Descobrindo o Novo Mundo do Amo Parte 4

—É mesmo? Que coisa, hein? Desde que entrou em contato comigo, a gente gerou bem mais grana graças ao seu marido. A empresa dele costuma precisar de viagens rápidas e busca a solução nos nossos jatos particulares, e eles tão super satisfeitos com o serviço. O Jeff, depois de nos cumprimentar, nos levou até o nosso jato particular. —Srta. Dendariena, seu marido me disse que hoje tinha uma surpresa pra senhora, espero que goste. A gente ralou pra caramba pra deixar nossos clientes totalmente satisfeitos. O rapaz do serviço colocou nossa bagagem no pequeno compartimento do jato e foi cuidar de outros clientes que também estavam por ali, preparando o voo deles. Chegamos no nosso jato, que tava coberto por uma lona, e meu marido sorriu pro Jeff. O Jeff assentiu e continuou. —Srta. Dendariena, pode tirar a lona. Fiquei surpresa e me aproximei um pouco pra tirar a lona com calma. Quando tirei, meu marido enfiou as mãos nos bolsos e olhou pro chão. Na lataria do jato, do lado da janelinha, tinha um título em letras prateadas, com um acabamento muito elegante e refinado. No título se lia, bem chique: “Sofía”. Sei que meu marido não curte voar e prefere manter os pés no chão, já que é de Touro, mas ele faz isso por mim e se esforça pra superar esse bloqueio interno dele. Fiquei pasma: meu marido tinha batizado um dos jatos com meu nome. Me virei pra ele com as mãos na boca de tão chocada e me joguei pra beijá-lo com todo o amor do mundo. Meu marido era o melhor dos maridos. Depois dessa surpresa, a escadinha do jato desceu até o chão e o Carl desceu impecável no uniforme de piloto. Eu simplesmente amava. —Sr., Sra. Dendariena, bem-vindos a bordo... Naquele momento, senti uns braços me erguendo no ar e olhei pro meu marido, que me segurava no alto com os braços enormes dele. —Primeiro as damas... Ele se despediu do Jeff com um aceno de cabeça e subiu comigo como se eu fosse uma pluma, me colocando dentro do jato. Lá dentro, ele me surpreendeu de novo nos braços dele. O interior Estava cheio de flores, rosas que exalavam o perfume misturado do meu marido com o cheiro floral característico. Ele me olhou com timidez e me aproximei devagar para beijá-lo de novo. Era mágico. Nada podia ser melhor.
— Obrigada... — falei num sussurro, e ele fez um carinho suave com a testa na minha. — Faço porque te amo... quero que você aproveite. Ele me colocou no chão com cuidado, e eu entrei devagar. Tinha uns sofás confortáveis, cinza, muito elegantes, e no fundo o quarto, com uma cama decorada com mais pétalas de rosa e um buquê em cima dela. Era simplesmente perfeito. Meu marido sabia ser romântico. Eu amava ele. Peguei o buquê em cima da cama e me enchi do perfume dele. Era incrível... parecia um sonho. Coloquei o buquê num vaso ao lado de uma das janelas, com água, e tiramos as flores para um lugar onde ficariam bem preservadas. O espaço ficou mais limpo e arrumado, cheirava a rosas e ao perfume do meu marido. Ele pegou minha mão e avisou o Carl que podia decolar quando quisesse. Depois de avisar, sentou comigo num dos sofás relax que o jato tinha e entrelaçou os dedos nos meus.
— Tava doido pra fazer uma viagem assim, mas queria ter certeza de que você queria tanto quanto eu... e aqui está. Tudo isso é por você e pra você. Enquanto ele falava, eu olhava pra ele com os olhos cheios de esperança, ele era o melhor marido que eu podia ter desejado. Foi quando ele se aproximou e colocou os lábios macios e carnudos nos meus, acompanhando com a língua, nos jogando num pequeno redemoinho de amor e carinho. A língua dele se entrelaçou com a minha, e enquanto encaixava os lábios nos meus, ele acariciava meu pescoço com a mão livre e me puxava pra perto, aprofundando ainda mais os beijos apaixonados. Eu não queria me separar enquanto nossas bocas dançavam como o ritual de dois cisnes no meio do amor. Pura e selvagem natureza humana. Sem perceber, ele colocou meu cinto enquanto decolávamos sem Percebi os 5 minutos que já estávamos sentados e entregues. Ele colocou o dele e o jato decolou com extrema suavidade. Carl, enquanto avisava pelos fones o número do avião e a decolagem, recebeu a autorização e seguimos rumo ao nosso paraíso do amor. Bora Bora, na Polinésia Francesa. Continuamos entregues por mais um tempo e, no gozo, nosso beijo tórrido e apaixonado. Peguei o controle da televisão que tínhamos e, com ele, procurei um filme romântico. Ele reclinou o braço da poltrona para trás para que eu pudesse me aninhar ao lado dele e aproveitar uma experiência muito mais conjunta. Procurou um dos filmes que eu mais gostava. Desculpa se te chamo de amor. Apertou o play e as luzes do avião se atenuaram enquanto as janelinhas se fechavam. Aproveitamos o filme até quase o final, quando minhas pálpebras pesadas começaram a me fazer cair num sono profundo. Quando me dei conta, já tinha caído num sono pesado aninhada nele. Perdida na noção do tempo depois de acordar, estava na linda cama do nosso quarto, ainda decorada com pétalas de rosa ao redor, no chão. Estava só na calcinha fio dental de renda que eu vestia e me aninhei nos travesseiros maravilhosos, quase perfeitamente adaptados ao meu gosto. Soube que ele os tinha escolhido para mim. Ele é detalhista até no mínimo detalhe tão pessoal quanto o gosto do travesseiro na hora de dormir. Ouvi uns passos na área de estar principal e meu marido apareceu pela porta. Ele estava com o peito descoberto e a camisa aberta, junto com o pirata e descalço. Trazia algo para eu comer numa bandeja pequena. —Tá com fome, sua ferinha? Você dormiu quase no gozo do filme. Já tá três horas dormindo... —Três horas dormindo? Sério? Ele continuou. —Te carreguei pouco depois que você apagou... e enquanto isso, fui fazendo outras coisas... umas ligações e tal... Foi então que ele me deu o celular dele. —Abre a galeria e põe o último vídeo. Peguei o celular dele. e cliquei no aplicativo da galeria. Tinha um vídeo e, curiosa, apertei o play. Aparecia meu marido se masturbando com aquela enorme envergadura pronta pra guerra.
