Que calor que faz na Avanza. O nome dela era Aria, uma garota da cidade com aparência normal, fisicamente linda, gostosa até dá pra dizer, tinha um corpo que fazia ela ser alvo dos olhares dos predadores masculinos. A bunda dela atraía os olhares mais safados nos antros que ela costumava frequentar, ela sabia que era sexy. Mas as pessoas só precisam de um dia de merda pra que as loucuras e as paixões baixas venham à tona, e Aria não foi exceção à regra, porque aquela sexta-feira, 29 de maio, ela jamais esqueceria. 9h – Aria acorda tarde pra ir trabalhar, perde o café da manhã, o tempo está nublado, chega meia hora atrasada, levando uma bronca corporativa pela má aparência, já que mal deu tempo de se arrumar. 14h – O dia não foi bom, Aria mal conseguiu comer, o trabalho acumula pra caralho e os assistentes dela hoje são uns inúteis aos olhos dela, a raiva e a frustração ficam mais evidentes. 18h – Depois do dia de bosta, Aria queria descansar, mas o namorado dela, tentando animá-la, convence ela a sair pra um antro, pede pra ela se arrumar apesar do tempo ruim que tá chegando. 22h – Aria se arrumou, vestido azul, os ombros dela estão de fora e mostram a pele morena, o cabelo solto, o vestido cobre o corpo dela de um jeito sexy, saltos que fazem a silhueta dela se destacar mais. Ela tá linda, mas os desastres continuam, derramam bebida no casaco dela e o namorado não faz nada pra ajudar. A raiva pelo dia de merda tá no limite. 1h – A gota d'água chega, o namorado dela fica num estado de bebedeira horrível; é tão grave que ele fica agressivo, chamando ela de puta e outras depravações que ela não é. Aria tá com as veias saltando de raiva, decide não aguentar mais isso, quer ir pra casa e abandona o namorado com a conta, enquanto ele fica bêbado dormindo nos sofás do antro. 1h30 – Começa a perdição. Os Ubers estão caros por causa da alta demanda, não tem outra alternativa a não ser pedir um uber pool. 20 minutos de espera e o O clima não perdoa, começa a chover. Aria xinga o namorado, queria ficar de boa, talvez transar em casa e descansar, mas agora estava com o vestido encharcando, o casaco fedendo a cerveja e uma raiva do caralho. Finalmente o Uber chega, uma Toyota Avanza. Job, o motorista, abre a porta e ela, enfim, descansa um pouco. Pensando que a noite ia acabar ali, mas, ó, situações da vida, algo que ela nunca imaginou fazer ia rolar. Por causa da chuva que pegou ela, o vestido molhou o suficiente pra que o ar condicionado da Avanza fizesse o corpo dela reagir. Ela tava usando um sutiã sem bojo, estilo lingerie preta. Óbvio, os bicos endureceram, marcando tudo no vestido. Job percebeu isso e os olhos dele se fixaram no corpo dela. Aria notou, viu como Job olhava descaradamente pros peitos dela e como, de vez em quando, observava as pernas, tentando ver mais do que o vestido cobria. Era interessante, Aria não conseguiu esconder a excitação de se sentir observada por aquele cara. Ela deixava ele ver um pouco, brincando com a situação. Job conseguiu ver a calcinha fio-dental preta de renda dela por um instante, e isso fez o pau dele endurecer. Mas ainda faltava mais. O alarme toca, Job precisa pegar mais uma pessoa antes de deixar Aria em casa. Job xinga a própria sorte e Aria suspira, entre decepcionada e aliviada. O carro para e Lisandro entra. Um cara da idade da Aria, parecia vir de um jogo de futebol, porque tava só de short e camiseta, com umas sandálias. Não cheira a suor e não incomoda. Pelo contrário, a testosterona no carro é intensa e dá pra sentir no ar que aquilo ia mudar as coisas. A chuva continua lá fora e fica mais forte, o que frustra um pouco a Aria, e fica pior ainda quando, por causa da chuva contínua, eles ficam parados numa avenida pouco movimentada. A luz mal ilumina a rua e o som é só da chuva caindo. Job fala pra eles esperarem um pouco, pra ver se a chuva passa. Calma e a água baixa nas ruas, pra poder seguir o caminho e, assim, os três ficam presos no avanço. Os minutos passam devagar, Lisandro, por outro lado, aproveita o tempo pra admirar a mulher do lado dele. Ele vê as pernas