Hermanas gemelas Sol y Luna - Ultima parte

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 O quarto na meia-luz, suspiros, gemidos e uns gritos de êxtase era o que essa cena nos deixava, onde "O SONHO DO GAROTO" – aquele desejo de muitos, de transar com um par de irmãs gêmeas – estava se realizando pra mim... Via o reflexo no espelho e não podia acreditar, me ver ali com as duas gêmeas transando..
Trocamos de posição várias vezes, e tudo tinha uma sincronia quase impossível de explicar. Meu pau passava quase sem escalas da buceta da Sol pra boca da Luna, de repente as duas me beijavam ao mesmo tempo enquanto me masturbavam, depois eu tava penetrando a Luna e meu membro saía da buceta encremada dela direto pra boca da Sol, que deixava impecável.

De todas as posições que fizemos, a que mais gostei foi ficar deitado de costas, com a Sol cavalgando meu pau, enquanto a Luna sentada na minha cara recebia língua na buceta dela, que depois a gente trocou as posições, ficando a buceta da Sol na minha cara – e ela tava tão excitada que, depois de um tempinho recebendo língua e dedos, não se segurou e uma jorrada de fluidos explodiu na minha cara enquanto ela se contorcia com um grito excitante, com a buceta dela ainda espirrando na minha boca. Na hora, a Luna deu um pulo e tava lá, lambendo e beijando minha boca, brincando com a goza da irmã no meu rosto. Aí, quando a Sol terminou de tremer, entrou na brincadeira de limpar minha cara com as línguas delas até não sobrar nada além das nossas línguas brincando e deslizando as três juntas...

Já tinha feito a Sol gozar e ainda faltava a Luna, que, por ser minha namorada, era um pouco mais fácil, já que em tantos anos eu tinha aprendido o que excitava ela – e uma das preferidas dela era eu fazer o cuzinho. Então coloquei ela de quatro, meti dois dedos na buceta dela e, com o próprio fluido dela, fui lubrificando o cuzinho aos poucos: primeiro um dedinho devagar, besuntando bem antes de entrar... A Sol, ainda com espasmos, olhava assombrada enquanto se acariciava e apertava a própria buceta.

Depois que dilatei bem o cuzinho dela Luna, levei meu pau até a cara da Sol e falei: "molha bem ele". Ela enfiou na boca até a garganta, deu uma ânsia e meu pau saiu escorrendo cuspe direto pra buceta da Luna. Enquanto a Sol abria as nádegas dela... eu entrava devagarinho até o fundo pra fazer a Luna soltar um grito de prazer. Tava segurando ela pela cintura e metia com força, meu pau enterrava no cu e dava pra ouvir quase como um coro os gritos da Luna junto com os gemidos da Sol, que tinha se aproximado pra ver de perto a ação enquanto meu pau alternava de novo, saindo da buceta da Luna pra Sol chupar um pouco antes de continuar...

Acelerei a velocidade e a intensidade no ponto que a Luna gostava e logo notei o corpo dela tenso, a respiração ficou ofegante e, finalmente, um grito de prazer acompanhou o orgasmo dela, que jorrava da buceta, enquanto o cu pulsando apertava meu pau dentro dela...

Pensei em gozar na cara da Sol, então enquanto tirava meu pau da buceta da Luna, falei: "gostou de como arrebentei o cu da sua irmã?" Ela mordeu os lábios e respondeu: "amei! ... mas... comigo nunca fizeram por trás..." — e baixou o olhar meio envergonhada.

Na hora, enquanto a Luna ainda tava de cócoras tremendo do orgasmo, coloquei a Sol na mesma posição, empilhada em cima da irmã, com as duas bundas viradas pra mim. Separei as nádegas dela, abri o cu e comecei a passar a língua no buraquinho. Lambi o cu dela várias vezes e, aos poucos, fui enfiando a língua, o que ela adorou pelos gemidos que soltava. Fiquei nisso um tempo até sentir que tava pronta... enfiei devagar um dedo pra ver como reagia, enquanto olhava no espelho as caras de prazer da Sol, na hora que a Luna me preparava chupando e molhando meu pau duro pra penetrar a gêmea dela.