— Querido? E isso? O vídeo durou só uns minutos até ele gozar e pausou com um final bonitinho: “Você me enlouquece, Sofia..”
— Tava com muita vontade e meio estressado, espero que não tenha te incomodado... Pensei um pouco depois da confissão dele e deixei o celular bloqueado pra dar atenção.
— Sério que você se aliviou pensando em mim...? Felizão, ele respondeu.
— Como não vou fazer isso se você é uma deusa no céu? Fiquei vermelha. Meu marido tinha se aliviado enquanto eu dormia pra não atrapalhar meu sono... foi bonitinho, acho. — Depois disso, dormi um pouco com você te protegendo e fui rapidinho preparar algo pra comer, imaginei que cê tivesse com fome, leoa pequena. Ele me chamava de leoa por causa do meu signo. Leão. Era um romântico.

Olhei a bandeja, tinha um chá verde do jeito que eu gostava e uns biscoitos de chocolate com cupcakes de sabores diferentes pra eu escolher. Aí meu marido pegou um e levou até minha boca.
— Abre a boca... Me convidou. O gosto delicioso do açúcar com nutella e morango invadiu minha boca. Tava uma delícia, quase sujei a envergadura masculina dele naquele sabor e aproveitei. Mas depois. Ele mordeu depois de me dar e saboreou o mesmo gosto que eu tava sentindo.
— Mmmm... é a coisa mais doce que já provei em comida.. tá uma maravilha... Falou enquanto se apoiava na cabeceira da cama. A gente curtiu junto o lanchinho e depois ele se aninhou do meu lado, colou de conchinha em mim. Com a mão, começou a acariciar com a suavidade dos dedos minha barriga, as coxas, o peito nu. Enquanto fazia isso, a respiração dele era pesada e arrastada, meio ofegante. Algo tava me incomodando entre as nádegas. A ereção dele. Porra. Deu vontade de fazer amor ali mesmo. E sem pensar muito, a mão dele se enfiou entre minhas pernas, eu as abri. pouco a pouco deixando ele fazer. Então percebeu o que queria. Virei de barriga pra cima e passei a perna por cima da cintura dele pra ele ter acesso melhor.
— Sofi... Você quer que eu te faça minha? — Assenti, meus mamilos já estavam duros como pedra e cheios. — Sim... me faz sua. — Na sequência, ele enfiou a mão dentro da calcinha fio dental e começou a masturbar meu clitóris e verificar minha lubrificação. Gelei de prazer. Com a mão livre, acariciou meu queixo e me deu um beijo cheio de amor, mas antes que eu pudesse levar a mão à nuca dele, ele pegou um dos meus peitos na boca enquanto me masturbava. Adorava que ele me tivesse nessa posição. Ele se moveu devagar, beijando minha barriga lentamente, e ao chegar na minha calcinha, se colocou entre minhas pernas. — Levanta um pouco a bunda, meu amor... — Levantei um pouco o quadril e meu marido tratou de abaixar minha calcinha enquanto beijava minhas coxas. Ele tirou o pequeno pedaço de renda entre minhas pernas e deixou no chão pra continuar cuidando de mim.
— Hoje vou pecar à vontade com você... — Deu uma mordida suave no meu sexo molhado. Ele tinha o cabelo preto azulado e cheio, cheirava a cítricos e frescor. Minha mão, sem pensar, agarrou o cabelo dele e o puxou pra perto de mim. Gelei de novo. Meu marido ficou um bom tempo ocupado com meu clitóris, as lambidas dele eram precisas e percorriam de baixo pra cima meus lábios, dando toques no pequeno detonador do prazer. Eu amava e fazia isso agarrando ele pelo cabelo. Com os dedos, ele os molhou de saliva pra abrir espaço na minha buceta apertada que já desejava ser penetrada por ele. Aí consegui olhar pra ele e ele sorriu com um sorriso safado. Ele se levantou e foi até a mala dele. Tirou uma corda, um plug anal e um vibrador de clitóris.
