Milf gostosa...

Este ano, por causa de grana e trampo, a gente não tirou férias, mas pra celebrar 2020, meu marido me surpreendeu com uma semana só nós dois em Mar del Plata.
— Pode ser uma segunda lua de mel — ele se animou ao me contar.

Como todo casal, depois de tantos anos de casamento, já tava rolando um certo desgaste. A rotina, a convivência, os problemas que nunca faltam, tavam cobrando o preço. Não tínhamos brigas ou discussões sérias, só as normais de qualquer relação, mas fazia tempo que a paixão e o tesão tinham estagnado.

Já não transávamos tão seguido, e até tinha noites em que a gente se deitava sem nem dar um beijo. Por isso meu marido achou que uns dias só nós dois, na praia, curtindo o sol e a areia de dia e o sexo de noite, podia reacender o fogo do que a gente já teve um dia.

Apesar dos meus encontros recentes com Bruno, não achei a ideia ruim, porque eu também sentia que a gente tava num momento em que o casamento corria o risco de desmoronar. E eu não queria que isso acontecesse. Não me via me divorciando do meu marido.

Posso até parecer meio galinha, mas além da tentação que é um Bruno separado e topando ser o pai do Ro, dividir minha vida com ele não é um plano que eu tenha.

Gosto dele, sim, mas também gosto do meu marido, apesar da tonelada de chifres que posso estar enfiando nele. E salvar nossa relação é a prioridade máxima que tenho agora.

Então ajeitamos em questão de horas tudo sobre o trampo e o Ro, e partimos pra La Feliz.

Os primeiros dias foram como os de qualquer casal de férias. Muita praia de dia e muito sexo de noite. Cassino, teatros, restaurantes, até que no quarto dia meu marido recebe uma ligação do sócio dele de Mendoza.

Um empresário do vinho, que eles tavam caçando fazia tempo pra fechar um negócio, ia estar em Luján de Cuyo por poucas horas. e finalmente tinha concedido uma reunião, então os dois tinham que estar lá pra assinar o contrato.
Meu marido tentou me contar com o maior tato possível, mas mesmo assim fiquei com os cabelos em pé.
Quem é que vai fazer uma viagem de negócios no meio de uma escapada romântica?
Por mais que ele tentasse me fazer entender os motivos dele, eu fiz as malas e não quis dar o braço a torcer.

— Meu amor, se eu fechar esse negócio, a gente garante as férias dos próximos dez anos — ele insistia — E não em Mar del Plata, mas em Punta del Este, Brasil, ou alguma praia do Caribe.
— Eu gosto de Mar del Plata — eu contradizia.
— Por que você não vem comigo? Vai, eu tenho a reunião, a gente passeia um pouco e amanhã à noite já estamos de volta — ele tentou me convencer.

Mas aquela era a minha semana de sol e praia, eu queria sentir a brisa do mar, não ficar percorrendo vinícolas e plantações de uva, então recusei de cara.

— Faz uma coisa — falei por fim — Vai pra Mendoza, fecha teu negócio, que quando você voltar eu vou estar aqui te esperando... — peguei minhas coisas e fui pra praia.

Quando voltei ao meio-dia, ele já não estava, mas tinha deixado um bilhete no travesseiro prometendo que quando voltasse ia me recompensar.
Almocei no restaurante do hotel, à tarde saí pra andar pela rua de pedestres e à noite pedi serviço de quarto. Por videochamada, ele pediu desculpas de novo e ainda confirmou que no dia seguinte de manhã tinha a reunião com o empresário arisco, e depois disso já tinha o voo confirmado pra Mar del Plata.

Me despedi com um beijo, garantindo que estava tudo bem, e fui deitar, mas não conseguia pegar no sono. Alguma coisa me incomodava. Então levantei, me vesti de novo e desci pro bar do hotel. Tava com vontade de tomar uma bebida forte.

Pedi uma tequila pro barman, e como vocês podem imaginar, uma mulher sozinha no balcão de um bar, quase meia-noite, no auge do verão, não é estranho que algum acompanhante eventual se aproxime.

