Cornuda extrema (1)

Conheci o Richard na academia que a gente frequentava. Um cara gente boa, daquele tipo de personalidade que quer ser útil acima de tudo. Às vezes a gente treinava junto. E, sinceramente, ele me parecia meio gay, embora não fosse, já que um belo dia a esposa dele, uma loira de 45 anos que era um monumento à sensualidade, apareceu pra buscá-lo.

Ah, ia esquecendo de me apresentar. Meu nome é José. Tenho 33 anos. Sou latino, de descendência europeia. Corpo mediano, talvez com uns quilinhos a mais. Mas sou considerado do tipo corpulento. Já tive várias experiências com casais, alguns simples ménages. Outras poucas foram casais cuckold ou corno, como a gente chama em espanhol, e devo dizer que essas são minhas favoritas. Aquele tesão de toda essa situação não tem comparação.

Enfim, como eu tava contando, apareceu a Sheila, loira, 45 anos, peitos operados, enormes, grandes e durões, pele bronzeada com muitas sardas, olhos verde-esmeralda... A verdade é que era mulher demais pra aquele cara. Ele, do tipo comum, magro, na casa dos 40 e tantos. Nem feio nem bonito. Passaria despercebido em qualquer situação, porque não era imponente de jeito nenhum. E ele sabia disso. Fazia um esforço incomum pra "se exibir" com a mulher dele. Me apresentou a ela. Ela, toda sorridente e simpática, estendeu a mão, mas eu me aproximei e ela me deu um beijo na bochecha. Enquanto ele dizia:

R- Esse é meu amigo José, de quem te falei.

Isso me deixou pensativo. A experiência me ensinou a detectar esse tipo de casal.

Resumindo, os dias passaram e a gente se viu de novo na academia, e perguntei ao Richard sobre a esposa dele, e deixei claro o quanto eu a achava gostosa. Ele, todo sorridente, me agradeceu.

Depois do treino, ele disse que a gente devia sair um dia, nós três, pra tomar algo, se divertir e relaxar. Aceitei na hora, porque já imaginava onde aquilo ia dar. Pra resumir, já que não quero estender a história com detalhes bestas, chegou o dia. Acordado, a gente ficou num bar no centro bem animado e cheio de gente.

Assim que entramos, começamos a conversar e a beber, e depois de alguns minutos já estávamos bem colados eu e ela, com a desculpa do barulho que não deixava a gente se ouvir direito. Ela, no meio de nós dois, se mexia no ritmo da música. Tava usando um jeans bem apertado, na cintura, e uma camiseta branca que deixava ver o formato dos peitos dela pelos lados. Parecia uma diva. Era difícil acreditar que aquela mulher tinha 45 anos e dois filhos de 25 e 19, respectivamente.

Conforme a noite passava e a conversa ficava mais no clima e brincalhona, surgiu o assunto das mulheres ousadas. Isso por causa do ambiente, a gente via várias minas muito avançadinhas com os caras no bar. Aí eu aproveitei a chance pra falar pra Sheila que tinha certeza que ela podia ofuscar todas aquelas vadias se quisesse, que era muito mais gostosa que todas aquelas menininhas. Ela sorrindo me respondeu:

Sh - Ah, valeu! Mas você só tá falando da boca pra fora porque não tem coragem de me atacar...

Eu - Como assim? O problema é que seu marido aqui presente não vai deixar, (falei na cautela).

Ela caiu na risada e falou:

Sh - Acho que você já sacou que tipo de casal a gente é. Então não precisa fingir nada. Ou tô errada?

Eu, tentando ser precavido e olhando pro Richard, falei que queria ouvir isso dele.

R - Então, a gente é um casal liberal. Mas a real é que não tamos na vibe de trocar casais. A nossa parada é fazer ménage com homens. Mas a verdade é que tá difícil achar o que a gente quer exatamente...

Enquanto ele falava isso, a Sheila já tava bem colada em mim, se apoiando no meu ombro esquerdo e me olhando de um jeito bem sedutor. Aí eu perguntei o que eles procuravam exatamente. E foi quando ela respondeu falando no meu ouvido:

Sh - A gente é um casal cuckold. Sabe o que isso significa?

Eu - Então... sim, por acaso eu tenho experiência no assunto, (falei enquanto sorria com um pouco de prepotência).

