Meu cérebro entrou em modo de espera.
Me desliguei por uns segundos.
O que ela tinha dito?
Pra piorar, ela ficou me encarando com uma cara desafiadora.
TAN: Que foi, gato? Te deixei sem palavras? Haha. — E sorria como se tivesse contado uma piada.
Não podia deixar ela me intimidar.
EU: Fala sério??
TAN: Eu te avisei que quando pego confiança, é melhor se segurar...
EU: Haha, melhor ainda..
TAN: Olha que eu não enrolo e não penso muito nas coisas... — Continuava me provocando.
Não sabia se ela tava me testando ou se era a faceta escondida dela.
EU: Mmm, mas isso seria com todo mundo?
TAN: Não, óbvio que não, querido... hahaha, você também tem minha confiança...
EU: Tô gostando... — E olhei pra ela com cumplicidade.
TAN: Não sei se um dia você tá tomando banho e eu sumo com sua roupa, por exemplo... haha
EU: Como? Você seria capaz...
TAN: Já te falei... sou imprevisível haha
EU: Agora quero conhecer mais essa parte então...
Ela me olhou por uns segundos, como se estivesse confirmando alguma coisa.
TAN: Bom... você podia começar most...
(O celular dela tocou)
O que ela ia terminar de dizer? Puta merda.
Ela atendeu e começou a falar enquanto andava pelo parque.
Pela primeira vez me senti à deriva.
Totalmente perdido.
Fiquei pensando e surpreso.
Dois minutos depois ela voltou e disse que precisava ir.
Depois a gente continuava conversando.
Pela surpresa da atitude dela, não falei muito mais e fui embora.
Fiquei matutando um tempão.
Como seria essa parte da personalidade dela?
O que ela ia me dizer antes de ser interrompida?
Ia ter que manejar minhas chances de agora em diante pra não ficar em offside.
Era o começo de outra fase, completamente diferente.
Naquele dia ela não falou mais comigo.
Eu também não falei. Não queria parecer chato.
Mas a situação me deixava louco.
Queria saber mais dela.
Quando não aguentei mais, mandei um meme pelo WhatsApp. Era questão de ela morder a isca.
Ela respondeu com um “hahahahahaha”.
Não respondi aquilo, pra parecer mais interessante.
Funcionou. Em 2 minutos ela me escreveu. TAN: Quando cê vai querer tomar um mate com a tia?? 🤗
Sim. Era isso que eu tava procurando.
EU: Quando você quiser, my lady
TAN: Tomara que você não tenha se assustado no outro dia 🙊
Inacreditável. De novo essa atitude provocadora.
EU: Jamais 😏
TAN: Issaaaaa 😉
EU: Que horas cê quer que eu vá?
TAN: Vem tipo 5... se prepara hein!!! Kkkk
EU: Kkkk pra quê??
TAN: Se eu te falasse, teria que te matar.... 🤣
EU: Beleza tia 💣 kkk
TAN: Que eu sou uma bomba??? Eu sei hehe 😂
Parecia que tava feliz.
EU: Óbvio que cê é uma bomba...
TAN: Kkkk então te espero 😊
Mesmo ela estando diferente, eu não queria estragar tudo.
Talvez fosse tudo paranoia minha e não tinha nada a ver.
Decidi levar as coisas o mais natural possível.
Quando cheguei, toquei a campainha.
Ela abriu o portão.
Não veio me receber, mas a porta de casa tava destrancada.
Entrei e andei pela casa.
EU: Onde cê tá, Tan??
TAN: Por aqui!.- Ouvi ela falar de um dos corredores.
Caminhei na direção da voz.
EU: Tava ocupada??.- Perguntei porque ela não veio me abrir.
Quando ela saiu pela porta do banheiro.
TAN: Não... faz um tempinho que levantei de um cochilo...
Quase caí de bunda.
Ela tava com um roupão de dormir, aberto.
Dava pra ver a calcinha preta e um pouco do sutiã.
Era de renda com uns transparentes.
Ela percebeu minha reação.
Andou até mim e me cumprimentou.
O cheiro dela me envolveu.
Os peitos dela apareceram um pouco mais.
Já começamos bem, pensei.
TAN: Cê tá vermelho ou é impressão minha??.- Ela disse
EU: Kkkk pode ser... me surpreende te ver assim.- Falei meio sem jeito.
TAN: E isso que ainda não comecei.... kkkk.- E riu
Eu olhei pra ela tipo “do que cê tá falando, willis?”
TAN: Kkkk brincadeira... me espera que vou me trocar.
Mas antes de ir se trocar, ela abriu o roupão de lado, como se fosse pegar impulso pra fechar direito.
Me deixou ver quase tudo.
Sei que fez de propósito.
Ela foi com uma carinha de safada.
Aquela calcinha fio dental enfiada entre as bundas me incendiou.
Sem falar nos peitos apertados no sutiã.
Mesmo tendo sido um segundo, bastou pra eu ficar o pau duro.
Fiquei na sala com o volume armado entre as pernas esperando ela.
Se visse, melhor.
Tinha uma chave vermelha meio estranha em cima da mesa. Tipo as da mansão Spencer, ha.
Daí ela veio.
Tava com uma camiseta branca de botão.
Tinha um decaço. Tanto que com só 3 de 6 botões fechados, ficavam uns peitões lindos à mostra e, o melhor, sem sutiã.
Embaixo só um shortinho preto de tecido, que fazia das pernas dela um longo caminho de pele pra admirar.
Não podia ter essas coxas.
TAN: Já passou a vermelhidão? Haha. — Ela ria.
EU: Haha, hmm, você me diz... não sei...
TAN: Deixa eu ver... — Chegou perto do meu rosto pra me ver de perto.
Ficou cara a cara comigo com aquele sorriso fatal.
Dava vontade de beijar ela.
Óbvio que me surpreendeu e isso me fez ficar vermelho. Era impossível não ficar.
Que gostosa que tava.
Irreconhecível.
TAN: Hahaha sim, você ainda tá vermelho! — Falou se levantando, mordendo o lábio inferior como quem diz “hmmmmm”.
EU: Haha, que isso, doida... — Falei enquanto olhava pros peitos dela.
Ela percebeu.
