Depois de vários dias, finalmente conseguimos escrever o próximo capítulo. Perdão!!!
Essa história foi a anterior à noite mais intensa que já tivemos.
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Nossas férias tinham nos levado a outro nível. Depois da noite com o Ed, não parávamos de pensar em experimentar coisas novas. Nos provocávamos o tempo todo sobre trazer mais gente, fazer uma orgia, me ameaçavam de pegar dois caras magros sem me deixar entrar. Eu adorava o jogo e isso nos levava a trepar entre nós. Um par de noites depois de ficar com o Ed, saímos pra quebrar tudo com o grupo que já tínhamos formado.
O casalzinho angelical ficava bem perto da gente, e eu tava no modo semental idiota e acabei cometendo o pior dos erros com minhas minas.
Bem cedo na noite, eu me embebedei e o namorado angelical me deu um comprimido que aceitei feito um baita otário. Tava todo virado e ainda era cedo.
As minas dançavam e conversavam com o grupo, principalmente com nosso casalzinho amigo. O cara tratou elas de putas, e elas adoraram.
Pili: o que acontece é que você não consegue entender que nós duas queremos ficar com ele. Somos putas, né?
Angelical: é que não é normal! O que esse cara tem?
Eu tava todo torto, mas ouvia tudo e meu peito inflava com o que elas diziam.
Sole: o que ele tem? – disse se aproximando de mim – uma cock enorme hahaha – a cara do cara era impagável, e eu via a namorada dele olhando pro meu volume, como se tentasse ver se era verdade.
Pili: e ele nos fode todas as noites – continuavam zoando o cara.
Eu não aguentava mais. Não conseguia entrar na brincadeira. Falei algo incompreensível no ouvido da Pili e fui pro banheiro. O caminho foi longuíssimo. Lembro como me esbarrava nas paredes do corredor e batia nas pessoas. Um desastre.
Cheguei no banheiro e molhei o rosto. Tudo girava. Não sei quanto tempo fiquei lá, mas de alguma forma me convenci de que já tava bem e decidi voltar pra festa. Quando saí, me esperava uma surpresa. A minha namorada angelina tava me esperando e se jogou em cima de mim
Angelina: então, tô esperando por isso há vários dias — isso eu lembro mais ou menos que ela disse e me empurrou contra a parede — você me deixou super intrigada, quero saber o que você tem — começou a beijar meu pescoço e descia a mão
Eu não conseguia fazer nada. Primeiro fiquei parado deixando ela abusar de mim e depois comecei a tocar ela e beijar. Ela era pequenininha e tinha uma bunda gostosa. Tava de saia e eu meti a mão sem pensar. Na real, nem sei se sabia o que tava fazendo. Mais de uma vez tentei usar essa desculpa, mas com a pouca lucidez que eu tinha, sabia que era essa gatinha que eu tava tocando e beijando. Meu estado não me deixou pensar nem onde estavam as minas nem o namorado dela. Não sabia se isso era parte de um jogo ou o quê. A gatinha começou a ficar excitada e meteu a mão pra pegar minha rola. Eu continuei sem reagir. Acho que nem tava dura. Quando senti ela falando algo tipo "chupa ela", vejo que arrancam ela de mim. Era a Pili
Pili: o que cê tá fazendo, idiota!! Tá querendo comer essa gostosa — e mais uns gritos e xingamentos que não lembro.
Em segundos, a Sole também tava falando comigo. Mas ela percebeu que eu não tava bem. Mandaram a gatinha vazar e ficaram comigo por um tempo. Perguntaram se eu conseguia andar e eu disse que sim. Saímos de lá rápido. Na rua, elas iam me guiando e me enchendo o saco. Com razão... Eu tava virado e não tinha me cuidado.
Chegamos no nosso apê e me levaram até a cama. Caí de cara pra cima de uma vez. Tudo tava girando e eu ouvia elas falando coisas.
Pili: então cê quis comer outra sem a gente? — eu fazia gestos acompanhando a brincadeira
A Sole beijou a amiga e olhou pra mim. Eu fiz um sinal pra elas se jogarem junto comigo. As duas deitaram do meu lado e tentei entrar na ação. Meus movimentos foram uma merda. Tentei arrancar a roupa delas e não consegui nada. As duas desistiram. Perceberam que eu não Valeu a pena. Me deixaram dormindo e foram embora. Até hoje me cobram aquela noite.
Amanheci de barriga pra cima com um bafo horrível e uma ressaca do caralho. Ainda tava tudo girando. Quando tentei mexer a mão pra ver as horas, senti que tava amarrada. Olhei e tinha uma algema na mão esquerda, olhei pra direita e também tava amarrada. Ri um pouco e comecei a chamar elas.
Eu: Meninas!! Tão aí?? – não respondiam – tão preparando alguma coisa que me amarraram?
Óbvio que não estavam. Consegui ver que era quase meio-dia. Passaram uns minutos e ouvi abrirem a porta. Eram elas.
Eu: Meninas!! Podem me soltar??
Pili: ayyy acordou o príncipe adormecido!! – voz irônica
Sole: vamos ver se ele tá tão ousado quanto ontem à noite – voz bem irônica
As duas apareceram na porta. Tavam de biquíni, umas putinhas, me olhando com cara de cobrança.
Eu: não sei bem o que rolou ontem, mas imagino que não me comportei bem
Pili: não se comportou bem?? Como o caralho você se comportou!!
Eu: haha o que eu fiz?
Sole: não lembra de nada?
Eu: hmm tenho flashes
Pili: e imagina por que tá de castigo?
Eu: hmm um pouco
Pili: Por quê!?
Eu: hmm porque... eu... comi a novinha?
Pili: hahaha filho da puta. Comeu? Quando eu peguei vocês, você tava batendo uma punheta pra ela na porta do banheiro
Eu: Sério?
Sole: hahaha não se faz de desentendido!
Eu: lembro muito pouco. E aí? O que aconteceu?
Elas me contaram tudo que descrevi acima e que por isso eu tava de castigo e me amarraram. Que não só tinha me irritado por querer comer outra gatinha, mas também que depois não consegui acalmar a tesão delas e agora eu tinha que pagar o preço. Eu meio que gostava do jogo. Queria ver o que ia rolar.
Acontece que elas tinham trazido café da manhã, então montaram algo do lado da cama e depois de me fazer sofrer, me ofereceram suco e um pouco de comida. Fui me recuperando e queria saber o que iam fazer comigo. Eu tava só de cueca e já dava pra ver que eu tava esquentando.
Eu: então qual vai ser meu castigo?
Sole: shhh, você não pode falar a menos que a gente deixe! – ela puxou o rebenque e me bateu na perna. Doeu.
Eu: aiii
Pili: doeu? Acho que você vai se ferrar então.
A loira pediu a arma pra amiga e começou a percorrer meu corpo. Arrepiei a pele toda e comecei a endurecer a porra do pau.
Sole: hmm, alguém tá acordando – e colocou a mão entre minhas pernas – a única que a gente sentiu falta de verdade – queriam mostrar que tavam putas.
