Infidelidad frente a mi esposo

Minha infidelidade na frente do meu marido. Sou casada há 10 anos, meu nome é Hely, e meu casamento sempre foi muito bom. Amo meu marido, Mario, e ele me ama. Temos dois filhos e tudo funciona muito bem. Digo isso porque, de alguma forma, o que aconteceu conosco eu nunca imaginei, considerando que ambos somos profissionais, adultos, sexualmente satisfeitos e – digamos – até normais como qualquer casal. Quanto a mim, tenho 38 anos, sou de pele branca, olhos verdes, peitos bons, quadril largo e uma figura que, mesmo sem ser "super gostosa", posso dizer que me mantenho muito bem. Meu marido, Mario, 38 anos, é alto, mais magro, bonito. Do trabalho do meu marido, ele foi enviado para a Cidade do México, para um evento onde daria uma palestra. No entanto, ele decidiu me levar para conhecer essa cidade. Considerando que ele só ia dar a palestra, decidimos ficar aquela semana para conhecer, aproveitar, algo que não fazíamos há muito tempo sozinhos. Seria uma segunda lua de mel. Aproveitaríamos aquela semana ao máximo: de dia passear, de noite dançar e transar muito. Porém, de tanto andar e dançar, passamos a semana inteira sem transar. Uma noite antes de voltar, as coisas mudaram radicalmente. Talvez demais. Mario me pediu várias vezes que no México libertássemos nossos desejos, que aproveitássemos que ninguém nos conhecia lá para fazer coisas que aqui não poderíamos, e ele falava sobre sexo. Não levei nada disso a sério. Aquela noite começou como as anteriores: depois de passeios, dança, bebidas, em uma discoteca que já tínhamos visitado. Lá conhecemos o Memo. Um chilango (assim chamamos os da cidade) de pele morena escura, devo admitir que bem gostoso, uns 40 anos e muito simpático. Conhecemos ele quando um incidente besta aconteceu na entrada da discoteca e, algumas horas depois, já dentro do local, ele se aproximou e, de um jeito muito educado, pediu ao Mario se ele permitia dançar comigo. Meu marido, que não é muito ciumento e já estava um pouco bêbado, aceitou de boa, e eu também, porque fiquei curiosa pra dançar com alguém de lá. A pista tava lotada, então eu e o Memo logo perdemos meu marido de vista. Tivemos que dançar bem coladinhos num set de salsa, e admito que dançar com ele, assim grudadinhos, me deixou inquieta. Assim juntos, o pacote dele roçava na minha barriga, meus peitos se apertavam no peito firme dele, o cheiro masculino, a respiração perto, o olhar tão próximo do meu, quando ele falava coisas sem importância mas a centímetros do meu rosto, o corpo forte dele, foi um efeito eletrizante do caralho. Meus bicos endureceram, acho que o Memo percebeu também. Fiquei tão excitada que me senti envergonhada pelas minhas sensações, eu que nunca fui infiel, tirando uns joguinhos que considero inocentes, que fiz na internet. Tentei afastar esses pensamentos e sensações e continuar dançando. Depois de me excitar e ficar sem graça, terminamos de dançar, e enquanto caminhávamos entre a multidão, o Memo me segurava docemente pela cintura pra me ajudar a passar entre o povo. Senti as mãos firmes e masculinas dele no meu corpo e amei. Depois desse momento, o Memo ficou perto da gente, às vezes continuava me tirando pra dançar, embora eu sentisse que cada vez mais eram os roços, os olhares e a sedução, e ao mesmo tempo eu me deixava levar cada vez mais pela situação. O Memo, lá pelas 2 da manhã. A gente se preparou pra ir embora, porque meu marido já tava visivelmente bêbado. Nessa altura, os contatos com o Memo já eram super frequentes, a gente conversava os três, até dividimos uma rodada de drinks. Saímos da balada como se