TAN: Opa. Tô olhando o quê?? — Fez cara de “que isso!”.
EU: Haha, desculpa...
TAN: Você já me olhou outro dia... hoje também??
EU: É impossível não olhar... o que você quer que eu faça...
TAN: O tão doce...
EU: É... esses botões matam, Tanya...
Ela se olhou.
TAN: Esses?? — Levou a mão pra um.
EU: Sim...
TAN: E o que acontece se eu desabotoar esse? — E fez. O que fez mais um pedaço dos peitos aparecer.
Que infarto.
Respondi com o olhar.
TAN: Ou esse outro? — TOC... soltou outro, rindo de um jeito provocante.
Não podia ser.
Tô sonhando?
EU: Haha.
TAN: Mata??
Já tava verde.
Essas tetas matavam.
EU: Demais... haha.
TAN: Ainda falta um... — E fez boca de puta.
Isso era único.
Eu tava em choque.
Ela soltou o último e os peitos queriam pular pra fora.
Que momento.
Ainda mais com a pressão dos braços dela nas laterais, iam escapar. qualquer hora.
Mesmo não acreditando no que tava rolando, curti pra caralho.
Era divina essa confiança que ela tinha pegado comigo.
Dava pra ver como aqueles peitos se mexiam.
Ela percebia que eu tava devorando ela com os olhos.
TAN: Bom... já que tô assim... vou tirar a camiseta e pronto. – E levou as mãos até a cintura.
Eu tava tipo a torcida besta quando o Pratto fez o gol saindo do meio. Não entendia nada.
TAN: Um... dois... e... três...
Congelei.
De repente, ela tirou as mãos rápido e começou a dar risada.
Voltei ao normal.
EU: Que... que foi?
TAN: Jajaja, devia ter visto sua cara jajaja. – Ela ria me olhando.
EU: Vai te catar
TAN: Jajaj, foi foda ver como você ficou
Eu olhava pra ela.
TAN: Jajaja, ai deus... como vou me divertir com você... – Falou com graça
EU: Jaja, tá achando que vou cair nessa...
TAN: Pareceu, moleque!
EU: Como se você fosse ter coragem de fazer isso...
TAN: Ah, eu tenho coragem sim... quem disse que não? – Ela fez cara de desafio
EU: Então mostra, faz aí...
TAN: Jajaja, mas você não manda em mim não... – Ela se fez de desligada, mas rindo
EU: Jaja, claro claro...
TAN: Vou preparar algo melhor...
Mesmo me enrolando, a real é que ela ficou provocativa e me mostrou os peitos de um jeito foda.
Gostei pra caralho, mas não parava de me surpreender com esse comportamento.
Ela saiu andando, rebolando a bunda como se tivesse numa passarela.
Marcava tudo.
Ela virou e viu que eu tava olhando.
Sorriu com cara de “esse cara!” e seguiu em frente.
Respirei fundo e pensei nos próximos passos.
Não esperava essa atitude tão “devoradora” dela.
Será que teve a ver com eu ter visto ela quase pelada na piscina?
Ou quando falei pra ela não ligar pros outros e fazer o que quisesse?
Não descobri o Améyummy, mas desde aquele dia, algo tinha mudado.
Ela voltou com algo pra petiscar.
Mas adivinha só.
Não abotoou a blusa.
Parecia o decote da Sonya em Mortal Kombat 9.
O que ela tava tramando?
Sentou do meu lado, quase colada. Que tortura.
Ficamos falando umas merdas, enquanto que quando dava, eu olhava pras tetas dela.
Num momento ela começou a perceber e mudou de assunto.
Mas de um jeito nada convencional.
TAN: Cê gosta de peitão, né? — Falou com a maior naturalidade, como se perguntasse as horas.
EU: Hã? Haha
TAN: Isso... não é difícil de responder haha
EU: Sim... — Falei enquanto ela ouvia concentrada.
TAN: Tipo os meus?
Ela me encarava esperando a resposta.
EU: Sim... até que podia ser. — Respondi sem me acovardar.
TAN: Te chamam de otário, né haha
Eu adorava essa parte dela, mas parecia totalmente desconhecida.
EU: E você, como gosta? — Devolvi
TAN: Acho que também haha... sei lá. — E ela olhava pros próprios peitos.
EU: Não tô falando das tetas..
Ela parou.
TAN: Aaahh... cê tá falando das... hahaha...
EU: Sim, haha... como você falou mesmo? — Querendo voltar ao assunto anterior. Ela olhava peitos também? Que onda.
TAN: Não, não... Droga, droga haha não liga pra mim, entendi tudo errado. — Se defendeu. Evitava responder.
EU: Haha e a outra coisa?
TAN: Acho que depende... sei lá. — Respondeu olhando pra TV.
EU: Hahaha
TAN: Tem certeza que quer jogar esse jogo??? Cê vai perder, cara, hein...
Tentei agir como um mestre.
EU: Mas pelo amor... haha
Ela virou a cabeça e me encarou direto.
TAN: Certeza? Haha
EU: Claro, gata...
TAN: Gata?? Eu te avisei, cara, hein
Ela fez cara de “beleza, pronto”.
Era impossível decifrar o que ela queria.
EU: O quê? Haha
TAN: Você pediu...
EU: Pedi o quê?
TAN: Jogar assim haha
EU: E agora, o que vem?? Vai me perguntar se eu gosto de rabão?? De mulherão?? Hehe
Ela me olhou com cara de maldade.
TAN: Não... nada disso
EU: Então...
TAN: O que eu ia te falar é pra fazer aquilo outro dia que me interromperam.
O momento tinha chegado.
O que era?
EU: Sim...
TAN: Vai... me mostra o quanto você cresceu...
Senti um raio queimando meus neurônios.
EU: Como? Haha — Falei sem pensar.
Ela me olhava com calma.
TAN: Isso... quero ver o quanto você cresceu... — Ela falou como se fosse nada.
Fiquei de pau duro na hora.
Não dava pra esconder.
EU: Quer que eu mostre?
TIA: Sim... de cueca... não era tão corajão?? Kkk
Não acreditei no que ela tinha dito.
EU: Kkk é que... me surpreende... mas sim... vou mostrar
TIA: Eu te falei que era intenso me provocar... e que não tô nem aí, garoto...
