeira vez?
Andre: hmm... não sei — eu continuava enfiando e cheguei no fundo — Sim... falou. Arrebenta ele — ela tava entregue
Parei ela de novo e ela se apoiou no espelho. Os gemidos dela eram intensos... comecei a acelerar conforme ela relaxava. Abria as nádegas da bunda dela e via como entrava. Virei ela e joguei na cama agressivo de novo... levantei a bunda dela e enfiei com força. Parei ela e travei as mãos dela pra trás sem parar de furar.
Andre: aii aaaah aaaaaaaai
Sentei ela em cima de mim e ela não parava de rebolar... De novo. Em círculos e gemendo bem alto… puxei ela pra cima de mim sem tirar a pica do cu dela e bati muito nela, usei a palavra: buceta… ela gozou de novo. Ainda tremendo, deitei ela na cama de barriga pra cima. Levantei as pernas dela deixando os joelhos quase na altura do rosto e apontei a pica pro cu dela de novo. Enfiei de uma vez. Tava bem aberta. Atrás, a cama balançava. Nacho tava comendo a Romi de novo, fazendo jus ao superpoder dele.
Assim como tava, meti muito forte na Andre até explodir no cu dela… com a raiva que tava, terminei de rasgar a camiseta dela e abri no meio. Ela tava com uma cara de puta louca. Eu não parava de ofegar e a cama continuava porque o outro casal ainda tava fodendo. Fui saindo devagar do cu da Andre. Ela tava largada na cama. Destruída, com a camiseta rasgada, a cara toda suja e o cu vazando porra. Era um bagaço. Levantei e cobri ela com um cobertor. Coloquei um short e deitei do lado dela. A gatinha ainda não reagia. Ajeitei o cabelo dela.
Eu: cê tá bem? – ela só balançou a cabeça dizendo que sim.
Ficamos mais uns minutos esperando os outros terminarem a 3ª ou 4ª transa da noite. Umas 3 horas desde que começamos a foder… Távamos moídos. Nacho gozou na Peti e caiu. Tinha um cheiro de sexo do caralho naquele quarto. Ficamos os 4 respirando pesado na cama até a Andre querer levantar.
Andre: vou me lavar – falou com a voz meio quebrada
Uns segundos depois, a Peti foi pro banheiro com a amiga também, e eu e o Nacho ficamos arrumando tudo.
Eu: e aí, curtiu? – perguntei pro cara
Nacho: pra caralho! Me enlouqueceram. Parecia um pornô. Não conseguia parar de comer a Peti
Eu: haha, tô vendo – fiz um sinal com os dedos perguntando se foram 3 ou 4 (ele mostrou 4 com os dedos) – e a Andre, como cê viu ela?
Nacho: irreconhecível. Nunca vi ela assim
Eu: mas foi bom? Ou cê acha que ela sofreu?
Nacho: acho que foi uma mistura. Ela não gosta de ser controlen.
Eu: E você não se incomoda de eu fazer isso na sua frente?
Nacho: Não, porque já estava tudo combinado. Senão, talvez sim.
Eu: Como assim, tudo combinado?
Nacho: É... A gente já tinha pensado em fazer isso. Tipo... Você comer ela assim...
As minas saíram do banheiro com o cabelo molhado e conversando. Dando risada.
Andre: Neném! Olha como você me deixou — me mostrou marcas nas mãos e no pescoço
Eu: Haha é o único lugar marcado? — falei piscando o olho
Andre: Não vou te mostrar a raba não!
A gente tomou algo e conversou sobre a noite. Foi muito bom e no dia seguinte voltamos pra Mendoza. Continuei vendo a Romi nas semanas seguintes, mas parei de dar tempo e atenção pra ela por um motivo simples: a Sole tava chegando de férias e tudo o resto ficava em segundo plano.
A gente tinha um grupo de WhatsApp que criamos durante as férias, onde a gente falava e fazia piada sempre em torno de putaria. Lá a Andre vivia me provocando, falando que sentia falta da minha pica ou que eu desse uns tapas na raba dela. Mas um dia ela me chamou no privado com essa intenção.
Depois de uma conversa casual
Andre: Ainda guardo a camiseta rasgada no meio e fico com tesão quando vejo
Eu: Ah, que lembrança boa. Lembro do som e já fico duro!
Andre: Quer ver... Me manda uma foto
Eu: Haha não! Não dá — fiquei uns minutos sem responder
Andre: Olha — ela vestiu a camiseta rasgada no meio sem nada por baixo e mandou uma foto
Eu: Hmm, como fica bonito isso
Andre: Vem me buscar e deixo você rasgar outra... Ou já sabe o que 😉
Eu: Essa é boa! Que atrevida! Vontade não falta — falei entrando na brincadeira
Andre: Então. Vem... Te espero assim — selfie com a camiseta rasgada e a mão por baixo da calcinha se tocando
Eu: Haha tá falando sério?
Andre: Sim
Eu: Não, Andre. Acho que não dá — me fiz de certinho, principalmente por causa do Nacho — imagina se o Nacho e a baixinha descobrem
Andre: Que tesão! Quero sua pica — o que tava rolando com ela? Não entendia nada
Eu: Haha calma aí! Mas eu não... Tenho pena de sacanear o Nacho — ela não falou nada por um tempo minutos
Andre: Fer... Eles tão nos sacaneando...
Eu: O quê? Te ligo
Falamos por telefone e ele me contou que descobriu eles trocando mensagens. Que tão se encontrando e transando toda semana. Que a Peti não fala com ele e se faz de sonsa, e que o Nacho não come ela, inventando qualquer desculpa. Eu não sabia o que dizer. Fiquei com pena do Andre... A Romi não... A verdade é que eu percebi que não queria ela desde o primeiro momento que a Sole escreveu que vinha por umas duas semanas.
Fui buscar o Andre... Ele chorou muito, muito. Eu escutei e consolei ele, e depois ele praticamente me violentou (tô tentando escrever isso pra entrar como bônus nessa saga). É foda o sexo com uma mulher despeitada. Depois daquela noite, nunca mais vi ele. Nem ela, nem a Peti, e muito menos o Nacho. Anos depois, vi o Nacho com outra gatinha, super namorando, e a gente se cumprimentou de passagem, como dois caras que mal se conheciam no colégio.
2 comentários - Minha experiência Swinger - destruindo o Andre