- Sim? Que coisas, desde que entrou em contato comigo, geramos muito mais dinheiro graças ao seu marido. A empresa dele costuma precisar de viagens rápidas e busca a solução nos nossos jatos particulares, e estão muito satisfeitos com nosso serviço. Jeff, depois de nos cumprimentar, nos levou até nosso jato particular. - Srta. Dendariena, seu marido me disse que hoje tinha uma surpresa para você, espero que goste, trabalhamos muito duro para manter nossos clientes plenamente satisfeitos. O atendente colocou nossa bagagem no pequeno compartimento do jato e foi cuidar de outros clientes que também estavam por ali, preparando seus voos. Chegamos ao nosso jato, que estava coberto por uma lona, e meu marido sorriu para Jeff. Jeff assentiu e continuou.
- Srta. Dendariena, pode remover a lona. Fiquei surpresa e avancei um pouco para conseguir tirar a lona com algum tempo. Ao removê-la, meu marido colocou as mãos nos bolsos e olhou para o chão. Na fuselagem do jato, ao lado da janela, havia um título em letras prateadas com um acabamento muito elegante e refinado. No título lia-se, com muita elegância: "Sofia". Sei que meu marido não gosta de voar e prefere manter os pés no chão, já que é taurino, mas ele faz isso por mim e se esforça para superar esse obstáculo interno que tem. Fiquei maravilhada, meu marido havia batizado um dos jatos com o meu nome. Virei-me para ele com as mãos na boca de espanto e me joguei para beijá-lo com todo o amor do mundo. Meu marido era o melhor dos maridos. Após essa surpresa, a escada do jato desceu até o chão e Carl desceu impecável em seu uniforme de piloto. Eu simplesmente adorei.
- Sr., Sra. Dendariena, bem-vindos a bordo... Nesse momento, senti uns braços me suspendendo no ar e olhei para meu marido, que me segurava no alto com seus braços fortes. - Primeiro as damas... Ele dispensou Jeff com um aceno de cabeça e subiu comigo como se eu fosse uma pena, me colocando dentro do jato. Lá dentro, ele me surpreendeu novamente em seus braços. O interior estava cheio de flores, rosas que cheiravam ao perfume misturado do meu marido com o aroma floral característico. Olhei para ele com timidez e me aproximei lentamente para beijá-lo novamente. Era mágico. Nada poderia ser melhor.
- Obrigada... - disse em um sussurro, e ele fez uma carícia suave com a testa na minha. - Faço isso porque te quero... desejo que aproveites. Ele me baixou com cuidado de seus braços e eu entrei devagar. Havia uns sofás confortáveis de cor cinza muito elegantes e, no fundo, o quarto, com uma cama decorada com mais pétalas de rosa e um buquê em cima da cama. Era simplesmente perfeito. Meu marido sabia como ser romântico. Eu o amava. Peguei o buquê de cima da cama e me deixei inundar pelo seu perfume. Era incrível... era como um sonho. Deixei o buquê em um vaso ao lado de uma das janelas com água e retiramos as flores para uma área onde ficariam bem preservadas. O espaço assim ficou mais limpo e organizado, cheirava a rosas e à colônia do meu marido. Ele pegou minha mão, dando um aviso a Carl que poderia decolar quando quisesse. Logo após avisá-lo, sentou-se comigo em um dos sofás relax que o jato incorporava e entrelaçou seus dedos com os meus.
- Estava ansioso para fazer uma viagem assim, mas queria ter certeza de que você desejasse tanto quanto eu... e aqui está. Tudo isso é por você e para você. Enquanto ele falava, eu o olhava com os olhos cheios de ilusão, era o melhor marido que poderia ter desejado. Foi então que ele se aproximou de mim e colocou seus lábios macios e carnudos sobre os meus, acompanhando-os com sua língua, nos envolvendo em uma pequena voragem de amor e carinho. Sua língua se entrelaçou com a minha e, enquanto conseguia encaixar seus lábios nos meus, acariciava meu pescoço com a mão livre e me atraía para si para aprofundar ainda mais seus beijos passionais. Eu não queria me separar enquanto nossas bocas dançavam como o ritual de dois cisnes no meio do amor. Pura e selvagem natureza humana. Sem que eu percebesse, ele colocou meu cinto enquanto decolávamos sem Percebi que já estávamos sentados e entregues há 5 minutos. Ele colocou o dele e o jato decolou com extrema suavidade. Carl, enquanto anunciava pelos fones o número do voo e a decolagem, recebeu a permissão e seguimos rumo ao nosso paraíso do amor. Bora Bora, na Polinésia Francesa. Continuamos entregues mais um pouco e ao som do nosso beijo tórrido e apaixonado. Ele pegou o controle da televisão que tínhamos e com o controle procurou um filme romântico. Reclinou o braço da poltrona para trás para que eu pudesse me aconchegar ao seu lado e desfrutar de uma experiência muito mais conjunta. Ele procurou um dos filmes que eu mais gostava. Perdão se te chamo de amor. Ele apertou o botão de play e as luzes do avião se atenuaram ao baixarem as janelas. Aproveitamos o filme quase até o final, quando minhas pálpebras pesadas me faziam tentar cair em um sono pesado. Quando percebi, já havia caído em um sono profundo, aconchegada nele. Perdida na noção do tempo depois de conseguir acordar, estava na linda cama do nosso quarto ainda decorada com pétalas de rosa ao redor, no chão. Estava apenas no fio dental de renda com o qual vim e me aconcheguei nos travesseiros maravilhosos quase perfeitamente adaptados ao meu gosto. Soube que ele os havia escolhido para mim. Ele é detalhista até para o mínimo detalhe tão pessoal quanto o gosto do travesseiro na hora de dormir. Ouvi alguns passos na área de descanso principal e meu marido apareceu pela porta. Ele estava com o peito descoberto e a camisa aberta junto com a bermuda e descalço. Ele me trouxe algo para comer em uma pequena bandeja.
- Está com fome, minha pequena fera? Você adormeceu quase no final do filme. Você está dormindo há três horas...
- Três horas dormindo? Sério? Ele continuou.
- Eu te trouxe pouco depois que você adormeceu... e enquanto isso estive fazendo outras coisas... fazendo ligações e tal... Foi então que ele me deu o celular dele.
- Abra a galeria e coloque o último vídeo. Peguei o celular dele e cliquei no aplicativo da galeria. Havia um vídeo e, curiosa, apertei o play. Apareceu meu marido se masturbando com seu enorme pau ansioso para a guerra.
- Querido? E isso? O vídeo durou apenas alguns minutos até ele gozar e pausar o vídeo com um final bonito: “Você me deixa louco, Sofia...”
- Eu estava com muita vontade e um pouco estressado, espero que não tenha te incomodado... Pensei um pouco após sua confissão e deixei o celular bloqueado para dar atenção a ele.
- Você realmente se aliviou pensando em mim...? Feliz, ele respondeu.
- Como não faria isso se você é uma deusa no céu? Fiquei corada. Meu marido tinha se aliviado enquanto eu dormia para não interromper meu sono... foi bonito, acho. - Depois disso, dormi um pouco com você enquanto te protegia e fui rapidinho preparar algo para você comer, imaginei que estaria com fome, minha pequena leoa. Ele me chamava de leoa pelo meu signo zodiacal. Leão. Ele era um romântico.
Olhei a bandeja, havia um chá verde como eu gostava e alguns biscoitos de chocolate com cupcakes de sabores diferentes para eu escolher. Então meu marido pegou um e aproximou da minha boca.
- Abre a boca... Ele me convidou a fazer isso. O sabor requintado do açúcar com nutella e morango invadiu minha boca. Estava delicioso, eu estava prestes a sujar seu pau com aquele sabor e aproveitar. Mas mais tarde. Ele mordeu depois de me dar e saboreou o sabor que eu estava experimentando.
- Mmmm... é a coisa mais doce que já provei em termos de comida... está incrível... Ele soltou enquanto se apoiava na cabeceira da cama. Aproveitamos juntos o pequeno lanche e depois disso ele se aconchegou ao meu lado, ficou de conchinha contra mim. Com sua mão começou a acariciar com a suavidade das pontas dos dedos minha barriga, as coxas, o peito nu. Enquanto fazia isso, sua respiração estava pesada e levemente ofegante. Algo estava me incomodando entre minhas nádegas. Sua ereção. Porra. Fiquei com vontade de fazer amor com ele ali mesmo. E sem pensar muito, sua mão deslizou entre minhas pernas, eu as abri pouco a pouco deixando ele fazer. Então percebi o que ele queria. Virei de costas e passei a perna por cima da cintura dele para dar melhor acesso.
- Sofi... Quer que eu faça você ser minha..?
Assenti com a cabeça, meus mamilos já estavam duros como pedras e exuberantes.
- Sim... me faz sua..
Logo depois, ele meteu a mão dentro do calcinha fio dental e começou a masturbar meu clitóris, checando minha umidade. Gemi de prazer. Com a mão livre, acariciou meu queixo e me deu um beijo cheio de amor, mas antes que eu pudesse levar a mão até a nuca dele, ele levou um dos meus seios à boca enquanto me masturbava. Adorava quando ele me deixava nessa posição. Ele se moveu lentamente enquanto beijava minha barriga com calma e, ao chegar na minha calcinha, se posicionou entre minhas pernas.
- Levanta um pouco a bunda, minha vida...
Levantei um pouco o quadril e meu marido se encarregou de baixar minha calcinha enquanto beijava minhas coxas. Tirou o pequeno pedaço de renda de entre minhas pernas e o deixou no chão para continuar cuidando de mim.
- Vou pecar à vontade com você hoje...
Deu uma mordidinha suave na minha buceta molhada. Ele tinha cabelos negros como ébano e fartos, cheirava a cítricos e frescor. Minha mão, sem pensar, agarrou o cabelo dele e o puxei para mim. Gemi novamente. Meu marido ficou ocupado um bom tempo com meu clitóris, suas lambidas eram precisas e percorriam de baixo para cima meus lábios, dando toques no pequeno detonador do prazer. Eu adorava e fazia isso agarrando o cabelo dele. Com os dedos, ele os encheu de saliva para abrir espaço na minha vagina apertada, que já desejava ser penetrada por ele. Aí consegui olhar para ele, e ele sorriu com um sorriso malicioso. Ele se levantou, deslocando-se para a mala. Tirou uma corda e um plug anal junto com um massageador de clitóris.
