Olá pessoal do poringa .net.
Obrigado a todos que me seguem e comentam meus posts.
E pelas muitas sugestões também.
Continuo com meus relatos, espero que curtam e comentem bastante.
Hoje trago uma das minhas histórias nunca contadas.
Apresento a Diana.
37 anos, casada sem filhos.
Dona de uma academia muito boa da minha cidade.
Loira e com um rosto lindo.
Um corpo bem de quem malha.
Peitos bonitos, pequenos mas firmes.
Cintura fina e com uma bunda perfeita.
Ela me conhecia da oficina, mas eu não conhecia ela.
Claro, o marido era cliente meu.
Eu a conheci quando comecei a ir na academia.
Eu não podia dar em cima dela.
Com tantos caras sarados querendo pegá-la, minhas chances eram zero.
Só trocávamos olhares e um pouco de conversa enquanto ela passava a rotina e indicava os exercícios.
Eu só ficava na minha sem chamar muita atenção.
Enquanto fazia os exercícios era como estar no céu.
Vendo mulheres torando nos treinos.
Mas a profe roubava a atenção de todos.
Passaram os meses e muitos que faziam anos que iam na academia
Notaram uma confiança muito próxima da profe comigo.
Pelo meu perfil discreto e não ser babão.
As garotas me davam confiança.
Sem saber que eu era o lobo em pele de cordeiro.
Em uma semana não fui porque estava cheio de trabalho.
Ela me ligou no telefone.
Diana: Oi Maury, como você está??
Sou a Diana.
Eu: Oi, tudo bem?
Diana, que surpresa sua ligação.
Eu bem, com muito trabalho por sorte.
Por isso não estou indo.
Diana: Ah bom, fico mais tranquila.
Pensei que tinha acontecido algo com você.
Espero não estar incomodando, as meninas estão sentindo falta das conversas com mate hahaha.
Eu: Nada disso. Obrigado por ligar.
Essa semana não dá tempo e não sei como estarei na outra.
Mas quando der volto a ir com tudo.
Diana: Não se preocupa com o horário.
Sabe que você pode vir quando puder.
Não quero que você perca o ritmo que tá pegando. muito bem.
eu: sim, eu sei, mas fecho às 9 e não dá tempo de ir.
Diana: você pode vir se quiser. aqui tem gente até depois das 10:30.
eu: ok, então vou nesse horário.
Diana: ok, sem problema. te dejo tranquilo, beijinhos.
e foi assim que comecei a ir de noite, já que fechava um pouco antes, eu tomava banho e ia pra academia.
eu era o último a ir embora com ela ao fechar a academia.
e isso trouxe problemas no relacionamento dela.
por causa dos imbecis que ficavam falando merda. então parei de ir de novo.
Diana: oi, sou eu de novo.
o que aconteceu que você não vem mais?
eu: oi, sei que você teve problemas com seu marido por minha causa.
não quero mal-entendidos.
e muito menos problemas.
em alguns dias termino todos os trabalhos e volto como antes.
não se preocupa.
Diana: eu tô pouco me lixando pro que falam.
e menos ainda pro que meu marido diz.
não vou deixar ninguém me dizer o que tenho que fazer e muito menos com quem conversar.
eu: tudo bem, Diana, mas prefiro não ter problemas.
assim nos despedimos e eu me dediquei ao meu trabalho.
dois dias depois, sem avisar, ela chegou na minha casa.
era sábado à noite.
eu não esperava ninguém, por sorte.
e ao ouvir a campainha, saí.
imaginem minha surpresa ao vê-la parada na porta da minha casa
com seu lindo sorriso.
uma regata solta de renda branca e uma calça jeans justa.
eu: oi, que surpresa.
Diana: oi, como você tá, amigo. tá sozinho?
eu: sim, entra se quiser.
