chegou a hora de ir para o jantar na casa dos meus sogros e lá estaria toda a família. Nós fomos os primeiros a chegar, depois os irmãos dele com filhos e família, mas faltava minha cunhada e o marido dela… Depois de quase uma hora e meia, finalmente chegaram. Ele estava lindo como sempre e minha cunhada também, pois é uma mulher com um corpo muito gostoso e um rosto extremamente bonito.
Começamos a falar sobre uma infinidade de coisas enquanto bebíamos álcool. Meu marido, pouco tempo depois, começou a ficar bem bêbado. Chegou a hora de todos irem para a mesa jantar, e eu rapidamente me sentei ao lado do meu cunhado. Do outro lado dele estava minha cunhada. Eu tinha colocado um vestido justo ao corpo e bem curto, com botas longas, e meu decote era bem marcante. Enfim, estávamos todos jantando e, durante a conversa, eu comecei a acariciar sutilmente a perna do Raúl (meu cunhado). Pouco a pouco, fui subindo mais e mais em direção à virilha dele, sempre com cuidado para minha cunhada não perceber. Eu percebia como ele dava uma olhada disfarçada no meu decote, e comecei a sentir que ele estava ficando de pau duro. Então, me animei e passei a mão no membro dele.
Pouco tempo depois, senti a mão fria dele na minha virilha, mas ele não foi sutil: simplesmente colocou a mão lá de uma vez. Ao sentir aquilo, um arrepio percorreu meu corpo e fiquei cheia de tesão, pois tinha conseguido o que queria e tinha a mente dele em mim.
Raúl começou a subir a mão mais e mais, até conseguir acariciar suavemente minha buceta com a ponta dos dedos. Isso fez com que eu me molhasse na hora, e ele claramente sentiu, pois tirava a mão, comia alguma coisa e chupava o dedo que tinha me tocado. Pude ver como, com a outra mão, ele também acariciava a virilha da minha cunhada. Ele estava dando um pouco de prazer para as duas ao mesmo tempo. Pude ver como ele tinha um volume enorme na calça, o que indicava a ereção gigante que ele estava tendo. E eu queria ser eu quem pudesse beijar e tocar aquilo, mas… Eu estava tão excitada que queria ser a primeira a ser penetrada, pois sabia que minha cunhada, por ser a esposa dele, seria a primeira. Um tempinho depois, saímos da mesa e fomos para a sala continuar bebendo, cantando, jogando, etc... Eu estava sentada de frente para ele e, disfarçadamente, abria minhas pernas para que ele visse, e sempre que fazia isso conseguia chamar sua atenção, mas ele era muito discreto, fingindo que nada estava acontecendo. Pouco depois, a maioria de nós estava muito, muito bêbada. Meu marido já estava quase dormindo, meus outros cunhados e suas esposas já estavam bem alterados, minha cunhada estava bastante embriagada, as crianças de todos estavam algumas brincando e outras já tinham dormido, meus sogros já estavam muito cansados e nos disseram que já sabíamos quais eram nossos quartos e que eles iriam descansar.
Eu fui deitar meus filhos e eu ficaria dormindo em um quarto com eles, e mandaria meu marido dormir sozinho em outro quarto, pois não queria ficar com ele. Minhas cunhadas, já muito bêbadas, também deitaram seus filhos e foram uma a uma dormir. Minha cunhada, a esposa do Raúl, já estava bastante alterada e também disse que iria descansar, pois não estava se sentindo bem. Ficamos na sala: meu marido, Raúl e outro cunhado. Depois de uma hora, meu cunhado foi dormir e, pouco tempo depois, Raúl foi para seu quarto com a esposa. Naquele momento, levei meu marido para o quarto dele – deixo claro que a casa dos meus sogros é muito, muito grande.