- Vamos nos divertir... hoje tô a fim de brincar.
Meu marido, com uma corda vermelha, me amarrou à cabeceira com um nó "algemas", praticado das vezes em que fazia suas sessões de submissão. Me deixou amarrada pelos pulsos à cabeceira, me virou com ajuda e, depois de me colocar de bruços, me deu um de seus tapas que amava.
- Levanta essa bunda. Fiz assim, com ajuda dos joelhos levantei o bumbum e o abri bem na frente dele. Senti seu hálito perto da minha virilha. Percebi como sua saliva me lubrificou por toda a minha boceta molhada, antes. Com mais um pouco de saliva, lubrificou meu cu e inseriu o plug com um coração vermelho na ponta. Com meu bumbum decorado, ele me deu outro tapa e aproveitou um pouco mais da minha virilha. Quando ficou satisfeito, me virou de barriga para cima novamente e abriu minhas pernas o máximo que pôde.
- Fica quietinha ou vou te castigar. Tá bom? Concordei, me divertindo. Vi que ele não estava com o chicote nem a coleira, mas eu adorava os joguinhos dele. Amava me ter prostrada para ele. Ele me aproveitava prostrada para ele. Meu peito ofegava subindo e descendo, e eu conseguia perceber a tremenda ereção com a qual ele ia me trabalhar. Eu era sua obra-prima. E ele, o discípulo de Michelangelo.
- Agus... Reclamei, e ele ficou sério. Adorava quando seus lábios ficavam retos. Dava um toque de poder e masculinidade. Pegou o massageador e ligou na metade da intensidade, deixando cair mais um pouco de saliva na minha virilha. Com os dedos, espalhou e também introduziu seus dedos na minha vagina apertada, que ansiava por fazer amor. Meu marido me olhava com as pupilas dilatadas de prazer e, depois de me preparar, colocou a cabeça do massageador no meu clitóris e eu gemei, arqueando com o prazer que senti. A vibração percorreu todo o meu corpo até a medula, que expandiu ainda mais a vibração por todos os meus nervos. Aproveitei o prazer que ele me dava e oferecia.
- Quero que você goze, Sofia... Vou fazer você gozar no paraíso. Ofeguei e sorri.
- E o Carl? Ele vai ouvir... Ele acrescentou.
- Ele tá meio surdo com os fones. Então não grite muito alto também... ou ele vai dar bronca... gostosa. Aumentou a intensidade do massageador e eu puxei as cordas. Não aguentava o prazer que ele me oferecia e tremi. Minhas pernas mal iam aguentar, mas resisti às torturas do meu marido.
- Aguusssss... por favor. Ele ela continuou movendo o brinquedo no meu clitóris e eu não parava de tremer enquanto ela beijava minhas coxas com todo carinho e cuidava do meu prazer.
- Porra... não aguento... por favor... Eu estava quase gozando de tanto prazer. Sorridente por saber o ponto do meu êxtase, ela fez um pouco mais de pressão no meu pequeno órgão sexual e eu gozei sem conseguir segurar mais. Um jato respingou no rosto dela e com os dedos enfiados na minha buceta fez sair ainda mais.
- AAAAAAAGGGGUUUUUUSSSS... Foi o melhor orgasmo que tive há bastante tempo. Eu estava tremendo, o prazer era imenso. Meu marido satisfeito se limpou da bagunça que tinha feito. Meu ânus se contraiu e senti uma pontada que aumentou ainda mais esse prazer até me levar a outra viagem astral. Meu marido era expert em me torturar sexualmente e fazia isso cada vez melhor. Depois do orgasmo, ele afirmou.
- Você é explosiva, minha vida... minha deusa no céu e na terra... Eu fiquei corada. Naquele momento ele soltou um suspiro e tirou a camisa com elegância. Eu adorava vê-lo se despir, mesmo sem ter um corpo perfeito. Seus olhos se cravaram na minha nudez e eu via como ele observava meus fluidos escorrendo entre meus lábios. Eu continuava aberta para ele. Meus lábios permaneciam abertos para o prazer dele, claro. Com as mãos ele desabotoou a calça e deixou sair a enorme ereção pronta para disparar. Ele ia no comando, como eu adorava ver. O púbis levemente aparado, mas ainda mostrando aquele toque masculino de pelos pubianos que o tornava ainda mais másculo. Ele lubrificou a ereção com a saliva e continuou. Veio até minha nudez e beijou meu joelho, meu Monte de Vênus e depois meus seios. Seu corpo como um véu de estrelas fez sombra sobre meu corpo pequeno e leve. Sua ereção lá embaixo procurava seu lugar e quando encontrou, ele deslizou até o fundo do meu corpo, fazendo meu corpo se arquear. Meu Deus... era o Nirvana. Meu marido se dedicou a me beijar e me acariciar como nenhuma pétala de rosa jamais tocou lábios tão carnudos e macios. Sua ereção Ele me esculpiu por dentro com suaves estocadas e arremetia contra mim, agarrado pela cintura. Meu corpo batia contra o dele e meus seios seguiam o ritmo levemente descompassados. Eu gemia e tentava me livrar das amarras. Impossível. Tentei várias vezes e sem sucesso. Os quadris do meu homem iam e vinham como um náufrago tentando alcançar a terra firme. Sentia suas firmes estocadas, notando o calor da carne do meu homem, e como o prazer ia crescendo como germina a semente de uma árvore frutífera. Meus seios se tornaram dois doces frutos do pecado.
-Aguuuusss... Dessa vez ele me olhou e levou minha mão ao meu peito para torturar um pouco mais o mamilo, eu gemi e ele junto comigo. Estávamos de novo em nosso limbo. No movimento seguinte, ele decidiu acelerar. Seus dedos me agarraram e apertaram mais seriamente minhas carnes.
-Sofi, você me deixa louco. Quero ver você aberta para mim. Abre-se. Gemi desesperada às suas ordens e tentava me abrir como podia para agradá-lo. Nossos gemidos nos rodeavam naquele aposento bastante espaçoso para se mover. O colchão rangia levemente entre nosso encontro, mas sem chamar muita atenção. Então foi quando notei como seu sêmen me inundou por dentro. Ele gozou dentro de mim, enchendo com seu fluido espesso minhas carnes femininas... cada fenda até me fazer transbordar. -Aguuuuussss.. ahh... Gemi em um orgasmo que esticou todos meus nervos como se tivessem vida própria. Ele se sacudiu violentamente dentro de mim e sentia o calor de seu fogo interno. Ele estava suando levemente e, para finalizar, se reclinou para se fundir comigo em um beijo.
-Sofiiii... Meu Deus, você foi incrível. Ele não se esqueceu de me desamarrar e tirar o plug antes de terminar nosso encontro. Guardou a corda na mala e limpou o plug com umas toalhinhas especiais para brinquedos, após sua meticulosa limpeza, colocou-o em uma bolsinha de veludo e guardou. Sua ereção foi caindo aos poucos enquanto eu o via na cama.
-Estou cansado... vamos dormir, vida. Mia... essa viagem vai me custar a vida... Ele se aproximou da cama lentamente e se deitou comigo me abraçando, e ao se aconchegar comigo, sua mão acariciou minha barriga e a curva da minha coxa antes de repousar no meu jardim do amor. Sua ereção parou de ficar evidente, mas ainda dava pra sentir a grandiosidade do seu órgão sexual mais potente. Que completava o pacote do meu marido junto com sua musculatura completa levemente tonificada, mas não demais. E pouco a pouco... nosso calor virou sono.
Carl nos acordou pelo alto-falante do quarto, avisando que estávamos nos aproximando de Bora Bora. Olhei meu relógio. Tinham passado umas 19h, quase 20h. Foi uma viagem bem rápida. Para economizar nas escalas. Meu marido demorou pra virar gente e me inundou com sua presença quente. "Minha mulher... meu filho..." Pude entender em seus sonhos. Eu olhei pra ele com um sorriso e acariciei seu rosto com delicadeza para deixá-lo descansar um pouco mais. Fiquei deitada ao lado dele acariciando seu rosto com a ponta do dedo. Era uma vista digna de ser paga. Meu marido dormindo como um leão, forte, grande, imponente. Um verdadeiro garanhão na sua linha. E minha buceta confirmava. Seu sêmen era da máxima qualidade e ela o aceitava com o máximo de seu esforço. Quando ele acordou, dessa vez eu ofereci comida pra repor as forças do encontro. Na bandeja que trouxe tinha um doce cupcake com um pedacinho de chocolate branco como ele gostava, e trouxe também frutas picadas para compartilharmos.
Ao acordar, ele conseguiu se sentar e juntos tivemos outro momento romântico para compartilhar o lanche, ou pra chamar de alguma forma. Depois de comermos o lanche, tomamos um banho num chuveiro espaçoso que tinha jato. Depois de nos secarmos e vestirmos, sentamos novamente na área de descanso e apertamos os cintos prontos para pousar. O jato pousou suavemente nos poucos minutos que restavam. Chegamos por volta das 17:30 nesse fuso horário, diferente do da Espanha. O jato freou suavemente na Pista de Papeete e meu marido desabotoou meu cinto e o dele. Ele pegou minha mão e fomos até a escada de desembarque.
- Pronta para férias perfeitas?
Eu sorri feliz - Sim. Me aproximei dos lábios dele e com minha mão acariciei sua nuca, dando um beijo suave cheio de felicidade. Depois desse beijo, seus braços me levantaram no ar e com cuidado ele me baixou pela escada até o chão, onde me colocou de pé e uma aeromoça nos entregou uma taça de champanhe e um colar de flores típicas de Bora Bora. Outra aeromoça cuidou das nossas malas e nós nos ocupamos em curtir nossas férias e brindamos por isso. Enquanto íamos ao pequeno aeroporto com a taça na mão, nos despedimos de Carl. Meu marido e eu bebemos o champanhe e a aeromoça que nos atendia recolheu as taças para continuar nos dando as boas-vindas, um funcionário segurava uma pequena placa com o nome "Sr. e Sra. Dendariena" e em um pequeno carrinho de golfe do aeroporto nos levaram em poucos minutos pelas longas passarelas até nossa suíte no bangalô que havíamos alugado por 2 semanas. O motorista do carrinho parou a poucos metros da porta e nos entregou as chaves do bangalô, se despediu apertando nossas mãos e desejou que aproveitássemos a estadia. Ele colocou as malas dentro e partiu, deixando-nos sozinhos de volta ao aeroporto.
