Certa noite, resolvi sair com um amigo que conheci na faculdade. A gente ia num bar gótico que eu frequentava há vários anos, e por coincidência, nessa ocasião meu parceiro teve que cancelar por questões pessoais. Eu tava muito animado pra voltar naquele lugar, já que fazia um tempão que não ia lá, então decidi ir sozinho mesmo. O local era como eu lembrava, mas não reconheci ninguém do pessoal que frequentava o lugar, exceto uma garçonete que ainda trabalhava lá. Só troquei um oi e tive uma conversinha besta com ela, porque na época não tive muita intimidade.
O mais doido começou depois da meia-noite. O bar apagava as luzes e as luminárias começavam a piscar, dando um clima de balada pra dançar aqueles ritmos eletrônicos sombrios que eu tanto curtia. Já com umas cervejas na cabeça, tava me divertindo pra caralho, relembrando os velhos tempos, vendo o povo dançar e se amarrar. Foi nessa hora que percebi um grupo mascarado reunido numa mesa no fundo do bar. Perguntei pra garçonete o que ela sabia sobre eles, e ela disse que frequentavam o lugar direto, mas era só o que podia falar, porque eram muito discretos. Curiosamente, tinha só dois caras e um harém de mulheres muito gostosas. Olhando pras minas naquela mesa, notei que uma delas não tirava os olhos de mim. Os olhos penetrantes dela se cravavam nos meus toda vez que a gente se encarava, tanto que eu não conseguia manter contato visual por mais de uns segundos.
A noite foi rolando, e eu comecei a fantasiar em chegar nela, puxar papo, levar pra um quarto e foder ela até ficar exausto. Mas sou tão tímido que nem coragem de levantar pra ir no banheiro eu tinha (porque a entrada era bem perto da mesa onde ela tava). Até que deu a hora de ir embora, e eu não podia sair sem mijar. Caminhei o trajeto todo, todo desconfortável com o olhar dela. Essa mulher... Quando passei perto dela, a única coisa que fiz foi sorrir de nervoso. Entrei no banheiro, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos e o rosto. Quando ia sair, coloquei os óculos de novo... Para minha surpresa, ela estava lá parada, como se já estivesse me observando há um tempo. Fiquei gelado, não sei se foi o susto de vê-la ali me encarando com aqueles olhos densos e fixos, vestida num corset justinho e meia arrastão, ou se foi tudo o que passou pela minha cabeça naquela situação. Ela caminhou até mim, fazendo os saltos altos estralarem forte, e enquanto com uma mão virou minha cabeça para o lado, com a outra pegou minha mão e a levou por baixo da saia curta dela.
Ela beijou meu pescoço com os lábios carnudos pintados de preto, e eu toquei a buceta dela por cima da lingerie fina de renda que estava encharcada de tesão. Na hora, senti meu pau começar a inchar enquanto ela mordia e chupava sutilmente meu pescoço; mexi um pouco meus dedos e, sem esforço, encontrei o clitóris duro dela, que apertei num movimento circular… Não dei nem três voltas quando senti ela se soltar do meu pescoço e soltar um gemido abafado. Ela apertou os peitos contra meu peito, fazendo com que eu pudesse ver as aréolas grandes escapando do corpete apertado, enquanto sentia a mão dela no volume quente que crescia cada vez mais dentro da minha calça. Ela aproximou os lábios do meu ouvido e enfiou a língua molhada por um instante antes de sussurrar algumas palavras.