R - Sabia! Viu, amor, que eu não me enganei? Falei que ele era um alfa com certeza! (disse ele animado).

A esposa dele, que sorria e continuava sensualmente apoiada no meu ombro, me disse de forma brincalhona:

Sh - Mas não é só isso. Sabe, embora sejamos um casal na vibe do cuckold, somos muito exigentes. O que procuramos não é simplesmente um macho que me coma na frente do meu marido. Esses têm aos montes. O que queremos é algo muito mais complexo e difícil. Precisamos de algo como um namorado. Que seja permanente. Extremamente tarado, que não tenha medo de testar nossos limites. Que seja muito dominante.

Enquanto isso, eu continuava ouvindo e não acreditava. Uma mulher daquele nível, (bem no estilo da Vicky Vette, a atriz pornô), a proposta que estavam me fazendo já tinha me deixado com uma ereção violenta, que certamente não passou despercebida pelo Richard...

R - Acho que nosso amigo está gostando do que ouve. (disse para a esposa apontando pro meu pau).

Ela, sorrindo, colocou uma das mãos no meu pacote, acariciando disfarçada e sensualmente.

R - O mais importante é que você seja discreto. Os limites praticamente não existem. Já testamos bastante e sempre terminamos com uma sensação de vazio, de que faltou algo, que não foi suficiente. Por isso queremos alguém que nos leve mais longe do que já imaginamos. O que me diz?

Sh - O rato comeu sua língua? Ou você tá com medo?, (disse ela com um tom preocupado).

Eu, tomando a decisão necessária e já seguro de que não havia motivo pra ser cauteloso, comecei a tocar descaradamente a Sheila, colocando minha mão esquerda na cintura dela, quase no rabo, e apertando o corpo dela contra o meu. Minha mão direita coloquei no ombro do marido cuck e, apertando um pouco, puxei ele pra perto da gente pra poder falar mais putaria sem preocupação. Além disso.
Eles, sorrindo com a minha ousadia, aceitaram meus termos sem hesitar, enquanto eu dizia:

Eu – Pois fico muito feliz que tenham me escolhido. Richard, sua mulher é uma gostosa de parar o coração. Te garanto que, mesmo que você não tivesse proposto, eu teria tentado seduzir ela pelas suas costas de qualquer jeito. Tenho certeza de que vamos nos divertir pra caralho. E preciso avisar que minhas ideias podem ser bem extremas, então preciso que vocês me expliquem o que já fizeram até agora pra eu entender qual é esse vazio que vocês dizem sentir.

Eles, visivelmente excitados com minhas ações, se aproximaram mais de mim.

R – Eu tô morrendo de vontade de te contar tudo, mas acho que aqui não é o lugar certo.

Sh – Concordo. Será que a gente podia ir conversar em algum lugar mais 'confortável'?

Eu – Bom, a gente podia ir pra casa de vocês, assim ficam à vontade. Se não se importarem, meu apartamento também tá à disposição.

R – Nossos filhos ainda moram em casa. Não seria confortável pra ir agora. Mas se minha esposa não se importar, seu apartamento parece uma boa opção.

Sh – E a que estamos esperando?

Saímos do bar, mas dessa vez diferente de como entramos. Eu segurando a cintura dela. E meu futuro corno andando atrás, vendo em primeira mão como eu apertava a bunda da mulher dele. Fiz questão de me despedir do segurança na entrada, que, olhando curioso, com certeza notou como ela chegou de mãos dadas com um homem e saiu abraçada com outro.

Não queria forçar a situação e, na verdade, queria dar um tempo pra eles conversarem sozinhos, então insisti em ir cada um no seu carro, eles me seguindo até meu apartamento.

A verdade é que eu tava com uma ereção que doía, e tava ansioso e desesperado pra ver como tudo ia se desenrolar.

Chegamos na minha casa, fomos pra sala, servi bebidas pra todo mundo, uma garrafa boa de rum que esquenta o peito e desinibe qualquer um.

Um pouco de conversa pra quebrar mais o gelo, sobre a área da cidade, que se o apartamento e sua decoração, um pouco das nossas profissões..., e entramos no assunto que nos ocupava.

Eu - Bom, retomando nossa conversa do bar... estou curioso pra saber a história de vocês. Como começaram, o que já fizeram, o que ainda falta realizar.

