Passaram uns segundos e ela, por inércia, continuava se tocando na buceta.
- Você não gozou - falei.
- Não - disse ela.
Me levantei, me limpei com um guardanapo que tinha na mesinha e falei, ficando de pé:
- Vamos te fazer gozar...
- O quê? - disse ela tirando a mão da calcinha...
- É o que você ouviu, tem que gozar.
— Ah, é que esse não era o trato, né? — disse ela, surpresa.
Vem aqui.
E me aproximei de onde ela estava.
- O que você tá fazendo? - perguntou enquanto a pegava pelas axilas e a puxava pra mim no sofá.
Eu ainda tava com a pica meio dura, balançava junto com a Eva na minha frente. E ainda mais vendo como as tetas dela balançavam a um palmo de distância. Levantei na frente do sofá e coloquei ela na beirada dele.

- Fica sentada aí, não faz mais nada. Não se preocupa que vai ser rápido.
Ela me olhou sem saber o que fazer ou dizer. Tava perdida. Aí eu me coloquei atrás dela. Tipo, ela tava sentada na beirada, inclinada pra frente, do jeito que eu tinha deixado ela, e eu me encaixei por trás, levemente inclinado pra frente, atrás das costas dela. Aproximei minha boca da nuca dela e, com o ouvido dela a alguns centímetros, igual naquela balada, falei:
- Fica quietinha que vou gozar em você.
— Mas o quê...? — começou a dizer bem baixinho.
Então com a mão esquerda segurei um pouco do cabelo dela, e a direita desceu até a legging dela. No começo ela se assustou um pouco, surpresa.
- Chiissssst - sussurrei pra ela-. Fica quiiiiieta.
Com os dedos da mão direita, levantei um pouco a calça legging na altura do umbigo dela e, de um puxão, enfiei a mão procurando a buceta dela. Toquei rapidamente e minha mão ficou encharcada de lubrificação. Ela estava pegando fogo. Além disso, rocei os peitos dela com o braço; ela tentava afastá-los com as mãos, mas era impossível eu não esbarrar naqueles dois peitões fenomenais. A pica começou a endurecer de novo. Ela disse meu nome pelo menos três vezes, provavelmente como sinal para eu parar. Mas eu já tinha meus dedos na buceta dela, brincando com os lábios menores e maiores. Era excitante; eu não via a buceta dela, mas apalpava com gosto. Olhava para baixo do meu ponto de vista e via os dois peitões dela se erguendo com a respiração ofegante. Ela começou a gemer, e aproveitei para me deliciar no clitóris dela.

Assim que eu gosto, você vai gozar com meus dedos na sua buceta, Eva — sussurrei pra ela.
Ela virou a cabeça pro outro lado, onde eu tava com a boca, e enfiei meus lábios no pescoço dela, estiquei a língua e lambi tudo.
- Que buceta gostosa você tem... é essa buceta que o meu amigo deixou abandonada, né? Então você vai gozar rápido. Agora você vai ver.
E aí comecei a mexer os dedos que nem um louco. Eu tinha tocado violão quando era adolescente, e já tinha largado, mas ainda tinha agilidade no movimento e na velocidade, hehe. Então logo a Eva tava se agarrando com as mãos nos meus braços e falando: Rober, Rober... não, não.
E eu dizia pra ela que sim, que ela tinha que gozar, que não tinha volta, e que quando ela gozasse eu ia levar meus dedos até minha boca pra provar a buceta dela, e depois até a dela.
Ela começou a gemer forte. Aproveitei pra me inclinar um pouco por cima dos ombros dela e soltei uma cuspida no meio das tetas, ela nem percebeu, tava de olhos fechados. Queria apertar os peitos dela, mas preferi deixar pra outra hora, queria que essa foxy fosse embora gozada, mas com vontade de mais. Queria quebrar a barreira intransponível que ela tinha colocado há meses, só isso. E ter ela na minha mão pra semana que vem.
- Corre, corre feito uma puta de verdade - falei enquanto via minha saliva escorrendo pelo peito dela...