da Aria, vê o vestido dela subir a qualquer momento e se delicia com os mamilos marcados no tecido. O pau dele sobe e fica evidente, o short dele deixa ver o volume que se forma. Aria não fica indiferente, observou como o pau do Lisandro foi despertando aos poucos, até ficar duro e marcado no short dele. "Nossa, é por minha causa, ele ficou duro por mim" a entreperna da Aria começou a ficar molhada. Lisandro aproveitou a chance e, fingindo procurar algo, tocou as pernas da Aria "Mmmm" ela gemeu baixinho, mas sem negar a entrada das mãos dele, que entendeu o recado e logo tava acariciando com os dedos os lábios inferiores da Aria, que por sua vez abriu ligeiramente as pernas, facilitando a atenção manual que recebia. Ele logo acariciou com as pontas dos dedos o clitóris dela e começou a estimular, Aria segurava os gemidos, mas os suspiros dela eram muito safados. Job observava tudo em silêncio, acariciando o próprio pau por cima da calça, via como Aria em minutos tava sendo penetrada com os dedos do Lisandro, enquanto ela, já toda excitada, esfregava o pau dele por cima do short. Uma coisa levou à outra e logo as bocas dos jovens se beijavam intensamente, sem descuidar das mãos, que continuavam dando prazer manual. Um cheiro estranho se espalhou pelo carro, depois do beijo molhado que trocaram, Lisandro tirou os dedos da entreperna da Aria, levou à boca e saboreou o néctar doce, os olhos deles se conectaram de prazer. Aria olhava pra ele esperando o próximo passo, Lisandro se aproximou do ouvido dela, com voz sensual e já tarado, deu o passo: "Você me deixou pegando fogo, quero te comer, aqui mesmo, agora, te desejo." A mente da Aria se perdeu com essas palavras, foi o empurrão final que ela precisava. Aria se levantou e procurou os olhos dele. de Job, buscando aprovação, ele concordou com o olhar. Ela lentamente tirou o vestido, dos ombros até os pés, os dois homens observaram ela na calcinha fio dental de renda preta e viram os peitos dela serem revelados. Lisandro não ficou atrás e rapidamente se despiu, a roupa permitia, e Job só abaixou as calças. Aria viu os dois, observou os membros deles brilhando com o líquido seminal, sinal de que estavam excitados por vê-la se despir. Aria respirou fundo, estava excitada, pronta, então se sentou e deslizou em direção ao Lisandro. Levou o membro dele à boca e Lisandro fechou os olhos enquanto estendia os braços. Aria saboreou cada centímetro do pau dele, alternava entre língua e mãos para dar prazer. "Porra, que boquete bom, hein", linguagem vulgar que nessa ocasião era perfeita. Job não perdeu detalhe e contemplou a bunda de Aria de quatro, enfeitada pelo fio dental, ele se dava prazer sozinho, mas sem perder nenhum detalhe do espetáculo que os jovens estavam dando. "Não quero gozar ainda, deixa eu te comer." Aria tirou o pau da boca e se preparou, Lisandro estendeu a camisa dele e Aria ficou de quatro, sem tirar o fio dental, Lisandro começou beijando cada canto da buceta dela. "Aaaaiii sim, gostoso", gemeu Aria, quando finalmente estava molhada o suficiente, Lisandro colocou o pau dentro dela, o pênis entrou devagar fazendo Aria morder o lábio com os olhos perdidos de prazer, gemendo a cada centímetro que entrava. Lisandro metia devagar, contemplava as costas arqueadas de Aria e a bunda dela batendo contra ele, só afastava o fio dental de lado e continuava na ação, acariciando as costas dela, apalpando os peitos e de vez em quando puxando o cabelo dela para trás. Aria estava adorando cada movimento que recebia, a experiência era por demais excitante, lá fora a chuva continuava caindo forte, os vidros embaçaram com o calor do sexo intenso que estavam tendo e ela estava ali, tendo atos carnais com um desconhecido enquanto o motorista de Uber Ele observava enquanto o pau dele era puxado com força. Job quis um pedaço do bolo, deu um jeito de sair do lugar e, aproveitando que Aria gemia de olhos fechados, aproximou o pau da boca dela. Aria sentiu a pele do membro e aceitou, olhou nos olhos dele e começou a chupar a glande, lambendo o tronco daquele pau. Lisandro estava vendo Job gemer que nem um louco, e isso o deixou louco de tesão, acelerou um pouco as metidas e Aria gemia ainda mais alto, mas com o pau na boca o tempo todo "mmmmmm ooooh asiiiii mmmmmm" poucas palavras e mais prazer. Como se a cena pornô que tava rolando não bastasse, o celular de Aria tocou, era o namorado dela. Lisandro pegou o celular e deu pra Aria, ela hesitou, mas já que tinha transformado o namorado num corno duas vezes, tinha que dar o batismo direito. Aria.