R - Bom, começamos há alguns anos. Eu sempre insisti em fazer um ménage com outra mulher, mas minha doce esposa não aceitava. Até que ela me perguntou como eu me sentiria se ela me pedisse a mesma coisa, mas com outro homem. E eu, longe de me ofender, fiquei enormemente excitado e disse que sim, claro.

Sh - Pra ser sincera, não esperava essa resposta dele. E, sendo honesta, acho que não existe mulher no mundo que não queira ter dois ou mais caras só pra ela. Fazer um ménage com outra mulher realmente não me incomodava, eu já tinha tido experiências lésbicas na faculdade, então não era isso que me segurava. Era mais o ciúme. Mas como vi ele tão decidido, aceitei com a condição de que a gente fizesse o ménage com outro homem também, já que não podia perder a oportunidade. Sempre tivemos uma vida sexual bem ativa e fomos muito brincalhões, então era hora de experimentar.

R - Procuramos uma prostituta especialista em casais. Na hora do encontro, estar com duas mulheres foi demais pra mim, então acabei muito rápido, enchendo a boca delas com meu gozo quase na primeira mamada. A acompanhante, de certa forma, tirou sarro de mim, perguntando pra Sheila se era sempre assim, que ela devia estar precisando de prazer. O que mais me surpreendeu foi a resposta da minha esposa, que disse que sim, que eu sempre deixava ela na mão. E então a puta decidiu dar uns bons orgasmos na minha mulher enquanto eu olhava e me masturbava que nem um louco. No final, minha esposa contou sobre o acordo do ménage com outro homem, e a prostituta disse que tinha um amigo adequado pra isso, que com prazer colocaria a gente em contato, assim ela saberia o que é um "macho de verdade"... Ao dizer isso, a mulher dele, que estava sentada ao meu lado passando a mão nas minhas pernas, soltou uma gargalhada e disse:

Sh — E olha que ela tinha razão! Você é um ótimo marido e pai, mas como macho não serve pra muita coisa. Qualquer moleque de 16 anos tem uma rola maior e mais resistente que a sua.

Esse comentário tão direto me surpreendeu bastante. Eu pensei que Richard fosse se ofender, mas aconteceu exatamente o contrário e ele, sorrindo, concordou com a cabeça.

Eu — Sério? Quem diria. Nunca imaginei que você fosse um pinto pequeno.

Sh — Kkkk, você não faz ideia. O problema não é tanto o tamanho da rola dele. É que, mal encosta na rola, ele já derrama o leite. Por isso eu tenho que manter ele na rédea curta. Por que você não mostra pra ele, querido?

Naquele momento e sem reclamar, o corno se levantou, tirou a calça e baixou a cueca. O que eu vi me deixou agradavelmente surpreso. Uma rola que parecia de tamanho normal, mas não muito grossa, estava enjaulada num dispositivo de castidade de metal. Dava pra ver que o Richard estava todo excitado com a situação, porque apertava bastante a jaula, que era bem pequena. Os ovos dele, não muito grandes, estavam presos na base do aparelho por um anel de metal que fazia bastante pressão, e estavam com um tom avermelhado e azulado.

Ali parado e nos olhando, sorrindo, ele estava como se esperasse ordens. Resolvi tomar a iniciativa e mandei ele tirar toda a roupa e continuar a história. Ele obedeceu na hora. Sentou-se, deixando a rola enjaulada balançando na borda da cadeira. Ao mesmo tempo, a mulher dele continuava abraçada em mim, passando a mão no meu volume por cima da calça e sorrindo, apontando com os lábios pra eu olhar a piroca enjaulada do marido.

R — No dia seguinte ao trio, a puta me mandou os dados do homem que ela tinha prometido. Liguei pra ele e marcamos pra essa mesma semana.

Sh — O Richard parecia desesperado pra fazer o trio com o outro cara. Até mais do que eu. Isso me chamou a atenção porque ele sempre foi meio submisso. no sexo. Quando a gente transava, ele pedia pra eu, durante os boquetes, enfiar os dedos no cu dele, que isso fazia ele gozar na hora. Não se importava de me beijar depois de gozar na minha boca (o que acontecia quase sempre e por acidente, porque ele não aguentava). E no fim, ele virou um expert em chupar minha buceta. Era minha principal fonte de orgasmos. Nunca com o pau dele. Sempre com a língua.