Aí ela começou a tremer e a apertar as coxas e minha mão. Eu puxei um pouco mais forte o cabelo dela e aproximei minha boca do rosto dela e mordi com os lábios a bochecha dela, que deixei toda molhada de saliva também.
Enquanto gozava intensamente e em silêncio, apertando minha mão na buceta dela, soltei num sussurro.
— Assim que eu gosto, assim que eu gosto... — e lambi a bochecha dela toda com a língua.
Fui me afastando pra trás, devagarzinho, soltei o cabelo dela e tirei minha mão da calcinha, me recostei no encosto do sofá. Ela ficou sentada, ainda gemendo, recuperando o fôlego. Quando virou um pouco o pescoço pra me olhar, os olhos estavam semi-cerrados, como se tivesse acabado de acordar. Aproveitei pra enfiar os quatro dedos da mão direita na boca e saborear a buceta dela.
- Que delícia sua buceta.
E aí eu levei minha mão até a boca dela, ela não abriu, mas eu passei os dedos nela.
—Agora se veste e vai embora — falei, olhando sério pra ela.
Ela se levantou e começou a se vestir sem dizer nada. Devia estar confusa de novo. Eu vesti a calça e ela entrou um instante no banheiro pra arrumar o cabelo e ficar apresentável pra voltar pra casa, hehe.
- Tchau - disse ela enquanto se virava pra porta.
- Espera - falei enquanto me aproximava -. Agora você me deve outra de novo. Não sabe o quanto me deixa louco toda vez que você goza.
Ela se virou, abriu a porta e foi embora. No dia seguinte a gente ia se ver. Tinha combinado de jantar na casa dela.
Passei o domingo fazendo coisas em casa e descansando da correria que foi ficar na frente da Eva, hehe, me recuperando. Às vezes, à noite, levava a mão ao rosto e sentia o cheiro da buceta dela. Não tinha tomado banho o domingo inteiro, então fiquei relembrando o cheiro da buceta dela enquanto levava os dedos ao nariz. Tomei banho meia hora antes de sair pra casa dela.
Por volta das oito da noite, liguei. Quem abriu foi o Raúl e a gente se cumprimentou com entusiasmo. Por um momento, cheguei a me sentir meio... não culpado, mas estranho pelo que tinha rolado com a mulher dele no dia anterior. Voltei a mim quando entrei e ele me ofereceu uma cerveja.
Sentamos no sofá e ela me disse de novo que a parada tava muito ruim na empresa dela e que logo teria que ir pra não sei onde trabalhar, talvez em janeiro, o que significaria vir só alguns fins de semana.
Lamentei, mas por dentro, de certa forma, isso me dava mais liberdade pra lidar com a Eva. Como não via a Eva nem o pequeno em lugar nenhum, perguntei por eles.
- A Eva tá no quarto do menino, deve estar brincando com ele e lendo aquele livro.
— Que livro?
— Esse aí, o do Grey, que uma irmã deixou pra ele.
Sorri e falei pro Raul que aquele livro tinha mudado o jeito de ver e saborear o sexo de muitas minas. Não li, mas foi isso que me contaram. Então comentei que seria uma boa opção a Eva se molhar nessa parada, nas brincadeirinhas que apareciam naquele livro...
— Ainda não conseguiu gozar dentro...? — comecei a perguntar pra ele.
— Qual é, cara — ele me disse. — Desse jeito, vou gozar na boca da Susana antes do que na dela — falou bem baixinho.
Susana, como vocês lembram, era colega de trabalho dela.
- E aí, então é assim que você treina, haha - soltei.
Ele riu.
— Tem algo novo com ela? — perguntei.
- Nada, mas depois da ponte de dezembro... com certeza vou ter que ficar até tarde de novo... e ela também.
- Puxa... - sorri -, vamos ver o que acontece então, você vai ter que me contar.
— Por um lado, cê sabe, não quero que role nada — disse de novo baixando a voz —, mas por outro...
Já, tá morrendo de vontade, hein.
- Isso.
- Te entendo - falei - todo mundo gosta de um puta tesão.
