Aqui vai a primeira parte: https://m.poringa.net/posts/relatos/3677740/Los-amigos-de-mi-hijo-El-comienzo.html Já tinham se passado duas semanas desde que o Marcos tinha me comido, a mãe dele tinha me ligado um par de vezes pra sair pra tomar um café, mas eu arrumava alguma desculpa com medo de dar de cara com ele na casa dela, algo que nunca tinha acontecido antes quando eu saía com a mãe dele, mas agora a situação era bem diferente e só de pensar em trombar com aquele porco me dava um desgosto. Pelo menos ele tinha cumprido a parte dele do nosso "acordo", se é que dá pra chamar de acordo o que aquele porco fez comigo, meu filho não tinha voltado pra casa chorando, até tinha saído algumas vezes com os novos "amigos" dele e tava começando a me falar que o garoto mais popular da escola tava virando amigo dele. Já meu marido não fazia ideia do que tinha rolado quando o Marcos me comeu em casa duas semanas atrás, eu não tinha falado nada e quando primeiro meu filho e depois meu marido chegaram em casa, eu agi como sempre. Meu marido, o Henrique, tinha notado a mudança de atitude do meu filho e achava que era porque ele finalmente tinha herdado os culhões do pai, eu pensava comigo: "Se você soubesse que a mudança é porque os culhões de outro cara tocaram na sua mulher..." O fato é que depois de duas semanas, eu achei que talvez o Marcos tivesse se arrependido, que talvez tivesse pensado que o que ele tava fazendo era loucura e não ia mais me encher o saco, mas eu tava enganada. Numa manhã de sexta, umas 12:00, meu celular tocou e quando atendi, ouvi a voz do Marcos. "E aí, como tá minha putinha madura?" "Como... como você conseguiu esse número..." "Isso não importa, raposa, mas foi seu filho que me deu, falei pra ele que o novo melhor amigo dele precisava ter o telefone da mãe caso acontecesse alguma coisa." "O que... você quer..." "O que você acha? Quero sua buceta pronta em 20 minutos." "Não... não pode ser." "Como não, putinha, já tá Tocando nos meus ovos de novo?" "Não... é que... meu... meu marido está em casa" "Não mente pra mim, puta, eu sei muito bem que teu maridinho de merda não está em casa. Teu filho me contou que ele saiu hoje às 7:00 e que só volta domingo. Você tentou mentir pra mim, e isso vai te custar caro" "Não, desculpa... vou fazer o que você quiser..." "Assim é melhor. Daqui 20 minutos estou na sua casa. Vou matar umas aulas pra ficar com a minha putinha. Quero que, quando eu chegar, você abra a porta completamente pelada e coloque lençóis limpos na sua cama." Marcos desligou antes que eu dissesse qualquer coisa. Obedeci o que ele tinha mandado e coloquei lençóis limpos na minha cama de casal. Tirei a camiseta, a calça e a roupa íntima e esperei. Às 12:23, o interfone tocou. Com certeza Marcos não tava afim de esperar pra meter dentro de mim. Atendi torcendo pra não ser ele, mas quando perguntei quem era, ele respondeu: "A rola que vem te foder." Abri a porta antes que ele subisse a escada. Não queria que, quando ele chegasse, algum vizinho estivesse descendo ou subindo e me visse abrindo a porta pra Marcos pelada. Quando Marcos subiu, abriu a porta e me encontrou no corredor nua. "Assim que eu gosto. Vejo que você tá entendendo quem manda." Fechou a porta, se aproximou de mim e me beijou na boca. Depois me pediu pra despir ele. De novo, obedeci. Tirei a camiseta dele, deixando outra vez diante dos meus olhos aquele torso jovem e trabalhado. Depois me ajoelhei na frente dele e desamarrei os tênis. Desabotoei a calça e puxei pra baixo até tirar. A cueca dele já tava inchada. Quando puxei até os joelhos, a rola dele, já dura, pulou feito uma mola e ficou a poucos centímetros do meu rosto, apontando pra mim. Puxei a cueca até os tornozelos e tirei, deixando ele completamente nu, igual a mim. "Dá um beijinho." Eu me levantei, mas ele rapidamente disse: "Não, não levanta. Dá ali" — apontando pro pau dele. Eu fiquei de joelhos com a rola dele a poucos centímetros de mim, nunca tinha chupado a pica de um homem que não fosse meu marido, não tinha feito isso com meus dois ex-namorados e, pra ser sincera, também não era algo que eu tivesse feito muitas vezes com meu marido. A gente tava casado há vários anos e cada dia transava menos, acho que fazia anos que eu não dava um boquete nele. Fechei os olhos e dei um beijo na ponta, achei que ele ia pedir mais, mas bem naquele momento a campainha tocou DING DONG. Marcos se virou e foi até a porta, olhou pelo olho mágico e disse: "É uma velha". Pensei que fosse minha vizinha da frente, olhei e era ela mesmo. "Abre." "Co...como?" "Abre logo." "Mas como... ela quer... como vou abrir assim..." "Se vira." Marcos ficou atrás de mim, bem atrás da porta, e eu abri só um pouquinho, deixando só uma fresta. "Oi, Maribel, querida, como você tá?" "Tô bem, Rosa, mas você me pega pelada, tava quase entrando no chuveiro." "Desculpa te incomodar, filha, mas é que preciso de um pouco de arroz, vou fazer uma paella pro meu Juan e percebi que não tenho arroz, e pra não descer com esse calor na rua." "Fica tranquila, Rosa, já vou... AUCH!!" "Tá bem, querida?" "Tô... tô, é que..." Não falei nada, mas a verdade é que fiz aquele barulho porque Marcos, por trás, depois de esfregar a pica na minha bunda durante minha conversa com a Rosa, tinha acabado de enfiar a ponta da pica na minha buceta. "Vou pegar o arroz." "Tá bom, filha, muito obrigada." Quando me virei pra me afastar do Marcos, ele me agarrou e me segurou firme pela cintura, me impedindo de me soltar dele. "Você vai pegar o arroz empalada pela minha pica", ele sussurrou no meu ouvido. Obedeci e, dando passinhos, fomos até a cozinha, peguei o arroz e voltei pra porta. Por sorte, a porta não tinha se mexido e a Rosa não tinha empurrado, senão ela teria visto eu andando com passinhos ridículos com o Marcos atrás de mim, com a pica dele dentro de mim. "Aqui está o arroz." "Obrigada, filha, não vou te incomodar mais." Fechei a porta pensando em dar um tapa no Marcos, mas sabia que não tinha escolha. "Agora me leva pro teu quarto." Comecei a andar, mas Marcos disse: "Me segura pra eu não me perder." Humilhada por completo, estendi a mão pra ele, mas ele soltou e colocou a ponta do pau na minha mão. "Assim é melhor, agora vai pro teu quarto." Segurando no pau dele, levei ele até meu quarto de casal. Já tinha tirado o edredom e deixado a cama pronta pro que eu sabia que ele queria fazer. Me deitei na cama e abri as pernas, resignada. "Não se apressa, eu sei que você tá doida pra sentir meu pau de novo dentro de você, mas agora não tô afim de foder. Fica de joelhos na minha frente." Levantei da cama e Marcos sentou na beirada, onde meu marido dormia. Eu fiquei de joelhos na frente dele, e ele disse: "Faz uma punheta pra mim." "Como..." "Uma punheta, sua puta. Você é burra ou o quê? É assim..." Ele pegou minha mão com a dele, colocou em volta do pau e começou a mover pra cima e pra baixo. "Agora você sozinha." Ele soltou minha mão e apoiou a dele na cama. Ficou me olhando enquanto minha mão subia e descia, e o pau dele crescia de novo. "Com as duas mãos, que pau não falta." De fato, minha mão pequena só cobria metade do pau do Marcos, então usei a outra mão pra ajudar e comecei a fazer uma punheta com as duas mãos, algo que nunca tinha feito na vida e que na minha idade jamais pensei que faria, mas tava claro que ainda tinha muita coisa pra fazer. Quando Marcos achou que o pau já tava duro o suficiente, olhou nos meus olhos e disse: "Agora é hora do almoço." Eu soltei o pau e coloquei as mãos nas coxas dele. "Vai, come meu pau." Aproximei a cabeça do pau dele, que apontava desafiador pro meu rosto. Fiquei bem em cima dele, com medo, sentindo nojo e