Com a Paula toda largada no sofá, perguntei pra Isabel o que ela tava pensando em fazer com a mina, e a minha gordinha, morrendo de rir, falou que a gente ia levar ela pra casa. A ideia me pareceu atraente e, mesmo sem saber como as duas filhas do meu chefe iam reagir ao descobrir que tinham concorrência, topei dela vir com a gente. Minhas suspeitas não demoraram a se confirmar quando, naquela noite, ao chegar na mansão, quem abriu a porta foi a Eva e na cara dela eu vi o desgosto que a presença da Paula tava causando. Sem querer entrar na pilha, ignorei a cara dela e perguntei pela irmã.
— A Natália tá preparando o jantar — respondeu enquanto me dava um beijo na bochecha.
— Chama ela, quero apresentar vocês pra Paula — falei, apontando pra mulata.
A resposta dela foi mais uma prova do jeito arcaico como essas duas foram criadas, porque, mostrando um racismo escroto, a morena se atreveu a comentar que não achava legal ter convidado uma preta pra jantar. O tom de desprezo que ela usou enquanto apontava pra minha aquisição mais recente me deixou puto, mas, achando que a outra também devia ser quase membro da Ku Klux Klan, esperei ela chegar. Como eu já tinha previsto, a mais nova se mostrou tão supremacista quanto a Eva e, apontando pra recém-chegada, perguntou em que jaula a gente ia colocar ela, porque um macaco não merecia dividir a cama com elas.
— Tira isso — rosnou a Paula assim que ouviu o insulto.
— Não obedeço a um orangotango — botando mais lenha na fogueira, respondeu a garota.
Não foi difícil perceber que a mulata tava subindo pelas paredes, e por isso, quando ela me olhou pedindo ajuda, achei que o melhor era esse assunto se resolver entre elas e falei isso pra ela. O sorriso da Paula ao conseguir minha permissão me fez repensar se minha decisão tinha sido certa, mas antes que eu pudesse voltar atrás, vi ela se jogar em cima da outra. A Natália não soube reagir ao ataque e, em questão de segundos, tava no chão chorando.
Entendi pela violência com que a jovem tinha defendido seus direitos, que não era a primeira vez que fazia aquilo e que era algo com que tinha que lidar desde criança.
Ao ver a oponente no chão, Paula se virou para a irmã. A filha mais velha do meu chefe, completamente aterrorizada, foi se esconder atrás de Isabel, que, se recuperando da surpresa, tentou acalmar a mulata pedindo paz entre elas. Paula não parecia disposta a isso, e aquilo me obrigou a agir como árbitro.
Me aproximando delas, ordenei que parassem de fazer besteira e que dessem as mãos. Reconheço que não soube prever a determinação da morena. Por isso fui pego desprevenido quando ela aproveitou que Eva estendia a mão para puxá-la e segurá-la nos braços. Tão surpresa quanto eu, a garota cock não pôde fazer nada além de abrir os lábios ao sentir a língua da mulata forçando sua boca.
«Porra, essa menina!», exclamei na minha mente ao ver que, não satisfeita em beijá-la, Paula passava a mão descaradamente na bunda dela.
Percebi que minha nova amante queria dar uma lição na filha do meu chefe e, divertido, impedi Isabel de ir ajudar. Chamando-a para perto de mim, observei junto com ela enquanto Eva tentava em vão se soltar de Paula.
— Não devíamos intervir? — ela perguntou ao ver a mulata, rindo, rasgando a blusa da nossa submissa.
Mais interessado na cena do que em responder, sentei Isabel no meu colo e, enquanto admirava a violenta lição que Eva estava tomando, me permiti beliscar os bicos dos peitos da minha gordinha. Ela soltou um gemido longo ao sentir meus dedos castigando seus peitos e viu uma ordem naquele carinho.
— Meu senhor é muito safado — comentou enquanto abaixava minha calça.