Nesse momento, percebi o cuck se tocando, mesmo com a piroca na gaiola. Ele tava excitado pra caralho. Mandei ele parar, que ninguém tinha autorizado ele a se tocar. Ele obedeceu na hora. Continuou contando sobre o encontro com o cara, enfatizando como o pau do sujeito era muito maior que o dele e como ele viu a mulher dele gritar e gozar.

R - Praticamente o encontro inteiro eu só fiquei olhando e batendo punheta. Queria que ela aproveitasse tudo e não queria atrapalhar. Além disso, naquele dia descobri que adorava ver ela. Era minha própria atriz pornô. E o melhor é que era minha esposa.

Sh - E olha que eu aproveitei, filho da puta. Naquele dia você virou meu cuck pra sempre.

Nesse momento, resolvi agir e, sem esperar mais, comecei a beijar a gostosa que eu tinha nos braços. Ela se jogou em cima de mim, enfiando a língua bem fundo na minha boca e gemendo alto. Enfiei as mãos nas laterais da camiseta dela pra pegar nos peitos (ela não tava de sutiã) e pude sentir os bicos duros e enormes que aquela mulher tinha. Afastei ela devagar porque queria ver o cuck enquanto ela se esfregava em mim, e encontrei ele sentado, inclinado pra frente, olhando tudo com uma cara de prazer indescritível e com uma das mãos segurando os ovos dele, apertando com força. Entendi que o desgraçado tinha alma de submisso e curtia humilhação.

- Continua, cuck, (falei, enquanto continuava beijando e passando a mão na mulher dele).

Ele seguiu contando como começou a procurar caras entre colegas e amigos, sem muita sorte. E depois passou a procurar na internet. online, onde ele descobriu esse mundo dos cornos consentidos.

Sh - A gente começou a ver pornô junto sobre o tema dos corneados. Cada vez mais extremo, e notei que quanto mais perversa era a cena, mais tesão ele ficava. Ele ficava doido toda vez que via uma cena onde a mulher forçava o cuck a chupar a rola do macho.

Ele sorria, quase orgulhoso das palavras da sua puta esposa. Continuou comentando como começou a postar fotos da mulher e a ler os comentários nos fóruns.

R - Conseguimos fazer vários contatos. Eu mostrava as fotos dos candidatos e ela decidia quem era o sortudo. Fizemos vários menage. No começo, não sabíamos bem o que estávamos fazendo, então quase sempre era decepcionante.

Sh - Eu terminava exausta e com muitos orgasmos. Mas o Richard sempre me dava a impressão de que ficava a desejar. Eu percebia que ele ficava feliz por mim, mas não completamente satisfeito. Então decidi tomar a iniciativa e procurei, entre os que se ofereciam, o que fosse bi. Quando chegou a hora, estávamos com esse cara e eu mandei o filho da puta do meu cuck se aproximar. Eu, sem saber como ele reagiria, resolvi testar minha sorte e ordenei que ele me acompanhasse pra chupar aquela rola. Ele, longe de hesitar, se jogou como um cachorro num biscoito.

Eu - Então você é um cuck, de castidade, que goza rápido e ainda engole rola? Puxa, você me surpreende...

Richard concordava sorrindo, visivelmente excitado com minha intenção de humilhá-lo. A rola dele brilhava, tentando escapar da gaiola, e ele começou a se tocar de novo. Quase na mesma hora, lembrou que eu tinha proibido ele de se tocar e parou. Eu, pelo contrário, ordenei que ele se tocasse, que tentasse se masturbar e usasse o dedo indicador pra brincar com o líquido pré-gozo que aparecia na ponta da rola dele, mas que por nada nesse mundo ele ousasse gozar. Quando sentisse vontade de gozar, devia parar e dar um tapa bem forte nas próprias bolas.

Ele seguiu minhas ordens à risca, pegando o líquido. pré-seminal com os dedos e levando à boca. Sheila continuou contando como foram tendo encontros com homens bissexuais, e que cada vez se sentia mais à vontade para humilhar seu marido corno, dando ordens cada vez mais ousadas. Me contaram como se tornou habitual pra ele engolir a porra dos machos dela, primeiro limpando ela e depois direto da pica.

Eu — E a gaiola de castidade? Como chegaram na castidade?