- E então? O que você acha? A passarela de madeira estava quase meia iluminada, enquanto anoitecia, dava para ver o sol quase se fundindo com o mar Pacífico e eu fiquei sem palavras. Finalmente consegui articular uma palavra. Estávamos na porta olhando o pôr do sol.
- É lindo, amor... é... simplesmente perfeito. Meu marido olhou nos meus olhos e ficou atrás de mim enquanto me abraçava por trás, dando um beijinho na minha bochecha. - Quer ver como é por dentro, meu amor? Com toda a empolgação do mundo, eu balancei a cabeça e entrei alegremente no interior do bangalô. A entrada era amplia, ao fundo dava para ver o pôr do sol e conforme eu avançava para minha À direita estava a cama, com um lindo dossel branco semitransparente, para dar privacidade. O chão que eu pisava estava coberto de pétalas e, para não estragá-lo, tirei minhas sandálias, deixando-as de lado. Não tinha palavras para aquele momento. À minha esquerda havia uma área de relaxamento com sofá e uma pequena TV. O chão onde eu pisava naquele momento era de vidro e, embaixo, dava para ver a água com aquele azul celeste e paradisíaco. Quase mágico. Avancei um pouco mais até sair na varanda, onde havia uma ampla varanda coberta em ambos os lados. À minha direita, algumas espreguiçadeiras brancas elegantemente desenhadas conforme o corpo e uma pequena piscina na frente delas. Ao olhar para a minha esquerda, uma área de descanso com um sofá branco e uma mesinha baixa na frente. E no centro, uma escada que descia para uma pequena área de relaxamento com outras duas redes com apoios para os pés, para admirar a imensidão do mar e os pores do sol. Sem esquecer de uma cama elástica no canto esquerdo para deitar e se sentir como nas nuvens. Mesmo assim, sem precisar me deitar lá, já me sentia em um sonho. E estava sendo realidade graças ao meu marido. Ele estava atrás de mim, e descobri que estava tirando fotos da minha reação.
- Não quero que isso seja esquecido nunca. Então sorri, olhando-o de soslaio, e avancei em sua direção enquanto ele me filmava e o beijei com todo o meu amor.
- É perfeito. Obrigada. Ele sorriu e desligou o celular, guardando-o no bolso. - É ainda mais perfeito com você aqui, comigo. Foi então que ele me abraçou e me beijou, afundando seus lábios nos meus e devorando minha boca com delicadeza. Ao nos separarmos, ele me pegou no colo e me deitou na cama macia. Ele havia tirado os sapatos e tentava não pisar nas flores para não quebrar o encanto que davam ao ambiente. A cama também estava cheia de pétalas de flores típicas e rosas, inundando o bangalô com um cheiro do paraíso.
- Vamos colocar o maiô e tomar o primeiro banho? Estou doido para ver os tubarões para mostrar a eles a presa maravilhosa que vai ser difícil resistir a morder, mas vou mostrar de quem é essa presa. Ele riu com um toque zombeteiro mas levemente fanfarrão. Mas prosseguiu.
- Cadê esses tubarões que eu vou mostrar o que é bom? Eu ri e meu marido foi desfazer as malas, ficando eu deitada na cama aproveitando o cheiro das flores e a brisa suave que entrava. Era um sonho realizado. Meu marido, depois de colocar a maior parte das roupas nos armários disponíveis e deixar nossos necessaires no banheiro, se aproximou com nossas roupas de banho e o equipamento básico de snorkel. Em suas mãos havia um biquíni da Agent Provocateur, sexy e provocante, na cor preta com um anel prateado unindo as duas partes. Ele me deu e vestiu uma sunga básica da Massimo Dutti em azul marinho. Nós nos despimos um ao outro enquanto brincávamos na cama e ele acabou me dando algumas palmadas e mordidas indevidas, até mesmo um orgasmo com sua boca experiente. Depois da brincadeira e nus, ele procedeu a me colocar o biquíni com cuidado, deixando minhas nádegas à mostra para uma melhor vista. Ele vestiu sua sunga e amarrou o cordão que tinha na cintura.
- Vai lá fora e faz uma pose natural. Vou te capturar. Olhei para ele sorrindo e me desloquei devagar enquanto ele, com a câmera do celular, tirou algumas fotos e depois se esqueceu disso, jogando o celular na cama e vindo até mim para me dar mais um daqueles beijos.
- Vamos para a água. Ele pegou os equipamentos de snorkel e parou de repente.
- Nossa, esqueci o mais importante, vem aqui. Soou preocupante e eu me virei para ir até ele.
- O protetor solar, loira, porque se você queimar não haverá castigo suficiente para me fazer arrepender por tal pecado. Minha boca sorriu aliviada e me aproximei dele na ponta dos pés. Ele foi ao banheiro pegar o protetor e voltou com o de maior proteção.
- Vamos ver essa bunda, que se apresente. Eu ri e reclamei.
- Ei! Nossa... Ele se posicionou atrás de mim e com carinho começou a me passar o protetor de mais alta proteção para a minha pele branca e delicada. Meus ombros e decote passaram de brancos para branco nuclear, junto com meu rosto. Demorou um pouco, já que eu tinha passado creme nas costas largas dele e no rosto para evitar queimaduras. Por fim, ele pegou um pouco mais de creme e passou nas minhas nádegas, terminando com um tapa e um beijo na minha orelha.
—Pode ir para a água agora, baixinha.
Reclamei de novo:
—Ei, eu sou bem alta, tá?
Rimos e, depois de deixar o creme na cama, ele pegou o equipamento de snorkel e entramos na água de um mergulho. Colocamos as nadadeiras nos pés, junto com as máscaras e o respirador. Ele me pegou pela mão e começamos a mergulhar juntos, observando da superfície todas aquelas maravilhas ao redor do nosso bangalô. Não fomos muito longe, porque estava escurecendo.
Me atrevi a descer um pouco e vi algo brilhando na areia. Me aproximei para pegar, e meu marido me ajudou, apontando com o dedo que ele desceria para buscar. Fiquei na superfície enquanto o via descer. Ele pegou o saquinho com aquilo que brilhava, mas não dava para ver muito bem o que era. Guardou no bolso para depois e fez um sinal com o dedo, como se estivesse dando voltas. Assenti com a cabeça, entendendo. Continuamos olhando ao redor, observando alguns peixes e as cores vibrantes dos corais que tínhamos abaixo. Eu adorava mergulhar em águas cristalinas. Era o paraíso. O céu sob o mar.
Depois do nosso passeio subaquático, ele me ajudou a tirar as nadadeiras e as jogou com um pequeno impulso na plataforma de madeira, para que eu pudesse subir mais confortavelmente pela escada. Me deixou subir primeiro.
—As damas primeiro.
Ele ficou perto de mim, e eu sabia por quê. Ele adorava ver a vista das minhas nádegas. Era a perdição dele. Pude ouvir em seus pensamentos: “Suas nádegas me deixam louco”. Sabia que minhas nádegas eram lindas, e meu marido adorava aproveitá-las.
Depois de termos subido e aproveitado aquele mundo submarino maravilhoso, ele foi buscar as toalhas e voltou com uma toalha branca enorme, com a qual nos cobriu e Esfregava lentamente meu corpo para nos secar enquanto se aproximava dos meus lábios e me encaixava aqueles beijos sensuais que eu adorava. Meus mamilos endureceram levemente e ele os viu. Seu sorriso delatou a leve ereção que ele teve e me puxou para perto dele. O pôr do sol fechava a cena romântica de amor que havia entre nós.
- Agora vou te desnudar e te secar bem, tá bom?
Assenti e ele colocou a toalha no ombro enquanto descia o biquíni lentamente e descobria com extremo cuidado meus seios pesados e desejosos de serem devorados. Os mamilos estavam rosados e duros, ele os beijou com a máxima delicadeza que seus lábios macios permitiam e, enquanto baixava o tecido aos poucos, continuou descendo pela minha barriga até abaixar a parte de baixo do biquíni no chão. Minha região pubiana estava depilada em um triângulo invertido não muito grande, mas dando um toque arrumado. Meu marido adorava quando eu fazia desenhos na região. E ele a beijava, acariciando com o nariz e beijando o capuz do clitóris que levemente sobressaía. Gemi e minha mão o convidou a continuar, agarrando seu cabelo. Então seu olhar se fixou no meu, eu estava nua e molhada diante dele.
- Depois.
Assenti frustrada e com a toalha ele secou meu corpo, me dando beijos nos ombros e no decote.
- Você é uma deusa nesse mundo... caralho... seu corpo é o maior dos pecados para qualquer mortal.
Fiquei corada e meus mamilos não paravam de se insinuar. Mas meu marido resistia, sabia que no fundo ele queria me devorar por inteira. Mas ele desistiu um pouco mais. Eu gostava quando ele se controlava, mas em seus olhos se via seu desejo mais carnal. Ele pegou minha parte de baixo do biquíni e a estendeu em um varal bem rústico que havia do lado de fora, próximo à piscina. Para que secasse. Fiquei nua por alguns segundos diante dos poucos raios de sol que restavam. Meu marido, ao voltar, capturou minha imagem e sua ereção cresceu. Em silêncio, pegou seu celular novamente e tirou uma foto da minha nudez natural para a recordação.
- É a coisa mais simplesmente perfeita... que já vi criada nesse mundo.
Ele se esqueceu novamente. do celular e continuou me enxugando para eu não ficar resfriada. Ele se secou rapidamente. Tinha voltado pelado. Queria devorar aquela ereção com gosto de mar. Salgado e masculino. Mas ele não deixava. Pegou um secador e ligou na tomada para poder secar meu cabelo enquanto, com um pente, conseguia dar uma arrumada. Estávamos pelados no nosso paraíso. Nada mais importava. Era simplesmente o mesmo céu na terra.
