Olá, minhas GOSTOSAS E GOSTOSOS do P! Como vocês estão? Como estão passando nessa quarentena? Já imagino! E pior pra quem tá sozinho(a) em casa!
Pra não deixar vocês entediados e dar uma excitada nisso tudo... vou contar o que fiz quando o Presidente decretou a quarentena. Eu não vi na hora, mas vi no outro dia de manhã, na sexta:
Isso aconteceu na quinta, umas 22:30...
Eu sabia que algo ruim vinha por causa do Coronavírus e o dia inteiro me preparei. Comprei maconha, meus pais ficaram na casa deles e minha mãe queria dormir com o netinho na cama dela. Já era noite e eu tava sozinha em casa, bolei um e, como sempre, isso me dá aquela vontade inexplicável de ter um pedaço bom de carne na minha boca. Cada vez que pensava nisso, mais ansiosa ficava. Lembrei que na bolsa eu guardei o cartão de uma nova remiseria que conheci uns 4 dias atrás, peguei o telefone e salvei. Enquanto fumava aquilo, disquei o número pra chamar o remis, me atenderam na hora e, entre tragadas profundas, pedi um remis dando meu endereço de casa. Perguntaram pra onde eu ia... eu, pra não falar nada suspeito, disse que ia "Trabalhar" num Hospital! E me falaram que em 15/20 minutos estaria chegando... GENIAL! Deu tempo de fumar mais uns tragos e trocar de roupa....
Assim, TÃO DECOTADA... eu iria pra um hospital?
Já pronta, esperava na frente de casa o reme chegar, enquanto guardava o baseado na caixinha de cigarro junto com outro pra fumar depois, acendi um comum. Depois de 5 minutos, o reme chegou... não chegou a buzinar, mas deu uma olhada no meu corpo que não tirou os olhos de mim até eu entrar no carro. Entrei do lado direito, falei que a gente ia até a rotatória da Firestone! É tipo menos de 40 minutos de viagem pela ruta 3 da minha casa até lá. O motorista começou a viagem, eu olhava pra todo lado de propósito pra ver o espelhinho do para-brisa, pra ver se ele tava me olhando. Abri a janela e pedi pro motorista se podia acender um cigarro:
— Pode sim, gatinha... como não ia poder? Acende aí e relaxa! — disse o motorista.
Por dentro, enquanto fumava aquele cigarro e já na metade do caminho, não sabia se puxava papo ou falava logo o que queria fazer. Até porque o motorista parecia ter uns 40/41 anos, magro, de bom físico. Até que decidi e comecei a conversar, a gente bateu um papo por um bom tempo. Eu tava meio nervosa e ele também, até que ele me solta sem perguntar:
— Você não é enfermeira, né!
Enquanto me olhava pelo espelhinho e eu olhava de volta. Não sabia o que fazer, mas pedi um grande favor... se ele deixava eu fumar maconha dentro do carro. E pela resposta dele, ele já tinha sacado. Então ele deixou eu fumar aquele baseado que eu tinha. Fumei e, na quarta tragada mais ou menos, me aproximei do motorista e falei:
— "Sei que você me olhou várias vezes e não tirou os olhos do meu decote. Aposto que deve estar com o pau bem durinho... mmm e eu com muita vontade de chupar ele todinho, papai. Deixa eu chupar seu pau, bebê?" — Enquanto falava isso, minha mão direita acariciava a perna direita dele, enquanto a esquerda segurava o baseado, e sussurrei no ouvido dele:
— "Tô com uma vontade imensa de ter seu pau na minha boquinha, papai, e de você foder minha boca sem medo, mas bem forte, me puxando pelo cabelo feito uma chefe!" — falei entre as baforadas. -Para de dar volta e para o carro logo, papi... me come a boca!". Na hora ele deu a seta e virou, e depois de três quadras e de virar, entre dois carros, parou debaixo de uma árvore sem passar ninguém. Desligou o motor, saiu e sentou atrás comigo. Mal fechou a porta, me pegou pelo cabelo e com a outra mão segurava uma das minhas tetas e disse: "Então, fumadinha, você é mais head master?" Eu me joguei no chão e me inclinei pro volume dele, e entre nós dois destampamos aquela pica meio dura. Ele não deixou eu ver, me agarrou pelo cabelo e meteu de uma vez na minha boca, senti o quanto ela estava molinha e macia, até que senti ela ficar toda dura dentro da minha boca. Agarrada pelo cabelo e pela nuca com a mão dele, ele me fez engolir a pica inteira, com movimentos suaves mas profundos, me deixando desconfortável na posição e falava: "É assim que você quer ficar, filha da puta?" Eu mexia meu corpo pra um lado e pro outro pra me acomodar. Só a minha mão direita estava apoiada no chão enquanto a outra estava no jeans dele. E eu engolia a pica dele, mostrava como meus lábios sentem lindo ao percorrer suavemente todo o tronco, saboreando cada pedaço daquela porra toda. Me senti desconfortável e tirei a pica da boca e falei:
-"Tira a calça, papi! E me come do jeito que você sabe!" Ele se levantou como pôde e tirou a calça jeans junto com a cueca! Enquanto eu olhava ele fazer aquilo e via a pica dele toda livre, meio babada, soltei:
-"Mmm... puta que pariu, essa pica é grossa e linda! Vem pra fora..." (enquanto saía do carro, me ajoelhei na frente dele com a porta de trás aberta)... ele se aproximou da porta e, com as pernas abertas e eu ajoelhada na frente dele, continuei chupando a pica dele. Sentia a rua em silêncio e estávamos a metros da avenida, só se ouvia passar um ou outro carro ou hottie, sei lá. A pica dele estava tão babada que minha boca escorria baba pelos ovos dele. Via o motorista do reme me olhando todo satisfeito enquanto eu chupava, e falei com a pica na boca e com a voz bem de puta:
-"Me... Você imaginou isso em algum momento?". Enquanto eu continuava chupando devagarzinho, ele dizia que não, só ficava olhando minhas tetas toda hora e tentando entender se eu era mesmo enfermeira! Aquela pica tava tão babada que era fácil engolir inteira... depois de tantas fodas rápidas e gostosas com o gemido e os pedidos dele no fundo. Olhei pra ele, tirei a boca e falei:
-"vem aqui, papai... (enquanto me arrastava uns centímetros pro lado, ainda de joelhos, apoiando a mão na bunda do carro)... encosta aqui!".
Ele levantou, eu olhei, ele fechou a porta de qualquer jeito e se apoiou na bunda do carro. Enfiei a pica dele na boca e, de joelhos, chupei sem parar, olhando pra ele e falando "vai gozar pra mim, pussy?" Chupei a cabecinha dele devagar com meus lábios esperando resposta, e ele disse que queria foder minhas tetas. Soltei a pica dele e ele me ajudou a tirar as tetas pra fora do decote, e segurando minhas tetas, com minhas mãos nas mãos dele, olhando pra ele, ele enfiou a pica entre minhas tetas!:
-"ufff... mamãe!" O motorista falou.
-"mmm, pussy lindo... (enquanto olhava e mordia os lábios)... que gostoso que você fode! Amo a porra dessa pica fodendo minhas tetas... quantos anos você tem, papai? Mmm?"
-"quarenta e sete, mamãe!". Naquele momento, com a pica dele entre minhas tetas, fodendo elas de joelhos no asfalto na frente dele, e depois do boquete, nem liguei pra diferença de idade ou se ele é mais velho que eu, só queria ter a boca fodida, curtir o momento e fazer ele voar igual eu tava curtindo aquele êxtase, olhando pra carinha desse papai madurão!.
Ele tava muito afim de mim, não soltava minhas tetas e tava fodendo elas como se fosse a última vez da vida dele metendo nuns peitos:
-"tira meu leite, sua putinha..." o motorista de 47 anos falou.