Sh — Bom, como você vai ver, o corno fica excitado com muita facilidade e goza em um minuto. Na maioria dos encontros que tivemos, enquanto o meu macho da vez mal tinha começado comigo, o filho da puta do Richard já tinha acabado, então ficava feito um idiota olhando, esperando ter outra ereção.

R — O que posso te dizer... sou um homem fraco, (disse o corno sorrindo enquanto dava uma porrada nos próprios ovos, lembrando que tinha que fazer isso sempre que estivesse perto de gozar).

Um pequeno gesto de prazer e dor aparecia no rosto dele, vermelho por causa da situação toda. A pica dele enjaulada apertava ao máximo a gaiola e a pré-gozada aparecia na ponta. A puta da mulher dele ria excitada enquanto continuava me agarrando por cima da calça, acariciando minha pica e como que medindo ela.

Não vou mentir dizendo que tenho uma pica de 40cm. A minha tem 21 cm, mas meu maior atributo é a grossura. Geralmente, as mulheres não conseguem colocar ela inteira na boca de tão larga que é. Ela percebeu isso e me olhou com cara de surpresa enquanto dizia:

Sh — Tá vendo isso, amor? Se assim ele já tem por baixo da roupa, imagina como deve ser quando for liberada.

O corno concordou quase se lambendo e continuou falando:

R — Num encontro com um bull, eu gozei tão rápido que ele sugeriu que deviam amarrar minhas mãos ou a pica pra me controlar. E a minha esposa, que não tem dificuldade nenhuma pra planejar maldades, em menos de uma semana já tinha a gaiola de castidade em casa.

Sh — Decidimos usar ela pra cada Assim que a gente se encontrou, e no começo foi assim mesmo, até que descobri que o filho da puta se masturbava igual um louco no dia antes de encontrar um macho. Aí eu tomei uma atitude. E uma noite, enquanto a gente transava, coloquei a gaiola nele, mandei ele deitar de barriga pra cima, sentei na cara dele até gozar duas vezes, desci e fui dormir. Ele ficou esperando e até me perguntou se ia deixar ele gozar. Falei que não tava a fim de ter o sêmen inútil dele em mim, então não, que quando eu quisesse, avisava. Ele ficou chocado, mas aceitou. Passaram três dias até ele implorar pra eu deixar ele gozar. Coloquei a condição: ele tinha que fazer tudo que eu mandasse, senão nunca mais ia tocar na cock ridícula dele. E claro que ele aceitou. Se masturbando igual um louco, inclinado sobre os ombros, enquanto eu lambia as bolas dele e brincava com o cu dele. Tava fazendo um boquete nele e, bem quando ele ia gozar, tirei da minha boca e apontei pra cara dele mesmo, e mandei o porco abrir a boca. Ele engoliu uma tonelada de porra.

Naquele momento, duas palmadas fortes ecoaram no quarto, seguidas de um gemido de dor e prazer. O cuck parecia que tava à beira da loucura, lembrando e ouvindo a gostosa da mulher dele contar tudo, e acabava de bater com força nas próprias bolas, se curvando de dor com a cock tremendo.

Sh - Desde aquele dia, ele começou a usar a gaiola de quinta a segunda. A cock fica livre só terça e quarta, porque sei que são os dias mais ocupados dele. Olha, ele é um cuck submisso, comedor de porra e viciado em sêmen, mas também é meu marido, o pai dos meus filhos e o homem que eu amo. E eu curto a piroquinha dele de vez em quando e não quero estragar ela. Além disso, ele merece, porque é um cuck perfeito.

R - Valeu, amor. Mas se você pedisse, eu nunca mais tirava a gaiola. Te amo e te pertenço pra você fazer o que quiser comigo, contanto que me deixe ficar do seu lado enquanto você curte seu corpo! Nesse momento, devo dizer que eu estava entre impressionado e emocionado com essas palavras dos dois. Eles se amavam imensamente e curtiam seus papéis, ela de hotwife dominadora e ele de cuck total.

Lá estávamos: A esposa, uma mulher divina, loira de cabelo liso e comprido, olhos verdes, lábios carnudos e um sorriso genuíno. Umas tetas operadas enormes, com uns bicos duros e tesos, perfeitos pra chupar. Baixinha, no máximo 50 quilos. Com uma bunda perfeita e coxas grossas. As tetas dela estavam aparecendo, uma com o bico totalmente de fora e a outra ainda coberta, resultado da nossa sarração.