Depois de nos secarmos, ele me colocou uma calcinha confortável e uma blusa delicada de renda branca para eu ficar à vontade. Ele vestiu uma cueca confortável que não apertasse muito para ficar mais arejado e por cima amarrou um sarongue na cintura para andar mais à vontade, de cores escuras com flores típicas estampadas. Era maravilhoso. Bateram na porta. Foi meu marido quem atendeu; trouxeram nosso jantar. Algo fresco, típico das ilhas e leve. Veio um funcionário com um carrinho que deixou para nós e foi embora com um sorriso. Meu marido fechou a porta e pegou o carrinho, empurrando-o suavemente até mim. — Vamos ver o que tem debaixo das campânulas? Olhei para ele com curiosidade. Levantei uma das campânulas e havia uma salada de produtos da ilha, com frutas e frutos do mar. Entre esses produtos dava para perceber coco, mamão, maracujá, toranja, banana... entre outros. Cheirava super bem e vinha acompanhada de uma água de hibisco. Pegamos nossa janta e nos acomodamos naquele sofá enquanto olhávamos para o horizonte, com a lua cheia se refletindo na água. — Você está feliz, minha vida? Eu olhei com um sorriso para meu marido e me aproximei para beijar seus lábios. Apenas com aquele beijo, foi o suficiente para ele. Entendeu o que eu estava dizendo.
Naquela noite maravilhosa, compartilhamos nossa janta e ficamos aconchegados no sofá até que, pouco a pouco, meu marido começou a me beijar na orelha, no pescoço... Soltou sua confissão depois de alguns minutos. — Deixa eu fazer amor com você... naquela cama do céu... quero fazer amor com você... neste paraíso mortal... Olhei para ele com olhos doces e acariciei sua nuca para trazê-lo para perto de mim e beijá-lo. Então, ele se levantou comigo nos braços, me levando com muito cuidado para... Ele entrou em mim enquanto nos beijávamos lenta e pausadamente. Era o momento perfeito. O momento ideal para descobrir os pequenos prazeres do paraíso. Ele me deitou na cama com extremo cuidado e me beijou como se o mundo fosse acabar.
- Me espera aqui um segundo...
Então ele foi buscar algo, no varal lá fora. Poucos segundos depois voltou com a sacolinha que havíamos encontrado na areia. Aproximou-se de mim e, diante dos meus olhos, tirou um anel com um diamante incrustado. Ajoelhou-se aos pés da cama. E com os olhos cheios de todo o amor que me dedicava, sua boca sussurrou:
- Sofia, mulher da minha vida, você deseja se casar novamente com seu atual marido, que agora está pedindo para se casar de novo com você?
Eu não conseguia assimilar o que estava vivendo. Era um sonho. Me belisquei para confirmar. Era real. Sem conseguir falar, me joguei nele e em um beijo expressei tudo aquilo que com palavras não era capaz. Para ele, era tudo o que podia desejar. Após aquele beijo, seu sorriso ia de orelha a orelha. E ele colocou o delicado anel no meu dedo anular da mão esquerda, já que eu ainda usava o de noivado e o de casamento da vez anterior.
Ele me pegou pelas nádegas para continuar me beijando e, pouco a pouco, foi me deitando na cama para me acariciar e alcançar aquele momento de intimidade que ambos desejávamos. Enquanto me beijava, foi tirando devagar o vestido para dar passagem ao meu corpo. Com suas mãos, acariciou minhas curvas de mulher e minha barriga, subindo aos poucos para envolver meus seios, onde meus mamilos já não se escondiam – desejavam encontrar sua língua. Meus gemidos iam aumentando. E sua boca continuava no processo de me preparar. Sem parar de me olhar, começou pela minha barriga, fazendo um caminho de amor, respeito e carinho. Subindo devagar, beijou meu esterno e entre meus seios, enquanto com as pontas dos dedos acompanhava o movimento entre eles. Ele sabia bem o que fazia. Era um mestre do amor, do sexo e dos orgasmos. O triplo ele tinha garantido a qualquer momento. Minha... O sexo já estava se lubrificando e a calcinha começando a umedecer.
- Agus... por favor...
Ele sorriu.
- Não seja impaciente... é a noite do amor...
Continuou e alcançou com seus lábios meus seios, os beijava com suavidade e sem parar de me olhar como eu mais gostava. Com minhas mãos acariciava suas costas nuas e as pétalas começaram a nos banhar no aroma do amor. Do sexo íntimo e sensual.
Comeu com delicadeza cada um dos meus seios, amassando-os como duas massas mãe fazendo o melhor pão do mundo e com ternura os mordia e beijava. Eu gemía suavemente e me arqueava por querer mais. Era a noite perfeita. Soprava uma leve brisa. Não havia janelas. Era tudo diáfano e aberto. Meus gemidos voavam livres como as gaivotas sobre o mar e meu marido se ocupava em me dar o amor que eu merecia.
Subiu pelo meu pescoço e com suaves roçadas de seu nariz se acompanhava. Era o céu na terra. E eu não queria descer dali.
Quando completou o caminho do amor, seguiu para baixo. Com ambas as mãos e colado entre minhas pernas, levantei os quadris para ajudá-lo enquanto beijava minhas pernas até meus pés. Sem pressa. Deixou cair a calcinha já molhada e abriu minhas pernas como uma ostra abrindo suas valvas para deixar ver sua pérola. Onde estava minha buceta. Úmida e preparada para ele.
Parou no meio de minhas pernas, ajoelhado, para ver as vistas que meu corpo lhe oferecia e meus suspiros aumentavam pouco a pouco seu desejo. Soltou o nó do pareô e, descendo da cama, baixou a cueca, deixando-a com minha roupa íntima. Correu as cortinas da cama para nos dar um espaço de intimidade, e ao ficarmos a sós com a suave brisa como testemunha de nosso ato de amor, beijou meu joelho para começar.
Seu corpo então se reclinou sobre o meu e o estrado da cama rangeu levemente sob nós.
- Você é mulher, esposa e deusa... as três divindades juntas em uma única figura feminina. Digna do homem mais bondoso e merecedora de uma oferenda do próprio céu.
Me ruborizei e acariciei meu corpo, me movendo sutilmente. Então ele se aproximou dos meus lábios para selar nossa introdução. E com a ajuda de sua mão, e da saliva previamente espalhada na minha buceta, encaixou suavemente a cabeça do seu pau na minha abertura levemente aberta. Sua cintura lentamente se acomodou entre minhas pernas e com minha mão elevada ao meu lado, entrelaçou-se com a dele e criamos uma união fora deste paraíso terreno. Minhas pernas se enrolaram em sua cintura e acompanhavam o náufrago à costa com cada suave embate. Meus gemidos eram despejados em sua boca no vai e vem gentil de sua língua contra a minha enquanto dançavam entre os faróis da nossa confissão; e entre nossas súplicas, esfregávamos nossos narizes um no outro e nos acariciávamos para reforçar nossa intimidade. Após meu orgasmo, sorrimos nos aconchegando e nos beijando sem parar, mudando lentamente para outra posição mais íntima, onde ele me virou de lado e se posicionou atrás de mim para levantar minha perna atrás de sua cintura e me penetrar com a suavidade de uma borboleta batendo as asas. Sua mão se posicionou na minha nuca para continuar me beijando e nos olhamos entregando todos nossos segredos. Acariciou meu lábio com o polegar e me penetrava lentamente enquanto me encarava com seus profundos olhos esmeralda.
- Me banha no seu ouro branco, céu... me banha...
Suas palavras eram como veludo nos meus ouvidos e eu gemia suavemente. Sem pressa, estávamos unidos, mais unidos que nunca. Era o lugar perfeito para unir um casal necessitado de descanso e prazer. Me contraí em volta de sua ereção e meu fluxo o banhou junto com um squirt que conseguiu sair timidamente.
- Aguuuussss... te amo...
Ele me olhou e antes que eu quase gozasse, me beijou enquanto me acariciava com o indicador e o médio no clitóris em círculos para dar um ponto extra ao meu prazer.
- Vida minha... te amo... amo quando você me banha em você... na sua ternura, no seu amor, no seu corpo... infinito...
Sua mão percorreu meu torso nu entre meus seios até o pescoço e meus lábios, descendo pelo mesmo caminho até meu clitóris. que me fazia acordar o desejo de libertá-lo. Na próxima posição, ele se deitou com a ereção apontando para o teto e com as mãos me ajudou a me sentar sobre ele. -Vem aqui... minha vida... me leva ao céu...
Meu rosto corou e eu me sentei sobre ele, acariciando suavemente sua ereção entre meus lábios. Pouco a pouco, desci sobre seu pau e senti a ponta da cabeça roçando o fundo da minha buceta. Comecei a cavalgar meu marido do jeito que ele gostava. Com suavidade e carinho. Com as mãos, ele começou a acariciar minhas nádegas, deu um tapinha delicado e eu gemí em seguida. -Ahh... Agus...
Ele sorriu satisfeito e continuou acariciando meu corpo enquanto eu cavalgava suavemente. Com as pontas dos dedos, percorria minha pele macia e fazia meus pelos arrepiarem de prazer. Despertava em mim o maior dos prazeres e, aos poucos, ele se endireitou. Com os braços, me envolveu e acariciou ao longo das minhas costas com as pontas dos dedos até minhas nádegas, que apertou com as mãos, e subiu novamente com as pontas dos dedos até minha nuca, soltando um suspiro em meus lábios. Aproximou-se de mim e me beijou com uma paixão voraz, dando uma ternura extra ao encontro. -Sofia... me faz explodir no seu paraíso...
Meus lábios beijaram os dele e, com minhas mãos, acariciei sua nuca e cabelo, passando as unhas pelo couro cabeludo. Ele estremeceu. -Deus, minha vida... me arranha assim... eu adoro...
Repeti o processo enquanto cavalgava e aumentei a velocidade. -Sofia... você me mata...
Sua boca me expressou isso devorando a minha, e nossos corpos se uniram em um só até que nossos gemidos inundaram nossas bocas e juntos... chegamos ao clímax. -Sofi... Sofiaaaa... deeeusss…
Ofeguei de prazer e me contraí em volta do pau do meu homem. -Aaaaaguuuuuussssss... Ahhh...
Meu corpo estremeceu de prazer e gozamos ao mesmo tempo, um dentro e sobre o outro. Depois de terminar, nossos suspiros se uniram em uma dança de amor e carinho. Nossos braços se entrelaçaram e acariciaram as costas de nosso amante. E finalmente, ele me virou novamente e beijar acariciando minha bochecha com o polegar. -Sofia, eu te amo... se você soubesse o quanto eu te amo... deveriam me prender pela quantidade de amor e desejo que sinto por você. Eu olhei para ele e acariciei sutilmente sua bochecha e a barba de apenas 2 dias que ele havia deixado crescer. -Obrigada por este dia... foi perfeito, meu amor... Consegui dizer. Mal conseguia expressar minha enorme gratitude por ele. Era 1 da manhã e estávamos na cama do paraíso, nus, levemente suados e, sobretudo, unidos. Nossos corpos caíram suavemente na cama protegidos pelo dossel e, aconchegados, mergulhamos em um mar de sonhos.