“Preciso ir agora, te visitarei se me deixar entrar”, sem saber ao que se referia e no calor da situação, só respondi que sim. Ela beijou meus lábios e se afastou de mim antes que eu pudesse reagir; bem na hora em que ia sair do banheiro, perguntei desesperadamente o nome dela, ao que ela respondeu “Julieta” com fogo no olhar e um sorrisão que revelou um par de presas que até então tinham passado despercebidas, como se não estivessem ali antes. Ela saiu e bateu a porta atrás de si. Olhei para a mão com a qual tinha tocado o céu, meus dedos tinham um reflexo úmido, levei-os ao rosto, inspirei fundo a deliciosa fragrância que emanava deles e não resisti em provar a essência com a língua… minha boca se encheu de um sabor tão gostoso que gemi sem controle e senti como se um jorro quente escapasse pela minha uretra, fazendo eu me contorcer num espasmo violento, seguido de mais alguns leves… “Porra, gozei”, pensei. Entrei rapidamente no cubículo do vaso para limpar a bagunça, mas curiosamente não havia vestígios de sêmen… exceto por uma quantidade mínima de fluido pré-ejaculatório… “mínima” comparada ao prazer imenso que tinha sentido instantes atrás, mas suficiente para molhar por completo a bandana que sempre carrego comigo. Assim que me senti confortável, embora ainda úmido, saí do banheiro. Na mesa já não havia ninguém, exceto a garçonete que eu conhecia, que estava recolhendo as taças e as garrafas de vinho deixadas pelos clientes mascarados. Aproximei-me para me despedir dela, disse que estava indo e que certamente voltaria em breve, e me inclinei para dar um beijo no rosto dela. Enquanto eu falava, ela me olhava de um jeito diferente de antes. Quando me aproximei para me despedir, ela encostou o corpo tão perto que senti a virilha quentinha dela roçar de leve na minha coxa, e quando dei o beijo de despedida, ela me beijou na comissura da boca… Ao virar para olhar a mesa de novo, notei umas Quantas moedas com símbolos estranhos em cima da mesa, que ele rapidamente levantou ao ver que eu estava olhando. Ele sorriu pra mim e foi embora, mas não sem antes mandar um beijo no ar na minha direção, o que me fez dar muita risada. Saí do lugar sem vontade de ir embora.
Naquela noite, cheguei em casa cansado, fui direto pro quarto, troquei de cueca e me deitei na cama pensando no que tinha rolado até que, sem perceber, acabei dormindo... lá pelas 6 da manhã, acordei de repente de um sonho incrível.
Eu tava pelado num quarto escuro, iluminado por dezenas de velas, mas não dava pra ver nada além da escuridão do cômodo. Tava com uma ereção daquelas, sentia a pica dura como nunca, as veias marcadas pulsando. Fechei os olhos por um instante e senti uma brisa fria passando das minhas bolas, pelo meu pau até chegar na cabeça, que logo virou a umidade mais quente que já tinha sentido. Não abri os olhos até sentir uns arranhões leves no meu pau e, quando virei, ela tava lá — Julieta, com a máscara dela e as presas brancas, lambendo e chupando minha pica venuda e ereta. Quando falei o nome dela, ela me encarou nos olhos e, sem desviar o olhar nem por um segundo, subiu lambendo minha virilha, passou pelo meu abdômen até chegar nos meus mamilos e montou em cima de mim. Dava pra ver o corpo esbelto dela, os peitos lindos se destacando no peito onde as costelas marcavam, o abdômen bem definido até a barriga — era um espetáculo. E, bem quando meu olhar ia chegando na monte de Vênus dela, meu pau inflado atrapalhava a vista. Sem falar nada, ela começou a esfregar a buceta dela na minha, mostrando aos poucos a vulva molhada que eu tinha tocado horas antes. Apertei os peitos dela com uma mão e, com a outra, enfiei meu polegar na boca dela pra sentir as presas. Ela se ergueu um pouco, abriu a vulva com as mãos, e com meu dedo molhado na saliva dela, acariciei o clitóris que tinha ficado exposto e ouvi de novo aquela melodia — aqueles gemidos que tinham perfurado minha cabeça quando toquei ela pela primeira vez. Logo soltei o peito dela e peguei minha pica dura, que tava quente pra caralho, pra guiar até a vagina dela, de onde escorria aquele líquido delirante. Mal encostei a pica... no buraco apertado senti um ardor tremendo na cabeça do pau, como se tivesse me aproximando de uma chama. Na hora parei por causa dessa sensação ardente, mas, de repente, ela deixou o quadril cair sobre minha virilha e eu gritei extasiado com a sensação abrasadora de penetrar velozmente o forno que ela tinha de buceta. A boceta dela ardia e eu gemia, ela se mexia e eu me contorcia, ela cavalgava e eu, como um garanhão, sacudia ela.
