Irmã Otaku. Parte 8

Trago pra vocês um conto de incesto entre irmãos de minha autoria. Dessa vez, tentando fazer algo mais realista, fundamentado e devagar do que outros contos que escrevi, onde tenho dificuldade em ser mais sutil e menos explícito. Dessa vez, apresento novos personagens do círculo do Tomás, como desculpa pra meter uns nudes 😉.

Está dividido em capítulos mais curtos porque acho que fica mais gostoso de ler; em cada um acontece algo interessante. Chegou num ponto que não tem mais aperitivo, e cada mini capítulo é um manjar, ou pelo menos eu vejo assim.



Irmã Otaku. Parte 8

oral

latina

Cu grande

Compilado de histórias e fotos onde minha irmã mostra a bucetinha que eu tanto gosto.


incesto

Irma

Nessas últimas ela se soltou pra caralho, tá bem na cara! :O



Testosterona à flor da pele


O verão castigava a cidade com um calor infernal, mas isso não me impediu de voltar pra academia pra malhar todo dia. Eu tava levantando 40kg de barra no supino reto debaixo da melhor invenção da humanidade depois da minha irmã: o ar-condicionado.

- Mandou bem, Tomás, filho da puta, cê tá bombadão! - Meu amigo Fede bateu no meu peito quando eu larguei a barra no lugar depois de uma série de oito repetições feita com os dentes trincados e as veias saltadas. Ele era uns anos mais velho que eu e a gente dividia os mesmos gostos de videogame.

- Não exagera, isso não é nada, pra mim já é muito. - E era verdade, ele tava exagerando. Eu continuava sendo o mesmo magricela de sempre, só que com os óculos eu parecia um pouco mais com o
MilhouseDaquele futuro em que ele ficava musculoso.
— Vocês estavam rindo do quê? Parece que tão numa festança ultimamente.

Fede, Santi e Álex passaram de figurantes a protagonistas naquele set chamado academia. Eu tinha virado amigo deles fazia umas semanas e, além de trocar ideia no WhatsApp, mandar memes e transformar minha estadia ali numa bagunça, a gente falava de mulher. Se antes eu terminava o treino em uma hora, por causa deles e das conversas, eu só acabava duas horas e meia depois de ter começado.

Fede chegou perto de mim, sentou no banco e me mostrou fotos de uma mulher muito gostosa, pelada, mostrando os peitos e uma bunda que me deu água na boca. Era um pack nota 10 e aquela mina tinha o corpão todo em dia.

— É a namorada do Santi, oficializou no fim de semana passado e mandou o pack pra todo mundo, o cara foi gente boa. — Ele falou bem baixinho, mas com a música, o barulho das máquinas e dos pesos, não precisava diminuir tanto a voz.

— Essas coisas se compartilham? Vocês mostram foto das namoradas peladas? — Perguntei disfarçando.

— Claro, porra, a gente tem confiança! — Ele explicou. — Quem tem, ostenta, não vamos postar no Poringa nem nada, embora pra mim já deve estar por aí… — Ele chegou mais perto e sussurrou algo que me fez rir pra caralho: — Pra mim é escort, mas vamos deixar quieto.

— Pro Tomás não mostra não, que o pão-duro não mostra o que come. — Interveio Santi, o gato do grupo, loiro, tatuado e com o rosto cheio de piercing. Só faltava o shape e ele tava nessa. — Se você viu foto da minha mina, tem que mostrar a sua também, velho, é assim.

— "Mostrar a sua" — Isso soou mais feio que pisar em merda descalço. — Brincou Álex, o mais velho e experiente do grupo, que mesmo assim era um moleque brincalhão.

— Se eu tivesse, se eu tivesse, eu mandava. — Menti pela metade, comia tão bem quanto o Santi, mas diferente dele, não podia exibir porque era minha irmã.

— Não mente. Dá pra ver que você come há um tempão. — Me provocou Álex.

— Isso aí! Dá pra ver que tá apaixonado, a gente vê. ler mensagens escondido, sorrir pra você ao olhar o celular, e mês passado você levantava 5 quilos de barra e agora 40, cê deve tá comendo alguma coisa escondido, safado.

- Bom, sim, mas ela não quer que eu compartilhe, é uma amiga boa. - Menti pra me livrar.