Diana: ia te convidar pra dar uma volta por aí, topa?
tinha que sair com amigas e elas me deram bolo.
podemos ir comer alguma coisa.
eu: ok, sem drama. espera aí que eu me troco, fecho tudo e a gente vai.
ela me esperou no carro dela.
eu me troquei, fechei a casa e fui com ela.
destino: capital.
enquanto conversávamos, surgiu o assunto do marido dela, pra quem ela não dá muitas explicações.
e ele tá deixando ela cansada de tanto suspeitar, já que ela nunca fez nada.
Ela na juventude viveu sua sexualidade com muita liberdade, mas ao se casar...
foi fiel como acreditava que deveria ser.
Mas o cara desconfiava disso.
Pra ela não importava, porque ela sabia o que era.
Assim, entre conversas, fui conhecendo ela melhor.
Terminamos comendo uma pizza na costanera.
E depois fomos caminhar.
A noite estava linda, mas levantou vento e ela começou a sentir frio.
Vendo isso, ofereci minha camisa, ficando só de camiseta até chegar no carro.
Ela agradeceu o gesto e vestiu minha camisa.
Hora de voltar.
Ela me deu as chaves do carro e disse: "Dirige você.
Vamos na sua casa primeiro, né?"
Disse que sim e fomos pra minha casa.
No caminho todo ela falava como se divertia comigo.
E que eu era um grande amigo que ela não ia deixar de ver.
Chegando na minha casa...
Diana: Vou tomar uns mates e te deixo descansar.
Ou já quer dormir?
Eu: Não, vamos lá, uns mates vão bem.
Mas ao passar pela porta de casa...
Ela me abraçou e me deu um beijo bem quente.
Muita paixão e língua.
Eu a levantei na ponta dos pés com minhas duas mãos naquele rabão.
Não precisamos de mais nada.
Beijos e mão boba dos dois nos botaram em chamas.
Ela tirou minha camiseta e com maestria me deixou pelado. Totalmente nu.
Chupou meu pau como uma profissional.
Adorava que eu pegasse nos cabelos dela e enfiasse meu pau até o fundo da garganta.
Chupava meu pau e parava só pra respirar, pra depois meter até o fundo de novo.
Peguei nos cabelos dela e a levantei.
Ela me deu um beijo cheio de baba e com gosto do meu pau.
Levei ela até o quarto.
Joguei na cama e tirei a calça e o tênis dela.
Deixando só o calcinha fio dental.
Coloquei ela de quatro e finalmente vi aquele rabo como sempre quis.
Liguei a câmera que estava no móvel e coloquei pra tirar fotos automaticamente.
Ela só pediu que o rosto dela não aparecesse nelas.
Nessa posição, fiquei de joelhos e enquanto apalpava aquele rabo perfeito...
Seu fio-dental minúsculo, bem na minha frente, me deixou maluco.
Com aquele pedaço de tecido sumindo entre suas nádegas duras...
Sem pressa, acariciei e beijei sua bunda linda.
Abri suas nálgas com minhas mãos e percorri seu fio-dental com minha língua.
Ela adorou minha brincadeira.
Tirei o fio-dental dela, bem devagar, e aproveitei a vista por um tempo.
Só com minhas mãos acariciei sua nudez.
Minha língua abriu caminho na sua bunda e depois desci até sua buceta.
Ela ficou toda molhada na minha boca.
Diana: Uyyy, Deus, que prazer... Faz anos que não sinto esses carinhos.
Mmmm, Deus, como sinto sua língua, coração... mmm...
Que gostoso que é, mmmm.
Uy, sii, me come com a língua, mm ah ah ha.
Uyyy, que gostoso.
Mmm, tô pegando fogo...
A comi com minha língua, deixando-a louca.
Minha transição da sua buceta pro seu cuzinho a deixava toda excitada.
Ela mesma se virou e, agarrando meu cabelo,
enterrou minha cara na sua buceta.
Eu chupava aquele banquete enquanto ela se movia no ritmo das minhas chupadas.
Diana: Mmm, Deus, vou gozar na sua boca ha ha ha mmm siiii...
Quero seu pau bem dentro de mim.
Mas sua língua me deixa loucaaaaa.