Enquanto a Pili passava aquele mini rebenque pelo meu corpo todo, a morena tirou minha cueca e me deixou peladão. Meu pau saltou pra fora. Tava durasso por causa da situação.
A Sole pegou ele e chamou a amiga pra brincar com meu pedaço.
Sole: vem, amiga. Vamos aproveitar que agora ele subiu – um pau pra mim. Aí eu descobri que na noite anterior ela não tinha conseguido fazer nada.
Pili: hmm, deixa eu ver.
A Pili chegou perto e meteu ele na boca de uma vez. Que delícia ver elas chupando meu pau. As duas se beijavam e comiam meu pedaço, mas com uma atitude diferente. Meio obcecadas pelo meu membro, sem me dar bola.
A Sole tirou o biquíni e, sem largar a amiga e meu pau, começou a subir em cima de mim, aproximando a buceta da minha cara. Eu tava bem perto, mas não conseguia me mexer muito. Sentia o cheiro dela e ficava louco. Ela tirou meu pau da boca e falou com autoridade:
Sole: chupa!
Ela desceu a raba pra deixar toda a boceta apoiada na minha boca. Abri bem a boca e recebi todos os sucos dela. Meti a língua e comecei a mexer pra dentro. Era difícil não usar as mãos. Ela ficou mais na vertical e senti mais pressão no meu rosto. Tava difícil respirar. Ela não tava nem aí. Se mexia pra eu comer bem a boceta dela. Aí percebi que ela tinha se sentado pra Pili sentar no meu pau.
Foi um movimento de zero a cem. Ela começou a me montar com tudo. Eu flexionava as pernas e tentava controlar o ritmo.
Pili: acho que a gente vai ter que que amarrar essas tuas pernas
Ela saiu e foi buscar as cordas de pano. Improvisou rápido uns nós e imobilizou minhas duas pernas. Agora eu estava totalmente amarrado. Ela subiu em cima de mim de novo. A Sole se inclinou um pouco pra frente sem parar os movimentos que faziam minha língua percorrer o clitóris dela. Era como se eu fosse um brinquedo com uma rola e uma língua que elas estavam usando. A Pili pulava na minha rola com intensidade e pelos movimentos dela dava pra adivinhar que a morena tava ajudando com as mãos.
Senti a Sole gozar na minha boca.
Sole: arrhhhhh não para! — sentou de novo — enfia tudo na boca — com as mãos ela me puxou pelos cabelos pra dentro da buceta dela
A loira apoiou as mãos no meu abdômen e acelerou o ritmo. Em poucos segundos ela explodiu num orgasmo tremendo. As duas foram se relaxando aos poucos.
Sole: essa era a que você nos devia de ontem à noite — falou se virando e saindo de cima de mim
Pili: uhummm
As duas se levantaram e me olharam. Eu tava com a rola bem dura.
Pili: quer tomar uma coisa gelada? — falou pra amiga
Sole: bora. Uma cerveja. Tô muito acalorada — e começaram a sair do quarto
Eu: que isso?? Vão me deixar assim?
Sole: hmm você vai ficar bem. A gente você deixou assim ontem à noite por horas
Eu: foi mal, tá bom!! Já era! Além disso, ontem à noite eu não tava ligado. Tava de costas
Pili: sim. Desculpinha
E foram embora! Que filhas da puta! Iam me deixar assim? Pelado amarrado na cama com a rola dura? Gritei umas quantas vezes mais. Elas voltaram pro quarto já vestidas. Ligaram a TV pra mim e me deram o controle. E foram pra praia!! Eu tava puto! Me dava uma impotência danada que nem conseguia bater uma. Tive que aceitar e ver TV. Aos poucos a ereção foi baixando e fiquei vendo um jogo do América do Turco Mohamed. De vez em quando eu dormia e os minutos e horas foram passando.
Era umas seis da tarde quando ouvi elas chegarem morrendo de rir e se beijando. Entraram no Quarto trançados num beijo e se jogaram na cama
Eu: Oi!! Vocês vão continuar me ignorando?
Pili: Shhh, a gente tá muito tesuda - e não paravam de se beijar e se tocar do meu lado
Eu: Ah é? E o que deixou vocês assim?
Sole: Haha, a gente se comportou mal na praia
Eu: Siiim!? O que vocês fizeram?
Pili: Agora a gente te mostra. Temos fotos
Eu: Hmm, deixa eu ver. Vocês vão me soltar?
Sole: Não! - disse firme enquanto pegava a câmera
Elas tinham fotos na praia se beijando, abraçadas e com um monte de caras. Falaram pra todo mundo que eu não tava bem, então elas estavam sozinhas e precisavam se divertir.
Eu: Olha que putaria
Pili: Calma que o melhor vem agora
Continuaram mostrando fotos até que vi a Pili abraçada com um negão gigante. Ele tinha no mínimo 1,95 e era enorme. A loira parecia pequenininha do lado dele. Seguiram mostrando as fotos, e ela tocava o torso dele e sorria. Depois aparecia a Sole em posições parecidas. Numa delas, o negão a segurava no colo tipo lua de mel de filme, e uma das mãos dele tocava a bunda dela.
Eu: Esse dedo tá numa área perigosa - falei apontando com a boca. Não tinha outro jeito
Sole: Haha, sim. O negão se fazia de desentendido. Mas espera que melhora
A loira fez uma foto igual. Depois apareciam as duas agarradas nele. Conforme as fotos passavam, dava pra ver que o pau do moreno ficava mais marcado
Eu: Olha como ele empinou a rola
Sole: Hahaha, sim. Isso que é bom
As próximas fotos mostraram a Sole na frente do negão. Fazendo cara de safada. Dava pra ver que ele tava apoiando ela, porque conforme as fotos passavam, as mãos do cara seguravam mais forte a minha morena. Numa das fotos, a Sole se inclinava pra frente e com as mãos fazia um gesto como se estivesse medindo no ar o tamanho da anaconda que tava encostada na bunda dela
Eu: Era desse tamanho?
Sole: Juro!! E bem grossa. Ainda sinto a sensação na bunda
A Pili apareceu nas fotos imitando a amiga. A cara dela era demais. Dava pra ver que tava meio bêbada e com tesão. Ela deixou o negão encostar nela, e nessa altura já dava pra ver que ele tava de pau duro. Na foto seguinte foi quando me surpreendeu... Ela pegou as mãos dele e levou pros peitos dela.
Eu: olha só que putinha minha princesa.
Pili: mmmm as mãos dele eram gigantes. Aí a gente fugiu.
Eu: que? Por quê?
Sole: o negão queria levar a gente pro quarto dele. Haha saímos correndo e viemos pra cá.
Eu: isso acabou de acontecer?
Sole: uhum — e beijava a amiga.
Pili: a gente tá muito com tesão. Não para de pensar naquela pica.
