Como já contei em outro post o que rolou com minha primeira veterana, que também era funcionária. Depois parou porque começou outra funcionária e várias coisas aconteceram.
Todas essas histórias são 100% reais, só mudo o nome por privacidade.
Essa funcionária (que vamos chamar de Ludmila) era casada e tinha dois filhos, e pra mais tesão, o marido dela até jogou umas peladas comigo.
Bom, tudo começou como toda relação de trabalho: conversas, pegar confiança, uns olhares sugestivos que diziam mais do que deviam e...
Lembro que tinha ela no WhatsApp, mas nunca teve mensagem fora do tom nem nada. Até que um dia, numa das nossas conversas, não lembro bem por quê, ela começou a falar que na empresa não tinha homem gostoso, e eu rebati: "E eu?".
Aí ela disse: "Bom, você obviamente que sim, mas não é um colega de trabalho, é praticamente meu chefe". Eu ri e lembrei que falei algo tipo: "Bom, mas poderia não ser", e aí tudo começou a mudar.
Mensagens iam e vinham, o tom de todas as conversas começou a subir, e rolaram umas fotos pelados de ambos. E sempre pra provocar ela, porque sabia que ela curtia, eu falava: "Mesmo assim, essa (foto da minha pica) não cabe inteira na sua boca nem fudendo".
"Isso é o que você pensa, já vamos ver".
Essa mensagem me deixou doido. Desde aquele dia, só fico pensando em que motivo posso arrumar pra vê-la fora do trabalho, ou que desculpa ela pode dar em casa pra gente se encontrar.
Naquela época, eu guardava meu carro fora de casa, numa garagem a algumas quadras. Um dia, conversando pelo WhatsApp, ela disse: "Tô voltando de São Paulo, me encontrei com ex-colegas do meu trabalho anterior".
Eu, já totalmente pirado, respondi: "Ok, me fala onde você tá que passo aí pra te buscar, te levo em casa sem problema" (corno manso).
Ela me deu o endereço, fui buscá-la, e vi ela me esperando (e até então, ela ainda não sabia das...). Descrevi, baixinha e magrinha, loira com peito pequeno mas uma bunda INCRÍVEL! Daquelas redondinhas e prontinhas pra palmada), com uma calça jeans justa e uma camiseta. Sobe, a gente se cumprimenta normal (até então nunca tinha rolado nada fora do WhatsApp), batemos um papo durante a viagem e, quando um sinal me para, olho pra ela e ela morde o lábio — e ali foi tudo.
Beijo fogoso de língua, mordida nos lábios, apalpação, tudo até eu ouvir buzinas: o sinal já tinha ficado verde.
Aí a gente riu e seguiu viagem, em cada sinal a situação se repetia e eu pensando em como comer ela porque tava com o pau durasso, mas ela não podia demorar 2 horas pra chegar em casa.
Então acendeu a lâmpada na minha cabeça, sem falar nada virei pra garagem onde guardava o carro e quando ela viu que eu ia entrar, perguntou: "O que cê tá fazendo? Aonde a gente vai? Qualé, tenho que ir pra casa, meu marido tá me esperando."
E eu falei: "Confia em mim, são 5 minutos e a gente vai embora." Assim que a cortina da garagem abriu, entrei com o carro e fechei. E ali a gente começou tudo dentro do carro, já que não tinha ninguém pra ver, nem nada.
Beijos, carícias, eu desabotoando a calça jeans dela enquanto chupava o pescoço e enfiava os dedos, ela gemendo no meu ouvido e desabotoando meu cinto.
Os dois pegando fogo, mas ela, por sorte, mais lúcida que eu: "Preciso ir, por favor, vamos senão vão me matar, e outro dia a gente acerta e continua direitinho."
Eu queria morrer, não aguentava mais, aí falei: "Tá bom, mas pelo menos vamos ver quem ganha a aposta: se cabe inteira ou não."
Ela riu, e assim que riu, desceu pro meu pau e — como explicar? A maestria com que aquela MILF me chupou o pau por alguns minutos, e claramente ganhou de mim, porque mesmo sendo grande, ela colocou ele INTEIRO na boca.
Subiu e falou: "Viu, gato? Cabe tudo. Agora vamos, que na próxima quero esse pauzão todo dentro de mim."
E assim terminou nosso primeiro encontro com a Ludmila. Deixem pontos e mensagens, que eu continuo contando histórias com aquela MILF divina que eu comi gostoso.
