Os operários arrebentaram a buceta da mamãe

Me chamo Raul e tenho 15 anos. Essa história aconteceu uns meses atrás. Minha mãe é dona de casa e tem 40 anos, apesar da idade, ela se conserva muito bem. Meu pai é mais velho que ela, tem 50 anos e trabalha como funcionário público. Tanto meu pai quanto eu somos bem conservadores, e minha mãe discutia muito com a gente por causa disso, já que ela é muito mais mente aberta e tem outras ideias que eu nem imaginava. Um dia, quando voltei da escola, encontrei meus pais discutindo. Parece que minha mãe tinha contratado uns peões pra fazer a piscina do jardim. O problema é que a turma era formada por 3 negões, pretos como carvão. Os três deviam ter mais de 1,90m e eram muito fortes. Apesar da briga, como o preço era muito mais baixo do que meu pai imaginava, ele aceitou que os caras ficassem pra trabalhar, mesmo que a cor da pele deles não despertasse confiança nem em mim nem nele. Duas semanas depois, os peões quase estavam terminando o serviço quando entraram em casa. Eles tinham tirado a parte de cima do macacão e mostravam os torsos suados. Minha mãe pareceu ficar maravilhada com o que via, o que não fez meu pai gostar nem um pouco. Ele xingou eles e mandou saírem imediatamente da casa dele. O motivo era absurdo: eles eram negros, e era isso que meu pai não gostava. Meu pai disse que não ia pagar eles, e esse foi o erro. Eles ficaram putos e juntaram as coisas. Mas quando a gente achou que iam embora, eles bateram no meu pai e nos jogaram no chão. Fecharam as portas, pra surpresa da minha mãe, e disseram que então iam ter que cobrar na carne. A ideia desses negões era clara: iam foder minha mãe na frente do filho e do marido. Eles nos amarraram em umas cadeiras. Não deu pra fazer nada, porque eram mais numerosos, maiores e mais fortes que meu pai, e muito mais que eu. Minha mãe, que até então não tinha reagido, vestia um shortinho curto e uma camiseta justa. Os negões a pegaram... Disseram que não iam nos machucar se ela se comportasse bem com eles. Ela pareceu entender na hora, e foi aí que começou a perceber que aqueles 3 negros iam foder ela bem na nossa frente. — Vamos ver o que temos aqui. Um dos homens rasgou o decote da mamãe, expondo os peitos dela. Os negros disseram que ela tinha uns peitos lindos e que ela ia gozar com tudo aquilo. Os negros se posicionaram ao redor dela. Mamãe entendeu o que aqueles negros queriam, respirou fundo e, com as duas mãos, abaixou os zíperes deles. Respirou fundo e começou a procurar as pirocas deles. Quando deslizou as mãos dentro das calças dos dois negros, enquanto o outro olhava pra gente sorrindo, os olhos da mamãe se arregalaram de surpresa. Eram totalmente monstruosas. Ao tirar uma e depois a outra, mamãe olhou fixamente pra elas sem se controlar. Nenhuma das duas estava dura, mas ambas mediam uns 20 centímetros e tinham a grossura do pulso do meu pai. — Ai, meu Deus! — exclamou mamãe, e os três homens riram. — Todos os negros temos umas pirocas enormes, mamãe. Os racistas do seu filho e do seu marido não imaginavam que a gente tinha uns instrumentos muito maiores que os deles. Um dos negros olhou pra gente e cuspiu: — Essas pirocas negras vão perfurar a sua mulher e vão encher ela por completo. Ela pegou as duas pirocas, aproximando elas de si, pesando aquelas estacas maciças de carne. Mamãe se virou pro homem da esquerda e, pegando a pica enorme dele, meteu na boca. Mamãe chupou... chupou de verdade, engolindo, deslizando os lábios ao longo do cabo, sentindo como deslizava pelos lábios dela até os lábios pressionarem contra os pelos pubianos. — Uh, cara... — disse o homem olhando pro papai. — Sua mulher sabe mesmo chupar uma pica. Hum, hum, — mamãe ofegava enquanto tirava a pica dura da boca. Um fio de saliva ligava os lábios dela à ponta da pica preta. Sem uma palavra, mamãe se virou e engoliu vorazmente a outra pica, balançando a cabeça pra cima e pra baixo. — Cara, olha só... Sua mãe. Tá engolindo nossas pirocas como uma verdadeira profissional." Os caras fizeram um círculo em volta dela e minha mãe começou a mamar sem parar, era uma verdadeira devoradora de rola. Ela tava com um problema, porque as pirocas eram