Era meu primeiro encontro como "acompanhante" ou como puta, vocês colocam o rótulo que preferirem...
Às 23h me esperava um tal de Carlos, eu tinha só uma hora pra me preparar...
Vesti um vestido vermelho curto, colado ao corpo de seda e uma tanga azul... sapatos vermelhos e não coloquei sutiã... meu marido quase enlouqueceu quando me viu...
-Mas o que que há com você?!!! Onde vai vestida assim?...
-Trabalhar! Onde mais cê acha?.. Respondi fingindo estar brava...
-Mas vai trabalhar de babá ou de puta? - Com um sorriso irônico respondi...
-De puta... vou trabalhar de puta...-
-Meu amor... sério... não acho que seja a roupa adequada... veste outra coisa...- Olhei pra ele com raiva e falei seco...
-Não tenho tempo pra perder com teu ciúme... vou embora... o táxi já chegou...- Me despedi com um beijo e saí... ao entrar no carro, dei o endereço pro motorista... depois de umas quadras, ele me surpreendeu com uma pergunta...
-Desculpa, loirinha... quanto cê cobra?- ... fiquei gelada...
-Como é que é? - Perguntei...
-É... cê ouviu direito, gostosa... quanto cê cobra?...- Não soube o que responder... e ele insistiu...
-Porque não vai me dizer que tá vestida assim pra ir à missa... é óbvio que vai dar...- Não aguentei mais a intromissão e avisei...
-Olha, idiota... não se mete no que não é da sua conta...-
-Não seja tão malvada! Só queria te contratar...- Ele disse com sarcasmo...
Quando chegamos no destino, paguei a corrida e ele, junto com o troco, me entregou um cartão pessoal com o telefone celular dele e uma frase que dizia "Antonio... Motorista Particular"
-Quando precisar se locomover, me liga, gostosa.- Agradeci com um sorriso falso e desci... ouvi ele dizer... "Rabão lindo, gata"... isso me lisonjeou um pouco... olhei a hora, eram 23h em ponto, o lugar era bem velho, um casarão antigo mal cuidado, não tinha campainha, então bati na porta, não demorou pra abrir e do outro lado, pra minha surpresa, me atendeu um homenzinho pequenininho! Nem sequer Ele chegava só na minha cintura! Um anão! Só o que me faltava! Desde que comecei a ser infiel, já experimentei todo tipo de homem, mas isso já era demais, haja!
— Tô procurando o Carlos... é você? — perguntei...
— Sim... sou eu... entra... qual é seu nome?
— Julieta... — falei enquanto passava por ele...
— Vamos pra cima... — ele disse, apontando pra uma escada... subimos e entramos num quarto que tinha um guarda-roupa velho com um espelho grande numa das portas e também uma cama antiga, daquelas de cano e elástico de mola...
— Então, putinha... pra começar, chupa minha pica um pouco... — O anão deu um pulinho e sentou na beirada da cama... Peguei um dos travesseiros que tinha na cabeceira e me ajoelhei nele, na frente do homenzinho, desabotoei a calça dele e meti a mão pra tirar o pau dele. Antes mesmo de ver, só no toque da minha mão já percebi que aquela pica não era normal. Quando tirei, vi que era algo descomunal. Como é que um homenzinho tão pequeno podia ter uma pica tão grossa e comprida? Me perguntei... Ele notou meu espanto e disse, se gabando dos atributos:
— O quê? Nunca viu uma pica tão grande? — Não perdi tempo com palavras e meti na boca, e aos poucos fui deixando ele mais duro com meus lábios. Quando chegou no tamanho máximo, o anão pediu:
— Bate uma pra mim... bate com as duas mãos... — Nem hesitei, peguei firme com as duas mãos e comecei a masturbar ele... depois de uns minutos, ele pediu pra parar:
— Já chega, putinha... vai me fazer gozar... vamos foder — Soltei ele e tirei uma camisinha da minha bolsa, tentei colocar nele, mas rasgou. Aí peguei outra e também rasgou. Só tinha mais uma, então falei:
— Se essa rasgar, é a última, então coloca você mesmo e com cuidado... — Ele colocou devagar, e dessa vez a camisinha aguentou. Era óbvio que eram pequenas pra um pau daquele tamanho... O anão pulou da cama e ficou atrás de mim, a cara dele na altura da minha bunda, levantou minha saia... vestido e começou amorder minhas nádegas tão forte que me fez doer...—Pra Carlos! Que me dói! Além disso, não quero que me deixe marcas!— Ele não ligou e cravou os dentes na minha bunda com muita força... não consegui evitar gritar...
