Minha esposa gostosa

A história que vou contar é 100% real, e quero dividir ela porque pode ajudar muita gente que quer experimentar esse mundo de experiências sexuais intensas, e se for a dois, melhor ainda. Desde que começamos a fazer esse tipo de coisa, a comunicação entre eu e minha esposa melhorou, e temos menos problemas de ciúmes. Na verdade, a gente fica excitado na cama lembrando do que fizemos. Preciso dizer que ainda estamos no processo, não fizemos tudo ainda. Por exemplo, ainda não rolou uma troca total de casais, só chegamos no oral, mas estamos no meio do caminho. Já fizemos o menage HMH com penetração, e recentemente a dupla penetração, que a gente curtiu pra caralho. Também devo dizer que minha mulher não é viciada nisso, mas pelo menos aceitou e curtiu, como ela mesma fala. Ainda assim, acho que posso servir de inspiração pra muitos maridos ou casais que querem viver essas experiências.

Os homens sempre fantasiam com esse tipo de coisa, revistas e filmes estão ao alcance de todo mundo, mas as nossas mulheres precisam ser motivadas, ensinadas se não souberem. Lembro que, com medo, falei com minha esposa sobre isso, e quando mostrei a primeira revista pornô que ela tinha visto na vida, ela ficou brava e não quis ver. Mas outra hora, ela me pediu pra comprar uma pra ver na cama, e naquele momento ninguém vendia por perto. Depois, comprei uma especialmente pra ela ver, uma que tinha fotos de uma mulher com dois homens. Eu tremia pensando onde aquilo podia dar, mas minha excitação falou mais alto e mostrei pra ela, e chamou a atenção dela. Eu gostava de enfiar coisas na buceta dela, tipo bananas, pepinos e salsichas, e com isso a gente começou a fantasiar sobre como eu adoraria que vissem ela pelada e depois fazer a três, ou seja, minha mulher com dois homens. Isso excitava pra caralho tanto ela quanto eu. Depois, mostrei o primeiro vídeo pornô num motel, e ela ficou vidrada nas cenas, eu comparava... Revistas de ménage HMH pra mostrar pra ela e a gente ficar excitado, mas naquela época minha mulher raramente ficava a fim da ideia de um ménage com outra mulher ou qualquer coisa que envolvesse a presença de uma mina; na verdade, ela só de ouvir falar já ficava puta, e quando eu tocava no assunto fora da cama sobre realizar o ménage HMH, ela também se irritava. O tempo foi passando e a gente só fantasiava; eu ficava pensando em como fazer minha mulher aceitar realizar essas paradas. Aí me veio a ideia de soltar ela tirando fotos dela, sabendo que ela e eu sabíamos que quem revelasse as fotos ia se dar bem com o corpo dela. Esse foi o primeiro passo grande pra ela se soltar; cada foto era mais ousada que a anterior, primeiro não dava pra ver nem o rosto dela, depois já aparecia, e eu sempre lembrava minha mulher que o revelador tinha visto ela pelada. Uma vez deixei uma foto dela numa cabine telefônica pública pra alguém achar, e fiquei na frente vendo um cara olhar pra foto e guardar — isso também era um jeito de me preparar. Outra vez fomos ao cinema ver um filme normal, quando um cara sentou do lado dela e pegou na coxa dela; eu cortei o cara e ele vazou, mas já em casa, na cama, a gente ficou excitado com aquilo; eu perguntava até onde ele tinha pegado e tal. Além disso, comecei a perguntar o que ela tinha feito com os ex-namorados dela; eu fui o primeiro homem dela, mas eles já tinham avançado um pouco, pelo menos com os peitos dela; eu perguntava se ela tinha gostado de como chupavam os peitos dela, e ela dizia que sim, e a gente ficava excitado. Depois de um tempo, comecei a entrar na net, onde tem um monte de casos de casais que fazem essas práticas, tem fotos, chats especializados e contatos; lá eu conversava pela primeira vez com casais e caras, falando sobre transar com minha mulher — era excitante, interessante pelo menos. Contei pra minha mulher, ela ficou meio puta, mas depois esqueceu, embora eu tenha dito que tava procurando um cara. Para realizar o trio, ela estava na dúvida. Então entrei em contato com alguns caras, eles me passaram o número e eu entrevistei eles. Um deles me pareceu o mais adequado, tinha uma boa aparência e pensei que com certeza agradaria minha mulher, ele tinha experiência, até me mostrou fotos das experiências dele. Então fiz minha esposa falar com ele depois por telefone, ela meio irritada aceitou, e dali pro encontro foi só um passo... Naquela época, ele também tinha uma parceira sw igual a ele, embora a gente só tenha conversado por telefone. Mas voltando ao encontro, propus pra minha esposa e a esquentava na cama como de costume, mas fora dela ela resistia. Mas com tanta insistência, ela aceitou. A ideia era só se conhecer, dançar, só isso naquela noite, e expliquei isso pra ele também. Então marcamos pra uma