Espero que você curta tanto quanto eu... Hoje vou contar a história mais gostosa que rolou comigo na grande Buenos Aires... Era uma tarde fria de inverno e eu tava andando pelo centro da cidade. Tava com uma jaqueta leve e meu notebook na mochila, minha intenção era chegar num café onde eu pudesse me concentrar e escrever aquela coluna que não me deixava em paz. De repente, num mar de flashes e gritos, ela apareceu no café, com uma calça jeans azul e uma jaqueta vermelha, aquele cabelo dourado e aquela bunda linda que eu reconheceria de longe... E sim, depois de tantas vezes que eu tinha batido uma pensando nela, era a famosa Florencia Vigna. Ela viu que todas as mesas estavam ocupadas e também que eu era o único filho da puta antissocial sentado sozinho numa mesa de dois. - Com licença - ela falou com a voz clara - você se importa se eu sentar com você? Só quero tomar um café e todas as mesas tão cheias. - Com uma condição - respondi firme - você me dá uma exclusiva pro meu jornal. Ela corou, riu e sentou, como se o trato estivesse selado. - Meu nome é Juan Gonzáles, sou jornalista num jornal pequeno - falei. - Eu sou a Flo... - Já sei quem você é... Nem precisa. A conversa continuava e eu não conseguia parar de olhar pro decote dela e praqueles lábios vermelhos de dar água na boca. Comecei a ter uma ereção violenta no meio do bar, a calça já tava apertada demais, ela viu que eu fiquei desconfortável na mesa. Ela, sem preguiça nem vergonha, me olhou e disse: - Tá gostando do que vê?... Por acaso tem uma surpresa pra mim? Eu corei, mas mais duro fiquei. - Gosto de ser dominante e intimidadora... Mas acima de tudo, gosto da inocência e de quem se deixa controlar. Também adoro que me comam gostoso contra a parede - foi a resposta dela diante do meu silêncio... - Vamos, meu apê fica a três quadras daqui. Tô com muito tesão, todos com quem estive eram só músculo e pouca rola. Desliguei meu notebook e comecei a andar com ela até o apê dela sem dizer nada. Nada. Quando cheguei, ela disse: "Fica à vontade, já volto". Numa dessas, vi uma das calcinhas fio dental dela jogada no chão, me fiz de idiota e me abaixei pra pegar, comecei a cheirar, tinha aquele cheiro de puta bem suja. Foi aí que ela me pegou e disse:
— Tá pronto pra eu arrancar tua cabeça?
Ela tirou o roupão de seda vermelha e ficou completamente nua, os pezinhos rosados dela estavam bem duros e a buceta rosa depiladinha tava pedindo pra eu chupar com toda minha alma.
— Agora você vai me conhecer de verdade, puta — falei com cara de quem queria comer ela inteira.
— Ah, é??? Te dá a pica?
Foi aí que eu tirei meus 19 cm de pica venosa e dura que tava entalada na minha calça. Ela se aproximou e começou a chupar de um jeito bestial, enfiava a pica até o fundo da garganta e quando voltava, lambia desde a base até a cabeça. Fácil, aguentei uns 6 minutos, quase arrancou minha cabeça, não minto.
— Olha como me encheu de porra!!! Agora você vai ter que aceitar as consequências e fazer tudo que eu mandar — Ela me levou empurrando pro quarto dela e me jogou na cama.
— Você vai me foder o mais forte que puder e vai me bater duro — ela disse. Pegou minha pica e, como se nada fosse, sentou em cima...
— Belisca meus peitos, vai — ela gritava com tudo, enquanto gemia que nem uma puta suja.
— Mais forte, mais forte, me destrói toda — era só o que ela falava.
Nessa hora, joguei ela no chão, com a bunda pra cima, comecei a penetrar ela pelo cu fudido, enquanto deixava vermelhas aquelas nádegas duras que ela tinha.
— Nãããoooooo por aí não, dói — ela gritou.
— Não tô nem aí, você é uma puta suja e eu sei que você gosta —
— Adoro — O cu dela ia se abrindo cada vez mais, e ela gemia cada vez mais alto.
Num momento, ela começou a gozar, o chão tava todo molhado. Virei ela, peguei pelo cabelo e comecei a empurrar ela contra minha pica.