—Aiii! Idiota! O que cê tá fazendo!?— Ele mandou eu subir na cama e ficar na posição de putinha... obedeci e ele pulou num pulo só e, parado atrás de mim, me segurou pela cintura e começou a esfregar o pau na minha calcinha fio dental, a verdade é que eu já tava mais que tarada, então não aguentei muito pra pedir...
—Coloca em mim, Carlos... quero que me coma com força...—
—Você é uma puta fogosa— Ele disse e baixou minha calcinha até os joelhos e, sem hesitar, enfiou centímetro por centímetro todo o pau dele e começou a me penetrar selvagemente, como se fosse um cachorro no cio, os movimentos dele eram frenéticos, sacudia meu corpo inteiro, ficou uns dez minutos assim até que tirou e encostou no meu cu...
—Vou arrebentar teu rabo por puta...— Ele disse... e a verdade é que eu desejava aquilo com toda a minha alma... me abaixei um pouquinho mais pra ele conseguir me penetrar com mais facilidade e, depois de cuspir no meu buraquinho, ele tentou colocar no meu booty, mas foi difícil porque o pau dele era muito grosso e, pra piorar, na segunda tentativa a camisinha estourou... ouvi ele resmungar... "puta que pariu"
—Estourou a camisinha e não temos mais— Ele disse...
—Não importa... coloca do mesmo jeito, Carlos...— Pedi desesperada...
—Ah... mas você é puta demais!— Ele brincou e encostou com firmeza o pau na minha portinha dos fundos e empurrou até conseguir o que queria...
—Issooo, que bunda linda você tem, puta!— Ele disse e começou a bombar de um jeito que a cama balançava pra todo lado... foram uns 15 minutos intermináveis, o anão era um animal!!!! Quando o pau dele explodiu dentro de mim, tive um orgasmo do caralho...
—Não me diga que você tá gozando, puta desgraçada! Como você adora pau, filha da puta!!!— Ele disse e encheu meus intestinos de porra.... ainda depois de vários minutos, já no táxi voltando pra casa, sentia escorrendo. Porra do meu corpo...o anão prometeu me ligar de novo...e eu tava mesmo adorando que ele fizesse isso...quando cheguei em casa, meu marido ainda tava acordado na sala...
— E aí? Como se comportaram as crianças? — ele me perguntou...
— Perfeito... me fizeram divertir pra caralho... —
— Bom, amor... que bom — ele disse, e eu fui reto pro banheiro... porque precisava me limpar...
Às 23h me esperava um tal de Carlos, eu tinha só uma hora pra me preparar...
Vesti um vestido vermelho curto, colado ao corpo de seda e uma tanga azul... sapatos vermelhos e não coloquei sutiã... meu marido quase enlouqueceu quando me viu...
-Mas o que que há com você?!!! Onde vai vestida assim?...
-Trabalhar! Onde mais cê acha?.. Respondi fingindo estar brava...
-Mas vai trabalhar de babá ou de puta? - Com um sorriso irônico respondi...
-De puta... vou trabalhar de puta...-
-Meu amor... sério... não acho que seja a roupa adequada... veste outra coisa...- Olhei pra ele com raiva e falei seco...
-Não tenho tempo pra perder com teu ciúme... vou embora... o táxi já chegou...- Me despedi com um beijo e saí... ao entrar no carro, dei o endereço pro motorista... depois de umas quadras, ele me surpreendeu com uma pergunta...
-Desculpa, loirinha... quanto cê cobra?- ... fiquei gelada...
-Como é que é? - Perguntei...
-É... cê ouviu direito, gostosa... quanto cê cobra?...- Não soube o que responder... e ele insistiu...
-Porque não vai me dizer que tá vestida assim pra ir à missa... é óbvio que vai dar...- Não aguentei mais a intromissão e avisei...
-Olha, idiota... não se mete no que não é da sua conta...-
-Não seja tão malvada! Só queria te contratar...- Ele disse com sarcasmo...
Quando chegamos no destino, paguei a corrida e ele, junto com o troco, me entregou um cartão pessoal com o telefone celular dele e uma frase que dizia "Antonio... Motorista Particular"
-Quando precisar se locomover, me liga, gostosa.- Agradeci com um sorriso falso e desci... ouvi ele dizer... "Rabão lindo, gata"... isso me lisonjeou um pouco... olhei a hora, eram 23h em ponto, o lugar era bem velho, um casarão antigo mal cuidado, não tinha campainha, então bati na porta, não demorou pra abrir e do outro lado, pra minha surpresa, me atendeu um homenzinho pequenininho! Nem sequer Ele chegava só na minha cintura! Um anão! Só o que me faltava! Desde que comecei a ser infiel, já experimentei todo tipo de homem, mas isso já era demais, haja!