tão grossas que ela tinha que fazer um esforço danado pra abrir a boca ao máximo e conseguir engolir. Um deles me soltou e mandou eu buscar umas cervejas enquanto eles comiam minha mãe, me deu um tapa e eu tive que obedecer, depois me amarrou de novo. Continuaram bebendo as cervejas enquanto minha mãe chupava as pirocas deles, mamando uma atrás da outra. Já tava há mais de 30 minutos chupando, quando um deles encheu a garganta dela de porra. Foi na hora que minha mãe tava enfiando o pênis dele até o fundo da garganta pra ver até onde chegava. A primeira descarga foi parar na campainha dela. Depois ele puxou a rola um pouquinho pra fora e uma segunda descarga, ainda mais forte, bateu no céu da boca dela. Minha mãe engoliu tudo, sem deixar cair uma gota pra fora. Com isso ficou claro que minha mãe tava totalmente entregue pra esses negões, não eram eles que tavam fodendo ela, era minha mãe que tava fodendo eles. Em alguns momentos, minha mãe parecia sorrir e sentir prazer chupando aquelas pirocas pretas na nossa frente, era como se quisesse dar uma lição pra gente. Outro cara se colocou na frente dela e sussurrou: "Chupa minha rola" e enfiou o pau goela abaixo da minha mãe. As bochechas dela incharam ao acolher toda aquela carne na boca, ela chupou, chupou a piroca daquele negão com a mesma habilidade que usou com os outros dois caras. Meu pai não acreditava no que tava vendo quando um dos negões pulou entre as coxas da minha mãe. Pegou o pênis com uma mão e guiou até a buceta dela, deixando o peso cair sobre ela, deixando a rola deslizar naquela buceta quente e molhada. "Aaaahhh...", gemeu ela, sentindo a buceta apertada e molhada da minha mãe espremer a piroca dele. Os outros dois se aproximaram do rosto dela, enfiando as pirocas na boca da minha mãe sem parar. alterna, enquanto o outro a fodia. Papai estava atordoado, chocado e indefeso. Já era duro pra caralho não conseguir impedir os caras que abusavam da esposa dele, mas ter que olhar enquanto fodiam ela... metendo a pica dura dele pra dentro e pra fora, uma e outra vez... ter que ouvir os gemidos falsos da mamãe se transformando em gritos de prazer enquanto ela chupava as pirocas dos negões e levantava a buceta pra encontrar a pica daquele outro animal, mamãe berrava igual um bicho a cada estocada daquela pica preta na bucetinha dela, mamãe começou a pedir mais e mais "Me fode, filho da puta, me fode inteira". Pouco depois ele tirou a pica da buceta dela e mandou mamãe se ajoelhar na frente dele, enfiou a pica na boca dela com a intenção clara de encher a garganta dela de porra de novo. Papai e eu não valíamos nada, mamãe agora só queria ser fodida e como ela esperava que a gozada daquele negão fosse deliciosa. Sentir o calor dele, a carga das bolas dele escorrendo pela garganta dela. "Ai, meu Deus!" ele gritou "vou gozar na sua boca." Papai e eu olhávamos paralisados enquanto mamãe agarrava a bunda daquele negão puxando ele e engolindo a pica toda até a garganta, mantendo ele ali, com os lábios dela apertados contra a pélvis dele, enquanto ele esvaziava as bolas. "Uhh...!" ele gemeu, o corpo dele se contorceu quando disparou um jato de porra na garganta da minha mãe. "Uhh, Deus!" outro espasmo, ele sacudiu os quadris tirando a pica da boca da minha mãe.. "Mmmm ..." mamãe engasgava, engolia a porra vorazmente que escorria pelos cantos dos lábios dela. "Fode a cara da tua puta", ela pediu, "goza na minha boca". Papai achou que ia desmaiar quando viu aquele negão cravando o pênis enorme na garganta da esposa dele. Tudo que ele conseguia ver era o brilho nos olhos da minha mãe enquanto ela engolia uma vez e outra e outra... Em menos de um minuto acabou tudo. O negão tirou a pica mole da boca da minha mãe e se deitou de costas exausto. Mamãe tinha se esquecido de Pra ela, tanto fazia. Ela começava a gozar que nem uma puta no cio. Vendo o comportamento dela, os outros negões ficaram ainda mais excitados e, obviamente, todos queriam gozar na boca dela, pra não ficar por baixo. Além disso, participavam da nossa humilhação com comentários como:
— Parece que a mamãe prefere a pica preta.
— Sua mulher adora a porra dos nossos biberões, é uma puta branca de verdade.