Ei, Rober" — ela me disse — "Aquilo que rolou outro dia...
— Já, já — falei pra ele. — A gente tava bêbado, já conversamos por telefone. Relaxa. Olha — e cheguei mais perto dele, ativando o MODO Confissão — o que você e a Eva quiserem fazer não é da minha conta, mas se um dia você quiser que eu participe do jeito que for numa parada de vocês... é só falar, somos amigos.
- O que você tá dizendo? - perguntou, surpreso.
- Porra, Raúl, tô falando que outro dia a Eva tava pronta pra fazer tudo que você quisesse na minha frente. E eu só ia ficar olhando vocês. E você também tava excitado. É disso que eu tô falando.
— Ah — disse ele, um pouco surpreso, e deu um gole na cerveja.
- Você já sabe.
- Beleza, vou levar isso em conta, haha, nunca se sabe o que o álcool pode provocar, haha.
Só esse comentário dela já me deixou de pau duro, pensar que um dia eu poderia contar isso pra Eva, ou sugerir que eu visse elas fazendo, ou ela chupando a rola dela... Era uma porta que eu não queria fechar de jeito nenhum, enquanto eu ainda tinha meu rolo com Eva...
- E depois disso... vou cumprimentar sua mulher - me levantei e entrei corredor afora.
Cheguei no quarto do pequeno, que já tinha dormido. E a Eva, deitada de um lado da cama, tava lendo As Cinquenta Tons de Cinza.
- Oi - falei baixinho.
— Ah, oi — ela disse.
— O que você tá lendo?
E me mostrou a capa.
- uuuhhh, esse livro aí é bom, né?
- A verdade... é que sim - disse ela sorrindo.
- Igual tu aprende umas coisas...
- Não sei, hein... mas dá... segurança no sexo, acho.
- E brincadeiras.
— Sim — disse ela.
— Adoro jogos — falei, olhando bem nos olhos dela.
Ela levantou o olhar e cruzou com o meu olhar.
- Com certeza vou começar a gostar delas.
- Isso tá bom...
- Já vamos jantar?
- A gente tá bebendo cerveja. Quer uma?
- Não, já vou, termino esse parágrafo e vou.
- Vale.
Não quis falar nada do dia anterior com ela, até porque o Raúl tava por perto. Parecia que nada tinha acontecido, pelo menos não notei nada de estranho nela. Ela já tava se acostumando com o que eu dava pra ela, e com o jeito que eu dava.
Depois a gente continuou conversando os três, sobre a possível saída do trabalho do Raul e umas paradas do dia a dia, além de filmes, música e uns papos assim.
Depois do jantar, fomos pro sofá, e quando íamos botar um filme, o Raúl falou que bateu a vontade de cagar e que ia no banheiro, kkk. Sentei no meu lugar e a Eva do meu lado esquerdo. Aproveitei pra falar baixinho com ela:
- Hoje você não bebeu.
— Não — disse ela, pegando o livro do Grey, que tinha trazido pro sofá e tava vidrada.
- Tá satisfeita com o que rolou ontem?
- Cê acha? - falou me olhando e fazendo uma cara de putona da porra.
- Talvez não então.
— A verdade — disse ela, afastando o livro e se inclinando sobre o meu rosto — é que tô muito tarada. Esse livro me deixa com tesão, e solta mais que o álcool, ou quase isso. Então vou continuar lendo ele, e depois a segunda parte, e a terceira...
— Acho genial — soltei, aproximando um pouco minha boca da dela.
Ela se afastou um pouco pra que nossos lábios não se encostassem.
- E sabe o quê? Daqui a pouco peço pro teu amigo me foder igual fazem nesse livro.
Não disse nada.
Ouviu-se a descarga no banheiro, o Raúl devia estar prestes a sair. Então, quando o barulho da descarga parou, a Eva completou:
— O mesmo que te peço é que faça algo por mim, quem sabe... ainda te devo aquela gozada que você teve quando me bateu uma ontem... — acrescentou, me olhando e depois desviando o olhar, mergulhando na leitura.