- Srta. Dendariena, pode remover a lona. Fiquei surpresa e avancei um pouco para conseguir tirar a lona com algum tempo. Ao removê-la, meu marido colocou as mãos nos bolsos e olhou para o chão. Na fuselagem do jato, ao lado da janela, havia um título em letras prateadas com um acabamento muito elegante e refinado. No título lia-se, com muita elegância: "Sofia". Sei que meu marido não gosta de voar e prefere manter os pés no chão, já que é taurino, mas ele faz isso por mim e se esforça para superar esse obstáculo interno que tem. Fiquei maravilhada, meu marido havia batizado um dos jatos com o meu nome. Virei-me para ele com as mãos na boca de espanto e me joguei para beijá-lo com todo o amor do mundo. Meu marido era o melhor dos maridos. Após essa surpresa, a escada do jato desceu até o chão e Carl desceu impecável em seu uniforme de piloto. Eu simplesmente adorei.
- Sr., Sra. Dendariena, bem-vindos a bordo... Nesse momento, senti uns braços me suspendendo no ar e olhei para meu marido, que me segurava no alto com seus braços fortes. - Primeiro as damas... Ele dispensou Jeff com um aceno de cabeça e subiu comigo como se eu fosse uma pena, me colocando dentro do jato. Lá dentro, ele me surpreendeu novamente em seus braços. O interior estava cheio de flores, rosas que cheiravam ao perfume misturado do meu marido com o aroma floral característico. Olhei para ele com timidez e me aproximei lentamente para beijá-lo novamente. Era mágico. Nada poderia ser melhor.
- Obrigada... - disse em um sussurro, e ele fez uma carícia suave com a testa na minha. - Faço isso porque te quero... desejo que aproveites. Ele me baixou com cuidado de seus braços e eu entrei devagar. Havia uns sofás confortáveis de cor cinza muito elegantes e, no fundo, o quarto, com uma cama decorada com mais pétalas de rosa e um buquê em cima da cama. Era simplesmente perfeito. Meu marido sabia como ser romântico. Eu o amava. Peguei o buquê de cima da cama e me deixei inundar pelo seu perfume. Era incrível... era como um sonho. Deixei o buquê em um vaso ao lado de uma das janelas com água e retiramos as flores para uma área onde ficariam bem preservadas. O espaço assim ficou mais limpo e organizado, cheirava a rosas e à colônia do meu marido. Ele pegou minha mão, dando um aviso a Carl que poderia decolar quando quisesse. Logo após avisá-lo, sentou-se comigo em um dos sofás relax que o jato incorporava e entrelaçou seus dedos com os meus.
- Estava ansioso para fazer uma viagem assim, mas queria ter certeza de que você desejasse tanto quanto eu... e aqui está. Tudo isso é por você e para você. Enquanto ele falava, eu o olhava com os olhos cheios de ilusão, era o melhor marido que poderia ter desejado. Foi então que ele se aproximou de mim e colocou seus lábios macios e carnudos sobre os meus, acompanhando-os com sua língua, nos envolvendo em uma pequena voragem de amor e carinho. Sua língua se entrelaçou com a minha e, enquanto conseguia encaixar seus lábios nos meus, acariciava meu pescoço com a mão livre e me atraía para si para aprofundar ainda mais seus beijos passionais. Eu não queria me separar enquanto nossas bocas dançavam como o ritual de dois cisnes no meio do amor. Pura e selvagem natureza humana. Sem que eu percebesse, ele colocou meu cinto enquanto decolávamos sem Percebi que já estávamos sentados e entregues há 5 minutos. Ele colocou o dele e o jato decolou com extrema suavidade. Carl, enquanto anunciava pelos fones o número do voo e a decolagem, recebeu a permissão e seguimos rumo ao nosso paraíso do amor. Bora Bora, na Polinésia Francesa. Continuamos entregues mais um pouco e ao som do nosso beijo tórrido e apaixonado. Ele pegou o controle da televisão que tínhamos e com o controle procurou um filme romântico. Reclinou o braço da poltrona para trás para que eu pudesse me aconchegar ao seu lado e desfrutar de uma experiência muito mais conjunta. Ele procurou um dos filmes que eu mais gostava. Perdão se te chamo de amor. Ele apertou o botão de play e as luzes do avião se atenuaram ao baixarem as janelas. Aproveitamos o filme quase até o final, quando minhas pálpebras pesadas me faziam tentar cair em um sono pesado. Quando percebi, já havia caído em um sono profundo, aconchegada nele. Perdida na noção do tempo depois de conseguir acordar, estava na linda cama do nosso quarto ainda decorada com pétalas de rosa ao redor, no chão. Estava apenas no fio dental de renda com o qual vim e me aconcheguei nos travesseiros maravilhosos quase perfeitamente adaptados ao meu gosto. Soube que ele os havia escolhido para mim. Ele é detalhista até para o mínimo detalhe tão pessoal quanto o gosto do travesseiro na hora de dormir. Ouvi alguns passos na área de descanso principal e meu marido apareceu pela porta. Ele estava com o peito descoberto e a camisa aberta junto com a bermuda e descalço. Ele me trouxe algo para comer em uma pequena bandeja.
- Está com fome, minha pequena fera? Você adormeceu quase no final do filme. Você está dormindo há três horas...
- Três horas dormindo? Sério? Ele continuou.
- Eu te trouxe pouco depois que você adormeceu... e enquanto isso estive fazendo outras coisas... fazendo ligações e tal... Foi então que ele me deu o celular dele.
- Abra a galeria e coloque o último vídeo. Peguei o celular dele e cliquei no aplicativo da galeria. Havia um vídeo e, curiosa, apertei o play. Apareceu meu marido se masturbando com seu enorme pau ansioso para a guerra.
- Querido? E isso? O vídeo durou apenas alguns minutos até ele gozar e pausar o vídeo com um final bonito: “Você me deixa louco, Sofia...”
- Eu estava com muita vontade e um pouco estressado, espero que não tenha te incomodado... Pensei um pouco após sua confissão e deixei o celular bloqueado para dar atenção a ele.
- Você realmente se aliviou pensando em mim...? Feliz, ele respondeu.
- Como não faria isso se você é uma deusa no céu? Fiquei corada. Meu marido tinha se aliviado enquanto eu dormia para não interromper meu sono... foi bonito, acho. - Depois disso, dormi um pouco com você enquanto te protegia e fui rapidinho preparar algo para você comer, imaginei que estaria com fome, minha pequena leoa. Ele me chamava de leoa pelo meu signo zodiacal. Leão. Ele era um romântico.
Olhei a bandeja, havia um chá verde como eu gostava e alguns biscoitos de chocolate com cupcakes de sabores diferentes para eu escolher. Então meu marido pegou um e aproximou da minha boca.
- Abre a boca... Ele me convidou a fazer isso. O sabor requintado do açúcar com nutella e morango invadiu minha boca. Estava delicioso, eu estava prestes a sujar seu pau com aquele sabor e aproveitar. Mas mais tarde. Ele mordeu depois de me dar e saboreou o sabor que eu estava experimentando.
- Mmmm... é a coisa mais doce que já provei em termos de comida... está incrível... Ele soltou enquanto se apoiava na cabeceira da cama. Aproveitamos juntos o pequeno lanche e depois disso ele se aconchegou ao meu lado, ficou de conchinha contra mim. Com sua mão começou a acariciar com a suavidade das pontas dos dedos minha barriga, as coxas, o peito nu. Enquanto fazia isso, sua respiração estava pesada e levemente ofegante. Algo estava me incomodando entre minhas nádegas. Sua ereção. Porra. Fiquei com vontade de fazer amor com ele ali mesmo. E sem pensar muito, sua mão deslizou entre minhas pernas, eu as abri pouco a pouco deixando ele fazer. Então percebi o que ele queria. Virei de costas e passei a perna por cima da cintura dele para dar melhor acesso.
- Sofi... Quer que eu faça você ser minha..?
Assenti com a cabeça, meus mamilos já estavam duros como pedras e exuberantes.
- Sim... me faz sua..
Logo depois, ele meteu a mão dentro do calcinha fio dental e começou a masturbar meu clitóris, checando minha umidade. Gemi de prazer. Com a mão livre, acariciou meu queixo e me deu um beijo cheio de amor, mas antes que eu pudesse levar a mão até a nuca dele, ele levou um dos meus seios à boca enquanto me masturbava. Adorava quando ele me deixava nessa posição. Ele se moveu lentamente enquanto beijava minha barriga com calma e, ao chegar na minha calcinha, se posicionou entre minhas pernas.
- Levanta um pouco a bunda, minha vida...
Levantei um pouco o quadril e meu marido se encarregou de baixar minha calcinha enquanto beijava minhas coxas. Tirou o pequeno pedaço de renda de entre minhas pernas e o deixou no chão para continuar cuidando de mim.
- Vou pecar à vontade com você hoje...
Deu uma mordidinha suave na minha buceta molhada. Ele tinha cabelos negros como ébano e fartos, cheirava a cítricos e frescor. Minha mão, sem pensar, agarrou o cabelo dele e o puxei para mim. Gemi novamente. Meu marido ficou ocupado um bom tempo com meu clitóris, suas lambidas eram precisas e percorriam de baixo para cima meus lábios, dando toques no pequeno detonador do prazer. Eu adorava e fazia isso agarrando o cabelo dele. Com os dedos, ele os encheu de saliva para abrir espaço na minha vagina apertada, que já desejava ser penetrada por ele. Aí consegui olhar para ele, e ele sorriu com um sorriso malicioso. Ele se levantou, deslocando-se para a mala. Tirou uma corda e um plug anal junto com um massageador de clitóris.
- Vamos nos divertir... hoje tô a fim de brincar.
Meu marido, com uma corda vermelha, me amarrou à cabeceira com um nó "algemas", praticado das vezes em que fazia suas sessões de submissão. Me deixou amarrada pelos pulsos à cabeceira, me virou com ajuda e, depois de me colocar de bruços, me deu um de seus tapas que amava.