O segundo a esvaziar as bolas agarrou ela pelos cabelos com força e começou a balançar a vara, apontando direto pra boca aberta da mamãe. Pelo menos três jatos de esperma quente penetraram na garganta dela, enquanto outros dois se estamparam nos lábios e no nariz, deixando a cara da mamãe toda suja. Do seguinte, ela só conseguiu receber o primeiro jato dentro da boca, porque foi tão grande que encheu ela toda de porra. Os outros, ela recebeu resignada nas bochechas e nos lábios. Já tinha a cara toda encharcada, e a porra escorria pelos peitos dela, molhando o corpo inteiro. Ela se levantou como pôde e foi tateando até o banheiro, porque tinha as pálpebras cheias de sêmen e não conseguia abrir os olhos.

Quando voltou pra sala, um deles disse:
— Me deixou a mil, branquela. Quero te foder agora mesmo.
E sem mais, inclinou o corpo dela pra frente, tateou a buceta dela e enfiou a pica de uma vez, com um golpe seco e forte. A mamãe já tava muito quente e começou a curtir que nem uma louca as pirocadas do negão. A mamãe agarrou o pau de outro negão e enfiou na boca de uma vez. Começou a chupar com força, como se a vida dela dependesse disso. Vendo aquilo, os outros ficaram na pilha. Ela olhou pra eles, com a boca cheia de pica, e fez um sinal pra irem se revezando. Chupou todos com a mesma sede. O que tava fodendo ela cedeu o lugar pra outro e, depois de umas metidas, enfiou até as bolas.

Pouco depois, o que ainda não tinha fodido ela pegou uma cadeira, sentou perto da gente, chamou a mamãe e pediu pra ela... sentaria no pau dele. Ela tirou da buceta o pau do cara que até aquele momento tava comendo ela e foi até ele. Pegou o pau dele com dois dedos, encostou na racha dela e, de uma só vez, enfiou até o fundo. Ela fodia como se fosse uma gostosa selvagem. Cavalgava o pau duro dele até que ele pediu pra ela ficar de quatro, igual uma cadela.

“Ah, meu Deus...” murmurou papai quando percebeu. Iam sodomizar a mulher dele, pelo visto ela nunca tinha deixado ele fazer isso, mas mamãe tava gozando igual uma puta e gritou pra ele calar a boca e ver o show de como estavam comendo a esposa dele. Aqueles homens enormes iam sodomizar minha mãe. Por favor, por favor, não machuquem ela, imploramos entre as risadas deles.