tivéssemos chegado juntos. Ao sair, ele perguntou pra onde a gente ia. Só sabíamos o nome do hotel, então ele se ofereceu pra dividir o táxi e nos indicar o lugar. O táxi que pegamos não tinha banco da frente, então dividimos o banco de trás, que também não era muito largo. Ali, enquanto eu estava sentada apertada no meio dos dois homens, passou pela minha cabeça pela primeira vez a possibilidade do que faríamos depois se tornou realidade. Lembro até que, com muita discrição, o Memo roçava minha pele, principalmente quando passávamos por algum lugar escuro, ele tocava suavemente meus braços. Ao chegar no hotel, de surpresa, o Mario, bêbado, ofereceu: "por que você não sobe e a gente toma mais um gole?". O Memo fingiu um pouco de vergonha, se fez de rogado, mas aceitou. Quando entramos no quarto, meu marido serviu uma dose pra ele, mas logo se desculpou e foi pro banheiro. Tava muito bêbado, dava pra ouvir ele vomitando lá dentro. Nessa hora, o Memo já me olhava diferente, sabia que eu tava excitada, dava pra perceber, sentia no ar. Ele me olhava de um jeito sedutor, devorava meus peitos com os olhos, era óbvio que ia rolar alguma coisa. Meu marido saiu do banheiro muito bêbado. Tinha tirado a roupa, ficando só de cueca. Sem dizer nada, se jogou na cama e apagou como um morto. O Memo, tentando disfarçar, falou: "bom, é melhor eu ir" e simplesmente se levantou. Eu, meio decepcionada, acompanhei ele até a porta do quarto. Lá, ele se aproximou de novo, como se fosse se despedir, mas o toque da pele dele, a química entre nós, me traiu de novo. Disfarçando um beijo de despedida, a gente acabou se beijando. Primeiro suave, roçando os lábios, os meus finos contra os dele, grossos e quentes, e depois vieram os beijos cheios de paixão. A língua do Memo soltou minha luxúria, ali perdi toda a capacidade de ser fiel, a excitação me fez perder toda a razão. Ali, grudados na porta do quarto, a gente se beijou com tesão, devoramos as bocas um do outro, começamos a nos acariciar a poucos metros do meu marido, que dormia profundamente. O Memo aproveitou pra acariciar meus peitos, apalpar meu corpo, enquanto eu passava a mão nas costas musculosas dele. Ele enfiou a mão por baixo da minha blusa e levantou meu sutiã, apalpou minhas tetas, parou com paixão nos meus mamilos duros. Eu já não resistia mais, me deixava levar pela paixão, esquecendo por um instante do meu marido bêbado. perto de nós. Memo abaixou o rosto pra se dedicar a lamber meus mamilos, chupar meus peitos, algo que eu amo e me excita. Ver ele fazendo isso me deixou louca de tesão, mas também me permitiu, pela primeira vez em minutos, levantar o olhar pra onde Mario estava dormindo, semi-nu, de bruços, alheio à minha traição. Senti remorso, passou pela minha cabeça a ideia de parar meu amante, mergulhado nas minhas tetas, chupando, mas honestamente não tive forças, tava excitada demais, mal tive energia pra separar suavemente com as mãos quem me causava aquele prazer imenso. Memo interpretou esse gesto mais como um desafio, uma provocação. Me beijou de novo e me puxou pra dentro do quarto. A gente tava do lado do meu marido bêbado! Lá ele tirou a camisa, revelando um peito cuidado, um corpo másculo, definitivamente é um negão gostoso. Tentou fazer o mesmo comigo, mas, estando do lado do Mario, eu tentei recusar com gestos, puxando minha blusa pra baixo e balançando a cabeça enquanto olhava pro meu marido. Era óbvio que minha negação tinha mais a ver com o fato de que meu marido tava ali do que com a falta de vontade de foder aquele negão gostoso. Foi assim que César entendeu, e ele jogou um dos travesseiros no