Pedrão

Oi, galera! Vou contar pra vocês minha experiência gay com um velho de 60 anos.

Primeiro, me apresento: sou um cara de 30 anos, loiro e magro. Me defino como hétero, mas por ser bem promíscuo, já tive umas experiências com homens também.

A experiência que vou contar aconteceu há bastante tempo, mais precisamente quando eu tinha 16 anos. Naquela época, eu era um gordinho branquelo e baixinho. Acontece que meus pais me mandaram trabalhar com um tio que tinha um negócio numa cidade do interior. Era pra ajudá-lo por uns 10 dias, já que naquela cidade iam rolar festas juninas e ele precisava de ajuda pra atender o negócio, porque nesses dias vinha um fluxo enorme de clientes. O pagamento era bom, e além do mais, em casa a grana sempre foi curta, então o dinheiro ia ajudar bastante.

Foi assim que um dia meu tio, com quem não tinha muito afeto, veio me buscar. Enquanto viajávamos pra essa cidade, ele foi me explicando os detalhes das tarefas que eu teria que fazer – basicamente repor os produtos nas prateleiras e ajudar no atendimento quando ele ficasse sobrecarregado. Quando chegamos no lugar, ele me mostrou o local, que tinha um quarto onde eu ia ficar. A casa dele era ao lado, mas não tinha espaço pra me hospedar lá. Além do mais, era melhor assim, porque dessa maneira eu podia começar o expediente cedo e ganhar um tempo.

O que me chamou a atenção é que eu teria que dividir o quarto com um funcionário do meu tio, chamado Pedro, que tinha uns 60 anos mais ou menos. Pedro era um homem bem moreno, de não mais que 1,70m, com uma barriguinha e um pouco de cabelos brancos – nada fora do normal. Ele era um cara bem gente boa, e a gente se entrosou na hora, porque ficávamos o tempo todo zoando e contando piadas. Bom, a questão é que comecei a passar mais tempo com ele do que com meu tio, que não dava muita bola pra mim e me tratava como mais um funcionário, pra ser sincero. Ao final dos nossos longos expedientes de trabalho, com Pedro... A gente sabia tomar uma cerveja e conversar sobre nossas vidas, onde o assunto principal sempre era sexo, com as típicas perguntas se eu já tinha namorada e que coisas eu gostava de fazer com ela, enquanto eu também pedia conselhos e tal.

Até que uma noite, lembro que já era uma das últimas, a gente tomou várias cervejas e estávamos sentados juntos em uma das camas que tinha no quarto, estávamos com a luz apagada e só nos iluminava o brilho da noite que entrava pela janela. Nossa conversa começou a esquentar, e lembro de ter provocado o Pedro pela condição dele de velho, já que eu supunha que, naquela idade, já não subia mais. Foi aí que o Pedro respondeu soltando a calça e deixando sair uma linda pica preta, longa e bem grossa, que estava bem ereta (acho que devia ser uns 20x6 cm). Fiquei surpreso não só pelo tamanho, mas porque não esperava tal reação, e o Pedro me disse:

Pedro: O que foi, moleque, nunca viu uma pica? Não era que não subia?

Eu: Olha só o vovô...

P: Gostou? Vamos, mostra a sua.

Eu: Tá, mas a minha é pequena...

Aí me deixei levar pela situação e mostrei.

Eu: Viu que é pequena? Nada a ver com a sua.

P: Não importa, ainda vai crescer. Olha, você também estava de pau duro.

Eu: É, também fiquei excitado com a conversa.

P: Quer que a gente se masturbe? E aí ele já foi e pegou no meu pauzinho sem esperar resposta.