-"mmm, sim, pussy lindo". falei, e reta, saiu de entre minhas tetas fodidas pra minha boca continuar chupando ele encostado na bunda do carro. Ele enfiava até o fundo, e cada vez que meu nariz batia na pélvis dele, Eu dava umas mamadas profundas nele, que só se ouvia meus "glu-glu-glu..." de entradas bruscas de saliva dentro da minha garganta e os gemidos de prazer dele, cada vez que eu deslizava meus lábios devagar pelo tronco dele, desde a base até a ponta da pica. Olhava na cara dele e via os olhinhos dele revirando, ficando branco! Fiz isso umas 4 a 6 vezes, desse jeito de chupar a pica dele, e depois peguei a pica dele com mais força e sem parar, deixando minhas mãos no joelho dele e a mão dele na minha nuca acompanhando meus movimentos... Depois de um bom tempo mamando a pica dele sem parar, ele não aguentou e gozou, me dando todo o leite dele sem tirar da minha boca, e eu olhando pra carinha dele de lado, satisfeito e todo ofegante.
Isso não foi tudo. Os dois apressados, ele entrou rápido no carro no banco de trás. Eu ajeitei os peitos dentro do sutiã e arrumei o decote, e fui pra frente. E ele, enquanto arrumava a calça jeans, desceu e subiu na frente comigo. Arrancamos e ficamos conversando sobre tudo que tinha rolado atrás. Ele tirou do bolso um maço de cigarros, me ofereceu um e acendeu pra mim, entre a viagem e a conversa. Eu tava com a mão esquerda na perna dele, acariciando, e ele falava dos meus peitos. Contei minha idade. Ele se surpreendeu, porque eu aparentava ser mais velha. Do meu bolso, tirei outro baseado que tinha guardado e dividimos um monte de tragos com o taxista coroa... A conversa ficou mais quente e minha mão mais brincalhona, entre tragos, apalpadas e apertões fortes na pica dele. Não resisti e chupei ele de novo... Ele não quis continuar viajando, teve que ligar as luzes laterais do carro e parar no acostamento. Aquelas flores me chaparam legal, e minha boca percorria a pica toda dele com muito tesão, entre lambidas e muito deslizar dos meus lábios por todo o tronco, deixando minha baba. A pica dele tava durinha, a cada instante ficava mais dura, e ele me puxava pelo cabelo, pela nuca, me fazia engolir ela inteira e deixava jorros de baba que eu via escorrer até o banco. Essa foda brusca que ele me dava era tão intensa que me deixou toda babada, a ponto de poder foder ele de mil maneiras, fazendo ele gemer e repetir no meu ouvido como era lindo sentir o pau dele sendo fodido pela minha boca! Ele se esticou pra trás, me levando pro meu banco, porque não podíamos ficar ali no carro dele na beira da estrada... enquanto viajávamos, eu olhava pra ele e ele olhava pra mim, entre a estrada e meus peitos. Ele colocou a mão direita nos meus peitos pra apertá-los, e eu massageava o pau dele que saía pela braguilha da calça, com as bolas de fora. O motorista desviou do caminho, procurou umas ruas e, onde conseguiu enfiar o carro, me disse:
—"Vem, mamãe... do outro lado do carro." Eu desci, e ele abriu a porta dele; pensei que ele tava brincando, achando que eu ia dirigir. Mas nada a ver! Me ajoelhei pra fazer outro boquete, mas assim, ajoelhada como tava, ele me encostou na chapa do lado esquerdo do carro, onde fica o motor, e, com o carro andando, me virou de costas pro motor. O motorista, na minha frente, colocou o pau dele entre meus peitos e começou a foder eles... ali na rua, contra o carro dele ligado, com os faróis acesos...
—"Mmmmm... buceta! Ayyy, que lindo que você é, bebê... mmmm... que gostoso..." (com minhas mãos apertando o pau dele entre meus peitos, olhando pra ele, e ele segurando a camiseta enquanto se mexia fodendo eles).