Então, eu fui para meu quarto com meus filhos, mas antes passei pelo quarto da minha cunhada e abri um pouco a porta. Ela estava profundamente dormindo, mas não consegui ver o Raúl. Em seguida, fui ao banheiro escovar os dentes e, enquanto estava na pia terminando de enxaguar a boca, senti duas mãos grandes nas minhas nádegas – claramente não eram as mãos do meu marido. Ao levantar a cabeça no espelho, vi que era o Raúl quem... ele estava atrás de mim, segurando minha cintura e puxando-me contra ele. Imediatamente, comecei a ficar encharcada de tesão de novo. Virei-me de frente para ele e, sem pensar nem por um segundo, joguei-me em seus lábios. Começamos a nos beijar desesperadamente enquanto ele acariciava meu corpo e eu fazia o mesmo com o dele. Disse que queria ser dele, mas ele insistiu para não fazermos barulho, pois poderiam nos ouvir. Ele sugeriu irmos a algum quarto vazio, mas dentro da casa todos estavam ocupados, então fomos a um pequeno cômodo que têm no quintal. Tirei os saltos para não fazer ruído e fomos com cuidado até lá. Ao chegar, continuamos nos beijando. Coloquei os saltos novamente para ficar mais alta e pude sentir o volume na calça dele. Minha excitação era tanta que eu queria que ele me fizesse dele, que estivesse dentro de mim. Além disso, todo o álcool que tinha consumido não me deixava pensar com clareza. Raúl quase não tinha bebido, pois ele bebia pouco.
Continuamos nos beijando e ele começou a abaixar o zíper traseiro do meu vestido até tirar a parte de cima, enquanto beijava meu pescoço, o que me deixava a mil por hora. Ele começou a acariciar meus seios bem devagar e apertava meus mamilos delicadamente com os dedos. Eu queria tirar a calça dele, mas ele não deixou. Disse que faríamos o que ele mandasse e que, se eu não obedecesse, poderia me arrepender. Isso me excitou ainda mais — ele assumindo o controle da situação, de mim e do meu corpo. Então, fui submissa a ele. Ele tirou meu vestido completamente e me deixou só de calcinha, já que eu não usava sutiã.
Começou a acariciar minha buceta bem suave, o que me deixou escorrendo de prazer, enquanto passava a língua pelos meus mamilos, fazendo círculos neles. Eu gemia e tremia de prazer. Ele me encostou na parede inclinada, puxou o fio da calcinha para o lado e senti sua língua na minha buceta. Rapidamente, ele encontrou meu clitóris e começou a fazer círculos com a língua. Eu estava tremendo de prazer intensamente, sentindo que minhas pernas iam ceder. Não conseguiam me manter em pé, ele começou a passar a língua da minha buceta até meu cu enquanto abria minhas nádegas com as mãos e, quando descia para minha buceta novamente, dava uma palmada bem forte, o que me deixava cada vez mais excitada. Eu estava virando uma puta, a putinha dele. Depois de alguns minutos, não aguentei mais e tive meu primeiro orgasmo acompanhado de um squirt, o que o deixou louco, pois engoliu todos meus fluidos. Ele se levantou e me beijou na boca, eu morria de vontade de tirar a calça dele, e foi assim. Ele me disse para tirar, primeiro desabotoei a camisa e a tirei, pude notar seu abdômen definido e seus braços fortes. Desabotoei o cinto e a calça e comecei a baixá-la bem devagar, deixei na cueca e vi o enorme volume que ele tinha. Baixei a cueca e saiu um pau enorme e reto, dava para ver as veias marcadas, uff, parecia delicioso. Só de lembrar, já fico molhada. Subi para beijar os lábios do Raúl e ele disse: "Abaixa e engole meu pau, putinha". Sem pensar, fiz exatamente isso, comecei a chupar como uma louca e desesperada, enfiava o mais fundo na minha garganta a ponto de quase me dar vontade de vomitar, mas ainda sobrava um pouco de tão grande que era. Fiquei alguns minutos chupando, ele deitou na cama e me disse para subir em cima dele. Fizemos 69 e foi delicioso, ele me fez ter outro squirt e todos meus fluidos foram direto para sua boca e rosto. Ele me tirou de lado e se levantou, me colocou novamente na parede e, de uma só vez, enfiou todo seu pau na minha buceta. Fiz um grito alto e ele começou a me foder com força, puxando meu cabelo com uma mão e com a outra acariciando meus seios ou dando palmadas bem fortes. Depois fomos para a cama e ele me colocou de quatro, senti seu pau querendo entrar no meu cu. Ele se aproximou, lambeu e cuspiu para introduzir bem delicadamente seu pau no meu ânus. Senti uma dor muito, muito grande, mas ao mesmo tempo estava muito excitada. Ele começou a me dar cada vez mais forte, a ponto de eu parar de sentir dor e já era tudo... Foi um prazer enquanto ele me dizia coisas obscenas, que eu já era a putinha dele, que já era a putinha dele, que já teria que estar à disposição dele sempre que ele quisesse e obviamente eu estaria.