Elas se jogaram do meu lado e arrancaram as biquínis. Minha pica já tava dura de novo. Rápido, elas se ajeitaram pra ficar de 69 e a Sole ficou com a bunda a centímetros da minha cara. Eu me mexia pra mostrar que queria ser incluído, mas elas não ligavam. A situação tava me enchendo o saco porque eu continuava sem poder fazer nada, e ainda me sentia ameaçado porque elas tinham se excitado com outra pica. E desejavam mais ela.
Continuaram sem me deixar entrar. A Sole levantou a loira e a esmagou contra a parede. Pegou o vibrador e apontou pra buceta dela. A Pili respirava ofegante... não parava de beijar a amiga e gemer. Começou a enfiar devagar. A morena dominava a situação. Levou ela até onde eu tava e a colocou de quatro pra eu chupar ela. Eu pensei "finalmente". A Pili pegou minha pica e chupou com vontade enquanto a amiga atrás simulava que tava comendo ela enfiando o pedaço de plástico. As duas tavam loucas e a morena precisava de pica.
Sole: ai, não aguento mais. Preciso de uma pica dentro de mim.
Ela sentou em cima de mim, mas de costas pra continuar brincando com a amiga. Os movimentos daquela bunda do caralho me deixavam louco. A Pili mexia nas minhas bolas, eu tava com a pica explodindo. Durante meia hora elas me estupraram. Abusaram da minha pica até as duas gozarem.
A Pili tava em cima de mim quando a Sole foi tomar banho.
Pili: e o que eu faço aqui? Eu finalizo ele? — perguntou gritando. Sole: siii! É toda sua!! - respondeu a outra de longe
Pili: você tem sorte de eu ser a boazinha - falou me olhando nos olhos
Ela desceu pra chupar meu pau e me encarou por uns minutos enquanto me batia uma na porta da boca dela com a língua pra fora. Era algo que a Sole já me tinha acostumado, mas não a loira. Tava visível que ela tava muito tesuda. Quando viu que a gozada tava vindo, enfiou na boca e deixou explodir dentro.
Engoliu tudo, levantou e me deu um selinho pra ir tomar banho também
Eu: pera! Não vai me soltar não?
Pili: mmm a gente ainda não conversou sobre isso. Não sei se você já pagou seu castigo
Eu não aguentava mais. Queria que me soltassem. Mas já tava mais calmo porque finalmente tinha gozado. Elas saíram do banho e eu ouvia elas conversando e se trocando. Demoraram mais do que eu esperava. Depois voltaram pro banheiro de novo e ficaram falando de novo. Riam... Parecia que tinham esquecido que eu tava ali. Minutos depois a Pili apareceu toda produzida! Tava com uma camiseta branca super decotada e um short rosa com estrelas brancas.
Eu: vocês vão sair?
Pili: siim!
Eu: me solta! Quero ir também
Pili: mmm acho que não
Atrás veio a Sole com um short branco e um top preto
Sole: como é que cê tá? - deu uma voltinha nela mesma e depois na amiga - hoje a gente vai sair sozinhas pra fazer besteira
Eu: hahaha e eu? Quero ir!! - meu tom já mostrava desespero
Sole: você fica aí se recuperando pra quando a gente voltar. Quem sabe a gente não volta acompanhada - falou com uma piscada
Elas saíram com uma cerveja na mão e me deixaram de novo. Não tinha o que fazer além de aceitar. Tinha sido um dia pesado e de ressaca braba. Acho que em 15 minutos eu já tinha dormido. Era umas 8 da noite. Acordei umas 12 e ainda tava sozinho. Mas daí ouvi o barulho da porta... Elas estavam morrendo de rir. Eu tentava adivinhar se tavam sozinhas. Não ouvia nenhuma outra voz.
As duas apareceram na porta
Pili: oi... Escravo - dava pra sentir o álcool no jeito que ela falava. Mais do que eu, não não tinha comido nem bebido nada o dia inteiro.
Sole: sentiu nossa falta?
Eu: siii. Vocês se divertiram??
Sole: uffff, nem imagina!!
Elas se aproximaram de mim. Me beijaram as duas e cada uma soltou uma das algemas que estavam ao meu alcance. Finalmente estava livre. Depois, soltaram meus pés.
Eu: finalmente! Acabou o castigo?
Sole: hmm, mais ou menos. Já não estamos tão bravas. E preparamos uma surpresa pra você
Elas me levaram até a sala. Consegui vestir alguma roupa. Me sentaram numa cadeira e me serviram algo pra petiscar e beber
Pili: você fica aí que a gente vai se trocar
Fiquei ali, curtindo a bebida e a liberdade. Tinha as marcas das algemas nos pulsos de ficar o dia inteiro preso. Lá longe, ouvia elas rindo e se trocando. Comecei a ouvir o barulho dos saltos e elas pediram pra eu deixar só uma luz acesa e me sentar numa cadeira de frente pra janela. Isso estava planejado, sem dúvida. Era o que tinham preparado antes da viagem.
Segui as instruções e me sentei olhando pra janela com um drink na mão. Ouvi elas conectarem algo no som. Depois de um último cochicho e barulho de saltos, começou a primeira música... American Woman!!! Do Lenny Kravitz...
As duas apareceram pelos meus lados e roçaram meu pescoço ao passar. Se moviam sensuais e, quando ficaram na frente da janela, eu via elas perfeitamente. Estavam as duas vestidas de secretária.. camisas brancas e saia preta. As duas com o cabelo preso. Começaram a se mexer devagar e acho que estavam um pouco envergonhadas de dançar. Foram se aproximando e começaram a se beijar pra quebrar o gelo. Eu só olhava e bebia meu drink. A Sole soltou o cabelo da Pili e já estávamos numa parte mais rápida da música... Elas começaram a se mexer mais putinhas. A morena também ficou com o cabelo solto e elas passavam as mãos pelo corpo por cima da roupa. Se aproximaram de mim e, depois de me dar um beijo em cada bochecha, foram pra janela e viraram de costas. Aí começaram os movimentos pra desabotoar suas Saías e juntas foram baixando, mostrando as duas bundas. A Sole tava com uma fio dental preta e a Pili, vermelha. As duas usavam uma espécie de cinta-liga que mostrava que tinha algo mais interessante pra descobrir. As saías caíram no chão e elas jogaram pra mim. As camisas chegavam bem na altura pra tampar as bundas, mas davam um visual incrível. Aí dançaram um pouco, se beijando de boca aberta e se tocando.
De novo, viraram de costas pra mim. A música já tinha mudado pra uma do Aerosmith... Elas soltaram os botões e, aos poucos, deixaram as camisas caírem. Quero descrever o melhor que puder como elas estavam naquele momento. A Pili tava com um conjunto vermelho que deixava quase todas as costas de fora, e a Sole... Tava com um conjunto tipo couro com cordas que cruzavam todas as costas dela.
Dançaram um pouco de costas e se viraram pra me mostrar o melhor. O conjunto da Pili na frente apertava os peitos dela de um jeito inesquecível. Era daquele tecido macio... Desde os peitos dela descia pelo meio da barriga uma faixa vermelha que terminava na parte de baixo, que era uma calcinha fio dental (parecido com a imagem do post).