Chupei sua buceta por um bom tempo até ela ficar mais que satisfeita.
Ela tirou a pouca roupa que tinha enquanto eu aproximava meu falo ereto da sua buceta.
Passando meu pau por toda sua xota,
como se estivesse lubrificando meu pau com todos seus fluidos e minha saliva.
Meu pau foi entrando, bem apertado, mas sem nenhuma resistência.
Ela soltou um grito de prazer que ecoou por todo o quarto.
Diana: Uyyy, Deus, que pau bom, sente tão bem dentro de mim...
Uffff, como eu gosto, coração...
Mmm, siii, aha ha ha mmmm si.
Que pau gostoso, mmm.
Si, mm ha ha, bem duro, como eu gosto...
Mmm, meu Deus, que foda gostosa, pelo amor de Deus, mmmm...
A comi bem forte.
Meu pau entrava e saía com violência por um bom tempo.
Ela gemida e ficava... que loucura.
eu olhava o rosto dela e mais a fodia.
vê-la gozar era uma delícia.
com o rosto dela todo vermelho de tantos orgasmos que eu arranquei.
o melhor ainda estava por vir, já que ela era inquieta na hora da foda.
procurando posições para aproveitar bem o meu pau.
Ela agradecida pela minha resistência e experiência, curtia cada posição.
Diana: Ai, Deus, não acredito como sua rola me enche tão bem.
Meu marido não me enche assim.
Para sentir, a rola dele tem que me foder de frente.
Porque no meu cu ele não consegue meter como você.
Eu: Hahaha, será pela rola?
Ou pela barriga que não alcança?
Diana: Também hahaha
Mas eu adoro sua rola e tudo em você, coração.
Transamos por um bom tempo.
Meus dedos começaram a mexer no seu cu.
Ela curtia, e cada vez mais quando meu dedo foi entrando.
Meu dedão pegava seu ânus gostoso, enquanto minha rola pegava sua buceta.
Ela se sentia penetrada pelos dois lados.
Quando eu parava de me mexer, ela continuava sozinha.
Um orgasmo atrás do outro a deixaram pedindo uma pausa.
Diana: Meu Deus, como você fode bem, não aguento mais.
Faz muito tempo que não curto uma rola boa e uma foda violenta assim.
Na verdade, adorei.
Eu: Adoro te foder.
Não é à toa, não tem como não te foder como eu fodo.
Você está uma gostosa.
E dá pra te foder o dia todo.
Diana: Mmmm, isso soa muito tentador.
Mas você sabe que tenho que voltar pra casa.
Embora, na verdade, eu não queira.
Mas mais pra frente te prometo que vou te dar um dia inteiro.
Eu: Ok. Olho que você acabou de prometer e eu vou cobrar.
Diana: Óbvio que sim.
Você vai ser meu amante a partir de hoje.
Enquanto tínhamos essa pausa,
eu tinha meu objetivo à vista.
Me posicionei atrás dela e, enquanto lubrificava seu bumbum, ela se acomodou.
Diana: Mmm, vai com tudo, né?
Por favor, devagar, sua vergonha não é seu dedo.
E faz anos que não dou o cu, tá?
Eu: Calma, mami.
Vou meter bem devagarinho.
Minha pica já estava posicionada, fazendo pressão no cu dela.
Ela relaxou e começou a sentir, como ela diz, aquela sensação estranha.
Diana:
Uiii, como eu senti falta dessa sensação de dor aguda.
É doloroso e incômodo, mas ao mesmo tempo muito excitante e quente.
Mmm, uiii, devagar, coração, você vai me partir ao meio, uffff.
Uiii, como entra, filho da puta, mmmm.
Ai, ai, ai.
Assim devagar, mmm, Deus.
Uiii, Deus, como meu cu vai abrindo, aiii, mmm, ufff, ufff.
Sim, assim, que gostoso que é.
Uffff, agora sim, mmm.
Aiii, que pica boa, coração.
Eu:
Mmm, deusa, que bunda gostosa você tem.
Se eu fosse seu marido, te foderia todo dia.
