Continuo escrevendo pra essa comunidade linda, contando nossas aventuras, perrengues, sensações e a putaria da nossa vida de cuckold.
Continuação de O melhor cuck do mundo (1). Dá pra ver no link a seguir:http://www.poringa.net/posts/relatos/3659499/El-mejor-cornudo-del-mundo-1.htmlSegunda tomada. Episódio 2....Chegou a hora do encontro, ela me confirmou que tava chegando pra se encontrar com ele.
Depois de um tempo, "Cheguei bem, amor. Te escrevo mais tarde.
Não tem como descrever a velocidade do meu coração e a adrenalina que corria em mim...
Horas antes que aquele torrente de ansiedade e adrenalina explodisse em cada uma das minhas células, ela me escrevia animada contando como estava se aprontando. Dava pra ver que ela estava solta, decidida, já não fazendo mais algo que considerava estranho e errado. Mostrava uma atitude natural no que escrevia e fazia, carregando o ar com vapor sexual. Eu estava ficando louco de tesão.
Lembro que perto das 11 da manhã, enquanto eu estava no congresso, ela conversava comigo revisando os preparativos. E resolveu me mandar uma foto.
Na foto, dava pra vê-la com o conjunto preto de lingerie, bem delicado, de renda. A calcinha se dividia em duas tiras nas laterais, entregando pra quem visse a dica clara de que não era uma calcinha do dia a dia, aquela era pra detonar uma guerra na cama. O sutiã, tamanho 95, copa C, também de renda, combinando. Eu tinha aprendido na tarde anterior, enquanto comprava a lingerie pra minha amada arrancar com um macho de verdade, que sutiãs de copa C são pra quem tem costas pequenas e peito grande.
Deveríamos inventar um termo novo pra descrever a sensação que percorre a gente, corno, quando vai comprar lingerie pra namorada ou esposa. É uma sensação de humilhação encapsulada, que não pode se manifestar. Acontece um jogo imaginário onde, sem querer, a gente acaba querendo que a vendedora perceba que estamos comprando aquela lingerie pra outro macho arrancar, pra nos sentirmos humilhados, e por que não, também nos imaginamos conseguindo a empatia da vendedora, nos fazendo sentir o melhor namorado do mundo. Mostrar pros quatro cantos que estamos tão entregues à nossa parceira, que estamos chegando a esse ponto pra fazê-la feliz.
As calcinhas, fio-dentais e tanguinhas das nossas amadas não são simples peças de roupa. Elas carregam em si um universo especial que pode se comprimir ou expandir. São a prova concreta do tesão das nossas namoradas. com outros homens. Ou não, parceiro cuck? Todos nós já nos pegamos revirando a roupa suja, pra poder ver de perto, cheirar, e até sentir o tesão das nossas minas numa calcinha. Todas aquelas representações mentais dos jeitos que elas adorariam ser macetadas por aquele amante com quem, a gente sabe, vão acabar desmontando uma cama, quebrando um móvel, ou sendo comidas em pé numa sacada, gritando sem pudor, sem ligar pra quem pode ouvir, cheias de prazer, cheias de liberdade.
E a gente ali, sendo testemunhas quase silenciosas, mas com um fogo interno que vivemos quase numa estrada paralela.
Porque o desejo dela com o macho é único e irrepetível, com cada um deles.
Tem magnitudes diferentes, e formas diferentes. E mesmo que a gente seja parte influente, isso não deixa de andar por lugares paralelos. Já que é ela quem vai se descobrindo como hotwife a cada momento, e a gente cuida dela, e curte o gozo dela, às vezes de longe da nossa estrada, mas sempre atentos e bajulando nossas rainhas.
Imagina o postal da foto. Aquele corpo, com aqueles peitos lindos e redondos, envoltos pelo tecido de renda formando um paraíso quase perfeito. Digo quase porque na minha mente de cuck sempre tem a fantasia de que tenha cobertura, como sorvete. A bagunça do nosso quarto passava bem despercebida na foto. Podia ter um elefante lutando com um T-Rex atrás dela, e ninguém ia notar.