A morena tinha duas faixas verticais que desciam dos peitos dela e eram unidas por várias cordas, que chegavam até o quadril, de onde segurava a cinta-liga, e embaixo dava pra ver uma fio dental preta. Era uma gostosa. Parecia daquelas dominadoras que vêm pra te destruir.
As duas vieram dançando na minha direção. Eu aplaudia e tocava nelas. Me levantaram e dançaram bem pertinho pra começar a sentir meu pau.
Sole, pedi só uma coisa:
Eu: não tirem mais nada – fiquei louco do jeito que elas estavam e queria comer elas assim
Sole: olha como ele pede as coisas agora! Atrevido – continuávamos nos beijando
Eu: e não posso? Ainda tô de castigo?
Pili: um pouco. Mas já nos comportamos mal
Eu: ah é... Foram putas lá fora? – já estavam pegando no meu pau. A conversa tava deixando a gente com tesão
Pili: hmm um pouco. Mas não encontramos nosso negão. Senão...
Eu: haha senão o quê? Iam trazer ele?
Sole: óbvio! Senta ali de novo - ela me pediu
Eu me sentei na cadeira e levei a loira pro sofá. Abri as pernas dela e, puxando a tanga, comecei a chupar a buceta dela. Eu continuava falando com elas
Eu: ficaram com vontade de provar mais picas?
Pili: hmm sim. E só nos resta uma noite
Eu: então amanhã querem outras rolas?
Pili: sim. Mas com você! Vai nos vender? - já tínhamos fantasiado com a ideia de eu oferecê-las pra uns caras do hotel
Eu: pode ser
Sole não falava porque tava ocupada com a boca dela, mas depois de alguns minutos elas trocaram e agora era a loira quem chupava a buceta dela. As respirações aceleraram e depois de um tempinho ela levantou a amiga e vieram na minha direção. O barulho dos saltos junto com o jeito que estavam vestidas me fazia tremer inteiro. Elas se ajoelharam na minha frente
Sole: uma coisa que tem que ficar clara é que essa rola é nossa - disse tirando ela da cueca - se quiser outra puta, vai ter que pedir permissão - batia punheta e me olhava desafiadora
Eu: uhum - eu concordava
Elas pegaram minha rola e lamberam da ponta até a base. Eu sentia as línguas percorrendo e as mãos amassando minhas bolas. Sole começou a brincar com a cabeça, enfiando na boca, e a loira desceu pra brincar com a língua nos meus ovos e na base da rola. Eu entendia que tinha que continuar falando porque isso as excitava muito
Eu: qual das duas tá mais desesperada por duas picas aqui? - vi elas rirem
Sole: a Pili, óbvio! - disse tirando minha glande da boca
Pili: ué, por quê? Neném, você também é uma putinha
Sole: sim. Mas você ficou com coisas pendentes quando a gente teve elas - falava da dupla penetração
Pili: hahaha, que filha da puta!!
Elas se deram um beijo longo e a Pili pegou a rola pra começar a chupar. Com as duas mãos batia punheta enquanto começava a enfiar o pedaço na boca. Oferecia pra amiga e continuava ela. Além do boquete impressionante que faziam, eu ficava louco com o jeito que estavam vestidas... Os peitos da loira presos naquele conjunto vermelho... A morena tinha uma pinta de puta que dava vontade de arrebentar tudo.
Sole me pediu pra levantar do sofá e deitar a amiga dela de barriga pra cima. Ela se jogou por cima, ficando num 69 e levantando a bunda pra mim.
Sole: me come com força – ela ordenou
Eu me ajeitei atrás dela. Tava com o pau bem inchado. Tava apontando pra buceta da morena e olhando praquela bunda foda com aquele conjunto de couro. Puxei a tanga e quando abaixei, Pili me surpreendeu com a língua nas minhas bolas. Uff
Comecei a meter na morena. Lá embaixo, a loira brincava com a boca, procurando meu pau ou o clitóris dela, e dava pra perceber quando chupavam a buceta dela porque os movimentos ficavam mais desesperados. As tiras nas costas da Sole me convidavam a agarrar ali. Eu sentia que elas gozavam, mas nunca paramos. Os gemidos eram intensos e a gente continuava se falando sobre como ia vendê-las no dia seguinte.
Sole saiu de cima da amiga e eu trouxe a Pili pra cima de mim. Ela começou a cavalgar com força enquanto a morena do lado falava e me beijava.
Sole: deixa a gente amarrada e vendada e traz uns desconhecidos – a voz dela era rouca. Super excitada. A amiga dela me montava mais forte ao ouvir isso.
Eu: não querem saber quem tá comendo vocês?
Sole: não. Só quero sentir os paus.
Eu: e posso trazer a quantidade que eu quiser?
Pili: arrhhhhh uhummm – Pili tava gozando e respondendo minha pergunta.
Elas trocaram e agora era a Sole que me montava com intensidade. Eu tocava nela toda e procurava o cu dela pra deixar a conversa mais safada.
Eu: e se os convidados quiserem bunda?
Sole: e se a gente der. A gente dá o que você pedir.
Eu: o que eu quiser? Pili?
Pili: mmm sim. Você vai cuidar de mim – ela não parava de ter medo.
Sole começou a se mexer em alta velocidade e a loira desceu pra olhar aquela bunda se movendo. Ela tocava tudo e enfiava os dedos onde meu pau entrava. A morena não parava de gozar. Se jogou no sofá pra respirar um pouco. Eu levantei e coloquei a Pili de quatro. Enquanto eu metia com força, a morena se tocava e olhava pra gente.
Sole: você vai trazer um preto pauzudo pra gente? — ela perguntou sem parar de se masturbar.
Eu: hmm, se eu achar, sim.
Ajeitei a Pili pra ela chupar ou beijar a amiga. Depois de alguns minutos assim e vendo que a Sole já queria pica de novo, joguei ela no sofá e levantei as pernas dela pra penetrar. A loira se posicionou pra ela chupar a buceta dela. Já tava fácil achar a posição pra nós três aproveitarmos. Ficamos assim por vários minutos até eu sentir que minha pica ia explodir.
Eu: ajoelhem — pedi.
As duas estavam esperando ansiosas pela porra que eu tinha preparado pra elas.
Sole: hmm, imagina uma chuva de porra de várias picas?
Eu: que filha da puta — falei enquanto me masturbava forte.
A quantidade de porra que saiu da minha pica foi tremenda. Sujei elas todas. A Pili fechava os olhos pra não entrar lá, e a Sole ia espalhando o que caía no pescoço e no rosto dela.
Eu tava tremendo inteiro. Tava voando de prazer.
Quando nos recuperamos, fomos tomar banho. Não paramos de falar sobre o que queríamos fazer na última noite. Não consegui evitar que subisse de novo e acabamos na cama, os três pelados. Chupei bem a buceta delas e metemos de novo, mas foi algo rápido. Queríamos guardar energia porque sabíamos que a última noite ia ser especial.
E foi…
Espero que tenham gostado.