—"Você gosta, papai? Mmmm... (eu mordia os lábios como toda boa puta)... ayy sim... que foda gostosa de peitos que você me dá, lindo! ...ayy, que pica linda que você tem, gostoso!"
Não sei o que motivou uma foda de peitos tão boa que ele tava me dando, mas eu me senti uma tremenda puta de peitões que merecia uma foda de peitos daquelas entre o motorista e mais um! Olhei pra vários lados, mas não passava ninguém; o pau dele não saía de entre meus peitos. Ele me obrigava a chupar a cabecinha toda vez que chegava na minha boca, eu olhava pra ele enquanto entrava e saía sozinha da minha boca, ele agarrava um dos meus peitos com vontade e me dava a foda mais forte:
—"Ayyy, que puta de peitões que eu sou... bebê! ...era assim que você queria me ter, lindo? ai, gatinha... que lindo você é, bebê... siiiim... são suas, meu amor... mmmmm... todas suas! ...mmmm...".
O motorista, depois de um bom tempo me dando amor entre meus peitos bem fodidos, me agarrou pela nuca e enfiou o pau na minha boca, meteu tudo de uma vez. Joguei no chão, entregando toda minha boca e chupando ele por um tempo, tentava olhar pra ele com o pau na boca, mas ele só mexia minha cabeça, me segurando pelo cabelo com as duas mãos pra foder minha boca. Eu massageava meus peitos com as mãos, enquanto o pau dele fodiam minha boca com movimentos dignos de um pai que fode a boca da sua putinha como ela merece... fundo e devagar. Deixando eu engolir tudo inteiro e tirar ele cheio de baba, deixando eu passar meus lábios por todo aquele tronco de carne bem babado e escorrendo sobre meus peitos. Eu via como aquele coroa curtia, minha boca fodida por ele. Ele entrava e saía, toda babada. Ele soltou meu cabelo e eu continuei chupando ele por um tempo. Me ajeitei e tirei ele da boca pra apontar pra ele contra o carro. Ele encostou no carro, eu de joelhos como uma boa puta.
Pra não deixar vocês entediados e dar uma excitada nisso tudo... vou contar o que fiz quando o Presidente decretou a quarentena. Eu não vi na hora, mas vi no outro dia de manhã, na sexta:
Isso aconteceu na quinta, umas 22:30...
Eu sabia que algo ruim vinha por causa do Coronavírus e o dia inteiro me preparei. Comprei maconha, meus pais ficaram na casa deles e minha mãe queria dormir com o netinho na cama dela. Já era noite e eu tava sozinha em casa, bolei um e, como sempre, isso me dá aquela vontade inexplicável de ter um pedaço bom de carne na minha boca. Cada vez que pensava nisso, mais ansiosa ficava. Lembrei que na bolsa eu guardei o cartão de uma nova remiseria que conheci uns 4 dias atrás, peguei o telefone e salvei. Enquanto fumava aquilo, disquei o número pra chamar o remis, me atenderam na hora e, entre tragadas profundas, pedi um remis dando meu endereço de casa. Perguntaram pra onde eu ia... eu, pra não falar nada suspeito, disse que ia "Trabalhar" num Hospital! E me falaram que em 15/20 minutos estaria chegando... GENIAL! Deu tempo de fumar mais uns tragos e trocar de roupa....
Assim, TÃO DECOTADA... eu iria pra um hospital? Já pronta, esperava na frente de casa o reme chegar, enquanto guardava o baseado na caixinha de cigarro junto com outro pra fumar depois, acendi um comum. Depois de 5 minutos, o reme chegou... não chegou a buzinar, mas deu uma olhada no meu corpo que não tirou os olhos de mim até eu entrar no carro. Entrei do lado direito, falei que a gente ia até a rotatória da Firestone! É tipo menos de 40 minutos de viagem pela ruta 3 da minha casa até lá. O motorista começou a viagem, eu olhava pra todo lado de propósito pra ver o espelhinho do para-brisa, pra ver se ele tava me olhando. Abri a janela e pedi pro motorista se podia acender um cigarro:
— Pode sim, gatinha... como não ia poder? Acende aí e relaxa! — disse o motorista.