Era lindo ouvir ela falar assim.
EU: Ok...
TIA: Quando quiser, hein... sem pressa... — Tipo me apressando, mas na moral.
Parecia que o tempo tinha parado.
Minha tia doida queria me ver de cueca.
Como é que isso aconteceu?
EU: Bom... desesperada kkkk — Me enchi de coragem.
TIA: Cuidado com o que fala, moleque... kkk
Virei de costas e baixei a calça jeans.
TIA: Que bundão hein... kkk — Ela tava na dela, mas percebi que ficou meio vermelha.
EU: Tá pronta?
TIA: Sim, pra ontem, cara!!
Me virei com o pau duro por baixo da cueca.
Tava de lado, todo grosso.
Como eu disse, tive sorte de ser bem dotado.
Quando ela viu, senti que não esperava aquilo.
Ela fez uma cara de surpresa que nunca vi.
Isso só me deixou mais tesudo ainda.
O rubor dela aumentou.
Ficou olhando.
EU: O que foi, os ratos comeram sua língua? Kkk
TIA: Hehe. Não. Bem, a verdade, muito bem... já pode se vestir. — Falou como quando você passa numa prova.
EU: É?? Cê acha?? — Falei feliz enquanto subia a calça.
TIA: Sim... parece que você cresceu muito...
Tava no céu.
EU: Kkk bom, agora...
Ela se virou.
TIA: O quê??
EU: Agora você... kkk
TIA: Eu não falei que ia fazer nada, kkk
EU: Não, mas é justo...
TIA: Kkkk com quem você pensa que tá falando, garoto...
EU: Claro, claro... não aguenta... tudo bem
TIA: Kkkk olha ele... quer me enganar??
EU: Só tô dizendo... você tá com os peitos explodindo... qual a diferença de tirar eles...
Ela arregalou os olhos.
TIA: Mas você é louco... eu pedi pra você mostrar o pau...
EU: E quase...
TIA: Você me viu de Fio dental e sutiã... o mínimo que você podia fazer era igualar as condições...
- Ela ria com maldade
EU: Então é assim...
TIA: Além disso, sou sua tia, no fim das contas...
EU: E daí??
TIA: E.... se vira...
EU: Mas você pediu pra eu ficar de calcinha.... - Olhei pra ela como quem diz "não enche o saco"
TIA: Mas não te forcei hahaha
EU: Hahaha a mais covarde do universo...
TIA: Ainda te elogiei... - E fez olhinhos pra mim
EU: Daaa...
TIA: Bem masturbatório, hein... você olha pra minha bunda, pras minhas tetas e pede pra eu mostrar...
EU: Você pediu pra eu mostrar a rola.... não sei o que é pior...
TIA: Hahaha que boca grande...
EU: Sim, igual a essa!! Haha - Falei brincando.
Ela se cagou de rir.
TIA: Que cara de merda.... mas é verdade...
EU: Sim...
Ela me olhava intrigada.
Eu tinha que motivar ela de algum jeito a me obedecer.
TIA: E quanto mede? Se não se ofender de me falar... haha - Ela se fez de esperta..
EU: Hummm acho que uns 19, 20 cm...
TIA: Tá me zoando.... - Fez uma cara de puta susto.
EU: Nop... Você viu de perto, então...
TIA: Olha o Ramirito hahaha
EU: E também....
TIA: O quê?
EU: Se você anda com as tetas assim.... é óbvio...
TIA: Perdão? Haha - E me olhou esperando resposta
EU: É sim... o que você quer que eu faça...
TIA: Que cara sem noção hahaha olha o que tenho que ouvir...
EU: Não se faz de sonsa que você me provoca....
Ela sorriu.
TIA: Então.... você gosta das minhas tetas...
Deus. Que filha da puta.
EU: Sim.. óbvio..
Ela fez um gesto com a boca como se tivesse gostado.
Mas era ela quem queria dominar a situação.
Era foda.
TIA: Bom... tá bem...
EU: Viu, você me dá confiança e se prepara.... hahaha
TIA: Hahaha
EU: Viu...
TIA: Você não faz ideia, garoto... mas vou te falar que isso me diverte... faz tempo que não me divertia tanto...
EU: Ah é?? O que você fazia pra se divertir...
Ela engoliu seco...
TIA: Sei lá, talvez eu te conte... mas acho que você ainda é meio inocente.
O que mais ela poderia fazer?
Deus. Que Curiosidade, eu sentia.
EU: Inocente?? Um inocente não mandaria você mostrar as tetas assim...
TAN: Kkkk isso é ser tarado...
EU: Tarado é me pedir pra mostrar a pica que nem eu fiz.
Ela ficou quieta.
Pela primeira vez não revidou.
TAN: Kkkk
EU: Tô certo...
TAN: Tenho uma solução pacífica... e pra você vai ser um presente... bem grande..
EU: É? O quê?
TAN: Pra você não se sentir enganado... — Ela me olhava meio safada.
EU: Acho justo...
TAN: Cê gosta das minhas tetas, né? — Deus, que continuasse assim.
EU: Sim... você sabe...
TAN: Gosta muito??
EU: Sim... morro de vontade de ver elas...
TAN: Vou deixar você tocar nelas... se tiver coragem kkkk
Quase explodi.
Mesmo tentando não parecer desesperado.
Sem pensar e sem falar nada.
Levei minhas mãos pras tetas dela.
Que bolas.
Peguei uma com cada mão.
A cara de poker dela deixou tudo mais foda.
Elas pareciam grandes.
gostoso
TAN: Cara... e se eu tava brincando? kkkk
EU: Já teria tirado minha mão...
Tava com a pica dura pra caralho.
TAN: Kkkkk... e cê gostou??
EU: Você não faz ideia...
TAN: Beleza, chega... tira a mão... — Ela fez eu tirar.
Eu tava tipo quando ganha na loteria.
Não acreditava no que ela tinha deixado eu fazer.
Tava roxo.
TAN: Viu quando eu falo que sou imprevisível... kkk
Não sabia o que falar.
EU: Monstruosas...
TAN: Pronto, hein... e disso ninguém sabe, moleque! — Falou como se nada.
Cheguei a sentir os bicos duros na minha palma.
EU: Claro, óbvio! — Falei caindo em mim.