Quando meu pau entrou naquela buceta virgem, o grito de prazer e êxtase que ela deu quando sentiu ele... No fundo, acho que até os vizinhos ouviram e excitou tanto a Luna que ela já estava se masturbando de novo enquanto assistia ao show de ver o namorado metendo no cu da irmã dela.
O sexo anal, sem dúvida, tinha agradado ela. Sol se contorcia de prazer com meu pau dentro, que entrava e saía com intensidade. Luna chupava um pouco e voltava a entrar...
Sol se desmontava de prazer entre gritos e gemidos. Eu segurava ela firme pela cintura e puxava o corpo dela contra o meu, me afundando na bunda dela. Peguei o cabelo dela e enrolei numa mão, puxando forte a cabeça dela para trás enquanto metia com força para frente. Senti o corpo dela tenso de prazer, e ela começou a se mexer sem controle enquanto dizia: – Aaai... aaaai... ahhhhhhh!!!!
Por um segundo, pensei que estava machucando ela, então aliviei a intensidade. E a Luna, que estava ajoelhada se esfregando a buceta, me pegou pelo cabelo e cravou os olhos verdes nos meus a dois centímetros do meu rosto e disse com firmeza: – Você continua! Por mais que ela peça pra parar, você arromba o cu dela com mais força!!! Você não para!!!
E essa foi uma arenga explosiva pra mim. Comecei a bombar como se fosse uma locomotiva, a toda velocidade, com toda a minha força!
E existem um monte de crenças, hipóteses e teorias sobre irmãs gêmeas, tipo quando uma se machuca a outra sente dor ou coisas assim. E eu não sei se foi coincidência ou se realmente foi assim, porque naquele momento, posso garantir que senti a energia das duas explodindo no ambiente ao mesmo tempo. Pelo espelho, dava pra ver a expressão da Sol, com os olhos virados, a língua pra fora e babando, expressão idêntica à da Luna com os dedos enterrados na pussy. Um silêncio absoluto reinou por um milésimo de segundo, as unhas das gêmeas cravadas no sofá e, em coro, soltaram um grito de êxtase que deu pra ouvir no bairro inteiro!
Naquele instante exato, a buceta das gêmeas jorrou molhada pra caralho. Evidenciavam o meu gozo, meu pau explodia de pressão dentro da buceta da Sol... enchendo a buceta de porra que transbordava pros lados do meu pau, que ainda continuava apertado dentro dela, pulsando... gozamos os três juntos, minhas pernas já não aguentavam mais, eu tava em êxtase e dava pra ver que elas também... os corpos delas ainda tremiam com espasmos de prazer. Me deixei cair de lado pra recuperar o fôlego, a Luna se jogou aos pés da Sol, que se recuperava curvada pra frente, com a buceta pra cima escorrendo um monte de sêmen, que vazava pela boceta dela e caía nas bochechas da Luna, escorrendo até a boca dela, onde a língua não parava de lamber os lábios cobertos do meu gozo. Finalmente, quando encheu a boca, ela se levantou e elas se deram um beijo gostoso, brincando com minha porra, passando de boca em boca, entrelaçando as línguas, chupando os lábios uma da outra, até engolir tudo. Se lamberam as carinhas feito duas gatinhas até deixar impecáveis e se deitaram no meu peito, e enquanto me olhavam com aqueles olhos verdes brilhando, me perguntaram em dupla... gostou? E eu pude me ver no espelho, ainda salpicado de gotas do gozo das duas, abraçado com elas se aninhando extasiadas, peladas em cima de mim... 
 E isso foi a última coisa que lembro antes de cair no sono mais profundo e estranho da minha vida, e é nessa parte que a história fica mística ou esquisita, porque lembro do sonho como se tivesse sido real, como parte de um passado de outra vida ou de um universo paralelo ou algo assim…
Porque no sonho, estávamos nós três, em lugares diferentes: em Mar del Plata, em Carlos Paz, em Mendoza, numa piscina, num apartamento — nada sexual, deixo claro — só imagens, como lembranças, mas era tudo tão real que até parecia que aquela era a vida real e essa aqui era parte de um sonho ou fantasia. A verdade é que não sei… e pra ser sincero, não me importa. O sonho do cara tinha se realizado… Na manhã seguinte, quando acordei, as vozes dela e o cheiro de café me chamaram pra levantar. As duas estavam lindas, sorrindo, mas ninguém falou uma palavra sobre o que tinha rolado naquela noite — nem naquela manhã, nem naquela tarde, nem nunca mais…
Aí eu entendi que tinha sido uma aventura em cumplicidade, uma vontade de realizar uma fantasia que, pelo visto, não era só minha, mas dos três. E, uma vez satisfeito o desejo, a fantasia desaparece… ou não? A questão é que naquele mesmo dia a gente tinha que voltar, não tivemos outra noite na cabana pra poder descobrir isso, simplesmente voltamos pra nossa cidade e retomamos a vida normal, com a rotina diária de cada um. Eu continuei com minha história de love com a Luna, cada dia mais apaixonado e orgulhoso da minha mina, e a Sol tinha arrumado um namorado novo. Os anos se passaram e nunca mais rolou um encontro tão quente quanto aquele que tive com as gêmeas naquela tarde-noite, tanto que quase tava esquecendo a história, que nunca contei pra ninguém, e até os detalhes tavam sumindo da minha cabeça até hoje... quando entrei no quarto e encontrei a Luna experimentando lingerie, se provando peças super sexy e, pra cada roupa que vestia, pegava uma parecida e deixava em cima da cama... vestia uma calcinha fio-dental preta com cinta-liga, e deixava dois conjuntos na cama, meia vermelha e camisola, e deixava outro igual na cama... body branco de renda e outro idêntico na cama...

Não quis perguntar muito porque tava adorando o show, é uma delícia ver ela de lingerie e dava pra perceber que ela ficava um pouco excitada comigo olhando com desejo...

Ela chegou perto, me deu um beijo lindo e, enquanto arrumava um espelho na frente da cama, me disse...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Ela me chamou de Sol… terminou com o namorado e disse que hoje à noite vem me visitar… 
 F  I  M 
 
 
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