Confesso que fiquei feliz em perceber como nos entendíamos bem, e por isso não disse nada quando ela levantou a bunda e se deixou cair no meu pau.
— Adoro sentir que estou sendo empalada — sussurrou no meu ouvido enquanto os lábios da buceta dela se abriam para acolher o meu. Pau.
Soltando uma gargalhada, incentivei ela a continuar espiando como a mulata dava conta dos peitos da adversária e que, sem perder tempo, usava as mãos para terminar de despir ela.
— Cê acha que a gente tá fazendo certo? — respondeu ela, meio preocupada por não ter impedido a Paula de estuprar a filha do nosso chefe.
— Olha a cara dela — apontei enquanto aumentava o ritmo com que metia nela.
Isabel se juntou a mim rindo ao ver no rosto da nossa submisso uma expressão clara de luxúria e que, onde devia ter nojo ou medo, só se via desejo.
— É uma puta. Tá com tesão! — corrigindo, gritou minha gordinha.
O berro dela chamou a atenção da Natália. Alucinada, parou de chorar ao testemunhar a rendição da Eva.
— Não acredito — murmurou ao ver que, já pelada, a irmã não recusava se ajoelhar na frente da Paula e nem se rebelava quando, levantando a saia, ela enfiava a buceta na cara dela: — Eva! Essa foxy é preta!
Sorrindo enquanto a língua da mais velha das irmãs mergulhava entre as dobras da boceta dela, a mulata respondeu:
— Se eu fosse você, ia pegar uma escova de dente porque, quando eu terminar, vai ser você que vai me chupar.
Essa ameaça deixou ela paralisada, vindo da mesma mulher que tinha acabado de derrubar ela com um só golpe e, com lágrimas nos olhos, pediu meu socorro.
— Melhor você ir se acostumando porque a Paula veio pra ficar — respondi me cagando de rir enquanto montava a Isabel.
A gordinha, que até então não tinha dado opinião sobre o assunto, apoiou minhas palavras dizendo:
— Tanto seu dono quanto eu já ficamos com ela. Cê acha que é melhor que nós dois?
Tremendo igual a um pudim, ela olhou pra onde a mulata curtia as carícias da irmã e, sentindo que aquela união era contra a natureza, insistiu pedindo minha ajuda. Putasso pra caralho, me levantei deixando a Isabel insatisfeita e, pegando a filha mais velha do meu chefe pelo cabelo, levei ela até a Paula e, afastando a Natália, exigi que ela não parasse. de lamber a buceta dela até que a que chamava de "orangotango" gozasse umas duas vezes.
O medo de me decepcionar foi maior que o "nojento" que sentia em satisfazer sexualmente um membro de outra raça. Por isso, chorando pra caralho, enfiou a cara entre as coxas daquela mulher e, colocando a língua pra fora, provou rapidamente o sabor agridoce da buceta da morena. O cheiro que exalava era mais forte que o da Isabel ou o da Eva, mas, muito a contragosto, teve que admitir que não a repelia.
Ao vê-la agachada, com a bunda empinada, decidi dar a ela um novo motivo pra continuar obedecendo, que ao mesmo tempo fosse gratificante pra mim.
— Mostra pra sua nova amiga que eu te eduquei bem e que você sabe comer uma xereca — ordenei, enquanto abaixava o short dela e deixava a rabeta totalmente exposta.
— Sim, meu senhor — gritou ela ao sentir meu pau se abrindo caminho lá dentro, preenchendo completamente a própria buceta dela.
Não precisei insistir mais. Instruída pelos meus ensinamentos, a Natália entendeu que não podia me contrariar e, mudando de ideia, começou a explorar com um interesse genuíno a biologia e a natureza daquela mulata espetacular. Depois de uns dois minutos, durante os quais minha jovem submissa se dedicou a cumprir minha ordem enquanto era objeto da minha luxúria, ouvi um gemido de prazer da Paula.