TAN: E eu falei tocar... não acariciar, tarado...
EU: Mas cê gostou? — Soltei sem querer.
TAN: Kkkk... não me incomodou, digamos...
EU: São lindas...
TAN: Beleza, para com isso já kkkk... agora vou te pedir um favor em troca...
EU: Kkkk o quê?
TAN: Tenho um note aqui... não tá funcionando direito e preciso de umas coisas dele, cê pode dar uma olhada??
EU: Claro... depois eu penso na minha parte da troca...
TAN: Kkkk meu deus... cê não cansa?
EU: Você disse que eu era um brigão... bom... vamos ver...
Ela me olhava tipo “o que eu faço com esse cara”.
Foi. indo pegar a compu.
Ela ainda não tinha abotoado a camiseta.
Que gostosa.
Fiquei de olho pra ver qual era.
O celular dela tocou.
Era uma amiga.
Parece que ela tinha esquecido um compromisso.
Dois minutos depois desligou.
TAN: Esqueci total que tinha cinema com uma amiga kkk
EU: Ahh kkk que horas é o filme
TAN: 8 horas kkk
Já eram quase 7.
EU: Uhh, vai ficar apertado..
TAN: Pois é, merda...
EU: Quer que eu leve o notebook?
TAN: Se quiser, fica... come, faz o que quiser... volto umas 11, acho..
EU: Beleza, então..
TAN: Se quiser, fala... é sua casa kkk e se não tiver nada pra fazer
EU: Kkk beleza, melhor assim, faço tranquilo
TAN: Tá... vou me apressar que já tô atrasada. Valeu!.- E me deu um sorriso.
Ela foi se arrumar.
Fez rápido. Uma das poucas minas que conheci que ficava pronta tão rápido.
Saiu com a mesma camiseta, mas abotoada, hehe.
Uma calça jeans justa e vazou.
Sozinho já, pensei friamente no que tinha rolado.
Era foda.
Até onde ela era capaz de ir?
Muito ousada.
E ainda pediu pra eu ficar.
Ia render altas paradas.
Abri uma cervejinha, coloquei uma música e fiquei no notebook.
De longe, via a outra. A que tinha o conteúdo interessante.
Agora tava com mais vontade de saber mais sobre ela.
Tava com uma punhetação na cabeça.
Enquanto reconfigurava o Windows, peguei o outro notebook.
Liguei ele.
Não tinha controle.
Sabia que tinha tempo. Tava de boa.
Abri uns sites aleatórios pra disfarçar.
O tesão tava me dominando.
Olhei a pasta "Tanya".
Qual seria a senha dela.
Tentei a data de nascimento "29031992". Nada.
O número de celular dela. Também não.
Data de casamento.
Nada funcionava.
Porra, porra, falei pra mim mesmo.
Ela vivia repetindo isso, ha.
Será que podia ser?
Se fosse essa, eu ia pirar.
Digitei.
Entrou.
Quase pulei de loucura.
Era essa a senha.
Coisa de filme.
Não acreditei.
Senti que tinha hackeado a CIA.
Tava nas nuvens.
Tinha um monte de pastas. Pra caralho.
Minha intenção não era ver documentos. Nada de privados nem nada disso.
Também tinha arquivos soltos.
Fotos de aniversário, acho que com as amigas dela.
Muitas pastas tinham nome na descrição.
"Christian Lopez", "Rodrigo Cervantes", etc.
Outras descrições eram "fim de semana em Nordelta", "Ibiza2017" e por aí.
Tipo de férias.
Ainda não tinha entrado em nenhuma.
Até que uma em particular chamou muito minha atenção: "Nacho Tejada".
Era o nome do cara com quem eu falava no Facebook.
A primeira coisa que veio na mente foi que eram book de fotos.
Seria o lógico.
Abri a pasta com muita curiosidade.
Tinham muitas e, entre elas, arquivos de vídeo.
Pelas miniaturas, vi que as primeiras eram fotos de lingerie.
Fiquei de água na boca pra abrir.
Abri a primeira.
Ela tava de lingerie vermelha.
Os peitos dela eram o destaque.
Era tudo rendado.
Muita voluptuosidade.
Bem sorridente na foto.
Tava com delineador preto.
Com cara de "não me tira foto".
Mas não parecia ter edição de fotografia nenhuma.
Passei pra próxima.
Mesmas peças e de costas olhando pra câmera.
Mostrava a raba.
Amei a tira da calcinha sumindo entre as bandas dela.
Te deixava de pau duro pra caralho.
A pele lisinha e perfeita. E as fotos ainda eram sem edição.
As seguintes eram um close na bunda.
Perfeita.
Fiquei duríssimo.
Dava pra ver a buceta quase coberta por transparências.
Dava vontade de morder.
Minhas glândulas salivares trabalhavam a todo vapor.
Mas a próxima foto quebrou o padrão.
Era também um zoom na bunda dela, mas com a mão de um homem segurando uma das bandas.
Congelei.
O fotógrafo tocou nela?
Por quê?
Segurava como se fosse dele.
Talvez ela tinha intimidade com o cara, ou ele era gay, sei lá.
Pensei isso. Podia ser.
Via mais pele entre as bandas dela.
Tava com o pau que não aguentava mais.
Passei pra outra e era uma que ela se inclinava pra frente. Segurando os peitos.
Também rindo muito.
Com prazer.
Algumas parecidas, com pose diferente.
A próxima já não... Ela tava de sutiã.
Escondia os peitos com o braço.
A cara de femme fatale, capaz de destruir a força de qualquer homem.
A outra quase igual, mas esmagando as tetas numa mesa de vidro e de salto.
Divina.
Tava pra comer ela toda.
Outra foto estranha apareceu.
Ela tampava um peito com o braço e o cara que tava tirando a foto segurava o outro.
Não sei se eram fotos artísticas.
Isso era muito estranho.
Ela também sorria, mordendo o lábio de baixo e olhando pro lado.
Linda.
Uma sessão de fotos nada convencional, pensei.
A foto seguinte me deixou perplexo.
Duro.
Subiu um calorão no corpo todo.
Era parecida com a anterior.
Só que o fotógrafo tava tirando uma foto com a teta da Tanya na boca, chupando ela na região do mamilo.