— Posso sentar? — Pergunta um rapaz que não deve ter mais de 25 anos, bonito, bem vestido.
—Se me pagar um drink... — respondo, mostrando meu copo quase vazio.
—Mais um pra moça e uma cerveja pra mim — ele pede ao barman, enquanto se senta no banco ao lado.
—Valeu, mas sou casada — esclareço.
—Seu marido tá por perto? — pergunta, olhando preocupado ao redor.
—Tá em Mendoza, a negócios, então não precisa se preocupar — falo, dando abertura pra cantada.
—Alejo... — ele se apresenta.
—Mariela... — respondo, me aproximando pra dar um beijo no rosto dele.
—Tava com meu amigo e a gente não decidia qual dos dois devia chegar — ele conta.
—Seu amigo? — me surpreendo — E cadê ele?
Ele aponta pra lá, sozinho numa mesa. Um cara da mesma idade, tão gostoso quanto ele.
—E por que não chama ele pra vir? Vai deixar o coitado largado aí? —
Mesmo surpreso, ele faz um sinal pro amigo se juntar a nós.
—Ciro... — o amigo se apresenta, também com um beijo.
Com certeza de onde tava, viu como a gente se cumprimentou.
—E posso saber como decidiram quem ia chegar? — pergunto, claramente curiosa.
—Com uma aposta — Alejo sorri misterioso.
—Uma aposta sobre o quê? — insisto.
Ele se aproxima e, sussurrando no meu ouvido, diz:
—Sobre quem tem a maior... —
Talvez esperasse que eu me chocasse, ou que ficasse sem graça de alguma forma, mas em vez disso, olho nos olhos dele e, tomando um gole do meu segundo tequila, falo:
—Talvez eu devesse ser a juíza disso —
Os caras se entreolham e sorriem, tentando decifrar o verdadeiro sentido das minhas palavras.
De novo, sou eu quem toma a frente.
—Meu marido tá viajando, só volta amanhã à tarde, então tô com o quarto só pra mim essa noite — levanto, termino o segundo tequila e, me virando pros dois, completo: —É o número 25, se não tiverem nada pra fazer, espero vocês daqui a meia hora —
Dou um sorriso. Saio do bar e subo a escada pro meu quarto.
Tinha levado pra Mardel um conjunto de lingerie que pensei em usar no último dia, como despedida, mas entre o álcool e a excitação, decidi que aquele também era um bom momento pra estrear.
Visto ele e, me olhando no espelho, sinto que não errei na escolha, já que o design ajuda a realçar ainda mais meus atributos.
A calcinha é um fio dental que se perde entre as nádegas, com um triangulinho na frente que não cobre os lábios da minha buceta. Como estamos na praia, tenho toda aquela área depilada, então não tem nenhum pelo aparecendo.
O sutiã é feito de tiras cuja única função é emoldurar meus peitos, como se fossem troféus em exibição.
Tenho umas tetas boas, não nego, mas embora sejam minha principal arma de sedução, além do meu carisma, claro (e da minha bunda, algum vai acrescentar), nem sempre me senti confortável com elas.
No colégio foi quando mais sofri com o complexo de ser peituda. Não sei se foi porque o sexo com meu tio Carlos disparou meus hormônios, mas me desenvolvi antes de qualquer outra garota da minha turma, e até de toda a escola. Razão pela qual ganhei a antipatia das que eram retas como tábuas. "Vaca leiteira", era o epíteto que mais escolhiam pra me menosprezar.
Claro que com o tempo entendi que elas falavam isso só por inveja. E que um bom par de tetas abre muitas portas que de outra forma ficariam fechadas.
Mas não sou de fazer muita ostentação delas, e embora possa parecer que sim, não saio por aí mostrando elas ao menor provocação.
No dia a dia sou mais recatada, não uso decotes largos ou profundos, a menos que seja numa festa e à noite. Mas no sexo, aí sim eu tiro proveito delas.
Como esperava, os caras do bar não aguentaram a meia hora que pedi. Teriam me decepcionado se tivessem esperado, mas não, em quinze minutos já estavam batendo na minha porta. Embora soubesse que eram eles Eles, eu perguntei mesmo assim:
— Quem é...?
— Alejo... e Ciro — respondem em dupla.
Abro primeiro uma fresta, pra garantir que não tem ninguém passando pelo corredor naquele momento, e só então abro de vez, pra que possam me ver por inteiro. Eles ficam babando ao ver como estou esperando por eles.

Olhando eles ali, de pé na frente da minha porta, percebo como são jovens. Tinha calculado que teriam uns 25 anos, mas agora parecem bem menos.

Eles entram e me cumprimentam de novo, mas agora me beijando na boca. Adicionando aos beijos uma mão aqui e ali.
Alejo desliza a mão dele pelo sulco profundo que as bandas da minha bunda formam. Ciro, por sua vez, enfia os dedos na minha buceta já molhada desde que desci ao bar pra tomar uma dose.