Essa história foi a anterior à noite mais intensa que já tivemos.
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Nossas férias tinham nos levado a outro nível. Depois da noite com o Ed, não parávamos de pensar em experimentar coisas novas. Nos provocávamos o tempo todo sobre trazer mais gente, fazer uma orgia, me ameaçavam de pegar dois caras magros sem me deixar entrar. Eu adorava o jogo e isso nos levava a trepar entre nós. Um par de noites depois de ficar com o Ed, saímos pra quebrar tudo com o grupo que já tínhamos formado.
O casalzinho angelical ficava bem perto da gente, e eu tava no modo semental idiota e acabei cometendo o pior dos erros com minhas minas.
Bem cedo na noite, eu me embebedei e o namorado angelical me deu um comprimido que aceitei feito um baita otário. Tava todo virado e ainda era cedo.
As minas dançavam e conversavam com o grupo, principalmente com nosso casalzinho amigo. O cara tratou elas de putas, e elas adoraram.
Pili: o que acontece é que você não consegue entender que nós duas queremos ficar com ele. Somos putas, né?
Angelical: é que não é normal! O que esse cara tem?
Eu tava todo torto, mas ouvia tudo e meu peito inflava com o que elas diziam.
Sole: o que ele tem? – disse se aproximando de mim – uma cock enorme hahaha – a cara do cara era impagável, e eu via a namorada dele olhando pro meu volume, como se tentasse ver se era verdade.
Pili: e ele nos fode todas as noites – continuavam zoando o cara.
Eu não aguentava mais. Não conseguia entrar na brincadeira. Falei algo incompreensível no ouvido da Pili e fui pro banheiro. O caminho foi longuíssimo. Lembro como me esbarrava nas paredes do corredor e batia nas pessoas. Um desastre.
Cheguei no banheiro e molhei o rosto. Tudo girava. Não sei quanto tempo fiquei lá, mas de alguma forma me convenci de que já tava bem e decidi voltar pra festa. Quando saí, me esperava uma surpresa. A minha namorada angelina tava me esperando e se jogou em cima de mim
Angelina: então, tô esperando por isso há vários dias — isso eu lembro mais ou menos que ela disse e me empurrou contra a parede — você me deixou super intrigada, quero saber o que você tem — começou a beijar meu pescoço e descia a mão
Eu não conseguia fazer nada. Primeiro fiquei parado deixando ela abusar de mim e depois comecei a tocar ela e beijar. Ela era pequenininha e tinha uma bunda gostosa. Tava de saia e eu meti a mão sem pensar. Na real, nem sei se sabia o que tava fazendo. Mais de uma vez tentei usar essa desculpa, mas com a pouca lucidez que eu tinha, sabia que era essa gatinha que eu tava tocando e beijando. Meu estado não me deixou pensar nem onde estavam as minas nem o namorado dela. Não sabia se isso era parte de um jogo ou o quê. A gatinha começou a ficar excitada e meteu a mão pra pegar minha rola. Eu continuei sem reagir. Acho que nem tava dura. Quando senti ela falando algo tipo "chupa ela", vejo que arrancam ela de mim. Era a Pili
Pili: o que cê tá fazendo, idiota!! Tá querendo comer essa gostosa — e mais uns gritos e xingamentos que não lembro.
Em segundos, a Sole também tava falando comigo. Mas ela percebeu que eu não tava bem. Mandaram a gatinha vazar e ficaram comigo por um tempo. Perguntaram se eu conseguia andar e eu disse que sim. Saímos de lá rápido. Na rua, elas iam me guiando e me enchendo o saco. Com razão... Eu tava virado e não tinha me cuidado.
Chegamos no nosso apê e me levaram até a cama. Caí de cara pra cima de uma vez. Tudo tava girando e eu ouvia elas falando coisas.
Pili: então cê quis comer outra sem a gente? — eu fazia gestos acompanhando a brincadeira
A Sole beijou a amiga e olhou pra mim. Eu fiz um sinal pra elas se jogarem junto comigo. As duas deitaram do meu lado e tentei entrar na ação. Meus movimentos foram uma merda. Tentei arrancar a roupa delas e não consegui nada. As duas desistiram. Perceberam que eu não Valeu a pena. Me deixaram dormindo e foram embora. Até hoje me cobram aquela noite.
Amanheci de barriga pra cima com um bafo horrível e uma ressaca do caralho. Ainda tava tudo girando. Quando tentei mexer a mão pra ver as horas, senti que tava amarrada. Olhei e tinha uma algema na mão esquerda, olhei pra direita e também tava amarrada. Ri um pouco e comecei a chamar elas.
Eu: Meninas!! Tão aí?? – não respondiam – tão preparando alguma coisa que me amarraram?
Óbvio que não estavam. Consegui ver que era quase meio-dia. Passaram uns minutos e ouvi abrirem a porta. Eram elas.
Eu: Meninas!! Podem me soltar??
Pili: ayyy acordou o príncipe adormecido!! – voz irônica
Sole: vamos ver se ele tá tão ousado quanto ontem à noite – voz bem irônica
As duas apareceram na porta. Tavam de biquíni, umas putinhas, me olhando com cara de cobrança.
Eu: não sei bem o que rolou ontem, mas imagino que não me comportei bem
Pili: não se comportou bem?? Como o caralho você se comportou!!
Eu: haha o que eu fiz?
Sole: não lembra de nada?
Eu: hmm tenho flashes
Pili: e imagina por que tá de castigo?
Eu: hmm um pouco
Pili: Por quê!?
Eu: hmm porque... eu... comi a novinha?
Pili: hahaha filho da puta. Comeu? Quando eu peguei vocês, você tava batendo uma punheta pra ela na porta do banheiro
Eu: Sério?
Sole: hahaha não se faz de desentendido!
Eu: lembro muito pouco. E aí? O que aconteceu?
Elas me contaram tudo que descrevi acima e que por isso eu tava de castigo e me amarraram. Que não só tinha me irritado por querer comer outra gatinha, mas também que depois não consegui acalmar a tesão delas e agora eu tinha que pagar o preço. Eu meio que gostava do jogo. Queria ver o que ia rolar.
Acontece que elas tinham trazido café da manhã, então montaram algo do lado da cama e depois de me fazer sofrer, me ofereceram suco e um pouco de comida. Fui me recuperando e queria saber o que iam fazer comigo. Eu tava só de cueca e já dava pra ver que eu tava esquentando.
Eu: então qual vai ser meu castigo?
Sole: shhh, você não pode falar a menos que a gente deixe! – ela puxou o rebenque e me bateu na perna. Doeu.
Eu: aiii
Pili: doeu? Acho que você vai se ferrar então.
A loira pediu a arma pra amiga e começou a percorrer meu corpo. Arrepiei a pele toda e comecei a endurecer a porra do pau.
Sole: hmm, alguém tá acordando – e colocou a mão entre minhas pernas – a única que a gente sentiu falta de verdade – queriam mostrar que tavam putas.
