Quando fui o promíscuo de uma garota trans

Esta história eu escrevo pra lembrar e deixar registrado em palavras o que rolou com a Sofia, uns 4 anos atrás. Acho que sempre tive curiosidade com a minha bunda, de fazer ela sentir coisas. Primeiro foi um dedo, mas não consegui satisfação, depois foram punhetas pensando em como podiam me penetrar e comer minha buceta inteira.
Um dia não aguentei mais o tesão que tava, e decidi marcar um encontro pago com uma travesti que peguei na web.
Fui nervoso até a casa dela, toquei a campainha e ela apareceu: uns 30 e poucos anos, mais alta que eu, 1,80m, parecia dominante, imponente. Ela me fez entrar, me cumprimentou com um beijo e subimos no elevador. Durante aquele trajeto, que parecia interminável porque eu tava meio nervoso, dava pra sentir como ela me devorava com o olhar, de cima a baixo.
Assim que chegamos, depois do pagamento e da visita ao banheiro de praxe, começamos a ação: já na cama, primeiro foram uns beijos que levaram a gente a tirar a roupa, até ficar só de cueca. Dava pra ver dentro daquela calcinha fio dental um pedaço de pau enorme, maior que o meu. Não hesitei e acariciei, que tesão, meu deus, lembro até hoje! Comecei a notar que ela tava gostando do que eu fazia, porque na hora ela tirou tudo e me fez chupar o pau inteiro dela, óbvio que não cabia tudo na minha boca. Fiz o que pude, lambi como se fosse um sorvete, tentei fazer garganta profunda, mas com minha inexperiência e o tamanho daquela rola, não deu.

— Quer que eu te coma? — ela perguntou.

Eu nunca tinha deixado claro qual era meu papel, mas no fundo sabia que queria ser passivo e ser a putinha dela, pelo menos entre as quatro paredes do quarto dela.

— Sim, me come, devagarzinho.

Na sequência, ela me deixou de bunda pra cima, colocou um travesseiro debaixo da minha barriga, deixando minha buceta à mercê do pau dela, e começou a lamber minha bunda toda. Eu me contorcia de prazer, queria que ela me lambesse mais e mais, então comecei a me mexer de um jeito que ela percebesse que eu tava adorando tudo aquilo.
Quando ela viu que eu tava gostando, não Ela só continuou chupando minha bunda, mas foi encostando a pica dela, acho que de 20 cm com certeza, na entrada da minha bunda, mas não fazia força, só ia medindo.

— Beleza, amor, agora vou te comer, relaxa a bunda e vamos devagar
— Tá bom, devagar por favor

Logo depois disso, passou um gel na minha bunda toda, eu me sentia muito putinho, queria pica, queria a pica dela. Tentei relaxar, mas a situação e o tamanho da pica dela não deixavam. Mesmo assim, Sofia era uma expert e dava pra ver que preferia o papel de ativa, então começou a meter devagar, depois que colocou uma camisinha.

— Vai a pica devagar, amor, relaxa, que você é meu
— Tá doendo, devagar

Realmente tava doendo, eu tava ficando nervoso e não tava curtindo, e ela começou a perceber

— Beleza, bebê, vamos mudar de posição. Você tem uma bunda linda, e quero te comer toda.
Fica de barriga pra cima e sobe as pernas nos meus ombros

Obedeci, acho que me senti mais entregue do que na outra posição. Deixei ela passar gel íntimo de novo e comecei a relaxar. Senti a cabeça da pica dela entrando, e sem dor dava pra meter até a metade do pau, que encheu minha bunda de carne!

— Você gosta de ser putinho? Vou te fazer meu putinho, você gosta?
— Sim, siiiim. Gosto, quero que meta a pica toda!

Por que eu falei isso? Esse comentário deixou ela louca e começou a meter sem parar. Minha bunda soube se dilatar e se adaptar à pica dela, e entre o gel e o quanto eu tava molhado, a metida começou a ser contínua e constante.
Comecei a gemer, comecei a mexer minha cintura pra sentir toda aquela pica, que putinho eu me sentia!

— Dá pica, quero pica!
— Agora pede pica? Você gosta?
— Sim, sim, quero, dá!

Já tava desvirgado, já tava pronto pra continuar comendo e comendo, agora queria mais, e ela também.
Então testamos outras posições, de quatro, aí ela meteu até o saco, eu sentia ela em todas as vísceras, mas tava gostando.

— Que Lindo que você é promíscuo, olha como você gosta da pica.
-Sim, eu gosto da sua pica!
-Eu adoro os machinhos como você que morrem por pica.

Mudamos de posição de novo, ela me levou contra a parede e começou a me comer de pé, eu estava entregue, mas sentia um pouco de dor. Como não sentir? Tava me arrombando o cu todo uma travesti super ativa e pica grossa que adorava me foder.

Depois de um tempo, com as mãos apoiadas na parede, bem dominado, senti que ela acelerou a fodida, imaginei que queria gozar.

-Onde você quer a porra, promíscuo?
-Onde você quiser, mas goza em mim, quero sua porra.

Depois que eu falei isso, ela me comeu com força por mais um instante, tirou a pica e me fez ajoelhar.

-Abre a boca, bebê, AHHHHH, toma!

Apontou aquele canhão de carne pra minha boca, enfiou e começou a bater punheta enquanto tava dentro. Em uns segundos, senti aquela pica inchar, e me deixou de presente uma porra bem grossa, quentinha. Não engoli porque me assustei, mas deixei ela um tempinho na boca.

-O primeiro na boca, o segundo na bunda, ela disse.

E assim foi minha primeira vez com a Sofia. Eu não sabia, mas a gente ia ter vários encontros depois. Depois de ser comido daquele jeito, de vez em quando eu preciso de uma pica na minha bunda, então tive outros encontros com ela, e depois com outras travestis.

7 comentários - Quando fui o promíscuo de uma garota trans

mmmm que rico relato me hace acordar a mi debut con una shemale, y com le tome la leche, muy bueno tenes fotos de tu desvirgadora, esta en algunapagina, quiero verla
Hermoso relato. Yo tambien quiero que me desvirguen con una biena
exelente relato !! solo le faltan unas fotos de tus chicas y tuya !!