Por dentro, enquanto fumava aquele cigarro e já na metade do caminho, não sabia se puxava papo ou falava logo o que queria fazer. Até porque o motorista parecia ter uns 40/41 anos, magro, de bom físico. Até que decidi e comecei a conversar, a gente bateu um papo por um bom tempo. Eu tava meio nervosa e ele também, até que ele me solta sem perguntar:
— Você não é enfermeira, né!
Enquanto me olhava pelo espelhinho e eu olhava de volta. Não sabia o que fazer, mas pedi um grande favor... se ele deixava eu fumar maconha dentro do carro. E pela resposta dele, ele já tinha sacado. Então ele deixou eu fumar aquele baseado que eu tinha. Fumei e, na quarta tragada mais ou menos, me aproximei do motorista e falei:
— "Sei que você me olhou várias vezes e não tirou os olhos do meu decote. Aposto que deve estar com o pau bem durinho... mmm e eu com muita vontade de chupar ele todinho, papai. Deixa eu chupar seu pau, bebê?" — Enquanto falava isso, minha mão direita acariciava a perna direita dele, enquanto a esquerda segurava o baseado, e sussurrei no ouvido dele:
— "Tô com uma vontade imensa de ter seu pau na minha boquinha, papai, e de você foder minha boca sem medo, mas bem forte, me puxando pelo cabelo feito uma chefe!" — falei entre as baforadas. -Para de dar volta e para o carro logo, papi... me come a boca!". Na hora ele deu a seta e virou, e depois de três quadras e de virar, entre dois carros, parou debaixo de uma árvore sem passar ninguém. Desligou o motor, saiu e sentou atrás comigo. Mal fechou a porta, me pegou pelo cabelo e com a outra mão segurava uma das minhas tetas e disse: "Então, fumadinha, você é mais head master?" Eu me joguei no chão e me inclinei pro volume dele, e entre nós dois destampamos aquela pica meio dura. Ele não deixou eu ver, me agarrou pelo cabelo e meteu de uma vez na minha boca, senti o quanto ela estava molinha e macia, até que senti ela ficar toda dura dentro da minha boca. Agarrada pelo cabelo e pela nuca com a mão dele, ele me fez engolir a pica inteira, com movimentos suaves mas profundos, me deixando desconfortável na posição e falava: "É assim que você quer ficar, filha da puta?" Eu mexia meu corpo pra um lado e pro outro pra me acomodar. Só a minha mão direita estava apoiada no chão enquanto a outra estava no jeans dele. E eu engolia a pica dele, mostrava como meus lábios sentem lindo ao percorrer suavemente todo o tronco, saboreando cada pedaço daquela porra toda. Me senti desconfortável e tirei a pica da boca e falei:
-"Tira a calça, papi! E me come do jeito que você sabe!" Ele se levantou como pôde e tirou a calça jeans junto com a cueca! Enquanto eu olhava ele fazer aquilo e via a pica dele toda livre, meio babada, soltei:
-"Mmm... puta que pariu, essa pica é grossa e linda! Vem pra fora..." (enquanto saía do carro, me ajoelhei na frente dele com a porta de trás aberta)... ele se aproximou da porta e, com as pernas abertas e eu ajoelhada na frente dele, continuei chupando a pica dele. Sentia a rua em silêncio e estávamos a metros da avenida, só se ouvia passar um ou outro carro ou hottie, sei lá. A pica dele estava tão babada que minha boca escorria baba pelos ovos dele. Via o motorista do reme me olhando todo satisfeito enquanto eu chupava, e falei com a pica na boca e com a voz bem de puta:
-"Me... Você imaginou isso em algum momento?". Enquanto eu continuava chupando devagarzinho, ele dizia que não, só ficava olhando minhas tetas toda hora e tentando entender se eu era mesmo enfermeira! Aquela pica tava tão babada que era fácil engolir inteira... depois de tantas fodas rápidas e gostosas com o gemido e os pedidos dele no fundo. Olhei pra ele, tirei a boca e falei:
-"vem aqui, papai... (enquanto me arrastava uns centímetros pro lado, ainda de joelhos, apoiando a mão na bunda do carro)... encosta aqui!".