Ele tirou o pau do meu cu e me fez chupar para depois enfiar de novo no mesmo lugar, até que me fez ter outro orgasmo muito forte. Eu disse para ele deitar e subi para cavalgá-lo, enfiei o pau dele na minha buceta e comecei a montar como uma louca, me movia com força para sentir por todos os lados o pênis enorme dele. Até que tive outro orgasmo, com um squirt prolongado, o que me fez cair na cama, e ele aproveitou para abrir minhas pernas e começar a me comer pela buceta e pelo cu, ficou fazendo isso por alguns minutos, uma metida no meu cu e outra na buceta, eu estava muito excitada. Até que ele agarrou como um louco, me comendo pela buceta, e comecei a sentir o pau dele pulsando, sinal de que ele ia gozar. Ele disse que estava quase lá e perguntou onde eu queria que ele deixasse a porra, eu disse que queria dentro e que guardasse um pouco para a minha boca. E foi assim, ele explodiu dentro da minha buceta e senti um jato quente de sêmen entrando no meu mais profundo. Imediatamente, ele tirou o pau, me colocou de joelhos e começou a se masturbar de cima a baixo, dizendo: "Abre bem a boca". Eu abri e comecei a sentir outro jato de sêmen caindo na minha boca e no meu rosto. Com o pau, ele esfregou por todo o meu rosto e um pouco nos meus peitos, enquanto eu sentia o sêmen escorrendo pouco a pouco da minha buceta. Ele me colocou de quatro, penetrou meu cu 3-4 vezes, tirou e disse: "Chupa e deixa bem limpinho". Eu fiz isso, enfiei o pau dele na minha boca e chupei até não deixar uma gota de sêmen. Olhamos o relógio e percebemos que estávamos transando há mais de uma hora e meia.
Limpei meu rosto e nos vestimos, arrumamos o quarto o máximo possível e, antes de sair, nos demos um beijo apaixonado.
Começamos a falar sobre uma infinidade de coisas enquanto bebíamos álcool. Meu marido, pouco tempo depois, começou a ficar bem bêbado. Chegou a hora de todos irem para a mesa jantar, e eu rapidamente me sentei ao lado do meu cunhado. Do outro lado dele estava minha cunhada. Eu tinha colocado um vestido justo ao corpo e bem curto, com botas longas, e meu decote era bem marcante. Enfim, estávamos todos jantando e, durante a conversa, eu comecei a acariciar sutilmente a perna do Raúl (meu cunhado). Pouco a pouco, fui subindo mais e mais em direção à virilha dele, sempre com cuidado para minha cunhada não perceber. Eu percebia como ele dava uma olhada disfarçada no meu decote, e comecei a sentir que ele estava ficando de pau duro. Então, me animei e passei a mão no membro dele.
Pouco tempo depois, senti a mão fria dele na minha virilha, mas ele não foi sutil: simplesmente colocou a mão lá de uma vez. Ao sentir aquilo, um arrepio percorreu meu corpo e fiquei cheia de tesão, pois tinha conseguido o que queria e tinha a mente dele em mim.
Raúl começou a subir a mão mais e mais, até conseguir acariciar suavemente minha buceta com a ponta dos dedos. Isso fez com que eu me molhasse na hora, e ele claramente sentiu, pois tirava a mão, comia alguma coisa e chupava o dedo que tinha me tocado. Pude ver como, com a outra mão, ele também acariciava a virilha da minha cunhada. Ele estava dando um pouco de prazer para as duas ao mesmo tempo. Pude ver como ele tinha um volume enorme na calça, o que indicava a ereção gigante que ele estava tendo. E eu queria ser eu quem pudesse beijar e tocar aquilo, mas… Eu estava tão excitada que queria ser a primeira a ser penetrada, pois sabia que minha cunhada, por ser a esposa dele, seria a primeira. Um tempinho depois, saímos da mesa e fomos para a sala continuar bebendo, cantando, jogando, etc... Eu estava sentada de frente para ele e, disfarçadamente, abria minhas pernas para que ele visse, e sempre que fazia isso conseguia chamar sua atenção, mas ele era muito discreto, fingindo que nada estava acontecendo. Pouco depois, a maioria de nós estava muito, muito bêbada. Meu marido já estava quase dormindo, meus outros cunhados e suas esposas já estavam bem alterados, minha cunhada estava bastante embriagada, as crianças de todos estavam algumas brincando e outras já tinham dormido, meus sogros já estavam muito cansados e nos disseram que já sabíamos quais eram nossos quartos e que eles iriam descansar.
