Minha melhor amiga 2 Quase 6 meses depois daquela tarde em que quase comi a Vale, já faz mais de 15 anos, ela me ligou com uma voz muito preocupada: - Gui, por favor, vem, preciso falar com algum amigo e você é a única pessoa em quem confio. Falei que assim que saísse do trabalho iria direto pra casa dela, mesmo que isso significasse mentir pra minha namorada, já que ela odiava a Vale e a Vale odiava ela. Elas tinham se visto uma vez só, mas já se detestaram na hora. Intuição feminina. A real é que, mesmo eu e a Vale nunca tendo feito nada além e a coisa ter esfriado bastante, sempre tivemos uma cumplicidade que não existia com a minha namorada. Também é verdade que, naquela época, minha namorada adorava se trancar comigo tardes inteiras pra transar e desconfiava de qualquer mina que desse em cima de mim. Enfim, inventei alguma desculpa e fui correndo pra casa da Vale. Quando cheguei, encontrei ela de pijama, com o rosto vermelho de tanto chorar. - Val. O que aconteceu? Fomos pro quarto dela, cheio de lenços no chão, ela deitou de barriga pra cima na cama e me contou que tinha chamado o namorado pra passar o fim de semana inteiro com ela, já que a mãe dela tava viajando por uns dias. O cara tinha chegado tarde e não quis transar porque tava cansado. Quando ele dormiu, ela mexeu no celular dele (que na época era monocromático, com botões) e encontrou umas mensagens com uma putinha que ele conhecia. Acordou ele, brigaram e ela botou ele pra fora no meio da madrugada. Desde então, ela tava chorando. - É um filho da puta! Odeio ele! Convidei ele pra transar um fim de semana inteiro e o babaca vai e come outra! - É um cuzão e um idiota... - Idiota pra caralho. Eu tinha tudo preparado, uma fio dental nova e até lubrificante... - Fio dental nova e lubrificante?? Vou dormir aqui então! Haha - Hahaha Você é um safado... Valeu por vir... Que ódio ter que amar um babaca de merda... Todos os caras são uns babacas! - Ei, eu também? - Não, você não. Você é o único cara que eu amo de verdade. - E eu te amo também. pra você, Val... Abraço? A gente se abraçou sentados na cama, bem sem jeito. Ela me fez deitar do lado dela e se aninhou no meu peito. Senti que não tava de sutiã. Comecei a passar a mão nas costas dela, olhando por cima do ombro aquela bunda que me derretia. — Quer ver minha calcinha fio dental? — Hã? Como... — Tô percebendo que você tá olhando pra minha bunda, otário. — Ah... Ehhh... desculpa! — Desculpa nada. Tem confiança, né? Quer ver ou não? — Eeeh, beleza... Sim! Ela se ajoelhou na cama de costas pra mim e puxou a calça de uma vez. Era vermelha e bem fininha, só via um triângulo e o resto sumia entre as nádegas gloriosas dela. Comecei a sentir uma ereção. — E aí? O que achou? — Linda... Eeh... gostei... — Da calcinha ou da minha bunda? — Eeehh — Tô te zoando, otário! — Aah... gostei das duas coisas! — Ah é? Olha de frente então! Ela se virou, mostrando um triângulo vermelho transparente que deixava ver a pussy depilada dela. Fiquei em branco. Ela percebeu. — Hahaha sua cara! Você gostou de verdade! Deu um puxão pra cima, marcando ainda mais aquela xota tentadora. — Uff! — Você ficou de pau duro, Gui! — É que entre a bunda que você tem e agora que tô vendo sua pussy, eu explodo, porra! — Mmm adoro te excitar! E o que você vai fazer? — Vou... — Não vai me deixar sozinha, vai? Fica comigo! — Você sabe o que tá me pedindo? O que vai rolar se eu ficar? Ela se aproximou, olhando nos meus olhos, tirou a camiseta, deixando as tetas lindas dela de fora, e se ajoelhou sem desviar o olhar. — Vai rolar o que tiver que rolar! Ela puxou minha calça pra baixo, liberando meu pau durasso. Pegou ele com cuidado e lambeu as gotinhas que já estavam saindo. Enfiou na boca e começou a chupar devagar. De vez em quando olhava nos meus olhos. — Primeiro você vai meter na minha boca... Ela me sentou na cama e arrancou minha roupa com puxões. Se ajoelhou de novo entre minhas pernas e retomou o trabalho. Enfiava o pau inteiro na boca e subia e descia, apoiando as mãos nas minhas pernas. Umas Passados 2 minutos assim e eu não aguentava mais. - Uuff Val, vou gozar a qualquer momento! - Mmm e eu vou tomar tudo! - Aaaahhh! - Mmmhh!! Ela chupava minha porra com tanta força que eu não parava de gozar, minhas pernas tremiam. Ela não tirou a boca até me deixar seco. Não caiu uma gota. - Mmh aaahh que porra gostosa que você tem! Agora vem e faz o mesmo comigo! Ela se jogou na cama só de calcinha fio dental e eu me joguei por cima dela, beijando o pescoço e os peitos enquanto minhas mãos tocavam a buceta molhada dela por cima do tecido fino. Não resisti e desci pra chupar ela. Puxei a calcinha de lado e enfiei a língua pra saborear os sucos dela. Lambi o clitóris como se fosse minha sobremesa. Enfiei 2 dedos pra masturbar ela por dentro ao mesmo tempo. - Aaaahh siiii Guiiii! Você me faz gozaaaaar! - Mmmm sim, goza na minha boca! Ela segurou minha nuca e apertou minha cara contra a buceta dela enquanto gozava aos gritos e se tremia. Quando me soltou, me deitei ao lado dela e acariciei suavemente entre os peitos e o púbis. - Uauuuu... Ninguém chupou minha buceta como você! - Bom, é que eu gosto de chupar! - E você vai gostar mais do que vem! Ela tirou a calcinha, abriu bem as pernas e disse: - Quero que você me coma! Não me importa nada! - Mas não tenho camisinha! - Tô tomando pílula e quero sua porra agora no fundo da minha buceta! O jeito dela falar, sempre direta e muito puta, me convenceu de vez e deixou minha pica dura pra caralho. Não hesitei e enfiei tudo de uma vez. - Aaaaiii seeee... Adoro sua pica Guiiii! - E eu tô enlouquecendo de estar dentro de você finalmente! - Queria isso, né, filho da puta? Há quanto tempo você quer me comer? - Sim... Faz tempo que tava afim de meter em você... E que se dane tudo! - Vai, me come forte, Guilleee! - Te fodo do jeito que você quiser, Vale! Aí começamos a bombar forte. Eu enfiava o mais fundo que podia a cada vez. Depois trocamos de posição e coloquei ela de quatro. Aí melhorou a profundidade. Eu dava tapas naquela bunda linda e ela se sacudia mais. -Aaaay Guiiii... Você vai me fazer gozar de novoooo! Ai ai aaayyyy As pernas dela ficaram meio bambas e eu deitei ela de barriga pra cima de novo e, sem dar descanso, enfiei tudo. - Aayyyy filho da puta filho da puta filho da puta! - Vou gozar em você! - Sim, não tira! Ela enroscou as pernas nas minhas costas e eu me deixei levar completamente. - Aaaaahhh to gozandoooo! - Aaaaaayyy siiiim... Sinto seu gozo quente dentro de mim! - Aah aah aah... Ainda tô jorrando! - Mmmmh me dá tudo! - Uuuuhhhffff Nunca gozei tanto! - Jajaja... Que bom! Olhei nos olhos dela e na boca... Não consegui me segurar mais e beijei ela com mais paixão do que a minha própria namorada. Ela me abraçou forte e a gente ficou transando um tempão antes de levantar... Teve mais, mas outro dia, em outra ocasião...
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