chão acarpetado do quarto, num gesto de me convidar pra transar no chão, já que a única cama tava ocupada pelo meu marido bêbado. Me pareceu loucura e arriscado, pensando que se ele acordasse podia estragar 10 anos de casamento, todo o amor que tenho pelo meu marido, nossa linda família, tudo passou como um filme rápido pela minha mente e eu continuei recusando com a cara, embora minha buceta já estivesse encharcada, minhas palpitações a mil, minhas mãos trêmulas e suadas e meus mamilos quase estourando. Era um mar de contradições. Não sei como Memo pensou que se despir ajudaria, mas acertou. A próxima ação dele foi se pelar. Ele desabotoou a calça jeans apertada e abaixou a roupa devagar, deixando à mostra um pinto lindo. ereto. Embora me dê vergonha dizer, o Memo era muito bem dotado. Ele me olhou fixamente, mas eu não conseguia parar de admirar o corpo dele. Apesar de ter tido vários parceiros antes do Mario, honestamente, acho que nunca estive com um homem assim antes. Ele tirou a calça largada, a cueca e os sapatos com os pés, ficando completamente nu. Me deu um sorriso doce e se aproximou de novo, enquanto eu, praticamente do lado da cama onde o Mario dormia a bebedeira dele, fiquei paralisada. Lembro muito bem das sensações: excitação extrema, dava pra ouvir minhas próprias batidas do coração, minha respiração ficou pesada. Meu estado era evidente. Ele me beijou de novo, com muita doçura. Repetimos exatamente a cena dos beijos apaixonados, das carícias, e agora eu acariciava o torso nu dele. Ele colocou a mão debaixo da minha blusa de novo, minha pele se arrepiou com as mãos dele, meus mamilos respondiam às carícias e aos beliscões suaves. Diferente de alguns minutos atrás, eu fiz um gesto: levantei os braços pra cima, como se pedisse pra ele tirar a peça, e ele fez isso. Também com maestria, soltou o sutiã. Meus seios ficaram à mostra, que, modéstia à parte (quem já viu na internet que diga, hehe), são muito bonitos, firmes, redondos, com algumas sardas e mamilos rosados bem formados. O Memo ficou extasiado com a visão. Passou uns segundos que pareceram minutos olhando pra eles, bobão. Reagiu se aproximando pra continuar o delicioso trabalho de chupá-los, lamber, devorar. Eu estava usando minha calça marrom que valoriza minha silhueta, então o próximo passo foi soltá-la. Ele fez isso e, de uma vez, puxou minha calça e minha sexy calcinha fio dental preta, que eu planejava estrear com meu marido, que agora dormia ao lado dessa cena erótica na qual ele não estava convidado. Já nus, não tinha mais o que fazer. Esqueci completamente, por mais incrível que pareça, que o Mario estava ali. O Memo me puxou com delicadeza pro chão acarpetado e ali nos entregamos à paixão. Ele começou a beijar meu corpo, claro que de novamente, os peitos foram seus preferidos. Desceu lentamente até minha barriga, até minha buceta depilada e molhada, louca pela boca dele. Começou lambendo meus lábios vaginais, molhados, trêmulos de desejo, eu sentia choques de prazer. Eu gemia baixinho, suspirava fundo a cada chupada, cada lambida. Dali passou para o interior, para o fruto desejado, lambeu meu clitóris e senti que paralisava de prazer. Soltei um som da garganta: ¡¡AAAGG!! Sem ligar que meu marido dormia a bebedeira em cima da cama. Das lambidas passou a comer minha buceta, abria a boca como se quisesse engolir minha ppk, meus lábios vaginais, mordia guloso meu clitóris, eu estava prestes a explodir, até que, com a língua, me masturbou e logo veio meu primeiro orgasmo, profundo, elétrico, divino. Soltei outro som de prazer, dessa vez um mugido rouco acompanhado do meu corpo