O cuck, um cara magro, tipo comum, sentado completamente pelado na nossa frente, com o pau enjaulado e as bolas na borda do sofá, já roxas de tanta excitação e das palmadas que ele tinha dado em si mesmo seguindo minhas ordens.

E eu, ainda vestido, com uma ereção do caralho sentado do lado dessa mulher espetacular, que continuava pegando no meu pau e tentando arrancá-lo de mim.

Decidi que era hora de avançar. Então, levando em conta tudo que eles tinham me contado, comecei a tomar o controle do que ia rolar. Perguntei quais eram as fantasias e os limites deles, já que não queria ter uma surpresa fazendo algo muito ousado. Aí ela respondeu:

Sh - Essa é a questão. A gente não sabe. Só sabemos que queremos mais. E queremos ser surpreendidos. Por isso procuramos alguém dominante e sem medo. Limites, não consigo pensar em nenhum agora. E acho que o filho da puta também não, né, amor?

R - De jeito nenhum. O que você mandar, eu obedeço! Só quero que minha esposa tenha uns orgasmos loucos. Quero ver ela perdida por pica, viciada em sexo. E por mim, não precisa se preocupar. Mas concordo com ela. Te dizer exatamente o que queremos que você faça com a gente quebraria a novidade e a surpresa que a gente busca... (respondeu o cuck enquanto apertava as próprias bolas com a mão esquerda e dava palmadas nelas várias vezes enquanto falava). Naquele momento, entendi que precisava ser criativo sem ser maluco, e que se queria que isso durasse, tinha que deixar eles na expectativa. Levantei e, olhando bem nos olhos da putinha, falei:

Eu - O que você tá esperando? Não queria ver? Me mostra o quanto você é talentosa.

Ela, sorrindo com cara de safada, se ajeitou na cadeira e baixou minha calça e cueca só um pouco, o suficiente pra aparecer meu pau. Virei pra olhar pro cuck, e pedi pra ele sentar do lado da mulher dele. Ele obedeceu na hora. Sheila começou a me bater uma lentamente, olhando pro meu pau como se tivesse hipnotizada, com a boca entreaberta.

Eu - Cuck, ajuda sua mulher. Pega minhas bolas e massageia enquanto ela me faz um boquete.

Ele, com a mão, pegou minhas bolas e começou a apertar de leve, massageando.

A mulher dele se aproximou, abrindo a boca e, exalando sensual, enfiou a cabeça do meu pau, envolvendo com os lábios. Senti a língua dela brincando com o freio enquanto chupava com os lábios. As mãos dela estavam nas minhas coxas. Do lado, o cuck continuava brincando com minhas bolas, olhando fixo pra ela, excitado e sorrindo.

Depois de uns minutos nessa brincadeira, ela tirou meu pau da boca e ofereceu pro cuck, olhando provocante:

Sh - Vem, love, prova o que é um pau de verdade. Quem sabe de tanto chupar, o seu começa a crescer um pouco...

R - Mmmmm, acho que não tem jeito do meu clitóris virar essa vara, mas com prazer chuparia isso por horas.

Ele levou meu pau à boca e começou um boquete num ritmo frenético, fazendo o máximo esforço pra enfiar o mais fundo possível. A mulher dele segurava a nuca dele, marcando o ritmo, empurrando e falando putarias.

Sh - Isso, filho da puta, chupa como merece! Você é um viado comedor de pau! Mostra o que sabe!

Ela se levantou e começamos a nos beijar enquanto o cuck continuava no boquete acelerado.

Aí tirei a camisa dela e deixei só de calcinha. Com as tetas de fora, me preparei pra brincar com elas, agarrando e mordendo aqueles bicos que pareciam duas balas de tão pontudos que estavam. Ela gemia e se esfregava safada contra mim, colando as tetonas na minha cara e gemendo toda excitada. Eu ouvi o corno gemer com meu pau na boca dele enquanto se agarrava na própria rola, puxando ela com a gaiola, fazendo as bolas dele esticarem ainda mais. Mandei ele parar e ficar de pé. Era hora de ele me oferecer a puta da mulher dele e exibi-la como um bom corno que é...

Continua...

3 comentários - Cornuda extrema (1)

Muy buena la historia, bine elaborada y de facil entender.
Espero te cojas el cornudo en la proxima entrega.