Diana:
Mmmm, siiim, que gostoso, coração.
Eu gosto muito da sua pica bem dentro de mim.
Deixaria você comer sempre, mmm.
Meu marido nunca pede, o idiota.
Eu:
Que desperdício, uma bunda tão linda e ele não usa.
Diana:
Bom, agora você está usando.
Sua pica está fervendo, mais dura, inchada.
Parece que vai explodir dentro de mim, bum.
Eu:
Sim, Deus. Falta muito pouco.
Para encher seu cu de porra.
Mas tenho que te foder mais forte.
Diana:
Uiii, siiim, coração, come com tudo.
Enche minha bunda de porra.
Me dá bem forte.
E assim foi.
Minha pica estava pronta para a tarefa.
Aumentando o ritmo.
Bombando forte dentro daquela bunda linda.
Ela pediu para ficar de quatro, assim eu sentia muito mais.
Minha pica entrou de novo e voltou a comê-la com tudo.
Ela se masturbava, aumentando ainda mais o tesão dos dois.
Depois do grande orgasmo dela,
seu cu gostoso foi recebendo os jatos de porra da minha pica.
Ela sentiu seu cu sendo cheio de porra.
Não parei de comê-la até cairmos exaustos na cama.
Nós relaxamos um pouco.
Até que ela viu o relógio.
Já eram 7h30 da manhã.
Ela deu um pulo da cama, entrou no banheiro e se arrumou um pouco.
Me deu um beijo bem longo e saiu correndo da minha casa.
E assim foi como Diana se cansou de ser fiel.
Agora sou seu amante.
Sempre disposto. a dar prazer por horas como ela gosta.
O corno nem desconfia e tá felizão.
Na academia seguimos como sempre.
E eu mantendo perfil baixo.
Isso tá me dando muitas chances com outras minas da academia.
-----------------------------------------------------------------Fim-----------------------------------------------------------------
PS: bom, espero que curtam esse novo post.
Espero receber comentários e pontos - não custa nada.
E pra mim ajuda muito.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------maury-solo-yo.
Obrigado a todos que me seguem e comentam meus posts.
E pelas muitas sugestões também.
Continuo com meus relatos, espero que curtam e comentem bastante.
Hoje trago uma das minhas histórias nunca contadas.
Apresento a Diana.
37 anos, casada sem filhos.
Dona de uma academia muito boa da minha cidade.
Loira e com um rosto lindo.
Um corpo bem de quem malha.
Peitos bonitos, pequenos mas firmes.
Cintura fina e com uma bunda perfeita.
Ela me conhecia da oficina, mas eu não conhecia ela.
Claro, o marido era cliente meu.
Eu a conheci quando comecei a ir na academia.
Eu não podia dar em cima dela.
Com tantos caras sarados querendo pegá-la, minhas chances eram zero.
Só trocávamos olhares e um pouco de conversa enquanto ela passava a rotina e indicava os exercícios.
Eu só ficava na minha sem chamar muita atenção.
Enquanto fazia os exercícios era como estar no céu.
Vendo mulheres torando nos treinos.
Mas a profe roubava a atenção de todos.
Passaram os meses e muitos que faziam anos que iam na academia
Notaram uma confiança muito próxima da profe comigo.
Pelo meu perfil discreto e não ser babão.
As garotas me davam confiança.
Sem saber que eu era o lobo em pele de cordeiro.
Em uma semana não fui porque estava cheio de trabalho.
Ela me ligou no telefone.
Diana: Oi Maury, como você está??
Sou a Diana.
Eu: Oi, tudo bem?
Diana, que surpresa sua ligação.
Eu bem, com muito trabalho por sorte.
Por isso não estou indo.
Diana: Ah bom, fico mais tranquila.
Pensei que tinha acontecido algo com você.
Espero não estar incomodando, as meninas estão sentindo falta das conversas com mate hahaha.
Eu: Nada disso. Obrigado por ligar.
Essa semana não dá tempo e não sei como estarei na outra.