Com as mãos, ela começou a me masturbar bem forte, enquanto com aqueles lábios de mestre do oral me fazia ver estrelas.
— Vai, não seja viado e Me enche de porra
- Você quer tudo, sua putinha?
- Sim, e quero no meu corpo
- Toma, seu pedaço de puta
A testa e os peitos dela ficaram cheios de porra, ela começou a juntar com as mãos e engolir...
- Hummm, que gostoso... E bem quentinho
Meu telefone começa a tocar, meu chefe perguntando onde eu estava, falei que já tava saindo pro escritório. Comecei a me trocar e ela me deu o número dela, um sutiã vermelho e a calcinha vermelha.
- Da próxima vez vou te amarrar e vou te foder de um jeito que nem seu chefe te salva... Entendeu? Agora você é meu!
Tá madura? Me liga amanhã que preciso de mais porra. Juro que foi o melhor sexo da minha vida... Deixo umas fotos pra vocês se excitarem tanto quanto eu enquanto escrevia isso.




Deixa teus pontos... Não seja pilantra. Abraços.
— Tá pronto pra eu arrancar tua cabeça?
Ela tirou o roupão de seda vermelha e ficou completamente nua, os pezinhos rosados dela estavam bem duros e a buceta rosa depiladinha tava pedindo pra eu chupar com toda minha alma.
— Agora você vai me conhecer de verdade, puta — falei com cara de quem queria comer ela inteira.
— Ah, é??? Te dá a pica?
Foi aí que eu tirei meus 19 cm de pica venosa e dura que tava entalada na minha calça. Ela se aproximou e começou a chupar de um jeito bestial, enfiava a pica até o fundo da garganta e quando voltava, lambia desde a base até a cabeça. Fácil, aguentei uns 6 minutos, quase arrancou minha cabeça, não minto.
— Olha como me encheu de porra!!! Agora você vai ter que aceitar as consequências e fazer tudo que eu mandar — Ela me levou empurrando pro quarto dela e me jogou na cama.
— Você vai me foder o mais forte que puder e vai me bater duro — ela disse. Pegou minha pica e, como se nada fosse, sentou em cima...
— Belisca meus peitos, vai — ela gritava com tudo, enquanto gemia que nem uma puta suja.
— Mais forte, mais forte, me destrói toda — era só o que ela falava.
Nessa hora, joguei ela no chão, com a bunda pra cima, comecei a penetrar ela pelo cu fudido, enquanto deixava vermelhas aquelas nádegas duras que ela tinha.
— Nãããoooooo por aí não, dói — ela gritou.
— Não tô nem aí, você é uma puta suja e eu sei que você gosta —
— Adoro — O cu dela ia se abrindo cada vez mais, e ela gemia cada vez mais alto.
Num momento, ela começou a gozar, o chão tava todo molhado. Virei ela, peguei pelo cabelo e comecei a empurrar ela contra minha pica.
Com as mãos, ela começou a me masturbar bem forte, enquanto com aqueles lábios de mestre do oral me fazia ver estrelas.
— Vai, não seja viado e Me enche de porra
- Você quer tudo, sua putinha?
- Sim, e quero no meu corpo
- Toma, seu pedaço de puta
A testa e os peitos dela ficaram cheios de porra, ela começou a juntar com as mãos e engolir...
- Hummm, que gostoso... E bem quentinho
Meu telefone começa a tocar, meu chefe perguntando onde eu estava, falei que já tava saindo pro escritório. Comecei a me trocar e ela me deu o número dela, um sutiã vermelho e a calcinha vermelha.
- Da próxima vez vou te amarrar e vou te foder de um jeito que nem seu chefe te salva... Entendeu? Agora você é meu!
Tá madura? Me liga amanhã que preciso de mais porra. Juro que foi o melhor sexo da minha vida... Deixo umas fotos pra vocês se excitarem tanto quanto eu enquanto escrevia isso.





Deixa teus pontos... Não seja pilantra. Abraços.
4 comentários - Minha fantasia sexual com a puta da Flor Vigna
https://m.poringa.net/posts/relatos/4737562/La-puta-de-Flor-Vigna-Quiere-Mas-Pija.html