Não sei quanto tempo durou, porque eu sentia o esperma se acumulando nas minhas entranhas e a sensação de gozar esteve presente desde o momento da penetração. Eu estava tendo um orgasmo prolongado que aumentava de intensidade aos poucos, e sentia que meu pau podia explodir a qualquer momento. Sentia como ela se molhava e seus fluidos escorriam pelo meu corpo, uma e outra vez, cada vez mais frequentes, jatos quentes brotavam da sua buceta enlouquecida. Assim chegou o momento em que quase desmaiei e não consegui mexer um músculo. Ela se levantou rápido e, com um salto habilidoso, encostou a testa no meu abdômen, ergueu minhas pernas nos ombros dela e, com suas unhas longas e afiadas e pretas, agarrou minhas nádegas e as abriu. Eu sentindo as primeiras oito pontadas entre minhas nádegas e com medo da próxima que já previa, quis me mexer sem conseguir. No entanto, surpreendentemente, não senti nada além de um prazer sem igual dentro do meu cu enquanto ela enfiava fundo seu dedo delicioso e habilidoso. Quase grunhindo e mostrando os dentes, puxou meu pau com a língua para meter na boca e começou a chupar e sugar com força. Do meu glande descia até a base e voltava de novo, sentia como meu pau fodava a garganta dela violentamente, além de que ela mexia com maestria o dedo que tinha enfiado, estimulando cantos que eu mal tinha tocado umas duas vezes na vida.
Os espasmos e o prazer que eu tinha sentido naquele banheiro eram só um arrepio comparado com o que senti ali. Uma sensação estranha de medo por não conseguir controlar meu corpo, que se mexia sozinho, me invadiu por um segundo, mas logo foi ofuscada pelo prazer extremo que eu sentia nos meus genitais. Minha mente se perdeu entre a escuridão do quarto e a chama de uma vela, e uma sensação que só posso descrever como uma corrente elétrica que entrava pelo meu cu, atravessava cada músculo do meu pau e jorrava pela minha uretra, era como se um relâmpago arrancasse minha vida. Estranhamente, bem no momento de gozar, ouvi, mais do que nos meus ouvidos, dentro da minha cabeça, a voz da Julieta dizendo: "Mete ficha, tigrão.
Acordei bem cedo de manhã, o céu ainda tava escuro, não conseguia me mexer… Tava exausto e o corpo doía, sentia minha roupa e a cama molhadas. Tinha tido um puta sonho molhado naquela noite, logo dormi de novo, até o despertador tocar.
O mais doido começou depois da meia-noite. O bar apagava as luzes e as luminárias começavam a piscar, dando um clima de balada pra dançar aqueles ritmos eletrônicos sombrios que eu tanto curtia. Já com umas cervejas na cabeça, tava me divertindo pra caralho, relembrando os velhos tempos, vendo o povo dançar e se amarrar. Foi nessa hora que percebi um grupo mascarado reunido numa mesa no fundo do bar. Perguntei pra garçonete o que ela sabia sobre eles, e ela disse que frequentavam o lugar direto, mas era só o que podia falar, porque eram muito discretos. Curiosamente, tinha só dois caras e um harém de mulheres muito gostosas. Olhando pras minas naquela mesa, notei que uma delas não tirava os olhos de mim. Os olhos penetrantes dela se cravavam nos meus toda vez que a gente se encarava, tanto que eu não conseguia manter contato visual por mais de uns segundos.
A noite foi rolando, e eu comecei a fantasiar em chegar nela, puxar papo, levar pra um quarto e foder ela até ficar exausto. Mas sou tão tímido que nem coragem de levantar pra ir no banheiro eu tinha (porque a entrada era bem perto da mesa onde ela tava). Até que deu a hora de ir embora, e eu não podia sair sem mijar. Caminhei o trajeto todo, todo desconfortável com o olhar dela. Essa mulher... Quando passei perto dela, a única coisa que fiz foi sorrir de nervoso. Entrei no banheiro, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos e o rosto. Quando ia sair, coloquei os óculos de novo... Para minha surpresa, ela estava lá parada, como se já estivesse me observando há um tempo. Fiquei gelado, não sei se foi o susto de vê-la ali me encarando com aqueles olhos densos e fixos, vestida num corset justinho e meia arrastão, ou se foi tudo o que passou pela minha cabeça naquela situação. Ela caminhou até mim, fazendo os saltos altos estralarem forte, e enquanto com uma mão virou minha cabeça para o lado, com a outra pegou minha mão e a levou por baixo da saia curta dela.