Mesmo eles tendo acreditado, fiquei com dois pensamentos quicando na minha mente como bola contra a parede. Um era que meu celular tava cheio de fotos que a Tammy me mandava e que eu tinha tirado dela na nossa intimidade. Como não transávamos há um tempinho por não ter total privacidade, a gente se divertia mandando fotos e falando de um jeito bem sujo. Nos momentos que ficávamos sozinhos, eu virava fotógrafo nas novas produções dela pro Patreon, mas nada além disso (sério, nada além). Ia adorar mostrar pra eles umas fotos da gostosa que eu tava comendo, que não perdia em nada pro que eles se gabavam.

A segunda coisa que me incomodou foi eles me verem como apaixonado. Será que eu tinha chegado nesse ponto? Tava com uma salada de pensamentos e sentimentos que eu não conseguia clarear. Amo minha irmã, isso é certeza. Mas só como irmã? Ultimamente a gente só é irmão de fachada, e assim que ficamos sozinhos… cês já sabem o que rola. Não satisfeitos com isso, a gente se manda fotos quentes e fala putaria todo dia. Será que eu tinha cruzado uma linha sem perceber e agora era mais que uma amante? Era mais que uma obsessão? Conhecia ela da ponta dos pés até a testa, e partes do corpo dela que um irmão não devia conhecer. Sem dúvida, a gente não se tratava nem falava como irmãos nunca mais. Me desconcertava não saber o que a gente era ou o que ia ser.

A gente tava tão focado em se esquentar e esperar a nossa tão desejada intimidade, que perdeu a identidade e parecíamos namorados… Será que tinha desse *love*?

- Tomás, já dá uma pausa no descanso ou vai esfriar. Liga aí e pensa nos seus estudos depois. - Me instruiu meu treinador, piscando um olho, e agradeci internamente por ele me tirar daquela introspecção.

- Depois a gente continua. - Disse o Fede. que foi fazer costas numa das polias seguido pelo resto, que se espalhou pela academia.

- Quando terminarmos, posso mostrar uma foto da minha namorada, mas não vou passar pra vocês. Ok?

Os caras sorriram e o Alex me apontou como quem diz "eu sabia que você tava comendo alguém" e continuaram com a rotina. Tinha várias fotos das tetas e da bunda da minha irmã, ninguém ia sacar que eu tava comendo minha irmã mais velha escondido.

Assim que terminei meu treino e minhas safadezas (ninguém percebeu que era minha irmã, mesmo passando de foto em foto quase mostrando uma de corpo inteiro), recebi uma mensagem da Tammy, que devia estar com as orelhas quentes de tanto que meus amigos elogiaram a bunda e os peitos dela. O que tava quente era outra coisa.
Papai cedeu 😃 😃 😃 a gente vai viajar de ônibus pra Mardel antes do verão acabar. Não sou uma gostosa?Fazia dias que ela, pra conseguir vários finais e eu passar de ano, exigia uma viagem pra praia comigo, já que, por causa do trabalho, não tínhamos tido férias em família naquele verão. Pelo visto, negociou uma viagem pra Mar del Plata, que não era nosso destino favorito, mas como ficava perto da gente, não saía tão caro (e facilitava o pedido).

Enquanto voltava pra casa, pensava nas festas que a gente teria cada dia sozinhos num quarto de hotel e como o fato de sermos irmãos pesava cada vez menos, virando só um rótulo, uma tag que servia de fetiche na cama e combustível pra umas sacanagens diurnas.

- Tomás, Tomás, que bagunça é a sua vida, que bagunça gostosa. - Refleti sozinho abrindo o portão de correr pra minha casa. Se a gente já tinha se divertido tendo a casa só pra nós por uns dias, não sabia o que podia rolar numa semana sozinhos dividindo um quarto de hotel.


tabu

nudes

Anilingua

tabu

irmao e irma
As fotos da minha irmã que mostrei pra vocês. Se ela soubesse que meus amigos conhecem as tetas e a bunda dela...




A melhor viagem da minha vida.


Vou pular os preparativos e os dias anteriores (de abstinência total) e adiantar o filme, pausando no momento em que eu e a Tamara nos despedimos com a mão do meu velho na rodoviária.

- Tchau, a gente se vê daqui uma semaninha! Te amo, papai! – Grita a Tamara sem perceber que, com o vidro fechado, ele não ouvia nada.

- Não grita, e você tá me esmagando. – Pra ser mais específico, a mão dela estava completamente afundada na minha virilha, com a desculpa de mandar beijos pelo vidro. Desde o primeiro segundo da despedida, as mãos da Tammy já estavam no alvo.