Por isso não conseguia dormir, porque tava com vontade de foder, e com esses dois caras eu ia matar bem a vontade.
Os dois se esfregam no meu corpo, me fazendo sentir as ereções duras que incham as calças deles.

Sem parar de nos beijar nem nos acariciar, chegamos até a cama, onde nos jogamos numa bagunça de braços e pernas.
Depois de um bom amasso, os dois se levantam e tiram a roupa, revelando diante do meu olhar atento uns corpos malhados na academia, cheios de músculos, sem um grama de gordura. Mas o que mais me atrai são os paus deles. Grossos, duros, inchados. Dois brinquedos limpos e rosadinhos que pretendo espremer até o último gozo, literalmente.

Sento na borda da cama e pego neles, um com cada mão, apertando pra sentir a dureza. Parecem moldados em concreto. Inclino a cabeça e chupo eles sem preferência especial por nenhum, indo de um pro outro com a mesma avidez, saboreando eles de ponta a ponta.

Por um momento, mantenho eles fora da boca e comparo, sem soltar.
— Não sei qual é mais comprido, mas os dois estão uma delícia... — falo pra eles, me referindo à aposta que fizeram.
Desço até os ovos e chupo eles, primeiro um e depois o outro. Alejo é meio ruivo, então uma mecha de fogo rodeia os genitais dele.
Adoro a carinha de fascinação que os dois têm, como se ainda não tivessem caído a ficha do que está rolando. Não são virgens, mas dá pra ver que é a primeira vez que estão numa situação dessas, então tenho que ir guiando eles em algumas coisas.
Me deito de costas e me abro toda, entregando minha buceta ansiosa pra ser devorada. Um se enfia entre minhas pernas e chupa ela, enquanto o outro continua me dando o pau dele pra eu me lambuzar.
Não sei quem tá fazendo o quê, porque fecho os olhos e só curto chupar e ser chupada.
Os paus vão se alternando na minha boca, enquanto as línguas fazem o mesmo na minha buceta, que já tá toda melada e vermelhinha.
Depois do oral, eles enfiam rapidinho as camisinhas que um deles tirou de uma calça, e se jogam na cama comigo. Eu já tô nua, meu conjuntinho novo foi parar no chão faz tempo.
Alejo é o primeiro a subir em cima de mim e me foder, enquanto Ciro espera a vez dele do lado, mantendo a ereção com uma bela punheta.
São dois garanhões jovens, com toda a testosterona à flor da pele, fogosos, selvagens, apaixonados, exatamente o que eu precisava naquela noite de solidão em La Feliz.
Me agarro com braços e pernas no Alejo, e me movendo com ele, falo entre gemidos:
— Que pau gostoso... Isso... Mete tudo... Vai... Isso... Me fode... Ahhhhhhh... Mais... Mais... Mais forte... Ahhhhhhh... Que delícia... Sinto você inteiro...!
Pecando por certa inexperiência, e principalmente por causa da esfregação intensa, o bom do Alejo não consegue se segurar muito mais e, entre espasmos de uma violência inusitada, parece que vai acabar a vida.
Consigo sentir com total nitidez a gozada dentro da camisinha, e como, apesar da emoção do momento, ele tenta continuar se movendo pra não me deixar no meio do caminho, mas eu abraço ele ainda mais forte, segurando ele, e faço ele saber que tá tudo bem. —Acaba tranquilo, aproveita...—
Só então ele relaxa e se entrega, desabando sobre meu corpo, se rendendo por completo a esse prazer vulcânico.
Quando ele sai, rolando para o lado, Ciro toma seu lugar, na mesma posição, entre minhas pernas, começando um vai e vem que parece querer tirar faísca da minha buceta. Talvez, por causa da pouca experiência, ele achasse que forte e rápido é melhor. Então, pra ele diminuir o ritmo, beijo ele na boca e, no melhor estilo Profesex, dou umas instruções:
—Não se apressa, gato, devagar também dá gosto...—
Seguro firme nas nádegas dele e mostro como ele tem que se mexer:
—Assim... Devagar e fundo... Isso... Ahhhhhhh... Essa empurradinha me deixa louca... Isso... Isso... Como você aprende rápido...!—
Ele pega o jeito na hora de como tem que meter, embora eu vá indicando pra ele aumentar o ritmo aos poucos.
Dos dois, o Alejo é quem tem o pau mais comprido, não à toa ganhou a aposta, mas o do Ciro é mais grosso, então eu podia aproveitar o melhor dos dois mundos nesses garotos tão fervorosos e animados.
Ciro também tem mais fôlego, até dá conta de me colocar de quatro e me comer por trás. Nessa altura, Alejo já tá de novo no jogo, duro e empinado, então eles vão se alternando pra me dar gostoso.
Aí sim, não tem vantagem pra ninguém, os dois me comem até eu aguentar, deixando minha bunda pedindo clemência.
É impactante ser comida assim, a dois, passando o bastão um pro outro, sem me dar nenhum descanso, compensando a falta de experiência com o entusiasmo e aquele fogo juvenil que às vezes é insubstituível.
Aproveitando que os dois tão no auge, decido ensinar que quando somos três, um buraco só não basta.
Subo em cima do Ciro e, enfiando o pau dele com um rugido exultante de satisfação, começo a cavalgar com toda a força que uma mulher com a libido solta pode expressar.
Sem parar de me mexer, me deito pra frente, esfregando os peitos na cara dele todinha, e abrindo minha buceta com uma mão, mostro pro Alejo minha outra entrada, a de trás, aquela que tá sempre pronta pra ser bem usada. Viro a cabeça pra ele e falo:
-Vai, vem, quero vocês dois dentro de mim...-
Sem se intimidar, ele se aproxima, me agarra firme nas nádegas e começa a passar a língua em toda a borda do meu cu, até se animando a mergulhar pra dentro. Ele faz bem, lubrificando toda a área com bastante saliva. Depois me confessaria que tinha visto fazer assim em vídeos pornô, já que nem ele nem o amigo tinham experiência arrombando cus.
Ele se coloca então atrás de mim, encosta a ponta no buraco e empurra pra frente, firme, enérgico, vigoroso. Solto um grito de satisfação quando finalmente tenho os dois dentro de mim.
-Agora quero que vocês dois se mexam... ao mesmo tempo...- peço num sussurro quase inaudível.
Mesmo sem ter experiência em dupla penetração, eles se complementam perfeitamente, entrando e saindo cada um por um buraco, se enfiando tão fundo, tão profundo, que parece que sinto eles se roçando lá dentro.
Isso sim é viver!!! Se alguém me perguntar se vale a pena ser infiel, é só lembrar de momentos como esse. Momentos que fazem toda a diferença e dos quais nenhuma mulher deveria se privar.
Não é a primeira vez que sou comida por dois, nem a última, mas cada uma é diferente, especial. Já fui comida até por cinco, mas dois é o ideal, o perfeito, o equivalente ao divino.
Claro que eles não aguentaram muito mais, a excitação era grande demais pra resistir, então logo senti dos dois lados a fervura das descargas. A primeira do Ciro, a segunda do Alejo. Eu também gozei, me desmanchando no meio dos dois numa agonia pra lá de exultante e deliciosa.
Terminamos banhados em suor, ofegantes, afogados de prazer, envoltos naquela névoa de sonho que vem depois do sexo.
—Gente, tenho que contar que me liberaram as férias... — falo e começo a rir, pensando que aquilo deveria ter sido outra lua de mel, mas tô ali, na cama com dois desconhecidos.