- Levanta essa bunda. Fiz assim, com ajuda dos joelhos levantei o bumbum e o abri bem na frente dele. Senti seu hálito perto da minha virilha. Percebi como sua saliva me lubrificou por toda a minha boceta molhada, antes. Com mais um pouco de saliva, lubrificou meu cu e inseriu o plug com um coração vermelho na ponta. Com meu bumbum decorado, ele me deu outro tapa e aproveitou um pouco mais da minha virilha. Quando ficou satisfeito, me virou de barriga para cima novamente e abriu minhas pernas o máximo que pôde.
- Fica quietinha ou vou te castigar. Tá bom? Concordei, me divertindo. Vi que ele não estava com o chicote nem a coleira, mas eu adorava os joguinhos dele. Amava me ter prostrada para ele. Ele me aproveitava prostrada para ele. Meu peito ofegava subindo e descendo, e eu conseguia perceber a tremenda ereção com a qual ele ia me trabalhar. Eu era sua obra-prima. E ele, o discípulo de Michelangelo.
- Agus... Reclamei, e ele ficou sério. Adorava quando seus lábios ficavam retos. Dava um toque de poder e masculinidade. Pegou o massageador e ligou na metade da intensidade, deixando cair mais um pouco de saliva na minha virilha. Com os dedos, espalhou e também introduziu seus dedos na minha vagina apertada, que ansiava por fazer amor. Meu marido me olhava com as pupilas dilatadas de prazer e, depois de me preparar, colocou a cabeça do massageador no meu clitóris e eu gemei, arqueando com o prazer que senti. A vibração percorreu todo o meu corpo até a medula, que expandiu ainda mais a vibração por todos os meus nervos. Aproveitei o prazer que ele me dava e oferecia.
- Quero que você goze, Sofia... Vou fazer você gozar no paraíso. Ofeguei e sorri.
- E o Carl? Ele vai ouvir... Ele acrescentou.
- Ele tá meio surdo com os fones. Então não grite muito alto também... ou ele vai dar bronca... gostosa. Aumentou a intensidade do massageador e eu puxei as cordas. Não aguentava o prazer que ele me oferecia e tremi. Minhas pernas mal iam aguentar, mas resisti às torturas do meu marido.
- Aguusssss... por favor. Ele ela continuou movendo o brinquedo no meu clitóris e eu não parava de tremer enquanto ela beijava minhas coxas com todo carinho e cuidava do meu prazer.
- Porra... não aguento... por favor... Eu estava quase gozando de tanto prazer. Sorridente por saber o ponto do meu êxtase, ela fez um pouco mais de pressão no meu pequeno órgão sexual e eu gozei sem conseguir segurar mais. Um jato respingou no rosto dela e com os dedos enfiados na minha buceta fez sair ainda mais.
- AAAAAAAGGGGUUUUUUSSSS... Foi o melhor orgasmo que tive há bastante tempo. Eu estava tremendo, o prazer era imenso. Meu marido satisfeito se limpou da bagunça que tinha feito. Meu ânus se contraiu e senti uma pontada que aumentou ainda mais esse prazer até me levar a outra viagem astral. Meu marido era expert em me torturar sexualmente e fazia isso cada vez melhor. Depois do orgasmo, ele afirmou.
- Você é explosiva, minha vida... minha deusa no céu e na terra... Eu fiquei corada. Naquele momento ele soltou um suspiro e tirou a camisa com elegância. Eu adorava vê-lo se despir, mesmo sem ter um corpo perfeito. Seus olhos se cravaram na minha nudez e eu via como ele observava meus fluidos escorrendo entre meus lábios. Eu continuava aberta para ele. Meus lábios permaneciam abertos para o prazer dele, claro. Com as mãos ele desabotoou a calça e deixou sair a enorme ereção pronta para disparar. Ele ia no comando, como eu adorava ver. O púbis levemente aparado, mas ainda mostrando aquele toque masculino de pelos pubianos que o tornava ainda mais másculo. Ele lubrificou a ereção com a saliva e continuou. Veio até minha nudez e beijou meu joelho, meu Monte de Vênus e depois meus seios. Seu corpo como um véu de estrelas fez sombra sobre meu corpo pequeno e leve. Sua ereção lá embaixo procurava seu lugar e quando encontrou, ele deslizou até o fundo do meu corpo, fazendo meu corpo se arquear. Meu Deus... era o Nirvana. Meu marido se dedicou a me beijar e me acariciar como nenhuma pétala de rosa jamais tocou lábios tão carnudos e macios. Sua ereção Ele me esculpiu por dentro com suaves estocadas e arremetia contra mim, agarrado pela cintura. Meu corpo batia contra o dele e meus seios seguiam o ritmo levemente descompassados. Eu gemia e tentava me livrar das amarras. Impossível. Tentei várias vezes e sem sucesso. Os quadris do meu homem iam e vinham como um náufrago tentando alcançar a terra firme. Sentia suas firmes estocadas, notando o calor da carne do meu homem, e como o prazer ia crescendo como germina a semente de uma árvore frutífera. Meus seios se tornaram dois doces frutos do pecado.
-Aguuuusss... Dessa vez ele me olhou e levou minha mão ao meu peito para torturar um pouco mais o mamilo, eu gemi e ele junto comigo. Estávamos de novo em nosso limbo. No movimento seguinte, ele decidiu acelerar. Seus dedos me agarraram e apertaram mais seriamente minhas carnes.
-Sofi, você me deixa louco. Quero ver você aberta para mim. Abre-se. Gemi desesperada às suas ordens e tentava me abrir como podia para agradá-lo. Nossos gemidos nos rodeavam naquele aposento bastante espaçoso para se mover. O colchão rangia levemente entre nosso encontro, mas sem chamar muita atenção. Então foi quando notei como seu sêmen me inundou por dentro. Ele gozou dentro de mim, enchendo com seu fluido espesso minhas carnes femininas... cada fenda até me fazer transbordar. -Aguuuuussss.. ahh... Gemi em um orgasmo que esticou todos meus nervos como se tivessem vida própria. Ele se sacudiu violentamente dentro de mim e sentia o calor de seu fogo interno. Ele estava suando levemente e, para finalizar, se reclinou para se fundir comigo em um beijo.
-Sofiiii... Meu Deus, você foi incrível. Ele não se esqueceu de me desamarrar e tirar o plug antes de terminar nosso encontro. Guardou a corda na mala e limpou o plug com umas toalhinhas especiais para brinquedos, após sua meticulosa limpeza, colocou-o em uma bolsinha de veludo e guardou. Sua ereção foi caindo aos poucos enquanto eu o via na cama.
-Estou cansado... vamos dormir, vida. Mia... essa viagem vai me custar a vida... Ele se aproximou da cama lentamente e se deitou comigo me abraçando, e ao se aconchegar comigo, sua mão acariciou minha barriga e a curva da minha coxa antes de repousar no meu jardim do amor. Sua ereção parou de ficar evidente, mas ainda dava pra sentir a grandiosidade do seu órgão sexual mais potente. Que completava o pacote do meu marido junto com sua musculatura completa levemente tonificada, mas não demais. E pouco a pouco... nosso calor virou sono.
Carl nos acordou pelo alto-falante do quarto, avisando que estávamos nos aproximando de Bora Bora. Olhei meu relógio. Tinham passado umas 19h, quase 20h. Foi uma viagem bem rápida. Para economizar nas escalas. Meu marido demorou pra virar gente e me inundou com sua presença quente. "Minha mulher... meu filho..." Pude entender em seus sonhos. Eu olhei pra ele com um sorriso e acariciei seu rosto com delicadeza para deixá-lo descansar um pouco mais. Fiquei deitada ao lado dele acariciando seu rosto com a ponta do dedo. Era uma vista digna de ser paga. Meu marido dormindo como um leão, forte, grande, imponente. Um verdadeiro garanhão na sua linha. E minha buceta confirmava. Seu sêmen era da máxima qualidade e ela o aceitava com o máximo de seu esforço. Quando ele acordou, dessa vez eu ofereci comida pra repor as forças do encontro. Na bandeja que trouxe tinha um doce cupcake com um pedacinho de chocolate branco como ele gostava, e trouxe também frutas picadas para compartilharmos.
Ao acordar, ele conseguiu se sentar e juntos tivemos outro momento romântico para compartilhar o lanche, ou pra chamar de alguma forma. Depois de comermos o lanche, tomamos um banho num chuveiro espaçoso que tinha jato. Depois de nos secarmos e vestirmos, sentamos novamente na área de descanso e apertamos os cintos prontos para pousar. O jato pousou suavemente nos poucos minutos que restavam. Chegamos por volta das 17:30 nesse fuso horário, diferente do da Espanha. O jato freou suavemente na Pista de Papeete e meu marido desabotoou meu cinto e o dele. Ele pegou minha mão e fomos até a escada de desembarque.
- Pronta para férias perfeitas?
Eu sorri feliz - Sim. Me aproximei dos lábios dele e com minha mão acariciei sua nuca, dando um beijo suave cheio de felicidade. Depois desse beijo, seus braços me levantaram no ar e com cuidado ele me baixou pela escada até o chão, onde me colocou de pé e uma aeromoça nos entregou uma taça de champanhe e um colar de flores típicas de Bora Bora. Outra aeromoça cuidou das nossas malas e nós nos ocupamos em curtir nossas férias e brindamos por isso. Enquanto íamos ao pequeno aeroporto com a taça na mão, nos despedimos de Carl. Meu marido e eu bebemos o champanhe e a aeromoça que nos atendia recolheu as taças para continuar nos dando as boas-vindas, um funcionário segurava uma pequena placa com o nome "Sr. e Sra. Dendariena" e em um pequeno carrinho de golfe do aeroporto nos levaram em poucos minutos pelas longas passarelas até nossa suíte no bangalô que havíamos alugado por 2 semanas. O motorista do carrinho parou a poucos metros da porta e nos entregou as chaves do bangalô, se despediu apertando nossas mãos e desejou que aproveitássemos a estadia. Ele colocou as malas dentro e partiu, deixando-nos sozinhos de volta ao aeroporto.
- E então? O que você acha? A passarela de madeira estava quase meia iluminada, enquanto anoitecia, dava para ver o sol quase se fundindo com o mar Pacífico e eu fiquei sem palavras. Finalmente consegui articular uma palavra. Estávamos na porta olhando o pôr do sol.