Escolhemos viajar de noite, já tinha um quarto reservado nos esperando, então nossas preocupações eram outras. As horas passavam e as luzes se apagaram pra facilitar o sono de quem dorme durante a viagem. A única coisa que se ouvia eram conversas espalhadas pelo andar de cima, o ar-condicionado no talo e o som relaxante e hipnótico do veículo cortando a estrada.

Minha irmã tava ouvindo música em japonês que, nessa altura, eu já reconhecia; nesse caso, eram umas faixas da utauloid.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.e outras da vocaloidHatsune MikuEssas minas holográficas que saíram de jogos musicais e dava pra fazer música com elas. Ela curtia umas paradas mais rockeiras e na época tinha me mandado umas, e tenho que admitir que era algo interessante. Eu, no meu lugar, ficava compartilhando meme no grupo dos amigos da escola.

Só uma coluna de luz filtrada pelas cortinas vermelhas iluminava a gente, como se tivesse nos escaneando. Mesmo com o perigo de sermos descobertos, minha irmã não ligou de levantar o apoio de braço pra se aninhar em mim e me beijar.

Acho que algum passageiro mais atento podia ter suspeitado que éramos irmãos, mas se visse a gente se beijando, mudaria de ideia, ainda mais com o jeito carinhoso que minha irmã me beijava, que tava no modo namorada e não exatamente obscena. Dava pra passar por um casalzinho qualquer, cujos lábios se encontravam suavemente, assim como a mão da Tammy deslizava pelo meu corpo, desafivelava meu cinto e entrava por dentro da minha calça.

Primeiro ela só acariciou minha virilha, depois a mão dela focou no meu pau, massageando até ele endurecer, sem descuidar das minhas bolas, que ela acariciava sem um pingo de vergonha. Eu admirava a naturalidade com que ela tocava no meu piru, enquanto em mim ainda passava um choque quando eu tocava uma parte íntima dela.

— Tô há dias e dias sem gozar, não sei se é a hora. — Desconfiei, com medo de uma explosão leitosa no meio da viagem, na minha roupa, na dela ou nos bancos.
Mmm— Você estava se guardando pra mim? Não dói ter tanta porra acumulada? Pode te fazer mal. — Sussurrou naquele tom tão sedutor dela.

— Queria te surpreender um dia, além disso, acho um desperdício… você sabe.

— Gosto do seu jeito de pensar, não quer que nem uma gota seja desperdiçada numa punheta. — Me entendendo perfeitamente. — Você tá começando a sacar as coisas, comigo por perto não vai precisar bater uma punheta sequer. Combinado assim?

— Sim, sim, claro, mas… quer esperar até chegar no hotel? — Supliquei, me concentrando pra não gozar, ainda com o pau meio mole.

— Tenho uma ideia melhor, confia em mim. — Sussurrou sem parar de me masturbar, até acelerando a punheta.

— Tammy, vão nos ver. — Desconfiei (sim, como sempre). — Faz uma hora que apagaram a luz, espera um pouco até todo mundo…
uuug, ahh… durmam.

Não me deu ouvidos e me calou com um beijo enquanto me masturbava com o pau pra fora. Era a coisa mais perigosa que eu já tinha feito. Tinha gente conversando atrás, dois velhos dormindo na frente, estávamos a menos de um metro e meio da fileira de assentos individuais e, se prestassem atenção, podiam nos ver. A Tamara não ligou porra nenhuma.

— Não aguento muito, te falei que tô estourando. — falei enquanto ela não parava de me beijar.

— Confia em mim, agora relaxa e solta tudo que você tem acumulado, vou tomar toda a sua porra envelhecida desses dias.

Tamara desceu e envolveu a cabeça do meu pau com os lábios, e com a cabeça lá dentro, lambeu enquanto me punhetava mais rápido, me deixando louco. Cedi aos pedidos dela, me entreguei nas mãos dela, ou melhor, nos lábios, e deixei sair tudo numa das gozadas mais longas e prazerosas que já tive na vida. Foi como se eu fosse um viciado voltando pra droga tão desejada.

Não consegui contar quantas vezes jorrei porra na boca da minha irmã nem quanto tinha saído, só sei que durou mais do que o normal e, mesmo quando o prazer já tinha acabado, ela ficou espremendo meu pau pra continuar tirando jatinhos de porra.