ódio daquele filho da puta. Meus lábios estavam quase tocando a ponta do pau do Marcos. Ele perdeu a paciência e colocou uma das mãos na minha cabeça. "Ou você chupa ou eu como sua boca na marra. Escolhe. Maribel" — acabou de dizer isso quando abri a boca e enfiei uns centímetros daquele pedaço de carne dentro dela. Marcos suspirou e colocou a mão de volta onde estava, liberando minha cabeça, que eu mesma movia pra cima e pra baixo. "Lamba meu pau, Maribel." Eu sabia que não tinha escolha. Estiquei a língua e lambi da glande até a base, depois voltei pelo mesmo caminho, mas ao contrário, e ao chegar na ponta, enfiei o pau de novo na boca. Sentia ele pulsar e se mexer dentro de mim. "Uff, porra, que boquinha, Maribel. Vou ter que colocar seu filho no time se você continuar se comportando tão bem assim." Meus movimentos começaram a acelerar. Enfiava um pouco mais de pau na boca a cada vez. Pensava que, se tinha que fazer aquilo, que fosse por uma boa razão: pela felicidade do meu filho. Se aquela mamada no Marcos servisse pra que não fizessem meu filho sofrer, eu tinha que fazer. Eu fechava os lábios em volta do tronco e chupava com gosto. Só tirava o pau pra lamber as partes que não conseguia enfiar na boca, porque dos 18 cm de pau que o Marcos devia ter, eu só conseguia colocar um pouco mais da metade. "Como você chupa, parece que tava com vontade de comer um bom pau." Eu tentava não ouvir as humilhações constantes do Marcos. Ele colocou a mão na minha cabeça de novo e me fez tirar o pau da boca. "Chupa minhas bolas." Abaixei a cabeça até as bolas dele, onde fiquei com o rosto apoiado. Meus lábios estavam em contato com as bolas dele, e estiquei a língua pra começar a chupá-las. Me consolava pensando que pelo menos não tinham pelos. "Maribel, antes eu percebi que você não conseguia engolir meu pau até o talo. Isso a gente tem que resolver, mas calma, vamos devagar." Marcos segurou minha cabeça de novo e a levou até a ponta do pau. Eu abri a boca, e ele foi empurrando aos poucos. Consegui engolir uns 12 cm de pau, mas mais era impossível. Marcos continuou empurrando devagar. Comecei a ter ânsia, e uma lágrima escapou. meus olhos escorrendo pelas minhas bochechas. "Só mais um pouquinho". Ele conseguiu enfiar mais alguns centímetros na minha boca, mas meus engasgos estavam cada vez piores e ele decidiu soltar minha cabeça. Eu me libertei e comecei a tossir. "Chegou perto, mas precisa mamar mais, você está enferrujada. Agora deita e abre as pernas." "Comprei camisinha pra..." "Camisinha porra nenhuma, você é minha puta e eu vou te comer no pelo. Quem sabe a gente não dá um irmãozinho pro seu filho bundão. Se comporta que eu vou gozar fora, igual da outra vez." Eu me deitei na cama e abri as pernas. "De qualquer forma, não sei se você ainda tem certeza do que você é. Tem certeza?" "...Sim." "O que você é?" "Uma... uma... uma puta." "De quem?" "Sou sua, sou sua puta." "Muito bem, vejo que está claro." Marcos se colocou entre minhas pernas e aproximou o pau da minha buceta. A glande roçou meus lábios vaginais e eu me arrepiei, ainda lembrava da foda selvagem da vez anterior. Marcos não teve pressa, queria aproveitar o momento. Passou o pau pelos meus lábios várias vezes, até que, de repente, empurrou e meteu tudo pra dentro. "Ahhhhhhhhhh!" Eu gritei ao sentir aqueles 18 centímetros de carne entrando de uma vez. Na posição de missionário, Marcos ficou por cima de mim, com a ferramenta enterrada por completo. Ele olhou nos meus olhos e disse: "Que quentinho que tá aqui dentro, hehehe." Tirou o pau devagar pra meter de novo com tudo. Fez isso mais uma vez, e outra. "Sempre que eu quiser, você vai abrir as pernas. Entendeu?" "Sim", eu disse, desviando o olhar do dele. Marcos aproximou o rosto do meu e, com a língua de fora, lambeu minha cara inteira, do queixo à testa. Olhou