- É lindo, amor... é... simplesmente perfeito. Meu marido olhou nos meus olhos e ficou atrás de mim enquanto me abraçava por trás, dando um beijinho na minha bochecha. - Quer ver como é por dentro, meu amor? Com toda a empolgação do mundo, eu balancei a cabeça e entrei alegremente no interior do bangalô. A entrada era amplia, ao fundo dava para ver o pôr do sol e conforme eu avançava para minha À direita estava a cama, com um lindo dossel branco semitransparente, para dar privacidade. O chão que eu pisava estava coberto de pétalas e, para não estragá-lo, tirei minhas sandálias, deixando-as de lado. Não tinha palavras para aquele momento. À minha esquerda havia uma área de relaxamento com sofá e uma pequena TV. O chão onde eu pisava naquele momento era de vidro e, embaixo, dava para ver a água com aquele azul celeste e paradisíaco. Quase mágico. Avancei um pouco mais até sair na varanda, onde havia uma ampla varanda coberta em ambos os lados. À minha direita, algumas espreguiçadeiras brancas elegantemente desenhadas conforme o corpo e uma pequena piscina na frente delas. Ao olhar para a minha esquerda, uma área de descanso com um sofá branco e uma mesinha baixa na frente. E no centro, uma escada que descia para uma pequena área de relaxamento com outras duas redes com apoios para os pés, para admirar a imensidão do mar e os pores do sol. Sem esquecer de uma cama elástica no canto esquerdo para deitar e se sentir como nas nuvens. Mesmo assim, sem precisar me deitar lá, já me sentia em um sonho. E estava sendo realidade graças ao meu marido. Ele estava atrás de mim, e descobri que estava tirando fotos da minha reação.
- Não quero que isso seja esquecido nunca. Então sorri, olhando-o de soslaio, e avancei em sua direção enquanto ele me filmava e o beijei com todo o meu amor.
- É perfeito. Obrigada. Ele sorriu e desligou o celular, guardando-o no bolso. - É ainda mais perfeito com você aqui, comigo. Foi então que ele me abraçou e me beijou, afundando seus lábios nos meus e devorando minha boca com delicadeza. Ao nos separarmos, ele me pegou no colo e me deitou na cama macia. Ele havia tirado os sapatos e tentava não pisar nas flores para não quebrar o encanto que davam ao ambiente. A cama também estava cheia de pétalas de flores típicas e rosas, inundando o bangalô com um cheiro do paraíso.
- Vamos colocar o maiô e tomar o primeiro banho? Estou doido para ver os tubarões para mostrar a eles a presa maravilhosa que vai ser difícil resistir a morder, mas vou mostrar de quem é essa presa. Ele riu com um toque zombeteiro mas levemente fanfarrão. Mas prosseguiu.
- Cadê esses tubarões que eu vou mostrar o que é bom? Eu ri e meu marido foi desfazer as malas, ficando eu deitada na cama aproveitando o cheiro das flores e a brisa suave que entrava. Era um sonho realizado. Meu marido, depois de colocar a maior parte das roupas nos armários disponíveis e deixar nossos necessaires no banheiro, se aproximou com nossas roupas de banho e o equipamento básico de snorkel. Em suas mãos havia um biquíni da Agent Provocateur, sexy e provocante, na cor preta com um anel prateado unindo as duas partes. Ele me deu e vestiu uma sunga básica da Massimo Dutti em azul marinho. Nós nos despimos um ao outro enquanto brincávamos na cama e ele acabou me dando algumas palmadas e mordidas indevidas, até mesmo um orgasmo com sua boca experiente. Depois da brincadeira e nus, ele procedeu a me colocar o biquíni com cuidado, deixando minhas nádegas à mostra para uma melhor vista. Ele vestiu sua sunga e amarrou o cordão que tinha na cintura.
- Vai lá fora e faz uma pose natural. Vou te capturar. Olhei para ele sorrindo e me desloquei devagar enquanto ele, com a câmera do celular, tirou algumas fotos e depois se esqueceu disso, jogando o celular na cama e vindo até mim para me dar mais um daqueles beijos.
- Vamos para a água. Ele pegou os equipamentos de snorkel e parou de repente.
- Nossa, esqueci o mais importante, vem aqui. Soou preocupante e eu me virei para ir até ele.
- O protetor solar, loira, porque se você queimar não haverá castigo suficiente para me fazer arrepender por tal pecado. Minha boca sorriu aliviada e me aproximei dele na ponta dos pés. Ele foi ao banheiro pegar o protetor e voltou com o de maior proteção.
- Vamos ver essa bunda, que se apresente. Eu ri e reclamei.
- Ei! Nossa... Ele se posicionou atrás de mim e com carinho começou a me passar o protetor de mais alta proteção para a minha pele branca e delicada. Meus ombros e decote passaram de brancos para branco nuclear, junto com meu rosto. Demorou um pouco, já que eu tinha passado creme nas costas largas dele e no rosto para evitar queimaduras. Por fim, ele pegou um pouco mais de creme e passou nas minhas nádegas, terminando com um tapa e um beijo na minha orelha.
—Pode ir para a água agora, baixinha.
Reclamei de novo:
—Ei, eu sou bem alta, tá?
Rimos e, depois de deixar o creme na cama, ele pegou o equipamento de snorkel e entramos na água de um mergulho. Colocamos as nadadeiras nos pés, junto com as máscaras e o respirador. Ele me pegou pela mão e começamos a mergulhar juntos, observando da superfície todas aquelas maravilhas ao redor do nosso bangalô. Não fomos muito longe, porque estava escurecendo.
Me atrevi a descer um pouco e vi algo brilhando na areia. Me aproximei para pegar, e meu marido me ajudou, apontando com o dedo que ele desceria para buscar. Fiquei na superfície enquanto o via descer. Ele pegou o saquinho com aquilo que brilhava, mas não dava para ver muito bem o que era. Guardou no bolso para depois e fez um sinal com o dedo, como se estivesse dando voltas. Assenti com a cabeça, entendendo. Continuamos olhando ao redor, observando alguns peixes e as cores vibrantes dos corais que tínhamos abaixo. Eu adorava mergulhar em águas cristalinas. Era o paraíso. O céu sob o mar.
Depois do nosso passeio subaquático, ele me ajudou a tirar as nadadeiras e as jogou com um pequeno impulso na plataforma de madeira, para que eu pudesse subir mais confortavelmente pela escada. Me deixou subir primeiro.
—As damas primeiro.
Ele ficou perto de mim, e eu sabia por quê. Ele adorava ver a vista das minhas nádegas. Era a perdição dele. Pude ouvir em seus pensamentos: “Suas nádegas me deixam louco”. Sabia que minhas nádegas eram lindas, e meu marido adorava aproveitá-las.
Depois de termos subido e aproveitado aquele mundo submarino maravilhoso, ele foi buscar as toalhas e voltou com uma toalha branca enorme, com a qual nos cobriu e Esfregava lentamente meu corpo para nos secar enquanto se aproximava dos meus lábios e me encaixava aqueles beijos sensuais que eu adorava. Meus mamilos endureceram levemente e ele os viu. Seu sorriso delatou a leve ereção que ele teve e me puxou para perto dele. O pôr do sol fechava a cena romântica de amor que havia entre nós.
- Agora vou te desnudar e te secar bem, tá bom?
Assenti e ele colocou a toalha no ombro enquanto descia o biquíni lentamente e descobria com extremo cuidado meus seios pesados e desejosos de serem devorados. Os mamilos estavam rosados e duros, ele os beijou com a máxima delicadeza que seus lábios macios permitiam e, enquanto baixava o tecido aos poucos, continuou descendo pela minha barriga até abaixar a parte de baixo do biquíni no chão. Minha região pubiana estava depilada em um triângulo invertido não muito grande, mas dando um toque arrumado. Meu marido adorava quando eu fazia desenhos na região. E ele a beijava, acariciando com o nariz e beijando o capuz do clitóris que levemente sobressaía. Gemi e minha mão o convidou a continuar, agarrando seu cabelo. Então seu olhar se fixou no meu, eu estava nua e molhada diante dele.
- Depois.
Assenti frustrada e com a toalha ele secou meu corpo, me dando beijos nos ombros e no decote.
- Você é uma deusa nesse mundo... caralho... seu corpo é o maior dos pecados para qualquer mortal.
Fiquei corada e meus mamilos não paravam de se insinuar. Mas meu marido resistia, sabia que no fundo ele queria me devorar por inteira. Mas ele desistiu um pouco mais. Eu gostava quando ele se controlava, mas em seus olhos se via seu desejo mais carnal. Ele pegou minha parte de baixo do biquíni e a estendeu em um varal bem rústico que havia do lado de fora, próximo à piscina. Para que secasse. Fiquei nua por alguns segundos diante dos poucos raios de sol que restavam. Meu marido, ao voltar, capturou minha imagem e sua ereção cresceu. Em silêncio, pegou seu celular novamente e tirou uma foto da minha nudez natural para a recordação.
- É a coisa mais simplesmente perfeita... que já vi criada nesse mundo.
Ele se esqueceu novamente. do celular e continuou me enxugando para eu não ficar resfriada. Ele se secou rapidamente. Tinha voltado pelado. Queria devorar aquela ereção com gosto de mar. Salgado e masculino. Mas ele não deixava. Pegou um secador e ligou na tomada para poder secar meu cabelo enquanto, com um pente, conseguia dar uma arrumada. Estávamos pelados no nosso paraíso. Nada mais importava. Era simplesmente o mesmo céu na terra.
Depois de nos secarmos, ele me colocou uma calcinha confortável e uma blusa delicada de renda branca para eu ficar à vontade. Ele vestiu uma cueca confortável que não apertasse muito para ficar mais arejado e por cima amarrou um sarongue na cintura para andar mais à vontade, de cores escuras com flores típicas estampadas. Era maravilhoso. Bateram na porta. Foi meu marido quem atendeu; trouxeram nosso jantar. Algo fresco, típico das ilhas e leve. Veio um funcionário com um carrinho que deixou para nós e foi embora com um sorriso. Meu marido fechou a porta e pegou o carrinho, empurrando-o suavemente até mim. — Vamos ver o que tem debaixo das campânulas? Olhei para ele com curiosidade. Levantei uma das campânulas e havia uma salada de produtos da ilha, com frutas e frutos do mar. Entre esses produtos dava para perceber coco, mamão, maracujá, toranja, banana... entre outros. Cheirava super bem e vinha acompanhada de uma água de hibisco. Pegamos nossa janta e nos acomodamos naquele sofá enquanto olhávamos para o horizonte, com a lua cheia se refletindo na água. — Você está feliz, minha vida? Eu olhei com um sorriso para meu marido e me aproximei para beijar seus lábios. Apenas com aquele beijo, foi o suficiente para ele. Entendeu o que eu estava dizendo.