Me desliguei por uns segundos.
O que ela tinha dito?
Pra piorar, ela ficou me encarando com uma cara desafiadora.
TAN: Que foi, gato? Te deixei sem palavras? Haha. — E sorria como se tivesse contado uma piada.
Não podia deixar ela me intimidar.
EU: Fala sério??
TAN: Eu te avisei que quando pego confiança, é melhor se segurar...
EU: Haha, melhor ainda..
TAN: Olha que eu não enrolo e não penso muito nas coisas... — Continuava me provocando.
Não sabia se ela tava me testando ou se era a faceta escondida dela.
EU: Mmm, mas isso seria com todo mundo?
TAN: Não, óbvio que não, querido... hahaha, você também tem minha confiança...
EU: Tô gostando... — E olhei pra ela com cumplicidade.
TAN: Não sei se um dia você tá tomando banho e eu sumo com sua roupa, por exemplo... haha
EU: Como? Você seria capaz...
TAN: Já te falei... sou imprevisível haha
EU: Agora quero conhecer mais essa parte então...
Ela me olhou por uns segundos, como se estivesse confirmando alguma coisa.
TAN: Bom... você podia começar most...
(O celular dela tocou)
O que ela ia terminar de dizer? Puta merda.
Ela atendeu e começou a falar enquanto andava pelo parque.
Pela primeira vez me senti à deriva.
Totalmente perdido.
Fiquei pensando e surpreso.
Dois minutos depois ela voltou e disse que precisava ir.
Depois a gente continuava conversando.
Pela surpresa da atitude dela, não falei muito mais e fui embora.
Fiquei matutando um tempão.
Como seria essa parte da personalidade dela?
O que ela ia me dizer antes de ser interrompida?
Ia ter que manejar minhas chances de agora em diante pra não ficar em offside.
Era o começo de outra fase, completamente diferente.
Naquele dia ela não falou mais comigo.
Eu também não falei. Não queria parecer chato.
Mas a situação me deixava louco.
Queria saber mais dela.
Quando não aguentei mais, mandei um meme pelo WhatsApp. Era questão de ela morder a isca.
Ela respondeu com um “hahahahahaha”.
Não respondi aquilo, pra parecer mais interessante.
Funcionou. Em 2 minutos ela me escreveu. TAN: Quando cê vai querer tomar um mate com a tia?? 🤗
Sim. Era isso que eu tava procurando.
EU: Quando você quiser, my lady
TAN: Tomara que você não tenha se assustado no outro dia 🙊
Inacreditável. De novo essa atitude provocadora.
EU: Jamais 😏
TAN: Issaaaaa 😉
EU: Que horas cê quer que eu vá?
TAN: Vem tipo 5... se prepara hein!!! Kkkk
EU: Kkkk pra quê??
TAN: Se eu te falasse, teria que te matar.... 🤣
EU: Beleza tia 💣 kkk
TAN: Que eu sou uma bomba??? Eu sei hehe 😂
Parecia que tava feliz.
EU: Óbvio que cê é uma bomba...
TAN: Kkkk então te espero 😊
Mesmo ela estando diferente, eu não queria estragar tudo.
Talvez fosse tudo paranoia minha e não tinha nada a ver.
Decidi levar as coisas o mais natural possível.
Quando cheguei, toquei a campainha.
Ela abriu o portão.
Não veio me receber, mas a porta de casa tava destrancada.
Entrei e andei pela casa.
EU: Onde cê tá, Tan??
TAN: Por aqui!.- Ouvi ela falar de um dos corredores.
Caminhei na direção da voz.
EU: Tava ocupada??.- Perguntei porque ela não veio me abrir.
Quando ela saiu pela porta do banheiro.
TAN: Não... faz um tempinho que levantei de um cochilo...
Quase caí de bunda.
Ela tava com um roupão de dormir, aberto.
Dava pra ver a calcinha preta e um pouco do sutiã.
Era de renda com uns transparentes.
Ela percebeu minha reação.
Andou até mim e me cumprimentou.
O cheiro dela me envolveu.
Os peitos dela apareceram um pouco mais.
Já começamos bem, pensei.
TAN: Cê tá vermelho ou é impressão minha??.- Ela disse
EU: Kkkk pode ser... me surpreende te ver assim.- Falei meio sem jeito.
TAN: E isso que ainda não comecei.... kkkk.- E riu
Eu olhei pra ela tipo “do que cê tá falando, willis?”
TAN: Kkkk brincadeira... me espera que vou me trocar.
Mas antes de ir se trocar, ela abriu o roupão de lado, como se fosse pegar impulso pra fechar direito.
Me deixou ver quase tudo.
Sei que fez de propósito.
Ela foi com uma carinha de safada.
Aquela calcinha fio dental enfiada entre as bundas me incendiou.
Sem falar nos peitos apertados no sutiã.
Mesmo tendo sido um segundo, bastou pra eu ficar o pau duro.
Fiquei na sala com o volume armado entre as pernas esperando ela.
Se visse, melhor.
Tinha uma chave vermelha meio estranha em cima da mesa. Tipo as da mansão Spencer, ha.
Daí ela veio.
Tava com uma camiseta branca de botão.
Tinha um decaço. Tanto que com só 3 de 6 botões fechados, ficavam uns peitões lindos à mostra e, o melhor, sem sutiã.
Embaixo só um shortinho preto de tecido, que fazia das pernas dela um longo caminho de pele pra admirar.
Não podia ter essas coxas.
TAN: Já passou a vermelhidão? Haha. — Ela ria.
EU: Haha, hmm, você me diz... não sei...
TAN: Deixa eu ver... — Chegou perto do meu rosto pra me ver de perto.
Ficou cara a cara comigo com aquele sorriso fatal.
Dava vontade de beijar ela.
Óbvio que me surpreendeu e isso me fez ficar vermelho. Era impossível não ficar.
Que gostosa que tava.
Irreconhecível.
TAN: Hahaha sim, você ainda tá vermelho! — Falou se levantando, mordendo o lábio inferior como quem diz “hmmmmm”.
EU: Haha, que isso, doida... — Falei enquanto olhava pros peitos dela.
Ela percebeu.
TAN: Opa. Tô olhando o quê?? — Fez cara de “que isso!”.