Mas quando der volto a ir com tudo.
Diana: Não se preocupa com o horário.
Sabe que você pode vir quando puder.
Não quero que você perca o ritmo que tá pegando. muito bem.
eu: sim, eu sei, mas fecho às 9 e não dá tempo de ir.
Diana: você pode vir se quiser. aqui tem gente até depois das 10:30.
eu: ok, então vou nesse horário.
Diana: ok, sem problema. te dejo tranquilo, beijinhos.
e foi assim que comecei a ir de noite, já que fechava um pouco antes, eu tomava banho e ia pra academia.
eu era o último a ir embora com ela ao fechar a academia.
e isso trouxe problemas no relacionamento dela.
por causa dos imbecis que ficavam falando merda. então parei de ir de novo.
Diana: oi, sou eu de novo.
o que aconteceu que você não vem mais?
eu: oi, sei que você teve problemas com seu marido por minha causa.
não quero mal-entendidos.
e muito menos problemas.
em alguns dias termino todos os trabalhos e volto como antes.
não se preocupa.
Diana: eu tô pouco me lixando pro que falam.
e menos ainda pro que meu marido diz.
não vou deixar ninguém me dizer o que tenho que fazer e muito menos com quem conversar.
eu: tudo bem, Diana, mas prefiro não ter problemas.
assim nos despedimos e eu me dediquei ao meu trabalho.
dois dias depois, sem avisar, ela chegou na minha casa.
era sábado à noite.
eu não esperava ninguém, por sorte.
e ao ouvir a campainha, saí.
imaginem minha surpresa ao vê-la parada na porta da minha casa
com seu lindo sorriso.
uma regata solta de renda branca e uma calça jeans justa.
eu: oi, que surpresa.
Diana: oi, como você tá, amigo. tá sozinho?
eu: sim, entra se quiser.
Diana: ia te convidar pra dar uma volta por aí, topa?
tinha que sair com amigas e elas me deram bolo.
podemos ir comer alguma coisa.
eu: ok, sem drama. espera aí que eu me troco, fecho tudo e a gente vai.
ela me esperou no carro dela.
eu me troquei, fechei a casa e fui com ela.
destino: capital.
enquanto conversávamos, surgiu o assunto do marido dela, pra quem ela não dá muitas explicações.
e ele tá deixando ela cansada de tanto suspeitar, já que ela nunca fez nada.
Ela na juventude viveu sua sexualidade com muita liberdade, mas ao se casar...
foi fiel como acreditava que deveria ser.
Mas o cara desconfiava disso.
Pra ela não importava, porque ela sabia o que era.
Assim, entre conversas, fui conhecendo ela melhor.
Terminamos comendo uma pizza na costanera.
E depois fomos caminhar.
A noite estava linda, mas levantou vento e ela começou a sentir frio.
Vendo isso, ofereci minha camisa, ficando só de camiseta até chegar no carro.
Ela agradeceu o gesto e vestiu minha camisa.
Hora de voltar.
Ela me deu as chaves do carro e disse: "Dirige você.
Vamos na sua casa primeiro, né?"
Disse que sim e fomos pra minha casa.
No caminho todo ela falava como se divertia comigo.
E que eu era um grande amigo que ela não ia deixar de ver.
Chegando na minha casa...
Diana: Vou tomar uns mates e te deixo descansar.
Ou já quer dormir?
Eu: Não, vamos lá, uns mates vão bem.
Mas ao passar pela porta de casa...
Ela me abraçou e me deu um beijo bem quente.
Muita paixão e língua.
Eu a levantei na ponta dos pés com minhas duas mãos naquele rabão.
Não precisamos de mais nada.
Beijos e mão boba dos dois nos botaram em chamas.
Ela tirou minha camiseta e com maestria me deixou pelado. Totalmente nu.
Chupou meu pau como uma profissional.
Adorava que eu pegasse nos cabelos dela e enfiasse meu pau até o fundo da garganta.
Chupava meu pau e parava só pra respirar, pra depois meter até o fundo de novo.