Ele levantou, eu olhei, ele fechou a porta de qualquer jeito e se apoiou na bunda do carro. Enfiei a pica dele na boca e, de joelhos, chupei sem parar, olhando pra ele e falando "vai gozar pra mim, pussy?" Chupei a cabecinha dele devagar com meus lábios esperando resposta, e ele disse que queria foder minhas tetas. Soltei a pica dele e ele me ajudou a tirar as tetas pra fora do decote, e segurando minhas tetas, com minhas mãos nas mãos dele, olhando pra ele, ele enfiou a pica entre minhas tetas!:
-"ufff... mamãe!" O motorista falou.
-"mmm, pussy lindo... (enquanto olhava e mordia os lábios)... que gostoso que você fode! Amo a porra dessa pica fodendo minhas tetas... quantos anos você tem, papai? Mmm?"
-"quarenta e sete, mamãe!". Naquele momento, com a pica dele entre minhas tetas, fodendo elas de joelhos no asfalto na frente dele, e depois do boquete, nem liguei pra diferença de idade ou se ele é mais velho que eu, só queria ter a boca fodida, curtir o momento e fazer ele voar igual eu tava curtindo aquele êxtase, olhando pra carinha desse papai madurão!.
Ele tava muito afim de mim, não soltava minhas tetas e tava fodendo elas como se fosse a última vez da vida dele metendo nuns peitos:
-"tira meu leite, sua putinha..." o motorista de 47 anos falou.
-"mmm, sim, pussy lindo". falei, e reta, saiu de entre minhas tetas fodidas pra minha boca continuar chupando ele encostado na bunda do carro. Ele enfiava até o fundo, e cada vez que meu nariz batia na pélvis dele, Eu dava umas mamadas profundas nele, que só se ouvia meus "glu-glu-glu..." de entradas bruscas de saliva dentro da minha garganta e os gemidos de prazer dele, cada vez que eu deslizava meus lábios devagar pelo tronco dele, desde a base até a ponta da pica. Olhava na cara dele e via os olhinhos dele revirando, ficando branco! Fiz isso umas 4 a 6 vezes, desse jeito de chupar a pica dele, e depois peguei a pica dele com mais força e sem parar, deixando minhas mãos no joelho dele e a mão dele na minha nuca acompanhando meus movimentos... Depois de um bom tempo mamando a pica dele sem parar, ele não aguentou e gozou, me dando todo o leite dele sem tirar da minha boca, e eu olhando pra carinha dele de lado, satisfeito e todo ofegante.