— Vamos nos divertir... hoje tô com vontade de brincar. — Meu marido, com uma corda vermelha, me amarrou na cabeceira com um nó de “algemas” que ele já tinha praticado nas vezes que fazia suas sessões de submissão. Ele me deixou amarrada pelos pulsos na cabeceira, me virou ajudando, e depois que fiquei de bruços, me deu um daqueles tapas Amava.
—Levanta essa bunda. Fiz como ele mandou, com a ajuda dos joelhos levantei a bunda e abri na frente dele. Senti o hálito dele perto da minha entreperna. Notei como a saliva dele me lubrificava toda a minha boceta molhada, que já estava antes. Com mais um pouco de saliva, lubrificou meu cu e introduziu o plug com um coração vermelho na ponta. Depois de decorar minha bunda, me chicoteou de novo e curtiu um pouco da minha entreperna. Quando ficou satisfeito, me virou de barriga pra cima de novo e abriu minhas pernas o máximo que pôde.
—Fica quieta ou vou te castigar. Combinado? Assenti, me divertindo. Vi que ele não estava com o chicote nem a coleira, mas eu adorava os jogos dele. Amava ficar de joelhos pra ele. Ele me curtia assim, prostrada pra ele. Meu peito ofegava, subindo e descendo, e eu podia sentir a ereção enorme com que ele ia me trabalhar. Era a obra-prima dele. E ele, o discípulo de Michelangelo.
—Agus... — reclamei, e ele ficou sério. Amava quando os lábios dele ficavam retos. Dava um toque de poder e masculinidade. Ele pegou o massageador e ligou na metade da intensidade, deixando cair mais um pouco de saliva na minha entreperna. Com os dedos, espalhou e também enfiou os dedos na minha buceta apertada, que ansiava ser amada. Meu marido me olhava com as pupilas dilatadas de prazer e, depois de me preparar, colocou a ponta do massageador no meu clitóris. Eu gemi, me arqueando de prazer. A vibração percorreu todo o meu corpo até o bulbo raquidiano, que espalhou ainda mais a vibração por todos os meus nervos. Aproveitei o prazer que ele me dava e oferecia. —Quero que você goze, Sofia... vou fazer você gozar no céu. Ofeguei e sorri.
—E o Carl? Ele vai nos ouvir... — acrescentei.
—Ele tá meio surdo com os fones. Então não grite muito alto também... senão ele vai dar uma bronca na gente... gostosa. Ele aumentou a intensidade do massageador, e eu puxei as cordas. Não aguentava o prazer que ele me dava, e tremi. Minhas pernas quase não iam aguentar, mas resisti às torturas do meu marido.
—Aguuuussssss... por favor. — ele continuou movendo o brinquedo no meu clitóris e eu não parava de tremer enquanto ele beijava minhas coxas com todo carinho e cuidava do meu prazer.
- Porra... não aguento... por favor... Eu estava prestes a gozar de tanto prazer. Sorrindo por saber o ponto do meu êxtase, ele fez um pouco mais de pressão no meu pequeno órgão sexual e eu gozei sem conseguir segurar mais. Um jato espirrou no rosto dele e com os dedos enfiados na minha buceta fez sair ainda mais.
- AAAAAAAGGGGUUUUUUSSSS... Foi o melhor orgasmo que tive em muito tempo. Eu estava tremendo, o prazer era imenso. Meu marido satisfeito se limpou da bagunça que tinha feito. Meu cu se contraiu e senti uma pontada a mais que aumentou aquele prazer até me levar a outra viagem astral. Meu marido era expert em me torturar sexualmente e fazia isso cada vez melhor. Após o orgasmo, ele afirmou.
- Você é explosiva, minha vida... minha deusa no céu e na terra... Eu corei. Naquele momento ele soltou um gemido e tirou a camisa com elegância. Amava vê-lo se despir, mesmo não tendo um corpo perfeito. Os olhos dele se fixavam na minha nudez e eu via como ele observava meus fluidos escorrendo entre meus lábios. Eu continuava aberta para ele. Meus lábios permaneciam abertos para o deleite dele, claro. Com as mãos, ele desabotoou a calça e deixou sair a enorme ereção pronta para disparar. Ele foi sem cueca, do jeito que eu adorava vê-lo. O púbis levemente aparado, mas deixando ver aquele toque masculino de pelos pubianos que o tornava ainda mais másculo. Ele lubrificou a ereção com a própria saliva e continuou. Veio em direção à minha nudez e beijou meu joelho, minha monte de Vênus para seguir com meus peitos. O corpo dele, como um véu de estrelas, fez sombra sobre meu corpo pequeno e leve. A ereção dele mais abaixo procurava seu lugar e quando encontrou, ele deslizou até o fundo do meu corpo, fazendo meu corpo arquear. Meu Deus... era o Nirvana. Meu marido cuidou de me beijar e me atender como nenhuma pétala de rosa jamais havia tocado lábios tão carnudos e macios. Sua ereção Me esculpiu por dentro com estocadas suaves e investia contra mim, segurando minha cintura. Meu corpo batia no dele e meus peitos seguiam o ritmo levemente descompassados. Eu gemia e tentava me livrar das amarras. Impossível. Tentei várias vezes e sem sucesso. Os quadris do meu homem iam e vinham como um náufrago tentando alcançar a terra. Sentia suas estocadas firmes, notando o calor da carne do meu homem, e como o prazer ia crescendo como germina a semente de uma árvore frutífera. Meus peitos se transformaram em duas frutas doces do pecado.