Continua...
- Você não gozou - falei.
- Não - disse ela.
Me levantei, me limpei com um guardanapo que tinha na mesinha e falei, ficando de pé:
- Vamos te fazer gozar...
- O quê? - disse ela tirando a mão da calcinha...
- É o que você ouviu, tem que gozar.
— Ah, é que esse não era o trato, né? — disse ela, surpresa.
Vem aqui.
E me aproximei de onde ela estava.
- O que você tá fazendo? - perguntou enquanto a pegava pelas axilas e a puxava pra mim no sofá.
Eu ainda tava com a pica meio dura, balançava junto com a Eva na minha frente. E ainda mais vendo como as tetas dela balançavam a um palmo de distância. Levantei na frente do sofá e coloquei ela na beirada dele.

- Fica sentada aí, não faz mais nada. Não se preocupa que vai ser rápido.
Ela me olhou sem saber o que fazer ou dizer. Tava perdida. Aí eu me coloquei atrás dela. Tipo, ela tava sentada na beirada, inclinada pra frente, do jeito que eu tinha deixado ela, e eu me encaixei por trás, levemente inclinado pra frente, atrás das costas dela. Aproximei minha boca da nuca dela e, com o ouvido dela a alguns centímetros, igual naquela balada, falei:
- Fica quietinha que vou gozar em você.
— Mas o quê...? — começou a dizer bem baixinho.
Então com a mão esquerda segurei um pouco do cabelo dela, e a direita desceu até a legging dela. No começo ela se assustou um pouco, surpresa.
- Chiissssst - sussurrei pra ela-. Fica quiiiiieta.
Com os dedos da mão direita, levantei um pouco a calça legging na altura do umbigo dela e, de um puxão, enfiei a mão procurando a buceta dela. Toquei rapidamente e minha mão ficou encharcada de lubrificação. Ela estava pegando fogo. Além disso, rocei os peitos dela com o braço; ela tentava afastá-los com as mãos, mas era impossível eu não esbarrar naqueles dois peitões fenomenais. A pica começou a endurecer de novo. Ela disse meu nome pelo menos três vezes, provavelmente como sinal para eu parar. Mas eu já tinha meus dedos na buceta dela, brincando com os lábios menores e maiores. Era excitante; eu não via a buceta dela, mas apalpava com gosto. Olhava para baixo do meu ponto de vista e via os dois peitões dela se erguendo com a respiração ofegante. Ela começou a gemer, e aproveitei para me deliciar no clitóris dela.

Assim que eu gosto, você vai gozar com meus dedos na sua buceta, Eva — sussurrei pra ela.
Ela virou a cabeça pro outro lado, onde eu tava com a boca, e enfiei meus lábios no pescoço dela, estiquei a língua e lambi tudo.
- Que buceta gostosa você tem... é essa buceta que o meu amigo deixou abandonada, né? Então você vai gozar rápido. Agora você vai ver.
E aí comecei a mexer os dedos que nem um louco. Eu tinha tocado violão quando era adolescente, e já tinha largado, mas ainda tinha agilidade no movimento e na velocidade, hehe. Então logo a Eva tava se agarrando com as mãos nos meus braços e falando: Rober, Rober... não, não.
E eu dizia pra ela que sim, que ela tinha que gozar, que não tinha volta, e que quando ela gozasse eu ia levar meus dedos até minha boca pra provar a buceta dela, e depois até a dela.
Ela começou a gemer forte. Aproveitei pra me inclinar um pouco por cima dos ombros dela e soltei uma cuspida no meio das tetas, ela nem percebeu, tava de olhos fechados. Queria apertar os peitos dela, mas preferi deixar pra outra hora, queria que essa foxy fosse embora gozada, mas com vontade de mais. Queria quebrar a barreira intransponível que ela tinha colocado há meses, só isso. E ter ela na minha mão pra semana que vem.
- Corre, corre feito uma puta de verdade - falei enquanto via minha saliva escorrendo pelo peito dela...