Enquanto a Pili passava aquele mini rebenque pelo meu corpo todo, a morena tirou minha cueca e me deixou peladão. Meu pau saltou pra fora. Tava durasso por causa da situação.
A Sole pegou ele e chamou a amiga pra brincar com meu pedaço.
Sole: vem, amiga. Vamos aproveitar que agora ele subiu – um pau pra mim. Aí eu descobri que na noite anterior ela não tinha conseguido fazer nada.
Pili: hmm, deixa eu ver.
A Pili chegou perto e meteu ele na boca de uma vez. Que delícia ver elas chupando meu pau. As duas se beijavam e comiam meu pedaço, mas com uma atitude diferente. Meio obcecadas pelo meu membro, sem me dar bola.
A Sole tirou o biquíni e, sem largar a amiga e meu pau, começou a subir em cima de mim, aproximando a buceta da minha cara. Eu tava bem perto, mas não conseguia me mexer muito. Sentia o cheiro dela e ficava louco. Ela tirou meu pau da boca e falou com autoridade:
Sole: chupa!
Ela desceu a raba pra deixar toda a boceta apoiada na minha boca. Abri bem a boca e recebi todos os sucos dela. Meti a língua e comecei a mexer pra dentro. Era difícil não usar as mãos. Ela ficou mais na vertical e senti mais pressão no meu rosto. Tava difícil respirar. Ela não tava nem aí. Se mexia pra eu comer bem a boceta dela. Aí percebi que ela tinha se sentado pra Pili sentar no meu pau.
Foi um movimento de zero a cem. Ela começou a me montar com tudo. Eu flexionava as pernas e tentava controlar o ritmo.
Pili: acho que a gente vai ter que que amarrar essas tuas pernas
Ela saiu e foi buscar as cordas de pano. Improvisou rápido uns nós e imobilizou minhas duas pernas. Agora eu estava totalmente amarrado. Ela subiu em cima de mim de novo. A Sole se inclinou um pouco pra frente sem parar os movimentos que faziam minha língua percorrer o clitóris dela. Era como se eu fosse um brinquedo com uma rola e uma língua que elas estavam usando. A Pili pulava na minha rola com intensidade e pelos movimentos dela dava pra adivinhar que a morena tava ajudando com as mãos.
Senti a Sole gozar na minha boca.
Sole: arrhhhhh não para! — sentou de novo — enfia tudo na boca — com as mãos ela me puxou pelos cabelos pra dentro da buceta dela
A loira apoiou as mãos no meu abdômen e acelerou o ritmo. Em poucos segundos ela explodiu num orgasmo tremendo. As duas foram se relaxando aos poucos.
Sole: essa era a que você nos devia de ontem à noite — falou se virando e saindo de cima de mim
Pili: uhummm
As duas se levantaram e me olharam. Eu tava com a rola bem dura.
Pili: quer tomar uma coisa gelada? — falou pra amiga
Sole: bora. Uma cerveja. Tô muito acalorada — e começaram a sair do quarto
Eu: que isso?? Vão me deixar assim?
Sole: hmm você vai ficar bem. A gente você deixou assim ontem à noite por horas
Eu: foi mal, tá bom!! Já era! Além disso, ontem à noite eu não tava ligado. Tava de costas
Pili: sim. Desculpinha
E foram embora! Que filhas da puta! Iam me deixar assim? Pelado amarrado na cama com a rola dura? Gritei umas quantas vezes mais. Elas voltaram pro quarto já vestidas. Ligaram a TV pra mim e me deram o controle. E foram pra praia!! Eu tava puto! Me dava uma impotência danada que nem conseguia bater uma. Tive que aceitar e ver TV. Aos poucos a ereção foi baixando e fiquei vendo um jogo do América do Turco Mohamed. De vez em quando eu dormia e os minutos e horas foram passando.
Era umas seis da tarde quando ouvi elas chegarem morrendo de rir e se beijando. Entraram no Quarto trançados num beijo e se jogaram na cama
Eu: Oi!! Vocês vão continuar me ignorando?
Pili: Shhh, a gente tá muito tesuda - e não paravam de se beijar e se tocar do meu lado
Eu: Ah é? E o que deixou vocês assim?
Sole: Haha, a gente se comportou mal na praia
Eu: Siiim!? O que vocês fizeram?
Pili: Agora a gente te mostra. Temos fotos
Eu: Hmm, deixa eu ver. Vocês vão me soltar?
Sole: Não! - disse firme enquanto pegava a câmera
Elas tinham fotos na praia se beijando, abraçadas e com um monte de caras. Falaram pra todo mundo que eu não tava bem, então elas estavam sozinhas e precisavam se divertir.
Eu: Olha que putaria
Pili: Calma que o melhor vem agora
Continuaram mostrando fotos até que vi a Pili abraçada com um negão gigante. Ele tinha no mínimo 1,95 e era enorme. A loira parecia pequenininha do lado dele. Seguiram mostrando as fotos, e ela tocava o torso dele e sorria. Depois aparecia a Sole em posições parecidas. Numa delas, o negão a segurava no colo tipo lua de mel de filme, e uma das mãos dele tocava a bunda dela.
Eu: Esse dedo tá numa área perigosa - falei apontando com a boca. Não tinha outro jeito
Sole: Haha, sim. O negão se fazia de desentendido. Mas espera que melhora
A loira fez uma foto igual. Depois apareciam as duas agarradas nele. Conforme as fotos passavam, dava pra ver que o pau do moreno ficava mais marcado
Eu: Olha como ele empinou a rola
Sole: Hahaha, sim. Isso que é bom
As próximas fotos mostraram a Sole na frente do negão. Fazendo cara de safada. Dava pra ver que ele tava apoiando ela, porque conforme as fotos passavam, as mãos do cara seguravam mais forte a minha morena. Numa das fotos, a Sole se inclinava pra frente e com as mãos fazia um gesto como se estivesse medindo no ar o tamanho da anaconda que tava encostada na bunda dela
Eu: Era desse tamanho?
Sole: Juro!! E bem grossa. Ainda sinto a sensação na bunda
A Pili apareceu nas fotos imitando a amiga. A cara dela era demais. Dava pra ver que tava meio bêbada e com tesão. Ela deixou o negão encostar nela, e nessa altura já dava pra ver que ele tava de pau duro. Na foto seguinte foi quando me surpreendeu... Ela pegou as mãos dele e levou pros peitos dela.
Eu: olha só que putinha minha princesa.
Pili: mmmm as mãos dele eram gigantes. Aí a gente fugiu.
Eu: que? Por quê?
Sole: o negão queria levar a gente pro quarto dele. Haha saímos correndo e viemos pra cá.
Eu: isso acabou de acontecer?
Sole: uhum — e beijava a amiga.
Pili: a gente tá muito com tesão. Não para de pensar naquela pica.
Elas se jogaram do meu lado e arrancaram as biquínis. Minha pica já tava dura de novo. Rápido, elas se ajeitaram pra ficar de 69 e a Sole ficou com a bunda a centímetros da minha cara. Eu me mexia pra mostrar que queria ser incluído, mas elas não ligavam. A situação tava me enchendo o saco porque eu continuava sem poder fazer nada, e ainda me sentia ameaçado porque elas tinham se excitado com outra pica. E desejavam mais ela.