Peguei nos cabelos dela e a levantei.
Ela me deu um beijo cheio de baba e com gosto do meu pau.
Levei ela até o quarto.
Joguei na cama e tirei a calça e o tênis dela.
Deixando só o calcinha fio dental.
Coloquei ela de quatro e finalmente vi aquele rabo como sempre quis.
Liguei a câmera que estava no móvel e coloquei pra tirar fotos automaticamente.
Ela só pediu que o rosto dela não aparecesse nelas.
Nessa posição, fiquei de joelhos e enquanto apalpava aquele rabo perfeito... Seu fio-dental minúsculo, bem na minha frente, me deixou maluco.
Com aquele pedaço de tecido sumindo entre suas nádegas duras...
Sem pressa, acariciei e beijei sua bunda linda.
Abri suas nálgas com minhas mãos e percorri seu fio-dental com minha língua.
Ela adorou minha brincadeira.
Tirei o fio-dental dela, bem devagar, e aproveitei a vista por um tempo.
Só com minhas mãos acariciei sua nudez.
Minha língua abriu caminho na sua bunda e depois desci até sua buceta.
Ela ficou toda molhada na minha boca.
Diana: Uyyy, Deus, que prazer... Faz anos que não sinto esses carinhos.
Mmmm, Deus, como sinto sua língua, coração... mmm...
Que gostoso que é, mmmm.
Uy, sii, me come com a língua, mm ah ah ha.
Uyyy, que gostoso.
Mmm, tô pegando fogo...
A comi com minha língua, deixando-a louca.
Minha transição da sua buceta pro seu cuzinho a deixava toda excitada.
Ela mesma se virou e, agarrando meu cabelo,
enterrou minha cara na sua buceta.
Eu chupava aquele banquete enquanto ela se movia no ritmo das minhas chupadas.
Diana: Mmm, Deus, vou gozar na sua boca ha ha ha mmm siiii...
Quero seu pau bem dentro de mim.
Mas sua língua me deixa loucaaaaa.
Chupei sua buceta por um bom tempo até ela ficar mais que satisfeita.
Ela tirou a pouca roupa que tinha enquanto eu aproximava meu falo ereto da sua buceta.
Passando meu pau por toda sua xota,
como se estivesse lubrificando meu pau com todos seus fluidos e minha saliva.
Meu pau foi entrando, bem apertado, mas sem nenhuma resistência.
Ela soltou um grito de prazer que ecoou por todo o quarto.
Diana: Uyyy, Deus, que pau bom, sente tão bem dentro de mim...
Uffff, como eu gosto, coração...
Mmm, siii, aha ha ha mmmm si.
Que pau gostoso, mmm.
Si, mm ha ha, bem duro, como eu gosto...
Mmm, meu Deus, que foda gostosa, pelo amor de Deus, mmmm...
A comi bem forte.
Meu pau entrava e saía com violência por um bom tempo.
Ela gemida e ficava... que loucura.
eu olhava o rosto dela e mais a fodia.
vê-la gozar era uma delícia.
com o rosto dela todo vermelho de tantos orgasmos que eu arranquei.
o melhor ainda estava por vir, já que ela era inquieta na hora da foda.
procurando posições para aproveitar bem o meu pau.
Ela agradecida pela minha resistência e experiência, curtia cada posição.Diana: Ai, Deus, não acredito como sua rola me enche tão bem.
Meu marido não me enche assim.
Para sentir, a rola dele tem que me foder de frente.
Porque no meu cu ele não consegue meter como você.
Eu: Hahaha, será pela rola?
Ou pela barriga que não alcança?
Diana: Também hahaha
Mas eu adoro sua rola e tudo em você, coração.
Transamos por um bom tempo.
Meus dedos começaram a mexer no seu cu.
Ela curtia, e cada vez mais quando meu dedo foi entrando.
Meu dedão pegava seu ânus gostoso, enquanto minha rola pegava sua buceta.
Ela se sentia penetrada pelos dois lados.
Quando eu parava de me mexer, ela continuava sozinha.
Um orgasmo atrás do outro a deixaram pedindo uma pausa.
Diana: Meu Deus, como você fode bem, não aguento mais.
Faz muito tempo que não curto uma rola boa e uma foda violenta assim.
Na verdade, adorei.
Eu: Adoro te foder.
Não é à toa, não tem como não te foder como eu fodo.
Você está uma gostosa.
E dá pra te foder o dia todo.
Diana: Mmmm, isso soa muito tentador.
Mas você sabe que tenho que voltar pra casa.
Embora, na verdade, eu não queira.
Mas mais pra frente te prometo que vou te dar um dia inteiro.
Eu: Ok. Olho que você acabou de prometer e eu vou cobrar.
Diana: Óbvio que sim.
Você vai ser meu amante a partir de hoje.
Enquanto tínhamos essa pausa,
eu tinha meu objetivo à vista.
Me posicionei atrás dela e, enquanto lubrificava seu bumbum, ela se acomodou.
Diana: Mmm, vai com tudo, né?
Por favor, devagar, sua vergonha não é seu dedo.
E faz anos que não dou o cu, tá?
Eu: Calma, mami.
Vou meter bem devagarinho.
Minha pica já estava posicionada, fazendo pressão no cu dela. Ela relaxou e começou a sentir, como ela diz, aquela sensação estranha.
Diana:
Uiii, como eu senti falta dessa sensação de dor aguda.
É doloroso e incômodo, mas ao mesmo tempo muito excitante e quente.
Mmm, uiii, devagar, coração, você vai me partir ao meio, uffff.
Uiii, como entra, filho da puta, mmmm.
Ai, ai, ai.
Assim devagar, mmm, Deus.
Uiii, Deus, como meu cu vai abrindo, aiii, mmm, ufff, ufff.
Sim, assim, que gostoso que é.
Uffff, agora sim, mmm.
Aiii, que pica boa, coração.
Eu:
Mmm, deusa, que bunda gostosa você tem.
Se eu fosse seu marido, te foderia todo dia.
Diana:
Mmmm, siiim, que gostoso, coração.
Eu gosto muito da sua pica bem dentro de mim.
Deixaria você comer sempre, mmm.
Meu marido nunca pede, o idiota.
Eu:
Que desperdício, uma bunda tão linda e ele não usa.
Diana:
Bom, agora você está usando.
Sua pica está fervendo, mais dura, inchada.
Parece que vai explodir dentro de mim, bum.
Eu:
Sim, Deus. Falta muito pouco.
Para encher seu cu de porra.
Mas tenho que te foder mais forte.
Diana:
Uiii, siiim, coração, come com tudo.
Enche minha bunda de porra.
Me dá bem forte.
E assim foi.
Minha pica estava pronta para a tarefa.
Aumentando o ritmo.
Bombando forte dentro daquela bunda linda.
Ela pediu para ficar de quatro, assim eu sentia muito mais.
Minha pica entrou de novo e voltou a comê-la com tudo.
Ela se masturbava, aumentando ainda mais o tesão dos dois.
Depois do grande orgasmo dela,
seu cu gostoso foi recebendo os jatos de porra da minha pica.
Ela sentiu seu cu sendo cheio de porra.
Não parei de comê-la até cairmos exaustos na cama.
Nós relaxamos um pouco.
Até que ela viu o relógio.
Já eram 7h30 da manhã.
Ela deu um pulo da cama, entrou no banheiro e se arrumou um pouco.
Me deu um beijo bem longo e saiu correndo da minha casa.
E assim foi como Diana se cansou de ser fiel.
Agora sou seu amante.
Sempre disposto. a dar prazer por horas como ela gosta.
O corno nem desconfia e tá felizão.
Na academia seguimos como sempre.
E eu mantendo perfil baixo.
Isso tá me dando muitas chances com outras minas da academia.
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PS: bom, espero que curtam esse novo post.
Espero receber comentários e pontos - não custa nada.
E pra mim ajuda muito.
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