Ela beijou meu pescoço com os lábios carnudos pintados de preto, e eu toquei a buceta dela por cima da lingerie fina de renda que estava encharcada de tesão. Na hora, senti meu pau começar a inchar enquanto ela mordia e chupava sutilmente meu pescoço; mexi um pouco meus dedos e, sem esforço, encontrei o clitóris duro dela, que apertei num movimento circular… Não dei nem três voltas quando senti ela se soltar do meu pescoço e soltar um gemido abafado. Ela apertou os peitos contra meu peito, fazendo com que eu pudesse ver as aréolas grandes escapando do corpete apertado, enquanto sentia a mão dela no volume quente que crescia cada vez mais dentro da minha calça. Ela aproximou os lábios do meu ouvido e enfiou a língua molhada por um instante antes de sussurrar algumas palavras.
“Preciso ir agora, te visitarei se me deixar entrar”, sem saber ao que se referia e no calor da situação, só respondi que sim. Ela beijou meus lábios e se afastou de mim antes que eu pudesse reagir; bem na hora em que ia sair do banheiro, perguntei desesperadamente o nome dela, ao que ela respondeu “Julieta” com fogo no olhar e um sorrisão que revelou um par de presas que até então tinham passado despercebidas, como se não estivessem ali antes. Ela saiu e bateu a porta atrás de si. Olhei para a mão com a qual tinha tocado o céu, meus dedos tinham um reflexo úmido, levei-os ao rosto, inspirei fundo a deliciosa fragrância que emanava deles e não resisti em provar a essência com a língua… minha boca se encheu de um sabor tão gostoso que gemi sem controle e senti como se um jorro quente escapasse pela minha uretra, fazendo eu me contorcer num espasmo violento, seguido de mais alguns leves… “Porra, gozei”, pensei. Entrei rapidamente no cubículo do vaso para limpar a bagunça, mas curiosamente não havia vestígios de sêmen… exceto por uma quantidade mínima de fluido pré-ejaculatório… “mínima” comparada ao prazer imenso que tinha sentido instantes atrás, mas suficiente para molhar por completo a bandana que sempre carrego comigo. Assim que me senti confortável, embora ainda úmido, saí do banheiro. Na mesa já não havia ninguém, exceto a garçonete que eu conhecia, que estava recolhendo as taças e as garrafas de vinho deixadas pelos clientes mascarados. Aproximei-me para me despedir dela, disse que estava indo e que certamente voltaria em breve, e me inclinei para dar um beijo no rosto dela. Enquanto eu falava, ela me olhava de um jeito diferente de antes. Quando me aproximei para me despedir, ela encostou o corpo tão perto que senti a virilha quentinha dela roçar de leve na minha coxa, e quando dei o beijo de despedida, ela me beijou na comissura da boca… Ao virar para olhar a mesa de novo, notei umas Quantas moedas com símbolos estranhos em cima da mesa, que ele rapidamente levantou ao ver que eu estava olhando. Ele sorriu pra mim e foi embora, mas não sem antes mandar um beijo no ar na minha direção, o que me fez dar muita risada. Saí do lugar sem vontade de ir embora.
