Na outra noite, cheguei em casa umas 6h da manhã e encontrei minha mãe muito puta porque minha irmã tinha chegado em casa muito bêbada de novo. Mal conseguia ficar em pé, e o namorado dela teve que arrastar ela até a cama. Eu tava passando uns dias com minha família, não moro com eles, e costumo ficar num quarto vazio que tem duas camas. O namorado da minha irmã deixou ela naquele quarto e foi embora. Minha irmã é daquelas mina que compra tudo rosa, vai pra academia e é bem gostosa. Tem uma raba que chama muita atenção e uns peitos pequenos que combinam bem com o corpo dela. Tem 23 anos e traz namorado pra casa desde os 18. Tem cara de quem gosta de pica grande, sempre anda com caras mais altos que ela. Várias vezes pude ouvir ela transando com o namorado da vez e, mesmo tentando espiar, nunca consegui ver nada, tinha que me contentar em ouvir ela gemendo e pedindo pra meter mais forte. Nem preciso dizer que dediquei várias punhetas imaginando como ela tava sendo comida, alimentando a tara de ver minha irmã se medindo com uma boa rola. Também às vezes me masturbava pensando se ela já tinha feito um menage, se já experimentou com mulher e, minha favorita, se já transou com alguém mais velho que ela. Porque é sabido que algum coroa com grana e carrão pode pegar uma mina bêbada em alguma balada e saciar seus desejos mais baixos. Ela costuma se vestir na moda, tipo shortinhos super apertados, saias bem justas e tops. Então sempre que venho, aproveito pra olhar bem pra raba dela. Mas nunca tinha tido ela tão perto como naquela noite. Ela ficou de bruços na cama, roncando pra caralho, e eu na cama do lado já tinha começado a me punhetar. Tinha uma vista bem boa daquela raba com uma saia branca bem justa e, no fim, dava pra ver que ela tava de fio dental vermelho. Decidi ver de mais perto, meu coração começou a acelerar enquanto me aproximava. Toquei aquela bunda primeiro com uma mão, depois com a outra, até levantar a saia e consegui contemplar aquela bunda em todo seu esplendor. Meu pau deu um pulo, continuei batendo punheta enquanto olhava pra ela. Sentia inveja de todos que já tinham aproveitado aquele rabo, imaginava ela de quatro e ficava louco. É uma bunda pra filmar pornô, pra dar muito tapa e encher de pica. Comecei a beijar e lamber aquelas nádegas e decidi afastar a tanga pra encontrar o melhor da experiência: o cu, o cuzinho, o rosquinha, o anel, chama como quiser. Diferente do que eu pensava, parecia que já tinha passado pica por ali, não estava bem fechado. Comecei a chupar e meter minha língua com cuidado, mas ela nem se mexeu, continuava roncando. Saber que minha irmã curte sexo anal quase me fez gozar, não parava de imaginar ela levando uma dupla penetração, sendo fodida por duas picas grossas. Tava prestes a gozar e pensava em como ela se comporta com porra. Me perguntava se era head master, se gosta na cara ou na boca, se chupa os ovos, etc. Não aguentei mais e banhei aquele cu com uma porra massiva, tava em êxtase. Peguei uma camiseta do chão e limpei o grosso da porra, o resto espalhei com as mãos por toda aquela bunda. Ajeitei a roupa dela e voltei pra minha cama. Perto do meio-dia, ela acordou meio confusa, expliquei o que aconteceu e falei que o namorado dela deixou ela naquele quarto porque era mais perto do que levar até o dela. Ela disse que não lembrava de nada. Fim.
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