Poderia me perder falando do corpo dela, da lingerie que ela tinha mandado eu comprar no dia anterior, e como ficava nela.
Mas o mais marcante daquela foto que recebi dela no congresso era o rosto e a expressão. Quase imitando o emoji safado do WhatsApp, com a boca torta. Com uma mistura de felicidade, malícia e maldade perfeita.
O olhar dela não ficava atrás. Aquele olhar dizia que eu era propriedade dela, e que ela podia fazer o que quisesse comigo, e eu ia responder que sim, sem contestar. Eu derretia por completo. E olhar pra ela no congresso, com a preocupação de alguém me ver, disfarçando, e escondendo a ereção que tava me dando.
“Será que ele vai gostar?”, dizia a legenda da foto. Deixava bem clara a situação. Não era pra eu curtir de ver ela tão gostosa, era pra me consultar se eu achava que o corno ia gostar. Quase como dizendo “isso aqui não é teu”. Os cornudos sabem bem o que é perceber que sua mulher já não é sua, que nunca foi. Que é dela mesma, e que pode fazer o que quiser, sem limites. Ela já tava descobrindo isso, ou já tinha descoberto. Mais empoderada que a princesa Diana, já tava decidida a não dar um passo atrás, e a fazer tudo que passasse pela cabeça dela. Coisa que mais tarde eu ia comprovar na prática.
Tinha a sensação fantasiosa de que todo mundo no congresso via os chifres na minha cabeça. Imaginava divertido que eles iam se formando ali, e dava pra ver de todos os cantos do salão, deixando na cara minha condição de cuck assumido. Imaginava todo mundo cochichando, expondo minha situação. E isso gerava uma retroalimentação positiva da minha tesão e condição. Quanto mais parecia que eu era cuck, mais me excitava, mais parecia, e assim por diante. Vocês conhecem a sensação.
“Todo comido vai estar meu corpo depois”, ela completou quando comentei que o corpo dela era uma bomba. E sim, era isso que tava por vir. E meu nível de adrenalina já começava a subir pra caralho.
Voltei a mim mesmo e me situei no aqui e agora, tava chegando às 14:00, hora aproximada pro encontro entre eles dois, comigo a só algumas quadras de distância. Ela já tinha avisado que tinha chegado no apartamento dela. Meu celular tava silencioso, com atividade, mas não do tipo que me interessava naquele momento. Umas mensagens do grupo do futebol, outras do trabalho e umas paradas sem importância real na hora, porque minha cabeça tava num lugar só. Torcendo pra chegar uma mensagem dela.
Projetei aquela mensagem potencial de Muitas ideias na minha cabeça, enquanto uma apresentadora matava o silêncio que eu queria que existisse. Por dentro, o mundo estava parado. Os filmes que passam na cabeça de um corno quando ele está esperando têm conteúdos dignos das melhores sagas cinematográficas, uma mistura de suspense e pornô.
O que nunca nos passa pela cabeça nesses momentos é que algo está errado. O silêncio no celular só indica uma coisa: tão comendo a sua namorada.
Será que ela tá gostando? Será que tão tratando ela como ela merece? Será que ela tá curtindo mais do que comigo? Será que ela tá lembrando de mim? E as respostas pra tudo isso não chegam na hora, a gente sabe. A ansiedade percorre a gente como um raio que vai e volta da cabeça aos pés, eletrizando tudo por onde passa. A gente não consegue se segurar.
Até que chegou a primeira mensagem, que no pensamento mais inocente da gente são palavras de amor, de agradecimento por facilitar essas experiências pra ela. Mas as nossas hotwife têm um jeito melhor de agradecer, sempre.
Uma mensagem do WhatsApp com o nome dela no remetente explodiu no meu celular, era um vídeo.
(Continua)
NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR EXPERIÊNCIAS OU FANTASIAS PRA GENTE CONTINUAR SE ALIMENTANDO!
Lembrem do nosso desejo de transformar as contribuições de vocês em experiências próprias, e poder trazer elas de volta pra vocês.