Naquela noite, cheguei em casa cansado, fui direto pro quarto, troquei de cueca e me deitei na cama pensando no que tinha rolado até que, sem perceber, acabei dormindo... lá pelas 6 da manhã, acordei de repente de um sonho incrível.Eu tava pelado num quarto escuro, iluminado por dezenas de velas, mas não dava pra ver nada além da escuridão do cômodo. Tava com uma ereção daquelas, sentia a pica dura como nunca, as veias marcadas pulsando. Fechei os olhos por um instante e senti uma brisa fria passando das minhas bolas, pelo meu pau até chegar na cabeça, que logo virou a umidade mais quente que já tinha sentido. Não abri os olhos até sentir uns arranhões leves no meu pau e, quando virei, ela tava lá — Julieta, com a máscara dela e as presas brancas, lambendo e chupando minha pica venuda e ereta. Quando falei o nome dela, ela me encarou nos olhos e, sem desviar o olhar nem por um segundo, subiu lambendo minha virilha, passou pelo meu abdômen até chegar nos meus mamilos e montou em cima de mim. Dava pra ver o corpo esbelto dela, os peitos lindos se destacando no peito onde as costelas marcavam, o abdômen bem definido até a barriga — era um espetáculo. E, bem quando meu olhar ia chegando na monte de Vênus dela, meu pau inflado atrapalhava a vista. Sem falar nada, ela começou a esfregar a buceta dela na minha, mostrando aos poucos a vulva molhada que eu tinha tocado horas antes. Apertei os peitos dela com uma mão e, com a outra, enfiei meu polegar na boca dela pra sentir as presas. Ela se ergueu um pouco, abriu a vulva com as mãos, e com meu dedo molhado na saliva dela, acariciei o clitóris que tinha ficado exposto e ouvi de novo aquela melodia — aqueles gemidos que tinham perfurado minha cabeça quando toquei ela pela primeira vez. Logo soltei o peito dela e peguei minha pica dura, que tava quente pra caralho, pra guiar até a vagina dela, de onde escorria aquele líquido delirante. Mal encostei a pica... no buraco apertado senti um ardor tremendo na cabeça do pau, como se tivesse me aproximando de uma chama. Na hora parei por causa dessa sensação ardente, mas, de repente, ela deixou o quadril cair sobre minha virilha e eu gritei extasiado com a sensação abrasadora de penetrar velozmente o forno que ela tinha de buceta. A boceta dela ardia e eu gemia, ela se mexia e eu me contorcia, ela cavalgava e eu, como um garanhão, sacudia ela.
Não sei quanto tempo durou, porque eu sentia o esperma se acumulando nas minhas entranhas e a sensação de gozar esteve presente desde o momento da penetração. Eu estava tendo um orgasmo prolongado que aumentava de intensidade aos poucos, e sentia que meu pau podia explodir a qualquer momento. Sentia como ela se molhava e seus fluidos escorriam pelo meu corpo, uma e outra vez, cada vez mais frequentes, jatos quentes brotavam da sua buceta enlouquecida. Assim chegou o momento em que quase desmaiei e não consegui mexer um músculo. Ela se levantou rápido e, com um salto habilidoso, encostou a testa no meu abdômen, ergueu minhas pernas nos ombros dela e, com suas unhas longas e afiadas e pretas, agarrou minhas nádegas e as abriu. Eu sentindo as primeiras oito pontadas entre minhas nádegas e com medo da próxima que já previa, quis me mexer sem conseguir. No entanto, surpreendentemente, não senti nada além de um prazer sem igual dentro do meu cu enquanto ela enfiava fundo seu dedo delicioso e habilidoso. Quase grunhindo e mostrando os dentes, puxou meu pau com a língua para meter na boca e começou a chupar e sugar com força. Do meu glande descia até a base e voltava de novo, sentia como meu pau fodava a garganta dela violentamente, além de que ela mexia com maestria o dedo que tinha enfiado, estimulando cantos que eu mal tinha tocado umas duas vezes na vida.
Os espasmos e o prazer que eu tinha sentido naquele banheiro eram só um arrepio comparado com o que senti ali. Uma sensação estranha de medo por não conseguir controlar meu corpo, que se mexia sozinho, me invadiu por um segundo, mas logo foi ofuscada pelo prazer extremo que eu sentia nos meus genitais. Minha mente se perdeu entre a escuridão do quarto e a chama de uma vela, e uma sensação que só posso descrever como uma corrente elétrica que entrava pelo meu cu, atravessava cada músculo do meu pau e jorrava pela minha uretra, era como se um relâmpago arrancasse minha vida. Estranhamente, bem no momento de gozar, ouvi, mais do que nos meus ouvidos, dentro da minha cabeça, a voz da Julieta dizendo: "Mete ficha, tigrão.
Acordei bem cedo de manhã, o céu ainda tava escuro, não conseguia me mexer… Tava exausto e o corpo doía, sentia minha roupa e a cama molhadas. Tinha tido um puta sonho molhado naquela noite, logo dormi de novo, até o despertador tocar.
1 comentários - Vampiria pt.I (relato +Gifs) [Noiriak]