Juro que ouvia a garganta da minha irmã fazendo
Glup, glup, glupengolindo devagar tudo que eu descarreguei nela.Ahh— que porra gostosa, tava espessinha igual queijinho derretido. — Ela sussurrou com cheiro de porra na boca. Curiosamente, em vez de me broxar, meu pau começou a endurecer ainda mais. — Agora que te esquentei e eu comi os nutrientes, no hotel vou te arrebentar toda.

— Caralho, maninha. — Falei e, sem me importar com nada, beijei ela. Pra minha sorte, ela não tinha mentido e na boca dela não tinha sobrado nada do meu esperma velho, forte como perfume vencido.

Se assim começavam nossas férias, eu não fazia ideia de como íamos terminá-las.

Vou dar um segundo presente pra vocês e vou adiantar a chegada na estação, a viagem pro hotel, a descrição dele, e só vou dizer que era um quartinho com uma cama de casal, já que a Tammy tinha insistido pra não gastarmos demais e que não tinha problema em dividir a cama.
Não vamos dormir muito, vamos sair pra caramba, então não paga por duas camas.Eu tinha dito na época. A parte em que falei que a gente não ia dormir muito era a mais verdadeira.

Tammy jogou as malas de lado, trancou a porta e se jogou em cima de mim, me apertando contra a parede com o corpo dela, me devorando a boca num beijo sem freio. Minhas mãos abraçaram ela, apertei o corpo todo, principalmente a raba. A gente não tinha arrumado nada direito e já tava se pegando igual preso recém-saído da cadeia.

Levantei a regata dela e, do jeito que deu, escapei meus lábios, baixei o sutiã e fui atrás dos bicos dos peitos, que eu tava com saudade, enquanto ela já tava desabotoando meu cinto de novo e puxando minha piroca pra fora. Ela me tocava enquanto eu sentia os bicos dela endurecerem na minha boca quando eu sugava e chupava. Em questão de segundos, os peitos dela ficaram babados e brilhando de tanto que chupei e beijei.

Tammy me levou até a cama, me sentou e, de joelhos, tirou a regata e o sutiã pra chupar minha piroca de topless. Já a visão dos lábios dela me sugando com vontade era o bastante, e se somava os peitos dela soltos, a excitação crescia cada vez mais.

— Tá toda suada e quente — ela falou, passando a língua por todo o tronco, de cima a baixo, se esfregando nas minhas bolas como se fossem uma almofadinha. — Tava com saudade desse cheirinho.
mmmm- Diabos, Tammy, você é muito gulosa. - Falei com os olhos quase revirando, vendo estrelas cada vez que seus lábios apertavam minha cabeça e, de lá, desciam até a base do meu pau, esticando toda a pele e sentindo a garganta dela contra minha glande.

- Como você gosta dessas coisas sujas, esses mangás que você lê te ensinaram bem. - Falei enquanto ela passava a chupar um dos meus testículos, fazendo todo tipo de prática que nesses
doujinshisZarpados que lia, era moeda corrente. Nelas, as moças não tinham problema em chupar e lamber qualquer parte da anatomia masculina, sem nenhuma restrição. Tamara era a representação viva em 3D dessas perversões.

- Vem, vamos testar a caminha, pra ver como é. – Disse ela me convidando pra subir em cima dela numa espécie de 69 invertido. Adivinhei, já que ela tirava a calça revelando a tanga toda enfiada, como costumava usar, com os fios até em cima do quadril.

Tirei a calça e me posicionei apontando pra boca dela com meu pau, enfiando como se fosse uma espada. Tammy nem reclamou, pelo contrário, da minha perspectiva, vi a putinha emoldurada entre os peitos chupando com vontade (eu tava por cima e tinha que olhar pra baixo pra ver ela me chupando formando uma ponte), eu claro que não fiquei atrás e, ao puxar a tanga dela, me afundei de vez na buceta dela chupando o clitóris como se quisesse tirar veneno de um ferimento.

Minhas bolas afundavam na boca dela como saquinhos de chá, que ela chupava como se quisesse tirar todo o suco, dali, se esticava pra lamber e comer tudo, claro, não demorou pra meter a língua no meu cu, e fez isso com muita vontade.
MmmTammy, como eu adoro quando você chupa minha bunda… — eu disse, parando meu dever oral. Ela cruzou uma perna sobre minha cabeça e me apertou contra a pussy dela. Enquanto ela comia meu cu, eu me afundava fundo na buceta dela, sugando como uma planta cada milímetro daquela umidade excitante.