Continuação de O melhor cuck do mundo (1). Dá pra ver no link a seguir:http://www.poringa.net/posts/relatos/3659499/El-mejor-cornudo-del-mundo-1.htmlSegunda tomada. Episódio 2....Chegou a hora do encontro, ela me confirmou que tava chegando pra se encontrar com ele.
Depois de um tempo, "Cheguei bem, amor. Te escrevo mais tarde.
Não tem como descrever a velocidade do meu coração e a adrenalina que corria em mim...
Horas antes que aquele torrente de ansiedade e adrenalina explodisse em cada uma das minhas células, ela me escrevia animada contando como estava se aprontando. Dava pra ver que ela estava solta, decidida, já não fazendo mais algo que considerava estranho e errado. Mostrava uma atitude natural no que escrevia e fazia, carregando o ar com vapor sexual. Eu estava ficando louco de tesão.
Lembro que perto das 11 da manhã, enquanto eu estava no congresso, ela conversava comigo revisando os preparativos. E resolveu me mandar uma foto.
Na foto, dava pra vê-la com o conjunto preto de lingerie, bem delicado, de renda. A calcinha se dividia em duas tiras nas laterais, entregando pra quem visse a dica clara de que não era uma calcinha do dia a dia, aquela era pra detonar uma guerra na cama. O sutiã, tamanho 95, copa C, também de renda, combinando. Eu tinha aprendido na tarde anterior, enquanto comprava a lingerie pra minha amada arrancar com um macho de verdade, que sutiãs de copa C são pra quem tem costas pequenas e peito grande.
Deveríamos inventar um termo novo pra descrever a sensação que percorre a gente, corno, quando vai comprar lingerie pra namorada ou esposa. É uma sensação de humilhação encapsulada, que não pode se manifestar. Acontece um jogo imaginário onde, sem querer, a gente acaba querendo que a vendedora perceba que estamos comprando aquela lingerie pra outro macho arrancar, pra nos sentirmos humilhados, e por que não, também nos imaginamos conseguindo a empatia da vendedora, nos fazendo sentir o melhor namorado do mundo. Mostrar pros quatro cantos que estamos tão entregues à nossa parceira, que estamos chegando a esse ponto pra fazê-la feliz.
As calcinhas, fio-dentais e tanguinhas das nossas amadas não são simples peças de roupa. Elas carregam em si um universo especial que pode se comprimir ou expandir. São a prova concreta do tesão das nossas namoradas. com outros homens. Ou não, parceiro cuck? Todos nós já nos pegamos revirando a roupa suja, pra poder ver de perto, cheirar, e até sentir o tesão das nossas minas numa calcinha. Todas aquelas representações mentais dos jeitos que elas adorariam ser macetadas por aquele amante com quem, a gente sabe, vão acabar desmontando uma cama, quebrando um móvel, ou sendo comidas em pé numa sacada, gritando sem pudor, sem ligar pra quem pode ouvir, cheias de prazer, cheias de liberdade.
E a gente ali, sendo testemunhas quase silenciosas, mas com um fogo interno que vivemos quase numa estrada paralela.
Porque o desejo dela com o macho é único e irrepetível, com cada um deles.
Tem magnitudes diferentes, e formas diferentes. E mesmo que a gente seja parte influente, isso não deixa de andar por lugares paralelos. Já que é ela quem vai se descobrindo como hotwife a cada momento, e a gente cuida dela, e curte o gozo dela, às vezes de longe da nossa estrada, mas sempre atentos e bajulando nossas rainhas.
Imagina o postal da foto. Aquele corpo, com aqueles peitos lindos e redondos, envoltos pelo tecido de renda formando um paraíso quase perfeito. Digo quase porque na minha mente de cuck sempre tem a fantasia de que tenha cobertura, como sorvete. A bagunça do nosso quarto passava bem despercebida na foto. Podia ter um elefante lutando com um T-Rex atrás dela, e ninguém ia notar.
Poderia me perder falando do corpo dela, da lingerie que ela tinha mandado eu comprar no dia anterior, e como ficava nela.
