A vizinha gostosa

Esta história começa há muitos anos, eu tinha 16 anos e meus vizinhos de baixo estavam prestes a ser pais. Eram gêmeos. Finalmente o dia chegou e apareceram dois bebês loiros com uns olhos azuis incríveis, Candela e Mariano. Eu os vi crescer até que fui morar sozinho, quando eles já deviam ter uns 6 anos. A Candela tinha os cabelos longos, loiros e cacheados, e uns olhos azuis que quando ela fazia aquela carinha de pidona, você dava tudo que ela queria de tão fofa que era. O Mariano tinha o cabelo liso, mas do mesmo loiro da irmã e os mesmos olhos, era muito mais tímido e calmo que a irmã, que era um foguete.

Como eu disse, aos 22 saí da casa dos meus pais, mas há um tempo voltei porque meus pais se mudaram para um condomínio fechado e, em vez de alugar o apartamento deles, me deram ele e eu parei de pagar aluguel. Ainda lembro do dia que cruzei com a Cande pela primeira vez. Ela já não era mais uma menina inocente de 6 anos, ainda tinha a carinha linda com os cachos que chegavam até os ombros, mas o corpo dela tinha se desenvolvido. Ela tinha uma cinturinha bem marcada, acompanhada por uma bela bunda fruto das horas de treino de hóquei, com umas pernas lindas e longas que, mesmo sendo adolescente, já davam uma altura bonita, e uns peitos no tamanho certo, nem grandes nem pequenos, que ela geralmente usava sem sutiã. No primeiro dia que a vi, ela estava com uma regata sem mangas e uma calça justa que destacava ainda mais a bunda dela. A regata mostrava que não tinha nada por baixo e os biquinhos dos peitos apareciam. Os 17 andares no elevador pareceram uma eternidade, eu evitando olhar para ela, enquanto ela, além de tudo, me abraçava feliz e perguntava se eu ia morar ali de novo (muitas vezes, por causa da diferença de idade e da amizade dos nossos pais, eu tinha sido babá deles, então tinha muita intimidade). Vi ela ir embora com as amigas, que estavam tão ou mais provocantes que ela, enquanto ela gritava que esperava que a gente pudesse tomar algo. Quando voltei com o que me... Encontrei foi com o Mariano, ele tinha a mesma altura da irmã, as mesmas pernas longas e um corpo muito, muito magro, o cabelo liso até os ombros, e teve a mesma reação de felicidade que a irmã.

Com o passar dos dias, virou costume os dois virem na minha casa e eu virei confidente dos dois, eles me contavam as coisas deles, e com o tempo notei que a aproximação da Cande tinha segundas intenções, mas era impossível fazer alguma coisa, eu ainda via ela como aquela menina que eu cuidava, e literalmente era mais nova e não queria arrumar problema, tinha aprendido a lição do jeito difícil com uma mina que conheci numa balada e não queria passar por aquilo de novo. Já o Mariano sempre vinha e pedia conselhos sobre os problemas com a namorada dele, tinha alguma coisa nele também que me incomodava, às vezes eu achava ele muito feminino e sempre pegava ele olhando pro meu corpo. As suspeitas sobre a Cande eu confirmei uma noite que ela veio na minha casa depois do baile bem alterada, e como quando tava quase entrando em casa eu ouvi os pais, ela veio pra minha casa pra não ser vista daquele jeito, conversa vai, conversa vem, a menina ficou carinhosa, eu segurei a onda e com lágrimas nos olhos ela me encarou

C: Cê não gosta, né? Por que eu não posso agradar ninguém?
Y: Não, mocinha, não é isso, você é uma gostosa, mas o problema é outro
C: Já sei, você tem namorada, mas eu gosto muito de você
Y: Cande, o problema não é se eu tenho ou não namorada, a parada é que você é novinha e ainda bebeu, amanhã você vai se arrepender
C: Não, negão, você me atrai desde pequena, sempre gostei de você
Y: Mocinha, eu acredito em você e você me parece uma gostosa, qualquer cara ia querer ficar com você, mas eu não posso, seus pais me matam
C: Eles não vão saber
Y: Amor, eu sei, mas não dá... quando você for mais velha, vai me agradecer