Naquela noite maravilhosa, compartilhamos nossa janta e ficamos aconchegados no sofá até que, pouco a pouco, meu marido começou a me beijar na orelha, no pescoço... Soltou sua confissão depois de alguns minutos. — Deixa eu fazer amor com você... naquela cama do céu... quero fazer amor com você... neste paraíso mortal... Olhei para ele com olhos doces e acariciei sua nuca para trazê-lo para perto de mim e beijá-lo. Então, ele se levantou comigo nos braços, me levando com muito cuidado para... Ele entrou em mim enquanto nos beijávamos lenta e pausadamente. Era o momento perfeito. O momento ideal para descobrir os pequenos prazeres do paraíso. Ele me deitou na cama com extremo cuidado e me beijou como se o mundo fosse acabar.
- Me espera aqui um segundo...
Então ele foi buscar algo, no varal lá fora. Poucos segundos depois voltou com a sacolinha que havíamos encontrado na areia. Aproximou-se de mim e, diante dos meus olhos, tirou um anel com um diamante incrustado. Ajoelhou-se aos pés da cama. E com os olhos cheios de todo o amor que me dedicava, sua boca sussurrou:
- Sofia, mulher da minha vida, você deseja se casar novamente com seu atual marido, que agora está pedindo para se casar de novo com você?
Eu não conseguia assimilar o que estava vivendo. Era um sonho. Me belisquei para confirmar. Era real. Sem conseguir falar, me joguei nele e em um beijo expressei tudo aquilo que com palavras não era capaz. Para ele, era tudo o que podia desejar. Após aquele beijo, seu sorriso ia de orelha a orelha. E ele colocou o delicado anel no meu dedo anular da mão esquerda, já que eu ainda usava o de noivado e o de casamento da vez anterior.
Ele me pegou pelas nádegas para continuar me beijando e, pouco a pouco, foi me deitando na cama para me acariciar e alcançar aquele momento de intimidade que ambos desejávamos. Enquanto me beijava, foi tirando devagar o vestido para dar passagem ao meu corpo. Com suas mãos, acariciou minhas curvas de mulher e minha barriga, subindo aos poucos para envolver meus seios, onde meus mamilos já não se escondiam – desejavam encontrar sua língua. Meus gemidos iam aumentando. E sua boca continuava no processo de me preparar. Sem parar de me olhar, começou pela minha barriga, fazendo um caminho de amor, respeito e carinho. Subindo devagar, beijou meu esterno e entre meus seios, enquanto com as pontas dos dedos acompanhava o movimento entre eles. Ele sabia bem o que fazia. Era um mestre do amor, do sexo e dos orgasmos. O triplo ele tinha garantido a qualquer momento. Minha... O sexo já estava se lubrificando e a calcinha começando a umedecer.
- Agus... por favor...
Ele sorriu.
- Não seja impaciente... é a noite do amor...
Continuou e alcançou com seus lábios meus seios, os beijava com suavidade e sem parar de me olhar como eu mais gostava. Com minhas mãos acariciava suas costas nuas e as pétalas começaram a nos banhar no aroma do amor. Do sexo íntimo e sensual.
Comeu com delicadeza cada um dos meus seios, amassando-os como duas massas mãe fazendo o melhor pão do mundo e com ternura os mordia e beijava. Eu gemía suavemente e me arqueava por querer mais. Era a noite perfeita. Soprava uma leve brisa. Não havia janelas. Era tudo diáfano e aberto. Meus gemidos voavam livres como as gaivotas sobre o mar e meu marido se ocupava em me dar o amor que eu merecia.
Subiu pelo meu pescoço e com suaves roçadas de seu nariz se acompanhava. Era o céu na terra. E eu não queria descer dali.
Quando completou o caminho do amor, seguiu para baixo. Com ambas as mãos e colado entre minhas pernas, levantei os quadris para ajudá-lo enquanto beijava minhas pernas até meus pés. Sem pressa. Deixou cair a calcinha já molhada e abriu minhas pernas como uma ostra abrindo suas valvas para deixar ver sua pérola. Onde estava minha buceta. Úmida e preparada para ele.
Parou no meio de minhas pernas, ajoelhado, para ver as vistas que meu corpo lhe oferecia e meus suspiros aumentavam pouco a pouco seu desejo. Soltou o nó do pareô e, descendo da cama, baixou a cueca, deixando-a com minha roupa íntima. Correu as cortinas da cama para nos dar um espaço de intimidade, e ao ficarmos a sós com a suave brisa como testemunha de nosso ato de amor, beijou meu joelho para começar.
Seu corpo então se reclinou sobre o meu e o estrado da cama rangeu levemente sob nós.
- Você é mulher, esposa e deusa... as três divindades juntas em uma única figura feminina. Digna do homem mais bondoso e merecedora de uma oferenda do próprio céu.
Me ruborizei e acariciei meu corpo, me movendo sutilmente. Então ele se aproximou dos meus lábios para selar nossa introdução. E com a ajuda de sua mão, e da saliva previamente espalhada na minha buceta, encaixou suavemente a cabeça do seu pau na minha abertura levemente aberta. Sua cintura lentamente se acomodou entre minhas pernas e com minha mão elevada ao meu lado, entrelaçou-se com a dele e criamos uma união fora deste paraíso terreno. Minhas pernas se enrolaram em sua cintura e acompanhavam o náufrago à costa com cada suave embate. Meus gemidos eram despejados em sua boca no vai e vem gentil de sua língua contra a minha enquanto dançavam entre os faróis da nossa confissão; e entre nossas súplicas, esfregávamos nossos narizes um no outro e nos acariciávamos para reforçar nossa intimidade. Após meu orgasmo, sorrimos nos aconchegando e nos beijando sem parar, mudando lentamente para outra posição mais íntima, onde ele me virou de lado e se posicionou atrás de mim para levantar minha perna atrás de sua cintura e me penetrar com a suavidade de uma borboleta batendo as asas. Sua mão se posicionou na minha nuca para continuar me beijando e nos olhamos entregando todos nossos segredos. Acariciou meu lábio com o polegar e me penetrava lentamente enquanto me encarava com seus profundos olhos esmeralda.
- Me banha no seu ouro branco, céu... me banha...
Suas palavras eram como veludo nos meus ouvidos e eu gemia suavemente. Sem pressa, estávamos unidos, mais unidos que nunca. Era o lugar perfeito para unir um casal necessitado de descanso e prazer. Me contraí em volta de sua ereção e meu fluxo o banhou junto com um squirt que conseguiu sair timidamente.
- Aguuuussss... te amo...
Ele me olhou e antes que eu quase gozasse, me beijou enquanto me acariciava com o indicador e o médio no clitóris em círculos para dar um ponto extra ao meu prazer.
- Vida minha... te amo... amo quando você me banha em você... na sua ternura, no seu amor, no seu corpo... infinito...
Sua mão percorreu meu torso nu entre meus seios até o pescoço e meus lábios, descendo pelo mesmo caminho até meu clitóris. que me fazia acordar o desejo de libertá-lo. Na próxima posição, ele se deitou com a ereção apontando para o teto e com as mãos me ajudou a me sentar sobre ele. -Vem aqui... minha vida... me leva ao céu...
Meu rosto corou e eu me sentei sobre ele, acariciando suavemente sua ereção entre meus lábios. Pouco a pouco, desci sobre seu pau e senti a ponta da cabeça roçando o fundo da minha buceta. Comecei a cavalgar meu marido do jeito que ele gostava. Com suavidade e carinho. Com as mãos, ele começou a acariciar minhas nádegas, deu um tapinha delicado e eu gemí em seguida. -Ahh... Agus...
Ele sorriu satisfeito e continuou acariciando meu corpo enquanto eu cavalgava suavemente. Com as pontas dos dedos, percorria minha pele macia e fazia meus pelos arrepiarem de prazer. Despertava em mim o maior dos prazeres e, aos poucos, ele se endireitou. Com os braços, me envolveu e acariciou ao longo das minhas costas com as pontas dos dedos até minhas nádegas, que apertou com as mãos, e subiu novamente com as pontas dos dedos até minha nuca, soltando um suspiro em meus lábios. Aproximou-se de mim e me beijou com uma paixão voraz, dando uma ternura extra ao encontro. -Sofia... me faz explodir no seu paraíso...
Meus lábios beijaram os dele e, com minhas mãos, acariciei sua nuca e cabelo, passando as unhas pelo couro cabeludo. Ele estremeceu. -Deus, minha vida... me arranha assim... eu adoro...
Repeti o processo enquanto cavalgava e aumentei a velocidade. -Sofia... você me mata...
Sua boca me expressou isso devorando a minha, e nossos corpos se uniram em um só até que nossos gemidos inundaram nossas bocas e juntos... chegamos ao clímax. -Sofi... Sofiaaaa... deeeusss…
Ofeguei de prazer e me contraí em volta do pau do meu homem. -Aaaaaguuuuuussssss... Ahhh...
Meu corpo estremeceu de prazer e gozamos ao mesmo tempo, um dentro e sobre o outro. Depois de terminar, nossos suspiros se uniram em uma dança de amor e carinho. Nossos braços se entrelaçaram e acariciaram as costas de nosso amante. E finalmente, ele me virou novamente e beijar acariciando minha bochecha com o polegar. -Sofia, eu te amo... se você soubesse o quanto eu te amo... deveriam me prender pela quantidade de amor e desejo que sinto por você. Eu olhei para ele e acariciei sutilmente sua bochecha e a barba de apenas 2 dias que ele havia deixado crescer. -Obrigada por este dia... foi perfeito, meu amor... Consegui dizer. Mal conseguia expressar minha enorme gratitude por ele. Era 1 da manhã e estávamos na cama do paraíso, nus, levemente suados e, sobretudo, unidos. Nossos corpos caíram suavemente na cama protegidos pelo dossel e, aconchegados, mergulhamos em um mar de sonhos.
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