Mas o mais marcante daquela foto que recebi dela no congresso era o rosto e a expressão. Quase imitando o emoji safado do WhatsApp, com a boca torta. Com uma mistura de felicidade, malícia e maldade perfeita.
O olhar dela não ficava atrás. Aquele olhar dizia que eu era propriedade dela, e que ela podia fazer o que quisesse comigo, e eu ia responder que sim, sem contestar. Eu derretia por completo. E olhar pra ela no congresso, com a preocupação de alguém me ver, disfarçando, e escondendo a ereção que tava me dando.
“Será que ele vai gostar?”, dizia a legenda da foto. Deixava bem clara a situação. Não era pra eu curtir de ver ela tão gostosa, era pra me consultar se eu achava que o corno ia gostar. Quase como dizendo “isso aqui não é teu”. Os cornudos sabem bem o que é perceber que sua mulher já não é sua, que nunca foi. Que é dela mesma, e que pode fazer o que quiser, sem limites. Ela já tava descobrindo isso, ou já tinha descoberto. Mais empoderada que a princesa Diana, já tava decidida a não dar um passo atrás, e a fazer tudo que passasse pela cabeça dela. Coisa que mais tarde eu ia comprovar na prática.
Tinha a sensação fantasiosa de que todo mundo no congresso via os chifres na minha cabeça. Imaginava divertido que eles iam se formando ali, e dava pra ver de todos os cantos do salão, deixando na cara minha condição de cuck assumido. Imaginava todo mundo cochichando, expondo minha situação. E isso gerava uma retroalimentação positiva da minha tesão e condição. Quanto mais parecia que eu era cuck, mais me excitava, mais parecia, e assim por diante. Vocês conhecem a sensação.
“Todo comido vai estar meu corpo depois”, ela completou quando comentei que o corpo dela era uma bomba. E sim, era isso que tava por vir. E meu nível de adrenalina já começava a subir pra caralho.
Voltei a mim mesmo e me situei no aqui e agora, tava chegando às 14:00, hora aproximada pro encontro entre eles dois, comigo a só algumas quadras de distância. Ela já tinha avisado que tinha chegado no apartamento dela. Meu celular tava silencioso, com atividade, mas não do tipo que me interessava naquele momento. Umas mensagens do grupo do futebol, outras do trabalho e umas paradas sem importância real na hora, porque minha cabeça tava num lugar só. Torcendo pra chegar uma mensagem dela.
Projetei aquela mensagem potencial de Muitas ideias na minha cabeça, enquanto uma apresentadora matava o silêncio que eu queria que existisse. Por dentro, o mundo estava parado. Os filmes que passam na cabeça de um corno quando ele está esperando têm conteúdos dignos das melhores sagas cinematográficas, uma mistura de suspense e pornô.
O que nunca nos passa pela cabeça nesses momentos é que algo está errado. O silêncio no celular só indica uma coisa: tão comendo a sua namorada.
Será que ela tá gostando? Será que tão tratando ela como ela merece? Será que ela tá curtindo mais do que comigo? Será que ela tá lembrando de mim? E as respostas pra tudo isso não chegam na hora, a gente sabe. A ansiedade percorre a gente como um raio que vai e volta da cabeça aos pés, eletrizando tudo por onde passa. A gente não consegue se segurar.
Até que chegou a primeira mensagem, que no pensamento mais inocente da gente são palavras de amor, de agradecimento por facilitar essas experiências pra ela. Mas as nossas hotwife têm um jeito melhor de agradecer, sempre.
Uma mensagem do WhatsApp com o nome dela no remetente explodiu no meu celular, era um vídeo.
(Continua)
NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR EXPERIÊNCIAS OU FANTASIAS PRA GENTE CONTINUAR SE ALIMENTANDO!
Lembrem do nosso desejo de transformar as contribuições de vocês em experiências próprias, e poder trazer elas de volta pra vocês.
6 comentários - Melhor corno do mundo (2)
A mí novia se la cogió un jefe de la empresa donde trabaja, en su cama. Cuando se fue él, llegué yo para que me cuente todo, con su cara pícara de re cogida y satisfecha
Que tremenda experiencia! Deberías intentar escribirla.