— Você é um irmãozinho muito sujo, com a pressa que saímos, você não se limpou direito. — Ela me provocou entre lambidas e beijos bem sonoros no centro do meu ânus. — Como sua irmã mais velha, vou ter que limpar você todinho, que irmão porco que me coube.

Tamara me fez um
boquete no cutão prazeroso quanto profundo, senti ela se esfregando até os cílios contra minha racha, sem nenhum pingo de moral ou limite. Só tinha visto atrizes pornô super famosas fazerem tão bem, a primeira que veio na minha cabeça foiDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.uma excelente lambedora de bundas, embora duvide que tenha feito isso no irmão dela.Uuuh, ahhh—, sua buceta também não tá muito limpa, dá pra ver que com a viagem toda você suou pra caralho, tá com uma xota toda cozida… vou ter que te limpar ou você pode assar.
Eu entrei na brincadeira, me esfregando na buceta dela, abrindo os lábios com meus dedos e, de quebra, já que eu tava com a boca ocupada, enfiei dois dedos até o fundo do cu dela.

Se ela tinha me passado o bichinho do incesto, eu passei pra ela o gosto por experiências anais, e era questão de tempo até ela me devolver tanta porrada que eu dei na retaguarda dela.

Comecei a sentir os dedos da minha irmã mais velha apalpando meu cu todo babado. Os dedinhos dela entrando, abrindo a portinha e, de vez em quando, levando eles na boca pra lubrificar. Eu sabia o que vinha e não fiz nada pra evitar — se eu enfiava dois dedos nela, não podia negar que ela explorasse meus interiores à vontade. Tenho que admitir, com um pouco de medo, que não desgostei tanto quanto pensei que desgostaria.

O telefone tocou, sem nos tirar do nosso mundo perverso, como em outras vezes que o telefone tocava enquanto a gente trepava.

— Atende, irmãozinho, tô muito ocupada. — Sussurrou com os dois dedos enfiados até a metade no meu asterisco. — Minhas duas mãos. — Uma se concentrava em meter dedos, a outra em me bater uma bronha, ela não tava mentindo.

Era minha mãe, que, como era de se esperar, ligava pra perguntar como a gente tinha chegado.

— Oi, mãe, oi, desculpa não ter avisado que a gente chegou...
mmm, uuuh, tá bem.— Respondi sentindo coisas que nunca pensei que sentiria onde nunca pensei que sentiria coisas.

A putinha se aproveitou que eu comecei a falar para gemer e enfiar os dedos até o fundo, bem quando eu tava mais indefeso e começando a perder a compostura.

— É que... teve engarrafamento e ela teve que pegar...
mmm, pela coletora.
- Tammy soltou uma gargalhada.
- Sim, sim, mas chegamos bem, muito bem.
ahhÉ que me prendi no zíper, nada… tô bem sim.
Mas não via a hora de a conversa acabar. Assim que tirei os dedos, talvez pra lubrificar, fiz uma jogada de mestre e sentei na boca dela, impedindo que continuasse me enchendo o saco.

– O pai tá aí? Fala que chegamos bem, a Tammy tá deitada comendo, eu tô sentado descansando um pouco – falei irônico enquanto sentia os lábios e a língua da minha irmã explorando meu cuzinho. – É, fiquei sentado o dia inteiro no busão, mas aqui os bancos são uma maravilha, acredite ou não, vou ficar descansando um bom tempo.

Com uma mão no telefone e a outra no meu pau, comecei a me masturbar enquanto me balançava na boca dela e a conversa acabava, tudo envolto num prazer doentio.

Não menti quando disse que ia sentar por um bom tempo. Com a boca da minha irmã servindo de assento, comecei a me masturbar enquanto ela enfiava os dedos em si mesma.

– Assim, assim, chupa minha bunda.
mmmVai, manda a língua pra cá.uuhhCom a deliciosa e refrescante sensação de uma língua se enfiando na minha retaguarda, completei a punheta gozando nos peitos dela, deixando meu leite descansando entre as tetas dela.Ahhque bundão gostoso, você é um irmãozinho muito safado, vem cá, não deixa ela descansar, agora que terminou o aquecimento enfia tudo.