se arqueando, ficando tenso até o último músculo. Dali meu amante subiu de novo me beijando a barriga, lambendo meu estômago, me impregnando dos meus sucos. Chegou de novo aos peitos e claro que voltou a chupá-los, notei como o corpo dele se arqueava, já sabia pra quê. Abri as pernas sabendo o que fazia, consciente (ou não?) do que vinha. Logo senti seu pau duro roçando meu clitóris sensível, estava louca pra ser penetrada, pra sentir ele entrar. Demorou uma eternidade, assim senti, roçava com a vara a entrada, se molhava com meus sucos, até que eu mesma comecei a mexer minha cintura pra fazer ele entrar. Foi um alívio divino. Senti como uma lança ardente entrando em mim. Me queimava de prazer. Senti que era maior e mais grosso que o do Mário, fazia tempo que não sentia um homem assim. Enfiou até o fundo e deixou imóvel uns segundos. Assim apreciei com imenso prazer sua grossura, sua textura. Começou a bombar em mim, com profundidade, como se quisesse me atravessar, senti um prazer infinito. Respirava sobre mim e eu soltava gemidos suaves de prazer. Se levantou sobre si pra pegar Suas mãos nos meus peitos. Ele beliscava, se abaixava pra lamber, era um verdadeiro macho em cima do meu corpo, me fazendo dele. Ficou assim um bom tempo, até que, mais decidida, abracei ele pra gente rolar e eu ficar por cima. Quando tava lá, comecei a cavalgar ele. Enfiava o mais fundo que podia aquele pauzão, às vezes devagar, às vezes acelerando. Ele não cabia em si de prazer, chupava meus bicos, amassava meus peitos, apertava minha bunda, conseguia enfiar um dedo no meu cu. Era um verdadeiro garanhão. Depois de um tempo assim, foi que eu me inclinei mais pra cima. Enquanto cavalgava, num ângulo de 90°, meu rosto ficou na altura da cama. Sem querer, virei pro lado e lá estava: Fernando dormindo, de bruços, mas notei que numa posição diferente do corpo dele. Bêbado, inocente, alheio à minha traição. Me senti a pior mulher do mundo, a maior puta do mundo. Ao contrário do que qualquer um faria, isso me excitou ainda mais, a sensação de ser descoberta, a ousadia de fazer isso do lado dele, foi uma sensação que se somou naquele momento. Depois da cavalgada deliciosa, Memo me moveu pra eu descer, aí vi o pau dele duro, rígido, enorme. Peguei na minha mão e, sem mais, comecei a chupar. Tinha gosto dos meus fluidos, algo que com meu marido nunca consegui fazer, porque sempre odiei o gosto de uma buceta. Mas ali era diferente, tinha o pau escuro e venoso do Memo nas minhas mãos e não resisti a chupar. Chupei por um bom tempo. Masturbei com minha boca aquele falo. Ele aproveitou pra passar a mão em mim, acariciar minha buceta, enfiar um ou dois dedos na minha barriga, brincar com meu clitóris, brincou com um dedo no meu cu, que também tava molhado pela quantidade de fluidos vaginais. Não aguentei muito, precisava daquele pau dentro de mim. Leu meu pensamento, eu tava de quatro, ali de quatro ele veio por mim de novo. De uma pancada divina enfiou o pau dele na minha barriga. Começou de novo com a bombada. Não sei por que razão do destino, mas quando levantei o olhar de novo, lá estava ele. O rosto dele dormindo, entregue ao sono como eu ao meu amante. Senti de novo aquela sensação, a ponto de sentir que vinha um segundo e imenso orgasmo. Acelerei os movimentos e o Memo, que com as mãos tocava, beliscava, amassava, acelerou também. Senti novos choques, tensei meu corpo e soltei um gemido mais forte, não sei como o Mario não acordou com aquele aaaaggg, aaayyy! Que lembro claramente que fiz. Pensei que depois da gozada, o Memo tiraria o pau e me deixaria descansar, me enganei. Tirou o