Faz uns dias que não escrevo contos, e não por falta de material, simplesmente o trabalho me consome... Mas vamos ao que interessa. Por problemas mecânicos, fiquei sem carro e não pude buscar a Erika no trabalho por mais de 15 dias. Pra completar a merda, no trampo dela era alta temporada de vendas e ela saía mais tarde que o normal, então alguns dias o patrão dela dava carona ou pagavam o táxi... Nos dias que o patrão levava ela, nem preciso dizer que em qualquer lugar escuro ele parava o carro, seja pra fazer ela engolir o pau dele e gozar na boca dela, ou pra passar pro banco de trás e meter uma rapidinha. Então minha querida foxy chegava com resto de porra em algum lugar do corpo. Até aí, tudo normal, mas a patroa começou a desconfiar e eles optaram por mandar ela de táxi. Nessa região, Uber não é muito comum, mas tem um monte de pontos "oficiais", e foi exatamente num desses que rolou um dos encontros mais safados, segundo ela... Já passava da uma da manhã, e no fim de semana o ponto tava praticamente vazio, mas tinha bastante gente esperando o serviço. Por ser feriado, os carros de aluguel estavam escassos e o povo praticamente brigava pra pegar um. Depois de meia hora esperando, a quantidade de carros que ainda tava rodando diminuiu muito, mesmo com mais gente chegando. Entre as pessoas que esperavam, tinha um casal de jovens, e um deles já tinha aproveitado os prazeres sexuais com minha amada no passado. Então, sem pensar muito, ele se aproximou pra puxar papo e combinaram de pegar um táxi juntos. Assim que entraram no carro, deram o destino, e o rapaz foi pra trás com ela, enquanto o outro amigo foi no banho do carona. Umas ruas adiante, a Erika já tava recebendo de boa as carícias do jovem nas pernas dela, enquanto o amigo e o motorista conversavam sobre qualquer merda. A mão do cara não demorou pra ficar debaixo da calcinha fio-dental encharcada da minha vadia arrancando gemidinhos dela e soltando aquele cheiro de buceta, que logo bateu forte no nariz dos outros, que pouco depois descobriram de onde vinha, o motorista até arrumou o espelho e diminuiu a velocidade pra não perder nenhum detalhe do que rolava atrás, porque a Erika tava dando uma demonstração gratuita de como ela é boa de chupar pau, o novinho segurava o cabelo dela e forçava ela a engolir o pau inteiro, enquanto o amigo dele esticou o braço pra pegar na frente daquela vadia, que ajudou a soltar pelo menos um peito, que sem cerimônia recebia umas apertadas brutas do moleque inexperiente ou ansioso, o que tava recebendo aquela chupada gostosa mandou o motorista parar num lugar mais isolado porque a vadia era insaciável e ele tinha certeza que ela não ia negar foder com todo mundo. Minutos depois, tavam com ela de quatro no capô do carro e se revezavam tanto na boca quanto na buceta, prolongando ao máximo as gozadas pra esticar o prazer, mais de meia hora meteram naquelas cavidades e no final, fizeram ela ajoelhar na frente deles pra receber as cargas, no fim, os fluidos dela escorriam pelas pernas e o cheiro de sexo era tão forte que o taxista se recusou a deixar ela entrar de novo no carro, deu a desculpa que aquele cheiro ia impregnar no banco e a mulher dele ia perceber, garantindo uma briga feia com ela, então os filhos da puta decidiram largar ela lá, semi-nua (só de saia e blusa, o resto levaram), ela não ligou muito até perceber que a bolsa e o celular tinham ficado no táxi. Resignada e se xingando por ter se deixado levar pelo tesão, foi andando, até que não tava tão longe de casa, caminhou um pouco até que as luzes azul e vermelha de uma viatura devolveram a esperança de chegar rápido em casa, a viatura parou do lado dela e o holofote potente iluminou o corpo todo, ela sorriu sem vendo os olhares lascivos dos oficiais, depois de um breve interrogatório, sentaram ela na frente da caminhonete. o motorista acelerou e o parceiro não demorou a soltar o primeiro comentário: "senhora, é grosso o que vou dizer, mas não encontro um jeito 'educado' de falar... A fedor de sexo e na sua blusa tem uma coisa seca, me parece que a senhora é uma puta suja que acabou de ser fodida..." Érika, longe de se ofender, abriu as pernas, deixando à mostra a buceta depilada e ainda molhada, e disse: "sim, oficial, três caras acabaram de me foder e vocês dois poderiam fazer o mesmo, mas acho que meu cheiro não inspira vocês o suficiente. Se tivesse algo pra me limpar..." O motorista finalmente falou: "parceiro, atrás do banco tem um pano limpo e um galão de água, isso dá pra limpar um pouco a 'senhorita'..." Estacionou a viatura e em instantes Érika tinha o pano e o galão nas mãos. Molhou o pano e, sem vergonha, abriu a blusa pra passar nos peitos e na barriga, depois fez o mesmo com a buceta e, em seguida, deu um gole pra enxaguar a boca. Os oficiais até colocaram um enxaguante bucal à disposição dela e seguiram subindo de novo na caminhonete. Érika não se preocupou em esconder os mamilos durinhos, que eram observados com luxúria, até que o copiloto abaixou o zíper e disse: "hora de pagar a carona, puta." Agora foi Érika quem lambeu os lábios ao ver a piroca venosa e, sem mais, começou a chupar, enquanto o motorista enfiava os dedos na buceta ruiva da puta, fazendo ela se esforçar mais no boquete que tava dando. Mais umas ruas, a viatura foi parada de novo. Érika continuou no que tava fazendo, sem perceber que estavam do lado de fora de uma loja 24 horas. Ouviu a caminhonete arrancar e depois ser parada de novo. Com xingamentos, o motorista mandou ela parar a bunda e uma piroca curta mas grossa entrou na boceta dela. Ela não conseguia nem gemer, porque o outro oficial não dava descanso pra boca dela, até gozar e fazer ela engolir. Engolir tudo, o motorista não parava de bombar e dizer o quanto ela era gostosa até encher a camisinha com o gozo dele. Exausto, se largou no banco, e o outro, que já tinha recuperado a dureza no pau, desceu do carro, puxou as pernas dela e, quando ela ficou na beira do banco, levantou elas, colocando as mãos nas curvas, fez ela abrir o máximo possível. "Vem cá, mocinha, essa bunda merece minha atenção", falando e fazendo, meteu sem cerimônia no cu seco, começando uma enfiada e tirada bem bruta. A Erica reclamava, a falta de lubrificação ardia pra caralho, mas o policial não tava nem aí e continuou furando o buraco. O outro policial não conseguia ficar duro de novo, mas isso não impedia ele de colocar a baga mole na boca dela e apertar os peitões. A Erica, sem reclamar, lambia e chupava o pau murcho. O que tava fodendo ela começou a entrar e sair dos dois buracos, fazendo a penetração no cu não doer mais tanto e, finalmente, a puta começou a gozar. Um tempo depois, ela sentiu os espasmos do policial avisando que ele ia gozar de novo. Aí, sem mais, largaram ela a uma rua da nossa casa. E ela prometeu pra eles que logo ia repetir aquela fodida gostosa que levaram, pra pagar o favor de terem levado ela.
4 comentários - Minha esposa puta... Mais aventuras