Tamara abriu as pernas e eu meti naquela buceta suculenta dela, toda lubrificada com os próprios fluidos depois de tanta preliminar. Enquanto começava a comer ela, vendo aqueles peitões leitosos balançando, percebi o quanto a gente curtia as preliminares. Diferente dos casais ou das histórias que meus amigos contavam, a gente não partia logo pro tudo, alimentava nosso tesão e paixão nos comendo por inteiro, nossas bocetas, nossas rabetas e só quando estávamos de barriga cheia que começávamos a meter forte.
Ahh, ahhh, aaaahEi,uuh, simSiiim, ahhhEla gemia se arqueando pra trás. Era de manhã e já estávamos aproveitando nossa privacidade, tirando toda a vontade acumulada de sermos sujos e pervertidos. Em menos de uma hora, curti os peitos dela, um boquete dos bons, uma delícia.boquete no cuque me aprofundou a rachadura e agora eu tava bombando meus clones no útero dela sem escalas.

- Isso, assim, isso, isso.
mmmm— Minha irmã gozou sentindo como eu lavava a piroca com o fluxo dela. Ela também tinha reserva pra caramba e não sei onde guardava tanto lubrificante natural.

Quando terminei, me deixei cair sobre ela, sobre os peitos cheios de leite dela, procurando os lábios dela e beijando eles até meu pau morto sair todo sujo da buceta dela. A gente se beijou como possessos no beijo mais anti-higiênico da nossa história, abraçados, virando a cada poucos minutos, olhando nos olhos um do outro.

— Tá feliz de estar de férias com sua irmã mais velha? Tá gostando do quarto?

— Não quero estar em nenhum outro lugar, queria que isso durasse pra sempre. E ainda não vi nada ao meu redor, só olhei pra você — falei com uma sinceridade avassaladora. Tamara se emocionou e me beijou de novo como recompensa.

Era tudo que ela queria ouvir do irmão dela. Nós dois começávamos a desejar uma vida juntos, e o que era uma quimera doentia se tornava um futuro natural. Já não via outro final senão viver com ela, dividindo um apartamento, fingindo ser irmãos quando na verdade éramos algo bem diferente.

— Vem, irmãozinho, vamos tomar um banho e sair pela cidade como namorados, quero que todo mundo nos veja juntinhos, abraçados e trocando beijinhos.

— E se a gente trombar algum conhecido? O que a gente fala?

— A gente vê quem nos descobre, se isso acontecer vamos ter que improvisar, mas de jeito nenhum vou te tratar como irmão.

Irmãos de noite na cama, amantes durante o dia, sem dúvida nossa realidade era torta.




Continua…


Irmã Otaku. Parte 8

oral


Valeu por ler! Agora não vai ter mais interrupção, pausa, só vão seguir em frente e realizar cada ideia tarada que vier na cabeça de vocês. No próximo capítulo, vão fazer uma incursão numa praia de nudismo, já tô dando esse spoiler.

Se curtiram, agradeceria se dessem nota e comentassem, assim mostram apoio e eu vejo que tem demanda por mais aventuras desses irmãos ;)


Outros contos de incesto:


Irmã Otaku:http://www.poringa.net/posts/relatos/3484478/Hermana-Otaku.html#comment-178268Irmã Otaku. Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3490547/Hermana-Otaku-Parte-2.html#comment-173837Irmã Otaku. Parte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3500404/Hermana-Otaku-Parte-3.htmlIrmã Otaku. Parte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3506503/Hermana-Otaku-Parte-4.html#comment-172817Irmã Otaku. Parte 5:http://www.poringa.net/posts/relatos/3530577/Hermana-Otaku-Parte-5.htmlIrmã Otaku. Parte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3542132/Hermana-Otaku-Parte-6.htmlIrmã Otaku. Parte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/3562077/Hermana-Otaku-Parte-7.html

8 comentários - Irmã Otaku. Parte 8

jmv91 +1
genio!! El sueño de todo hermano morboso +10
Gracias! si una así de buena creo que a nadie le haría asco si es una zarpada 😂
Uff, cada relato me va calentando cada vez más. Me vas a dejar seco escribiendo así ! jaja. +10 genio !
Gracias XD me alegra que guste jaja
Nunca decepcionan tus historias espero el que sigue
Muchas gracias. Si sigue, esta en proceso el siguiente, admito que estoy tardando bastante
Hola una pregunta me podrías pasar todos los capítulos no logro encontrar algunos