noite. Minha esposa, ainda meio irritada, se arrumou, estava muito gostosa. Nos encontramos com ele e nos cumprimentamos, e em poucos minutos entramos numa festa. Lá ele se saiu muito bem, falava das experiências dele com casais, e pra ele já era natural. Além de ser bem dotado fisicamente, ele sabia se virar, e dava pra ver que eu tinha escolhido bem, porque minha esposa foi entrando no clima, estava animada. Pedia pra eles irem dançar, mas que não demorassem. Ele aproveitava pra colar o corpo nela e levá-la e trazê-la pela mão. A verdade é que eu também estava curtindo estar ali naquela situação que a gente mesmo tinha criado. Lembro que eu tinha levado umas fotos da minha mulher pelada, e quando ela foi ao banheiro, mostrei pra ele, isso o animou ainda mais. E quando eles saíram pra dançar, e eu não perdia nenhum detalhe, vi pela primeira vez como minha esposa era beijada... Meu coração dava um salto, era tesão, ciúmes, satisfação. Era o primeiro contato sw. A gente é um casal tradicional e até hoje nos consideramos assim. Duas ou três vezes por ano, no máximo, a gente tem alguma experiência desse tipo, nada mais. Então aquele era o começo, e eu estava adorando. Quando eles voltaram pra mesa, pedi pra eles se beijarem ali mesmo. Pra ver eles de perto, imagina que loucura... Minha esposa tava realmente curtindo a festa, embora não quisesse ir mais longe ainda, também não queria que a festa acabasse; quando falei pra gente ir pra casa, ela queria continuar dançando. Depois de um tempo, finalmente nos despedimos até a próxima, com um beijo entre eles, claro, além de todo mundo já estar avisado que era só uma festa pra se conhecer... Esse foi nosso primeiro contato, nosso primeiro passo real no swing. Depois do nosso primeiro encontro com um cara, eu e minha esposa ficamos impactados; embora só tenham rolado beijos com minha permissão numa balada, tinha sido nossa primeira experiência na vibe sw. Minha esposa ficou superexcitada; se naquela noite não fomos além, foi pelos preconceitos mais dela e um pouco dos meus, e por não dar mais tempo pra noite também. Esse cara com quem saímos também tinha parceira, com quem conversei por telefone; minha ideia era sairmos os quatro, mas não era a ideia da minha esposa, então quando contei, ela ficou irritada e o tesão esfriou. Depois de um tempo, planejei outra saída com o mesmo cara; dessa vez propus pra minha mulher só fazer o oral, e ela aceitou, mas não muito animada, diga-se de passagem. Ela se arrumou super bem, no entanto; eu observava ela se trocando, emocionado, verdade seja dita, dá uma sensação gostosa quando você vai fazer essas coisas com sua parceira, com quem divide a vida há tantos anos. Novamente fomos a uma festa; lá, minha esposa tava confortável de novo. Eu expliquei pra ele até onde íamos naquela noite, e ele aceitou como um cavalheiro, como deve ser — e é uma recomendação pros casais: antes de sair com um cara, conversem muito com ele; lá, você vai percebendo a personalidade e conhecendo fisicamente, mesmo que seja por foto. Com casais é praticamente a mesma coisa, e é bom que as garotas conversem por telefone, isso elimina dúvidas sobre a condição de casal. Então fomos de novo a uma festa; lá, só conversamos de... Qualquer coisa e a gente dança. Quando saímos, fomos no carro dele pra um hostel. Ele tava dirigindo e a gente atrás. Ele falou na recepção e entramos nós três no mesmo quarto. Quando entramos, pedi pra eles sentarem na cama. Tavam todos sorrindo, nervosos. Pedi pra eles se beijarem, de língua, e entre risadas eles fizeram. Daí ele falou pra minha esposa dançar, mesmo sem música. Ele beijou ela e continuaram se pegando de pé. Eu soltei a blusa da minha esposa e afrouxei o sutiã dela; levantei um pouco a blusa e peguei nos peitos dela. Também desabotoei a calça dela e puxei um pouco pra baixo, deixando a bunda e a selva dela à mostra. Ele se jogou na cama sem soltar minha esposa, ela por cima dele, e eu tirando fotos. Continuavam se beijando, ele agarrava ela com força. Nisso, minha esposa começou a procurar o pau dele por cima da roupa. Aí pedi pra eles se levantarem, pedi pra ele colocar a camisinha pra minha esposa chupar ele. Era a primeira vez na vida que minha esposa via, tocava e chupava outro pau que não fosse o meu. Ela chupou igual chupa em mim. Pra mim já era o suficiente, pedi pra parar por ali naquela ocasião, e ele teve que aceitar. Além disso, ele já tava avisado que era assim que tinha que ser. Ficou por ali daquela vez, até um tempo depois. Depois continuei com minha esposa transando só nós dois, conversando felizes sobre o que aconteceu. Minha esposa falou que pelo menos devia ter tirado a porra dele, mas isso já foi na próxima vez.

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