pau da minha buceta exausta, encharcada, pra começar a meter no meu cu. Tava dilatado pela brincadeira, então não resistiu nada. Mentiria se dissesse que doeu, só senti prazer. Meu cu não é virgem, porque o Mario já desvirginou há anos e de vez em quando eu dou pra ele provar. O Memo meteu o pau sem problemas, devagar, deixando pacientemente o esfíncter dilatar. Ele gemia enquanto sentia minha bunda se abrir. Olhei de novo pro rosto dormindo do meu marido. Minha cara de pau já era tanta que não sentia remorso em olhar pra ele sem vergonha, sendo penetrada no cu por um macho na presença dele. Acho que o Memo notou naquela hora minha atitude desafiadora, meu olhar provocador pro meu marido no sono profundo, e me empurrou pra eu subir meu torso na cama. Parece loucura, mas eu fiz, subi metade do meu corpo na cama, deixando minha raba pendurada, bem empinada pra continuar sendo fodida analmente. Fiquei tão perto do Mario que podia tocá-lo, não resisti. Por alguma razão perversa, comecei a acariciar o torso nu do meu marido, enquanto a cama balançava com as investidas do Memo metendo no meu cu. O ritmo frenético me fazia tremer de novo, talvez ajudado pela ação de ter meu marido ali. Comecei a beijar as costas dele, ele, bêbado e dormindo, não reagia aos meus beijos nem ao movimento ritmado da cama ou aos gemidos do Memo. Senti que meu amante tava perto de gozar e supus que queria fazer dentro do meu cu. Me concentrei em me mexer no ritmo dele, fazendo aquele negro começou a gemer de prazer. Logo senti uma quantidade enorme de líquido quente no meu cu, me enchendo enquanto soltava um gemido. Nessa altura, eu já estava sentindo vontade de um novo orgasmo, mas meu amante estava pronto. Meu amante gozou e se deitou sobre mim. Agora éramos nós três na cama. Eu estava exausta, mas também excitada. O cansaço, as bebidas, o sexo ardente e os orgasmos intensos nos derrubaram. Parece inacreditável, mas foi verdade: ficamos largados na cama, mal tivemos força para nos acomodar. Memo nem tirou o pau da minha buceta. Subiu enfiado em mim e ali ficamos. Dormimos profundamente, certos de que meu marido, agora corno, não acordaria. Nos enganamos. O que aconteceu pouco depois, evidentemente, foi meu marido quem me contaria tempos depois, pois naquele momento eu estava dormindo. Meu marido, já com o efeito do licor passado e talvez ajudado pelos solavancos e gemidos, despertou lentamente do torpor. A primeira coisa que sentiu foi minha presença nua ao lado dele, algo que não era estranho para ele. Sem se mexer, tocou meu corpo nu, ainda ignorando o que tinha acontecido. Mas enquanto se recuperava, ergueu o rosto da cama e descobriu que não estava sozinha. Memo, profundamente adormecido, abraçava por trás meu corpo inerte, encaixado na minha cintura como ficamos depois da fodida incrível. Mário me contou suas sensações, seus primeiros pensamentos, mas mesmo assim imagino seu espanto. Sua esposa amante, sua mulher, naquela posição, evidentemente derrotada por uma dose de sexo alheio. Agora, conhecendo como achava que conhecia meu marido, eu imaginaria uma reação típica: porrada, gritos, até um crime passional. Mas NÃO! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, ele se levantou, foi ao banheiro, suponho que até deve ter chorado de raiva, mas me contou que o resto da garrafa de uísque que trouxemos e com a qual pretendia convidar Memo, ele tomou direto da garrafa, sentado contemplando os amantes, que, satisfeitos, dormíamos. alheias à descoberta. Os drinks, a dor, a cena erótica, a raiva, sei lá. Mas o fato é que Mário, já com meia garrafa de bebida na cabeça, se aproximou do meu corpo nu e começou a me acariciar, do jeito que ele sabe fazer. Como quando me acorda excitada pra um "matinal", passou a lamber meus mamilos relaxados, me moveu com discrição pra me separar do meu amante, ficando eu de barriga pra cima, com as pernas semiabertas. Ali começou a chupar minha buceta, cheirosa de sexo e esperma alheio, mas evidentemente que ele sabe como despertar meu erotismo. Na verdade, conto pra vocês que muitas vezes ele me acordou com essas carícias, essas chupadas, e quando já estou consciente, já está me fodendo gostoso. Foi isso que ele fez. Meu marido começou seu tratamento de me excitar dormida, com lambidas, carícias e beijos. O auge costuma ser chupar minha buceta. Eu abri as pernas e senti um grande prazer, ainda meio dormindo e esquecendo o que tinha acontecido há pouco. Tava tão exausta que, dentro da minha grande excitação, só me dediquei a sentir prazer, alheia de que meu amante anterior ainda estava ali. De repente, como meu marido costuma fazer nesses casos, subiu em cima de mim e começou a me penetrar. Ainda semiconsciente, sentia seu bombeio suave como algo delicioso. Claro que com tudo isso fui terminando de acordar. A primeira coisa que descobri ao abrir os olhos era que ele tinha apagado a luz, então por um segundo nem sabia onde estava. Pouco tempo passou até eu cair na real do que tava rolando. Meu marido me fodendo ao lado do meu amante anterior. Fiquei petrificada! Abri os olhos com força até descobrir que Memo dormia tão perto de mim que ainda tinha contato físico com ele, podia tocá-lo. Fiquei aterrorizada com o que tava acontecendo até que, com o movimento, notei que Memo acordava lentamente do seu torpor sexual. Olhei de novo pro meu marido e não consegui evitar sentir muito prazer com a foda dele. Era uma mistura de prazer, medo, surpresa. Não ousei dizer nada, não Entendi por que ele fazia isso. O Memo foi acordando e não faço ideia do que pensou quando, já consciente, entendeu que eu estava ali dando pro meu marido. Não sei o que passou na cabeça dele, mas dá pra imaginar. Acho que o garoto deve ter pensado que eu era uma ninfomaníaca insaciável que queria mais. Falo isso porque a reação dele foi começar a me tocar, a acariciar meus peitos. No escuro, eu distinguia quem era quem, mas não sei se o Mario estava procurando por isso. Ele só se dedicava a me comer como o que eu era: uma puta. O Mario se levantou por cima de mim, não sei se pra convidar o Memo a entrar na festa. Mas assim que ele ergueu o corpo, o Memo se jogou nas minhas tetas. Chupava elas, eu ainda não sabia o que fazer, embora, claro, ficasse muito excitada com aquilo. Depois de sair do meu torpor por uns segundos e dominada pela excitação desses dois amantes, decidi me entregar ao prazer. Estendi a mão pra ver como estava o belo pau do belo negro. Já estava no ponto. Eu masturbava ele enquanto meu marido me comia. Como sempre acontece, me virei sem tirar ele pra ficar de quatro. Ali o Mario se aplicou a bombar com força, a me foder do jeito dele, e do meu também, embora dessa vez, acho que pelo momento, ele me penetrava com força, quase com fúria. O Memo se colocou na minha frente e enfiou na minha cara o pau ereto dele. Não perdi tempo em chupar, lambia no ritmo das penetrações que recebia do meu marido, que gemia de prazer. Nessa altura, eu já estava em êxtase. Sendo fodida agora pelo meu marido, chupando o meu amante, e na minha mente passava como um filme a sessão de sexo que eu tinha tido antes. Depois de ser fodida desse jeito, o Mario se deitou na cama e me puxou pra subir em cima dele. Subi, enfiando o pau dele na minha