— Continua, obriga ela a gozar — exigi da minha montaria, premiando-a com um tapa.
Minha insistência não demorou a dar resultado e, de tanto lamber sem parar, a morena intensificou o prazer e, dando um grito que ecoou pela casa, gozou.
— Meu senhor, eu também preciso — pedindo minha autorização pra chegar ao orgasmo, soluçou a Natália.
— E eu — ouvi a Isabel dizer também.
Reconheço que estava tão concentrado em curtir e fazer a Natália e a Paula gozarem que nem reparei no que rolava com as outras duas. Foi aí que descobri que a Eva, ao ser liberada, tinha se jogado de cabeça entre as pernas da Isabel e, enquanto a irmã comia a buceta da mulata, ela fez o mesmo com a da minha gordinha.
—Vocês são umas putas — consegui dizer antes que meu corpo pedisse arrego e minhas bolas descarregassem a essência branca lá dentro da filha do meu chefe.
Ao sentir as rajadas na buceta dela, a Natália teve um êxtase renovado e, caindo dura no chão, gozou de novo. Confesso que fui um filho da puta, mas vendo que ela tava toda exausta, não só não tive pena, como abusei do poder que elas mesmas me deram e exigi que a Paula cuidasse dela.
—O que o senhor quer que eu faça? — ela perguntou.
Cagando de rir, enquanto abria uma gaveta e tirava um cinto com um pau acoplado, respondi:
—Podia mandar você amar ela, mas como seria mentira e ainda por cima brega, quero que você meta no cu dela!
—Se quiser, a gente pode dar uma mão — a Isabel se meteu, comentando.
A gordinha tinha falado comigo, mas a Paula achou que era com ela e, enquanto ajustava o treco na cintura, respondeu rindo:
—Adoraria. Não seria bom nem conveniente estragar o furico dessa putona e depois o Fernando ficar puto por não poder usar.
Todo mundo, menos a Natália, riu da piada, e uma das que mais riu foi a Eva, mas tenho que dizer que ela também foi a primeira a chegar onde a coitada tava de quatro.
—Meu senhor, posso preparar a putinha? — com um tom lascivo, ela me perguntou enquanto separava as bandas do rabo dela com os dedos.
Sem esperar minha resposta, cuspiu no cuzinho rosado da irmã dela...Continua...
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— A Natália tá preparando o jantar — respondeu enquanto me dava um beijo na bochecha.
— Chama ela, quero apresentar vocês pra Paula — falei, apontando pra mulata.
A resposta dela foi mais uma prova do jeito arcaico como essas duas foram criadas, porque, mostrando um racismo escroto, a morena se atreveu a comentar que não achava legal ter convidado uma preta pra jantar. O tom de desprezo que ela usou enquanto apontava pra minha aquisição mais recente me deixou puto, mas, achando que a outra também devia ser quase membro da Ku Klux Klan, esperei ela chegar. Como eu já tinha previsto, a mais nova se mostrou tão supremacista quanto a Eva e, apontando pra recém-chegada, perguntou em que jaula a gente ia colocar ela, porque um macaco não merecia dividir a cama com elas.
— Tira isso — rosnou a Paula assim que ouviu o insulto.
— Não obedeço a um orangotango — botando mais lenha na fogueira, respondeu a garota.
Não foi difícil perceber que a mulata tava subindo pelas paredes, e por isso, quando ela me olhou pedindo ajuda, achei que o melhor era esse assunto se resolver entre elas e falei isso pra ela. O sorriso da Paula ao conseguir minha permissão me fez repensar se minha decisão tinha sido certa, mas antes que eu pudesse voltar atrás, vi ela se jogar em cima da outra. A Natália não soube reagir ao ataque e, em questão de segundos, tava no chão chorando.
Entendi pela violência com que a jovem tinha defendido seus direitos, que não era a primeira vez que fazia aquilo e que era algo com que tinha que lidar desde criança.