Todas essas histórias são 100% reais, só mudo o nome por privacidade.
Essa funcionária (que vamos chamar de Ludmila) era casada e tinha dois filhos, e pra mais tesão, o marido dela até jogou umas peladas comigo.
Bom, tudo começou como toda relação de trabalho: conversas, pegar confiança, uns olhares sugestivos que diziam mais do que deviam e...
Lembro que tinha ela no WhatsApp, mas nunca teve mensagem fora do tom nem nada. Até que um dia, numa das nossas conversas, não lembro bem por quê, ela começou a falar que na empresa não tinha homem gostoso, e eu rebati: "E eu?".
Aí ela disse: "Bom, você obviamente que sim, mas não é um colega de trabalho, é praticamente meu chefe". Eu ri e lembrei que falei algo tipo: "Bom, mas poderia não ser", e aí tudo começou a mudar.
Mensagens iam e vinham, o tom de todas as conversas começou a subir, e rolaram umas fotos pelados de ambos. E sempre pra provocar ela, porque sabia que ela curtia, eu falava: "Mesmo assim, essa (foto da minha pica) não cabe inteira na sua boca nem fudendo".
"Isso é o que você pensa, já vamos ver".
Essa mensagem me deixou doido. Desde aquele dia, só fico pensando em que motivo posso arrumar pra vê-la fora do trabalho, ou que desculpa ela pode dar em casa pra gente se encontrar.
Naquela época, eu guardava meu carro fora de casa, numa garagem a algumas quadras. Um dia, conversando pelo WhatsApp, ela disse: "Tô voltando de São Paulo, me encontrei com ex-colegas do meu trabalho anterior".
Eu, já totalmente pirado, respondi: "Ok, me fala onde você tá que passo aí pra te buscar, te levo em casa sem problema" (corno manso).
Ela me deu o endereço, fui buscá-la, e vi ela me esperando (e até então, ela ainda não sabia das...). Descrevi, baixinha e magrinha, loira com peito pequeno mas uma bunda INCRÍVEL! Daquelas redondinhas e prontinhas pra palmada), com uma calça jeans justa e uma camiseta. Sobe, a gente se cumprimenta normal (até então nunca tinha rolado nada fora do WhatsApp), batemos um papo durante a viagem e, quando um sinal me para, olho pra ela e ela morde o lábio — e ali foi tudo.
Beijo fogoso de língua, mordida nos lábios, apalpação, tudo até eu ouvir buzinas: o sinal já tinha ficado verde.
Aí a gente riu e seguiu viagem, em cada sinal a situação se repetia e eu pensando em como comer ela porque tava com o pau durasso, mas ela não podia demorar 2 horas pra chegar em casa.
Então acendeu a lâmpada na minha cabeça, sem falar nada virei pra garagem onde guardava o carro e quando ela viu que eu ia entrar, perguntou: "O que cê tá fazendo? Aonde a gente vai? Qualé, tenho que ir pra casa, meu marido tá me esperando."
E eu falei: "Confia em mim, são 5 minutos e a gente vai embora." Assim que a cortina da garagem abriu, entrei com o carro e fechei. E ali a gente começou tudo dentro do carro, já que não tinha ninguém pra ver, nem nada.
Beijos, carícias, eu desabotoando a calça jeans dela enquanto chupava o pescoço e enfiava os dedos, ela gemendo no meu ouvido e desabotoando meu cinto.
Os dois pegando fogo, mas ela, por sorte, mais lúcida que eu: "Preciso ir, por favor, vamos senão vão me matar, e outro dia a gente acerta e continua direitinho."
Eu queria morrer, não aguentava mais, aí falei: "Tá bom, mas pelo menos vamos ver quem ganha a aposta: se cabe inteira ou não."
Ela riu, e assim que riu, desceu pro meu pau e — como explicar? A maestria com que aquela MILF me chupou o pau por alguns minutos, e claramente ganhou de mim, porque mesmo sendo grande, ela colocou ele INTEIRO na boca.
Subiu e falou: "Viu, gato? Cabe tudo. Agora vamos, que na próxima quero esse pauzão todo dentro de mim."
E assim terminou nosso primeiro encontro com a Ludmila. Deixem pontos e mensagens, que eu continuo contando histórias com aquela MILF divina que eu comi gostoso.
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