Eu fui deitar meus filhos e eu ficaria dormindo em um quarto com eles, e mandaria meu marido dormir sozinho em outro quarto, pois não queria ficar com ele. Minhas cunhadas, já muito bêbadas, também deitaram seus filhos e foram uma a uma dormir. Minha cunhada, a esposa do Raúl, já estava bastante alterada e também disse que iria descansar, pois não estava se sentindo bem. Ficamos na sala: meu marido, Raúl e outro cunhado. Depois de uma hora, meu cunhado foi dormir e, pouco tempo depois, Raúl foi para seu quarto com a esposa. Naquele momento, levei meu marido para o quarto dele – deixo claro que a casa dos meus sogros é muito, muito grande.
Então, eu fui para meu quarto com meus filhos, mas antes passei pelo quarto da minha cunhada e abri um pouco a porta. Ela estava profundamente dormindo, mas não consegui ver o Raúl. Em seguida, fui ao banheiro escovar os dentes e, enquanto estava na pia terminando de enxaguar a boca, senti duas mãos grandes nas minhas nádegas – claramente não eram as mãos do meu marido. Ao levantar a cabeça no espelho, vi que era o Raúl quem... ele estava atrás de mim, segurando minha cintura e puxando-me contra ele. Imediatamente, comecei a ficar encharcada de tesão de novo. Virei-me de frente para ele e, sem pensar nem por um segundo, joguei-me em seus lábios. Começamos a nos beijar desesperadamente enquanto ele acariciava meu corpo e eu fazia o mesmo com o dele. Disse que queria ser dele, mas ele insistiu para não fazermos barulho, pois poderiam nos ouvir. Ele sugeriu irmos a algum quarto vazio, mas dentro da casa todos estavam ocupados, então fomos a um pequeno cômodo que têm no quintal. Tirei os saltos para não fazer ruído e fomos com cuidado até lá. Ao chegar, continuamos nos beijando. Coloquei os saltos novamente para ficar mais alta e pude sentir o volume na calça dele. Minha excitação era tanta que eu queria que ele me fizesse dele, que estivesse dentro de mim. Além disso, todo o álcool que tinha consumido não me deixava pensar com clareza. Raúl quase não tinha bebido, pois ele bebia pouco.
Continuamos nos beijando e ele começou a abaixar o zíper traseiro do meu vestido até tirar a parte de cima, enquanto beijava meu pescoço, o que me deixava a mil por hora. Ele começou a acariciar meus seios bem devagar e apertava meus mamilos delicadamente com os dedos. Eu queria tirar a calça dele, mas ele não deixou. Disse que faríamos o que ele mandasse e que, se eu não obedecesse, poderia me arrepender. Isso me excitou ainda mais — ele assumindo o controle da situação, de mim e do meu corpo. Então, fui submissa a ele. Ele tirou meu vestido completamente e me deixou só de calcinha, já que eu não usava sutiã.