Ao ver a oponente no chão, Paula se virou para a irmã. A filha mais velha do meu chefe, completamente aterrorizada, foi se esconder atrás de Isabel, que, se recuperando da surpresa, tentou acalmar a mulata pedindo paz entre elas. Paula não parecia disposta a isso, e aquilo me obrigou a agir como árbitro.
Me aproximando delas, ordenei que parassem de fazer besteira e que dessem as mãos. Reconheço que não soube prever a determinação da morena. Por isso fui pego desprevenido quando ela aproveitou que Eva estendia a mão para puxá-la e segurá-la nos braços. Tão surpresa quanto eu, a garota cock não pôde fazer nada além de abrir os lábios ao sentir a língua da mulata forçando sua boca.
«Porra, essa menina!», exclamei na minha mente ao ver que, não satisfeita em beijá-la, Paula passava a mão descaradamente na bunda dela.
Percebi que minha nova amante queria dar uma lição na filha do meu chefe e, divertido, impedi Isabel de ir ajudar. Chamando-a para perto de mim, observei junto com ela enquanto Eva tentava em vão se soltar de Paula.
— Não devíamos intervir? — ela perguntou ao ver a mulata, rindo, rasgando a blusa da nossa submissa.
Mais interessado na cena do que em responder, sentei Isabel no meu colo e, enquanto admirava a violenta lição que Eva estava tomando, me permiti beliscar os bicos dos peitos da minha gordinha. Ela soltou um gemido longo ao sentir meus dedos castigando seus peitos e viu uma ordem naquele carinho.
— Meu senhor é muito safado — comentou enquanto abaixava minha calça.
Confesso que fiquei feliz em perceber como nos entendíamos bem, e por isso não disse nada quando ela levantou a bunda e se deixou cair no meu pau.
— Adoro sentir que estou sendo empalada — sussurrou no meu ouvido enquanto os lábios da buceta dela se abriam para acolher o meu. Pau.
Soltando uma gargalhada, incentivei ela a continuar espiando como a mulata dava conta dos peitos da adversária e que, sem perder tempo, usava as mãos para terminar de despir ela.
— Cê acha que a gente tá fazendo certo? — respondeu ela, meio preocupada por não ter impedido a Paula de estuprar a filha do nosso chefe.
— Olha a cara dela — apontei enquanto aumentava o ritmo com que metia nela.
Isabel se juntou a mim rindo ao ver no rosto da nossa submisso uma expressão clara de luxúria e que, onde devia ter nojo ou medo, só se via desejo.
— É uma puta. Tá com tesão! — corrigindo, gritou minha gordinha.
O berro dela chamou a atenção da Natália. Alucinada, parou de chorar ao testemunhar a rendição da Eva.
— Não acredito — murmurou ao ver que, já pelada, a irmã não recusava se ajoelhar na frente da Paula e nem se rebelava quando, levantando a saia, ela enfiava a buceta na cara dela: — Eva! Essa foxy é preta!
Sorrindo enquanto a língua da mais velha das irmãs mergulhava entre as dobras da boceta dela, a mulata respondeu:
— Se eu fosse você, ia pegar uma escova de dente porque, quando eu terminar, vai ser você que vai me chupar.
Essa ameaça deixou ela paralisada, vindo da mesma mulher que tinha acabado de derrubar ela com um só golpe e, com lágrimas nos olhos, pediu meu socorro.
— Melhor você ir se acostumando porque a Paula veio pra ficar — respondi me cagando de rir enquanto montava a Isabel.
A gordinha, que até então não tinha dado opinião sobre o assunto, apoiou minhas palavras dizendo:
— Tanto seu dono quanto eu já ficamos com ela. Cê acha que é melhor que nós dois?