EU: Haha, desculpa...
TAN: Você já me olhou outro dia... hoje também??
EU: É impossível não olhar... o que você quer que eu faça...
TAN: O tão doce...
EU: É... esses botões matam, Tanya...
Ela se olhou.
TAN: Esses?? — Levou a mão pra um.
EU: Sim...
TAN: E o que acontece se eu desabotoar esse? — E fez. O que fez mais um pedaço dos peitos aparecer.
Que infarto.
Respondi com o olhar.
TAN: Ou esse outro? — TOC... soltou outro, rindo de um jeito provocante.
Não podia ser.
Tô sonhando?
EU: Haha.
TAN: Mata??
Já tava verde.
Essas tetas matavam.
EU: Demais... haha.
TAN: Ainda falta um... — E fez boca de puta.
Isso era único.
Eu tava em choque.
Ela soltou o último e os peitos queriam pular pra fora.
Que momento.
Ainda mais com a pressão dos braços dela nas laterais, iam escapar. qualquer hora.
Mesmo não acreditando no que tava rolando, curti pra caralho.
Era divina essa confiança que ela tinha pegado comigo.
Dava pra ver como aqueles peitos se mexiam.
Ela percebia que eu tava devorando ela com os olhos.
TAN: Bom... já que tô assim... vou tirar a camiseta e pronto. – E levou as mãos até a cintura.
Eu tava tipo a torcida besta quando o Pratto fez o gol saindo do meio. Não entendia nada.
TAN: Um... dois... e... três...
Congelei.
De repente, ela tirou as mãos rápido e começou a dar risada.
Voltei ao normal.
EU: Que... que foi?
TAN: Jajaja, devia ter visto sua cara jajaja. – Ela ria me olhando.
EU: Vai te catar
TAN: Jajaj, foi foda ver como você ficou
Eu olhava pra ela.
TAN: Jajaja, ai deus... como vou me divertir com você... – Falou com graça
EU: Jaja, tá achando que vou cair nessa...
TAN: Pareceu, moleque!
EU: Como se você fosse ter coragem de fazer isso...
TAN: Ah, eu tenho coragem sim... quem disse que não? – Ela fez cara de desafio
EU: Então mostra, faz aí...
TAN: Jajaja, mas você não manda em mim não... – Ela se fez de desligada, mas rindo
EU: Jaja, claro claro...
TAN: Vou preparar algo melhor...
Mesmo me enrolando, a real é que ela ficou provocativa e me mostrou os peitos de um jeito foda.
Gostei pra caralho, mas não parava de me surpreender com esse comportamento.
Ela saiu andando, rebolando a bunda como se tivesse numa passarela.
Marcava tudo.
Ela virou e viu que eu tava olhando.
Sorriu com cara de “esse cara!” e seguiu em frente.
Respirei fundo e pensei nos próximos passos.
Não esperava essa atitude tão “devoradora” dela.
Será que teve a ver com eu ter visto ela quase pelada na piscina?
Ou quando falei pra ela não ligar pros outros e fazer o que quisesse?
Não descobri o Améyummy, mas desde aquele dia, algo tinha mudado.
Ela voltou com algo pra petiscar.
Mas adivinha só.
Não abotoou a blusa.
Parecia o decote da Sonya em Mortal Kombat 9.
O que ela tava tramando?
Sentou do meu lado, quase colada. Que tortura.
Ficamos falando umas merdas, enquanto que quando dava, eu olhava pras tetas dela.
Num momento ela começou a perceber e mudou de assunto.
Mas de um jeito nada convencional.
TAN: Cê gosta de peitão, né? — Falou com a maior naturalidade, como se perguntasse as horas.
EU: Hã? Haha
TAN: Isso... não é difícil de responder haha
EU: Sim... — Falei enquanto ela ouvia concentrada.
TAN: Tipo os meus?
Ela me encarava esperando a resposta.
EU: Sim... até que podia ser. — Respondi sem me acovardar.
TAN: Te chamam de otário, né haha
Eu adorava essa parte dela, mas parecia totalmente desconhecida.
EU: E você, como gosta? — Devolvi
TAN: Acho que também haha... sei lá. — E ela olhava pros próprios peitos.
EU: Não tô falando das tetas..
Ela parou.
TAN: Aaahh... cê tá falando das... hahaha...
EU: Sim, haha... como você falou mesmo? — Querendo voltar ao assunto anterior. Ela olhava peitos também? Que onda.
TAN: Não, não... Droga, droga haha não liga pra mim, entendi tudo errado. — Se defendeu. Evitava responder.
EU: Haha e a outra coisa?
TAN: Acho que depende... sei lá. — Respondeu olhando pra TV.
EU: Hahaha
TAN: Tem certeza que quer jogar esse jogo??? Cê vai perder, cara, hein...
Tentei agir como um mestre.
EU: Mas pelo amor... haha
Ela virou a cabeça e me encarou direto.
TAN: Certeza? Haha
EU: Claro, gata...
TAN: Gata?? Eu te avisei, cara, hein
Ela fez cara de “beleza, pronto”.
Era impossível decifrar o que ela queria.
EU: O quê? Haha
TAN: Você pediu...
EU: Pedi o quê?
TAN: Jogar assim haha
EU: E agora, o que vem?? Vai me perguntar se eu gosto de rabão?? De mulherão?? Hehe
Ela me olhou com cara de maldade.
TAN: Não... nada disso
EU: Então...
TAN: O que eu ia te falar é pra fazer aquilo outro dia que me interromperam.
O momento tinha chegado.
O que era?
EU: Sim...
TAN: Vai... me mostra o quanto você cresceu...
Senti um raio queimando meus neurônios.
EU: Como? Haha — Falei sem pensar.
Ela me olhava com calma.
TAN: Isso... quero ver o quanto você cresceu... — Ela falou como se fosse nada.
Fiquei de pau duro na hora.
Não dava pra esconder.
EU: Quer que eu mostre?
TIA: Sim... de cueca... não era tão corajão?? Kkk
Não acreditei no que ela tinha dito.
EU: Kkk é que... me surpreende... mas sim... vou mostrar
TIA: Eu te falei que era intenso me provocar... e que não tô nem aí, garoto...
Era lindo ouvir ela falar assim.
EU: Ok...