Ela me deu um abraço forte e eu dei um beijo na testa dela até ela dormir, mandei uma mensagem pro Mariano pra ele vir buscá-la, e quando ele veio, contei o que tinha rolado e ele confessou que a irmã sempre tinha dito que era apaixonada. Demi, e que ela era a única do grupo dela que ainda era virgem porque queria que eu fosse o primeiro.

Minha reação foi de carinho, falei pra ela que isso ia passar, acordamos a Cande e as duas foram pra casa.

Depois disso, tudo seguiu normal, nunca mais tocamos no assunto e continuamos sendo muito amigos. Até que chegou o verão, e começamos a dividir a piscina do prédio. Os garotos estavam sempre comigo e os pais não viam problema nisso também porque me conheciam e tinha confiança. Finalmente, em janeiro, os pais foram viajar de férias e, como o Mariano tinha pegado recuperação e precisava terminar pra começar a faculdade, a Cande não queria ir porque queria ficar com as amigas aproveitando o último verão. Eles aproveitaram pra fazer uma segunda lua de mel e eu me comprometi a cuidar dos garotos. No primeiro dia, sugeri pros garotos, em vez de ficar na piscina, ir pro clube fazer um churrasco e aproveitar a piscina de lá. Eles toparam na hora. Eu fui com minha mina e falei pros garotos convidarem quem quisessem. O Mariano veio com a namorada dele, a Sabri era do colégio dos garotos, mas mais nova, ela tinha passado pro 5º ano, era uma moreninha gordinha, colega de hockey da Cande, com cabelo curto. Mesmo sendo gordinha, o corpo dela era harmônico. Já tinha visto ela várias vezes no prédio e sempre achei ela muito simpática, mas tinha algo que não me fechava nela (entre nós, tava convencido de que ela dava uns chifres nele). A Cande veio com a Ivana, uma amiga dela do colégio, uma ruiva muito magra e alta, com cabelo vermelho como fogo, praticamente uma mina que devia ter quase 1,80, era mais alta que eu inclusive. Comemos o churrasco todo mundo rindo, pela primeira vez pude ver os olhares de ódio da Cande e da amiga dela pra minha mina. Comprovei também que a relação do Mariano com a namorada era de bastante submissão, quem mandava no rolê era ela, mas não tinha maltrato nem clima ruim, o Mariano era um garoto completamente diferente com ela, me lembrava aquele Nenê tímido de quando éramos mais novos

Depois que a aula acabou, as minas foram se trocar pra ir pra piscina, e aí sim o bicho pegou pra mim. Minha namorada tava com um daqueles biquínis que ela usava sempre e que te deixava louco, ela era baixinha, mas tinha uns peitões naturais enormes e uma bunda linda, e adorava usar biquínis pequenininhos quando tava à vontade. A Sabri tava de maiô inteiro, imaginei que fosse por vergonha do corpo, mas quando ela tirou o pareô que tava usando, notei um decote enorme e como a bunda dela se destacava naquele maiô que sumia entre as nádegas dela. As últimas a aparecer foram a Ivana com um biquíni que valorizava o corpo longo e magro dela, e atrás dela a Cande com um maiô inteiro preto com detalhes dourados que moldava o corpo dela perfeitamente, o decote ia até quase o começo da ppk dela, e ela usava uma espécie de capa preta transparente. Me deixou de boca aberta, de todas foi a que me deixou louco. Ainda por cima, quando ela tirou aquela capa e eu vi ela de costas, o maiô dela deixava as costas todas de fora, pela primeira vez vi a tatuagem de borboleta que ela tinha no meio das costas, e o maiô por trás era uma tanguinha enorme que deixava a bunda linda dela toda de fora. A gente passou a tarde toda na piscina zoando e aproveitando que, milagrosamente, tinha pouca gente na piscina. Minha mina é aeromoça e naquele dia tava de plantão, e infelizmente lá pras 6 da tarde chamaram ela e ela teve que ir. Em 2 minutos, eu já tava com a Ivana e a Cande do meu lado. Num momento em que a Ivana parecia ter dormido, comecei a conversar de novo com a Cande