buceta dilatada. Continuei cavalgando por uns segundos, abstraída e ignorando meu outro amante, até que senti ele atrás de mim, me acariciando, lambendo minhas costas. Começou a se montar atrás de mim até se posicionar pra fazer uma dupla penetração. Enquanto eu fodia Pra meu marido, o Memo começou a acariciar o pau dele na entrada, enfiando devagarzinho. Percebi que o Mario, deitado tranquilamente embaixo, colaborava com a manobra de quem tinha comido a mulher dele, ficando parado. Eu me sentia completamente cheia, com um pau na minha buceta e outro no meu cu. Eles começaram a se mexer timidamente. A sensação me excitava, o trio gostoso e ardente, tava com vontade de gozar, mas precisava continuar. O Memo tirou o pau do meu cu e ficou ajoelhado de lado, enquanto eu continuava montada no meu marido. Ele sabe que nessa posição eu adoro fazer ele gozar. Montei com força, até sentir que teria um orgasmo enorme, tanto dentro da minha buceta quanto no meu clitóris. Ali, sem freios nem limites, gritei meu orgasmo, aproveitando ao máximo, sem ligar pro meu pecado ou pra presença do meu amante. Claro que depois dessa gozada imensa, caí em cima do meu marido, que me moveu suavemente pra me deitar na cama. Aí ele se aproximou, ajoelhado sobre meu corpo imóvel, e fez um sinal pro Memo, mostrando que era pra ele me foder. Sem pensar, o negão se jogou em cima de mim, enfiando sem mais nem menos o pau dele na minha buceta já cansada. Meteu com a clara intenção de gozar dentro de mim, de me encher mais uma vez com o leite dele. Enquanto me bombava com frenesi, meu marido se masturbava na minha cara. Nunca tinha deixado ele gozar na minha boca, a simples ideia sempre me pareceu nojenta, mas naquele momento eu ansiava que ele enchesse minha boca de porra. O Memo se posicionou pra permitir isso, ao mesmo tempo que grunhia e me bombava com muita força, sentia o esperma quente dele no meu ventre, me surpreende como ele conseguiu jorrar tanta porra depois da gozada que deu no meu cu. Meu marido, vendo a cena do orgasmo do negão, respondeu com um orgasmo gostoso, uma baita chuva de porra que caiu na minha boca, no meu rosto, até imagino que respingou no Memo. Nós, os amantes, estávamos exaustos, satisfeitos. Eu fiquei imóvel na cama. De repente, o Mario reagiu, falando de forma dura pro Memo: Bom, já vaza! A firmeza do meu marido assustou um pouco o Memo, que se levantou me olhando, foi se vestindo sem tirar os olhos de mim e saiu pela porta sem se despedir, sem me dizer nada. Me deixando confusa. Depois, sem falar uma única palavra, o Mário deitou do meu lado e dormiu como se nada tivesse acontecido. Quase nem conversamos até voltarmos da viagem, no avião mal trocamos palavras. Depois veio uma certa crise que acho que já superamos bem. Ele me contou os detalhes que conto aqui pra vocês e, além disso, fomos conversando sobre algumas coisas, mas também não me explicou a atitude dele. Agora, quase um ano depois, confesso que lembro com certa saudade do Memo, meu moreno amante. Às vezes me masturbo pensando naquela sessão, naquela noite em que deixei de ser uma esposa comum.

10 comentários - Infidelidad frente a mi esposo

p00lit0 +1
Tremendo relato , hermosa experiencia .
que ganas de ver ese hilo negro que estrenaste esa noche .
p00lit0 +1
gracias a ustedes por el relato , muy linda pareja.
una locura yasmin 👏🏾👏🏾🤤🤤🤤🤤
@p00lit0 la tanguita negra...😘

Traindo meu marido
p00lit0 +1
aaaaaaaa bueno , como me dejan..
es la foto perfecta , la tanga , el pelo asi ..
ideal para agarrarla del pelo y hacerselo , que bombom de mujer 😍😍😍😍
javi808 +1
Me encantó tu historia súper excitante