TIA: Quando quiser, hein... sem pressa... — Tipo me apressando, mas na moral.
Parecia que o tempo tinha parado.
Minha tia doida queria me ver de cueca.
Como é que isso aconteceu?
EU: Bom... desesperada kkkk — Me enchi de coragem.
TIA: Cuidado com o que fala, moleque... kkk
Virei de costas e baixei a calça jeans.
TIA: Que bundão hein... kkk — Ela tava na dela, mas percebi que ficou meio vermelha.
EU: Tá pronta?
TIA: Sim, pra ontem, cara!!
Me virei com o pau duro por baixo da cueca.
Tava de lado, todo grosso.
Como eu disse, tive sorte de ser bem dotado.
Quando ela viu, senti que não esperava aquilo.
Ela fez uma cara de surpresa que nunca vi.
Isso só me deixou mais tesudo ainda.
O rubor dela aumentou.
Ficou olhando.
EU: O que foi, os ratos comeram sua língua? Kkk
TIA: Hehe. Não. Bem, a verdade, muito bem... já pode se vestir. — Falou como quando você passa numa prova.
EU: É?? Cê acha?? — Falei feliz enquanto subia a calça.
TIA: Sim... parece que você cresceu muito...
Tava no céu.
EU: Kkk bom, agora...
Ela se virou.
TIA: O quê??
EU: Agora você... kkk
TIA: Eu não falei que ia fazer nada, kkk
EU: Não, mas é justo...
TIA: Kkkk com quem você pensa que tá falando, garoto...
EU: Claro, claro... não aguenta... tudo bem
TIA: Kkkk olha ele... quer me enganar??
EU: Só tô dizendo... você tá com os peitos explodindo... qual a diferença de tirar eles...
Ela arregalou os olhos.
TIA: Mas você é louco... eu pedi pra você mostrar o pau...
EU: E quase...
TIA: Você me viu de Fio dental e sutiã... o mínimo que você podia fazer era igualar as condições...
- Ela ria com maldade
EU: Então é assim...
TIA: Além disso, sou sua tia, no fim das contas...
EU: E daí??
TIA: E.... se vira...
EU: Mas você pediu pra eu ficar de calcinha.... - Olhei pra ela como quem diz "não enche o saco"
TIA: Mas não te forcei hahaha
EU: Hahaha a mais covarde do universo...
TIA: Ainda te elogiei... - E fez olhinhos pra mim
EU: Daaa...
TIA: Bem masturbatório, hein... você olha pra minha bunda, pras minhas tetas e pede pra eu mostrar...
EU: Você pediu pra eu mostrar a rola.... não sei o que é pior...
TIA: Hahaha que boca grande...
EU: Sim, igual a essa!! Haha - Falei brincando.
Ela se cagou de rir.
TIA: Que cara de merda.... mas é verdade...
EU: Sim...
Ela me olhava intrigada.
Eu tinha que motivar ela de algum jeito a me obedecer.
TIA: E quanto mede? Se não se ofender de me falar... haha - Ela se fez de esperta..
EU: Hummm acho que uns 19, 20 cm...
TIA: Tá me zoando.... - Fez uma cara de puta susto.
EU: Nop... Você viu de perto, então...
TIA: Olha o Ramirito hahaha
EU: E também....
TIA: O quê?
EU: Se você anda com as tetas assim.... é óbvio...
TIA: Perdão? Haha - E me olhou esperando resposta
EU: É sim... o que você quer que eu faça...
TIA: Que cara sem noção hahaha olha o que tenho que ouvir...
EU: Não se faz de sonsa que você me provoca....
Ela sorriu.
TIA: Então.... você gosta das minhas tetas...
Deus. Que filha da puta.
EU: Sim.. óbvio..
Ela fez um gesto com a boca como se tivesse gostado.
Mas era ela quem queria dominar a situação.
Era foda.
TIA: Bom... tá bem...
EU: Viu, você me dá confiança e se prepara.... hahaha
TIA: Hahaha
EU: Viu...
TIA: Você não faz ideia, garoto... mas vou te falar que isso me diverte... faz tempo que não me divertia tanto...
EU: Ah é?? O que você fazia pra se divertir...
Ela engoliu seco...
TIA: Sei lá, talvez eu te conte... mas acho que você ainda é meio inocente.
O que mais ela poderia fazer?
Deus. Que Curiosidade, eu sentia.
EU: Inocente?? Um inocente não mandaria você mostrar as tetas assim...
TAN: Kkkk isso é ser tarado...
EU: Tarado é me pedir pra mostrar a pica que nem eu fiz.
Ela ficou quieta.
Pela primeira vez não revidou.
TAN: Kkkk
EU: Tô certo...
TAN: Tenho uma solução pacífica... e pra você vai ser um presente... bem grande..
EU: É? O quê?
TAN: Pra você não se sentir enganado... — Ela me olhava meio safada.
EU: Acho justo...
TAN: Cê gosta das minhas tetas, né? — Deus, que continuasse assim.
EU: Sim... você sabe...
TAN: Gosta muito??
EU: Sim... morro de vontade de ver elas...
TAN: Vou deixar você tocar nelas... se tiver coragem kkkk
Quase explodi.
Mesmo tentando não parecer desesperado.
Sem pensar e sem falar nada.
Levei minhas mãos pras tetas dela.
Que bolas.
Peguei uma com cada mão.
A cara de poker dela deixou tudo mais foda.
Elas pareciam grandes.
gostoso
TAN: Cara... e se eu tava brincando? kkkk
EU: Já teria tirado minha mão...
Tava com a pica dura pra caralho.
TAN: Kkkkk... e cê gostou??
EU: Você não faz ideia...
TAN: Beleza, chega... tira a mão... — Ela fez eu tirar.
Eu tava tipo quando ganha na loteria.
Não acreditava no que ela tinha deixado eu fazer.
Tava roxo.
TAN: Viu quando eu falo que sou imprevisível... kkk
Não sabia o que falar.
EU: Monstruosas...
TAN: Pronto, hein... e disso ninguém sabe, moleque! — Falou como se nada.
Cheguei a sentir os bicos duros na minha palma.
EU: Claro, óbvio! — Falei caindo em mim.
TAN: E eu falei tocar... não acariciar, tarado...