Continuaram sem me deixar entrar. A Sole levantou a loira e a esmagou contra a parede. Pegou o vibrador e apontou pra buceta dela. A Pili respirava ofegante... não parava de beijar a amiga e gemer. Começou a enfiar devagar. A morena dominava a situação. Levou ela até onde eu tava e a colocou de quatro pra eu chupar ela. Eu pensei "finalmente". A Pili pegou minha pica e chupou com vontade enquanto a amiga atrás simulava que tava comendo ela enfiando o pedaço de plástico. As duas tavam loucas e a morena precisava de pica.
Sole: ai, não aguento mais. Preciso de uma pica dentro de mim.
Ela sentou em cima de mim, mas de costas pra continuar brincando com a amiga. Os movimentos daquela bunda do caralho me deixavam louco. A Pili mexia nas minhas bolas, eu tava com a pica explodindo. Durante meia hora elas me estupraram. Abusaram da minha pica até as duas gozarem.
A Pili tava em cima de mim quando a Sole foi tomar banho.
Pili: e o que eu faço aqui? Eu finalizo ele? — perguntou gritando. Sole: siii! É toda sua!! - respondeu a outra de longe
Pili: você tem sorte de eu ser a boazinha - falou me olhando nos olhos
Ela desceu pra chupar meu pau e me encarou por uns minutos enquanto me batia uma na porta da boca dela com a língua pra fora. Era algo que a Sole já me tinha acostumado, mas não a loira. Tava visível que ela tava muito tesuda. Quando viu que a gozada tava vindo, enfiou na boca e deixou explodir dentro.
Engoliu tudo, levantou e me deu um selinho pra ir tomar banho também
Eu: pera! Não vai me soltar não?
Pili: mmm a gente ainda não conversou sobre isso. Não sei se você já pagou seu castigo
Eu não aguentava mais. Queria que me soltassem. Mas já tava mais calmo porque finalmente tinha gozado. Elas saíram do banho e eu ouvia elas conversando e se trocando. Demoraram mais do que eu esperava. Depois voltaram pro banheiro de novo e ficaram falando de novo. Riam... Parecia que tinham esquecido que eu tava ali. Minutos depois a Pili apareceu toda produzida! Tava com uma camiseta branca super decotada e um short rosa com estrelas brancas.
Eu: vocês vão sair?
Pili: siim!
Eu: me solta! Quero ir também
Pili: mmm acho que não
Atrás veio a Sole com um short branco e um top preto
Sole: como é que cê tá? - deu uma voltinha nela mesma e depois na amiga - hoje a gente vai sair sozinhas pra fazer besteira
Eu: hahaha e eu? Quero ir!! - meu tom já mostrava desespero
Sole: você fica aí se recuperando pra quando a gente voltar. Quem sabe a gente não volta acompanhada - falou com uma piscada
Elas saíram com uma cerveja na mão e me deixaram de novo. Não tinha o que fazer além de aceitar. Tinha sido um dia pesado e de ressaca braba. Acho que em 15 minutos eu já tinha dormido. Era umas 8 da noite. Acordei umas 12 e ainda tava sozinho. Mas daí ouvi o barulho da porta... Elas estavam morrendo de rir. Eu tentava adivinhar se tavam sozinhas. Não ouvia nenhuma outra voz.
As duas apareceram na porta
Pili: oi... Escravo - dava pra sentir o álcool no jeito que ela falava. Mais do que eu, não não tinha comido nem bebido nada o dia inteiro.
Sole: sentiu nossa falta?
Eu: siii. Vocês se divertiram??
Sole: uffff, nem imagina!!
Elas se aproximaram de mim. Me beijaram as duas e cada uma soltou uma das algemas que estavam ao meu alcance. Finalmente estava livre. Depois, soltaram meus pés.
Eu: finalmente! Acabou o castigo?
Sole: hmm, mais ou menos. Já não estamos tão bravas. E preparamos uma surpresa pra você
Elas me levaram até a sala. Consegui vestir alguma roupa. Me sentaram numa cadeira e me serviram algo pra petiscar e beber
Pili: você fica aí que a gente vai se trocar
Fiquei ali, curtindo a bebida e a liberdade. Tinha as marcas das algemas nos pulsos de ficar o dia inteiro preso. Lá longe, ouvia elas rindo e se trocando. Comecei a ouvir o barulho dos saltos e elas pediram pra eu deixar só uma luz acesa e me sentar numa cadeira de frente pra janela. Isso estava planejado, sem dúvida. Era o que tinham preparado antes da viagem.
Segui as instruções e me sentei olhando pra janela com um drink na mão. Ouvi elas conectarem algo no som. Depois de um último cochicho e barulho de saltos, começou a primeira música... American Woman!!! Do Lenny Kravitz...
As duas apareceram pelos meus lados e roçaram meu pescoço ao passar. Se moviam sensuais e, quando ficaram na frente da janela, eu via elas perfeitamente. Estavam as duas vestidas de secretária.. camisas brancas e saia preta. As duas com o cabelo preso. Começaram a se mexer devagar e acho que estavam um pouco envergonhadas de dançar. Foram se aproximando e começaram a se beijar pra quebrar o gelo. Eu só olhava e bebia meu drink. A Sole soltou o cabelo da Pili e já estávamos numa parte mais rápida da música... Elas começaram a se mexer mais putinhas. A morena também ficou com o cabelo solto e elas passavam as mãos pelo corpo por cima da roupa. Se aproximaram de mim e, depois de me dar um beijo em cada bochecha, foram pra janela e viraram de costas. Aí começaram os movimentos pra desabotoar suas Saías e juntas foram baixando, mostrando as duas bundas. A Sole tava com uma fio dental preta e a Pili, vermelha. As duas usavam uma espécie de cinta-liga que mostrava que tinha algo mais interessante pra descobrir. As saías caíram no chão e elas jogaram pra mim. As camisas chegavam bem na altura pra tampar as bundas, mas davam um visual incrível. Aí dançaram um pouco, se beijando de boca aberta e se tocando.
De novo, viraram de costas pra mim. A música já tinha mudado pra uma do Aerosmith... Elas soltaram os botões e, aos poucos, deixaram as camisas caírem. Quero descrever o melhor que puder como elas estavam naquele momento. A Pili tava com um conjunto vermelho que deixava quase todas as costas de fora, e a Sole... Tava com um conjunto tipo couro com cordas que cruzavam todas as costas dela.
Dançaram um pouco de costas e se viraram pra me mostrar o melhor. O conjunto da Pili na frente apertava os peitos dela de um jeito inesquecível. Era daquele tecido macio... Desde os peitos dela descia pelo meio da barriga uma faixa vermelha que terminava na parte de baixo, que era uma calcinha fio dental (parecido com a imagem do post).