Isso não foi tudo. Os dois apressados, ele entrou rápido no carro no banco de trás. Eu ajeitei os peitos dentro do sutiã e arrumei o decote, e fui pra frente. E ele, enquanto arrumava a calça jeans, desceu e subiu na frente comigo. Arrancamos e ficamos conversando sobre tudo que tinha rolado atrás. Ele tirou do bolso um maço de cigarros, me ofereceu um e acendeu pra mim, entre a viagem e a conversa. Eu tava com a mão esquerda na perna dele, acariciando, e ele falava dos meus peitos. Contei minha idade. Ele se surpreendeu, porque eu aparentava ser mais velha. Do meu bolso, tirei outro baseado que tinha guardado e dividimos um monte de tragos com o taxista coroa... A conversa ficou mais quente e minha mão mais brincalhona, entre tragos, apalpadas e apertões fortes na pica dele. Não resisti e chupei ele de novo... Ele não quis continuar viajando, teve que ligar as luzes laterais do carro e parar no acostamento. Aquelas flores me chaparam legal, e minha boca percorria a pica toda dele com muito tesão, entre lambidas e muito deslizar dos meus lábios por todo o tronco, deixando minha baba. A pica dele tava durinha, a cada instante ficava mais dura, e ele me puxava pelo cabelo, pela nuca, me fazia engolir ela inteira e deixava jorros de baba que eu via escorrer até o banco. Essa foda brusca que ele me dava era tão intensa que me deixou toda babada, a ponto de poder foder ele de mil maneiras, fazendo ele gemer e repetir no meu ouvido como era lindo sentir o pau dele sendo fodido pela minha boca! Ele se esticou pra trás, me levando pro meu banco, porque não podíamos ficar ali no carro dele na beira da estrada... enquanto viajávamos, eu olhava pra ele e ele olhava pra mim, entre a estrada e meus peitos. Ele colocou a mão direita nos meus peitos pra apertá-los, e eu massageava o pau dele que saía pela braguilha da calça, com as bolas de fora. O motorista desviou do caminho, procurou umas ruas e, onde conseguiu enfiar o carro, me disse:
—"Vem, mamãe... do outro lado do carro." Eu desci, e ele abriu a porta dele; pensei que ele tava brincando, achando que eu ia dirigir. Mas nada a ver! Me ajoelhei pra fazer outro boquete, mas assim, ajoelhada como tava, ele me encostou na chapa do lado esquerdo do carro, onde fica o motor, e, com o carro andando, me virou de costas pro motor. O motorista, na minha frente, colocou o pau dele entre meus peitos e começou a foder eles... ali na rua, contra o carro dele ligado, com os faróis acesos...
—"Mmmmm... buceta! Ayyy, que lindo que você é, bebê... mmmm... que gostoso..." (com minhas mãos apertando o pau dele entre meus peitos, olhando pra ele, e ele segurando a camiseta enquanto se mexia fodendo eles).
—"Você gosta, papai? Mmmm... (eu mordia os lábios como toda boa puta)... ayy sim... que foda gostosa de peitos que você me dá, lindo! ...ayy, que pica linda que você tem, gostoso!"
Não sei o que motivou uma foda de peitos tão boa que ele tava me dando, mas eu me senti uma tremenda puta de peitões que merecia uma foda de peitos daquelas entre o motorista e mais um! Olhei pra vários lados, mas não passava ninguém; o pau dele não saía de entre meus peitos. Ele me obrigava a chupar a cabecinha toda vez que chegava na minha boca, eu olhava pra ele enquanto entrava e saía sozinha da minha boca, ele agarrava um dos meus peitos com vontade e me dava a foda mais forte:
—"Ayyy, que puta de peitões que eu sou... bebê! ...era assim que você queria me ter, lindo? ai, gatinha... que lindo você é, bebê... siiiim... são suas, meu amor... mmmmm... todas suas! ...mmmm...".
O motorista, depois de um bom tempo me dando amor entre meus peitos bem fodidos, me agarrou pela nuca e enfiou o pau na minha boca, meteu tudo de uma vez. Joguei no chão, entregando toda minha boca e chupando ele por um tempo, tentava olhar pra ele com o pau na boca, mas ele só mexia minha cabeça, me segurando pelo cabelo com as duas mãos pra foder minha boca. Eu massageava meus peitos com as mãos, enquanto o pau dele fodiam minha boca com movimentos dignos de um pai que fode a boca da sua putinha como ela merece... fundo e devagar. Deixando eu engolir tudo inteiro e tirar ele cheio de baba, deixando eu passar meus lábios por todo aquele tronco de carne bem babado e escorrendo sobre meus peitos. Eu via como aquele coroa curtia, minha boca fodida por ele. Ele entrava e saía, toda babada. Ele soltou meu cabelo e eu continuei chupando ele por um tempo. Me ajeitei e tirei ele da boca pra apontar pra ele contra o carro. Ele encostou no carro, eu de joelhos como uma boa puta.
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