EU: Mas cê gostou? — Soltei sem querer.
TAN: Kkkk... não me incomodou, digamos...
EU: São lindas...
TAN: Beleza, para com isso já kkkk... agora vou te pedir um favor em troca...
EU: Kkkk o quê?
TAN: Tenho um note aqui... não tá funcionando direito e preciso de umas coisas dele, cê pode dar uma olhada??
EU: Claro... depois eu penso na minha parte da troca...
TAN: Kkkk meu deus... cê não cansa?
EU: Você disse que eu era um brigão... bom... vamos ver...
Ela me olhava tipo “o que eu faço com esse cara”.
Foi. indo pegar a compu.
Ela ainda não tinha abotoado a camiseta.
Que gostosa.
Fiquei de olho pra ver qual era.
O celular dela tocou.
Era uma amiga.
Parece que ela tinha esquecido um compromisso.
Dois minutos depois desligou.
TAN: Esqueci total que tinha cinema com uma amiga kkk
EU: Ahh kkk que horas é o filme
TAN: 8 horas kkk
Já eram quase 7.
EU: Uhh, vai ficar apertado..
TAN: Pois é, merda...
EU: Quer que eu leve o notebook?
TAN: Se quiser, fica... come, faz o que quiser... volto umas 11, acho..
EU: Beleza, então..
TAN: Se quiser, fala... é sua casa kkk e se não tiver nada pra fazer
EU: Kkk beleza, melhor assim, faço tranquilo
TAN: Tá... vou me apressar que já tô atrasada. Valeu!.- E me deu um sorriso.
Ela foi se arrumar.
Fez rápido. Uma das poucas minas que conheci que ficava pronta tão rápido.
Saiu com a mesma camiseta, mas abotoada, hehe.
Uma calça jeans justa e vazou.
Sozinho já, pensei friamente no que tinha rolado.
Era foda.
Até onde ela era capaz de ir?
Muito ousada.
E ainda pediu pra eu ficar.
Ia render altas paradas.
Abri uma cervejinha, coloquei uma música e fiquei no notebook.
De longe, via a outra. A que tinha o conteúdo interessante.
Agora tava com mais vontade de saber mais sobre ela.
Tava com uma punhetação na cabeça.
Enquanto reconfigurava o Windows, peguei o outro notebook.
Liguei ele.
Não tinha controle.
Sabia que tinha tempo. Tava de boa.
Abri uns sites aleatórios pra disfarçar.
O tesão tava me dominando.
Olhei a pasta "Tanya".
Qual seria a senha dela.
Tentei a data de nascimento "29031992". Nada.
O número de celular dela. Também não.
Data de casamento.
Nada funcionava.
Porra, porra, falei pra mim mesmo.
Ela vivia repetindo isso, ha.
Será que podia ser?
Se fosse essa, eu ia pirar.
Digitei.
Entrou.
Quase pulei de loucura.
Era essa a senha.
Coisa de filme.
Não acreditei.
Senti que tinha hackeado a CIA.
Tava nas nuvens.
Tinha um monte de pastas. Pra caralho.
Minha intenção não era ver documentos. Nada de privados nem nada disso.
Também tinha arquivos soltos.
Fotos de aniversário, acho que com as amigas dela.
Muitas pastas tinham nome na descrição.
"Christian Lopez", "Rodrigo Cervantes", etc.
Outras descrições eram "fim de semana em Nordelta", "Ibiza2017" e por aí.
Tipo de férias.
Ainda não tinha entrado em nenhuma.
Até que uma em particular chamou muito minha atenção: "Nacho Tejada".
Era o nome do cara com quem eu falava no Facebook.
A primeira coisa que veio na mente foi que eram book de fotos.
Seria o lógico.
Abri a pasta com muita curiosidade.
Tinham muitas e, entre elas, arquivos de vídeo.
Pelas miniaturas, vi que as primeiras eram fotos de lingerie.
Fiquei de água na boca pra abrir.
Abri a primeira.
Ela tava de lingerie vermelha.
Os peitos dela eram o destaque.
Era tudo rendado.
Muita voluptuosidade.
Bem sorridente na foto.
Tava com delineador preto.
Com cara de "não me tira foto".
Mas não parecia ter edição de fotografia nenhuma.
Passei pra próxima.
Mesmas peças e de costas olhando pra câmera.
Mostrava a raba.
Amei a tira da calcinha sumindo entre as bandas dela.
Te deixava de pau duro pra caralho.
A pele lisinha e perfeita. E as fotos ainda eram sem edição.
As seguintes eram um close na bunda.
Perfeita.
Fiquei duríssimo.
Dava pra ver a buceta quase coberta por transparências.
Dava vontade de morder.
Minhas glândulas salivares trabalhavam a todo vapor.
Mas a próxima foto quebrou o padrão.
Era também um zoom na bunda dela, mas com a mão de um homem segurando uma das bandas.
Congelei.
O fotógrafo tocou nela?
Por quê?
Segurava como se fosse dele.
Talvez ela tinha intimidade com o cara, ou ele era gay, sei lá.
Pensei isso. Podia ser.
Via mais pele entre as bandas dela.
Tava com o pau que não aguentava mais.
Passei pra outra e era uma que ela se inclinava pra frente. Segurando os peitos.
Também rindo muito.
Com prazer.
Algumas parecidas, com pose diferente.
A próxima já não... Ela tava de sutiã.
Escondia os peitos com o braço.
A cara de femme fatale, capaz de destruir a força de qualquer homem.
A outra quase igual, mas esmagando as tetas numa mesa de vidro e de salto.
Divina.
Tava pra comer ela toda.
Outra foto estranha apareceu.
Ela tampava um peito com o braço e o cara que tava tirando a foto segurava o outro.
Não sei se eram fotos artísticas.
Isso era muito estranho.
Ela também sorria, mordendo o lábio de baixo e olhando pro lado.
Linda.
Uma sessão de fotos nada convencional, pensei.
A foto seguinte me deixou perplexo.
Duro.
Subiu um calorão no corpo todo.
Era parecida com a anterior.
Só que o fotógrafo tava tirando uma foto com a teta da Tanya na boca, chupando ela na região do mamilo.
23 comentários - Mi joven tía III
saludos abrazo