— Tô procurando o Carlos... é você? — perguntei...
— Sim... sou eu... entra... qual é seu nome?
— Julieta... — falei enquanto passava por ele...
— Vamos pra cima... — ele disse, apontando pra uma escada... subimos e entramos num quarto que tinha um guarda-roupa velho com um espelho grande numa das portas e também uma cama antiga, daquelas de cano e elástico de mola...
— Então, putinha... pra começar, chupa minha pica um pouco... — O anão deu um pulinho e sentou na beirada da cama... Peguei um dos travesseiros que tinha na cabeceira e me ajoelhei nele, na frente do homenzinho, desabotoei a calça dele e meti a mão pra tirar o pau dele. Antes mesmo de ver, só no toque da minha mão já percebi que aquela pica não era normal. Quando tirei, vi que era algo descomunal. Como é que um homenzinho tão pequeno podia ter uma pica tão grossa e comprida? Me perguntei... Ele notou meu espanto e disse, se gabando dos atributos:
— O quê? Nunca viu uma pica tão grande? — Não perdi tempo com palavras e meti na boca, e aos poucos fui deixando ele mais duro com meus lábios. Quando chegou no tamanho máximo, o anão pediu:
— Bate uma pra mim... bate com as duas mãos... — Nem hesitei, peguei firme com as duas mãos e comecei a masturbar ele... depois de uns minutos, ele pediu pra parar:
— Já chega, putinha... vai me fazer gozar... vamos foder — Soltei ele e tirei uma camisinha da minha bolsa, tentei colocar nele, mas rasgou. Aí peguei outra e também rasgou. Só tinha mais uma, então falei:
— Se essa rasgar, é a última, então coloca você mesmo e com cuidado... — Ele colocou devagar, e dessa vez a camisinha aguentou. Era óbvio que eram pequenas pra um pau daquele tamanho... O anão pulou da cama e ficou atrás de mim, a cara dele na altura da minha bunda, levantou minha saia... vestido e começou amorder minhas nádegas tão forte que me fez doer...—Pra Carlos! Que me dói! Além disso, não quero que me deixe marcas!— Ele não ligou e cravou os dentes na minha bunda com muita força... não consegui evitar gritar...
—Aiii! Idiota! O que cê tá fazendo!?— Ele mandou eu subir na cama e ficar na posição de putinha... obedeci e ele pulou num pulo só e, parado atrás de mim, me segurou pela cintura e começou a esfregar o pau na minha calcinha fio dental, a verdade é que eu já tava mais que tarada, então não aguentei muito pra pedir...
—Coloca em mim, Carlos... quero que me coma com força...—
—Você é uma puta fogosa— Ele disse e baixou minha calcinha até os joelhos e, sem hesitar, enfiou centímetro por centímetro todo o pau dele e começou a me penetrar selvagemente, como se fosse um cachorro no cio, os movimentos dele eram frenéticos, sacudia meu corpo inteiro, ficou uns dez minutos assim até que tirou e encostou no meu cu...
—Vou arrebentar teu rabo por puta...— Ele disse... e a verdade é que eu desejava aquilo com toda a minha alma... me abaixei um pouquinho mais pra ele conseguir me penetrar com mais facilidade e, depois de cuspir no meu buraquinho, ele tentou colocar no meu booty, mas foi difícil porque o pau dele era muito grosso e, pra piorar, na segunda tentativa a camisinha estourou... ouvi ele resmungar... "puta que pariu"
—Estourou a camisinha e não temos mais— Ele disse...
—Não importa... coloca do mesmo jeito, Carlos...— Pedi desesperada...
—Ah... mas você é puta demais!— Ele brincou e encostou com firmeza o pau na minha portinha dos fundos e empurrou até conseguir o que queria...
—Issooo, que bunda linda você tem, puta!— Ele disse e começou a bombar de um jeito que a cama balançava pra todo lado... foram uns 15 minutos intermináveis, o anão era um animal!!!! Quando o pau dele explodiu dentro de mim, tive um orgasmo do caralho...
—Não me diga que você tá gozando, puta desgraçada! Como você adora pau, filha da puta!!!— Ele disse e encheu meus intestinos de porra.... ainda depois de vários minutos, já no táxi voltando pra casa, sentia escorrendo. Porra do meu corpo...o anão prometeu me ligar de novo...e eu tava mesmo adorando que ele fizesse isso...quando cheguei em casa, meu marido ainda tava acordado na sala...
— E aí? Como se comportaram as crianças? — ele me perguntou...
— Perfeito... me fizeram divertir pra caralho... —
— Bom, amor... que bom — ele disse, e eu fui reto pro banheiro... porque precisava me limpar...
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