- "mmmmm bem mmmmm" não parava de dar um boquete foda no Job e muito menos de receber as metidas do Lisandro. Namorado.- "Aria, onde caralhos você tá, é muito tarde, o que tá acontecendo?" A.- "Tô comendo alguma coisa, o que foi? Fala rápido que a janta tá esfriando" N.- "Comendo? O que você tá comendo?" A.- "Um hotdog grandão mmmm" N.- "Onde você arrumou um hotdog, Aria, onde você tá, por que me deixou sozinho, o que tá rolando, deixa eu ir te buscar" A.- "Sim, eu gosto de hotdog, a salsicha tá quentinha, pode me deixar comer em paz? Amanhã te vejo, não me liga mais, quero dormir" N.- "Mas Aria, onde você tá, me fala de uma vez..." Aria desligou a chamada e se concentrou no prazer dela, os três estavam excitados, o orgasmo depois do quanto a ligação foi safada tava perto. Aria se soltou do Lisandro e tirou o pau do Job "Você senta, deixa eu montar em você". Lisandro obedeceu e sentou no lugar dele, Aria afastou a calcinha fio dental e se acomodou em cima, enfiando inteiro aquele pau que dava prazer pra ela. "Agora você, aqui atrás, devagar, se me machucar, acabou". A ordem era pro Job. Job se aproximou e procurou a entrada anal dela, primeiro lambeu com a boca, beijo negro pra Aria, ela gemeu muito forte porque Enquanto é penetrada, recebe aquele beijo famoso e safado. Depois de lubrificado, ele lentamente introduz o pau. Aria fecha os olhos e sente os dois membros dentro dela, até que, finalmente, os dois estão nela. "Mexam-se, rápido". Lisandro começa a bombar e Job se move como pode pra acompanhar o ritmo, até que a sincronia fica perfeita. Aria geme como nunca gemeu na vida sexual dela; o prazer é indescritível e a dor já foi embora. Ela curte os movimentos que os caras fazem. Job acaricia as costas dela e Lisandro beija os peitos dela. Aria revira os olhos, o prazer toma conta. Lisandro e Job aceleram as metidas. Aria é montada e geme: "Não para, não para, já vem, oooooh siiiiim, gozeeeeeei". E logo Aria apaga, caindo no peito do Lisandro. Job tira o pau e Lisandro faz o mesmo. Aria respira devagar, os espasmos ainda estão nela. Ela se acaricia e a pele arrepia, curtindo cada segundo daquele orgasmo. Job e Lisandro não esperam a Aria; os dois, olhando como Aria curte o orgasmo dela, se masturbam até o clímax. Os dois descarregam o leite na pele da Aria. Ela recebe: nos peitos, na barriga e um pouco no queixo, enfeitada por aquele néctar branco. Tá quente. Aria pega um pouco e prova o gosto, e sorri. Os três desabam e ficam recuperando o fôlego. Quando a putaria acaba, a vergonha toma conta do lugar. Aria gasta os lenços dela e fica meio limpa, ajeita o sutiã e tira a calcinha fio dental, que tá encharcada dos fluidos dela. A chuva para e eles podem seguir o destino. Aria pensa em tudo que rolou naquele dia; nunca achou que fosse capaz daquilo, mas, naquela noite, aconteceu e ela curtiu. Sorria sozinha, enquanto Lisandro olhava pela janela oposta. 3h da manhã. O destino da Aria foi o primeiro. A van parou, os três ficaram em silêncio. "Não vou esquecer essa noite, galera", ela sorriu safada e deixou a calcinha fio dental no banco. Agora eles que brigassem por ela. Lembro daquela noite e a Aria desceu do carro, fechou a porta e foi pro apê dela. Surpresas que a vida dá: o namorado dela tava na porta esperando, puto da vida, a cara dele transbordando raiva. Mas a Aria já tinha tido uma noite espetacular e nada ia estragar aquilo, mesmo que significasse ficar sem namorado. Então, depois de pensar por dois segundos, ela cumprimenta ele: "Oi, meu corno". Que venha o que tiver que vir. FIM?
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