Durante tudo isso, eu não conseguia tirar os olhos da linda pica do Pedro, estava pasmo, e o Pedro só respondeu levando minha mão até a pica dele. Então começamos a nos masturbar devagar, mas o Pedro começou a acariciar meu peito. A essa altura, eu já estava voando de tesão, e ele começou a me beijar o pescoço enquanto apertava meus mamilos, e eu agarrava a linda pica preta dele com minhas duas mãozinhas brancas, e sentia ela como um ferro quente. Tiramos a roupa e continuamos na punheta até que o Pedro levou minha cabeça até a... Pau e comecei a chupá-la com a desajeitada inexperiência da primeira vez, mas devagar. Lembro que a cabeça era bem roxa e vê-la brilhar com o reflexo da luz e minha saliva me deixava com muito tesão, subia e descia pelo seu tronco grosso enquanto acariciava suas bolas (tentava me inspirar em todos os vídeos pornô que via naquela época). Enquanto isso, Pedro já tinha colocado um dedo na minha bunda e estava me massageando lentamente, então eu já não aguentava mais de tanta excitação.

Pedro: Você gosta, bebê?

Eu: Mm mm... Muito.

P: Viu como ele ainda fica durinho pro vovô? Agora eu sou seu pai, sabe?

Eu: Sim.

P: Sim, o quê? Enquanto isso, deu um tapa na minha bunda.

Eu: Sim, sim, você é meu pai!!!

Depois de um bom tempo e de me dar algumas lições de como chupar bem o pau, Pedro se levantou e indicou que eu ficasse de quatro, o que fiz sem hesitar porque, nesse ponto, o tesão já tinha tomado conta e eu estava totalmente entregue.

Pedro se ajoelhou e começou a chupar minha bundinha desesperadamente. Lembro de me contorcer de prazer enquanto continuava batendo uma punheta e não conseguia acreditar nas sensações que ele estava me causando. Pedro alternava a língua com os dedos, sinal de que estava me preparando pro pau dele. Quando já conseguia entrar dois dedos, ele ensopou bem minha bunda com saliva e começou a enfiar bem devagar. A essa altura, eu já me contorcia de dor, já que o pau dele era muito grande e eu não aguentava. Só a cabeça entrava, mas o corpo não, porque era muito grosso e doía bastante. Devo ter gritado muito, porque de vez em quando Pedro tapava minha boca e tirava, então ele não conseguia rasgar minha bundinha de vez. Mesmo assim, a excitação não diminuía e continuávamos com muito tesão, então Pedro levou o pau dele de volta à minha boca, me fez ajoelhar e segurou minha cabeça, me forçando a engolir e me engasgando com seu membro. Percebi que ele estava prestes a gozar porque começou a se agitar e o pau dele inchou ainda mais, então só consegui acelerar o boquete e, em questão de Em segundos, Pedro gozou na minha boca em grande quantidade. Lembro de ter engolido quase tudo, mas era muita porra e bem grossa, então um pouco acabou escorrendo no meu peito. Continuei chupando ele mais um pouco até ele amolecer, e deitamos na cama de novo enquanto ele terminava de me masturbar e me dedava na bunda. Em poucos segundos, eu também gozei.

Naquela noite, tentamos que ele me comesse várias vezes, mas entendemos que não era o lugar adequado, já que meu tio podia aparecer a qualquer momento. Então combinamos de continuar nos masturbando, o que na verdade era chupar o pau dele do jeito que ele quisesse.

Nos dois dias seguintes, continuamos da mesma forma, e não desperdiçamos nenhum momento livre que tínhamos para chupar o pau dele, esfregar a rola dele na minha bunda e tomar toda a porra quente dele. Sinceramente, me sentia a neném dele, a putinha dele, e é uma sensação que nunca vou esquecer.

Ao terminar o trabalho, voltei para a capital da minha província (Córdoba) e nunca mais vi o Pedro. Além disso, eu tinha namorada e decidi esquecer o que aconteceu porque depois comecei a ficar paranóico. Atualmente estou solteiro e adoraria encontrar outro velhinho como o Pedro para repetir a experiência. Espero que tenham gostado do meu relato, e desculpem se foi muito longo, prometo melhorar para a próxima.

3 comentários - Pedrão

celta05 +1
Soy de Cba, tengo 61. Cuando quieras....
Que lindo relato de comp gozaste con el maduro t van los 10