A morena tinha duas faixas verticais que desciam dos peitos dela e eram unidas por várias cordas, que chegavam até o quadril, de onde segurava a cinta-liga, e embaixo dava pra ver uma fio dental preta. Era uma gostosa. Parecia daquelas dominadoras que vêm pra te destruir.
As duas vieram dançando na minha direção. Eu aplaudia e tocava nelas. Me levantaram e dançaram bem pertinho pra começar a sentir meu pau.
Sole, pedi só uma coisa:
Eu: não tirem mais nada – fiquei louco do jeito que elas estavam e queria comer elas assim
Sole: olha como ele pede as coisas agora! Atrevido – continuávamos nos beijando
Eu: e não posso? Ainda tô de castigo?
Pili: um pouco. Mas já nos comportamos mal
Eu: ah é... Foram putas lá fora? – já estavam pegando no meu pau. A conversa tava deixando a gente com tesão
Pili: hmm um pouco. Mas não encontramos nosso negão. Senão...
Eu: haha senão o quê? Iam trazer ele?
Sole: óbvio! Senta ali de novo - ela me pediu
Eu me sentei na cadeira e levei a loira pro sofá. Abri as pernas dela e, puxando a tanga, comecei a chupar a buceta dela. Eu continuava falando com elas
Eu: ficaram com vontade de provar mais picas?
Pili: hmm sim. E só nos resta uma noite
Eu: então amanhã querem outras rolas?
Pili: sim. Mas com você! Vai nos vender? - já tínhamos fantasiado com a ideia de eu oferecê-las pra uns caras do hotel
Eu: pode ser
Sole não falava porque tava ocupada com a boca dela, mas depois de alguns minutos elas trocaram e agora era a loira quem chupava a buceta dela. As respirações aceleraram e depois de um tempinho ela levantou a amiga e vieram na minha direção. O barulho dos saltos junto com o jeito que estavam vestidas me fazia tremer inteiro. Elas se ajoelharam na minha frente
Sole: uma coisa que tem que ficar clara é que essa rola é nossa - disse tirando ela da cueca - se quiser outra puta, vai ter que pedir permissão - batia punheta e me olhava desafiadora
Eu: uhum - eu concordava
Elas pegaram minha rola e lamberam da ponta até a base. Eu sentia as línguas percorrendo e as mãos amassando minhas bolas. Sole começou a brincar com a cabeça, enfiando na boca, e a loira desceu pra brincar com a língua nos meus ovos e na base da rola. Eu entendia que tinha que continuar falando porque isso as excitava muito
Eu: qual das duas tá mais desesperada por duas picas aqui? - vi elas rirem
Sole: a Pili, óbvio! - disse tirando minha glande da boca
Pili: ué, por quê? Neném, você também é uma putinha
Sole: sim. Mas você ficou com coisas pendentes quando a gente teve elas - falava da dupla penetração
Pili: hahaha, que filha da puta!!
Elas se deram um beijo longo e a Pili pegou a rola pra começar a chupar. Com as duas mãos batia punheta enquanto começava a enfiar o pedaço na boca. Oferecia pra amiga e continuava ela. Além do boquete impressionante que faziam, eu ficava louco com o jeito que estavam vestidas... Os peitos da loira presos naquele conjunto vermelho... A morena tinha uma pinta de puta que dava vontade de arrebentar tudo.
Sole me pediu pra levantar do sofá e deitar a amiga dela de barriga pra cima. Ela se jogou por cima, ficando num 69 e levantando a bunda pra mim.
Sole: me come com força – ela ordenou
Eu me ajeitei atrás dela. Tava com o pau bem inchado. Tava apontando pra buceta da morena e olhando praquela bunda foda com aquele conjunto de couro. Puxei a tanga e quando abaixei, Pili me surpreendeu com a língua nas minhas bolas. Uff
Comecei a meter na morena. Lá embaixo, a loira brincava com a boca, procurando meu pau ou o clitóris dela, e dava pra perceber quando chupavam a buceta dela porque os movimentos ficavam mais desesperados. As tiras nas costas da Sole me convidavam a agarrar ali. Eu sentia que elas gozavam, mas nunca paramos. Os gemidos eram intensos e a gente continuava se falando sobre como ia vendê-las no dia seguinte.
Sole saiu de cima da amiga e eu trouxe a Pili pra cima de mim. Ela começou a cavalgar com força enquanto a morena do lado falava e me beijava.
Sole: deixa a gente amarrada e vendada e traz uns desconhecidos – a voz dela era rouca. Super excitada. A amiga dela me montava mais forte ao ouvir isso.
Eu: não querem saber quem tá comendo vocês?
Sole: não. Só quero sentir os paus.
Eu: e posso trazer a quantidade que eu quiser?
Pili: arrhhhhh uhummm – Pili tava gozando e respondendo minha pergunta.
Elas trocaram e agora era a Sole que me montava com intensidade. Eu tocava nela toda e procurava o cu dela pra deixar a conversa mais safada.
Eu: e se os convidados quiserem bunda?
Sole: e se a gente der. A gente dá o que você pedir.
Eu: o que eu quiser? Pili?
Pili: mmm sim. Você vai cuidar de mim – ela não parava de ter medo.
Sole começou a se mexer em alta velocidade e a loira desceu pra olhar aquela bunda se movendo. Ela tocava tudo e enfiava os dedos onde meu pau entrava. A morena não parava de gozar. Se jogou no sofá pra respirar um pouco. Eu levantei e coloquei a Pili de quatro. Enquanto eu metia com força, a morena se tocava e olhava pra gente.
Sole: você vai trazer um preto pauzudo pra gente? — ela perguntou sem parar de se masturbar.
Eu: hmm, se eu achar, sim.
Ajeitei a Pili pra ela chupar ou beijar a amiga. Depois de alguns minutos assim e vendo que a Sole já queria pica de novo, joguei ela no sofá e levantei as pernas dela pra penetrar. A loira se posicionou pra ela chupar a buceta dela. Já tava fácil achar a posição pra nós três aproveitarmos. Ficamos assim por vários minutos até eu sentir que minha pica ia explodir.
Eu: ajoelhem — pedi.
As duas estavam esperando ansiosas pela porra que eu tinha preparado pra elas.
Sole: hmm, imagina uma chuva de porra de várias picas?
Eu: que filha da puta — falei enquanto me masturbava forte.
A quantidade de porra que saiu da minha pica foi tremenda. Sujei elas todas. A Pili fechava os olhos pra não entrar lá, e a Sole ia espalhando o que caía no pescoço e no rosto dela.
Eu tava tremendo inteiro. Tava voando de prazer.
Quando nos recuperamos, fomos tomar banho. Não paramos de falar sobre o que queríamos fazer na última noite. Não consegui evitar que subisse de novo e acabamos na cama, os três pelados. Chupei bem a buceta delas e metemos de novo, mas foi algo rápido. Queríamos guardar energia porque sabíamos que a última noite ia ser especial.
E foi…
Espero que tenham gostado.
6 comentários - Trevo - Férias - Troca de papéis
Espero no se tarden para el próximo.