C: Não gosto da sua namorada
V: Por que você não gosta?
C: Porque não sou eu, haha
V: Guria, a gente já falou sobre isso
C: Sim, a gente falou, mas hoje eu vi como você me olhava
V: É que, guria, é impossível não te olhar, você é uma gostosa
C: Gostou do meu maiô?
V: Ficou lindo em você
C: Comprei especialmente ontem à noite pra você, queria que você me visse bonita
V: Já te falei que você é muito linda, que o problema não é esse
C: Sua namorada é o problema, né? O que ela tem que eu não tenho? yo
Y: Cande, já te falei, o problema não é minha namorada. É a sua idade. Não quero confusão e não quero que você se arrependa.
C: Já vou fazer 18, uma desculpa a menos.
Y: Beleza, quando você fizer 18 a gente conversa, tá?
C: Tô pegando sua palavra.

Eu não lembrava que os garotos faziam aniversário no verão, o resto dos dias passou numa boa. Tirando uma conversa estranha que tive com a namorada do Mariano, onde ela falava pra eu tomar cuidado com o boy dela, que era só dela. Eu levei na boa, pensei que era medo de eu apresentar alguém por causa de uma brincadeira que a gente fez, mas achei engraçado ela falar "dela".

Finalmente, no dia 20 de fevereiro chegou o aniversário dos garotos. Me convidaram pra festa da família e eu ajudei a organizar a comemoração com os amigos no salão do prédio. A Cande apareceu com uma saia longa que marcava a bunda dela, mas escondia as pernas, e um body de renda que mal cobria aqueles peitos lindos. Ela tava com uma maquiagem suave, não precisava de mais nada. Eu tava com uns amigos deles que conheci nesse tempo. Lá pras 3 da manhã já tinha pouca gente, e a gente começou a arrumar tudo pra ir embora. Num momento em que eu tava deixando uns pratos na cozinha, a Cande praticamente me encurralou.

C: Você não me deu bola a noite toda.
Y: Você tava com seus amigos, não queria atrapalhar.
C: E eu quero ficar com você.
Y: Gatinha, de novo?
C: Me fala que eu não te provoco nada assim. Se você disser que não gosta de mim, que não me quer, eu não encho mais o saco.
Y: Gatinha...
C: Me fala que você não me deseja nem um pouco – enquanto me empurrava mais contra a parede –
Y: Cande...
C: Não – ela me interrompeu – me responde o que eu falei, já tenho 18 – deixando os lábios quase colados nos meus –

Não sei de onde veio, deve ter sido perceber que ela não era mais uma menininha, mas eu beijei ela sem hesitar. Ela se surpreendeu e se afastou de mim, me olhou de novo, nos olhos dela já não tinha mais ternura, primeiro pensei que era ódio, mas depois percebi que era paixão. Ela me beijou de novo, dessa vez um beijo muito apaixonado que durou uns segundos enquanto minhas... Mãos agarravam aquela bunda gostosa. Ela se separou de mim, suspirando.

C: Meus pais acham que vou dormir na casa de uma amiga, mas quero ficar com você.
Y: Tem certeza?

Ela não respondeu, só me beijou. Apressei pra juntar as coisas, nos despedimos da galera e descemos no elevador só com o Mariano. Quando ele viu que a gente desceu os dois no meu andar, o Mariano piscou um olho e desejou feliz aniversário pra irmã.