Começou a acariciar minha buceta bem suave, o que me deixou escorrendo de prazer, enquanto passava a língua pelos meus mamilos, fazendo círculos neles. Eu gemia e tremia de prazer. Ele me encostou na parede inclinada, puxou o fio da calcinha para o lado e senti sua língua na minha buceta. Rapidamente, ele encontrou meu clitóris e começou a fazer círculos com a língua. Eu estava tremendo de prazer intensamente, sentindo que minhas pernas iam ceder. Não conseguiam me manter em pé, ele começou a passar a língua da minha buceta até meu cu enquanto abria minhas nádegas com as mãos e, quando descia para minha buceta novamente, dava uma palmada bem forte, o que me deixava cada vez mais excitada. Eu estava virando uma puta, a putinha dele. Depois de alguns minutos, não aguentei mais e tive meu primeiro orgasmo acompanhado de um squirt, o que o deixou louco, pois engoliu todos meus fluidos. Ele se levantou e me beijou na boca, eu morria de vontade de tirar a calça dele, e foi assim. Ele me disse para tirar, primeiro desabotoei a camisa e a tirei, pude notar seu abdômen definido e seus braços fortes. Desabotoei o cinto e a calça e comecei a baixá-la bem devagar, deixei na cueca e vi o enorme volume que ele tinha. Baixei a cueca e saiu um pau enorme e reto, dava para ver as veias marcadas, uff, parecia delicioso. Só de lembrar, já fico molhada. Subi para beijar os lábios do Raúl e ele disse: "Abaixa e engole meu pau, putinha". Sem pensar, fiz exatamente isso, comecei a chupar como uma louca e desesperada, enfiava o mais fundo na minha garganta a ponto de quase me dar vontade de vomitar, mas ainda sobrava um pouco de tão grande que era. Fiquei alguns minutos chupando, ele deitou na cama e me disse para subir em cima dele. Fizemos 69 e foi delicioso, ele me fez ter outro squirt e todos meus fluidos foram direto para sua boca e rosto. Ele me tirou de lado e se levantou, me colocou novamente na parede e, de uma só vez, enfiou todo seu pau na minha buceta. Fiz um grito alto e ele começou a me foder com força, puxando meu cabelo com uma mão e com a outra acariciando meus seios ou dando palmadas bem fortes. Depois fomos para a cama e ele me colocou de quatro, senti seu pau querendo entrar no meu cu. Ele se aproximou, lambeu e cuspiu para introduzir bem delicadamente seu pau no meu ânus. Senti uma dor muito, muito grande, mas ao mesmo tempo estava muito excitada. Ele começou a me dar cada vez mais forte, a ponto de eu parar de sentir dor e já era tudo... Foi um prazer enquanto ele me dizia coisas obscenas, que eu já era a putinha dele, que já era a putinha dele, que já teria que estar à disposição dele sempre que ele quisesse e obviamente eu estaria.
Ele tirou o pau do meu cu e me fez chupar para depois enfiar de novo no mesmo lugar, até que me fez ter outro orgasmo muito forte. Eu disse para ele deitar e subi para cavalgá-lo, enfiei o pau dele na minha buceta e comecei a montar como uma louca, me movia com força para sentir por todos os lados o pênis enorme dele. Até que tive outro orgasmo, com um squirt prolongado, o que me fez cair na cama, e ele aproveitou para abrir minhas pernas e começar a me comer pela buceta e pelo cu, ficou fazendo isso por alguns minutos, uma metida no meu cu e outra na buceta, eu estava muito excitada. Até que ele agarrou como um louco, me comendo pela buceta, e comecei a sentir o pau dele pulsando, sinal de que ele ia gozar. Ele disse que estava quase lá e perguntou onde eu queria que ele deixasse a porra, eu disse que queria dentro e que guardasse um pouco para a minha boca. E foi assim, ele explodiu dentro da minha buceta e senti um jato quente de sêmen entrando no meu mais profundo. Imediatamente, ele tirou o pau, me colocou de joelhos e começou a se masturbar de cima a baixo, dizendo: "Abre bem a boca". Eu abri e comecei a sentir outro jato de sêmen caindo na minha boca e no meu rosto. Com o pau, ele esfregou por todo o meu rosto e um pouco nos meus peitos, enquanto eu sentia o sêmen escorrendo pouco a pouco da minha buceta. Ele me colocou de quatro, penetrou meu cu 3-4 vezes, tirou e disse: "Chupa e deixa bem limpinho". Eu fiz isso, enfiei o pau dele na minha boca e chupei até não deixar uma gota de sêmen. Olhamos o relógio e percebemos que estávamos transando há mais de uma hora e meia.
Limpei meu rosto e nos vestimos, arrumamos o quarto o máximo possível e, antes de sair, nos demos um beijo apaixonado.
12 comentários - Minha cunhada me pegou no Natal. Que gostosa!
Estoy con el pene durizimo