Tremendo igual a um pudim, ela olhou pra onde a mulata curtia as carícias da irmã e, sentindo que aquela união era contra a natureza, insistiu pedindo minha ajuda. Putasso pra caralho, me levantei deixando a Isabel insatisfeita e, pegando a filha mais velha do meu chefe pelo cabelo, levei ela até a Paula e, afastando a Natália, exigi que ela não parasse. de lamber a buceta dela até que a que chamava de "orangotango" gozasse umas duas vezes.
O medo de me decepcionar foi maior que o "nojento" que sentia em satisfazer sexualmente um membro de outra raça. Por isso, chorando pra caralho, enfiou a cara entre as coxas daquela mulher e, colocando a língua pra fora, provou rapidamente o sabor agridoce da buceta da morena. O cheiro que exalava era mais forte que o da Isabel ou o da Eva, mas, muito a contragosto, teve que admitir que não a repelia.
Ao vê-la agachada, com a bunda empinada, decidi dar a ela um novo motivo pra continuar obedecendo, que ao mesmo tempo fosse gratificante pra mim.
— Mostra pra sua nova amiga que eu te eduquei bem e que você sabe comer uma xereca — ordenei, enquanto abaixava o short dela e deixava a rabeta totalmente exposta.
— Sim, meu senhor — gritou ela ao sentir meu pau se abrindo caminho lá dentro, preenchendo completamente a própria buceta dela.
Não precisei insistir mais. Instruída pelos meus ensinamentos, a Natália entendeu que não podia me contrariar e, mudando de ideia, começou a explorar com um interesse genuíno a biologia e a natureza daquela mulata espetacular. Depois de uns dois minutos, durante os quais minha jovem submissa se dedicou a cumprir minha ordem enquanto era objeto da minha luxúria, ouvi um gemido de prazer da Paula.
— Continua, obriga ela a gozar — exigi da minha montaria, premiando-a com um tapa.
Minha insistência não demorou a dar resultado e, de tanto lamber sem parar, a morena intensificou o prazer e, dando um grito que ecoou pela casa, gozou.
— Meu senhor, eu também preciso — pedindo minha autorização pra chegar ao orgasmo, soluçou a Natália.
— E eu — ouvi a Isabel dizer também.
Reconheço que estava tão concentrado em curtir e fazer a Natália e a Paula gozarem que nem reparei no que rolava com as outras duas. Foi aí que descobri que a Eva, ao ser liberada, tinha se jogado de cabeça entre as pernas da Isabel e, enquanto a irmã comia a buceta da mulata, ela fez o mesmo com a da minha gordinha.
—Vocês são umas putas — consegui dizer antes que meu corpo pedisse arrego e minhas bolas descarregassem a essência branca lá dentro da filha do meu chefe.
Ao sentir as rajadas na buceta dela, a Natália teve um êxtase renovado e, caindo dura no chão, gozou de novo. Confesso que fui um filho da puta, mas vendo que ela tava toda exausta, não só não tive pena, como abusei do poder que elas mesmas me deram e exigi que a Paula cuidasse dela.
—O que o senhor quer que eu faça? — ela perguntou.
Cagando de rir, enquanto abria uma gaveta e tirava um cinto com um pau acoplado, respondi:
—Podia mandar você amar ela, mas como seria mentira e ainda por cima brega, quero que você meta no cu dela!
—Se quiser, a gente pode dar uma mão — a Isabel se meteu, comentando.
A gordinha tinha falado comigo, mas a Paula achou que era com ela e, enquanto ajustava o treco na cintura, respondeu rindo:
—Adoraria. Não seria bom nem conveniente estragar o furico dessa putona e depois o Fernando ficar puto por não poder usar.
Todo mundo, menos a Natália, riu da piada, e uma das que mais riu foi a Eva, mas tenho que dizer que ela também foi a primeira a chegar onde a coitada tava de quatro.
—Meu senhor, posso preparar a putinha? — com um tom lascivo, ela me perguntou enquanto separava as bandas do rabo dela com os dedos.
Sem esperar minha resposta, cuspiu no cuzinho rosado da irmã dela...Continua...
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