Assim que entramos em casa, começamos a nos beijar apaixonadamente, fomos tirando a roupa enquanto abríamos caminho até o quarto. Quando chegamos, fiquei só de cueca e ela com aquele body de renda que a deixava puro desejo. Ia apagar a luz por ela, mas ela disse que não, que deixasse meio acesa, que queria me ver e que eu a visse. Na sequência, ela baixou o olhar e viu a barraca armada na minha cueca, lambeu os lábios e me empurrou contra a cama, me deu um beijo e quando se separou, os peitos dela ficaram na altura dos meus lábios e eu não hesitei em beijá-los enquanto puxava as alças do body até soltá-los, mordi uns pezões lindos que tantas vezes tinha visto e desejado por baixo da roupa dela, enquanto segurava a bunda dela e ouvia seus gemidos, passei uma das mãos pra frente e rocei por cima da roupa a buceta dela, tava muito molhada, o corpo dela tremeu, juro que ela teve um orgasmo só com aquele roçar.

Na sequência, ela se separou e se ajoelhou, ficou um segundo olhando pra minha virilha, passou a mão por cima da cueca tocando meu pau, isso fez escapar um pequeno suspiro do meu corpo, ela levantou a vista e me olhou com aquela carinha de menina inocente de novo.

C: Isso faz tanto tempo que eu desejo, tenho que confessar que já conheço ele.
Y: Como assim conhece?
C: Te vi num site há um tempo, vai escrever um conto sobre mim?
Y: O que você quiser.
C: O que eu quero é isso.

Ela levantou o elástico da minha cueca e libertou meu pau, passou a língua desde a base até a ponta pra finalmente chupar ele, poderia dizer que foi a melhor chupada da minha vida, mas a realidade Não, dava pra ver que ela era inexperiente, mas a vontade que ela colocava compensava toda a inexperiência. Não sei quanto tempo fiquei entre chupadas e punhetas, mas chegou um ponto que eu não aguentava mais e falei que ia gozar, esperando que ela gozasse também, mas pelo contrário, o que ela fez foi pegar minha mão e levar até a cabeça dela. Entendi o recado e segurei firme. Comecei a gozar e, longe de tirar ela da boca, ela continuou curtindo até eu soltar a última gota. Quando terminou, se separou, passou a língua de novo da base até a ponta e me mostrou que na boca dela já não tinha mais nada.

Levantei ela e beijei enquanto a sentava em cima de mim, sentia o quanto ela estava molhada. Separei ela e mandei ela ficar de pé, terminei de tirar o body e fiz ela deitar. Comecei a beijar ela de novo, sentindo nossos corpos nus, meu pau roçando de leve na buceta dela, arrancando suspiros. Comecei a descer, beijando os peitos dela até chegar na buceta, que brilhava de tão molhada. Na hora comecei a chupar ela, provocando uma cachoeira de orgasmos, cada um mais forte que o outro. Ela segurava com uma mão os lençóis e com a outra a minha cabeça. Eu também tava adorando, fazia tempo que não curtia tanto chupar uma buceta.

C: Para, por favor, preciso de você dentro de mim
Y: Tá pronta?
C: Como assim, pronta?
Y: Se tem certeza, não quero que se arrependa
C: Você sabe?
Y: Sim, óbvio
C: Tô pronta sim, e não quero que coloque nada, foi pra isso que me preparei

Me aproximei dela de novo, meu pau já tava duro e enquanto beijava ela, roçava. Ela mesma baixou a mão, pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, separou os lábios e encaixou meu pau na entrada. Só aí ela tirou as mãos e colocou na minha bunda, começando a fazer força. Comecei a penetrar ela devagar enquanto beijava, até chegar naquele ponto de ruptura. Parei de beijar e olhei pra ela pra perguntar de novo se tinha certeza. Não teve palavras, ela só balançou a cabeça e fez pressão com as mãos na minha bunda. Penetrei bem devagar, sentindo o apertadinha que ela tava, um grito metade dor metade prazer
inundou o quarto e com certeza o prédio inteiro, os olhos dela se fecharam e
as unhas dela cravaram na minha bunda. Só quando eu penetrei ela por completo ela voltou a
abrir os olhos e me olhar, uma das mãos dela soltou da minha bunda e pousou no meu pescoço