Aí ela começou a tremer e a apertar as coxas e minha mão. Eu puxei um pouco mais forte o cabelo dela e aproximei minha boca do rosto dela e mordi com os lábios a bochecha dela, que deixei toda molhada de saliva também.
Enquanto gozava intensamente e em silêncio, apertando minha mão na buceta dela, soltei num sussurro.
— Assim que eu gosto, assim que eu gosto... — e lambi a bochecha dela toda com a língua.
Fui me afastando pra trás, devagarzinho, soltei o cabelo dela e tirei minha mão da calcinha, me recostei no encosto do sofá. Ela ficou sentada, ainda gemendo, recuperando o fôlego. Quando virou um pouco o pescoço pra me olhar, os olhos estavam semi-cerrados, como se tivesse acabado de acordar. Aproveitei pra enfiar os quatro dedos da mão direita na boca e saborear a buceta dela.
- Que delícia sua buceta.
E aí eu levei minha mão até a boca dela, ela não abriu, mas eu passei os dedos nela.
—Agora se veste e vai embora — falei, olhando sério pra ela.
Ela se levantou e começou a se vestir sem dizer nada. Devia estar confusa de novo. Eu vesti a calça e ela entrou um instante no banheiro pra arrumar o cabelo e ficar apresentável pra voltar pra casa, hehe.
- Tchau - disse ela enquanto se virava pra porta.
- Espera - falei enquanto me aproximava -. Agora você me deve outra de novo. Não sabe o quanto me deixa louco toda vez que você goza.
Ela se virou, abriu a porta e foi embora. No dia seguinte a gente ia se ver. Tinha combinado de jantar na casa dela.
Passei o domingo fazendo coisas em casa e descansando da correria que foi ficar na frente da Eva, hehe, me recuperando. Às vezes, à noite, levava a mão ao rosto e sentia o cheiro da buceta dela. Não tinha tomado banho o domingo inteiro, então fiquei relembrando o cheiro da buceta dela enquanto levava os dedos ao nariz. Tomei banho meia hora antes de sair pra casa dela.
Por volta das oito da noite, liguei. Quem abriu foi o Raúl e a gente se cumprimentou com entusiasmo. Por um momento, cheguei a me sentir meio... não culpado, mas estranho pelo que tinha rolado com a mulher dele no dia anterior. Voltei a mim quando entrei e ele me ofereceu uma cerveja.
Sentamos no sofá e ela me disse de novo que a parada tava muito ruim na empresa dela e que logo teria que ir pra não sei onde trabalhar, talvez em janeiro, o que significaria vir só alguns fins de semana.
Lamentei, mas por dentro, de certa forma, isso me dava mais liberdade pra lidar com a Eva. Como não via a Eva nem o pequeno em lugar nenhum, perguntei por eles.
- A Eva tá no quarto do menino, deve estar brincando com ele e lendo aquele livro.
— Que livro?
— Esse aí, o do Grey, que uma irmã deixou pra ele.
Sorri e falei pro Raul que aquele livro tinha mudado o jeito de ver e saborear o sexo de muitas minas. Não li, mas foi isso que me contaram. Então comentei que seria uma boa opção a Eva se molhar nessa parada, nas brincadeirinhas que apareciam naquele livro...
— Ainda não conseguiu gozar dentro...? — comecei a perguntar pra ele.
— Qual é, cara — ele me disse. — Desse jeito, vou gozar na boca da Susana antes do que na dela — falou bem baixinho.
Susana, como vocês lembram, era colega de trabalho dela.
- E aí, então é assim que você treina, haha - soltei.
Ele riu.
— Tem algo novo com ela? — perguntei.
- Nada, mas depois da ponte de dezembro... com certeza vou ter que ficar até tarde de novo... e ela também.
- Puxa... - sorri -, vamos ver o que acontece então, você vai ter que me contar.
— Por um lado, cê sabe, não quero que role nada — disse de novo baixando a voz —, mas por outro...
Já, tá morrendo de vontade, hein.
- Isso.
- Te entendo - falei - todo mundo gosta de um puta tesão.