Pedimos uns drinques no serviço de quarto, botamos música e montamos nossa própria festa particular. Imagina só, nós três dançando pelados, eles com umas ereções que começam a ficar cada vez mais vibrantes e evidentes, e eu com as tetas quicando a cada pulo.

Volto a chupar eles, fazendo garganta profunda, me enchendo de pau até a traqueia. Também dou uma esfregada de peitos em cada um, arrancando gritos de prazer dos dois.

Alejo é quem decide começar uma segunda rodada de foda. Ele deita de costas na cama e faz eu subir em cima dele. Ciro é quem vem agora por trás, se encaixando nos movimentos do amigo.

Dessa vez não preciso dar instrução nenhuma, o que eles fazem, fazem nota dez, como se comer uma gostosa entre os dois fosse coisa de todo dia.

Aprenderam rápido, meus meninos. Por isso, dou um final especial pra eles, o toque de ouro pra um encontro que com certeza os dois vão lembrar pelo resto da vida.

Faço eles saírem de dentro de mim, levanto, mando eles se levantarem também, e de joelhos entre os dois, tiro a camisinha de cada um e começo a bater uma pra eles. O chaca-chaca da fricção aumenta conforme vou acelerando minhas mãos.

O primeiro a gozar é o Ciro, soltando uma porrada de leite que cruza minha cara de lado a lado. E claro que não foi só um jato, porque veio acompanhado de vários outros, todos bem carregados, pegajosos, prepotentes.

Alejo aponta pras minhas tetas, soltando também uma carga igualmente abundante e pesada.

Fiquei com vontade de provar um pouquinho, mas só engulo a porra dos meus amantes, homens em quem confio, nunca de desconhecidos, então fiquei na vontade. Mesmo assim, os caras me deixaram toda meladinha.

Meu corpo foi a tela, e eles, os Artistas que me pintaram de porra.
Depois que eles foram embora, de manhã, tomei um bom banho e bebi algo pra ressaca. Aí saí no corredor e pedi pra camareira do hotel fazer uma limpeza total no quarto, como se novos hóspedes fossem chegar. Dei uma boa gorjeta e desci pra tomar café, mesmo já sendo quase meio-dia.
Olha, eu tô acostumada a ter sexo pesado, mas a vitalidade daqueles dois caras me deixou moída, então quando o quarto ficou pronto, subi pra tirar uma soneca.
Meu marido chegou no fim da tarde, quase noite, com uma bolsa cheia de presentes, como se fosse compensar a ausência dele, mas minha raiva já tinha se dissolvido entre o esperma e o suor do Ciro e do Alejo. Além disso, se não fosse pela mancada dele, eu não teria conseguido aproveitar um combo daqueles, então de certa forma eu tava grata.
Por fim, quando os meninos foram embora de manhã, criei coragem e perguntei a idade deles. Meu cálculo inicial tinha sido errado.
19 Ciro, 20 Alejo.
Me senti mais MILF do que nunca quando eles me falaram, daí o título do relato...

28 comentários - Milf gostosa...

Una MILF como vos es la gloria mas todo lo que sabes de sexo. Sos una diosa Marita no mereces ser solo del camion jaula de tu marido (Esta rayado por los cuernos y cada vez que sale lo cagan) esta bien que seas de quien vos quieras
No me canso nunca de leer tus relatos. Muchas gracias por compartir tus aventuras.
tenes q avisar cuando venis a Mdp jeje grac x comp reco y pts esperooooo
Siempre es bueno enseñar cuando hay quien aprende.
tremendo relato, muy caliente @maritainfiel, como siempre tus entregas en relato son memorables, gracias por compartir, dejo +10 y reco
envidia total a esos pibes eh, suertudos de probarte marita!
Loro86
atrevidos los pendejos, pero te sacaron la ficha al toque
una milf incorregible y muy cojible. gran relato
atun88
como no amarte despues de tantos años jajaja. que buenos relatos y experiencias que tenes. dio mio. jajaja sos la MILF mas sexy de todas!
Ya estarás más que segura que los amigos se tu hijo al crecer te van a querer cojer a toda costa.
Y de tu marido que se va de viaje, no te quejes, que al fin y al cabo la que lo caga siempre sos vos, una perdonale pobre vaca de la india que es el.
Que lastima que no quisiste viajar, es muy lindo Luján.
tremendo como siempre el relato Marita....que puta que sos por dios!!...salen +10
Mención aparte. Que buen par de tetas que tenés Marita !!
Siempre es lindo aprovechar las oportunidades, tremenda luna de miel!!
Sute41
@Maritainfiel, te tuve en Mar del y no pude conocerte. estoy envidiando a Ciro y Alejo...
Sute41
@Maritainfiel, te tuve en Mar del y no pude conocerte. estoy envidiando a Ciro y Alejo...
Quiero un relato en donde tragues abundante leche... Tremendo este trio! Necesito más!
MattQ +1
Ufff, la envidia que le tengo a esos pibes... Por un momento me ilusione y pensé que venías a Mendoza. La vez que andes por Mendoza avisa que te hago un tour por las bodegas y telos de acá. 😈
10dedos +1
Tremendo relato!! Qué par de suertudos!! Me dejaste duro como para todo el día!!
Que buena puta sos mi amor. Como calentas, Me gustaría saber tu edad y complacerte cuando te abandona
como envidio a esos pendejos, cumplieron mi sueño de tenerte en una cama
Excelente Marita,como siempre. Espero c ansias nuevas garchadas c el cholo o tu amigo Diego,fueron las más morbosas