C: obrigada, sou sua,
agora me come por favor

Eu simplesmente beijei ela e comecei a comer ela devagar, aos poucos aumentando o ritmo e os gemidos dela. No
quarto só se ouviam os gritos de prazer dela e o barulho dos nossos
corpos. Não sei quantas vezes ela gozou, a cama tava encharcada e nossos corpos também
alternava beijando os lábios dela, o pescoço e os peitos, mordia os mamilos dela e isso
fazia ela delirar de prazer e ela mais de uma vez respondeu mordendo meus
ombros. Finalmente, depois de não sei quantos minutos assim, chegou a hora do
meu orgasmo e eu avisei ela, imaginando que ela ia pedir pra eu tirar, mas
não, ela simplesmente colocou as mãos na minha bunda de novo e me agarrou forte

C: não vai tirar,
quero sentir, quero que você me encha
Y: tem certeza,
gatinha?
C: sim e não sou
mais gatinha, sou sua puta agora
Y: é mesmo? Você é minha putinha?
C: sim e sua putinha quer todo o leite na buceta

Essas palavras
foram o gatilho, comecei a gozar dentro dela provocando um novo orgasmo
nela, sentia como as paredes da buceta dela apertavam meu pau e podia jurar
que sentia cada jato do meu sêmen batendo na buceta dela

Ficamos exaustos
nos beijando enquanto meu pau perdia a dureza dentro do corpo dela, falei pra irmos
tomar banho, e ela aceitou, quando ela se levantou dava pra ver meu gozo escorrendo da buceta dela
pelas pernas. Entramos no chuveiro e entre beijos e carícias nos lavamos, e
fizemos de novo no chuveiro, dessa vez ela contra a parede de costas
levantando a bundinha dela, mais uma vez gozei dentro dela. Terminamos de nos lavar
e fomos deitar pelados, ela dormiu encostada no meu peito. Ao acordar
com a luz do dia vi o corpo nu dela de novo, ela tava linda com sua Cabelos loiros. Virei ela e comecei a beijar os peitos dela, até que ela acordou. Ela me olhou e sorriu com malícia, me empurrou até eu ficar de costas na cama e ela se ajoelhou de quatro e começou a chupar minha rola. Quando se sentiu satisfeita, subiu em mim e começou a se empalar na minha rola, se movendo devagar, me dando um puta prazer. Mais uma vez, os gemidos e gritos tomaram o quarto até eu gozar dentro dela. E mais uma vez ela me surpreendeu: saiu de cima de mim e se aproximou até sentar na minha boca, fazendo eu chupar a bucetinha dela cheia do meu leite. Não tive escolha a não ser saborear também, a única coisa que ela dizia era para eu não engolir. O gosto da buceta dela com meu gozo era algo que eu nunca tinha provado, mas eu tava adorando, tanto que minha rola endureceu de novo. Ela percebeu isso, desceu e se empalou de novo, me beijando e saboreando o leite que estava na minha boca, compartilhando até provocar mais um orgasmo nos dois.

Mais uma vez estávamos exaustos. Deixei ela na cama e fui preparar o café da manhã. Enquanto fazia isso, encontrei meu celular que tinha ficado largado na sala. Tinha uma mensagem do Mariano:

“Foda como você fez minha irmã gozar, e como vocês me fizeram gozar também, fiquei com inveja.”

Enquanto tomávamos café da manhã, pelados, comentei com a Cande sobre a mensagem do irmão. Ela simplesmente piscou um olho e disse que eu ia entender depois.

E vocês também vão entender quando eu publicar a continuação. Por hoje já foi longo demais.

4 comentários - A vizinha gostosa

cl07
mmm muy bueno, lo diosa que deber estar cande... deberias subiar algunas fotos para que la conozcamos