Ei, Rober" — ela me disse — "Aquilo que rolou outro dia...
— Já, já — falei pra ele. — A gente tava bêbado, já conversamos por telefone. Relaxa. Olha — e cheguei mais perto dele, ativando o MODO Confissão — o que você e a Eva quiserem fazer não é da minha conta, mas se um dia você quiser que eu participe do jeito que for numa parada de vocês... é só falar, somos amigos.
- O que você tá dizendo? - perguntou, surpreso.
- Porra, Raúl, tô falando que outro dia a Eva tava pronta pra fazer tudo que você quisesse na minha frente. E eu só ia ficar olhando vocês. E você também tava excitado. É disso que eu tô falando.
— Ah — disse ele, um pouco surpreso, e deu um gole na cerveja.
- Você já sabe.
- Beleza, vou levar isso em conta, haha, nunca se sabe o que o álcool pode provocar, haha.
Só esse comentário dela já me deixou de pau duro, pensar que um dia eu poderia contar isso pra Eva, ou sugerir que eu visse elas fazendo, ou ela chupando a rola dela... Era uma porta que eu não queria fechar de jeito nenhum, enquanto eu ainda tinha meu rolo com Eva...
- E depois disso... vou cumprimentar sua mulher - me levantei e entrei corredor afora.
Cheguei no quarto do pequeno, que já tinha dormido. E a Eva, deitada de um lado da cama, tava lendo As Cinquenta Tons de Cinza.
- Oi - falei baixinho.
— Ah, oi — ela disse.
— O que você tá lendo?
E me mostrou a capa.
- uuuhhh, esse livro aí é bom, né?
- A verdade... é que sim - disse ela sorrindo.
- Igual tu aprende umas coisas...
- Não sei, hein... mas dá... segurança no sexo, acho.
- E brincadeiras.
— Sim — disse ela.
— Adoro jogos — falei, olhando bem nos olhos dela.
Ela levantou o olhar e cruzou com o meu olhar.
- Com certeza vou começar a gostar delas.
- Isso tá bom...
- Já vamos jantar?
- A gente tá bebendo cerveja. Quer uma?
- Não, já vou, termino esse parágrafo e vou.
- Vale.
Não quis falar nada do dia anterior com ela, até porque o Raúl tava por perto. Parecia que nada tinha acontecido, pelo menos não notei nada de estranho nela. Ela já tava se acostumando com o que eu dava pra ela, e com o jeito que eu dava.
Depois a gente continuou conversando os três, sobre a possível saída do trabalho do Raul e umas paradas do dia a dia, além de filmes, música e uns papos assim.
Depois do jantar, fomos pro sofá, e quando íamos botar um filme, o Raúl falou que bateu a vontade de cagar e que ia no banheiro, kkk. Sentei no meu lugar e a Eva do meu lado esquerdo. Aproveitei pra falar baixinho com ela:
- Hoje você não bebeu.
— Não — disse ela, pegando o livro do Grey, que tinha trazido pro sofá e tava vidrada.
- Tá satisfeita com o que rolou ontem?
- Cê acha? - falou me olhando e fazendo uma cara de putona da porra.
- Talvez não então.
— A verdade — disse ela, afastando o livro e se inclinando sobre o meu rosto — é que tô muito tarada. Esse livro me deixa com tesão, e solta mais que o álcool, ou quase isso. Então vou continuar lendo ele, e depois a segunda parte, e a terceira...
— Acho genial — soltei, aproximando um pouco minha boca da dela.
Ela se afastou um pouco pra que nossos lábios não se encostassem.
- E sabe o quê? Daqui a pouco peço pro teu amigo me foder igual fazem nesse livro.
Não disse nada.
Ouviu-se a descarga no banheiro, o Raúl devia estar prestes a sair. Então, quando o barulho da descarga parou, a Eva completou:
— O mesmo que te peço é que faça algo por mim, quem sabe... ainda te devo aquela gozada que você teve quando me bateu uma ontem... — acrescentou, me olhando e depois desviando o olhar, mergulhando na leitura.

Continua...
4 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈8