O dia que comi a secretária do gerente (parte 2)

Finalmente, depois de uma espera, chegou o dia tão esperado, ela ia vir na minha casa, eu convidei ela pra jantar, mas ela preferia vir um pouco mais tarde. Lembro que era uma noite de calor, os últimos calores que o verão nos dá. Eu morava num sobrado numa área central, que tinha um terraço, então assim que ela chegou, ofereci levar uns almofadões, junto com a garrafa de Fernet e a de Coca e uma geleira. Aquela noite era espetacular, Fernet no meio e uma conversa divertida, de vez em quando uns beijos, até que foi rolando e começamos a pegar um tempão, eu era um adolescente, hahaha. O amasso foi intensificando, as carícias aumentaram e lembro como se fosse hoje, ela estava de minissaia. Deitei ela nos dois almofadões, levantei a saia, desci a calcinha fio dental e mergulhei pra saborear a buceta linda dela. Era alucinante a xereca que ela tinha, uma delícia. Lembro que fiquei um tempão, ela curtia e me fez saber gozando na minha boca. Depois, eu sentado, coloquei uma camisinha, subi ela em cima de mim, com as pernas dela rodeando minha cintura, e ela começou a se mexer. Levantei a blusa e o sutiã dela e comecei a lamber os peitos dela. Ela acelerou o ritmo, gemia e eu observava ela, observava o rosto dela cheio de prazer. Tentei aguentar o máximo que pude, até que não aguentei mais e explodi dentro do latex, enquanto ela gozou de novo, me presenteando com as contrações da buceta no meu pau. Lembro que depois disso, assim que nos recuperamos, descemos, fomos pro banheiro e tomamos banho juntos. No chuveiro, nos beijamos e enquanto passávamos sabão, começamos a esquentar de novo. Do banheiro fomos pro meu quarto, fodemos de novo, dessa vez de papai e mamãe. Aquela noite foi incrível. Depois da segunda foda, transamos mais duas vezes. Lembro que fizemos de quatro e de conchinha. Era terminar, conversar, começar a nos beijar e nos tocar e foder. Assim passou a noite. Veio o amanhecer e acompanhei ela até o ponto de ônibus. Depois daquela noite... A gente se viava umas duas vezes por mês, dia sim, dia não, a gente trepava igual coelho, até que decidimos parar por aí, já que os dois tava largando mão dos nossos parceiros. Foi uma pena, porque a química era foda.

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