O homem foi até mamãe e agarrou o cabelo dela. “Vira, puta”, ordenou, e mamãe se deitou de barriga pra baixo, a bunda firme e bronzeada dela se destacava, convidativa. O preto não precisou de incentivo, pulou atrás da minha mãe e enfiou o pau no cu dela, não com cuidado, mas de forma selvagem e brutal. “Ahhhhh”, gemeu mamãe quando os 25 cm de pau daquele preto penetraram até as bolas. Enquanto isso, mamãe continuava chupando o pau de outro preto enquanto o grandalhão bombava no cu dela. Mamãe começou a nos insultar, chamando meu pai de corno e a mim de otário, olha como tão me comendo pelo cu, olha. “É tão apertado”, sibilou o preto entre os dentes cerrados. “Ah, gostosa, teu cu é tão apertado.” Papai ouviu a mulher gemer e viu ela pegar nas mãos daquele preto, levantando o corpo do chão por um momento pra que o negão pudesse agarrar as tetonas dela. “Aperta elas enquanto me fura”, implorou mamãe, nos surpreendendo com a linguagem dela. “Arrebenta meu cu, amor, me machuca.” O preto começou a martelar o cu da minha mãe com tudo. Mamãe gemeu, tremendo, e disse algo que nunca esqueceríamos. “Pode me comer pelo cu sempre que quiser... a partir de agora. É só falar uma palavra que eu me ajoelho pra você, também vou me ajoelhar.” para seus amigos. Você gostaria disso? Gostaria que eu deixasse seus amigos fazerem isso?". Os 3 negros caíram na risada. Ela se levantou e se inclinou, mostrando todo o corpo, apoiada na mesa da sala, piscou um olho pra eles, nos olhou e disse: -Vamos, rapazes. Metam no meu cu até me arrebentarem. O buraco dela já estava bem dilatado e o pau daquele negro entrou sem dificuldade, o filho da puta bombava a bunda da minha mãe com força, dava pra ver que ele tava fodendo com gosto, minha mãe sentia a piroca daquele negro batendo nos intestinos dela enquanto o outro mandava ele terminar, que ia rasgar ela. Todos passaram pela retaguarda dela várias vezes, e minha mãe estava de costas, recebendo toda aquela porrada e adorando cada segundo da enrabada. Depois de mais de meia hora de enrabada, ela se levantou e mandou um deles deitar no chão. Ele obedeceu na hora, e ela pegou o pauzão dele com a mão e enfiou de uma vez no cu dela. Foi um baita esforço, mas minha mãe conseguiu que, enquanto um fodia ela, os outros dois metessem as picas na boca dela ao mesmo tempo. Minha mãe teve um orgasmo violento, que a faria gritar que nem uma louca se não tivesse a boca completamente cheia.

Ficaram mais de quarenta minutos fodendo ela de todos os jeitos. Cada um dos 3 tinha provado os buracos dela pelo menos duas vezes cada. Quando ela já estava cansada, quase sem fôlego, a putinha pediu pra eles gozarem em cima dela. A cena era humilhante pra nós. 3 picas na frente da cara da minha mãe prestes a explodir. O que gozou primeiro encheu a cara dela toda. Depois outro que preferiu encher a boca da minha mãe com o leite dele. O último parecia ter uma fonte e cobriu a cara dela inteira de porra.

Depois foram embora, considerando que o serviço tinha sido pago. Minha mãe nos soltou e disse que tinha adorado, que a partir de agora a gente seria bonzinho com os imigrantes e os negros, senão ela diria que fodeu com 3 negros na nossa frente. O medo de que a puta da minha mãe nos humilhasse... Em público foi o suficiente pra nunca mais comentarmos o que aconteceu. Agora sempre tem alguma obra em casa, os pedreiros são sempre pretos ou árabes, e minha mãe não tem mais vergonha de dar pra todos eles na nossa frente. Eles tão adorando, recebem e ainda comem minha mãe. Ontem mesmo, quando cheguei em casa, encontrei meu pai fazendo a comida, enquanto minha mãe tava sendo comida no cu por um moreno e chupando a rola de um preto da nova turma que tá terminando a piscina. Depois gozaram na boca dela. Após o almoço, ela foi direto pra um dos árabes e, enquanto a gente arrumava a mesa, ela se jogou no sofá e mandou pro moreno: "Arrebenta meu cu, meu amor".

3 comentários - Os operários arrebentaram a buceta da mamãe

Soleles +2
Es tan maravilloso que te den por el culo y pensar que hay mujeres que no quieren
Yo prefiero x la concha