pro criado-mudo do meu marido, onde tinha uma foto dele. "Você gosta de ser comida na frente do seu marido, Maribel?" Tirou o pau e meteu de novo com tudo. "Quando foi a última vez que você transou com ele?" Não respondi, e Marcos mordeu meu lábio. "Faz meses, não lembro." "Muito bem. Você é minha puta e só vai transar com quem eu quiser." Marcos continuava entrando e Saindo de boa da minha buceta, peguei minhas pernas e coloquei nos ombros dele, assim as penetrações eram ainda mais profundas e a pica do Marcos se enterrava em mim uma e outra vez. Ele começou a me beijar, eu não me mexia, era tipo uma boneca, mas parecia que não tava nem aí pra ele. O pior de tudo é que meu corpo sentia prazer, a pica do Marcos desse jeito ia me fazer gozar, e isso era algo que eu não podia permitir, mas também não conseguia evitar. O Marcos baixou minhas pernas de novo e me penetrava, se jogando de uma vez em cima de mim, fazendo eu começar a me contorcer. "Você vai gozar, Maribel, vou fazer você gozar mais cedo ou mais tarde." As batidas de quadril não paravam, cada vez mais rápidas, mais fundas, e no final chegou, não consegui evitar, não consegui segurar, gozei, gozei enroscando minhas pernas na cintura do Marcos enquanto ele aproveitava pra me levantar e me deixar ereta em cima do corpo dele, cabeça contra cabeça, meu rosto tava desfigurado pelo orgasmo e o Marcos ficava mordendo meus bicos e meus peitos, mordia com força, e nos dias seguintes ia ser difícil esconder do meu marido as marcas nos meus peitos. "Você gozou igual a puta que é." Eu gemia tentando me justificar, mas o Marcos tinha razão. "Fica de quatro que vou te foder enquanto você olha pro seu marido." "De novo? Seu porco do caralho, quer estourar minha buceta?" "Como? Não sabe o que falou, puta, vejo que ainda não sabe quem manda, então vou te ensinar. Fica de quatro olhando pra cabeceira de uma vez, ou seu filho vai pagar de verdade." Comecei a choramingar, mas obedeci, fiquei de quatro na cama, o Marcos ficou atrás de mim. Senti a pica do Marcos esfregando nas minhas nádegas, tava esperando que a qualquer momento ele enfiasse de novo, mas dessa vez notei algo diferente, a ponta da pica dele pressionava meu cu. "Não, não, não, pelo amor, isso não, nunca fiz isso, por favor, isso sim que não." "Cala a boca, você já Gostosa, então não vou arrebentar sua buceta, vou arrebentar seu cu, puta." "Por favor, me fode pela buceta, eu vou te foder igual da outra vez, mas pelo cu não." Um par de tapas fortes me fez calar a boca. "Cala a boca, puta, vou te dar no cu e pronto. Você me surpreendeu falando que era virgem, e agora não tem chance de eu deixar de estrear o cu da mãe do Jorge. Seja boazinha e vou fazer devagar, mas se me encher o saco, te encho o cu como uma puta e deixo seu rabo igual um cano, tá claro?" "Sim, sim, tá claro, me dá no cu, mas por favor, te peço, faz devagar." "Assim é bem melhor." Senti um líquido escorrendo no meu esfíncter, virei a cabeça e vi Marcos babando no meu cu. Depois ele aproximou a mão do meu esfíncter e senti algo duro encostando ali. Aos poucos, ele foi fazendo força e senti algo entrando no meu cu. "Parece que seu cu se adaptou ao pequenininho. Vou tentar com outro dedo." Senti outro dedo se juntar ao primeiro, mais babas, e então senti aqueles dois dedos rasgando meu cu. Marcos deixou lá dentro por alguns segundos e depois foi tirando devagar. "Tô fodendo seu cu com meus dedos", explicou Marcos, caso eu tivesse alguma dúvida. Senti os dois dedos entrando de novo, aos poucos, dessa vez com mais facilidade. "Vamos com mais um." Outro dedo foi entrando no meu cu, com um pouco de dificuldade, mas mais babas de Marcos fizeram com que logo eu tivesse os três dedos dele dentro de mim. "Acho que já tá pronta. Já faz um tempo e vai ficar tarde." Senti os dedos de Marcos saindo do meu cu. Depois