— Aguuuusss... Dessa vez ele me olhou e levou minha mão ao meu peito para torturar um pouco mais o mamilo, eu gemi e ele junto comigo. Estávamos de novo no nosso limbo. No movimento seguinte, ele resolveu acelerar. Seus dedos me agarraram e apertaram mais forte minha carne.

— Sofi, você me deixa louco. Quero te ver aberta pra mim. Se abre. Gemi desesperada às ordens dele e tentava me abrir como podia para agradá-lo. Nossos gemidos nos cercavam naquele cômodo bem espaçoso pra se mexer. O colchão rangia levemente entre nosso encontro, mas sem chamar muita atenção. Foi quando senti o esperma dele me inundar por dentro. Ele gozou dentro de mim, enchendo com seu líquido grosso minha carne feminina... cada fresta até me fazer transbordar. — Aguuuussss... ahh... Gemi num orgasmo que esticou todos os meus nervos como se tivessem vida própria. Ele se sacudiu violentamente dentro de mim e eu sentia o calor do fogo interno dele. Ele estava suando levemente e, pra finalizar, se inclinou pra se fundir comigo num beijo.

— Sofiiii... Meu Deus, você foi demais. Ele não se esqueceu de me desamarrar e tirar o plug antes de finalizar nosso encontro. Guardou a corda na mala e o plug limpou com umas lençinhas especiais pra brinquedos. Depois da limpeza cuidadosa, colocou numa bolsinha de veludo e guardou. A ereção dele foi murchando aos poucos enquanto eu o via na cama.

— Tô cansado... vamos dormir, vida. Mía... essa viagem vai me custar a vida... Ele se aproximou da cama devagar e se meteu comigo, me abraçando, e ao se aninhar comigo, com a mão dele acariciou minha barriga e a curva da minha coxa antes de pousar no meu paraíso do amor. A ereção dele deixou de ser tão evidente, mas ainda dava pra sentir a grandeza do órgão sexual mais potente dele. Que completava o pacote do meu marido, junto com a musculatura dele, levemente tonificada, mas sem exageros. E aos poucos... nosso calor virou sono.

Carl nos acordou pelo interfone do quarto, avisando que estávamos nos aproximando de Bora Bora. Olhei meu relógio. Tinham passado umas 19h, quase 20h. Foi uma viagem bem rápida. Pra economizar nas escalas. Meu marido demorou pra cair em si e me inundou com a presença calorosa dele. — Minha mulher... meu filho... consegui entender nos sonhos dele. Eu olhei pra ele com um sorriso e acariciei o rosto dele com delicadeza pra deixar ele descansar mais um pouco. Fiquei deitada ao lado dele, acariciando o rosto dele com a ponta do dedo. Era uma vista que valia o preço. Meu marido dormindo como um leão, forte, grande, imponente. Um verdadeiro garanhão na dele. E minha buceta confirmava isso. O sêmen dele era da mais alta qualidade, e ela aceitava com o máximo de esforço. Quando ele acordou, dessa vez fui eu que ofereci comida pra repor as forças do encontro. Na bandeja que trouxe, tinha um cupcake doce com um pedacinho de chocolate branco, do jeito que ele gostava, e também trouxe fruta picada pra dividir.

Ao acordar, ele conseguiu se sentar e juntos tivemos outro momento romântico pra compartilhar o lanche, ou melhor, pra chamar de alguma forma. Depois de comer o lanche, tomamos um banho num chuveiro espaçoso que o jato tinha. Depois de nos secar e vestir, sentamos de novo na área de descanso e apertamos os cintos, prontos pra pousar. O jato pousou suavemente nos poucos minutos que restavam. Chegamos por volta das 17:30 naquele fuso horário, diferente do da Espanha. O jato freou suavemente na pista. pista do Papeete e meu marido desabotoou meu cinto, e ele desabotoou o dele. Me pegou pela mão e fomos até a escadinha.
—Pronta pra umas férias perfeitas?
Eu sorri feliz —Sim. Me aproximei dos lábios dele e, com minha mão, acariciei sua nuca, dando um beijo suave cheio de felicidade. Depois daquele beijo, os braços dele me pegaram no ar e, com cuidado, me tirou, descendo pela escadinha até o chão, onde me colocou no chão e uma aeromoça nos entregou uma taça de champanhe e um colar de flores típicas de Bora Bora. Outra aeromoça cuidou das nossas malas, e a gente tratou de aproveitar nossas férias e brindamos por isso. Enquanto íamos para o aeroportinho com a taça na mão, nos despedimos do Carl. Meu marido e eu bebemos o champanhe, e a aeromoça que nos atendia recolheu as taças pra continuar nos dando as boas-vindas. Um funcionário segurava um cartazinho com o nome "Sr. e Sra. Dendariena", e num carrinho de golf do aeroporto nos levaram em poucos minutos pelas longas passarelas até nossa suíte no bangalô que alugamos por 2 semanas. O motorista do carrinho parou a poucos metros da porta, nos entregou as chaves do bangalô e se despediu apertando nossas mãos, desejando que curtíssemos a estadia. Colocou nossas malas pra dentro e foi embora, nos deixando a sós, de volta ao aeroporto.
—E aí? O que você acha? A passarela de madeira estava quase na meia-luz, enquanto o sol se punha, dava pra ver o sol quase se fundindo com o mar do Pacífico, e eu fiquei sem palavras. Finalmente consegui falar alguma coisa. A gente estava na porta olhando o pôr do sol.
—É lindo, amor... é... simplesmente perfeito. Meu marido olhou nos meus olhos e ficou atrás de mim, me abraçando por trás e dando um beijinho na minha bochecha. —Quer ver como é por dentro, meu love? Com toda a empolgação do mundo, eu concordei e entrei alegremente no bangalô. A entrada era ampla, no fundo dava pra ver o pôr do sol e, conforme eu avançava, À direita estava a cama, com um lindo dossel branco semitransparente, pra dar privacidade. O chão que eu pisava estava coberto de pétalas e, pra não estragar nada, tirei as sandálias e deixei de lado. Não tinha palavras pra aquele momento. À minha esquerda tinha uma área de relaxamento com sofá e uma TV pequena. O chão onde eu pisava naquele instante era de vidro e, debaixo, dava pra ver a água com aquele azul celeste e paradisíaco. Quase mágico. Avancei um pouco mais até sair na varanda, que tinha um alpendre amplo dos dois lados: à direita, umas espreguiçadeiras brancas elegantemente desenhadas pro corpo e uma piscininha na frente delas. Olhando pra esquerda, uma área de descanso com um sofá branco e uma mesinha baixa na frente. E no centro, umas escadas que desciam pra uma pequena área de relax com mais duas espreguiçadeiras com descanso pra pés, pra admirar a imensidão do mar e os pores do sol. Sem esquecer de uma rede elástica no canto esquerdo pra deitar e se sentir nas nuvens. Mesmo sem precisar deitar ali, eu já me sentia num sonho. E tava se tornando realidade graças ao meu marido. Ele estava atrás de mim, e eu percebi que tava tirando fotos da minha reação.
— Não quero que isso seja esquecido nunca.
Então eu sorri, olhando de canto pra ele, e avancei na direção dele enquanto ele me filmava e beijei ele com todo o meu amor.
— É perfeito. Obrigada.
Ele sorriu e desligou o celular, guardando no bolso.
— É ainda mais perfeito se você está aqui, comigo.
Foi quando ele me abraçou e me beijou, afundando os lábios nos meus e devorando minha boca com delicadeza. Quando nos separamos, ele me pegou no colo e me deitou na cama fofinha. Ele tinha tirado os sapatos e tentava não pisar nas flores pra não quebrar o encanto que elas davam ao ambiente. A cama também estava cheia de pétalas das flores típicas e de rosas, invadindo o bangalô com um cheiro do paraíso.
— Vamos vestir o biquíni e dar o primeiro mergulho? Tô morrendo de vontade de ver os... tubarões pra ensinar pra eles a presa maravilhosa que vai ser difícil resistir a morder, mas vou mostrar de quem é essa presa. Ela riu com um tom debochado, mas levemente convencido. E continuou.
— Cadê esses tubarões pra eu mostrar o que é bom? Eu ri e meu marido foi desfazer as malas, enquanto eu fiquei curtindo na cama o cheiro das flores e a brisa suave que entrava. Era um sonho realizado. Meu marido, depois de guardar a maior parte da roupa nos armários que a gente tinha e colocar nossos kits de banho no banheiro, veio com nossas roupas de praia e o equipamento básico de snorkel. Nas mãos dele, tinha um triquini da Agent Provocateur, sexy e provocador, preto com uma argola prateada ligando as duas partes. Ele me deu, e ele vestia uma sunga básica azul-marinho da Massimo Dutti. A gente se despia um ao outro enquanto brincava na cama, e ele acabou me dando uns tapas e mordidas indevidas, até um orgasmo com a boca experiente dele. Depois da brincadeira, pelados, ele colocou o triquini em mim com cuidado, deixando minha bunda à mostra pra uma vista melhor. Ele vestiu a sunga e amarrou o cordão na cintura.
— Sai pra fora e faz uma pose natural. Vou te fotografar. Olhei pra ele sorrindo e me movi devagar, enquanto ele, com a câmera do celular, tirou umas fotos e depois esqueceu dela, jogando na cama e vindo até mim, me dando mais um daqueles beijos.
— Vamos pra água. Ele pegou os equipamentos de snorkel e parou de repente.
— Nossa, esqueci o mais importante, vem cá. Soou preocupante, e eu me virei pra ir até ele.
— O protetor solar, loirinha, porque se você se queimar, não vai ter castigo suficiente pra me arrepender desse pecado. Minha boca sorriu aliviada, e eu me aproximei na ponta dos pés. Ele foi no banheiro pegar o protetor e voltou com o de maior proteção.
— Mostra essa bunda aí, que se apresente. Eu ri e reclamei.
— Ei! Aff... Ele se colocou atrás de mim e, com cuidado, começou a passar o protetor de maior proteção no meu corpo. Pele branca e delicada. Meus ombros e colo passaram de brancos pra branco nuclear junto com meu rosto. Me deu um tempinho, já que eu tinha passado protetor nas costas largas dele e no rosto pra evitar queimaduras. Por fim, ele pegou mais um pouco de creme e passou nas minhas nádegas, terminando com um tapa e um beijo na minha orelha.
— Já pode ir pra água, pequenininha.
Reclamei de novo: — Ei, eu sou bem alta, sabia?
Rimos e, depois de deixar o creme na cama, ele pegou o equipamento de snorkel e mergulhamos na água de uma vez. Colocamos as nadadeiras nos pés, junto com os óculos e o snorkel. Ele me pegou pela mão e começamos a mergulhar juntos, olhando da superfície todas aquelas maravilhas ao redor do nosso bangalô. Não fomos muito longe porque já estava escurecendo. Me atrevi a descer um pouco e vi algo brilhando na areia. Me aproximei pra pegar, e meu marido me ajudou, apontando com o dedo que desceria pra buscar. Fiquei na superfície enquanto o via descer. Ele pegou a bolsinha com aquilo que brilhava, mas não dava pra ver direito o que era. Guardou no bolso pra depois e fez um sinal com o dedo, como se estivesse girando. Assenti, entendendo. Continuamos olhando ao redor, vendo alguns peixes e as cores alegres dos corais lá embaixo. Amava mergulhar em águas cristalinas. Era o paraíso. O céu debaixo do mar. Depois do nosso passeio subaquático, ele me ajudou a tirar as nadadeiras e as jogou com um pequeno impulso na plataforma de madeira pra subirmos mais confortavelmente pela escada. Ele me deixou subir primeiro.
— Damas primeiro.
Ficou perto de mim, e eu sabia por que ele fazia isso. Adorava ver a vista das minhas nádegas. Era a perdição dele. Dava pra ouvir entre os pensamentos dele: “Suas nádegas me enlouquecem”. Sabia que minhas nádegas eram lindas, e meu marido adorava apreciá-las. Depois de subir e aproveitar aquele mundo submarino maravilhoso, ele foi pegar as toalhas e voltou com uma toalha branca enorme, com a qual nos cobriu. Eu esfregava devagar meu corpo no dele pra nos secar, enquanto ele se aproximava dos meus lábios e me dava aqueles beijos sensuais que eu amava. Meus mamilos endureceram um pouco e ele viu. O sorriso dele entregou a leve ereção que teve e ele me puxou pra perto. O pôr do sol fechava a cena romântica de amor que rolava entre nós.

— Agora vou te despir e te secar direitinho, ok? Eu concordei com a cabeça e ele tirou a toalha do ombro enquanto abaixava o biquíni devagar, revelando com todo cuidado meus peitos pesados e loucos pra serem devorados. Os mamilos estavam rosados e duros, ele os beijou com a delicadeza que só os lábios macios dele sabiam fazer, e enquanto abaixava o tecido aos poucos, foi descendo pela minha barriga até deixar a calcinha cair no chão. Minha buceta estava depilada num triângulo invertido, não muito grande, mas com um toque bem arrumado. Meu marido adorava quando eu fazia desenhos lá. E ele beijava tudo, acariciando com o nariz e beijando o capuz do clitóris, que já estava levemente aparecendo. Eu gemi e minha mão o convidou a continuar, agarrando o cabelo dele. Então o olhar dele se prendeu no meu, eu estava nua e molhada na frente dele.

— Depois. Eu concordei, frustrada, e ele me secou o corpo com a toalha, me dando beijos nos ombros e no colo.

— Você é uma deusa nesse mundo... porra... seu corpo é o maior dos pecados pra qualquer mortal. Eu corei e meus mamilos não paravam de se insinuar. Mas meu marido resistia, sabia que no fundo ele queria me comer inteira. Mas ele desistiu um pouco mais. Eu gostava quando ele se segurava, mas nos olhos dele dava pra ver o desejo mais carnal. Ele tirou minha calcinha e a estendeu num varal bem rústico que tinha do lado de fora, perto da piscina, pra secar. Fiquei nua por alguns segundos na frente dos últimos raios de sol que restavam. Quando meu marido voltou, capturou minha imagem e a ereção dele cresceu. Em silêncio, pegou o celular de novo e tirou uma foto da minha nudez natural, pra guardar de lembrança. — É a coisa mais simplesmente perfeita... que já vi criada nesse mundo. Ele se esqueceu de novo. do celular e continuou me secando pra eu não pegar um resfriado. Ele se secou rápido. Tinha voltado pelado. Eu queria devorar aquela ereção com gosto de mar. Salgada e masculina. Mas ele não deixava. Pegou um secador e ligou na tomada pra poder secar meu cabelo enquanto com um pente conseguia dar um jeito melhor. A gente tava pelado no nosso paraíso. Não ligava pra mais nada. Era simplesmente o mesmo céu na terra.

Depois de nos secar, ele me colocou uma calcinha confortável e uma blusinha delicada de renda branca pra eu ficar à vontade. Ele vestiu uma cueca boxer confortável que não apertasse demais pra ficar mais arejado e por cima colocou um pareô na cintura pra andar mais solto, de cores escuras com flores típicas estampadas. Era maravilhoso. Bateram na porta. Foi meu marido abrir, trouxeram a janta. Algo fresco, típico das ilhas e leve. Veio um rapaz com um carrinho, deixou tudo e foi embora com um sorriso. Meu marido fechou a porta, pegou o carrinho e empurrou devagar até mim. — Vamos ver o que tem debaixo das tampas? Olhei pra ele com curiosidade. Peguei uma das tampas e tinha uma salada de produtos da ilha, com frutas e frutos do mar. Dava pra sentir coco, mamão, maracujá, toranja, banana... entre outros. Cheirava super bem e vinha acompanhada de uma água de hibisco. Pegamos nossa janta e nos acomodamos naquele sofá enquanto olhávamos o horizonte, com a lua cheia se refletindo na água. — Você tá feliz, minha vida? Olhei com um sorriso pro meu marido e me aproximei pra beijar os lábios dele. Só com aquele beijo, já bastou. Ele entendeu o que eu tava dizendo.

Naquela noite maravilhosa, a gente dividiu a janta e ficamos aninhados no sofá até que, aos poucos, meu marido começou a me beijar na orelha, no pescoço... Ele soltou a confissão depois de alguns minutos. — Deixa eu te fazer amor... naquela cama do céu... quero te fazer amor... nesse paraíso mortal... Olhei pra ele com olhos doces e acariciei a nuca dele pra puxá-lo pra perto e beijá-lo. Então, ele se levantou comigo no colo, bem cuidadosamente, e me Levou pra dentro enquanto nos beijávamos devagar e sem pressa. Era o momento perfeito. O momento ideal pra descobrir os pequenos prazeres do paraíso. Me deitou na cama com todo cuidado e me beijou como se o mundo fosse acabar.
—Me espera aqui um segundo...
Então foi buscar alguma coisa, no varal lá fora. Em poucos segundos voltou com a saquinha que a gente tinha achado na areia. Chegou perto de mim e, na minha frente, tirou um anel com um diamante incrustado. Se ajoelhou aos pés da cama. E com os olhos cheios de todo o amor que sentia por mim, a boca dele deixou escapar:
—Sofia, mulher da minha vida, você quer casar de novo com seu marido atual, aquele que agora tá te pedindo em casamento de novo?
Eu não conseguia processar o que tava vivendo. Era um sonho completo. Me belisquei pra ver se era real. Era. Sem conseguir falar, me joguei nele e num beijo expressei tudo que com palavras eu não conseguia. Pra ele, era tudo que podia desejar. Depois daquele beijo, o sorriso dele ia de orelha a orelha. E ele colocou o anel delicado no meu dedo anelar da mão esquerda, porque eu já usava o de noivado e o de casada da vez anterior. Me pegou pelas nádegas pra continuar me beijando e, aos poucos, foi me deitando na cama pra me acariciar e conseguir aquele momento de intimidade que nós dois queríamos. Enquanto me beijava, foi tirando devagar a blusona pra dar passagem ao meu corpo, com as mãos acariciou minhas curvas de mulher e minha barriga, subiu devagar pra rodear meus peitos, onde meus mamilos já não se escondiam, queriam se encontrar com a língua dele. Meus gemidos iam aumentando. E a boca dele continuava no processo de me preparar. Sem parar de me olhar, começou pela minha barriga, fazendo um caminho de amor, de respeito e carinho. Subindo devagar, beijou meu esterno e entre meus peitos enquanto com as pontas dos dedos acompanhava entre os dois seios. Ele sabia bem o que tava fazendo. Era um mestre do amor, do sexo e das gozadas. O triplo tava garantido a qualquer momento. Minha O sexo já estava se lubrificando e a calcinha começando a ficar molhada.
— Agus... por favor... Ele sorriu. — Não seja impaciente... é a noite do love... Continuou e alcançou com os lábios meus peitos, beijava com suavidade e sem parar de me olhar do jeito que eu mais gostava. Com minhas mãos, acariciava suas costas nuas e as pétalas começaram a nos banhar no aroma do love. Do sexo íntimo e sensual. Ele devorou com delicadeza cada um dos meus peitos, amassando-os como duas massas-mãe fazendo o melhor pão do mundo e, com ternura, mordia e beijava. Eu gemia baixinho e me arqueava querendo mais. Era a noite perfeita. Soprava uma brisa leve. Não havia janelas. Tudo era diáfano e aberto. Meus gemidos voavam livres como gaivotas sobre o mar e meu marido cuidava de me dar o love que eu merecia. Subiu pelo meu pescoço e, com roçados suaves do nariz, se acompanhava. Era o céu na terra. E eu não queria descer dali. Quando completou o caminho do love, seguiu para baixo. Com as duas mãos e enfiado entre minhas pernas, levantei os quadris para ajudar enquanto ele beijava minhas pernas até os pés. Sem pressa. Deixou cair a calcinha já molhada e abriu minhas pernas como uma ostra abre suas valvas para mostrar sua pérola. Onde estava minha buceta. Molhada e pronta para ele. Parou no meio das minhas pernas, ajoelhado, para ver a vista que meu corpo oferecia e meus gemidos aumentavam aos poucos seu desejo. Soltou o nó do pareô e, descendo da cama, tirou a cueca deixando-a com minha calcinha. Correu as cortinas da cama para nos dar um cantinho de intimidade e, a sós com a brisa suave como testemunha do nosso ato de love, beijou meu joelho para começar. Seu corpo então se inclinou sobre o meu e o estrado rangeu levemente sob nós. — Você é mulher, esposa e deusa... as três divindades juntas numa só figura feminina. Digna do homem mais bondoso e merecedora de uma oferenda do próprio céu. Eu corei e acariciei meu corpo me movendo sutilmente. Então ele se aproximou dos meus lábios pra fechar nossa introdução. E com a ajuda da mão dele, e da saliva que já tinha espalhado na minha buceta, encaixou suavemente a glande dele na minha abertura meio aberta. A cintura dele foi se aninhando devagar entre minhas pernas e, com minha mão levantada na minha lateral, ela se entrelaçou com a dele e a gente criou uma união fora desse paraíso terreno. Minhas pernas se enroscaram na cintura dele e acompanhavam o náufrago até a costa a cada estocada suave. Meus gemidos eram despejados na boca dele no vai e vem macio da língua dele contra a minha, enquanto dançavam entre nossos faróis da confissão; e entre nossos pedidos, a gente se roçava com o nariz um no outro e se acariciava pra reforçar nossa intimidade. Depois do meu orgasmo, a gente sorriu se aninhando e se beijando sem parar, mudando devagar pra outra posição mais íntima, onde ele me virou de lado e ficou atrás de mim pra levantar minha perna na cintura dele e me penetrar com a suavidade de uma borboleta batendo as asas. A mão dele foi na minha nuca pra continuar me beijando e a gente se olhou, entregando todos os nossos segredos. Ele acariciou meu lábio com o polegar e me penetrava devagar enquanto me encarava com aqueles olhos verdes profundos. — Me banha no teu ouro branco, céu... me banha... As palavras dele eram como veludo nos meus ouvidos e eu gemia baixinho. Sem pressa, a gente tava unido, mais unido do que nunca. Era o lugar perfeito pra unir um casal que precisava de descanso e prazer. Eu me contraí em volta da ereção dele e meu fluxo banhou ele junto com um pouco de squirt que conseguiu sair timidamente. — Águuuuaaa... te amo... Ele me olhou e, antes que quase pudesse gozar, me beijou enquanto me acariciava o clitóris com o indicador e o coração em círculos pra me dar mais um ponto de prazer. — Minha vida... te amo... amo quando você me banha em você... na sua ternura, no seu amor, no seu corpo... infinito... A mão dele percorreu meu torso nu entre meus peitos até o pescoço e meus lábios, descendo pelo mesmo caminho até meu clitóris. que me fazia despertar o desejo de fazer ele se libertar. Na posição seguinte, ele se deitou com a ereção apontando pro teto e, com as mãos, me ajudou a me sentar sobre ele. — Vem aqui... minha vida... me leva pro céu...
Eu corei e me sentei sobre ele, acariciando com suavidade a ereção dele entre meus lábios. Aos poucos, fui deslizando a ereção dele e senti a ponta da glande tocando o fundo da minha buceta. Comecei a cavalgar meu marido do jeito que ele gostava. Suavemente e com carinho. Com as mãos, ele começou a acariciar minhas nádegas, deu um tapa delicado e eu gemi depois disso. — Ahh... Agus...
Ele sorriu satisfeito e continuou acariciando meu corpo enquanto eu cavalgava com leveza. Com as pontas dos dedos, ele percorria minha pele macia e fazia meus pelos se arrepiarem de prazer. Me despertava o maior dos prazeres e, aos poucos, ele se sentou ereto. Com os braços, me envolveu e acariciou minhas costas com as pontas dos dedos até minhas nádegas, que apertou com as mãos, e subiu de novo com os dedos até minha nuca, soltando um gemido nos meus lábios. Ele se aproximou de mim e me beijou com uma paixão voraz, dando uma ternura extra ao encontro. — Sofia... me faz explodir no teu paraíso...
Meus lábios beijaram os dele e, com as mãos, acariciei sua nuca e cabelo, passando as unhas pelo couro cabeludo. Ele estremeceu. — Deus, minha vida... me arranha assim... adoro...
Repeti o processo enquanto cavalgava e aumentei a velocidade. — Sofia... você me mata...
A boca dele me disse isso devorando a minha, e nossos corpos se uniram num só até que nossos gemidos inundaram nossas bocas e juntos... chegamos ao clímax. — Sofi... Sofiaaaa... deeeusss...
Ofeguei de prazer e me contraí em volta da grossura do meu homem. — Aaaaaguuuuuussssss... Ahhh...
Meu corpo tremeu de prazer e gozamos ao mesmo tempo, um dentro e outro sobre o outro. Depois que terminamos, nossas respirações ofegantes se uniram numa dança de amor e carinho. Nossos braços se entrelaçaram e acariciavam as costas do nosso amante. E, finalmente, ele me virou de novo beijando e acariciando minha bochecha com o polegar dele. —Sofía, eu te amo... se você soubesse o quanto te amo... deviam me prender pela quantidade de amor e desejo que sinto por você. Eu olhei pra ele e acariciei sutilmente a bochecha e a barba de apenas 2 dias que ele tinha deixado. —Obrigada por este dia... foi perfeito, meu amor... Consegui dizer. Mal conseguia expressar minha enorme gratidão por ele. Era 1 da manhã e estávamos na cama do paraíso, pelados, levemente suados e, acima de tudo, unidos. Nossos corpos caíram suavemente sobre a cama protegidos pelo dossel e enroscados, caímos num mar de sonhos.

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