ele me segurou pelos quadris e me deixou bem na ponta da ferramenta dele, pressionando meu esfíncter. Um arrepio percorreu meu corpo quando senti algo entrando em mim. Era claramente a glande de Marcos, ou pelo menos uma parte que tinha conseguido entrar naquele buraco até então inexplorado. Marcos empurrou um pouco mais, e pude sentir que, ao mesmo tempo, ele continuava cuspindo, agora não só sobre minha bunda, mas também sobre o pau dele, segurando meus quadris, ele me puxou devagar pra perto. Marcos começou a me foder, tenho que dizer que fez com doçura, se é que essa palavra cabe numa situação dessas, ele só colocava a cabeça, eu sentia perfeitamente dentro do meu cu, ele começou a empurrar um pouco mais. "Já entrou a cabecinha." Marcos continuava bombando dentro do meu cu bem devagar, mas eu sentia que cada vez ele chegava mais e mais perto, ia bem devagar e mesmo assim eu sentia pequenas pontadas de dor, cada vez um pouco mais fortes, Marcos ia enterrando o pau dele no meu cu e cada vez que conseguia enfiar mais um centímetro, ficava parado ali com o pau no meu cu esperando minha bunda se acostumar. De repente, senti minhas nádegas apertando contra algo "Já foi, tudo dentro, você tem 18 centímetros de pau enfiado no cu." Marcos me deixou com o pau dentro por mais alguns segundos, depois tirou e enfiou de novo várias vezes, mas num ritmo lento, até que na terceira vez ele penetrou meu cu com uma batida seca dos quadris "Uffff, que bunda apertada, é inacreditável, tenho que me controlar pra não encher você de porra." Com o pau cravado no meu cu, Marcos moveu a mão até minha buceta e começou a massagear, os dedos dele na minha buceta me fizeram esquecer a ardência que eu sentia no cu, tenho que admitir. "Vou te comer gostoso pelo cu, Maribel." Mal falou isso, segurou meus quadris com as duas mãos de novo e me puxou pra ele, se cravando todo dentro de mim, começou a me comer pelo cu cada vez mais forte, batendo os quadris na minha bunda, a ardência no meu cu aumentava, mas era suportável. "Você sozinha, agora fode o cu você sozinha." Marcos queria que eu mesma movesse minha bunda pra trás pra enfiar o pau dele dentro de mim, pelo menos assim eu podia controlar o ritmo e evitar as penetrações fortes do Marcos. "Que bunda, nunca provei uma bunda igual a sua, já comi booties de novinhas, mas porra, nenhuma tão apertada. Estreito, acho que nunca vou me cansar de te comer esse cu." Marcos se agachou na cama, levou as mãos pros meus peitos que ele tanto gostava e os apertou, agora movia os quadris de novo no ritmo que ele queria dentro do meu cu "Pô, hahaha, nem tinha reparado que tem uma foto do Jorge na sua mesinha também, muito melhor, assim vou arrebentar seu cu na frente do seu marido e do seu filho." As fotos da minha família deram mais tesão nele e o filho da puta começou a me foder mais rápido. "Ufff, que cuuuuuuu, não aguento mais, não aguento mais." "Não goza dentro, dentro do meu cu não." "Que porra é essa... pelo cu você não vai engravidar, mas tudo bem, se não quer dentro..." Rapidamente Marcos tirou o pau do meu cu, e eu senti o alívio de ser liberada daquela vara. Marcos me empurrou na cama e me virou, ficou por cima do meu peito, prendendo meus braços com os joelhos, me impedindo de me mexer. "Fica tranquila que não vou gozar dentro, vou gozar na sua cara." Eu tentava me soltar mas era impossível, Marcos batia a rola na minha frente até começar a gozar "Toma leite." Eu fechei os olhos e a boca rápido, um, dois, três, quatro, cinco, pelo menos senti uns seis jatos de porra batendo na minha cara, grudando nas minhas pálpebras, nos lábios, no nariz, na testa. Quando Marcos terminou de gozar, bateu a rola nos meus peitos para soltar as últimas gotas de sêmen, levantou e me mandou limpar a cara que a visita estava quase chegando. Eu não entendia o que ele queria dizer, limpei a porra da cara com o lençol, morta de nojo, e estava terminando de me limpar quando a campainha tocou de novo. "DING DONG" "Já chegaram, vem." Marcos me pegou pela mão e foi correndo até a porta, olhou pelo olho mágico e abriu a porta "Entrem, garotos, a porta do prédio estava aberta?" "Qual é, mano, um moleque que tava saindo abriu pra gente." Quem tinha acabado de entrar e estava falando com Marcos era outro dos... caras que eu tinha visto no dia em que me aproximei daquele maldito grupo que o Marcos liderava no colégio pra ajudar meu filho Jorge. Entraram mais dois caras que também estavam no grupo. "Porra, então é verdade", disse um deles ao me ver pelada e agarrada na mão do Marcos. "Claro que é verdade, idiota, quando é que eu minto, seu filho da puta? A mãe do Jorginho é minha nova puta, acabei de comer ela agora mesmo e estreei aquela buceta virgem que ela tinha. Ela já sabe que se quiser que o filho dela continue feliz, tem que ser boazinha comigo. Se vocês se comportarem bem, quem sabe um dia eu deixo vocês provarem essa raba." O Marcos falou isso me puxando pra perto dele e dando um tapa na minha bunda com a mão livre. "O que é isso, o que significa... eu pensei que..." "Você não pensa nada, você é minha puta. Esse é meu grupo e também são amigos do seu filho. Não ia dividir você com eles, mas hoje de manhã eu falei que você ia se lembrar por ter tentado me enrolar dizendo que seu marido tava em casa. Agora entra pra dentro." Ele me empurrou e me fez entrar na sala. Os amigos dele e ele entraram atrás e me levaram pro centro. "Gente... isso... não... é..." "Que chata essa mulher, ainda não entendeu quem manda. Vamos, galera, é toda de vocês." Quando me dei conta, os três caras que tinham entrado na minha casa há poucos minutos estavam pelados na minha frente. Os três tinham mais ou menos a mesma altura, mas um era bem gordinho, outro magrelo e o outro dava pra ver que malhava, era bem musculoso. O gordinho chegou perto de mim sem falar nada, me agarrou pelos peitos e começou a apertar sem dó. O mais magro não demorou e logo tava junto do amigo, chupando um dos meus peitos. O gordo aproveitou que o amigo apareceu e, enquanto ele começou a brincar com meus peitos, o gordo me segurou pelo queixo, me puxou pra perto e enfiou a língua na minha boca. A poucos metros, o musculoso tava se masturbando, vendo um dos amigos chupar meus peitos. o outro me beijava na boca, Marcos não estava na sala, mas logo pude vê-lo entrar de novo, dessa vez vestido. O gordo que me beijava na boca já tinha a pica dura, era uns centímetros menor que a do Marcos e mais parecida com a do meu marido, enquanto me beijava eu sentia a pica dele ereta roçando em mim. Logo senti outra pica dura roçando minha bunda, não vi o marombado batendo punheta na sala, então imaginei que era ele. O gordo tirou a língua da minha boca e disse: "É hora de usar essa boquinha". Segurando minha cabeça, me empurrou pro chão, me fazendo ajoelhar, enquanto o magro e o marombado se aproximavam e formavam um círculo fechado ao meu redor com as picas eretas apontadas pra mim. "Qual pica você prefere?" disse o magro. "Tanto faz, Maribel, você vai chupar as três picas. Se fizer direito, é só por hoje. Se vacilar, deixo eles enfiarem as três picas no seu cu", disse Marcos. Escolhi o marombado, coloquei as duas mãos nas pernas dele e me aproximei da pica dele, também era um pouco menor que a do Marcos, mais ou menos do tamanho da do gordo, mas bem mais grossa, cheia de veias. Fiquei olhando praquela pica sem saber o que fazer, mas logo lembrei das palavras do Marcos e do que eu poderia sentir se aquelas picas me fodessem no cu depois do que já tinha sofrido de manhã, então, sem pensar mais, peguei a pica do marombado e levei à boca. Coloquei minha língua na cabeça dele e senti a pica inchar e ficar ainda mais dura, passei a língua na parte de baixo da cabeça, parando no freio. Minha experiência como chupa-pica era bem pouca, mas tentei agradar o máximo possível pra acabar logo com aquilo. O marombado queria mais e me agarrou pela nuca, me fazendo engolir um bom pedaço da pica dele. Tive que abrir bem a boca porque, embora não fosse tão comprida quanto a do Marcos, era um pouco mais grossa. "Isso, chupa minha pica, Maribel, eu também sou amigo do seu Filho, hahaha” “Eu também quero provar essa boca” Quem tinha falado era o gordo, me segurando pelo cabelo o bombadinho tirou o pau da minha boca e empurrou minha cabeça contra o pau do gordo, o pau dele entrou na minha boca sem cerimônia, enfiando umas três quartas partes de carne. “Vou foder sua boca” o gordo me dizia “Traz essa boca aqui que é minha vez” disse o magrelo Mal pude ver o pau desse último, ele mesmo me segurou pela cabeça me fazendo engolir o pau dele, mas pra minha surpresa dessa vez entrou inteiro, tinha um pouco de pelo pubiano e os pelos faziam cócegas em mim, e eu mal conseguia respirar com o pau dele enterrado na minha garganta. “Isso aí, ela engoliu até o fundo” “Fode ela, fode a boca dessa cadela que comeu teu rabo inteiro” disseram em uníssono o gordo e o bombadinho pra quem tinha o pau na minha garganta. Ele não se fez de rogado, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mover violentamente, não deixava o pau sair completamente da minha boca, mas puxava quase até o final. Enfiava tão fundo e com tanta força que meu nariz batia na barriga dele, mas não me dava ânsia como quando o Marcos me obrigou a engolir o pau dele. Finalmente ele tirou, me deixando respirar de novo, com a boca escorrendo saliva, pude ver que o pau dele não devia ter mais de 12 centímetros, por isso tinha sido tão fácil engolir inteiro. “Com certeza você não se diverte tanto com seu marido” o magrelo me dizia, fodendo minha boca de novo. “Não descuida dos meus amigos, Maribel, ou seu cu vai pagar” o Marcos me disse Enquanto o magrelo fodía minha boca, eu me esforcei pra segurar os paus do gordo e do bombadinho e comecei a bater punheta com força neles. “Muito bem, Maribel, isso tá muito melhor, viu como você dá conta de tudo, daqui dá pra ver você chupando um pau e batendo punheta em outros dois” “Vou gozar na sua boca, fogosa” me disse quem fodía minha boca “Nada disso, essa boquinha ainda não foi inaugurada, vocês podem gozar na cara dela” disse o Marcos “Tá bom, cara Como você quiser, eu já tô pronto" — "Porra, cara, eu também" — disse o bombadinho. "Espera, espera" — falou o gordo, soltando minha mão do pau dele e batendo uma com tudo. Os outros fizeram o mesmo, e logo o círculo de caras tava batendo punheta com força e rapidez na minha cara. Eu sabia que não tinha como escapar dali, então só fechei os olhos e a boca de novo e esperei. Não consegui contar as gozadas, mas quando terminaram e eu abri os olhos, o Marcos falou que eu podia ir me limpar. Fui até o banheiro e me deparei com minha cara virada uma máscara de porra, não tinha praticamente um pedaço do meu rosto onde aqueles filhos da puta não tivessem gozado. Tava me limpando no banheiro quando ouvi a chave na porta de casa. "Oi, mãe... Pô, galera, o que vocês tão fazendo aqui?" — "Viemos te buscar, parceiro, bora pro boliche com a gente?" Meu filho tinha chegado em casa, mas pela conversa que eu tava ouvindo, aqueles filhos da puta deviam ter se vestido antes dele entrar. "Bom, galera, sei lá, tenho que perguntar pra minha mãe" — "Fica tranquilo, cara, já falamos com ela e convencemos" — "Então tá..." — "Vamo nessa então, TCHAU MARIBEL, O JORGE JÁ CHEGOU E A GENTE VAI COM ELE PRO BOLICHE, A GENTE SE VÊ OUTRO DIA" Tirei forças não sei de onde e respondi do banheiro: "TCHAU, GALERA, ATÉ A PRÓXIMA...
2 comentários - Amigos do meu filho: Enrabada